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sábado, 27 de maio de 2017

OS MAIORES MITOS E VERDADES SOBRE MASTURBAÇÃO E VIRGINDADE

1. Masturbação é coisa só de homem

Errou feio. A verdade é que mulheres se masturbam sim, claro. Só que, por muitos motivos – entre eles o machismo –, o prazer “solo” delas não costumava ser tão socialmente aceito quanto o deles. Mas, isso está mudando. Em 1953, uma das pesquisas do famoso sexólogo americano Alfred Kinsey mostrou que 62% delas afirmaram tirar um tempinho para ter prazer consigo mesma. Quase 60 anos depois, em 2008, um estudo britânico revelou um aumento considerável: 92% das mulheres diziam se masturbar regularmente.

2. Masturbação demais dá espinha, pelo na mão e até cegueira

Tudo mito. Primeiro porque esse papo de espinha e cegueira não tem nenhum fundamento científico. Os pelos nas mãos, então, nem se fala. Porém, dependendo da frequência com que você pratica, pode machucar o órgão genital. Se for muito mais de “uma”, pode rolar irritação e ardor na pele e na mucosa dos genitais. Ou seja, sempre com calma, hein!

3. Masturbação é aliada contra dor e insônia?

Verdade! Durante o período menstrual, por exemplo, é comum as mulheres terem muitas dores que podem ser aliviadas com orgasmos. Além disso, por lubrificar bastante a vagina, a masturbação também “expulsa” bactérias indesejadas. E, para ambos os sexos, a masturbação também funciona como um ótimo relaxante, podendo até ajudar na insônia, pois libera dopamina no corpo. Agora você conhece um remédio natural e sem contraindicação para a próxima vez em que não conseguir dormir. Ou já conhecia?

4. Só se perde a virgindade quando rola penetração

Mito! Ou quase isso… Nem sempre você vai ter o primeiro contato sexual com uma genitália alheia e, na “mesma noite”, penetrar ou ser penetrado pelo parceiro. A verdade é que não existe uma definição real oficial universalmente aceita do que é sexo. Apenas masturbar o parceiro, fazer/receber sexo oral ou outras práticas que não incluem penetração, por exemplo, podem sim ser consideradas sexo. Basta que os envolvidos assim as vejam. Beleza?

5. “Dor” na primeira relação é normal nas mulheres

Calma! Há muito mais detalhes sobre o hímen do que supõem os mitos que rolam por aí, e esse é um deles. Anota aí: durante a primeira relação sexual, nem toda mulher vai sangrar e/ou sentir dores. Isso varia de corpo para corpo e de hímen para hímen. Há cinco tipos, e nenhum deles tem células nervosas – que seriam responsáveis por avisar o cérebro que ali está doendo. A dor que rola nas primeiras relações vem dos músculos da vagina, que estão se mexendo pela primeira vez.

6. Masturbação demais pode causar infertilidade masculina

Se fosse assim, já teríamos então o método contraceptivo mais prazeroso do mundo, não é mesmo? Mito esse! Na real, a fertilidade tem a ver com a produção de espermatozoides, que é sempre contínua, mesmo quando não ocorre sexo ou masturbação. Quando um homem ejacula muitas vezes num curto espaço de tempo, o corpo não dá conta de repor aquele “estoque” no mesmo segundo, e isso diminui a concentração dos espermatozoides na ejaculação seguinte. Mas em pouquíssimo tempo o “estoque” é reposto. Ou seja: essa causa para a infertilidade não tem base científica.

7. Depois da primeira relação, o pênis cresce e a vagina fica mais larga

Obviamente, mito. Isso depende de quando foi ou vai ser a sua primeira relação sexual. Se for aos 15 anos, por exemplo, é possível afirmar, com alguma certeza, que seus genitais vão mudar. Mas isso acontece porque o seu corpo ainda está se desenvolvendo; portanto, não tem nada a ver com a sua primeira vez. Normalmente, o pênis se desenvolve até os 18 anos.

8. Qualquer coisa que envolva seus genitais “antes da hora” é pecado

O que é ou não ‘pecado’ varia muito de religião para religião. Mas, para você ter ideia, a mitologia grega fala abertamente sobre masturbação, inclusive feminina, pelo menos desde o século 6 antes de Cristo. Ou seja, conhecer o próprio corpo é uma prática mais antiga que o cristianismo. Os antigos egípcios, também anteriores a Cristo, acreditavam que o mundo surgiu de uma gozada que o deus Rá-Atum deu após se masturbar. Já pensou?

