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sábado, 22 de abril de 2017

ANTÁRTIDA ESTÁ COBERTA DE RIOS

Em 1908, o lendário timo Nimrod, de Ernest Shackleton, estava a caminho do Polo Sul quando os homens foram surpresos por algo inesperado: o som de água líquida, rugindo através da paisagem congelada em direção ao mar. Cento e nove anos depois, cientistas confirmaram que esse som, descrito por um dos primeiros exploradores como “estranho, após o normal silêncio antártico”, não era uma invenção da imaginação dos homens, nem era um acaso. Centenas de canais individuais fluem através do continente de gelo do nosso planeta durante o verão, e eles têm feito esse caminho há décadas. Uma nova análise comandada por cientistas do Observatório Lamont-Doherty, da Universidade de Columbia, foi o primeiro a revelar uma vasta rede de bacias de drenagem, incluindo riachos, canais, lagos e até cachoeiras, espalhadas através do continente da Antártica. Apesar de bacias individuais de drenagem terem sido documentadas na Antártica há anos e várias delas terem sido estudadas em detalhe, essa primeira pesquisa em grande escala mostra a profusão com a qual o continente congelado da Terra sangra até o mar durante o verão. “Existiam algumas dicas de riachos aqui e ali, mas nós não tínhamos ideia de que eram tão espalhados, ou tão grandes, ou que permaneciam por tanto tempo”, Jonathan Kingslake, glaciologista da Universidade de Columbia e autor principal do estudo publicado na Nature, disse ao Gizmodo. “A grande pergunta para mim é: dadas as predições de como a Antártica irá aquecer, a quantidade de água derretida vai dobrar nesse século. Se isso acontecer, esses sistemas de drenagem conseguiriam entregar água a lugares sem causar que o gelo desmorone?” Essa é uma preocupação séria, mas não a única possibilidade levantada pelo novo trabalho. Em um estudo de acompanhamento também publicado na Nature, a glaciologista Robin Bell, junto com Kingslake e outros, explorou como as redes de drenagem podem na verdade ajudar a Plataforma de Gelo Nansen; um local atravessado pela expedição Nimrod de Shackleton, e alguns anos depois pelo time Northern Party, do capitão Robert Falcon Scott, na expedição Britânica Antártica, a se suportar. Nessa plataforma, rios e uma cachoeira de 120 metros de extensão expelem água em excesso da plataforma de gelo até o oceano. “Modelos de gelo Antártico agora só levam em consideração lagoas e danos às plataformas de gelo”, Bell disse ao Gizmodo. “Nós mostramos que a água pode se mover”, talvez, para longe do perigo. A complexa física por trás do fluxo de gelo e água da Antártica pode parecer hermética, mas tem grandes consequências quando se trata do continente inteiro ter água congelada o bastante para aumentar os níveis do mar mundial em até 60 metros, deixando cidades costais como Miami e Nova York bem abaixo do nível do mar. Mas antes de prevermos como a água do degelo vai impactar a calota polar em um mundo em aquecimento, nós precisamos de mais dados sobre o quão comum é o fenômeno no continente hoje. Para isso, Kingslake e seus colegas se voltaram para os dados do satélite Landsat e fotografias aéreas, usando esses dois bancos de dados para construir o primeiro registro das redes de drenagem do continente, indo até o ano de 1947. Sua análise revelou amplos sistemas de riachos, rios e lagos, aproximadamente 700, em sua maioria nas bordas da calota antártica, mas, em alguns casos, se estendendo profundamente até seu interior. Por mais que esses fenômenos sejam efêmeros, se espalhando como mato nos meses quentes do verão, parece que eles existem intermitentemente há quase um século. Cientistas descobriram que rios sazonalmente fluem nas bordas da maioria do gelo antártico. Cada X vermelho representa um dreno separado. Imagem: Kingslake et al. 2017 “Impressionantemente, nós vimos fenômenos em fotografias aéreas dos anos 1940 bem parecidas com as que observamos em imagens de satélites”, Kingslake disse. “Eu acho notável que, dois anos após a Segunda Guerra Mundial, as pessoas estavam voando ao longo da Antártica tirando fotos desses fenômenos.” Mas os pilotos da Segunda Guerra Mundial não foram os primeiros humanos a notar os misteriosos rios gelados da Antártica. Como Bell descobriu quando ela estava compilando os registros de estudo da plataforma de gelo Nansen, os primeiros exploradores antárticos já estavam cientes do fenômeno. “Eu estava tentando determinar se existiam provas para alguma mudança e percebi que ambos os grupos Nimrod e o Norther Party tinham atravessado a Nansen [no começo do séc XX]”, Bell disse ao Gizmodo, explicando como ela viajou ao Scott Polar Research Institute, na Inglaterra, para ler os registros de diário do Northern Party. “Foi impressionante segurar aqueles escritos feitos à mão de cientistas que estudaram a Nansen mais de 100 anos atrás”, ela disse. Agora que nós sabemos como a rede de drenagem antártica é tão antiga quanto ampla, a maior pergunta na mente de todos é o quão rapidamente ela pode se expandir causada pela mudança climática e como isso vai impactar a calota de gelo conforme o planeta aquece. Nós já sabemos que as lagoas de água de degelo podem acelerar o colapso da calota, ao acrescentar tensão extra ao gelo, ou penetrar nas rachaduras causando suas expansões. Cientistas observaram esses processos acontecendo na plataforma de gelo Larsen B em 2002, quando mais de dois mil lagos efêmeros drenaram através da plataforma até o oceano abaixo em alguns dias, um evento que coincidiu com a repentina desintegração da calota de gelo. Se piscinas estanques de água forem mais frequentes em um mundo mais quente, isso pode acontecer com mais frequência. Mas o trabalho de Bell na plataforma de gelo Nansen aponta para uma função distintamente diferente para a água de superfície, em certas situações. Lá, uma grande rede de rios, combinada com canais de cachoeiras na borda das geleiras, canaliza a água líquida rapidamente até o oceano, prevenindo o acúmulo de lagoas que quebrariam o gelo. “No caso da Nansen, existe uma situação extrema em que a água é drenada até o oceano”, Kingslake disse. “Nós achamos que isso reduz o impacto do degelo na plataforma.” Alison Banwell, glaciologista do Scott Polar Research Institute, da Universidade de Cambridge, e que não estava envolvida em nenhum dos estudos, disse ao Gizmodo que estudos futuros devem focar em como muitas outras plataformas de gelo têm grandes redes de rios que transportam a água de degelo eficientemente até o oceano. “Atualmente, nós só estamos cientes do sistema do rio e cachoeira de Nansen”, contou. Bell acrescentou que a água de degelo de superfície não é o único processo que preocupa os glaciologistas e que pode acelerar o colapso da calota de gelo. “Outra grande influência que contribui para o derretimento do gelo antártico, e consequentemente o afinamento da calota, é o derretimento sob a superfície”, ela disse. “Esse processo pode ser tão ou mais significativo do que o degelo de superfície. Mais pesquisa é necessária.” No momento, cientistas têm mais perguntas do que respostas sobre os sistemas efêmeros de drenagem antártica. O aspecto mais destacado do trabalho pode, no entanto, ser o lembrete que ele oferece de que o conhecimento antigo não é inútil. Em 1909, quando o membro do time Nimrod, T.W.A. David, anotou em seu caderno que um “rio de água descongelada pode ser ouvido rugindo” à distância sobre a plataforma de gelo Nansen, ele certamente não saberia que peso suas palavras teriam um século depois. Nós precisamos do passado para conseguir entender o futuro. fontes: nature.com/nature/journal/v544/n7650/full/nature22048.html //nature.com/nature/journal/v544/n7650/full/nature22049.html

