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sábado, 13 de agosto de 2016
O AUMENTO DAS TEMPERATURAS MARINHAS ESTÁ DESTRUINDO FLORESTAS DE ALGAS AUSTRALIANAS RAPIDAMENTE
O aumento das temperaturas do mar ao longo da costa da Austrália levou a enorme deterioração das florestas de algas marinhas, segundo a New Scientist. Em um estudo publicado na Science desta semana, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental em Perth encontraram uma correlação entre o aumento das temperaturas no Oceano Índico e as mudanças nas populações de algas. No ano passado, os pesquisadores não encontraram sinais de recuperação de algas marinhas na área após a onda de calor recorde de 2011.
De acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a alga marinha requer temperaturas entre 5 e 20 graus Celsius para sobreviver. Em 2011, as temperaturas ao nível da superfície do mar ao largo da costa da Austrália Ocidental atingiu mais de 2 graus Celsius acima da média. Cerca de 90% das florestas de algas da Austrália foram destruídas entre 2010 e 2013, de acordo com o The Guardian. Como o New Scientist destaca, é a maior e mais rápida perda de grande parte das florestas de algas já documentada.
Essas florestas fornecem oxigênio e um habitat para a vida marinha, e conforme as temperaturas sobem, as algas continuarão a recuarem para o sul. Peixes tropicais e recifes de coral que se saem melhor em águas mais quentes vão assumir os locais antigos das florestas de algas marinhas, relata o New Scientist.
“Foi um choque ao voltar a esses locais de mergulho e, de repente perceber, ‘Wow – isso está completamente diferente'”, r disse o pesquisador-chefe Thomas Wernberg ao New Scientist . “Quando fomos até as regiões do norte e vimos que tudo estava acabado, isso foi devastador.”
FONTE: curioso.blog.br/post/aumento-temperaturas-marinhas-destruindo-florestas-algas-australianas-rapidamente/
domingo, 11 de janeiro de 2015
TEMPERATURAS E DEGELO AUMENTAM NO ÁRTICO À MEDIDA QUE PLANETA ESQUENTA
Temperaturas recorde no Alasca, cobertura de neve abaixo da média no Ártico e degelo excessivo no verão da Groenlândia foram observados este ano por cientistas, despertando novas preocupações sobre o aquecimento global.
O Arctic Report Card, desenvolvido por 63 cientistas em 13 países e atualizado a cada ano desde 2006, foi na reunião da União Geofísica Americana, em São Francisco (Califórnia, EUA).
O relatório constatou que o Ártico continua esquentando numa taxa duas vezes maior do que em baixas altitudes, indicando a permanência de uma tendência conhecida como Arctic Amplification.
“Não podemos esperar recordes todos os anos. As constantes mudanças na região não precisam ser espetaculares, disse o autor principal Martin Jeffries, consultor científico do Ártico e oficial do programa pelo Arctic and Global Prediction no escritório de Pesquisa Naval no Condado de Arlington, na Virgínia, Estados Unidos.
A temperatura do ar continua esquentando em comparação à média dos últimos 30 anos, o que é importante porque essas temperaturas agem como indicadores e responsáveis pelas mudanças regionais e globais, alterando os habitats de ursos polares que lutam pela sobrevivência com o gradativo desaparecimento de oceanos congelados.
“A mudança climática está causando um efeito desproporcional no Ártico. Nos últimos 30 anos, a região vem se tornando mais verde, quente e acessível a embarcações, extração energética e pesca”, disse Craig McLean, administrador assistente no National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA, na sigla em inglês).
“Essas transformações, causadas pelas emissões de gases do efeito estufa, estão trazendo enormes desafios”, prosseguiu.
Variáveis naturais - Houve algumas melhoras significativas, inclusive um ligeiro espessamento do gelo no Ártico e o registro de apenas a sexta menor quantidade de mares congelados desde as observações de satélite iniciadas em 1979.
No entanto, cientistas informaram que estudos em curso verificaram que as diferenças regionais das temperaturas do ar ao longo do tempo ocorrem muitas vezes “devido a variáveis aleatórias naturais”.
O relatório abrange um período entre outubro de 2013 e setembro de 2014. Nesse intervalo de tempo, houve temperaturas extremas de frio no leste da América do Norte e região central da Rússia, juntamente com o ar excepcionalmente quente no Alasca e norte da Europa.
“O Alasca registrou anomalias em sua temperatura, que foi 10º C mais alta do que a média de janeiro”, afirma.
A cobertura de neve no Ártico durante a primavera foi abaixo das médias entre 1981 e 2010, e novos mínimos históricos foram observados em abril na Eurásia.
Já na América do Norte, a cobertura em junho foi a terceira mais baixa registrada, quando “a neve desapareceu três ou quatro semanas antes que o normal na Rússia Ocidental, Escandinávia, sub-ártico canadense e Alasca Ocidental devido a um acúmulo abaixo da média e acima das temperaturas normais da primavera”.
Apesar de um sutil aumento na espessura do gelo no Ártico em comparação com 2013, ainda “há uma quantidade muito menor do gelo mais antigo, mais espesso (com mais de 4 metros) e mais resiliente do que 1988″.
Naquela época, o gelo mais antigo compunha até 26% do bloco de gelo; agora, compõe apenas 10%.
As temperaturas da superfície do mar em todo o Ártico aumentaram especialmente no Mar de Chukchi, a noroeste do Alasca, onde as temperaturas estão aumentando a um ritmo de 0,5° C por década.
Na maior parte do verão, o derretimento da camada de gelo ao longo da Groenlândia foi acima da média, embora sua massa total tenha permanecido inalterada entre 2013 e 2014.
Conforme o gelo derrete, a sua capacidade de refletir a luz solar enfraquece, o que leva a uma perda ainda maior de gelo.
O gelo na Groenlândia neste verão foi o segundo mais escuro desde o ano 2000 e agosto estabeleceu uma nova baixa de reflexibilidade.
Fonte: http://zip.net/bdqtG0
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
AUMENTO DE MANEQUIM INDICA RISCO MAIS ALTO DE CÂNCER
Precisar vestir saias com numeração cada vez maior ao longo da vida pode ser um sinal de alerta para risco de câncer, de acordo com uma pesquisa do University College London.
O estudo apontou que mulheres que subiram um tamanho de saia a cada década após os 20 anos tinham um risco 33% maior de ter câncer de mama após a menopausa.
Entretanto, especialistas apontaram limitações na metodologia do estudo, como se basear na memória das mulheres para lembrar seus tamanhos de saia aos 20 anos de idade e não considerar mudanças na padronização dos tamanhos de roupas ao longo das décadas.
Observar o tamanho da saia a partir dos 20 anos pode ser uma maneira simples de controlar o ganho de peso, disseram os pesquisadores à publicação científica BMJ Open.
A obesidade, especialmente a gordura na barriga, é um conhecido fator de risco para o câncer.
"Se o tamanho da saia puder ser confirmado por outros como um bom indicador do risco de câncer de mama em mulheres mais velhas, seria uma maneira muito simples e fácil de monitorar o ganho de peso", disse à BBC a pesquisadora Usha Menon, do Departamento de Câncer de Mulheres.
