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domingo, 25 de maio de 2014

O EXCESSO DE SAL PODE PREJUDICAR SEU CORAÇÃO

Segundo os pesquisadores australianos, 30 minutos é o suficiente para prejudicar o coração quando há muito sal na comida. E sim efeitos atingem até mesmo as pessoas com pressão arterial normal. Para pesquisa, foram necessários 16 voluntários saudáveis e foi distribuído para 8 deles uma sopa de tomate com pouco sal e os outros oito a mesma refeição com muito sal. Após a refeição foi aferida a pressão arterial, de todos. Enquanto o medidor desinflava, uma máquina ultra-som foi usada para avaliar o quanto os vasos sanguíneos se dilatavam quando o sangue voltava a circular. Os que consumiram a sopa com elevado teor de sal dilatou aproximadamente metade do que as artérias daqueles que comeram a versão com baixo volume de sal. O experimento foi repetido invertendo-se o grupo que recebia a sopa salgada, e o resultado continuou o mesmo. Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, Kacie M. Dickinson, a grande suspeita é de que o sal, assim como a gordura, possa bloquear a liberação de óxido nítrico, quando o coração bombeia sangue pelas artérias. Para os médicos, o estudo serve como um alerta: excesso de sal faz mal à saúde e, assim como tudo na vida, deve ser consumido com moderação Fonte: msnbc.com

sábado, 24 de maio de 2014

DIETA DE CARBOIDRATOS EM EXCESSO PODE CAUSAR ALZHEIMER

Uma respeitada Clínica Mayo (EUA) realizou um estudo e neste indica que idosos que fazem dieta rica em carboidratos são quatro vezes mais propensos a desenvolver transtorno cognitivo leve (TCL), um precursor para a doença de Alzheimer. E alertam também que dietas ricas em açúcar também aumentam o risco. No Brasil, estima-se que haja 1 milhão e 200 mil pessoas com Alzheimer. Outras pesquisas estimam que 6% dos 15 milhões de idosos brasileiros sofram com a doença. Pesquisas anteriores sugeriram que 10 a 15% das pessoas com TCL desenvolvem demência todos os anos. TCL é definida como a perda de memória aparente para o indivíduo e aqueles à sua volta, mas com ausência de sintomas de demência, como mudanças de personalidade e humor. Especialistas afirmam que é importante identificar as pessoas com TCL, pois eles podem estar nos estágios iniciais da doença e mais susceptíveis a se beneficiar de um tratamento precoce no futuro. Segundo Rosebud Roberts, principal autora do estudo, uma alta ingestão de carboidratos pode ser ruim porque eles impactam o metabolismo da glicose e insulina. Os níveis elevados de glicose podem afetar vasos sanguíneos do cérebro e desempenhar um papel importante no desenvolvimento das placas amiloides beta, proteínas tóxicas para a saúde cerebral que são encontradas nos cérebros de pessoas com Alzheimer, e que podem ser a principal causa da doença. Fonte: Hypescience

domingo, 23 de fevereiro de 2014

EXCESSO DE ESTEROIDES FEZ MULHER DESENVOLVER UM 'ÓRGÃO SEXUAL MASCULINO'

O uso e abuso de esteroides tornam-se uma prática cada vez mais comum nas academias. Mas, com a ingestão indiscriminada dessas substâncias, consequências e efeitos adversos surgem: pelos pelo corpo, danos ao fígado, masculinização, etc. Nada disso importa quando a fixação em tornar o corpo esbelto e malhado é maior. A ex-garçonete Candice Armstrong, de 28 anos, é um exemplo claro do abuso de esteroides. Ela é moradora de Londres e, seu uso abusivo de substâncias conhecidas popularmente como “bomba”, a fizeram entrar em um processo de metamorfose, transformando-se em um homem. Uma vez loira natural, Armstrong hoje é um “homem” de cabelos escuros e músculos salientes. Pelos apareceram em suas costas, peito e no rosto. Segundo ela, não existia nenhuma intenção em tornar-se masculina ao começar a ingestão dos esteroides, mas ela afirma que agora é tarde demais para parar com a prática perigosa. As reações adversas foram graves. Além da grande quantidade de pelos e acne, seu clitóris inchou a tal ponto que tornou-se um pênis de 2,54 centímetros. Ela ainda comenta que houve também a formação de um pequeno prepúcio.
Seus seios foram completamente modificados, saindo da forma original feminina. Hoje, eles se “fundiram” ao tórax, ganhando aspecto extremamente masculino. Armstrong afirmou que não pretende largar o uso de esteroides porque isso provocaria mais malefícios do que benefícios: “Eu perderia todos os músculos, mas eu não iria perder todas as qualidades masculinas, como os pelos faciais e a voz grave. Realmente não dá para voltar atrás”, disse. Fonte: DailyMail

