Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador VÍRUS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VÍRUS. Mostrar todas as postagens
domingo, 31 de maio de 2015
CIENTISTAS DESCOBREM COMO O VÍRUS DA HERPES FUNCIONA
Pesquisadores britânicos e alemães descobriram que o vírus responsável pelo herpes comum sequestra as nossas células, fazendo-as ajudar involuntariamente a proteger o vírus de nosso sistema imunológico.
Causada pelo vírus herpes simplex 1 (HSV-1), a infecção é relativamente inofensiva para a maioria das pessoas. No entanto, pode causar doenças mais perigosas, como infecções pulmonares graves e inflamação do cérebro.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
CIENTISTAS GRAM ELETRICIDADE COM VÍRUS
Os cientistas desenvolveram um meio com o qual se usam vírus para alimentar pequenos dispositivos elétricos.
No mundo em expansão da nanotecnologia, os cientistas de os EUA estão trabalhando sobre o uso de vírus inofensivos para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos, como monitores LCD .
O método para criar essa energia é conhecido como piezoeletricidade, a acumulação de carga através de estresse mecânico, tais como pressão ou vibração.
O trabalho poderia levar um dia ao desenvolvimento de minúsculos geradores de eletricidade que se encaixam em seus sapatos e permitem que você carregue uma célula de telefone enquanto você anda.
FONTE: arquivoufo.com.br/2012/05/26/cientistas-geram-eletricidade-com-virus/
sábado, 9 de agosto de 2014
OS 7 FATOS QUE VC PRECISA SABER SOBRE O EBOLA
A África vive a pior epidemia do vírus Ebola da história, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o dia 27 de julho, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. Fizemos uma lista sobre os principais fatos sobre a doença. Conheça:
1. Máquina mortífera
O Ebola é o micróbio mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo, uma marca impressionante. Isso acontece porque o vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, ao mesmo tempo em que destrói as células endoteliais dos vasos sanguíneos, causando hemorragias.
Os sintomas iniciais são comuns a várias doenças: febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite. Depois, começam as diarreias, náuseas e vômito, que são seguidas de insuficiência hepática e renal. No estágio final, hemorragias internas extensas acabam causando a morte. O período de incubação do vírus varia de 2 a 21 dias.
2. A cara do vírus
O formato e a aparência do Ebola não mudaram muito desde 1976. Ele tem cerca de 80 milionésimos de milímetro de largura e 970 milionésimos de milímetro de comprimento. E uma aparência de fio enrolado. Seu perfil genético também mudou muito pouco nos 38 anos desde a descoberta do vírus: apenas 1,5%. Comparado com um vírus como o HIV, que se altera tanto que impossibilita a criação de uma vacina, existem condições reais para o desenvolvimento de um tratamento eficaz para a doença. Porém, como o Ebola está restrito a populações africanas pobres e, em questão de quantidade, mata muito menos pessoas do que outras doenças, não há prioridade na criação desse tratamento.
Existem 5 subtipos do vírus Ebola, nomeados a partir dos locais em que foram descobertos. O Ebola–Zaire é o mais letal, com 83% de taxa de mortalidade. O Ebola Sudão tem 54%. Existem também os tipos Bundibugyo, Costa do Marfim e Reston.
3. Ebola pelo ar?
Em 1989, cinco macacos importados das Filipinas morreram num laboratório da cidade de Reston, nos Estados Unidos. Os animais morreram de hemorragia, vomitando e defecando sangue. O alarme soou com suspeita de contaminação por Ebola. Nos bosques próximos à cidade, uma operação militar sacrificou 512 macacos. Para piorar a situação, surgiu a descoberta de que o vírus do Ebola encontrado em Reston, ao contrário das versões do Zaire e do Sudão, era transmissível pelas partículas de água existentes na atmosfera – não só os macacos do laboratório morreram, do outro lado da cidade, outros sete animais tiveram o mesmo fim. Esse subtipo da doença, nomeado Ebola Reston, até hoje nunca contaminou humanos. Esperamos que continue assim!
4. Transmissão
O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluídos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. Para se ter uma noção, cabem cerca de 10.000 Ebola numa única gota de sangue. Na primeira epidemia, em 1976, no Zaire, foram 431 mortes. Nos outros principais surtos da doença, a média de mortos foi de 220 pessoas. Para a OMS, o crescimento da epidemia atual tem relação com a chegada do vírus nas áreas urbanas, onde há maior densidade demográfica.
Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro.
5. É possível uma epidemia global?
Para a Organização Mundial de Saúde, o risco de contágio para turistas que viajam para as áreas endêmicas é baixo, já que a forma de transmissão do vírus necessita de um contato mais direto com os doentes. Assim, eles acreditam que não há risco de disseminação global. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos também confirma que o risco do surto de Ebola se espalhar é remoto.
6. O mapa da epidemia
O nome do vírus vem do Rio Ebola, que fica na República Democrática do Congo, onde antigamente era o Zaire. Os pesquisadores decidiram não dar o nome de uma cidade para o vírus, para evitar estigmas. Até hoje, nunca houve nenhum caso humano de infecção com o vírus fora da África.
A descoberta do vírus foi feita por uma equipe de médicos belgas em 1976. Os países que já sofreram com o Ebola são: República Democrática do Congo, Gabão, Uganda, Sudão, Serra Leoa, Guiné e Guiné Equatorial. Os primeiros surtos ocorreram na África Central, e somente agora em 2014 que a doença apareceu na África Ocidental.
7. Diagnóstico
Como a gente já explicou, os sintomas iniciais da infecção do Ebola são comuns a várias doenças e uma das formas de garantir a sobrevivência do paciente é o diagnóstico rápido. São necessários cinco testes laboratoriais para confirmar a presença do vírus. O problema é que os testes são de grande risco biológico, já que o menor contato com o sangue pode transmitir o Ebola. Os agentes de saúde são muito suscetíveis a contraírem o vírus durante a identificação e tratamento dos pacientes. Houve um aumento no número de transmissões devido à falta de vestimentas de proteção, por exemplo.
Os Médicos Sem Fronteiras têm um grande trabalho de treinar equipes de saúde para tentar reduzir o risco de contaminação dos médicos e enfermeiras durante o tratamento, além de evitar a exposição ao vírus por meio de material contaminado ou lixo médico.
FONTE:Superinteressante
sexta-feira, 9 de maio de 2014
VÍRUS CONGELADO A 30 MIL ANOS DESPERTA
Um vírus que estava adormecido há 30 mil anos teria ”ganhado vida” novamente, segundo cientistas da Universidade de Aix-Marseille, na França.
Ele foi encontrado na Sibéria, em uma camada profunda de Permafrost, o solo encontrado na região do Ártico formado por terra, gelo e rochas permanentemente congelados e que esta descongelando pelo aquecimento global. Após ter sido descongelado, o vírus voltou a se tornar contagioso.
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar algum perigo para humanos ou animais, mas alertaram para o possível risco para humanos com outros vírus infecciosos que podem ser liberados com o eventual descongelamento do permafrost na região do Ártico. O estudo foi divulgado na publicação especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo poderá gerar riscos de novos vírus
”Essa é a primeira vez que vemos um vírus permanecer contagioso após tanto tempo‘‘, disse o professor Jean-Michel Claverie, da Centro Nacional de Pequisa Científica (CNRS, na sgila orginal em francês), da Universidade de Aix-Marseile.
Enterrado sob camada de gelo
O antigo vírus foi descoberto enterrado a trinta metros do solo congelado. Chamado Pithovirus sibericum, ele pertence a uma categoria de vírus descoberta há dez anos.
Eles são tão grandes que, diferentemente de outros vírus, podem ser vistos ao microscópio. E este, que mede 1,5 micrômetros de comprimento, é o maior já encontrado. Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo Permafrost poderá gerar riscos de surgimento de novos vírus.
A última vez que ele infectou um organismo foi há mais de 30 mil anos, mas no laboratório ele foi “reativado”. Os testes mostraram que o vírus ataca amebas, que são organismos monocelulares, mas não infecta humanos ou animais.
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar qualquer perigo para humanos ou animais
”Ele entra na célula, se multiplica e, por fim, mata a célula. Ele é capaz de matar a ameba, mas não infecta uma célula humana”, afirmou Chantal Abergel, co-autora do estudo e também integrante do CNRS. Mas os pesquisadores acreditam que outros agentes patogênicos mortais possam ter ficado presos no permafrost da Sibéria.