9. Tudo muda depois da primeira vez

Isso é verdade! E tem mais a ver com a sua cabeça do que com seu playground. Depois da primeira vez (que, sério, não vai ser tão ruim, mas também pode não ser incrível), após ter quebrado a barreira do “ai meu deus, eu não sei fazer isso”, você vai ganhando experiência, além de se sentir cada vez mais próximo do seu parceiro – caso esteja namorando. É aquele ditado: a prática é a mãe da habilidade. fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/curiosidades/os-maiores-mitos-e-verdades-sobre-masturbacao-e-virgindade/

sábado, 22 de abril de 2017

CONHEÇA 5 MITOS SOBRE O SEXO ORAL RELACIONADOS COM DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

Muitas pessoas acreditam que o sexo oral seja uma prática sexual segura, pela ausência de chance de gravidez e suposto menor risco de contrair doenças. Mas essa crença é errada, alertam profissionais de saúde pública. Para eles, está claro que sexo oral sem segurança pode trazer consequências à saúde: é possível contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). A BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, conversou com dois especialistas em saúde sexual para discutir cinco mitos populares sobre o sexo oral.

1. A boca não é meio de contrair doenças de transmissão sexual

Trata-se de um dos mitos mais recorrentes sobre o sexo oral. "A afirmação é falsa, já que se pode contrair DSTs via sexo oral", afirmou Mariano Roselló Gayá, médico do Instituto de Medicina Sexual de Madri.
Gayá cita como exemplos o vírus do papiloma humano (HPV), herpes genital e gonorreia. "É preciso educar principalmente a população jovem sobre esse aspecto", afirma. "A prevenção em forma de educação sexual deve prevalecer."

2. É melhor não escovar os dentes antes do sexo oral

Há quem acredite que seja recomendável não escovar os dentes antes do sexo oral, para que eventualmente não se produzam feridas na boca, reduzindo risco de contágio de DSTs. Mas é outra afirmação sem fundamento. "É importante manter uma boa saúde bucal, tanto visando o sexo oral como para a saúde em geral", afirmou Gayá. O que é, sim, recomendável é evitar sexo oral em caso que algum tipo de sangramento ou queimadura na boca, o que poderia facilitar eventual contágio.

3. Não é necessário usar proteção no sexo oral

Essa é outra noção errada. "Se os parceiros não tiverem se submetido a um exame completo para descartar a presença de DSTs, sempre se deve tomar precauções de método de barreira (não apenas anticoncepcional)", afirmou o especialista do Instituto de Medicina Sexual de Madri. O médico recomenda que, ao receber sexo oral, tanto o homem quanto a mulher usem camisinha (ou folhas de látex), já que as mucosas são porta de entrada para infecções.

4. Se o pênis é retirado antes da ejaculação não há risco de contágio

Não é verdade, diz Gayá. Ainda que seja mais baixo, há risco, pois o líquido pré-ejaculatório, que lubrifica o canal da urina para passagem do esperma, também tem potencial de contágio. "A prevenção contra DSTs deve ser através de métodos de barreira (camisinha desde o início do contato, ou protetores de látex) e da realização de exames médicos para descartar eventual presença de DSTs que não tenham se manifestado", afirma o médico.

5. O único perigo do sexo oral são as DSTs

A afirmação não está totalmente certa, afirmou Francisca Molero Rodríguez, codiretora do Instituto de Sexologia de Barcelona e presidente da Federação Espanhola de Sociedades de Sexologia. Embora uma das causas mais frequentes de câncer bucal seja o tabagismo, alguns tumores foram associados à infecção por HPV, o mesmo responsável pela aparição de determinados tipos de verrugas genitais. Roselló Gayá acrescenta que esse vírus pode ser transmitido pelo sexo oral e, portanto, provocar câncer bucal. Os riscos, porém, não devem impedir essa prática sexual. "O sexo oral é uma prática cada vez mais generalizada e que pode ser muito gratificante", afirma Rodriguez. "Embora o risco (de contrair doenças) seja menor do que no sexo anal ou vaginal, sempre é recomendável usar proteção", acrescenta. "Preservativos e lubrificantes com sabores podem favorecer esse tipo de prática. Há muitas variações no sexo oral: cada pessoa deve decidir a forma ou as formas que mais aprecia. Homens e mulheres gostam quando o sexo oral é feito com habilidade e erotismo", diz. FONTE: bbc.com/portuguese/geral-39549220