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ANTÁRTIDA GANHA MAIS GELO DO QUE PERDE

Um novo estudo da NASA diz que um aumento no acúmulo de neve da Antártida, que começou há 10.000 anos, está atualmente adicionando gelo suficiente no continente para compensar as grandes perdas em suas geleiras. A pesquisa desafia as conclusões de outros estudos, incluindo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de 2013, que diz que a Antártida está perdendo gelo de maneira geral. De acordo com a nova análise de dados de satélite, a camada de gelo da Antártida mostrou um ganho líquido de 112 bilhões de toneladas de gelo por ano entre 1992 e 2001. Esse ganho líquido diminuiu para 82 bilhões de toneladas de gelo por ano entre 2003 e 2008. “Estamos essencialmente de acordo com outros estudos que mostram um aumento na descarga de gelo na Península Antártica e na região de Pine Island e Thwaites da Antártida Ocidental”, afirma Jay Zwally, glaciologista da NASA no Goddard Space Flight Center em Maryland, nos EUA, e principal autor do estudo. “Nossa principal discordância é sobre a Antártica Oriental e o interior da Antártida Ocidental – ali, vemos um ganho de gelo que excede as perdas em outras áreas”. Zwally acrescenta que a sua equipe “mediu pequenas mudanças de altura sobre grandes áreas, bem como as grandes mudanças observadas em áreas menores”.

Perdas x ganhos

Os cientistas calculam o quanto a camada de gelo está crescendo ou diminuindo a partir das mudanças na altura da superfície que são medidas pelos altímetros de satélites. Em locais onde a quantidade de nova queda de neve acumulada em uma camada de gelo não é igual ao gelo que vai para o oceano, as mudanças na superfície de altura e a massa do manto de gelo aumentam ou diminuem. Mas pode levar algumas décadas apenas para que o crescimento na quantidade de gelo na Antártida se inverta, de acordo com Zwally. “Se as perdas da Península e partes do oeste da Antártica continuarem a aumentar no mesmo ritmo que estiveram aumentando durante as últimas duas décadas, as perdas vão se equiparar aos ganhos a longo prazo na Antártida Oriental em 20 ou 30 anos. Eu não acho que haverá aumento na queda de neve o suficiente para compensar essas perdas”, alerta. Zwally explica que, enquanto outros cientistas têm assumido que os ganhos de elevação vistos na Antártida Oriental são devido aos recentes aumentos na acumulação de neve, sua equipe usou dados meteorológicos com início em 1979 para mostrar que a queda de neve na Antártida Oriental, na verdade. diminuiu 11 bilhões de toneladas por ano. Eles também usaram as informações sobre o acúmulo de neve durante dezenas de milhares de anos para concluir que a Antártica Oriental esteve engrossando por um longo período de tempo. “No final da última Era Glacial, o ar tornou-se mais quente e levou mais umidade para todo o continente, duplicando a quantidade de neve que caiu sobre a camada de gelo”, afirma.

Paradoxo

A queda de neve extra que começou 10.000 anos atrás foi acumulando lentamente na camada de gelo e se compactou em gelo sólido ao longo de milênios, engrossando o gelo na Antártida Oriental e no interior da Antártida Ocidental por uma média de 1,7 centímetros por ano. Este pequeno espessamento, que foi sustentado ao longo de milhares de anos e se espalhou através da vasta extensão desses setores da Antártida, corresponde a um grande ganho de gelo – o suficiente para compensar as perdas de geleiras em outras partes do continente e ajudar a reduzir o aumento do nível do mar ao redor do globo. A equipe de Zwally calculou que o ganho de massa de espessamento na Antártida Oriental manteve-se estável entre 1992 e 2008 em 200 bilhões de toneladas por ano, enquanto as perdas de gelo das regiões costeiras do oeste da Antártica e da Península Antártica aumentaram em 65 bilhões de toneladas por ano. “A boa notícia é que a Antártica não está contribuindo para a elevação do nível do mar, mas sim diminuindo 0,23 milímetros por ano dele”, afirma Zwally. “Mas esta é também uma má notícia. Se os 0.27 milímetros por ano de aumento do nível do mar atribuídos à Antártida no relatório do IPCC não estão realmente vindo da Antártida, deve haver alguma outra contribuição para a elevação do nível do mar que não está sendo contabilizada”.

Novas medições

“O novo estudo destaca as dificuldades de medir as pequenas mudanças de altura de gelo acontecendo na Antártida Oriental”, afirma Ben Smith, glaciologista da Universidade de Washington em Seattle, nos EUA. “Fazer altimetria com precisão em áreas muito grandes é extraordinariamente difícil, e há medidas de acumulação de neve que precisam ser feitas de forma independente para entender o que está acontecendo nesses lugares”, aponta Smith. Para ajudar a medir com precisão as alterações na Antártida, a NASA está desenvolvendo o sucessor da missão ICESat, o ICESat-2, que está programado para lançamento em 2018. “O ICESat-2 irá medir as mudanças na camada de gelo dentro da espessura de um lápis n° 2 “, promete Tom Neumann, glaciologista Goddard e vice-cientista do projeto ICESat-2. “Isso vai contribuir para resolver o problema do balanço de massa da Antártica, fornecendo um registro de longo prazo de mudanças de altitude”. fonte:http://phys.org/news/2015-10-mass-gains-antarctic-ice-sheet.html

domingo, 13 de setembro de 2015

O QUE HÁ DEBAIXO DO GELO NA ANTÁRTIDA?

