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domingo, 11 de junho de 2017

POR QUE DESAPARECIMENTO DAS ABELHAS SERIA UMA CATÁSTROFE - E O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA EVITAR ISSO

O que há em comum entre um pepino, uma abobrinha e uma manga? Não muito, aparentemente. No entanto, essas três coisas devem sua existência a um inseto: a abelha, cujos serviços também proporcionam vida a muitos alimentos que conhecemos. Sem as abelhas, você poderia ter que abrir mão da geleia de morango no café da manhã, das amêndoas, maçãs, mangas, tomates, kiwis, melancias - e de inúmeros outros alimentos. Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas - e, consequentemente, dos alimentos que comemos. Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? Por que sua extinção hipotética seria uma catástrofe planetária?

Polinização

"As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem", explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. "Todas as plantas que têm flor precisam ser polinizadas para produzir sementes e sobreviver. E cerca de dois terços da dieta dos seres humanos vêm de plantas polinizadas." É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. Ou seja, com exceção de alimentos básicos como trigo, arroz ou milho, que são polinizados pelo vento, todos os outros alimentos ricos em micronutrientes dependem das abelhas. "Nossa dieta não só seria muito chata (sem as abelhas), mas também incompleta", enfatiza Vergara. Em resumo, sem polinização não é a segurança alimentar que corre risco, mas a própria garantia de ingestão de nutrientes.

Efeito cascata

A polinização é crucial não só para os alimentos que comemos diretamente. É também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos. "A falta de abelhas provocaria um efeito em cascata: se não temos sementes, não temos pasto, flores, frutas, nem animais que se alimentam de frutas. As abelhas e os demais polinizadores desempenham um papel fundamental na regulação dos ecossistemas", explica Carolina Starr, consultora de biodiversidade e serviços aos ecossistemas da FAO (braço da ONU para alimentação e agricultura).

Qualidade das frutas

As consequências são nítidas quando uma planta não é visitada por muitos polinizadores. "Se você vê uma fruta deformada, é geralmente porque as abelhas visitaram apenas um lado da flor", diz Barbara Gemmill-Herren, especialista em serviços de ecossistemas e ex-assessora da FAO. Embora essas frutas possam ser consumidas, os produtores não conseguem vendê-las, e esses alimentos acabam indo parar no lixo. "A planta investe mais recursos na flor que foi polinizada, e isso significa que a fruta que nasce desta flor terá maior valor nutricional e um sabor melhor", acrescenta a especialista. O problema é mais grave em plantas que dependem exclusivamente de abelhas ou de outros polinizadores, como amendoeiras ou pés de maracujá. Para o café, por exemplo, que se cultiva acima de 900 metros e pode se autofecundar, a falta de abelhas reduz a quantidade e a qualidade dos grãos. "Quando há insetos, a quantidade de grãos produzida por uma planta aumenta em 20%. E a qualidade do grão que foi polinizado com pólen de outra planta e não da mesma é muito melhor", diz o entomologista Vergara.

Colapso de causa desconhecida

As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como "desordem de colapso das colônias", em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer. "Aqui (na Colômbia) usamos muito pesticida por receio de perder a colheita. Mas os agrotóxicos não distinguem se os insetos são nocivos ou não", explica Rodulfo Ospina-Torres, pesquisador do laboratório de abelhas silvestres da Universidade Nacional de Bogotá. Especialmente na América Latina, onde o setor de apicultura é menos desenvolvido do que nos Estados Unidos ou na Europa, as abelhas selvagens desempenham um papel crucial para assegurar boas colheitas.

O que pode ser feito?

Políticas públicas que incentivem a redução do uso de agrotóxicos e promovam a variedade de culturas (em detrimento de monoculturas que limitam a diversidade da alimentação das abelhas) têm potencial de criar um ambiente natural para atrair abelhas. Mas há outras formas de colaborar, mesmo para quem vive em zonas urbanas: - Plante flores diferentes em vasos ou no jardim para oferecer uma dieta rica e variada às abelhas. Caso floresçam em diferentes épocas do ano, melhor ainda. "Se a diversidade de abelhas em áreas urbanas aumentar, elas podem migrar para áreas agrícolas", diz Vergara. "Em 30 ou 50 anos, teríamos um aumento na diversidade e abundância de abelhas no campo", completa. - Não use produtos químicos ou inseticidas, pois podem ser nocivos para as abelhas. Isso é particularmente prejudicial quando as plantas estão floridas, uma vez que os químicos entram em contato com o néctar e o pólen, e as abelhas podem levá-los para as colmeias. - Deixe flores silvestres e ervas daninhas no jardim: são bons alimentos para as abelhas. - Construa um "hotel para abelhas": você pode comprar ou criar uma estrutura de madeira com furos, que servirá como ninho para abelhas solitárias - que são a grande maioria. - Torne-se um apicultor: não há necessidade de morar no campo para criar abelhas. A apicultura urbana é praticada em muitas cidades. Busque uma associação local, aprenda o necessário e transforme a apicultura em um hobby. - Perca o medo: as abelhas não visam atacar você, porque se ela provavelmente morrerá ao te picar. Elas só fazem isso quando se sentem ameaçadas. Se uma abelha pousar em você, mantenha a calma e espere ela sair. Não fique perto da entrada de uma colmeia ou no caminho entre as flores e a colmeia. E aprenda a diferenciá-las das vespas, que podem, sim, picar sem motivo aparente. - Deixe um prato de água no jardim ou no quintal: você pode não saber, mas as abelhas também sentem sede. fonte:http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