sábado, 3 de setembro de 2016

CONHEÇA 24 MANEIRAS PELAS QUAIS VC ENTENDEU SEXO ERRADO

Se você quer aprender sobre sexo, não escute conversas de vestiário nem compre revistas idiotas. Esse conhecimento, no geral, é lixo. Em estudos científicos, no entanto, se pode confiar. Veja alguns mitos sobre sexo e a verdade por trás deles:

1-Esperma

Toda gota de líquido que sai do pênis de um homem pode engravidar? Não. Em dois estudos separados, pesquisadores descobriram que a pré-ejaculação não tem na verdade esperma. Nas raras amostras que continham um pouco de esperma, eles eram imóveis.

2-Camisinha

Você acha que a camisinha estraga sua experiência com sexo? Provavelmente, é porque está usado o modelo errado. Um estudo do portal luckybloke.com descobriu que 68% dos homens usam o tamanho errado de camisinha, e que trocar por um tipo mais adequado melhorou drasticamente seu prazer. Estilo também conta.

3-Primos

O casamento entre primos será sempre um desastre no quesito reprodução? Não. Um estudo da Islândia descobriu que as chances de um defeito de nascimento são de 2 a 3%, as mesmas que uma mulher de 40 anos enfrenta ao engravidar.

4-Relacionamento aberto

Você é daqueles que pensa que nenhum relacionamento aberto pode dar certo? Não é o que a ciência descobriu. Casais em relações poli amorosas se comunicam melhor. Essas relações também possuem menos medo, ansiedade, ciúme, raiva e rejeição que relações monogâmicas. Mesmo quando as coisas vão mal, casais em relacionamentos abertos tendem a conversar mais sobre seus sentimentos negativos.

5-Cólica menstrual

Ninguém precisa evitar o sexo durante o período menstrual. Um estudo até descobriu que relações sexuais e orgasmos aliviam a dor de cabeça e cólica. Também, com o corpo mais sensível, a experiência pode ser ainda melhor.

6-Coito interrompido

Acha que a famosa “tiradinha” não funciona? Pois, se usado correntemente, o método de coito interrompido é eficaz 96% das vezes. A camisinha, quando usada corretamente, é eficaz 98% das vezes. No entanto, o coito interrompido não protege contra DSTs.

7-Maturidade sexual

Enquanto é verdade que os homens atingem seu pico hormonal no final da adolescência e as mulheres no início dos 20 anos, o “auge ou maturidade sexual” tem mais a ver com atitude e conforto, não hormônios.

8-Sexo vende

Uma pesquisa descobriu que, na verdade, comerciais sexys distraem as pessoas. Elas se tornam menos capazes de se lembrar do produto que os anunciantes estão tentando vender.

9-Duração

Alguns homens só são bons mesmo com rapidinhas. Nenhum tipo de exercício vai ajudá-los a durar mais tempo, de acordo com o médico terapeuta Stephen Snyder. Uma dica, então, é melhorar as habilidades nas preliminares e no pós-sexo.

10-Sexo casual

Não é verdade que só homens gostam de sexo casual. As mulheres são tão propensas a aceitar um encontro desse tipo quando sabem que o homem será capaz de dá-la prazer (isso porque, para elas, o clímax custa mais esforço). Já mulheres bissexuais, quando o sexo casual é com outra mulher, são tão propensas a aceitar o encontro quanto os homens.

11-Esportes

Sexo não piora desempenho atlético. Não é necessário se abster antes de grandes jogos. A atividade pode até aumentar a testosterona, e não diminui-la, o que pode ajudar.

12-Primeira vez

Nem sempre a primeira vez dói, para mulheres. Depende bastante do relaxamento. A vagina de uma mulher é sensível ao seu estado mental, de forma que, se a mulher estiver tensa e esperando dor, a vagina pode ficar tensa também e a dor será uma profecia autocumprida.

13-Velhice

As pessoas não param de fazer sexo quando envelhecem. Um estudo concluiu que 75% das pessoas entre 57 a 75 anos fazem sexo. E nada de mamãe e papai. Pelo menos metade faz sexo oral, e DSTs têm se tornado um problema comum entre idosos.