O continente da Antártida, que se expande por 14 milhões de quilômetros quadrados cobertos de gelo no Pólo Sul, ainda esconde mistérios fascinantes. Na história, poucos achados intrigaram tanto os geógrafos quanto a Cordilheira subglacial de Gamburtsev, situada abaixo da superfície de gelo. Descoberta por exploradores soviéticos nos anos 1950, a Cordilheira de Gamburtsev é exatamente isso: uma cadeia de gigantescas montanhas que se estende por um comprimento de 800 quilômetros, o que a torna comparável aos Alpes, na Europa. Não se pode vê-la, na Antártida, porque está soterrada por uma camada de 4 mil metros de neve. Ao observar todo o gelo que há na superfície, nem todo mundo lembra-se disso, mas a Antártida é uma área primariamente feita de terra firme. E a riqueza geológica desse continente chamou a atenção de um grupo internacional de pesquisadores, que decidiram mapear exatamente o relevo que há por baixo de tanta neve. Munidos de potentes radares cujo sinal penetra no gelo, os cientistas puderam mapear exatamente qual o desenho geográfico do chamado “continente branco”. E o resultado, que aparece ilustrado por computação gráfica, é uma maciça sequência de montanhas, lagos e geleiras, muito mais complexas do que se imaginava. Essa complexidade, segundo os cientistas, tem muito a contar sobre a história geológica da Terra. Essa narrativa começa há cerca de 1,1 bilhão de anos, quando grandes porções de terra do planeta se uniram para formar um ex-supercontinente, chamado Rodínia. O que aconteceu a seguir foi uma série de dobramentos geológicos, nos quais o pico das montanhas erodia, mas a base das cordilheiras permanecia firme. Esse processo se repetiu ainda algumas vezes. A cada novo dobramento, o ponto mais alto da Antártida (que hoje é a Cordilheira de Gamburtsev) ia ficando um pouco mais elevado. A configuração atual, que teria sido originada há cerca de apenas 35 milhões de anos, surgiu com a criação de geleiras, que soterraram paulatinamente a cadeia de montanhas nascida ali. Esse foi o grande mistério solucionado: até antes dessa pesquisa, não se sabia o motivo de haver montanhas “jovens” instaladas no coração da Antártida. Isso ainda está apenas no campo da teoria, mas as providências para comprová-la já foram tomadas: os cientistas planejam um projeto para retirar amostras de rocha de Gamburtsev. Um mapeamento mais detalhado da região, conforme explicam os pesquisadores, pode fornecer respostas geológicas que a ciência ainda desconhece. Para obter essas informações, um batalhão de cientistas está instalado em Gamburtsev, equipado com o melhor que a tecnologia tem a oferecer. FONTE: bbc.co.uk/news/science-environment-15749757

domingo, 6 de setembro de 2015

NEUTRINO SUPER-ENERGÉTICO AUMENTA O MISTÉRIO CÓSMICO

Este gráfico mostra a chegada de um superneutrino, impactando diversos sensores mergulhados nas profundezas da Antártica.

Superneutrino

O observatório IceCube, instalado nas profundezas do Pólo Sul, detectou um neutrino de energia extremamente elevada - o neutrino de maior energia já visto. Esse superneutrino é algo totalmente inesperado, e agora os astrônomos estão tentando imaginar qual seria sua origem. O evento registrado mostrou um neutrino com mais de 2 quatrilhões de elétron-volts, e agora os físicos e astrônomos estão coçando as cabeças na tentativa de imaginar qual poderia ser sua origem.

Nada a vista

Sempre se acreditou que os neutrinos viessem das mesmas fontes que os raios cósmicos. Mas, diferentemente das partículas carregadas conhecidas como raios cósmicos - e como seu nome indica - neutrinos são neutros, e, portanto, viajam em linha reta, sem serem afetados por quaisquer campos no caminho, sejam eletromagnéticos ou gravitacionais, ou mesmo pela matéria das estrelas e planetas. Assim, ao capturar um neutrino, bastaria olhar na direção exata da qual ele veio e seria possível detectar sua fonte - segundo as expectativas atuais, uma fonte de raios cósmicos. Contudo, experimentos feitos nos últimos anos mostraram que isso não funciona: apontar os instrumentos para o espaço na direção das fontes suspeitas de emitir neutrinos não revelou nenhum candidato óbvio - na verdade, nenhum fenômeno de alta energia foi encontrado nessas buscas.

Observatório astrofísico IceCube

Em vez de uma gigantesca lente, ou de alguma espécie de antena dirigida para os céus, o observatório IceCube é formado por longas cordas, cada uma contendo 60 sensores ópticos, mergulhados em furos que atingem até 2,5 km de profundidade no gelo eterno da Antártica.

Mistério dos neutrinos

De volta à prancheta, alguns teóricos começaram a conceber modelos que propõem que neutrinos muito energéticos devem ser resquícios do nascimento do universo, ou que o espaço pode não ser simétrico como os astrofísicos pensam. Contudo, enquanto esses modelos não podem ser avaliados, a maioria dos físicos apontou os dedos da suspeita para os buracos negros supermassivos no centro das galáxias - certamente as regiões sobre as quais menos se sabe até hoje. A detecção desses neutrinos de energia extremamente elevada só fez complicar as coisas, aumentando o mistério. "Um monte de pessoas no IceCube, eu inclusive, temos gasto a maior parte do tempo tentando descobrir o que eles significam," confessou o professor Spencer Klein, acrescentando que a descoberta "aprofunda o mistério dos raios cósmicos" - e dos neutrinos, certamente. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=neutrino-super-energetico-aumenta-misterio-cosmico&id=010130150902