COMPRIMIDOS EFERVESCENTES AUMENTAM CHANCES DE INFARTO,DERRAME E MORTE POR EXCESSO DE SAL

Analgésicos consumidos por milhões de pessoas em todo o mundo podem estar provocando danos à saúde. Os estudos mostram que eles aumentam ataques cardíacos, derrames e morte precoce. O motivo estaria na elevada quantidade de sal. Pacientes que tomam regularmente formas solúveis de aspirina, paracetamol, ibuprofeno e outros medicamentos, possuem 22% mais riscos de ter acidente vascular cerebral e 7% mais propensos a sofrer com hipertensão arterial. Além disso, tiveram 28% mais probabilidade de morte precoce. Os analgésicos nas versões efervescentes contêm 50% mais sal do que os limites diários recomendados de ingestão para adultos. O estudo foi realizado pela University College London, em parceria com a Universidade de Dundee. Os pesquisadores querem que as indústrias farmacêuticas coloquem nos rótulos alertas para os pacientes, evitando o consumo diário das versões solúveis. No mundo, milhões de adultos, em especial idosos, consomem analgésicos por longos períodos de tempo para tratar problemas como artrite ou reumatismo, além de suplementos com cálcio, usando por pessoas com osteoporose. Muitas pessoas preferem a versão solúvel por serem mais fáceis de engolir, além da visão popular de que fazem efeito mais rápido. Durante o estudo, cientistas monitoraram pacientes que tomavam versões solúveis de aspirina, paracetamol, ibuprofeno, além de suplementos como vitamina D, zinco e cálcio, durante 7 anos. Os que tomaram as versões efervescentes por qualquer período de tempo tinham 16% mais probabilidades de sofrer um ataque cardíaco, derrame ou morte precoce. Em média, os pacientes apresentam esses problemas após 4 anos da primeira prescrição médica com estes medicamentos. As diretrizes europeias dizem que um adulto não pode consumir mais do que 5g de sal por dia. Os pacientes que consomem estes produtos ultrapassam essa dose em 50%.
Os cientistas calculam que um adulto consome 8g de sal por dia. De acordo com as perspectivas, se esse número se reduzisse em 3g, mais de 30.000 mortes seriam evitadas só no Reino Unido. Os maiores vilões sobre altos índices de sal estão em alimentos industrializados, pratos prontos e congelados, sanduíches e macarrão instantâneo (neste caso, o problema está no tempero que vem dentro do pacote). “Ficamos surpresos com a quantidade de sal que havia em cada sachê. As pessoas identificam quantidades de sal em alimentos, mas não sabem nada sobre isso em medicamentos”, comentou Thomas Macdonald, um dos responsáveis pelo estudo. Fonte: DailyMail

