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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

UM FENDA MISTERIOSA SURGE NO MÉXICO E INTRIGA CIENTISTAS

Uma incrível fenda surgiu em uma fazenda no noroeste do México. O buraco de oito metros de profundidade e um quilômetro de extensão despertou a curiosidade dos moradores locais. Segundo o The Independent, a fenda apareceu na semana passada e chegou a cortar a Rodovia 26, que fica entre Hermosillo e o litoral Mexicano. Motoristas tiveram que mudar as rotas de viagem para desviar do local. Um vídeo publicado no YouTube mostra a fenda. As imagens foram feitas por uma câmera instalada em um drone. É possível ver os carros parados diante da cratera e algumas pessoas em volta observando a fenda misteriosa. Veja o vídeo abaixo: http://www.youtube.com/embed/6-MAPOFshM0 Geólogos trabalham na tentativa de explicar o que causou a fenda. Autoridades acreditam que a fissura pode ter surgido por causa de um terremoto que sacudiu a região recentemente. No entanto, pesquisadores da Universidade de Sonora descobriram que os fazendeiros da região construíram diques para conter a água da chuva. Especialistas acreditam que isso pode ter causado uma corrente subterrânea que suavizou a terra até colapsar e formar a fenda. Crateras na Sibéria - Em julho, uma cratera misteriosa foi encontrada na Sibéria, na Rússia. As causas ainda são investigadas, mas uma equipe de cientistas afirmou que o metano liberado com o derretimento do permafrost (solo gelado encontrado na região do Ártico) foi o responsável pelo surgimento do buraco. Pesquisadores afirmam que o aquecimento global pode ser o culpado. Um degelo lento e constante na região pode ter sido o suficiente para liberar uma explosão de metano e criar uma grande cratera. Em seguida, moradores locais relataram a existência de outros dois buracos semelhantes, mas menores, nas proximidades. Os cientistas temem que a liberação de metano aprisionado possa intensificar o surgimento de buracos na região. fonte:http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2014/08/fenda-misteriosa-surge-em-solo-do-mexico.shtml

sexta-feira, 9 de maio de 2014

VÍRUS CONGELADO A 30 MIL ANOS DESPERTA

Um vírus que estava adormecido há 30 mil anos teria ”ganhado vida” novamente, segundo cientistas da Universidade de Aix-Marseille, na França. Ele foi encontrado na Sibéria, em uma camada profunda de Permafrost, o solo encontrado na região do Ártico formado por terra, gelo e rochas permanentemente congelados e que esta descongelando pelo aquecimento global. Após ter sido descongelado, o vírus voltou a se tornar contagioso. Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar algum perigo para humanos ou animais, mas alertaram para o possível risco para humanos com outros vírus infecciosos que podem ser liberados com o eventual descongelamento do permafrost na região do Ártico. O estudo foi divulgado na publicação especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo poderá gerar riscos de novos vírus ”Essa é a primeira vez que vemos um vírus permanecer contagioso após tanto tempo‘‘, disse o professor Jean-Michel Claverie, da Centro Nacional de Pequisa Científica (CNRS, na sgila orginal em francês), da Universidade de Aix-Marseile. Enterrado sob camada de gelo O antigo vírus foi descoberto enterrado a trinta metros do solo congelado. Chamado Pithovirus sibericum, ele pertence a uma categoria de vírus descoberta há dez anos. Eles são tão grandes que, diferentemente de outros vírus, podem ser vistos ao microscópio. E este, que mede 1,5 micrômetros de comprimento, é o maior já encontrado. Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo Permafrost poderá gerar riscos de surgimento de novos vírus. A última vez que ele infectou um organismo foi há mais de 30 mil anos, mas no laboratório ele foi “reativado”. Os testes mostraram que o vírus ataca amebas, que são organismos monocelulares, mas não infecta humanos ou animais. Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar qualquer perigo para humanos ou animais ”Ele entra na célula, se multiplica e, por fim, mata a célula. Ele é capaz de matar a ameba, mas não infecta uma célula humana”, afirmou Chantal Abergel, co-autora do estudo e também integrante do CNRS. Mas os pesquisadores acreditam que outros agentes patogênicos mortais possam ter ficado presos no permafrost da Sibéria. ”Estamos estudando isso por meio de sequenciamento do DNA que está presente nessas camadas. Essa é a melhor maneira de descobrir o que existe de perigoso nessas camadas”, afirmou Abergel. AMEAÇA Os pesquisadores dizem dizem que essa região está ameaçada. Desde a década de 70, o permafrost vem perdendo sua espessura e projeções de mudanças climáticas sugerem que ele irá recuar ainda mais.
Um novo estudo descobriu que até 44 bilhões de toneladas de nitrogênio e 850 bilhões de toneladas de carbono armazenados no terreno congelado Permafrost do Ártico, que poderia ser liberado para o meio ambiente na medida que a região começa a derreter durante o próximo século como resultado de um aquecimento da temperatura média do planeta. (Crédito: iStockphoto / George Burba) Como ele vem se tornando mais acessível, o permafrost já está sendo, inclusive, visado como fonte de recursos, devido aos ricos recursos naturais que possui. Mas o professor Claverie adverte que expor camadas profundads poderá criar novas ameaças de vírus. ”É uma receita para o desastre”, afirmou. Segundo ele, a mineração e a perfuração farão com que as antigas camadas sejam penetradas ”e é daí que vem o perigo”. Ele disse à BBC que antigas variantes de varíola, que foi erradicada há 30 anos, poderiam se tornar ativas novamente. ”Se for verdade que esses vírus sobrevivem da mesma maneira que vírus da ameba sobrevivem, então a varíola pode não ter sido erradicada do planeta, apenas de sua superfície’‘, afirmou Claverie. Mas ainda não está claro se todos os vírus podem se tornar ativos novamente, após terem permanecido congelados por milhares ou mesmo milhões de anos. FONTES: BBC /thoth3126