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

É DESCOBERTO VIDA EM LAGO DA ANTÁRTIDA A 800 METROS ABAIXO DO GELO

Pela primeira vez, cientistas descobriram um ecossistema microbiano próspero num dos lagos subglaciais da Antártida, 800 metros sob o lençol de gelo da Antártida ocidental. A equipa co-liderada por John Priscu da Montana State University, encontrou 4.000 espécies de bactérias metabolicamente ativas unicelulares após a perfuração no lago Whillans. "A nossa descoberta mostra que a água é o espaço habitável, mesmo que seja em temperaturas abaixo de zero e sem luz solar", disse Priscu à New Scientist. A água contendo vida foi coletada a 28 de janeiro de 2013, após seis anos de trabalho, e o estudo foi publicado na revista Nature a 20 de agosto de 2014. A descoberta é uma notícia fantástica para os astrobiólogos que procuram vida no sistema solar. Se as bactérias podem prosperar sob a superfície da Antártida, então talvez possam existir na superfície congelada da lua Europa, de Júpiter, ou até em Marte. Os cientistas sabiam da existência da água líquida abaixo da camada de gelo da Antártida há mais de 40 anos, mas só recentemente os cientistas começaram a investigar sinais de vida. A perfuração foi realizada utilizando procedimentos científicos avançados. Os cientistas que perfuraram o Lago Whillans encontraram 130.000 microorganismos em cada mililitro de água. Esta é uma densidade semelhante à dos oceanos profundos ou lagos baixos em nutrientes. Os organismos sobrevivem sem luz solar através da conversão de amônio em nitrito ou de se alimentarem de metano. Os cientistas concluíram que os organismos devem ter sobrevivido sem energia do Sol entre 120.000 e um milhão de anos. A equipa espera encontrar vida multicelular, tal como rotíferos, vermes ou tardigrades no futuro. As bolhas de ar sob os lagos significa que o oxigênio não é um fator limitante, mas a baixa taxa de fixação de carbono por micróbios é uma preocupação. FONTE:sciencealert.com.au/news/20142308-26057.html

sábado, 9 de agosto de 2014

NINGEN: AS CRIATURAS HUMANOIDES DO MAR DA ANTÁRTIDA

Nos últimos anos, relatos têm circulado no Japão sobre a existência de gigantes humanoides como formas de vida que habitam as águas geladas da Antártida. Relatos de tripulantes de navios de pesquisa afirmam os "Ningen" (literalmente, "seres humanos") seriam completamente na cor branca, com um comprimento estimado entre 20 a 30 metros. Testemunhas descrevem como tendo uma forma semelhante à humana, muitas vezes com pernas, braços, e até mesmo as mãos com 5 dedos.
Às vezes, eles são descritos como tendo barbatanas ou cauda como grandes sereias em vez de pernas. As únicas características faciais visíveis são os olhos e a boca. De acordo com um relato, membros de uma tripulação observaram o que, inicialmente, parecia ser um submarino estrangeiro na distância. Quando eles se aproximaram, no entanto, tornou-se claro a forma irregular da coisa e que o mesmo estava vivo. A criatura desapareceu rapidamente debaixo de água. Para muitos, a existência do Ningen é considerada uma lenda urbana. No entanto, pessoas acreditam que o governo japonês mantém registros detalhados de avistamentos, mas eles evitam lançar qualquer informação ao público e tem supostamente instruído testemunhas para permanecerem em silêncio.
FONTE: arquivoufo.com.br/2013/09/23/ningen-as-criaturas-humanoides-no-mar-da-antartida/

quarta-feira, 28 de maio de 2014

VULCÃO GIGANTE EMBAIXO DO GELO DA ANTÁRTIDA PODE AFETAR TODO O PLANETA SE ENTRAR EM ERUPÇÃO

Pesquisadores descobriram um vulcão debaixo do gelo em Marie Byrd, Antártida, após criarem dispositivos para medir a atividade tectônica. Os cientistas tinham a intenção de usar as máquinas sismográficas para ajudá-los em seus estudos com alguns tremores recentes, e foi quando descobriram que o motivo era um vulcão se formando debaixo do gelo. A atividade vulcânica foi descoberta a cerca de 30 km do vulcão mais alto da Antártida, o Monte Sidley, e, apesar de uma erupção, que seria improvável conseguir romper a camada de gelo, o calor que a acompanha poderia ter um efeito sobre a paisagem e afetar o clima mundial.
Uma erupção sub-glacial seria capaz de derreter o gelo, criando grandes quantidades de água que poderiam ir em direção ao mar, acelerando o fluxo marinho e aumentar potencialmente a perda dos blocos de icebergs. “Existem numerosos vulcões em Marie Byrd, uma região serrana do oeste da Antártida”, disse Amanda Lough, da Universidade de Washington, representante da equipe sobre o assunto. “O fluxo de calor elevado pode influenciar a estabilidade do manto de gelo da Antártida Ocidental”. A camada de gelo da Antártida é uma das duas calotas polares da Terra e ocupa uma área de 5,4 milhões de km², cerca de 98% do continente, tornando-se a maior massa de gelo compactada na Terra.
A pesquisadora ainda acrescentou: “Erupções neste local não são susceptíveis de penetrar o gelo sobrejacente, com 1,2 a 2 km de espessura, mas geram grandes volumes de água de degelo que poderiam afetar significativamente o fluxo de corrente de gelo”. FONTE:JornalCiência