Estilo de vida
O estudo acompanhou mais de 90 mil mulheres de 50 a 60 anos que vivem na Inglaterra. Durante os três anos do período de acompanhamento, 1.090 delas desenvolveram câncer de mama. Cada aumento de uma unidade no tamanho britânico de saia a cada dez anos (por exemplo, passar de 12 para 14, ou, no Brasil, de 38 para 40) a partir dos 25 anos até o período pós-menopausa estava associado a um risco de câncer de mama 33% maior, calcularam os pesquisadores. Subir dois tamanhos de saia no mesmo período representou um risco 77% maior, eles relataram. Comentando a pesquisa, Simon Vincent, da organização Breakthrough Breast Cancer, disse: "Nós sabemos que 40% dos cânceres de mama podem ser evitados por mudanças de estilo de vida, como realizar atividades físicas regulares e manter um peso saudável." "Este estudo destaca uma maneira fácil de controlar o seu ganho de peso ao longo do tempo. As mulheres são mais propensas a lembrar o tamanho da saia quando eram mais jovens do que seu IMC", acrescentou.Limitações
Porém, os pesquisadores disseram que o estudo tem algumas limitações - uma delas, o fato de ter se baseado na memória das mulheres para lembrar com precisão o tamanho da saia aos 20 anos de idade. Além disso, Tom Stansfield, do Cancer Research UK, aponta que os padrões de tamanhos de roupas mudaram ao longo dos anos. Juntos, estes dois fatores diminuem a confiabilidade do estudo, opinou o especialista. "As evidências indicam que as coisas mais importantes que você pode fazer para reduzir o risco de câncer de mama, especialmente após a menopausa, são manter um peso saudável, realizar atividades físicas e diminuir o consumo de álcool", disse Stansfield. "Manter um peso saudável é importante para ajudar a reduzir o risco de câncer de mama após a menopausa. Usar os tamanhos de saia para ajudar as mulheres a entender isso é interessante, mas saber se você está acima do peso é mais importante." FONTEs: BBC BRASIL // http://zip.net/bbpFSqquinta-feira, 18 de setembro de 2014
DIABETES PODE AUMENTAR O RISCO DE DEMÊNCIA EM 50%
Diabetes pode aumentar o risco de Alzheimer e outros tipos de demência em até 50%, aponta relatório anual sobre a doença divulgado nesta quarta-feira (17) pela ADI (Alzheimer's Disease International), organização internacional que reúne associações atuantes no tema. O informe, lançado por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado no próximo domingo, ressalta a importância do controle dos fatores de risco evitáveis, geralmente associados aos hábitos de vida. Isso porque, segundo o documento, não é apenas a genética, o envelhecimento e o nível de atividade intelectual que contribuem para o aparecimento da doença.
O relatório diz que "o controle da diabete e da hipertensão arterial, assim como medidas que promovam o fim do tabagismo e a redução do risco cardiovascular, têm potencial para reduzir o risco de demência". Coordenadora do ambulatório de demência moderada e avançada do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, Lilian Schafirovits Morillo explica que existem duas frentes de conexão entre diabetes e Alzheimer. "A frente direta é que existem receptores de glicose e insulina em áreas do cérebro responsáveis pela memória. O excesso de glicose e de insulina, decorrente da diabete, pode danificar essas regiões do cérebro", afirma. "De forma indireta, podemos dizer que a diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e o cigarro afetam as artérias do cérebro, o que piora um quadro de neurodegeneração."
Apesar da importância do controle desses fatores de risco, números apresentados no relatório mostram que a maioria da população não conhece a relação entre o Alzheimer e essas doenças. Apenas um quarto (25%) das pessoas associam a obesidade a um risco aumentado de demência. A relação entre atividade física e a redução do desenvolvimento do Alzheimer só é reconhecida por 23% das pessoas.
O controle da diabetes, hipertensão e outros fatores de risco é apontado pelo relatório e por especialistas como estratégia bem-sucedida dos países ricos na prevenção do Alzheimer. Segundo o documento, há evidências de que a incidência de demência parece estar caindo nos países mais desenvolvidos, enquanto sobe nos países de média e baixa renda, como o Brasil.
Para o conselheiro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Rubens de Fraga Júnior, isso acontece porque os países menos desenvolvidos não têm estrutura eficaz no controle das doenças crônicas que atuam como fatores de risco para o Alzheimer. "Essa relação entre os dois problemas deve nortear as políticas públicas. Assim como os países ricos já fazem, temos de focar a prevenção do Alzheimer no controle dos fatores de risco evitáveis."
FONTE: http://zip.net/btpBzg
terça-feira, 16 de setembro de 2014
BEBER REFRIGERANTE TODO DIA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA
Homens que consomem refrigerante ou outra bebida com adição de açúcar todos os dias têm um risco maior de desenvolver câncer de próstata do que aqueles que não ingerem esse tipo de bebida. Essa é a conclusão de um estudo publicado periódico American Journal of Clinical Nutrition. A pesquisa também concluiu que outros alimentos, como arroz e massa, também elevam essas chances.
O estudo, desenvolvido na Universidade de Lund, na Suécia, acompanhou mais de 8.000 homens de 45 a 73 anos de idade durante, em média, 15 anos. Nenhum participante tinha câncer de próstata quando a pesquisa começou e todos foram orientados a anotar minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram ao longo desse tempo. Segundo os resultados, aqueles que consumiam o equivalente a uma lata de 330 mililitros de refrigerante ou outra bebida com açúcar por dia apresentaram um risco 40% maior de desenvolver câncer de próstata avançado do que aqueles que nunca ingeriam a bebida.
A pesquisa também encontrou uma associação entre o risco da doença e o consumo de açúcar no café da manhã. O hábito, segundo o estudo, eleva em até 38% as chances de um câncer de próstata benigno. Além disso, segundo os resultados, essa chance foi 31% entre aqueles que seguiam uma alimentação rica em arroz e massas.
Para os autores do estudo, pesquisas como essa podem aprofundar os conhecimentos sobre como a dieta é capaz de influenciar no risco de determinadas doenças. Assim, um médico poderia recomendar hábitos alimentares específicos para cada pessoa de acordo com sua predisposição genética a certas doenças.
Fonte: Veja //blogdasaude.com.br/saude-do-homem-2/2012/12/05/beber-refrigerante-todo-dia-aumenta-o-risco-de-cancer-de-prostata/
segunda-feira, 7 de julho de 2014
BEBER MUITA CERVEJA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE ESTÔMAGO
Quem costuma abusar da cerveja tem um novo motivo para mudar seus hábitos. Cientistas descobriram que bebedores frequentes de cerveja têm mais chances de desenvolver câncer no estômago, principalmente se eles possuírem uma determinada variante genética.
Pessoas que bebem de duas a três cervejas por dia durante muitos anos possuem um risco 75% maior de câncer gástrico. Quem tem a variante de gene chamado rs1230025, mesmo não sendo bebedor contumaz, é 30% mais propenso a sofrer da doença em comparação com pessoas que bebem menos de uma cerveja diariamente, segundo o estudo.
“Por sua vez, quem é bebedor crônico de cerveja e ainda possui o rs1230025 corre um risco 700 vezes maior de desenvolver câncer de estômago em comparação com as pessoas sem a variação do gene que consomem menos de um drinque por dia”, afirma Eric Duell, epidemiologista do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, Espanha. A variação do gene é comum e está presente em cerca de 20% da população em geral, informa.
Vinho e licor não parecem trazer os mesmos riscos, lembra Duell.
“O câncer parece estar mais ligado ao álcool especificamente da cerveja”, diz. Isso pode ocorrer porque bebedores contumazes são mais propensos a exagerar na cerveja do que em outras bebidas alcoólicas.
Os resultados são correlacionados, ou seja, existe uma relação entre o ato de beber cerveja e o risco de câncer de estômago, mas não se chegou à conclusão de que um causou o outro ou se há outro fator desconhecido na história.
Duell e seus colegas analisaram o consumo de álcool de 521 mil pessoas entre 35 e 70 anos que faziam parte da Perspectiva de Investigação Europeia em Câncer e Nutrição entre os anos de 1992 e 1998. Os pesquisadores observaram se os participantes do estudo consumiam vinho, cerveja ou outras bebidas alcoólicas regularmente, bem como a localização e a severidade do câncer de estômago, se houvesse.
Descobriu-se que as pessoas que consumiam mais de 60 gramas de álcool (o equivalente a quatro ou cinco cervejas) por dia tinham um risco 65% maior de desenvolver a doença no período do estudo do que pessoas que consumiam regularmente de 0,1 a 4,9 gramas de álcool por dia (menos de uma cerveja).
Quando os pesquisadores observaram puramente o consumo de cerveja (em vez do consumo de álcool em geral), o risco de câncer foi ainda mais alto. O mesmo aconteceu no caso de quem bebia muito e ainda contava com a variante genética rs1230025.
O câncer de estômago causou 10.570 mortes nos Estados Unidos ano passado e geralmente atinge pessoas com 65 anos ou mais, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Uma em cada 114 pessoas serão diagnosticadas com o câncer em algum momento de sua vida.
Os pesquisadores não sabem ao certo porque só a cerveja parece aumentar o risco de câncer gástrico, e o vinho ou licor, não. Entretanto, eles acreditam que seja uma combinação de maior consumo de cerveja do que vinho ou licor, com uma substância cancerígena específica, que é produzidas quando a cerveja é metabolizada.
Quando o álcool é metabolizado no organismo, uma substância cancerígena conhecida como acetaldeído é produzida. A cerveja, em particular, também contém níveis de uma substância cancerígena animal chamada de N-nitrosodimetilamina (NDMA). A exposição prolongada tanto ao acetaldeído quanto ao NDMA, através do hábito diário de beber cerveja, pode desempenhar um papel no risco de câncer gástrico, Duell explica.