14-Pílula do dia seguinte

Esse tipo de pílula não causa aborto. Na verdade, previne a ovulação. Se você já estava ovulando, nada mais pode ser feito, mesmo que você ingerir a droga. Mas, se não estava, a pílula vai impedir que isso aconteça – o que é uma coisa boa se você não quer engravidar, visto que o esperma pode durar no seu corpo por até uma semana.

15-Casamento

Casados fazem menos sexo que solteiros? Não de acordo com o Instituto Kinsey. A pesquisa mostrou que quase 50% dos jovens recém-casados fazem sexo duas a três vezes por semana, enquanto que 50% dos jovens solteiros não tinham feito sexo no último ano.

16-Físico x mental

Mulheres não querem só homens bonitos. Um estudo concluiu que elas avaliam como melhores parceiros para um relacionamento de longo prazo homens mais criativos e inteligentes do que os bonitos ou atléticos.

17-Hímen

Há muitos mitos envolvendo o hímen. Ele pode já ter sumido antes de uma mulher perder a virgindade, pois não é sempre rígido, pelo contrário; na maioria das pessoas, é flexível e seus pedaços vão “desaparecendo” ao longo da vida com atividades físicas, masturbação, caminhadas etc.

18-Afrodisíacos herbais

De acordo com a Administração de Drogas e Alimentos americana, afrodisíacos herbais não funcionam. Alguns inclusive causam problemas, como cantárida, ligado a danos permanentes no trato urinário.

19-Experimentação universitária

Um estudo descobriu que a ideia de que as mulheres “experimentam” mais sexualmente na universidade não é necessariamente verdade. Por exemplo, só 10% das graduadas haviam feito sexo lésbico, em comparação com 15% das que nunca terminaram o ensino médio.

20-Concepção

A concepção não acontece sempre durante o sexo. Na verdade, é mais provável que demore até uma semana. Mesmo que você não estiver ovulando durante a relação sexual, ainda pode engravidar mais tarde.

21-Banho frio

Banho frio não vai tirar seu tesão. Na verdade, pode aumentar os níveis de testosterona, e por consequência a libido. Também aumenta a energia e a contagem de esperma.

22-Chocolate

Chocolate só é afrodisíaco se você comer MUITO dele. Enquanto o alimento contém serotonina e feniletilamina, substâncias que podem causar um rush hormonal, você entraria em coma por diabetes antes de sentir seus efeitos.

23-Sexo casual 2

Se você acha que pessoas que fazem sexo casual não são felizes, isso não é verdade. Sexo casual pode fazer muito bem para seu bem-estar emocional, se você estiver fazendo-o pelas razões certas (ou seja, porque você está a fim e está se divertindo). Neste caso, diminui as chances de depressão e aumenta a autoestima.

24-Sadomasoquismo

Será que quem curte sadomasoquismo não bate muito bem da cabeça? Pelo contrário. Não há nada de errado com os praticantes deste tipo de sexo. Um estudo descobriu que eles são mais extrovertidos, menos neuróticos, menos ansiosos e mais abertos a novas experiências. Além disso, são mais seguros em seus relacionamentos. fonte: cracked.com/photoplasty_2211_24-ways-youve-misunderstood-sex-your-whole-life/

domingo, 13 de setembro de 2015

CONHEÇA 10 MITOS MAIS COMUNS RELACIONADO AO SEXO

É de se admitir, que o sexo está nas mentes das pessoas a todo momento. As pessoas vivem, respiram o sexo, e são capazes de quase tudo para ser feliz na vida sexual. O desejo sexual do homem é uma força inata, natural. E a título de curiosidade e informação, nesta seleção estão os 10 mitos mais comuns relacionados ao sexo.

1. O sexo maravilhoso surge naturalmente

O corpo humano não vem com um manual de instrução. A boa comunicação é a chave para o sexo bom, como é uma vontade de abertura para tentar novas técnicas e posições para descobrir o que cada parceiro acha prazeroso.