”Estamos estudando isso por meio de sequenciamento do DNA que está presente nessas camadas. Essa é a melhor maneira de descobrir o que existe de perigoso nessas camadas”, afirmou Abergel.
AMEAÇA
Os pesquisadores dizem dizem que essa região está ameaçada. Desde a década de 70, o permafrost vem perdendo sua espessura e projeções de mudanças climáticas sugerem que ele irá recuar ainda mais.
Um novo estudo descobriu que até 44 bilhões de toneladas de nitrogênio e 850 bilhões de toneladas de carbono armazenados no terreno congelado Permafrost do Ártico, que poderia ser liberado para o meio ambiente na medida que a região começa a derreter durante o próximo século como resultado de um aquecimento da temperatura média do planeta. (Crédito: iStockphoto / George Burba)
Como ele vem se tornando mais acessível, o permafrost já está sendo, inclusive, visado como fonte de recursos, devido aos ricos recursos naturais que possui. Mas o professor Claverie adverte que expor camadas profundads poderá criar novas ameaças de vírus.
”É uma receita para o desastre”, afirmou. Segundo ele, a mineração e a perfuração farão com que as antigas camadas sejam penetradas ”e é daí que vem o perigo”.
Ele disse à BBC que antigas variantes de varíola, que foi erradicada há 30 anos, poderiam se tornar ativas novamente. ”Se for verdade que esses vírus sobrevivem da mesma maneira que vírus da ameba sobrevivem, então a varíola pode não ter sido erradicada do planeta, apenas de sua superfície’‘, afirmou Claverie.
Mas ainda não está claro se todos os vírus podem se tornar ativos novamente, após terem permanecido congelados por milhares ou mesmo milhões de anos.
FONTES: BBC /thoth3126
terça-feira, 15 de abril de 2014
CONHEÇA MAIS SOBRE AS DOENÇAS CAUSADA POR VÍRUS
Os vírus são agentes infecciosos microscópicos, sendo até 10.000 menores que a maioria das bactérias. São a estrutura biológica mais comum em nosso planeta, sendo mais numerosos que animais, plantas, fungos, parasitos e bactérias juntos. Nem todos os vírus que existem são capazes de penetrar o organismo humano. Da mesma forma, nem todos os vírus presentes no nosso organismo são capazes de provocar doenças. Muitas vezes, um vírus capaz de infectar plantas ou bactérias é completamente inócuo para os seres humanos. O inverso também é possível, como o vírus da varíola, que é capaz de infectar humanos, mas não outros seres vivos. Existem cerca de 21 famílias de vírus capazes de provocar doenças nos seres humanos. Uma mesma família pode ser responsável por diversas doenças diferentes, como é o caso da família Herpesviridae, composta por mais de 130 tipos de vírus, que podem provocar herpes simples, catapora, herpes zoster, mononucleose, sarcoma de Kaposi, exantema súbito, citomegalovirose, etc. Neste artigo vamos explicar de forma rápida e resumida o que é um vírus, como ele causa danos aos seres humanos e quais são as principais doenças de origem viral.
O QUE É UM VÍRUS?
Para a maioria da comunidade científica, os vírus não são considerados seres vivos. Na verdade, ele é um híbrido entre seres vivos e seres não-vivos, pois apresenta características de ambos. A justificativa para não considerá-lo um ser vivo vem do fato dos vírus não possuírem características celulares, serem incapazes de produzir sua própria energia, não crescerem, não se dividirem e serem completamente inertes no ambiente. Um vírus é basicamente uma pequena coleção de material genético (DNA ou RNA) envolto por uma cápsula de proteína. Para que o vírus apresente algum sinal de atividade e se reproduza, ele precisa estar dentro da célula de algum ser vivo. Por isso, ele é considerado um parasito intracelular obrigatório. Fora do meio intracelular, um vírus é uma estrutura inanimada.