“Por causa destes riscos, as pessoas devem evitar o consumo pesado de álcool, embora o consumo de leve a moderado seja aceitável”, diz.
Em seguida, Duell e seus colegas esperam fazer pesquisas adicionais para encontrar mais variantes do gene que pode ter um efeito sobre o risco de câncer de estômago.
FONTE:LiveScience.com/13555-heavy-beer-drinkers-gastric-cancer-risk.html
O CONSUMO DE ÁLCOOL AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA
O consumo de álcool é um fator de risco estabelecido para câncer de mama em geral. Porém, um novo estudo descobriu que o álcool aumenta o risco de tumor lobular, mas não necessariamente tumor ductal. Ou seja, a relação entre consumo de álcool e risco de câncer de mama se aplica a alguns subtipos da doença.
Para entender como o álcool pode influenciar subtipos de câncer de mama, pesquisadores realizaram um estudo observacional, conduzido entre 1993 e 1998, que incluiu 87.724 mulheres com idade entre 50 e 79 anos, na pós-menopausa.
Os cientistas olharam particularmente para os seguintes dados de 2.944 mulheres que desenvolveram câncer de mama invasivo: subtipos de tumor e status hormonal, consumo de álcool, características demográficas e estilo de vida, história familiar de doenças e história reprodutiva.
As mulheres foram classificadas como as que nunca beberam, as que pararam de beber e as que bebiam atualmente. As que bebiam foram agrupadas em seis categorias de acordo com o número médio de bebidas por semana, desde menos de um drinque por semana até mais de 14 drinques por semana.
Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool é mais fortemente relacionado ao risco de tumor lobular do que de tumor ductal, e mais fortemente relacionado ao câncer de mama hormônio-receptor-positivo do que o câncer de mama hormônio-receptor-negativo. Esses resultados confirmam pesquisas anteriores com conclusões semelhantes. Os riscos observados não variam de acordo com o tipo de álcool consumido pelas mulheres.
Segundo os autores da pesquisa, as mulheres que bebiam uma ou mais doses de álcool por dia tiveram quase o dobro de risco de câncer de mama do tipo lobular, mas nenhum aumento no risco de câncer de mama do tipo ductal. Ainda segundo eles, é importante notar que o câncer ductal é muito mais comum do que o câncer lobular. Aproximadamente 70% de todos os cânceres de mama são ductais, sendo que cerca de 10 a 15% dos casos é lobular.
No câncer ductal, o tumor é nos dutos de leite e no câncer lobular, nos lóbulos produtores de leite.
FONTE: http://www.sciencedaily.com/releases/2010/08/100823162318.htm
segunda-feira, 30 de junho de 2014
A FALTA DE VITAMINA D AUMENTA O RISCO DE MORTE PREMATURA
Uma análise recente descobriu que pessoas que possuem níveis baixos de vitamina D no sangue estão mais propensas a morrer mais cedo que as que têm níveis normais da vitamina.
Estudos anteriores tinham sugerido uma associação entre níveis baixos dessa vitamina e um risco mais alto de câncer de mama e outros cânceres, além de doença arterial coronariana.
Ainda não existe um consenso geral sobre o que constitui um nível ideal de vitamina D. Todavia, para realizar a análise atual, os pesquisadores reuniram dados de 32 estudos e descobriram que o risco de morte prematura quase dobrou para pessoas com nível inferior a 9 nanogramas por mililitro em comparação com as pessoas com nível acima de 50. Os níveis superiores a 50 não produziram benefícios extras. O estudo foi publicado online no periódico The American Journal of Public Health.
Todos os estudos levaram em conta a idade e alguns incluíram outras variáveis, como índice de massa corporal, atividade física, raça, tabagismo, entre outras. Um dos estudos incluiu outros 17 fatores de risco e a associação entre níveis baixos de vitamina D e morte prematura persistiu.
As pessoas devem tomar suplementos para aumentar os níveis de vitamina D do sangue?
Para Cedric F. Garland, principal autor e professor de medicina preventiva e de família da Universidade da Califórnia, em San Diego, há poucos riscos em tomar suplementos de vitamina D, "desde que a pessoa mantenha os níveis inferiores a 200 nanogramas por mililitro de sangue".
FONTES: The New York Times/ http://zip.net/bgnQzS
segunda-feira, 9 de junho de 2014
CONHEÇA AS 10 MEDIDAS PARA AUMENTAR O HDL
O colesterol é uma substância gordurosa amplamente presente no nosso organismo e essencial para a formação das células, metabolização de vitaminas, produção de hormônios e diversas outras funções vitais.
Apesar de ser uma substância extremamente útil, quando em excesso, o colesterol pode depositar-se nas paredes dos vasos sanguíneos. Este processo chama-se aterosclerose e é um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, como AVC e infartos.
Em geral, pacientes com colesterol LDL elevado (colesterol ruim) e colesterol HDL baixo (colesterol bom) são aqueles com o maior risco de doenças cardiovasculares. Por isso, além da redução do colesterol LDL, o aumento do colesterol HDL é um dos objetivos do tratamento dos pacientes com problemas de colesterol. Infelizmente, ao contrário do LDL alto, que possui diversas opções de tratamento, o HDL baixo é mais difícil de ser corrigido.
Para que serve o colesterol HDL?
Assim como gotas de óleo não se dissolvem na água, o colesterol não consegue se misturar ao sangue se não estiver ligado a uma proteína especial chamada lipoproteína. As duas principais lipoproteínas do nosso organismo são o LDL, sigla para low-density lipoprotein, que em português significa lipoproteína de baixa densidade, e o HDL, sigla para high-density lipoprotein, que em português significa lipoproteína de alta densidade.
HDL
PAPEL DO LDL:
O LDL é uma lipoproteína que leva o colesterol produzido pelo fígado para o restante das células e tecidos do corpo. Se o seu organismo tem mais colesterol do que o necessário, o excesso continua circulando no sangue a procura de algum órgão que precise de mais colesterol para funcionar adequadamente. Com o tempo, o colesterol LDL circulante em excesso acaba se depositando sob as paredes dos vasos sanguíneos, acumulando-se em forma de placas de colesterol.
Conforme o depósito aumenta, a parede cresce e passa a estreitar a luz do vaso (parte oca de dentro, por onde o sangue circula) até ao ponto de bloquear o fluxo de sangue, causando isquemia dos órgãos nutridos por esse vaso tomado por placas de colesterol. É por isso que o colesterol LDL é muitas vezes referido como o colesterol mau ou colesterol ruim. Também é por isso que o excesso de colesterol LDL aumenta o risco de AVC e infartos.
IMPORTÂNCIA DO HDL
Já o HDL é uma lipoproteína que faz uma função oposta ao LDL. O HDL atua como um “catador” de colesterol, pegando o excesso circulante no sangue ou depositado nos vasos sanguíneos para levá-lo de volta ao fígado, onde ele será “desmontado”, adicionado à bile e eliminado pelas fezes.
Portanto, quanto maior forem os níveis de colesterol HDL, menor será o risco de formação de placas de colesterol nos vasos sanguíneos. Por isso, o HDL é considerado o colesterol bom ou colesterol saudável.
VALORES DESEJADOS DE HDL desejados de HDL:
Em geral, quanto maior for o HDL, melhor. A classificação do colesterol HDL conforme o seu nível sanguíneo é feita da seguinte forma:
HOMENS:
- HDL menor que 40 mg/dL – Valores abaixo do desejado.
- HDL entre 41 e 60 mg/dL – Valores normais.
- HDL maior que 60 mg/dL – Valores ideais.
MULHERES:
- HDL menor que 50 mg/dL – Valores abaixo do desejado.
- HDL entre 51 e 60 mg/dL – Valores normais.
- HDL maior que 60 mg/dL – Valores ideais.
POR QUE É TÃO DIFÍCIL ELEVAR O HDL?
Na grande maioria dos casos, o HDL baixo tem uma origem genética. O paciente tem HDL baixo porque o seu organismo produz pouco HDL naturalmente. Além disso, os valores podem ser ainda mais reduzidos por maus hábitos de vida, como má-alimentação, sedentarismo e tabagismo.
Portanto, o HDL baixo é um problema difícil de ser corrigido por 3 fatores:
- Ter uma origem genética o torna incorrigível de forma definitiva, pelo menos até o momento com o nosso atual conhecimento científico.