sábado, 17 de maio de 2014

OS 5 MITOS SOBRE O DERRETIMENTO DA ANTÁRTIDA

Esta semana surgiu a notícia de que o colapso catastrófico da camada de gelo da Antártida Ocidental já está em andamento e é irreversível. Tal notícia aparece associada a outras grandes reportagens sobre o continente austral, que estimulam conversas e perguntas sobre o que realmente está a acontecer no continente gelado. Em função disso, iremos tentar explicar a realidade por trás de alguns mitos comuns sobre grandes mudanças na Antártica. 1. O GELO DA ANTÁRTIDA ESTÁ A FICANDO MAIOR E NÃO ENCOLHE? Sim, o mar de gelo da Antártida foi crescendo ao longo dos últimas décadas. Mas aqui está o que as pessoas perdem quando levantar esta questão: O gelo do mar não é o mesmo da terra. Quando os cientistas falam sobre o derretimento da camada de gelo da Antártida, eles referem-se ao gelo glacial em terra. E, ao contrário da calota de gelo do Ártico, que persiste durante todo o ano, na Antártica, quase todo o gelo marinho derrete no verão. Então, ter mais gelo do mar serve pouco para aumentar a massa total de gelo da Antártida. Curiosamente, o crescimento do gelo do mar pode estar relacionado com o encolhimento das calotas. Ventos mais fortes, juntamente com a mudança de temperatura dos oceanos e da sua salinidade (teor de sal) estão a impulsionar o aumento do gelo no mar. 2. DEVE SER DEVIDO A TODOS AQUELES VULCÕES A Antártica Ocidental, onde o gelo está derretendo mais rápido, é também o lar de um bom número de vulcões ativos. Eles poderiam estar derretendo o gelo, em vez das mudanças climáticas? Diversas linhas de evidência afirma de forma convicta que a resposta é um sonoro NÃO. Primeiro é a Islândia. A massa de terra tem muitos vulcões ativos, mas as calotas ainda cobrem a sua superfície. E a Islândia é apenas um dos vários exemplos que mostram que o fogo e o gelo podem coexistir em vulcões sem derretimento generalizado. Em segundo lugar, vulcões chamados Tuyas irromperam através de camadas de gelo durante a Idade do Gelo no passado, e há pouca evidência de que eles causaram o rápido derretimento catastrófico. Em terceiro lugar, a atividade vulcânica sob a Antártica Ocidental não se alterou significativamente nas últimas décadas, que foi quando as calotas começaram o seu derretimento galopante. Finalmente, uma super-erupção gigantesca seria necessária para derreter as milhas de gelo que ocultam os vulcões. 3. É TUDO UMA CONSPIRAÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL Quarenta anos de dados não importam para algumas pessoas que se opõem a 97 por cento dos cientistas que concordam que os humanos estão a causar o aquecimento global. As últimas descobertas da Antártica Ocidental são baseados em observações diretas de degelo dos glaciares e não modelos de computador ou projeções climáticas. O estudo conclui que seis das maiores calotas da Antártica Ocidental estão a encolher para vales profundos, sem sulcos ou montanhas para deter o ritmo rápido. ASSISTA O VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=0iP42NK9wYg 4. O CICLO DA TERRA POR SI SÓ ENTRARIA NOUTRA ERA GLACIAL Os cientistas do clima também concordam que a Terra tem, naturalmente, aquecido e resfriado ao longo da sua história. Estes ciclos têm-se repetido a cada 100 mil anos durante os últimos 900 mil anos. Se o padrão se manteve fiel, a Terra já poderia estar a caminhar para uma outra era do gelo, mas há um fator de confusão: os seres humanos. Gases de efeito de estufa, aerossóis (partículas de poluição no ar) e outras mudanças provocadas pelos seres humanos significam que o ciclo natural do clima não pode ser o mesmo que antes. Além disso, os níveis de dióxido de carbono estão a avançar em direção dos níveis gravados quando a Terra era muito mais quente, há cerca de 3 milhões de anos, antes dos humanos modernos evoluírem. A Terra não está a caminhar para uma era do gelo tão cedo. 5. O GELO ENCOLHE QUANDO DERRETE, SENDO QUE O NÍVEL DOS OCEANOS VAI BAIXAR O manto de gelo da Antártida fica em terra, não flutua no oceano. Na verdade, ele está molhando os pés no mar, mas a maior parte do gelo está em terra. As calotas da Antártida terminam em plataformas de gelo flutuante que se estendem até ao oceano. Assim, a grande maioria do gelo não está atualmente a deslocar a água e irá elevar o nível do mar quando derreter e fluir para dentro do oceano. Nota lateral Fascinante: O terreno na Antártica Ocidental já se está a levantar onde a cobertura de gelo recuou. Chamado rebote glacial, esse fenômeno ainda está a ocorrer na América do Norte, onde a terra está a recuperar do peso das camadas de gelo enormes que cobriam o continente durante a última era glacial. Fonte: Livescience