COMO UM VÍRUS INFECTA UMA CÉLULA:
Para o vírus ser capaz de se multiplicar e provocar doenças é essencial que ele consiga penetrar dentro de alguma célula do nosso organismo. Esse processo nem sempre é simples. Nossas células apresentam moléculas em sua superfície que agem como uma espécie de fechadura. Para que qualquer estrutura possa atravessar a parede celular é preciso ter uma “chave” que combine com a “fechadura” presente na superfície da célula. Células diferentes expressam “fechaduras” diferentes. Portanto, para um vírus conseguir alcançar o interior de uma determinada célula, ele precisa apresentar em sua superfície uma molécula que sirva de “chave” para a “fechadura” daquela célula. Os vírus possuem diversas moléculas na sua superfície que agem como “chave”, como pode ser visto na ilustração acima. Se no nosso corpo não existir uma célula com uma ”fechadura” compatível com uma das “chaves” que o vírus possui, ele entrará no nosso corpo, não conseguirá penetrar em nenhuma célula e será facilmente removido pelo sistema imunológico.Este fato explica porque alguns vírus são incapazes de infectar humanos, ficando restritos a vegetais ou outros animais. Essa mesma analogia explica porque alguns vírus só provocam infecções respiratórias enquanto outros só atacam o sistema gastrointestinal, o fígado ou o sistema nervoso. Logo, podemos concluir que os vírus não atacam as células que ele quiserem, eles só atacam as células que ele puderem.
COMO UM VÍRUS CAUSA DOENÇA:
Os vírus são estruturas com uma única função: se reproduzir.Uma vez dentro das células, o material genético do vírus (DNA ou RNA) é liberado e se mistura ao material genético da própria célula que o hospeda. Como isso, a célula hospedeira passa a receber ordens dos genes virais de forma a reproduzir proteínas do vírus, como uma máquina fotocopiadora. O que o vírus faz, portanto, é se aproveitar das organelas presentes nas células para produzir milhares de cópias suas. Um único vírus é capaz de dar origem a milhões de clones seus.Quando o sistema imunológico detecta a presença de uma célula “sequestrada” por um vírus, ele a destrói, impedindo que a mesma continue a replicar o agente invasor. Imagine agora você com milhares de células infectadas e o seu sistema imunológico agindo desesperadamente, provocando um verdeiro genocídio celular, liberando grandes quantidades de enzimas, citocinas, hormônios, etc. É por isso que nos sentirmos mal quando um vírus nos ataca. Os sintomas de uma virose são provocados não só pela alteração de funcionamento celular induzido pelo vírus, mas principalmente pela resposta do sistema imunológico ao invasor.Uma das principais formas de defesa do organismo contra viroses é uma substância chamada interferon. Quando um célula é invadida por um vírus, ela passa a produzir interferon, que age avisando outras células da existência do germe invasor. O interferon, além de alertar as células de defesa sobre presença de um vírus, também faz que as células ainda não infectadas do organismo se tornem mais difíceis de serem invadidas pelos milhões de vírus novos produzidos.O interferon é uma substância muito importante para nossa proteção, porém, ele é responsável por diversos sintomas típicos das viroses, tais como cansaço, mal-estar, moleza, febre, dor no corpo, calafrios, etc.
PRINCIPAIS DOENÇAS DE ORIGEM VIRAL:
Existem incontáveis doenças provocadas por vírus. Vamos citar agora algumas delas:- Gripe: causada pelo vírus Influenza, provoca sintomas do trato respiratório. Existem vários tipos de gripe e de Influenza, como a gripe A (H1N1) e a gripe aviária (H5N1).-Resfriado: causado por vários vírus diferentes, entre eles, Parainfluenza, Rinovírus, Adenovírus e Coronavírus. Também provoca sintomas do trato respiratório.- Mononucleose infecciosa: Provocada pelo vírus Epstein-Barr, causa dor de garganta, febre e aumento de gânglios no pescoço .- Pneumonia viral: causada por vários vírus diferentes, entre eles, Influenza, Parainfluenza, vírus sincicial respiratório, Adenovírus, Coronavírus e Hantavírus, provoca um quadro de infecção pulmonar.- Gastroenterite viral: causada por vários vírus diferentes, entre eles, Rotavírus, Norovírus, adenovírus entérico e Astrovírus, provoca um quadro de diarreia e vômitos .- Conjuntivite viral: causada principalmente pelo adenovírus, provoca olhos vermelhos, coceira e lacrimejamento.