- O fato de não haver medicamentos desenvolvidos especificamente para aumentar os valores de HDL impede que o paciente possa aumentar os níveis desta lipoproteína apenas tomando um comprimido por dia, como acontece com aqueles que desejam reduzir o LDL. As drogas usadas para controlar o LDL costumam aumentar o HDL, mas elas não estão indicadas naqueles pacientes com LDL normal e HDL baixo.
- As únicas medidas eficazes são aquelas relacionadas a mudanças de hábitos de vida, o que boa parte das pessoas mostra-se muito resistente a fazer.
Como elevar o HDL?
O que vamos fornecer a seguir são 10 dicas de como elevar o colesterol HDL. Em geral, nenhuma das atitudes que serão explicadas provoca uma elevação grande do HDL de forma isolada. Para haver uma resposta relevante é preciso associar pelo menos 2 ou 3 das seguintes dicas.
1- EXERCÍCIOS AERÓBICOS
Exercícios aeróbicos freqüentes, isto é, pelo menos 20 a 30 minutos por 4 a 5 vezes por semana, podem aumentar o colesterol HDL em cerca de 5 a 10% em adultos sedentários. Quanto mais intensa e mais frequente for a atividade, melhor a resposta.
Exemplos de exercícios aeróbicos incluem caminhada, corrida, ciclismo, natação, jogar basquete, futebol ou qualquer outra atividade que aumente a sua frequência cardíaca de forma constante por no mínimo 30 minutos. Para ser efetivo, o coração precisa estar o tempo todo acelerado, dentro da faixa de queima calórica recomendada para a sua idade. Se você anda e para a toda hora, permitindo que o coração desacelere e volte ao nível de batimentos normais, isso não tem efeito algum.
Para aquelas pessoas com falta de tempo, 20 minutos de exercícios, pelo menos 3 vezes por semana, é o mínimo aceitável.
Se você já é uma pessoa fisicamente ativa (30 minutos, 5 vezes por semana) e mesmo assim tem o HDL baixo, aumentar a carga de exercícios não irá trazer maiores benefícios. É melhor focar em outras mudanças de hábito de vida.
2- PERDER PESO
Essa dica, obviamente, só serve para pessoas obesas ou com sobrepeso. Se você já é magro, ou seja, se tem um índice de massa corporal abaixo dos 25, perder peso irá ter pouca influência no seu HDL.
Porém, naquelas pessoas com IMC maior que 25 e, principalmente, naquelas com IMC maior que 35, cada quilo de peso perdido conta. Em média, para cada 2,5 kg emagrecidos, o HDL sobe 1 mg/dl. Portanto, uma pessoa com colesterol HDL de 35 mg/dl que consegue emagrecer de 100 kg para 75 kg, terá o seu colesterol HDL aumentado para cerca de 45 mg/dl.
3- PARAR DE FUMAR
Nas pessoas que têm HDL baixo e fumam, a interrupção do cigarro pode elevar os níveis de HDL em até 10%.
4- EVITAR O CONSUMO EXCESSIVO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS
Se por um lado o consumo moderado de álcool parece melhorar de forma relevante os níveis de HDL, se o paciente exagerar e tomar mais de 2 ou 3 doses de álcool por dia, o efeito da elevação do HDL é perdido e os risco cardiovascular torna-se maior.
Quem não bebe não deve começar a fazê-lo somente para aumentar o HDL, pois os riscos do consumo de álcool podem superar os benefícios de pequenas elevações do HDL.
5- CONSUMA GORDURAS MAIS SAUDÁVEIS
As gorduras mono e poliinsaturadas, presentes no azeite, azeitonas, óleo de canola, nozes, avelã, castanhas, amendoim, peixes ricos em omega 3, como o salmão, atum e sardinha, sementes de girassol, sementes de gergelim e abacate, são consideradas gorduras saudáveis, que ajudam a reduzir o LDL e a aumentar o HDL.
Por outro lado, gorduras saturadas ou gordura trans, presentes em fast-foods, doces, chocolate, manteiga, carne vermelha e vários produtos industrializados, são péssimas para a saúde, pois, entre outros efeitos, elevam o LDL e reduzem o HDL.
6- CONSUMA FIBRAS
O consumo diário de alimentos ricos em fibras, como farelo de aveia, legumes, frutas e verduras ajudam a reduzir o colesterol LDL e a elevar o colesterol HDL.
7- EVITE CONSUMIR CARBOIDRATOS EM EXCESSO
O consumo excessivo de carboidratos eleva os níveis de triglicerídeos e reduzem os de HDL. Doces, refrigerantes, massas, pão etc, se consumidos com elevada frequência podem agravar os valores do seu HDL. Dê preferência para pão, cereais e massas integrais, sucos naturais e chocolate negro, com mais de 70% de cacau.
Frutas têm carga glicêmica baixa e não são problemas. As frutas de cor avermelhada ou arroxeada parecem ter os melhores efeitos sobre o HDL. Exemplos são amora, uvas, cereja, cramberry, etc.
8- EVITE MEDICAMENTOS QUE REDUZAM O HDL
Alguma medicamentos amplamente usados pela população podem provocar reduções dos níveis de HDL. Anti-hipertensivos da classe dos beta-bloqueadores, como atenolol, propranolol e bisoprolol são um exemplo. Outro exemplo são os ansiolíticos do grupo benzodiazepinas, como diazepam, midazolam, bromazepam e alprazolam.
Esteroides anabolizantes ou qualquer outra droga que contenha androgênios ou seus precursores também colaboram para redução do HDL.
9- MARGARINAS RICAS EM FITOSTERÓIS
Existem no mercado margarinas especiais com esteróis vegetais (fitosteróis) que ajudam a baixar os níveis de colesterol LDL e elevar os níveis de HDL. As duas marcas mais famosas são Becel pro-activ® e Benecol®. Atenção, não é qualquer margarina que serve. Se elas não forem enriquecidas com fitosteróis, o resultado é o oposto do desejado.
10- MEDICAMENTOS QUE AUMENTAM O HDL
A maioria das drogas usadas no tratamento do LDL e dos triglicerídeos também atuam elevando o HDL. OS mais efetivos são a niacina e o genfibrozil. Estatina, como a rosuvastatina conseguem elevar o HDL em até 10%.
É importante destacar que nenhum estudo até o momento conseguiu comprovar benefícios do uso de drogas exclusivamente para elevar o HDL. Se o paciente não tem LDL ou triglicerídeos elevados, não há indicação de prescrever medicamentos somente com o intuito de elevar o HDL.
A reposição de estrogênio após a menopausa ajuda a elevar o HDL.
A reposição de cálcio e vitamina D parecem ajudar a reduzir o HDL, mas os estudos têm mostrado resultados conflitantes, não havendo, portanto, um consenso sobre o assunto.
FONTE:http://www.mdsaude.com/2014/06/aumentar-hdl.html#ixzz34BUpZesS
sexta-feira, 23 de maio de 2014
AUMENTO DO NÍVEL DOS MARES AMEAÇA LOCAIS HISTÓRICOS DOS EUA
A elevação do nível dos mares, provocada pelo derretimento do gelo polar devido ao aquecimento global, ameaça vários lugares históricos dos Estados Unidos, como a Estátua da Liberdade e o Centro Espacial Kennedy, alertou um relatório divulgado nesta terça-feira (20).
"Podemos quase recontar a história dos Estados Unidos através destes lugares", afirmou Adam Markham, pesquisador da organização privada União dos Cientistas Preocupados (UCS, na sigla em inglês), co-autor do informe "National Landmarks at Risk" (Locais Históricos Nacionais em Risco, em tradução literal).
O relatório aponta 30 tesouros nacionais americanos ameaçados pelas águas, mas também por incêndios no oeste dos Estados Unidos, onde estes incidentes têm sido cada vez mais frequentes devido a secas que climatologistas associam ao aquecimento global.
Além da Estátua da Liberdade e do Centro Espacial Kennedy, de onde partiram os primeiros homens a pisar na Lua, o documento citou Jamestown, na Virgínia, onde foi fundada a primeira colônia britânica no continente americano e que "será, provavelmente, submersa pela elevação do oceano até o fim do século", antecipou o UCS.
"O Forte Monroe, na Virgínia, que teve um papel crucial durante a Guerra da Secessão, será uma ilha daqui a 70 anos", acrescentou Adam Markham, destacando, ainda, que "o Castelo de São Marcos, em Saint Augustine, na Flórida, é muito vulnerável". Esse é o mais antigo forte construído nos Estados Unidos.