quarta-feira, 16 de abril de 2014

COMO SURGIRAM OS PRIMEIROS BURACOS NEGROS SUPERMASSIVOS

No centro da Via Láctea (e de outras galáxias), há um buraco negro gigantesco que teve um papel fundamental na maneira como estrelas e planetas surgiram e se organizaram. Em alguns casos, buracos como esse são quase tão antigos quanto o próprio universo – e, graças a estudo recente, agora temos uma ideia mais clara de como eles se formaram. Por meio de simulações feitas em um supercomputador, uma equipe de pesquisadores liderada pelo astrônomo Stelios Kazantzidis, da Universidade Estadual de Ohio (EUA), mostrou em detalhes como buracos negros supermassivos se formaram graças a colisões entre as primeiras galáxias (surgidas nos primeiros bilhões de anos após o Big Bang). A teoria mais aceita entre astrônomos a respeito da formação de galáxias é a de que elas foram crescendo gradualmente, graças a forças gravitacionais que agregaram partículas até formar planetas e estrelas (“crescimento hierárquico”). “Junto com outras descobertas, nossos resultados mostram que grandes estruturas – tanto galáxias como buracos negros massivos – se formaram rapidamente na história do universo”, explica Kazantzidis. A princípio, soa paradoxal. De acordo com o astrônomo, contudo, a contradição se resolve quando se considera que matéria escura cresce hierarquicamente, e matéria normal, não. “A matéria normal, que compõe galáxias visíveis e buracos negros supermassivos, entra em colapso de modo eficiente, e isso ocorria já quando o universo era jovem, dando origem a formações anti-hierárquicas de galáxias e buracos negros”, diz. GIGANTES EM CHOQUE A equipe iniciou sua simulação com duas galáxias primordiais gigantes, muito maiores do que a Via Láctea – acredita-se que, no início do universo, as estrelas eram em geral bem maiores do que as que existem hoje, com 300 vezes mais massa do que o sol. Graças ao poder de processamento do computador, Kazantzidis e seus colegas puderam simular o processo com detalhes. Basicamente, de acordo com os cálculos e com a simulação, três coisas ocorreram quando essas galáxias se chocaram: gás e poeira de seus centros de condensaram e formaram um disco; o disco se tornou instável, o material se contraiu novamente e se tornou um buraco negro supermassivo. Contrariando a ideia de que o buraco negro no centro de uma galáxia cresce em um ritmo similar ao da própria galáxia, a simulação mostrou que ele se expande mais rápido do que ela. “É possível que o buraco negro não seja regulado pelo crescimento da galáxia”, aponta Kazantzidis. “É possível que a galáxia seja regulada pelo crescimento do buraco negro”.
FONTE:Ohio State University

domingo, 16 de fevereiro de 2014

COMO SURGE O CÂNCER

O câncer surge a partir de um erro que ocorre na multiplicação das células. Todas as células do corpo multiplicam-se constantemente e as células "filhas" devem ser sempre iguais as células "mães". Quando uma célula "filha" torna-se diferente da célula "mãe", é porque ocorreu uma mutação genética e então surge o câncer. Essa mutação genética pode ser causada por motivos internos, como doenças, ou por motivos externos, como o ambiente. Dependendo de como foi dada esta alteração, o câncer será benígno ou malígno. Isso vai depender de qual célula multiplicou-se erradamente, do que levou esta célula a se multiplicar desta maneira e onde ela está localizada. FONTE: TUASAUDE