- Herpes labial: causado pelo vírus herpes simples 1, provoca feridas nos lábios.- Herpes genital: causado pelo vírus herpes simples 2, é uma DST que provoca úlceras na região genital .- Varicela (catapora): causada pelo vírus Varicella-zoster, provoca febre e erupções na pele .- Herpes zoster: causada também pelo vírus Varicella-zoster, provoca vesículas dolorosas na pele .- Rubéola: causada pelo vírus da rubéola, provoca febre e erupções na pele .- Sarampo: causado pelo vírus do sarampo, também provoca febre e erupções na pele .- Caxumba (parotidite infecciosa): causada pelo vírus da parotidite, provoca febre e inchaço das glândulas parótidas .- Varíola: causada pelo vírus da varíola, é uma doença erradicada desde a década de 1970, que provocava erupções na pele.- Dengue: causada pelo vírus da dengue e transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, provoca febre, dor nos olhos e dores pelo corpo .- Febre amarela: causada pelo vírus da febre amarela, também é transmitida por mosquitos e provoca febre, calafrios e dores pelo corpo. - AIDS: causado pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é uma DST que leva à destruição do sistema imunológico .- Verrugas: causado pelo papilomavírus humano (HPV), provoca verrugas no corpo e na região genital.- Câncer do colo do útero: causado por alguns subtipos do papilomavírus humano (HPV), que é um vírus sexualmente transmissível. - Hepatite viral : Causada por diferentes tipos de vírus, provoca diferentes tipos de hepatite, como hepatite A, hepatite B e hepatite C .- Poliomielite: causada pelo poliovírus, é uma virose que pode atacar o sistema nervoso, provocando paralisia.- Raiva humana: provocada pelo vírus da raiva, é uma doença de elevada mortalidade, transmitida por mordidas de animais e que provoca grave lesão do sistema nervoso central .- Citomegalovirose: provocada pelo citomegalovírus, causa um quadro parecido com mononucleose, com febre e aumento dos gânglios. FONTE:http://www.mdsaude.com/2014/03/doencas-causadas-por-virus.html#ixzz2ymD1YydV
segunda-feira, 7 de abril de 2014
VÍRUS DESCONHECIDO E LETAL CAUSA PREOCUPAÇÃO MIUNDIAL
Médicos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, anunciaram por meio de uma publicação semanal, a grave preocupação por conta de existência de um desconhecido vírus que é violentamente letal para os seres humanos.
Este vírus, que tem parentesco com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (da sigla SARS), surgiu no Oriente Médio e há rumores de que três casos na Grã-Bretanha. Das 14 pessoas que foram infectadas por este vírus, oito já morreram.
Os sintomas principais da doença são infecção respiratória aguda com febre, tosse e dificuldade para respirar. O vírus é transmitido de pessoa para a pessoa e não de animais, como foi inicialmente cogitado.
Os recentes casos fizeram com que os médicos norte-americanos fizessem um apelo à comunidade médica em geral para que se preste atenção especial ao pacientes que apresentarem uma infecção respiratória aparentemente sem explicação e que tenham viajado ao Oriente Médio recentemente. Os pesquisadores recomendam agir com rapidez para evitar uma propagação massiva deste vírus que a medicina ainda não sabe como combater.
Fonte: http://www.andes.info.ec/
quinta-feira, 3 de abril de 2014
CIENTISTAS FRANCESES DESCOBREM VÍRUS ALIENÍGENA GIGANTE
Biólogos franceses descobriram um vírus gigante que pode ter origem extraterrestre.
O vírus, batizado de Pandora, foi encontrado no corpo de uma ameba de águas profundas. O gigante espantou os pesquisadores com seu tamanho que é dez vezes maior do que o do maior dos vírus conhecidos.
No entanto, o que mais impressionou os cientistas foi o genoma do novo vírus. Ele contêm mais de 2.500 genes, em comparação com apenas uma dúzia ou mais de vírus convencionais. E o mais importante é que 93% desses genes não foram encontrados em outros organismos, o que causou a hipótese de o vírus ter a origem extraterrestre.
Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/
quarta-feira, 2 de abril de 2014
ESTE VÍRUS DE COMPUTADOR CONTAGIOSO SE ESPALHA POR REDES WI-FI
É mais ou menos como o seu pior pesadelo: um vírus de computador tão contagioso quanto o da gripe comum, que não pode ser detectado e infecta todos os computadores dentro de uma rede Wi-Fi. Você se conecta a uma rede pública em um café para brincar um pouco na internet, e sai de lá com um vírus. Isso é assustador!