O castelo de São Marcos enfrenta riscos crescentes de inundação e, sem que proteções sejam erguidas, será completamente cercado pelas águas porque, segundo projeções da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), o nível do oceano Atlântico deve aumentar 91 centímetros até 2100, em uma estimativa conservadora.
Muitas estruturas da Nasa ameaçadas
O aumento do nível dos mares e a ameaça de tempestades mais violentas também deixam em risco o centro histórico de Anápolis, em Maryland; o de Charleston, na Carolina do Sul; e o de Boston em Massachusetts, advertiram os autores do relatório, segundo o qual muitos outros tesouros arqueológicos no resto do mundo também estão vulneráveis.
A Sociedade Americana de Arqueologia (SAA), que tem a missão de preservar as riquezas arqueológicas em todo o mundo, também publicou um comunicado nesta terça pedindo grande atenção para a preservação desses locais.
A Nasa avalia como as mudanças climáticas afetam o Centro Espacial Kennedy e muitos outros locais também ameaçados, e elabora planos para se proteger. Cinco dos sete principais centros da agência espacial americana estão situados ao longo da costa, já que a proximidade da água necessária para o lançamento de veículos espaciais fora de zonas habitadas.
Muitos desses centros já sofreram importantes prejuízos com a elevação dos mares, a erosão costeira e os furacões, acrescentou o informe.
"Segundo o escritório de planejamento e desenvolvimento da Nasa, a elevação do nível dos oceanos é a maior ameaça à continuidade das operações do Centro Espacial Kennedy", indicou o relatório da UCS.
Para conter as mudanças climáticas e ganhar tempo para melhor preservar todos os locais ameaçados, é indispensável reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa derivado das atividades humanas, insistiram os autores.
De acordo com o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), limitar o aquecimento do clima a 2°C com base na era pré-industrial ainda é possível, mas exige uma ação rápida para reduzir as emissões de CO2 de 40% a 70% até 2050.
"Reduzir as emissões de carbono de forma significativa e rapidamente pode retardar o ritmo de elevação do nível dos oceanos, além de limitar o aumento das temperaturas terrestres e a extensão da temporada de incêndios", insistiu Angela Anderson, diretora de programas para o clima e energia da UCS.
Leia mais em: http://zip.net/blnqF5
sexta-feira, 16 de maio de 2014
ANTÁRTIDA: ENORME COLAPSO DA CAMADA DE GELO DEIXA CIENTISTAS ALARMADOS COM O AUMENTO DO NÍVEL DO MAR
Esta foto sem data apostila fornecida pela Nasa mostra o Glacier Thwaites no oeste da Antártida. Dois novos estudos indicam que parte da enorme placa de gelo da Antártida Ocidental está começando um colapso lento de uma forma imparável. Alarmado cientistas dizem que significa ainda mais a elevação do nível do mar do que eles imaginaram.
A enorme camada de gelo da Antártida Ocidental está começando um colapso é lento de uma forma imparável, dois novos estudos. Alarmado cientistas dizem que significa ainda mais a elevação do nível do mar do que eles imaginaram.
Os resultados preocupantes não será visto em breve. Os cientistas estão falando de centenas de anos, mas durante esse tempo o derretimento que começou poderia eventualmente acrescentar 1,2-3,6 metros do nível do mar atual.
Um estudo da NASA olhando para 40 anos de dados de satélite sobre o que os pesquisadores chamam de "o ponto fraco da Antártida Ocidental" mostra o derretimento está acontecendo mais rápido do que os cientistas haviam previsto, atravessando um limiar crítico que iniciou um processo de dominó semelhante solo, avião e.
"Isso parece estar acontecendo rapidamente", disse o glaciologista da Universidade de Washington Ian Joughin, autor de um estudo. "Nós realmente estamos testemunhando os estágios iniciais."
É provável que por causa do aquecimento global provocado pelo homem e o buraco de ozono, que mudaram os ventos da Antártida e aqueceu a água que corrói os pés do gelo, os pesquisadores disseram em entrevista coletiva NASA segunda-feira.
Um mapa é um mapa de sua alta resolução de plataforma de gelo desbaste de Thwaites Glacier.
"O sistema está em uma espécie de reação em cadeia que é imparável", disse o glaciologista NASA Eric Rignot, principal autor do estudo da NASA na revista Geophysical Research Letters."Cada processo nesta reacção é a alimentação da próxima."
Limitar as emissões de combustíveis fósseis para reduzir a mudança climática provavelmente não vai deter o derretimento mas pode diminuir a velocidade do problema, disse Rignot.
Rignot, que também é um cientista da Universidade da Califórnia, Irvine, e outros cientistas disseram que a "linha de terra", o que poderia ser considerado uma barragem que impede o recuo dos glaciares tem sido essencialmente violada. A única coisa que poderia parar o retiro na região de baixa altitude é uma montanha ou colina e não há nenhuma. Outra maneira de pensar sobre isso é como o vinho que flui de uma garrafa uncorked horizontal, disse ele.
Rignot olhou para seis geleiras da região, com concentração especial no glaciar Thwaites, do tamanho do Novo México e Arizona combinado. Thwaites está tão ligado às outras geleiras que ajuda a perda de gatilho em outro lugar, disse Joughin, cujo estudo foi divulgado segunda-feira pela revista Science.
O estudo de Joughin utiliza simulações de computador e conclui "o colapso em estágio inicial já começou." Rignot, que usou dados que mostraram uma velocidade de até de derreter desde os anos 1990, disse que a palavra "colapso" pode implicar muito rápido uma perda, seria mais o início de um colapso em câmera lenta e "não podemos pará-lo."
Vários especialistas externos na Antártida elogiou o trabalho e disse que eles também estavam preocupados.
"É uma má notícia. É uma virada de jogo ", disse Ted Scambos, cientista chefe do Snow and Ice Centro Nacional de Dados, que não fazia parte de nenhum dos estudos. "Pensávamos que tínhamos um tempo para esperar e ver. Começamos por um processo que sempre disse foi a maior preocupação e maior risco de Antártica Ocidental. "
O estudo Rignot vê, eventualmente, 1,2 metros de elevação do nível do mar a partir da fusão. Mas poderia desencadear vizinha perda camada de gelo que poderia significar um total de 3,6 metros de elevação do nível do mar, o estudo na revista Science, disse, e Rignot concordou.
Os recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas não incluem derretimento da Antártida Ocidental ou Greenland em suas projeções e isso significaria aumento muito mais do nível do mar, disse Sridhar Anandakrishnan, professor de geociências na Universidade Estadual da Pensilvânia.Isso significa que o aumento do nível do mar até o ano de 2100 é provável que seja cerca de três metros, disse ele.
Mesmo quando a camada de gelo da Antártida Ocidental está derretendo, o bem maior camada de gelo do leste da Antártida parece estável porque é mais frio, disse Scambos.
Estudos de mudanças climáticas mostram a Antártida é um continente complexo na forma como ela reage. Por exemplo, no mês passado níveis de gelo do mar da Antártida - e não o gelo no continente - atingiu um recorde em quão longe eles estendida. Isso tem pouca ou nenhuma relação com a camada de gelo mais fundamental maior, Scambos e outros cientistas dizem.
Fonte: http://news.nationalpost.com/
quinta-feira, 1 de maio de 2014
PARA MEDIR O AUMENTO DO NÍVEL DO MAR, 'PESA-SE" O OCEANO!
Obter uma medida precisa do aumento do nível do mar em todo o mundo é mais difícil do que você poderia esperar, graças a uma série de fatores complicadores como o clima regional e aquecimento e as mudanças sazonais na massa oceânica.
Para contornar esses obstáculos, pesquisadores britânicos propuseram uma nova forma de calcular o aumento do nível do mar: a pesagem do oceano. Mas não é a coisa toda - apenas um segmento dela, no Pacífico tropical.
Num estudo publicado no jornal Geophysical Research Letters, os cientistas descobriram que essa área do oceano é "tranquila" e a sua massa permanece constante durante todo o ano. Os modelos de computador sugerem que o seu peso pode ser usado como um representante firme para estimar a massa do oceano no mundo e do nível do mar.
Os cientistas prevêem a colocação de um medidor de pressão no fundo do mar para calcular o peso da água acima. Atualmente, no entanto, tal dispositivo não existe. Mas os pesquisadores acreditam que o primeiro pesquisador a desenvolver um instrumento vai ter resolvido o maior problema de medição do nível do oceano.