2.Os homens têm mais impulsos sexuais do que as mulheres

Embora muitos homens façam acreditar que estão prontos 24 horas do dia, 7 dias da semana, a verdade é que os homens vivenciam flutuações diárias na libido, como as mulheres. A disponibilidade de um homem para saltar na cama pode ser impactada por muito dos mesmos fatores que impactam o nível de desejo de uma mulher, a incluir dieta, sono, saúde, estresse, problemas de saúde, autoconfiança, e desarmonia do relacionamento.

3.Depois de certa idade, o sexo não é mais importante

O sexo é um aspecto importante da saúde física e emocional e do bem estar para adultos de todas as idades, até para aqueles em seus anos dourados. Enquanto algumas pessoas acreditam que uma diminuição na libido é uma parte natural do envelhecimento, uma perda do desejo sexual pode ser relacionada com um número de outros fatores. A incluir deficiências hormonais, depressão, transtornos de ansiedade, efeitos colaterais da medicação, alterações em um relacionamento, barreiras de comunicação, ou perda de um conjugue ou parceiro.

4.Viagra é a resposta

Enquanto muitas pessoas acreditam que o Viagra e outros medicamentos orais similares é o melhor ou único tratamento para os homens com disfunção erétil, a verdade é que para muitos homens, estas drogas não são uma opção viável ou simplesmente não são eficazes. As medicações orais são apenas uma correção temporária para um problema que pode ter outras causas subjacentes de saúde, que devem ser abordadas por um médico qualificado. Além disso, muitos homens com problemas de saúde, a incluir hipertensão e diabetes, não podem tomar prescrições orais pelos efeitos colaterais sérios de potencial ou contra-indicações com outros medicamentos.

5.O tamanho importa

Apesar de todo homem exagerar ao dizer o quanto é grande seu pênis, o tamanho não é um barômetro para masculinidade. Como qualquer um com experiência sexual sabe, o entusiasmo sexual real supera de longe todas as partes dotadas. E ao contrário de outro popular mito sexual, o tamanho do membro não tem nada a ver com o tamanho das mãos ou pés.

6.Certos alimentos podem pôr a pessoa no clima

Chamados pela deusa grega da sensualidade e amor, os afrodisíacos são conhecidos por colocar a pessoa no clima. Enquanto ostras, chocolate escuro, morangos, e pênis de tigre possam fazer a pessoa se sentir l’amour, não há evidência científica para apoiar a validade dos afrodisíacos. No entanto, enquanto não há ciência para os alimentos e/ou ervas que causam excitação, um determinado alimento pode desencadear uma memória erótica ou desejo na mente, então em certo sentido, todos têm os próprios afrodisíacos.

7.O sexo oral é mais seguro do que o sexo vaginal e anal
De adolescentes ao ex-presidente Bill Clinton, o sexo oral parece ter o estigma de um passe livre tanto como as relações sexuais seguem. Sim, isso conta como sexo. E sim, é possível pegar uma doença sexualmente transmissível do sexo oral. Há ainda uma troca de fluidos, o que significa que as doenças podem entrar no corpo através de feridas ou pequenos cortes na boca e garganta.

8.A ejaculação precoce apenas afeta os homens jovens

Alguns homens descobrem que a ejaculação precoce começa no início da maturidade sexual, mas muitos homens também descobrem que isso passa a ser um problema mais tarde na vida. Na realidade, a ejaculação precoce afeta 30% dos homens em algum momento de suas vidas. Muitas vezes, a ejaculação precoce em homens que estão na faixa dos 30 anos de idade ou mais velhos, é um co-sintoma da disfunção erétil ou fadiga, mau condicionamento cardiovascular, depressão, ansiedade, ou sintomas neurológicos.

9.Fantasiar sobre alguém é algo ruim

Uma grande parte da experiência sexual começa no próprio cérebro, não no corpo, e algumas vezes o cérebro pode viajar. Se o indivíduo está comprometido com a parceira, e o relacionamento está bem, tudo bem pensar sobre Angelina Jolie ou Megan Fox de vez em quando.