Infelizmente, sabemos agora que isso não só é assustador como também é possível. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Liverpool criou tal vírus. Eles o chamaram de “Chameleon”, ou camaleão. Como o nome sugere, ele pode saltar de rede para rede sem ser percebido, buscando redes wireless pouco protegidas. Áreas com muita gente são ainda mais sucetíveis a permitir que o vírus se espalhe. Cafeterias, portanto, são alvos ideais.
Felizmente, o Chameleon é apenas uma simulação – ao menos por enquanto. Os pesquisadores criaram o vírus como uma forma de alerta sobre o que hackers podem fazer. Anteriormente, acreditava-se que vírus não podiam atacar pelo ar.
“Mas demonstramos que isso é possível, e que ele pode se espalhar rapidamente”, disse o Professor Alan Marshall em um comunicado. “Nós agora somos capazes de usar os dados gerados por este estudo para desenvolver uma técnica de identificar quando este ataque pode acontecer.”
O que nos faz pensar no que mais é possível. Vírus conseguem se espalhar através de vídeos por streaming? E redes de celulares? De certa forma, a maneira com os vírus se espalham só é limitada pela imaginação dos hackers.
Você pode ficar tranquilo com o fato de que malwares (provavelmente) não podem ser espalhados por ondas sonoras. Ao menos isso.
FONTE:Gizmodo
domingo, 23 de março de 2014
VÍRUS FEITO EM LABORATÓRIO PODE DIZIMAR METADE DA HUMANIDADE
Imagem do atual vírus H5N1.
Algumas pequenas alterações. Isso é tudo que foi necessário para que um grupo de pesquisadores holandeses transformasse o vírus H5N1 (conhecido como causador da gripe do frango ou gripe aviária) em algo que pode potencialmente acabar com metade da civilização como a conhecemos. Já haviam rumores sobre a pesquisa, como noticiado aqui mesmo no Tecmundo, mas agora os resultados finalmente serão divulgados.
De acordo com a revista especializada Science Insider, a nova variação do vírus é facilmente transmissível entre furões, que são animais que reagem de uma forma parecida à dos humanos em relação a gripe. A revista ainda afirma que outros estudos paralelos alcançaram os mesmos resultados nos Estados Unidos e em Tóquio.
Embora essa descoberta possa ser um grande passo no controle da transmissibilidade dos vírus, outros cientistas estão demonstrando suas preocupações com a chamada “pesquisa dupla”. Isso porque os resultados podem ser utilizados tanto para o bem, quanto para criação de armas biológicas e ataques terroristas caso as informações acabem vazando.
O vírus H5N1 sempre afetou os pássaros, mas nos últimos 10 anos passou a aparecer entre os humanos. Foram em torno de 600 casos diagnosticados, com mais de 500 mortes no mundo todo. A razão de que o vírus não se tornou comum é que ele não é transmissível entre humanos pelas vias aéreas. Ou ao menos não era, pois essa nova versão da ameaça proporciona justamente isso.
Em defesa ao projeto, o virologista holandês Ron Fouchier acredita que a publicação dos resultados ajudará a comunidade científica a estar preparada para o caso de ocorrer uma pandemia de H5N1. Por outro lado, não publicar irá deixar todos no escuro sobre como reagir ao problema.
Só nos resta esperar que esse vírus não caia nas mãos erradas, como foi o caso do anthrax (que aliás é muito menos perigoso que essa nova versão do H5N1)
Fonte:tecmundo
HACKERS PODEM CRIAR VÍRUS PARA INVADIR A MENTE HUMANA?
Evolução acelerada da biologia sintética faz especialistas se questionarem sobre a possibilidade.
O desenvolvimento da biologia sintética está acontecendo de maneira mais acelerada do que a tecnologia dos computadores. Essa disparidade evolutiva está fazendo com que os pesquisadores se questionem sobre a possibilidade de hackers desenvolverem vírus para invadir a mente humana.
