Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador GELO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GELO. Mostrar todas as postagens
sábado, 17 de setembro de 2016
O QUE ACONTECERIA SE TODO GELO DO PLANETA DERRETESSE?
Apenas 3% da água na Terra é fresca, ou seja, não salgada. 70% dessa água, no entanto, está congelada.
Isso equivale a 30 milhões de quilômetros cúbicos de gelo. O que aconteceria se todo esse gelo derretesse?
O gelo da Terra vem em forma de geleiras, mantos de gelo, permafrost e neve.
Como o Ártico é em grande parte composto de oceano, o gelo por lá adquire principalmente a forma de blocos flutuantes, como icebergs maciços. Em contato direto com as águas cada vez mais aquecidas do oceano, esse gelo será a primeira forma de água congelada a desaparecer.
Este ano, a NASA informou que a extensão de gelo do mar Ártico foi a menor já registrada para os meses de janeiro, fevereiro, abril, maio e junho.
De acordo com Bill Nye, do canal do YouTube AsapSCIENCE, uma vez que todo o gelo do mar derreter, você poderia tomar um navio diretamente de qualquer lugar da Europa para a Rússia, porque não haveria o gelo do Polo Norte no meio do caminho para bloquear a rota.
Mas esse é um péssimo prêmio de consolação quando consideramos que todas as focas, morsas e ursos polares que chamam o Polo Norte de casa desapareceriam. Além disso, com o derretimento do gelo, mais e mais companhias explorariam o mar a procura de petróleo, e esse processo mexe com todo o ambiente aquático, causando, por exemplo, o realojamento de baleias.
Em termos de nível do mar, o derretimento de todo o gelo do mar não vai fazer muita diferença. Os blocos maciços já deslocam a água em volta deles, de forma que não mudariam muito a paisagem caso se tornassem líquidos.
Mas o que você pode não saber é que 95% do gelo na Terra é, na verdade, terrestre. Existem cadeias de montanhas na Antártida quase tão extensas quanto os Alpes inteiramente cobertas de gelo.
Então, se esse gelo derreter… Aí, sim, a história de terror começa. Segundo Bill Nye, tal derretimento, quando escoado para os oceanos, causaria estragos graves. Os níveis do mar subiriam cerca de 70 metros!
Considerando que metade dos cidadãos do mundo vivem em cidades costeiras ou próximas da costa (pois é lá que o comércio está), esse pessoal todo teria que fugir para outro lugar do mundo para não morrer afogado. Mas para onde? Como (e com que dinheiro) realocaríamos toda essa gente?
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
ANTÁRTIDA GANHA MAIS GELO DO QUE PERDE
Um novo estudo da NASA diz que um aumento no acúmulo de neve da Antártida, que começou há 10.000 anos, está atualmente adicionando gelo suficiente no continente para compensar as grandes perdas em suas geleiras.
A pesquisa desafia as conclusões de outros estudos, incluindo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de 2013, que diz que a Antártida está perdendo gelo de maneira geral.
De acordo com a nova análise de dados de satélite, a camada de gelo da Antártida mostrou um ganho líquido de 112 bilhões de toneladas de gelo por ano entre 1992 e 2001. Esse ganho líquido diminuiu para 82 bilhões de toneladas de gelo por ano entre 2003 e 2008.
“Estamos essencialmente de acordo com outros estudos que mostram um aumento na descarga de gelo na Península Antártica e na região de Pine Island e Thwaites da Antártida Ocidental”, afirma Jay Zwally, glaciologista da NASA no Goddard Space Flight Center em Maryland, nos EUA, e principal autor do estudo. “Nossa principal discordância é sobre a Antártica Oriental e o interior da Antártida Ocidental – ali, vemos um ganho de gelo que excede as perdas em outras áreas”. Zwally acrescenta que a sua equipe “mediu pequenas mudanças de altura sobre grandes áreas, bem como as grandes mudanças observadas em áreas menores”.