10. As mulheres não podem engravidar se um homem “colocar para fora”

O método de “colocar para fora”, também conhecido como coito interrompido, é potencialmente a pior forma possível de controle de natalidade. Os homens nem sempre sabem quando o fluido ejaculatório começa a escoar para fora, e até mesmo à frente de um orgasmo perceptível, pré-ejaculatório que inclui esperma é lançado e é suficiente para engravidar uma mulher. E na realidade, um em cada 5 casais que usam este método como única forma de controle de natalidade ao longo de um ano obterá então uma gravidez indesejada. fonte: top10mais.org/top-10-mitos-mais-comuns-relacionados-ao-s3xo/

domingo, 17 de maio de 2015

CONHEÇA 6 MITOS DA ALIMENTAÇÃO

1. Organismos geneticamente modificados não são seguros para comer

A grande maioria dos cientistas (quase 90%), aliás, diz o contrário. A União Europeia financiou várias pesquisas e concluiu que os alimentos geneticamente modificados são seguros. O mesmo aconteceu com a Associação Médica Americana. O verdadeiro problema, ao que parece, é que poucas pessoas entendem o que eles realmente são. Todo milho, não apenas o tipo geneticamente modificado pela definição restrita de hoje, é tecnicamente geneticamente modificado – afinal de contas, em qualquer plantação, selecionamos os melhores grãos para cultivar, o que já é restringir e modificar o que crescerá naquela terra.

2. O aspartame causa câncer e é definitivamente ruim para nós

Nós não sabemos disso. O que sabemos com certeza é que até agora nenhum estudo encontrou conclusão semelhante. Pelo contrário, as pesquisas mostram um crescente consenso científico de que o aspartame não causa nenhum problema de saúde. No entanto, isso não significa que você deve abusar da substância. Só significa que você não deve temê-la em pequenas quantidades.

3. Nós comemos muito sal

Essa é uma declaração cada vez mais questionável. Sabemos, decisivamente, que comer muito sal é ruim para a saúde, especialmente para pessoas com pressão arterial elevada. Mas os cientistas não sabem realmente o que “muito sal” significa. A comunidade científica está tão dividida que muitos acreditam que uma pessoa típica saudável pode consumir até 6 gramas por dia. Para colocar isso em perspectiva, as diretrizes dietéticas americanas atuais dizem que devemos consumir no máximo 2,3 miligramas por dia, sendo que os americanos consomem cerca de 3,5 miligramas por dia.

4.O colesterol é ruim para você

Durante anos, a medicina convencional nos disse que os níveis elevados de colesterol contribuem para doenças cardíacas e, como resultado, os médicos têm instruído seus pacientes a manter esses níveis baixos a praticamente qualquer custo. Estudos recentes, no entanto, demonstraram que esta abordagem é altamente falha. Estávamos tão errados sobre o assunto que, depois de 40 anos, recentemente o governo dos EUA mudou suas orientações dietéticas advertindo sobre as consequências de comer alimentos com muito colesterol.

5. Devemos parar de comer glúten

Muitas pessoas acreditam que o glúten engorda ou faz mal para a saúde, e tentam eliminá-lo de sua dieta. Isso só é interessante para quem sofre de doença celíaca ou é alérgico a glúten – certamente uma pequena percentagem da população. No geral, não é necessário deixar de comer absolutamente nada com glúten, pois não há evidências de que nos beneficiaríamos disso.

6.Alimentos integrais não engordam

Alimentos integrais são mais saudáveis por serem ricos em fibras e vitaminas, que contribuem para a saciedade e melhoram o funcionamento do intestino. No entanto, se consumidos em grandes quantidades, podem engordar. Optar por pão integral ao invés do branco ajuda a emagrecer só se, de uma maneira geral, essa troca alimentar te ajudar a comer menos. Se você continuar comendo a mesma quantidade de pão e de outros alimentos no seu dia a dia, provavelmente não vai perder peso porque ambos têm a mesma quantidade de calorias. fonte: megaarquivo.com/2015/05/16/11-400-nutricao-mega-mitos/

domingo, 1 de março de 2015

CONHEÇA 10 MITOS DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS

A indústria fitness é um negócio de bilhões de reais – exatamente pelo potencial de fazer dinheiro com reivindicações milagrosas que convencem pessoas desesperadas que elas vão perder peso ou ficar mais atraentes. No meio de todo essa conversa comercial, bons planos de treino e verdades simples se escondem, esperando sua hora de brilhar. Essa hora chegou, graças a uma coisa chamada “ciência”. Veja mitos comuns sobre exercícios físicos e por que eles estão errados, de acordo com informações do Dr. Brian Parr, professor do Departamento de Exercício e Ciências do Esporte da Universidade da Carolina do Sul em Aiken, nos EUA.