De acordo com Andrew Hessel, cientista da Singularity University, pertencente à NASA, esse desenvolvimento poderia levar a um mundo em que hackers se transformariam em engenheiros de vírus ou bactérias e poderiam controlar as ações da mente. “Essa é uma das tecnologias mais poderosas do mundo da biologia sintética”, explica Hessel. “Eu defendo que células são computadores vivos e o DNA é a sua linguagem de programação”, completa.
Assim como no futuro será possível codificar o DNA e, com isso, identificar e prevenir doenças, vírus e bactérias podem ser injetados diretamente no cérebro para influenciar ou mesmo controlar pessoas. Um vírus letal injetado em um hospedeiro disfarçado de vacina, por exemplo, pode ser usado para controlar um determinado comportamento.
Para o especialista em segurança Marc Goodman, a biologia sintética vai levar a novas formas de bioterrorismo e biocrime, da mesma maneira que a evolução da informática deu início a vários problemas na década de 80. “Na época ninguém se preocupou, mas ele cresceu de forma exponencial”, completa.
Fonte:http://www.tecmundo.com.br/
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
INSTITUTO BUTANTAN ENCONTRA SUBSTÂNCIAS EM LAGARTAS QUE NEUTRALIZAM VÍRUS
Pesquisadores do Instituto Butantan, na capital paulista, identificaram substâncias promissoras em lagartas que podem ser usadas no combate a vírus, bactérias e fungos. Um dos estudos, coordenado pelo virologista Ronaldo Zucatelli Mendonça, descobriu uma alta potência antiviral em lagartas da família Megalopygidae.
Apesar de a pesquisa ainda estar em curso, já se comprovou que a substância encontrada conseguiu neutralizar o vírus influenza H1N1, além de tornar 2 mil vezes menor a replicação do picornavírus (parente do vírus da poliomielite) e 750 vezes menor a do vírus do sarampo.
Zucatelli destaca que esses resultados surpreenderam os pesquisadores. "Com essa potência sim [foi uma surpresa]", declarou. Ele explica que já se imaginava que esses organismos, mesmo com sistema imunológico pouco desenvolvido, poderiam ser utilizadas no controle de infecções humanas ou animais.
"Os insetos são um dos seres mais primitivos existentes. Para sobreviverem tanto tempo em ambientes tão hostis, tiveram que desenvolver substâncias para se defender de agressões externas", informou.
Os estudiosos estão interessados em conhecer os elementos que compõe a hemolinfa, fluido que exerce, nos insetos, a função similar à do sangue em humanos. Nas lagartas, eles têm a capacidade de combater vírus, bactérias e fungos. De acordo com os pesquisadores, desvendar essas substâncias e o mecanismo de ação deles é um passo importante para o desenvolvimento de novos medicamentos. "Existem poucos trabalhos na literatura que buscam estas substâncias em insetos. Os principais estudos estão relacionados ao própolis de abelhas", acrescentou o virologista.
A pesquisa com a família Megalopygidae dá sequência a um estudo anterior com a lagarta Lonomia obliqua, da família Saturniidae. A proteína encontrada nesse caso tornou a replicação do vírus da herpes 1 milhão de vezes menor e a do vírus da rubéola, dez mil vezes menor.
Os dois trabalhos têm como foco substâncias que apresentem ações antivirais e apoptóticas (morte celular para eliminar de forma células desnecessárias ou danificadas), que é um processo importante para controle do câncer.
Neste momento, a equipe estuda a viabilidade de produção dessas substâncias, encontradas na Lonomia, em maior escala, além de verificar a estabilidade do produto, a determinação das doses efetivas e a atividade em seres vivos. As substâncias da família Megalopygidae, por outro lado, ainda estão sendo caracterizadas.
As lagartas estudadas liberam veneno capaz de levar à morte. A escolha delas para a pesquisa se deveu ao acúmulo de centenas de carcaças no instituto após a retirada do veneno para a produção de soros contra queimaduras. Zucatelli aposta que esses trabalhos abrem uma porta importante de novas pesquisas, tendo em vista que o Brasil tem uma megabiodiversidade em insetos. A família Megalopygidae, por exemplo, engloba mais de 200 espécies, entre elas a Megalopyge lanata e a Megalopyge albicollis.
FONTE: http://zip.net/bvlG75
Assinar:
Postagens (Atom)