Perdas x ganhos
Os cientistas calculam o quanto a camada de gelo está crescendo ou diminuindo a partir das mudanças na altura da superfície que são medidas pelos altímetros de satélites. Em locais onde a quantidade de nova queda de neve acumulada em uma camada de gelo não é igual ao gelo que vai para o oceano, as mudanças na superfície de altura e a massa do manto de gelo aumentam ou diminuem. Mas pode levar algumas décadas apenas para que o crescimento na quantidade de gelo na Antártida se inverta, de acordo com Zwally. “Se as perdas da Península e partes do oeste da Antártica continuarem a aumentar no mesmo ritmo que estiveram aumentando durante as últimas duas décadas, as perdas vão se equiparar aos ganhos a longo prazo na Antártida Oriental em 20 ou 30 anos. Eu não acho que haverá aumento na queda de neve o suficiente para compensar essas perdas”, alerta. Zwally explica que, enquanto outros cientistas têm assumido que os ganhos de elevação vistos na Antártida Oriental são devido aos recentes aumentos na acumulação de neve, sua equipe usou dados meteorológicos com início em 1979 para mostrar que a queda de neve na Antártida Oriental, na verdade. diminuiu 11 bilhões de toneladas por ano. Eles também usaram as informações sobre o acúmulo de neve durante dezenas de milhares de anos para concluir que a Antártica Oriental esteve engrossando por um longo período de tempo. “No final da última Era Glacial, o ar tornou-se mais quente e levou mais umidade para todo o continente, duplicando a quantidade de neve que caiu sobre a camada de gelo”, afirma.Paradoxo
A queda de neve extra que começou 10.000 anos atrás foi acumulando lentamente na camada de gelo e se compactou em gelo sólido ao longo de milênios, engrossando o gelo na Antártida Oriental e no interior da Antártida Ocidental por uma média de 1,7 centímetros por ano. Este pequeno espessamento, que foi sustentado ao longo de milhares de anos e se espalhou através da vasta extensão desses setores da Antártida, corresponde a um grande ganho de gelo – o suficiente para compensar as perdas de geleiras em outras partes do continente e ajudar a reduzir o aumento do nível do mar ao redor do globo. A equipe de Zwally calculou que o ganho de massa de espessamento na Antártida Oriental manteve-se estável entre 1992 e 2008 em 200 bilhões de toneladas por ano, enquanto as perdas de gelo das regiões costeiras do oeste da Antártica e da Península Antártica aumentaram em 65 bilhões de toneladas por ano. “A boa notícia é que a Antártica não está contribuindo para a elevação do nível do mar, mas sim diminuindo 0,23 milímetros por ano dele”, afirma Zwally. “Mas esta é também uma má notícia. Se os 0.27 milímetros por ano de aumento do nível do mar atribuídos à Antártida no relatório do IPCC não estão realmente vindo da Antártida, deve haver alguma outra contribuição para a elevação do nível do mar que não está sendo contabilizada”.Novas medições
“O novo estudo destaca as dificuldades de medir as pequenas mudanças de altura de gelo acontecendo na Antártida Oriental”, afirma Ben Smith, glaciologista da Universidade de Washington em Seattle, nos EUA. “Fazer altimetria com precisão em áreas muito grandes é extraordinariamente difícil, e há medidas de acumulação de neve que precisam ser feitas de forma independente para entender o que está acontecendo nesses lugares”, aponta Smith. Para ajudar a medir com precisão as alterações na Antártida, a NASA está desenvolvendo o sucessor da missão ICESat, o ICESat-2, que está programado para lançamento em 2018. “O ICESat-2 irá medir as mudanças na camada de gelo dentro da espessura de um lápis n° 2 “, promete Tom Neumann, glaciologista Goddard e vice-cientista do projeto ICESat-2. “Isso vai contribuir para resolver o problema do balanço de massa da Antártica, fornecendo um registro de longo prazo de mudanças de altitude”. fonte:http://phys.org/news/2015-10-mass-gains-antarctic-ice-sheet.htmlquinta-feira, 28 de agosto de 2014
É DESCOBERTO VIDA EM LAGO DA ANTÁRTIDA A 800 METROS ABAIXO DO GELO
Pela primeira vez, cientistas descobriram um ecossistema microbiano próspero num dos lagos subglaciais da Antártida, 800 metros sob o lençol de gelo da Antártida ocidental.
A equipa co-liderada por John Priscu da Montana State University, encontrou 4.000 espécies de bactérias metabolicamente ativas unicelulares após a perfuração no lago Whillans.
"A nossa descoberta mostra que a água é o espaço habitável, mesmo que seja em temperaturas abaixo de zero e sem luz solar", disse Priscu à New Scientist.
A água contendo vida foi coletada a 28 de janeiro de 2013, após seis anos de trabalho, e o estudo foi publicado na revista Nature a 20 de agosto de 2014.
A descoberta é uma notícia fantástica para os astrobiólogos que procuram vida no sistema solar. Se as bactérias podem prosperar sob a superfície da Antártida, então talvez possam existir na superfície congelada da lua Europa, de Júpiter, ou até em Marte.
Os cientistas sabiam da existência da água líquida abaixo da camada de gelo da Antártida há mais de 40 anos, mas só recentemente os cientistas começaram a investigar sinais de vida. A perfuração foi realizada utilizando procedimentos científicos avançados.
Os cientistas que perfuraram o Lago Whillans encontraram 130.000 microorganismos em cada mililitro de água. Esta é uma densidade semelhante à dos oceanos profundos ou lagos baixos em nutrientes.
Os organismos sobrevivem sem luz solar através da conversão de amônio em nitrito ou de se alimentarem de metano. Os cientistas concluíram que os organismos devem ter sobrevivido sem energia do Sol entre 120.000 e um milhão de anos.
A equipa espera encontrar vida multicelular, tal como rotíferos, vermes ou tardigrades no futuro. As bolhas de ar sob os lagos significa que o oxigênio não é um fator limitante, mas a baixa taxa de fixação de carbono por micróbios é uma preocupação.