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

FALSOS SAUDÁVEIS

Estudo revela que alimentos nas versões ‘diet’ e ‘light’ podem conter mais sódio que os mesmos alimentos na versão convencional. Análise baseou-se em dados extraídos do rótulo da embalagem de produtos disponíveis no mercado.
Segundo pesquisa da UFSC que avaliou alimentos industrializados à venda em supermercados, produtos ‘diet’ e ‘light’, como balas e refrigerantes, têm mais sódio do que os convencionais, o que pode ser prejudicial à saúde. Aliados na luta contra o excesso de calorias e doenças como o diabetes, alimentos diet e light podem ser inimigos na luta contra doenças como a hipertensão. Nesses alimentos, o teor de sódio costuma ser maior do que nos similares convencionais, como mostra estudo da nutricionista Waleska Nishida, do Programa de Pós-graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O teor de sódio dos alimentos IR foi, em média, 43% maior que o dos similares convencionais. Caldos, pós para refresco, gelatinas, refrigerantes e balas estão entre os alimentos com maior teor de sódio Na pesquisa – que envolveu o exame do rótulo de 3.449 alimentos industrializados à venda em uma rede de supermercados –, Nishida comparou o teor de sódio de alimentos convencionais com o de alimentos com isenção ou redução de nutrientes (IR), incluindo aqueles com alegação diet e light. Os resultados são um alerta para os consumidores: o teor de sódio dos alimentos IR foi, em média, 43% maior que o dos similares convencionais. Caldos, pós para refresco, gelatinas, refrigerantes e balas estão entre os alimentos com maior teor de sódio. Já picolés, cereais e mistura para bolo diet ou light têm menos sódio que a versão convencional desses alimentos. Embora na maioria das vezes os alimentos contenham sódio em sua composição natural, muitos recebem acréscimo da substância no processo de fabricação. A adição é feita para realçar o sabor, modificar a textura ou substituir algum ingrediente. Consumido em excesso, o sódio pode desencadear não só hipertensão, mas também problemas renais, doenças cardiovasculares e até certos tipos de câncer. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo máximo de 2 g de sódio por dia, o equivalente a 5 g de sal de cozinha. RESULTADOS PREOCUPANTES Os produtos foram reunidos em grupos de alimentos previstos na Resolução nº 359 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Na comparação das informações, itens IR do grupo ‘Leite e derivados’ (que inclui leite em pó, queijo, iogurte, sobremesa láctea e leite fermentado) e do grupo ‘Óleos, gorduras e sementes oleaginosas’ (que inclui maionese, creme de leite, creme vegetal e margarina) foram os que apresentaram teores de sódio mais elevados em relação aos produtos convencionais. Já alimentos IR do grupo ‘Carnes e ovos’ (que inclui linguiça, hambúrguer e embutidos) apresentaram valores inferiores àqueles encontrados nos similares convencionais. Destaca-se, contudo, que esses alimentos já apresentam teores de sódio elevados na versão convencional. O consumo excessivo de sódio, presente no sal de cozinha (cloreto de sódio), pode causar hipertensão arterial, doenças renais e cardiovasculares. De acordo com a nutricionista Rossana Proença – que orientou o trabalho de Nishida, juntamente com Ana Carolina Fernandes –, os resultados demonstram que o consumo de alimentos diet e light, normalmente recomendados a pessoas com determinados problemas de saúde, podem desencadear outras enfermidades. “Há uma concepção equivocada de que tudo o que é menos calórico é mais saudável”, diz Proença. “O estudo mostra que as coisas não são bem assim.” Proença: “Há uma concepção equivocada de que tudo o que é menos calórico é mais saudável” Segundo Nishida, os dados preocupam, uma vez que os alimentos industrializados convencionais já costumam apresentar alto teor de sódio. Mas, segundo ela, as conclusões do estudo não indicam se alimentos IR são mais prejudiciais à saúde do que os convencionais. “Qualquer afirmação nesse sentido demandaria uma análise da necessidade de consumo de cada um”, afirma. “Mas indivíduos hipertensos, por exemplo, devem ter cautela no consumo de produtos IR e ler o rótulo desses alimentos para orientar suas escolhas alimentares.” Embora o exame de rótulos de produtos alimentícios não seja tarefa simples para os consumidores, estes devem estar atentos ao que consomem. “A simples alegação, em destaque no rótulo, de que um produto é livre de gordura não deve fazer com que o consumidor acredite que ele está livre de outros possíveis elementos nocivos à saúde”, adverte Nishida. FONTE:http://cienciahoje.uol.com.br/

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

BATOM E GLOSS EM EXCESSO PODEM TE MATAR

Pessoas que não usam batom ou gloss têm pelo menos um bom motivo para continuar não usando: estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) analisaram diversas amostras desses cosméticos e encontraram níveis perigosos de chumbo, cádmio, alumínio e outros metais que podem fazer mal à saúde. Produtos comuns, incluindo sabonetes, podem conter tóxicos extremamente nocivos à saúde “Apenas encontrar esses metais não é o problema; o que importam são os níveis”, explica a professora S. Katharine Hammond, líder da equipe. “Alguns dos metais tóxicos estão presentes em níveis que podem ter efeitos a longo prazo”. Uma vez nos lábios, batom e gloss são pouco a pouco absorvidos através da pele ou ingeridos sem a pessoa se dar conta. Mesmo usados em quantidades considerados aceitáveis (24 mg/dia), esses cosméticos podem expor a pessoa a níveis perigosos de cromo (que pode causar câncer de estômago) e manganês (que pode atacar o sistema nervoso), entre outros. Os pesquisadores detectaram chumbo em 24 das 32 marcas analisadas e, embora os níveis estejam abaixo do mínimo “seguro” para adultos, é recomendável deixar maquiagem longe de crianças, já que não há nível de exposição seguro para elas. Não é o caso, de acordo com os autores, de jogar fora batons e embalagens de gloss, mas de manter cautela em relação a esses produtos e evitar o uso excessivo. FONTES:ScienceDaily, Medical Xpress, Environmental Health Perspectives