domingo, 11 de janeiro de 2015

AS PRAIAS DO MUNDO CORREM RISCO DE SEREM VARRIDAS DO MAPA

As praias do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades do planeta correm o risco de serem “varridas do mapa”. O alerta vem de dois importantes nomes da geologia marinha mundial que assinam o livro recém-lançado “The last beach” (“A última praia”), ainda sem previsão para chegar ao Brasil. Os especialistas Andrew Cooper, professor de Estudos Costeiros da Universidade de Ulster, no Reino Unido, e Orrin Pilkey, professor de ciências da terra e dos oceanos na Universidade de Duke, nos EUA, defendem a teoria de que as intervenções humanas a beira-mar, junto com a elevação dos níveis de oceanos e as tempestades cada vez mais fortes por conta das mudanças climáticas, estão provocando vasta erosão de areia em direção ao fundo dos oceanos, num efeito de “varredura” do solo costeiro. Na semana passada, tempestades nos oceanos Atlântico e do Pacífico geraram ondas de mais de 15 metros de altura que destruíram defesas marítimas de concreto em praias na Europa, América do Norte e nas Filipinas. “A sentença de morte já soou para grandes extensões de praias ao longo de costas densamente povoadas, como a da Florida, da Costa del Sol, na Espanha, a Golden Coast da Austrália e o litoral do Rio de Janeiro” disse Orrin Pilkey ao jornal britãnico “The Guardian”. Em “The Last Beach”, os geólogos também afirmam que, ironicamente, as paredes de concreto erguidas pelo homem para proteção contra as tempestades e elevação das águas servem apenas para acelerar o processo de erosão da linha costeira. Pilkey e Cooper também argumentam que o ideal seria preservar ao máximo as praias como ambiente natural, longe da intervenção humana. Segundo eles, dunas e longas faixas de areia das praias funcionam muito melhor na contenção de tempestades do que paredes de concreto. “A praia é uma defesa natural maravilhosa contra as forças do oceano. Elas absorvem a energia das ondas do mar, reduzindo-as a um movimento oscilante suave ao longo no litoral. Tempestades não destroem praias; apenas mudam sua forma e localização, movendo-se em torno da areia para maximizar a absorção de energia das ondas e, em seguida, recuperar a linha costeira nos dias, meses e anos que se seguirem”, garante Pilkey. Como o aumento do nível do mar contribui para os danos causados pelas tempestades, cada vez mais freqüentes devido às mudanças climáticas, o recuo das habitações ao longo do litoral se tornaria um “imperativo, mas quase impossível”. “Vamos ter de recuar [a partir da costa]. Não há escolha. Em termos puramente econômicos, será impossível defender tudo. A defesa de cidades como Londres ou Rotterdam na Europa indicam que não haverá dinheiro para todas as outras habitações menores”, Cooper. Fonte: http://codonoticias.com.br/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa/

domingo, 6 de julho de 2014

ILHA DESAPARECE EM TITÂ E INTRIGA CIENTISTAS

Uma equipe internacional de cientistas está investigando um objeto misterioso que apareceu e desapareceu da superfície de um lago gigante de Titã, o maior satélite natural de Saturno. Ano passado, quando a sonda Cassini, da NASA, passou perto de Titã, a maior lua de Saturno, captou uma imagem sem precedentes. Os cientistas puderam observar uma estranha mancha branca sobre Ligeia, um mar de 150 metros de profundidade, que se estende por centenas de quilômetros no hemisfério norte de Titã. Entretanto, em imagens anteriores, tiradas em 2007 e 2009, essa a mancha não aparece. Os pesquisadores supõem se tratar de um iceberg desprendido da costa, ou um efeito gerado pela irrupção de bolhas e ondas sobre a superfície normalmente calma. Por não saber ao certo, os astrônomos definiram o raro objeto nas imagens como “a ilha misteriosa”, até saberem com clareza o que é. “No momento, não estamos seguros de sua origem, pois possuímos apenas uma imagem que mostra o objeto. Mas certamente não é algo que se costuma ver em Titã”, afirma Jason Hofgartner, astrônomo da Universidade Cornell, em Nova York.“A única coisa que podemos dizer com certeza é que temos que retornar à Titã, mas, desta vez, com uma nave, para que possamos ver exatamente o que está acontecendo nos mares deste lugar incrível”, acrescenta John Zarnecki, professor de ciência espacial da Open University, do Reino Unido. Fora de nosso planeta, Titã é o único lugar de conhecimento da ciência que contém líquidos estáveis, fluindo sobre a superfície, seja na forma de lagos e mares ou de precipitações. FONTE:History