MITO 1: No Pain, No Gain

Quem nunca viu essa frase na regata de um marombado na academia? Podendo ser traduzida como “Sem Dor, Sem Ganho”, ela absolutamente não é verdade. Desconforto após exercícios físicos é algo natural, mas dor? De jeito nenhum. “A ideia de que o exercício deve doer é simplesmente errada. Grande dor muscular durante ou após o exercício geralmente sugere uma lesão”, explica o Dr. Parr. “No entanto, um pouco dor muscular é inevitável, especialmente se você estiver começando a se exercitar”. Este mito já foi desmascarado por médicos, fisioterapeutas e pesquisadores de todas as aéreas, mas ainda persiste porque a maioria das pessoas confundem a ideia de empurrar seus limites (aumentar sua resistência) com ter dor. É importante lembrar que os treinos ainda devem ser desafiadores – ao invés de muito fáceis -, mas se você estiver sentindo dor, deve parar.

MITO 2: Dor após o exercício é causada por ácido láctico nos músculos

De onde vem a dor que você começa a sentir um ou dois dias depois de malhar? Há uma crença de que a chamada “dor muscular de início tardio” é causada por acúmulo de ácido láctico nos músculos. “Essa crença baseia-se no fato de que durante a musculação, músculos produzem energia de forma anaeróbia (sem oxigênio), o que leva a produção de ácido láctico, em contraste com exercícios aeróbicos, como caminhada, que produzem energia com uso de oxigênio, que forma pouco ácido. Mas a ideia de que o ácido láctico provoca dor muscular tardia é falsa, uma vez que qualquer ácido produzido durante o exercício é destruído logo depois que você termina, muito antes de a dor começar”, explica Parr. Em vez disso, a dor é causada por “rasgos” em seu músculo que ocorrem quando você se exercita, especialmente se você está começando um regime de treino novo. “O exercício extenuante leva a rasgos microscópicos no músculo, o que leva à inflamação e dor. Isso soa ruim, mas a lesão muscular é um passo importante para deixar o músculo cada vez maior e mais forte. Essencialmente, conforme o corpo repara esses rasgos, constrói tecido muscular novo, saudável e forte”.

MITO 3: Demora muito para ficar em forma / É inútil fazer exercícios se você não pode fazer atividades físicas regularmente

Ficar em forma não precisa levar um tempo muito longo. Não existe nada milagroso para entrar em forma rapidamente, mas muitas pesquisas mostram que um regime de exercícios saudável não significa passar horas na academia todos os dias. Para fazer menos exercício e obter o mesmo benefício, é necessário aumentar sua intensidade. Isso é chamado de treino intenso intervalado, uma ótima maneira de reduzir o comprimento dos seus treinos e obter resultados em menos tempo – só que com mais esforço. Um treino pesado de 15 minutos por dia é suficiente, mas nem todos conseguem. Se preferir ir devagar, faça essa escolha, mas tenha paciência. Além disso, enquanto exercício regular tem grandes benefícios para a saúde, fazer atividade mesmo que de vez em quando já é ótimo. Se você acha que não consegue treinar todos os dias, não use isso como motivo para não treinar hoje. Mesmo uma caminhada de meia hora uma vez por semana pode fazer uma grande diferença. Qualquer atividade é boa atividade.

MITO 4: Você precisa de uma bebida esportiva para repor eletrólitos/minerais/etc.

As bebidas esportivas são importantes para melhorar o desempenho quando uma pessoa realiza exercícios de alta intensidade com mais de uma hora de duração com frequência, como as pessoas que treinam para maratonas ou triatlo. Bebidas esportivas fornecem água para substituir o que é perdido no suor e dão açúcar (glucose) como combustível para manter a energia. Mas a maioria de nós não precisa dessas bebidas. Treinos de menor intensidade ou menor duração não requerem essa “reposição”. Apenas água comum é mais do que suficiente. Na verdade, se você está se exercitando com o objetivo de perder peso, as calorias da bebida esportiva podem te atrapalhar.

MITO 5: Alongamento antes do exercício evita lesões

Este mito é controverso e os pesquisadores ainda não chegaram a um acordo. O que é importante entender, no entanto, é que alongamento é diferente de aquecimento. É muito importante se aquecer antes de fazer exercícios extenuantes, o que pode evitar lesões, mas alongamento especificamente têm pouco benefício (como uma revisão de mais de 10 estudos concluiu) e, na pior das hipóteses, pode até inibir seu desempenho (como um estudo da Universidade de Northampton descobriu).