sexta-feira, 16 de maio de 2014

ANTÁRTIDA: ENORME COLAPSO DA CAMADA DE GELO DEIXA CIENTISTAS ALARMADOS COM O AUMENTO DO NÍVEL DO MAR

Esta foto sem data apostila fornecida pela Nasa mostra o Glacier Thwaites no oeste da Antártida. Dois novos estudos indicam que parte da enorme placa de gelo da Antártida Ocidental está começando um colapso lento de uma forma imparável. Alarmado cientistas dizem que significa ainda mais a elevação do nível do mar do que eles imaginaram. A enorme camada de gelo da Antártida Ocidental está começando um colapso é lento de uma forma imparável, dois novos estudos. Alarmado cientistas dizem que significa ainda mais a elevação do nível do mar do que eles imaginaram. Os resultados preocupantes não será visto em breve. Os cientistas estão falando de centenas de anos, mas durante esse tempo o derretimento que começou poderia eventualmente acrescentar 1,2-3,6 metros do nível do mar atual. Um estudo da NASA olhando para 40 anos de dados de satélite sobre o que os pesquisadores chamam de "o ponto fraco da Antártida Ocidental" mostra o derretimento está acontecendo mais rápido do que os cientistas haviam previsto, atravessando um limiar crítico que iniciou um processo de dominó semelhante solo, avião e. "Isso parece estar acontecendo rapidamente", disse o glaciologista da Universidade de Washington Ian Joughin, autor de um estudo. "Nós realmente estamos testemunhando os estágios iniciais." É provável que por causa do aquecimento global provocado pelo homem e o buraco de ozono, que mudaram os ventos da Antártida e aqueceu a água que corrói os pés do gelo, os pesquisadores disseram em entrevista coletiva NASA segunda-feira.
Um mapa é um mapa de sua alta resolução de plataforma de gelo desbaste de Thwaites Glacier. "O sistema está em uma espécie de reação em cadeia que é imparável", disse o glaciologista NASA Eric Rignot, principal autor do estudo da NASA na revista Geophysical Research Letters."Cada processo nesta reacção é a alimentação da próxima." Limitar as emissões de combustíveis fósseis para reduzir a mudança climática provavelmente não vai deter o derretimento mas pode diminuir a velocidade do problema, disse Rignot. Rignot, que também é um cientista da Universidade da Califórnia, Irvine, e outros cientistas disseram que a "linha de terra", o que poderia ser considerado uma barragem que impede o recuo dos glaciares tem sido essencialmente violada. A única coisa que poderia parar o retiro na região de baixa altitude é uma montanha ou colina e não há nenhuma. Outra maneira de pensar sobre isso é como o vinho que flui de uma garrafa uncorked horizontal, disse ele. Rignot olhou para seis geleiras da região, com concentração especial no glaciar Thwaites, do tamanho do Novo México e Arizona combinado. Thwaites está tão ligado às outras geleiras que ajuda a perda de gatilho em outro lugar, disse Joughin, cujo estudo foi divulgado segunda-feira pela revista Science. O estudo de Joughin utiliza simulações de computador e conclui "o colapso em estágio inicial já começou." Rignot, que usou dados que mostraram uma velocidade de até de derreter desde os anos 1990, disse que a palavra "colapso" pode implicar muito rápido uma perda, seria mais o início de um colapso em câmera lenta e "não podemos pará-lo." Vários especialistas externos na Antártida elogiou o trabalho e disse que eles também estavam preocupados. "É uma má notícia. É uma virada de jogo ", disse Ted Scambos, cientista chefe do Snow and Ice Centro Nacional de Dados, que não fazia parte de nenhum dos estudos. "Pensávamos que tínhamos um tempo para esperar e ver. Começamos por um processo que sempre disse foi a maior preocupação e maior risco de Antártica Ocidental. " O estudo Rignot vê, eventualmente, 1,2 metros de elevação do nível do mar a partir da fusão. Mas poderia desencadear vizinha perda camada de gelo que poderia significar um total de 3,6 metros de elevação do nível do mar, o estudo na revista Science, disse, e Rignot concordou. Os recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas não incluem derretimento da Antártida Ocidental ou Greenland em suas projeções e isso significaria aumento muito mais do nível do mar, disse Sridhar Anandakrishnan, professor de geociências na Universidade Estadual da Pensilvânia.Isso significa que o aumento do nível do mar até o ano de 2100 é provável que seja cerca de três metros, disse ele. Mesmo quando a camada de gelo da Antártida Ocidental está derretendo, o bem maior camada de gelo do leste da Antártida parece estável porque é mais frio, disse Scambos. Estudos de mudanças climáticas mostram a Antártida é um continente complexo na forma como ela reage. Por exemplo, no mês passado níveis de gelo do mar da Antártida - e não o gelo no continente - atingiu um recorde em quão longe eles estendida. Isso tem pouca ou nenhuma relação com a camada de gelo mais fundamental maior, Scambos e outros cientistas dizem. Fonte: http://news.nationalpost.com/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