sexta-feira, 9 de maio de 2014

QUE CIDADES DESAPARECERIAM SE TODO O GELO DO PLANETA DERRETESSE?

Segundos os estudiosos, se continuar o ritmo atual de aquecimento global, em 5.000 anos todo o gelo da Terra derreteria, mas o que ocorreria com o nível do mar? A Nat Geo elaborou inquietantes mapas para analisar o assunto, e ainda que não seja tão assustador como alguns mapas semelhantes que divulgaram recentemente, não deixam de assustar. As más notícias: cidades inteiras desapareceriam. Rio de Janeiro, Nova Iorque, San Francisco, Londres, Buenos Aires, Lima, Barcelona, Tóquio... todos estes lugares, e muitos mais, ficariam completamente submersos debaixo da água. Calcula-se que existem na Terra mais de 20 milhões de quilômetros cúbicos de gelo. Se toda essa massa derreter, os cientistas calculam que o nível dos oceanos subiria quase 66 metros acima do atual, inundando quase todas as cidades costeiras que conhecemos na atualidade. Se o nível de CO2 na atmosfera continuar aumentando no ritmo atual, calcula-se que o gelo da Terra poderia desaparecer em 5.000 anos pelo aumento da temperatura média do planeta dos 14 graus centígrados atuais para 26 dentro de milhares de anos. Na cidade que moro, Joinville, quando o pico da maré bloqueia as águas do rio que corta a cidade, o centro da cidade já fica alagado, com essa hipótese do derretimento, é bem possível que até o prédio mais alto da cidade ficaria debaixo d'água. As linhas claras circundantes às áreas de terra correspondem a orla atual. AMÉRICA DO SUL
EUROPA
AMÉRICA DO NORTE
ÁSIA
ÁFRICA
AUSTRÁLIA
FONTE:MDIG