Estimasse que todos os oceanos da Terra têm um volume de 0,3 biliões de milhas cúbicas (1332000000 quilômetros cúbicos) e uma profundidade média de 12.081 pés (3.682 metros). O nível do mar está a subir cerca de 3 milímetros por ano, mas as previsões de elevação do mar ao longo do século variam de um 30 cm a mais de 1 m.
fonte: livescience
sexta-feira, 25 de abril de 2014
ANALGÉSICOS COMUNS PODEM AUMENTAR RISCO DE TIPO DE ARRITMIA CARDÍACA
Um novo estudo descobriu que os analgésicos populares, conhecidos como anti-inflamatórios não esteroides, talvez aumentem o risco de contrair fibrilação atrial - o tipo mais comum de arritmia cardíaca.
Pesquisadores holandeses acompanharam durante o período médio de 13 anos 8.423 pessoas com idade média de 69 anos, cujo ritmo cardíaco estava normal no início do estudo. Durante esse período, 857 participantes desenvolveram fibrilação atrial.
Em comparação com as pessoas que nunca tinham tomado anti-inflamatórios não esteroides (como ibuprofeno e aspirina) o uso atual ou recente desses medicamentos estava associado a um aumento de 80% no risco de fibrilação atrial. O estudo foi publicado online no periódico BMJ Open.
Os cientistas controlaram variáveis como pressão arterial, nível de colesterol, tabagismo e outros fatores de risco cardiovascular, mas a associação persistiu.
Entretanto, eles não conseguiram comprovar a existência de uma relação causal e as razões da associação continuaram incertas. Uma das teorias afirma que os medicamentos geram aumento da pressão arterial e retenção de líquidos, o que pode afetar a função cardíaca.
Bruno H. Stricker, autor sênior do estudo e professor de farmacoepidemiologia no Centro Médico da Universidade Erasmos, em Roterdam, afirma que os medicamentos também foram associados ao risco de aterosclerose coronariana e ataque cardíaco.
"Eu aconselho com veemência que pessoas idosas sejam cautelosas em relação ao uso desses medicamentos", afirmou. "Eles não têm outra ação a não ser o alívio da dor. A dor incomoda, mas a morte é uma preocupação."
FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/
terça-feira, 15 de abril de 2014
O CONSUMO DE ÁLCOOL AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA
O consumo de álcool é um fator de risco estabelecido para câncer de mama em geral. Porém, um novo estudo descobriu que o álcool aumenta o risco de tumor lobular, mas não necessariamente tumor ductal. Ou seja, a relação entre consumo de álcool e risco de câncer de mama se aplica a alguns subtipos da doença.
Para entender como o álcool pode influenciar subtipos de câncer de mama, pesquisadores realizaram um estudo observacional, conduzido entre 1993 e 1998, que incluiu 87.724 mulheres com idade entre 50 e 79 anos, na pós-menopausa.
Os cientistas olharam particularmente para os seguintes dados de 2.944 mulheres que desenvolveram câncer de mama invasivo: subtipos de tumor e status hormonal, consumo de álcool, características demográficas e estilo de vida, história familiar de doenças e história reprodutiva.
As mulheres foram classificadas como as que nunca beberam, as que pararam de beber e as que bebiam atualmente. As que bebiam foram agrupadas em seis categorias de acordo com o número médio de bebidas por semana, desde menos de um drinque por semana até mais de 14 drinques por semana.
Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool é mais fortemente relacionado ao risco de tumor lobular do que de tumor ductal, e mais fortemente relacionado ao câncer de mama hormônio-receptor-positivo do que o câncer de mama hormônio-receptor-negativo. Esses resultados confirmam pesquisas anteriores com conclusões semelhantes. Os riscos observados não variam de acordo com o tipo de álcool consumido pelas mulheres.
Segundo os autores da pesquisa, as mulheres que bebiam uma ou mais doses de álcool por dia tiveram quase o dobro de risco de câncer de mama do tipo lobular, mas nenhum aumento no risco de câncer de mama do tipo ductal. Ainda segundo eles, é importante notar que o câncer ductal é muito mais comum do que o câncer lobular. Aproximadamente 70% de todos os cânceres de mama são ductais, sendo que cerca de 10 a 15% dos casos é lobular.
No câncer ductal, o tumor é nos dutos de leite e no câncer lobular, nos lóbulos produtores de leite.
FONTE:ScienceDaily
terça-feira, 1 de abril de 2014
ANARQUIA ANUNCIADA: ONU DIZ QUE MUDANÇAS CLIMÁTICAS ELEVAM O RISCO DE CONFLITOS MUNDIAIS
Documento divulgado no Japão afirma que as crescentes emissões de gases do efeito estufa ampliam o risco de conflitos, fome, enchentes e migrações em massa e diz que efeitos das mudanças climáticas já podem ser sentidos.
A segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), da ONU, alerta governos de todo o mundo sobre os perigos práticos que as mudanças climáticas podem ter sobre as vidas das pessoas.
O documento, aprovado por unanimidade por mais de cem países e divulgado nesta segunda-feira (31/03) em Yokohama, no Japão, afirma que as crescentes emissões de gases do efeito estufa ampliam o risco de conflitos, fome, enchentes e migrações em massa.
"O aumento da magnitude do aquecimento eleva a probabilidade de impactos graves, penetrantes e irreversíveis", diz o relatório. O texto utilizou como base mais de 12 mil estudos científicos e foi classificado como um dos "mais completos da história" pelo secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, Michel Jarraud.
O informe ainda alerta que o impacto dessas mudanças não será sentido igualmente em todo o mundo, resultando num aumento da desigualdade entre ricos e pobres, saudáveis e doentes, jovens e velhos, e homens e mulheres.
Segundo o documento, alguns lugares terão água demais, enquanto outros terão pouco acesso à água potável. Outros riscos mencionados são referentes ao preço e à disponibilidade de alimentos, às doenças e até mesmo à paz mundial.
Apelo para a ação
O relatório é explícito ao afirmar que os efeitos das mudanças climáticas já podem ser sentidos pelas pessoas e percebidos no meio ambiente. Esses efeitos serão ainda maiores se nada for feito para evitar o aquecimento global.
"Antes apenas podíamos supor que algumas alterações tivessem uma relação com as mudanças climáticas, mas agora há acontecimentos sobre os quais podemos afirmar que foram causados pelo clima. Por exemplo, a seca na Austrália", afirma Jarraud. "Já que não há nenhuma dúvida de que o clima está mudando", apontou, sublinhando que "95% dessas mudanças se devem à ação humana".
O documento diz que desastres do século 21 como as ondas de calor na Europa, os incêndios florestais nos Estados Unidos, as secas na Austrália e as enchentes na Ásia apenas destacam o quão vulnerável a humanidade é a extremas condições climáticas. "É um apelo para agirmos", afirma o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri. Segundo ele, se os governos mundo afora não reduzirem suas emissões de carbono, o impacto do aquecimento global pode ficar "fora de controle".
Alerta global
Parte do informe desta segunda-feira, porém, discute o que pode ser feito para tentar amenizar os efeitos do problema. Entre as soluções propostas estão a redução da poluição, a adaptação às mudanças climáticas e o planejamento sustentável.
O documento ainda recomenda a redução do desperdício de água, a construção de parques arborizados para aliviar o calor em grandes cidades, e a prevenção do assentamento de pessoas em lugares expostos a condições climáticas extremas.
O relatório é o primeiro do IPCC a ser divulgado desde 2007, quando um forte documento foi publicado, causando uma onda de ações políticas que indicavam um possível acordo global sobre o tema em Copenhagen em 2009.
No entanto, nações presentes na conferência da Dinamarca falharam em chegar a um consenso sobre o tema. A expectativa agora se volta para a Conferência do Clima de 2015, quando um novo tratado internacional nos moldes do Protocolo de Kyoto, criado em 1997 e extinto em 2012, deve ser assinado.
FONTE: Deutsche Welle
domingo, 30 de março de 2014
10 SUPLEMENTOS ALIMENTARES PARA AUMENTAR SUA INTELIGÊNCIA
Quem faz academia sabe como o uso de suplementos pode ajudar muito no ganho de massa muscular e na melhora de desempenho. Contudo, também sabe que eles não fazem milagre (um cara magro não vai se tornar um dublê de Arnold Schwarzenegger só porque começou a tomar creatina).
O mesmo vale para os suplementos destinados a fortalecer a inteligência: eles têm efeitos notáveis (se forem usados corretamente), mas não garantem que você vá ganhar o próximo Nobel de Física.