VÓRTEX DO TEMPO APARECE SOBRE ANTÁRTIDA

Notícias perturbadoras estão vazando do continente gigante na parte inferior do mundo. Alguns cientistas tripulantes em postos solitários sob a aurora a deriva e mudança estão quase paralisados de medo. Seus relatórios truncados estão sendo revistos por superiores atônitos de volta nos países de origem. Pesquisadores russos postados perto do gigante lado polar sub-glacial o Lago Vostok relataram anomalias estranhas e incidentes ao longo dos últimos anos que, por vezes, parecem beirar a borda desgastada da pasma loucura. SETOR DE ANOMALIAS EM RERUPÇÃO
Estrutura artificial encontrada em dois quilômetros de gelo. Durante abril de 2001 um dos grandes segredos do mundo foi revelado: uma estrutura antiga ou aparelho que estava a milhas envolto sob o gelo rígido da Antártica foi detectada por um satélite espião itinerante. Os militares dos EUA imediatamente transferiram para anular os relatórios e os meios de comunicação tradicionais devidamente cumpridores. Apesar do blecaute de notícias, relatórios ainda vem a tona de que um projeto de escavação secreta tinha começado na esteira da descoberta. Alguns países europeus protestaram formalmente a escavação pelos militares dos EUA. ESCAVAÇÃO PROFUNDA NO GELO...O QUE ESTÁ LÁ EMBAIXO? "Se é algo que os militares dos EUA construíram lá, então eles estão violando o internacional do Tratado da Antártica", disse um assessor de Nicole Fontaine, na época em que era presidente francês do Parlamento Europeu. "Se não, então é algo que é pelo menos 12.000 anos, que é como gelo longo cobriu a Antártica. Isso tornaria a mais antiga estrutura feita pelo homem no planeta.” O Pentágono deve atender as chamadas do Congresso e liberação de tudo o que está escondendo. " O governo federal e o Pentágono ignoraram os pedidos.
ALTA TECNOLOGIA E ACONTECIMENTOS ESTRANHOS
INCRÍVEL BROCA SUBTERRENE DA FORÇA AÉREA DOS EUA Logo depois, alguns observadores militares observaram que dispositivos robóticos estavam sendo enviados para o Pólo Sul e especulação surgiu sobre a crença de alguns de que a Força Aérea tinha transportado a sua gigantesca máquina de propulsão nuclear de túnel , o Subterrene, em um C5-A a uma base em secreta na Antártica. O Subterrene é um recipiente cilíndrico que se diz aberto com uma tripulação de quatro a seis e que é capaz de viagens subterrâneas e foi submetida a testes em Nevada, Colorado e Novo México. Projetado para perfurar estratos de rochas duras, perfurando o gelo seria como um corte a laser através de um marshmallow. BROCA DE TERRA: COM UM CORTE A LASER ATRAVÉS DE UM MARSHMALLOW Na sequência dos acontecimentos frenéticos, no início de 2001, a notícia de uma emergência médica misteriosa que forçou uma evacuação do pessoal não identificado durante as profundezas do inverno antártico no primeiro evento do gênero durante a temporada de inverno perigosa do pólo sul. Pouco depois que a região foi abalada por um terremoto incomum. Sismólogos localizaram o tremor no epicentro da estrutura enterrada na Antártida Oriental. Ainda assim os militares resistiram em fazer qualquer comentário. Uma anomalia magnética formou-se , se intensificou e se espalhou para os arredores da base Vostok russa. Pesquisadores russos ficaram chocados e perplexos. Enquanto isso, o aeródromo militar americano zumbia com a atividade como vôos iam e vinham em um ritmo vertiginoso. Máquinas, algumas eram pesadas. Bastante exótico, apareceu na folha sombria de gelo da Antártica. E relatos não confirmados alegam que a broca de propulsão nuclear de terra do Subterrene teria chegado. SUBTERRENE ENVIADA PARA EXPLORAR MÁQUINA PRÉ-HISTÓRICA ALIEN? Finalmente, os meios de comunicação americanos e europeus estavam pressionando por difíceis respostas convincentes quanto ao 9-11 que ocorreu e os EUA estavam de repente sob ataque terrorista. Mídias nacionais e internacionais foram imediatamente transferidos da Antártica para Nova York e Washington, DC Os acontecimentos misteriosos na Antártica foram esquecidos. 2002: UMA EQUIPE DE TV DESAPARECE A equipe de filmagens da TV Califórnia na Antártica desapareceu em novembro de 2002. Supostamente, um vídeo descoberto entre os efeitos das tripulações pessoais por um equipe SEAL especial de resgate Marinha dos EUA encarregada de encontrar os cineastas confirmou relatos anteriores de um artefato enorme enterrado sob a máquina de gelo, um pré-histórico que pode ser de origem alienígena. "O governo dos EUA disse que vai tentar bloquear a exibição de um vídeo encontrado por equipes de resgate da Marinha na Antártica que supostamente revela que uma escavação massiva arqueológica está em andamento a duas milhas abaixo do gelo", afirmou um comunicado de imprensa que apareceu brevemente no site da produção do estúdio . VÓRTICE DE TEMPO IRROMPE Como um evento bizarro seguido de outro, uma equipe de cientistas dos Estados Unidos e do Reino Unido acidentalmente depararam com uma descoberta entorpecente.Enquanto trabalhava em um projeto conjunto em pesquisa de tempo , a equipe testemunhou a criação de um vórtice de tempo. A Física Mariann McLein dos EUA supostamente testemunhou que ela e seus colegas tomaram conhecimento de uma "névoa cinza em fiação" no céu sobre suas cabeças. Eles inicialmente não deram bola ao fenômeno como meramente parte de uma tempestade aleatória polar. O vórtex em espiral, no entanto, não se dispersou. Mais estranho ainda, apesar de rajadas de vento e as nuvens que se deslocam rapidamente aéreas, a névoa cinza em fiação estranhamente permaneceu estacionária. ANOMALIA MAGNÉTICA INTENSA
Decidido a explorar o estranho fenômeno, o grupo levou um de seus balões meteorológicos e anexado a um instrumento meteorológico para que temperatura calibrada, pressão barométrica, umidade, velocidade do vento e um cronômetro científica pudesse gravar os fenômenos. Depois ligaram um cabo ao balão, e garantir a outra extremidade a um guincho, e o lançaram. O balão e um pacote de instrumento subiram para e foram imediatamente sugados pela goela escancarada do turbilhão vórtex. Os instrumentos desapareceram no Túnel e ao passar de vários minutos, eles decidiram recuperar o balão. Apesar de alguma dificuldade com o guincho que conseguiu trazer o balão de volta para a Terra se verificou os instrumentos. McLein afirmou que todos estavam atordoados com a leitura no cronômetro. É exibia algumas décadas de data no passado: referente a 27 de janeiro de 1965. McLein afirmou que o experimento foi repetido várias vezes com o mesmo resultado. Após isso, disse ela, todo o episódio foi relatado à inteligência militar e passado para a Casa Branca.
Presumivelmente, o vórtice estranho um fenômeno de um túnel altamente magnético para o código-passado foi nomeado como o Portal do Tempo pela inteligência militar. Túnel do tempo magnético para o passado? Como o fenômeno foi gerado na mesma vizinhança geral, como a descoberta do aparelho gigante de profundidade sob o gelo, pensa-se os dois podem ser relatados. Se realmente um vórtice magnético no tempo está aparecendo e desaparecendo sobre a Antártica e se o fenômeno não é natural, mas gerado por alguma tecnologia desconhecida nas profundezas sob a calota polar pode revelar a física do tempo e poderia permitir o controle do passado e, por implicação o futuro.Se, não é de admirar os militares estarem tão intensamente interessado e assim fechando a boca sobre o assunto. Fonte: http://beforeitsnews.com/