FONTE:sciencealert.com.au/news/20142308-26057.html
quarta-feira, 28 de maio de 2014
VULCÃO GIGANTE EMBAIXO DO GELO DA ANTÁRTIDA PODE AFETAR TODO O PLANETA SE ENTRAR EM ERUPÇÃO
Pesquisadores descobriram um vulcão debaixo do gelo em Marie Byrd, Antártida, após criarem dispositivos para medir a atividade tectônica. Os cientistas tinham a intenção de usar as máquinas sismográficas para ajudá-los em seus estudos com alguns tremores recentes, e foi quando descobriram que o motivo era um vulcão se formando debaixo do gelo.
A atividade vulcânica foi descoberta a cerca de 30 km do vulcão mais alto da Antártida, o Monte Sidley, e, apesar de uma erupção, que seria improvável conseguir romper a camada de gelo, o calor que a acompanha poderia ter um efeito sobre a paisagem e afetar o clima mundial.
Uma erupção sub-glacial seria capaz de derreter o gelo, criando grandes quantidades de água que poderiam ir em direção ao mar, acelerando o fluxo marinho e aumentar potencialmente a perda dos blocos de icebergs.
“Existem numerosos vulcões em Marie Byrd, uma região serrana do oeste da Antártida”, disse Amanda Lough, da Universidade de Washington, representante da equipe sobre o assunto. “O fluxo de calor elevado pode influenciar a estabilidade do manto de gelo da Antártida Ocidental”.
A camada de gelo da Antártida é uma das duas calotas polares da Terra e ocupa uma área de 5,4 milhões de km², cerca de 98% do continente, tornando-se a maior massa de gelo compactada na Terra.
A pesquisadora ainda acrescentou: “Erupções neste local não são susceptíveis de penetrar o gelo sobrejacente, com 1,2 a 2 km de espessura, mas geram grandes volumes de água de degelo que poderiam afetar significativamente o fluxo de corrente de gelo”.
FONTE:JornalCiência
sexta-feira, 9 de maio de 2014
QUE CIDADES DESAPARECERIAM SE TODO O GELO DO PLANETA DERRETESSE?
Segundos os estudiosos, se continuar o ritmo atual de aquecimento global, em 5.000 anos todo o gelo da Terra derreteria, mas o que ocorreria com o nível do mar? A Nat Geo elaborou inquietantes mapas para analisar o assunto, e ainda que não seja tão assustador como alguns mapas semelhantes que divulgaram recentemente, não deixam de assustar.
As más notícias: cidades inteiras desapareceriam. Rio de Janeiro, Nova Iorque, San Francisco, Londres, Buenos Aires, Lima, Barcelona, Tóquio... todos estes lugares, e muitos mais, ficariam completamente submersos debaixo da água.
Calcula-se que existem na Terra mais de 20 milhões de quilômetros cúbicos de gelo. Se toda essa massa derreter, os cientistas calculam que o nível dos oceanos subiria quase 66 metros acima do atual, inundando quase todas as cidades costeiras que conhecemos na atualidade.
Se o nível de CO2 na atmosfera continuar aumentando no ritmo atual, calcula-se que o gelo da Terra poderia desaparecer em 5.000 anos pelo aumento da temperatura média do planeta dos 14 graus centígrados atuais para 26 dentro de milhares de anos.
Na cidade que moro, Joinville, quando o pico da maré bloqueia as águas do rio que corta a cidade, o centro da cidade já fica alagado, com essa hipótese do derretimento, é bem possível que até o prédio mais alto da cidade ficaria debaixo d'água.
As linhas claras circundantes às áreas de terra correspondem a orla atual.
AMÉRICA DO SUL
EUROPA
AMÉRICA DO NORTE
ÁSIA
ÁFRICA
AUSTRÁLIA
FONTE:MDIG
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
AQUECIMENTO DOS MARES DERRETEU 55% DO GELO DA ANTÁRTIDA EM 5 ANOS
O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, revelou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).
Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados.
Este primeiro estudo realizado sobre as plataformas de gelo em torno da Antártida revela que o derretimento de sua base respondeu por 55% da perda total de sua massa de 2003 a 2008, um volume muito mais importante do que o previamente calculado.
PERDA DE GELEIRAS AJUDA A SUBIR O NÍVEL DOS MARES
"É como se um pequeno balde tivesse um enorme buraco no fundo: não vai durar por muito tempo, apenas um século ou dois, mas enquanto há gelo nos glaciares, ele será um dos principais contribuintes para o aumento do nível do mar", disse Pfeffer, glaciologista no Instituto de CU-Boulder de pesquisa ártica e alpina. Na imagem, água derretida é acumulada na geleira Columbia, no Alaska, em julho de 2008.
A Antártida contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escoamento das geleiras para o oceano.
Determinar como elas derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos mares.
Segundo os cientistas, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártida.
Para esta pesquisa, publicada na edição da revista Science desta sexta-feira (14), os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs.
"O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártica é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, no Oeste dos Estados Unidos, principal autor do trabalho.
"Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante", afirmou.
Fonte: http://noticias.uol.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)