Aumento da capacidade de concentração, memória, processamento de informação visual e de atenção estão entre os vários benefícios que esses suplementos podem trazer.
ATENÇÃO: Antes de passarmos para a lista, porém, vale a pena fazer algumas ressalvas: em primeiro lugar, é importante que você consulte seu médico antes de usar qualquer um deles, para saber se está saudável o suficiente para usá-los e se não está sujeito a efeitos negativos (como reações alérgicas); a lista contém sugestões de doses, mas o ideal é seguir as doses recomendadas na bula do produto, se houver; com exceção dos itens 2 e 4, os estudos indicam efeitos para suplementos consumidos isoladamente, por isso não consuma dois ou mais sem orientação, pois um pode anular o efeito dos outros (ou, até mesmo, causar reações negativas); por fim, lembramos que cada organismo funciona em um ritmo próprio e, por isso, os suplementos podem demorar para surtir efeito (ou o contrário, dependendo do caso).
Dito isso, vamos à lista:
1 – CREATINA
Esse suplemento é popular entre os frequentadores de academia porque aumenta o poder muscular (já que ajuda a dar energia às células do corpo e auxilia no crescimento das fibras dos músculos), mas seus benefícios não se restringem ao físico: estudos mostram que a creatina pode fortalecer a memória e a atenção, pois ajuda a dar energia ao cérebro.
2 – CAFEÍNA + L-TEANINA
A cafeína sempre foi alvo de controvérsias, uma vez que seu consumo não apenas tem efeito estimulante (temporário, vale dizer), mas também pode causar ansiedade e aumento de pressão. Para driblar esse lado negativo e, ainda por cima, conseguir efeitos mais duradouros (como reforço da memória de trabalho, aumento do poder de processamento de informação visual e redução da tendência a se distrair), recomenda-se que ela seja consumida em conjunto com L-Teanina. Esse aminoácido é normalmente encontrado no chá-verde, mas em doses baixas (de 5 a 8 mg em uma xícara). Assim, cientistas sugerem o consumo de 50 mg de cafeína (uma xícara, em média) e 100 mg de L-Teanina (dose encontrada em suplementos).
3 – CHOCOLATE AMARGO (flavonoides)
É importante destacar que estamos nos referindo aos chocolates com alta concentração de cacau (em torno de 90%) e com pouco açúcar (este, inclusive, enfraquece os efeitos positivos que vamos listar), não aqueles que as pessoas costumam comprar. O cacau contém um tipo específico de flavonoide que estimula processos neurológicos relacionados a memória e aprendizado. Para ter esses benefícios, recomenda-se comer de 35 a 200 gramas por dia (não de uma vez, é claro).
4 – PIRACETAM E COLINA
O piracetam é normalmente prescrito para pacientes com doença de Alzheimer, depressão ou esquizofrenia, mas também é usado por outras pessoas para aumentar a ação do neurotransmissor aceticolina – e, assim, fortalecer a clareza mental, a memória espacial e outras funções cerebrais. Contudo, para se obter esses efeitos, é preciso ingerir piracetam em conjunto com colina, um nutriente essencial solúvel em água: 300 mg de cada, três vezes ao dia, é a dose recomendada por especialistas.
5 – ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3
Encontrados em nozes, óleo de peixe, sementes de linho e grãos de feijão, esses ácidos vêm sendo usados há tempos para combater o declínio de funções neurológicas relacionadas ao envelhecimento e a doenças como a de Alzheimer. Recentemente, um estudo mostrou que os efeitos obtidos também podem ocorrer em adultos saudáveis, além de melhorar o ânimo e aumentar a capacidade de foco. Recomenda-se o consumo de 1,2 g a 2,4 g por dia (uma ou duas cápsulas de óleo de peixe).
6 – BACOPA MONNIERI
Essa planta é normalmente encontrada no norte da Índia, e há séculos é usada com diversas finalidades (para o fortalecimento da memória e do aprendizado, como analgésico, antipirético, anti-inflamatório e sedativo). Uma dose saudável é a de 150 mg por dia.
7 – EXTRATO DE GINKGO BILOBA
Vindo da samambaia (planta considerada um “fóssil vivo”, já que não tem “parentes”), o extrato de Ginkgo Biloba é, do mesmo modo que a cafeína, um suplemento cercado de controvérsias: por um lado, ele é usado para fortalecer a memória e a concentração; por outro, há estudos que contestam sua eficácia e sua capacidade de reduzir os sintomas da doença de Alzheimer. Normalmente é usado em conjunto com a Bacopa Monnieri, mas a combinação também é vista com desconfiança por alguns pesquisadores.
8 – GINSENG ASIÁTICO
A lista de possíveis benefícios dessa planta não é das menores: reforço da memória de trabalho e da atenção, melhora do humor e redução da ansiedade e da fadiga. Recomenda-se em torno de duas doses diárias de 500 mg.
9 – RHODIOLA ROSEA
Além de fortalecer a cognição e a memória, a Rhodiola Rosea pode diminuir a fadiga e a ansiedade – efeitos que habitantes da Rússia e da Escandinávia vêm aproveitando há séculos. Você pode consumir entre 100 e 1.000 mg por dia, mas em duas doses iguais.
10 – SALVIA LAVANDULAEFOLIA
Comum na Espanha e no norte da França, a Salvia Lavandulaefolia é uma erva aromática que reforça os efeitos do neurotransmissor acetilcolina e, assim, melhora o humor e a memória de adultos saudáveis e de portadores da doença de Alzheimer, além de atuar como ansiolítico, antidepressivo e antioxidante. Recomenda-se o consumo de 300 mg de folhas secas por dia.
FONTE: io9
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
CARNE FRITA OU ASSADA AUMENTA O RISCO DE DEMÊNCIA,DIZ ESTUDO
O cozimento de carne no forno, na grelha ou em frigideira libera substâncias químicas que podem aumentar o risco de desenvolver demência, sugerem pesquisadores norte-americanos.
Os chamados Produtos de Glicação Avançada (os AGE, da sigla inglesa Advanced Glycation Endproducts) têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2.
Ratos alimentados com uma dieta rica em AGEs apresentaram acúmulo de proteínas perigosas no cérebro e tiveram a função cognitiva prejudicada.
Especialistas afirmaram que os resultados são "convincentes", embora não forneçam "respostas definitivas".
AGEs são formadas quando proteínas ou gorduras reagem com açúcar. Isso pode acontecer naturalmente ou durante o processo de cozimento.
Pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York, testaram o efeito da AGEs em camundongos e pessoas.
A experiência com animais, divulgada na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que uma dieta rica em AGEs afeta a química do cérebro.
Isso leva a um acúmulo de proteína defeituosa beta-amilóide - uma característica da doença de Alzheimer. Os ratos que comeram uma dieta baixa em AGEs foram capazes de impedir a produção da proteína.
Por outro lado, os ratos realizaram bem menos tarefas físicas e mentais depois de dietas ricas em AGEs.
Uma análise de curto prazo de pessoas com mais de 60 anos sugere uma ligação entre altos níveis de AGEs no sangue e o declínio cognitivo.
Carne frita ou assada aumenta risco de demência, diz estudo
BBC 25/02/201409h23 Comunicar erro Enviar por e-mail
BBC
De acordo com pesquisadores, qualquer carne cozida poderia aumentar o risco de demência
De acordo com pesquisadores, qualquer carne cozida poderia aumentar o risco de demência
O cozimento de carne no forno, na grelha ou em frigideira libera substâncias químicas que podem aumentar o risco de desenvolver demência, sugerem pesquisadores norte-americanos.
Os chamados Produtos de Glicação Avançada (os AGE, da sigla inglesa Advanced Glycation Endproducts) têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2.
Ratos alimentados com uma dieta rica em AGEs apresentaram acúmulo de proteínas perigosas no cérebro e tiveram a função cognitiva prejudicada.
Especialistas afirmaram que os resultados são "convincentes", embora não forneçam "respostas definitivas".
AGEs são formadas quando proteínas ou gorduras reagem com açúcar. Isso pode acontecer naturalmente ou durante o processo de cozimento.
Pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York, testaram o efeito da AGEs em camundongos e pessoas.
A experiência com animais, divulgada na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que uma dieta rica em AGEs afeta a química do cérebro.
Isso leva a um acúmulo de proteína defeituosa beta-amilóide - uma característica da doença de Alzheimer. Os ratos que comeram uma dieta baixa em AGEs foram capazes de impedir a produção da proteína.