sábado, 22 de março de 2014

OS 6 GRANDES MISTÉRIOS DA ANTÁRTIDA

Há pouco mais de cem anos, dois grupos de exploradores partiram em uma expedição com um objetivo comum: serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul na história da humanidade. Roald Amundsen, da Noruega, liderou o grupo que chegou primeiro, a 14 de dezembro de 1911, abrindo os olhos da comunidade científica para os mistérios da Antártida. Muitos desses segredos, no entanto, continuam ocultos mesmo depois de um século de pesquisas. O continente gelado influencia o resto do mundo muito mais do que pensávamos, motivo pelo qual os cientistas encaram a compreensão da Antártida como um grande desafio. 6 – O QUE ESTÁ OCULTO NO GELO Acima da superfície da Antártida, que ocupa uma área superior a 14 milhões de quilômetros quadrados (equivalente a mais do que um Brasil e meio), dorme uma camada de gelo que chega a ter 4 quilômetros (km) de espessura em alguns pontos. Isso faz com que o continente armazene 70% da água não salgada do planeta. A profundidade da camada foi descoberta, ao longo do tempo, por meios tanto rudimentares (explosões com dinamite para verificar a altura do gelo) quanto modernos (sistemas de radares modernos). Já se descobriu sob a superfície de gelo, por exemplo, um complexo conjunto de lagos que influencia na direção em que se movimentam as calotas polares. 5 – O QUE EXISTE ABAIXO DA CAMADA SUPERFICIAL Abaixo desta espessa camada, a Antártida esconde um segredo fantástico: a Cordilheira de Gamburtsev. Exploradores soviéticos descobriram, nos anos 50, uma cadeia de montanhas comparável ao tamanho dos Alpes, na Europa, mas soterrada por gelo. Ainda se discute a idade dessa cordilheira. Até pouco tempo, estimava-se que teria quase um bilhão de anos, o que é impressionante do ponto de vista geológico: quase nenhuma cadeia de montanhas dura tanto tempo assim. Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 bilhões de anos. De qualquer maneira, ainda há muito o que se descobrir sobre a Cordilheira. 4 – LAGOS SUBGLACIAIS Quando o calor proveniente do núcleo da Terra derrete a parte mais baixa da camada de gelo da Antártida, criam-se fenômenos naturais interessantes: grandes lagos subglaciais. Este ecossistema é quase totalmente desconhecido da humanidade, e cientistas estimam que tais lagos sejam abrigo de formas de vida nunca vistas antes. Por esse motivo, duas estações de pesquisa (uma russa e outra britânica), instaladas no meio do continente, preparam projetos para coletar amostras da água desses lagos (Lagos Vostok e Ellsworth, respectivamente), o que deve acontecer já no ano que vem. 3 – FORMAS DE VIDA NO GELO O gelo da Antártida pode ser berço, conforme estimam os pesquisadores, de uma ampla variedade de microorganismos. Já se sabe que existem bactérias na superfície do continente (embora em quantidades reduzidas; cerca de 300 células em um milímetro de gelo, pouco quando comparadas às cem mil na água do mar), mas elas estão alojadas em pequenos depósitos de água que oferecem nutrientes. Amostras de gelo com 420 mil anos de idade, tiradas de profundidades superiores a 2 km, foram analisadas em laboratório por cientistas americanos. Descobriu-se que ali havia bactérias ainda vivas, o que impressionou os pesquisadores. Mas será que existem realmente ecossistemas complexos vivendo nessa camada? Ou essas bactérias isoladas foram apenas conservadas pela temperatura baixa? É uma questão que permanece sem resposta. 2 – O MAR EM VOLTA DO CONTINENTE A vida marinha que existe no oceano que circunda a Antártida é totalmente diferente de qualquer outro mar do planeta. Alguns animais que habitam essas águas (tais como certas espécies de aranha-do-mar, do tamanho de um prato de cozinha) são encontrados apenas por lá, enquanto animais comuns em todos os outros oceanos não marcam presença nos mares antárticos. Para sobreviver em águas de temperaturas tão baixas, o corpo de alguns animais produz uma espécie de substância anticongelante. E esta é apenas uma entre várias adaptações nos organismos existentes nestes mares, a maioria dos quais os cientistas ainda não conhecem muito bem. 1 – ATÉ QUE PONTO O GELO ESTÁ DERRETENDO? Não é mais novidade a quantidade de discussões entre especialistas sobre o volume das calotas polares da Antártida, e se elas estão de fato diminuindo. Essa questão tem recebido atenção especial há mais de vinte anos. Pesquisadores têm entrado em comum acordo quanto a um ponto: o derretimento do gelo na Antártida afeta realmente o nível dos oceanos pelo planeta. Um cientista americano, Robert Bindschadler, explica que boa parte da base da superfície de gelo fica abaixo do nível do mar, ou seja, nem tudo fica em “terra firme”. Isso torna as calotas polares vulneráveis, segundo ele. A interação entre a superfície de gelo e o oceano que o circunda tem sido muito estudada pelos especialistas, que consideram muitos fatores perigosos. O aumento do nível do mar é consequência direta do enfraquecimento das geleiras, que depositam quantidades enormes de água no mar. Se todo o gelo da porção ocidental da Antártida derretesse, cientistas estimam que o nível do mar da Terra subiria em cerca de 5 metros. FONTE: LiveScience

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

RÁPIDO AQUECIMENTO DA ANTÁRTIDA PODE ACELERAR ELEVAÇÃO DO MAR

Rápido aquecimento da Antártida pode acelerar elevação do mar A Antártida Ocidental está se aquecendo quase duas vezes mais rápido do que se acreditava anteriormente, um fato que aumenta os temores de um degelo que elevaria o nível do mar de São Francisco, nos Estados Unidos, a Xangai, na China, de acordo com um estudo divulgado neste domingo. As temperaturas médias anuais na estação de pesquisa de Byrd, na Antártida Ocidental, subiram 2,4 graus Celsius desde os anos 1950, uma das altas mais velozes no planeta e três vezes a média mundial de mudanças climáticas, apontou a pesquisa. O grande e inesperado impulso no aquecimento provoca um maior temor de que a camada de gelo possa ser vulnerável ao descongelamento. A Antártida Ocidental tem gelo suficiente para elevar o nível dos oceanos em pelo menos 3,3 m se toda ela se derreter, num processo que poderia levar séculos. "A parte ocidental da camada de gelo está experimentando quase duas vezes o aquecimento que se imaginava que iria ocorrer", afirmou a Universidade Estadual de Ohio em uma nota sobre o estudo liderado pelo professor de Geografia David Bromwich. O aquecimento "levanta novas preocupações sobre a futura contribuição da Antártida para o aumento do nível do mar", diz o comunicado. Temperaturas mais altas do verão provocam o risco de derretimento da superfície de gelo e neve, embora a maior parte da Antártida fique congelada ao longo de todo o ano. Países de baixa altitude, como Bangladesh e Tuvalu são especialmente vulneráveis à elevação do nível do mar, como são as cidades costeiras, de Londres a Buenos Aires. O nível do mar subiu cerca de 20 cm no século passado. O painel de especialistas em clima das Nações Unidas estima que o nível do mar vá aumentar entre 18 e 59 cm neste século, e que a elevação poderá ser ainda maior se o degelo da Groenlândia e da Antártida se acelerar em decorrência do aquecimento global causado pelas atividades humanas. Fonte: http://noticias.terra.com.br/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

AQUECIMENTO DOS MARES DERRETEU 55% DO GELO DA ANTÁRTIDA EM 5 ANOS

O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, revelou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados. Este primeiro estudo realizado sobre as plataformas de gelo em torno da Antártida revela que o derretimento de sua base respondeu por 55% da perda total de sua massa de 2003 a 2008, um volume muito mais importante do que o previamente calculado. PERDA DE GELEIRAS AJUDA A SUBIR O NÍVEL DOS MARES "É como se um pequeno balde tivesse um enorme buraco no fundo: não vai durar por muito tempo, apenas um século ou dois, mas enquanto há gelo nos glaciares, ele será um dos principais contribuintes para o aumento do nível do mar", disse Pfeffer, glaciologista no Instituto de CU-Boulder de pesquisa ártica e alpina. Na imagem, água derretida é acumulada na geleira Columbia, no Alaska, em julho de 2008. A Antártida contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escoamento das geleiras para o oceano. Determinar como elas derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos mares. Segundo os cientistas, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártida. Para esta pesquisa, publicada na edição da revista Science desta sexta-feira (14), os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs. "O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártica é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, no Oeste dos Estados Unidos, principal autor do trabalho. "Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante", afirmou. Fonte: http://noticias.uol.com.br