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

OS 4 MISTERIOSOS PONTOS OCEÂNICOS

Você provavelmente já ouviu falar do Triângulo das Bermudas, área oceânica famosa por fazer barcos desaparecem misteriosamente. Infelizmente, esse não é o único lugar com segredos obscuros e atividade (aparentemente) paranormal. Mais regiões das águas já passaram por situações inexplicáveis. Confira: 1 – TRIÂNGULO DAS BERMUDAS
O Triângulo das Bermudas, uma região da parte ocidental do Atlântico Norte, é definido pelos seus pontos em Bermuda, Flórida e Porto Rico. A área tem uma longa reputação de misteriosamente engolir barcos, navios e até aviões. Algumas pessoas acreditam que a região contém um buraco para outra dimensão, enquanto outros dizem que a área é um local de atividade OVNI e que alienígenas estariam abduzindo os barcos perdidos. A primeira vez que o Triângulo das Bermudas atraiu atenção foi em dezembro de 1945, quando cinco aviões da marinha dos Estados Unidos desapareceram durante um exercício de treinamento. Antes de perder contato com o rádio e desaparecer em algum lugar ao largo da costa do sul da Flórida, o líder do voo teria dito: “Estamos entrando em águas brancas, nada parece familiar”. Nunca mais se ouviu falar dos 14 homens. Mesmo a aeronave de busca e resgate com 13 homens a bordo, enviada para localizar os aviões desaparecidos, também desapareceu inexplicavelmente. Desde então, o desaparecimento de embarcações na área, incluindo um navio-tanque americano transportando uma tripulação de 39 pessoas em 1963, e um navio americano com 309 tripulantes em 1918, ficaram conhecidos e o Triângulo das Bermudas virou tópico de assombração. 2 – MAR DOS SARGAÇOS
Não há costa no Mar dos Sargaços, uma região no meio do oceano Atlântico Norte cercada por correntes oceânicas. As correntes marinhas depositam plantas e lixo no Mar dos Sargaços, fazendo com que seja cheio de sargaço, um gênero de alga marrom denso e invasivo. Devido ao acúmulo de algas e ao isolamento criado pelas correntes, o mar permanece estranhamente quente e calmo, apesar de estar rodeado por águas geladas e agitadas. A estranha calma contribui para o mistério da área, já que vários navios foram encontrados à deriva, sem nenhuma tripulação, nas suas águas pacíficas. Em 1840, o navio mercante francês Rosalie navegou pelo Mar dos Sargaços e foi descoberto mais tarde com suas velas em pé, mas sem tripulantes a bordo. Em um esforço para explicar os desaparecimentos misteriosos, o folclore do século XIX dizia que as algas do mar eram carnívoras, e devoravam os marinheiros, deixando somente os navios. 3 – MAR DO DIABO,JAPÃO
O Mar do Diabo, também conhecido como “Triângulo das Bermudas do Pacífico” ou “Triângulo do Dragão”, por causa de antigas lendas sobre dragões que viviam na costa do Japão, é uma região do Pacífico em torno da ilha Miyake, ao sul de Tóquio. Durante o final de 1980, o autor Charles Berlitz escreveu o livro “O Triângulo do Dragão” sobre fenômenos paranormais que ele acreditava ter ocorrido no Mar do Diabo. Ele escreveu que o Japão perdeu cinco embarcações militares com um total de mais de 700 velejadores durante os anos entre 1952 e 1954, e que a área foi declarada oficialmente uma zona de perigo. Investigações posteriores sobre as alegações de Charles descobriram que os navios eram na verdade de pesca, alguns dos quais haviam desaparecido fora do Mar do Diabo. Além disso, os pesquisadores apontaram que, durante o período de tempo em que os navios desapareceram, centenas de barcos de pesca se perderam ao redor do Japão devido às condições meteorológicas e à pirataria – não por causa de atividade sobrenatural ou dragões míticos. Ainda assim, a reputação do Mar do Diabo como uma área perigosa permanece. 4 – TRIÂNGULO DE MICHIGAN
O Triângulo de Michigan fica no lago Michigan, cujo litoral se estende pelos estados americanos de Illinois, Michigan, Indiana e Wisconsin. Obviamente não é um ponto oceânico como diz o título do artigo. A área tem sido responsabilizada pelo desaparecimento misterioso de navios e aviões e suas tripulações inteiras. Alguns relatam que, enquanto navegavam ao longo do Triângulo, o tempo parecia ter parado, ficado mais lento ou acelerado. Em 1937, o desaparecimento do capitão George Donner criou de vez o status de lugar estranho ao Triângulo de Michigan. Durante uma entrega de carvão de rotina, Donner deu ordens para sua equipe acordá-lo quando o navio fosse chegar ao porto. Três horas depois, os marinheiros foram a sua cabine, mas Donner tinha desaparecido, apesar do fato de que a porta da cabine estava trancada por dentro. Em 1950, o voo 2501 da Northwest Airlines desapareceu enquanto voava de Seattle sobre o Triângulo de Michigan, com destino a Nova York. Com 58 pessoas a bordo, o avião sumiu no ar. Os passageiros e o avião nunca foram encontrados novamente. Fonte: Arquivodoinsolito

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

COISAS QUE VAMOS VER DESAPARECER

Hoje vou mostrar-te as 9 coisas que irás ver desaparecer das nossas vidas. Não deixa de ser interessante notar, e muito verdadeiro também, se estas mudanças vão ser boas ou más, depende em parte de como nós nos adaptarmos a elas. Mas, quer as desejemos ou não, aqui vão elas... 1. O Correio
Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de os aguentar por muitos mais anos. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas. 2. O cheque
A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transacções on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação directa para a morte dos Correios. Se ninguém nunca pagar as suas contas pelo correio e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios ficam em absoluto fora do negócio. 3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles certamente não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga. 4. O livro
Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela, e a desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro. 5. O telefone fixo
Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inespressivo. 6. A Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo. 7. A Televisão
As receitas dos canais televisivos tem caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix. 8. As coisas que hoje usamos
Muitos dos bens que usamos e possuímos já não poderemos realmente possui-los no futuro. Eles podem simplesmente ficar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo movel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro. 9. A nossa privacidade
Se já houve um conceito, com que podemos olhar para trás com nostalgia, é o da privacidade. Isso já acabou. Ela foi-se já há muito tempo, de qualquer maneira. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios, e até mesmo no nosso computador e telemóvel. E vocês podem ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se comprarem alguma coisa, isso é colocado num trilhão de perfis, e passam a receber anúncios reflectido essa escolha. Neste momento é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias. Tudo o que temos perdido e que não pode ser alterado são as "Memórias"... E mesmo essas, provavelmente, o Alzheimer nos vai tirar também! Fonte: http://ultimas-curiosidades.blogspot.com.br