Por outro lado, os ratos realizaram bem menos tarefas físicas e mentais depois de dietas ricas em AGEs.
Uma análise de curto prazo de pessoas com mais de 60 anos sugere uma ligação entre altos níveis de AGEs no sangue e o declínio cognitivo.
'Tratamento eficaz'
O estudo concluiu: "Relatamos que a demência relacionada à idade pode ser causalmente associada a altos níveis de alimentos com Produtos de Glicação Avançada .
"O mais importante, a redução da AGEs derivados de alimentos, é viável e pode ser uma estratégia de tratamento eficaz."
Derek Hill, professor da University College London, comentou: "Os resultados são convincentes."
"Como a cura para a doença de Alzheimer continua a ser uma esperança distante, os esforços para evitá-la são extremamente importantes, mas este estudo deve ser visto como incentivador à continuidade dos trabalhos de pesquisa, mesmo sem fornecer respostas definitivas."
"Mas isso é motivo para otimismo - o estudo acrescenta evidências e sugere que o uso de estratégias de prevenção pode reduzir a incidência da doença de Alzheimer e outros tipos de demência na sociedade, o que poderia ter um impacto muito positivo em todos nós."
Simon Ridley, da organização Alzheimer's Research UK, disse: "Diabetes havia sido previamente associada a um risco maior de demência, e este pequeno estudo fornece uma nova visão sobre alguns dos possíveis processos moleculares que podem ligar as duas condições."
"É importante notar que as pessoas envolvidas neste estudo não sofrem de demência. Como o tema ainda não foi suficientemente estudado, nós ainda não sabemos como a quantidade de AGEs em nossa dieta pode afetar o nosso risco de demência."
FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/
domingo, 23 de fevereiro de 2014
TOMAR REFRIGERANTE AUMENTA EM 78% AS CHANCES DE CÂNCER DE ÚTERO, DIZ ESTUDO
Um novo estudo está demonstrando o potencial maléfico dos refrigerantes em mulheres.
De acordo com pesquisas, mulheres que tomam bebidas açucaradas têm mais de 78% de chances de desenvolver um tipo de câncer de útero. A doença atinge mulheres, em média, com 50 anos de idade, e é o quarto tipo de câncer mais comum no Reino Unido, matando mais de 2.000 mulheres todos os anos.
O estudo, que levou 14 anos para ser concluído, teve a participação de 25.000 mulheres entre 50 e 60 anos com câncer endometrial, que afeta o revestimento interno do útero.
Os participantes deram informações detalhadas sobre o que comeram e beberam. Mais de 50% das mulheres tomavam bebidas gaseificadas (refrigerantes) com açúcar. Quase 600 desenvolveram câncer de endométrio, a forma mais comum da doença, afetando gravemente o útero. No entanto, os pesquisadores não encontraram nenhum indício na versão diet (sem açúcar).
A Universidade de Minnesota disse que seus pesquisadores não podem descartar a possibilidade de que as mulheres que tomavam refrigerantes açucarados tivessem péssimos hábitos de saúde.
No entanto, os cientistas acreditam que o açúcar nos refrigerantes pode ser a chave, uma vez que pode fazer as mulheres aumentarem de peso. Isto é importante porque uma mulher obesa produz muito mais estrogênio que uma magra. Este hormônio induz a proliferação de várias células.
As mulheres com sobrepeso também tendem a produzir mais insulina, um hormônio ligado à doença. De acordo com o pesquisador Dr. Maki Inoue-Choi: “A investigação tem documentado a contribuição de bebidas adoçadas com açúcar na epidemia de obesidade”.
Células de câncer de útero.
Ele prossegue: “Muito açúcar pode aumentar a ingestão total de calorias de uma pessoa e pode aumentar o risco de problemas de saúde como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e câncer”.
O estudo, que foi publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, é o mais recente a levantar a ingestão de refrigerantes sobre os efeitos da saúde.
Estudos anteriores ligaram o açúcar a uma série de problemas como ataques cardíacos, diabetes, obesidade, fragilidade óssea, câncer de pâncreas e próstata, fraqueza muscular e paralisia.
No entanto, de acordo com o portal DailyMail, a indústria de refrigerantes rebatem a pesquisa e afirmam que seus produtos são responsáveis por uma pequena quantidade da ingestão diária de calorias de uma pessoa.
Fonte: DailyMail
COMPRIMIDOS EFERVESCENTES AUMENTAM CHANCES DE INFARTO,DERRAME E MORTE POR EXCESSO DE SAL
Analgésicos consumidos por milhões de pessoas em todo o mundo podem estar provocando danos à saúde.
Os estudos mostram que eles aumentam ataques cardíacos, derrames e morte precoce. O motivo estaria na elevada quantidade de sal.
Pacientes que tomam regularmente formas solúveis de aspirina, paracetamol, ibuprofeno e outros medicamentos, possuem 22% mais riscos de ter acidente vascular cerebral e 7% mais propensos a sofrer com hipertensão arterial. Além disso, tiveram 28% mais probabilidade de morte precoce.
Os analgésicos nas versões efervescentes contêm 50% mais sal do que os limites diários recomendados de ingestão para adultos. O estudo foi realizado pela University College London, em parceria com a Universidade de Dundee.
Os pesquisadores querem que as indústrias farmacêuticas coloquem nos rótulos alertas para os pacientes, evitando o consumo diário das versões solúveis.
No mundo, milhões de adultos, em especial idosos, consomem analgésicos por longos períodos de tempo para tratar problemas como artrite ou reumatismo, além de suplementos com cálcio, usando por pessoas com osteoporose.
Muitas pessoas preferem a versão solúvel por serem mais fáceis de engolir, além da visão popular de que fazem efeito mais rápido.
Durante o estudo, cientistas monitoraram pacientes que tomavam versões solúveis de aspirina, paracetamol, ibuprofeno, além de suplementos como vitamina D, zinco e cálcio, durante 7 anos.
Os que tomaram as versões efervescentes por qualquer período de tempo tinham 16% mais probabilidades de sofrer um ataque cardíaco, derrame ou morte precoce.
Em média, os pacientes apresentam esses problemas após 4 anos da primeira prescrição médica com estes medicamentos.
As diretrizes europeias dizem que um adulto não pode consumir mais do que 5g de sal por dia. Os pacientes que consomem estes produtos ultrapassam essa dose em 50%.
Os cientistas calculam que um adulto consome 8g de sal por dia. De acordo com as perspectivas, se esse número se reduzisse em 3g, mais de 30.000 mortes seriam evitadas só no Reino Unido.
Os maiores vilões sobre altos índices de sal estão em alimentos industrializados, pratos prontos e congelados, sanduíches e macarrão instantâneo (neste caso, o problema está no tempero que vem dentro do pacote).
“Ficamos surpresos com a quantidade de sal que havia em cada sachê. As pessoas identificam quantidades de sal em alimentos, mas não sabem nada sobre isso em medicamentos”, comentou Thomas Macdonald, um dos responsáveis pelo estudo.
Fonte: DailyMail
domingo, 16 de fevereiro de 2014
7 DICAS PARA AUMENTAR O COLESTEROL BOM (HDL)
A melhor forma de aumentar o colesterol HDL é praticar exercício físico regularmente. Além disso, algumas dicas descritas abaixo, também ajudam a aumentar o colesterol bom (HDL), reduzindo o risco cardiovascular e promovendo o bem-estar.
As dicas para aumentar o colesterol HDL incluem:
- Ingerir alimentos ricos em vitamina B, como carne branca, queijo branco, clara de ovos, vegetais;
- Comer alimentos com ômega 3, como sardinha, truta, bacalhau e atum com pele;
- Evitar alimentos ricos em colesterol, como polvo, camarão, manteiga e gema de ovo;
- Colocar vegetais na metade do prato, principalmente na forma de salada crua e variada;
- Comer fruta com casca, principalmente maçã, pera, ameixa e pêssego;
- Fazer 30 minutos de caminhada diariamente, ou outro tipo de atividade física;
- Deixar de fumar e evitar bebidas alcoólicas em excesso.
Alguns pacientes podem ter dificuldade em aumentar o colesterol HDL, sendo necessário tomar remédios. Assim, é importante que o indivíduo consulte um cardiologista quando o colesterol HDL estiver baixo.
O colesterol HDL é o colesterol bom e deve estar acima de 45 mg/dl para ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, como AVC ou infarto.
FONTE: TUASAUDE
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