MITO 6: Musculação não ajuda a emagrecer

Francamente, a maioria das pessoas que começa a se exercitar não perde peso imediatamente. Por causa disso, desistem. Embora seja mais fácil ver resultado ao cortar calorias em uma dieta, é mais provável manter a perda de peso com exercício físico. A crença de que o exercício aumenta a massa muscular é verdadeira, mas isso não faz você ganhar peso. “O exercício, especialmente o treinamento de força, pode aumentar a massa muscular. Algumas pessoas acreditam que isso leva ao ganho de peso, não à perda de peso. Na verdade, quando a maioria das pessoas perde peso [através de dieta], perde gordura e músculo. O exercício ajuda a manter a massa muscular e promover a perda de gordura. A diminuição da massa muscular durante a perda de peso pode levar a uma redução na taxa metabólica de repouso, que é parte da razão pela qual as pessoas tendem a recuperar o peso após uma dieta. Ao reduzir a perda de massa muscular, os exercícios podem ajudar a manter a taxa metabólica e evitar a recuperação do peso”, argumenta o Dr. Parr.

MITO 7: Exercício físico ajuda a perder peso rapidamente

O inverso do mito anterior, esse também desanima as pessoas que não veem logo os resultados que estavam esperando. O problema é a simplificação do mantra: “comer menos calorias, queimar mais calorias”. Perder peso é mais complicado que isso. Por exemplo, caminhar pouco mais de um quilômetro em uma hora queima cerca de 100 calorias. Sentar em uma cadeira pelo mesmo período de tempo queima 60 calorias. Os benefícios da perda de peso vêm de aumentar a intensidade e duração do exercício uma vez que você começa a fazê-lo. Se você caminha ou corre mais de dez quilômetros em vez de um, você queima 500 calorias, e ao mesmo tempo demora mais no exercício, mais os benefícios da perda de peso aumentam ao longo do tempo em comparação a ficar sentado em casa. Também é importante não confundir os benefícios da perda de peso com os benefícios de saúde do exercício físico, os quais se sente quase que imediatamente.

MITO 8: Você precisa tomar suplementos para construir músculos

Infelizmente, este é mais um mito que é aplicável a algumas pessoas, mas não a maioria de nós. Os suplementos podem te ajudar se você for um fisiculturista ou um alguém que treina pesado, mas a típica pessoa que treina duas ou três vezes por semana para manter a forma não precisa tomar creatina ou shakes de proteína para construir músculos. Dr. Parr explica: “É verdade que você precisa de mais proteína para aumentar sua força muscular. Mas você pode facilmente obter essa proteína a partir de alimentos, o que significa que os suplementos são desnecessários”. Ninguém está dizendo para você pular o shake de proteína se você achar que ele é gostoso, mas lembre-se que é essencialmente uma outra refeição e uma ingestão calórica que você pode não precisar se estiver indo para a casa jantar.

MITO 9: Se você não fizer exercícios quando é jovem, é perigoso quando ficar mais velho

Nunca é tarde demais para começar a se exercitar, você apenas tem que ser cauteloso. Um estudo de 2009 com mais de 1.800 idosos da Universidade Hebraica Hadassah e da Universidade Hebraica de Jerusalém concluiu que os idosos que começaram a se exercitar no final da vida eram propensos a viver mais tempo e de forma mais saudável do que os seus colegas que evitaram exercícios físicos. A chave é encontrar um treino que está no nível de impacto certo para a sua idade e condição. Os benefícios para a saúde em áreas como memória, ansiedade e depressão e até mesmo artrite ou dor nas articulações se tornam visíveis quase imediatamente.

MITO 10: É melhor fazer exercícios em casa vs na academia

Se exercitar em uma academia não é nem melhor nem pior do que em casa, e vice-versa. Há opiniões de ambos os lados da questão, mas um estudo de 2008 publicado na revista Annals of Behavioral Medicine constatou que o que realmente importa é a crença pessoal do indivíduo sobre sua capacidade de iniciar e manter um regime de exercícios. Essencialmente, os indivíduos que são capazes de motivar-se sozinhos a se exercitar e que acreditam que podem manter o treino são mais propensos a se beneficiar de um treino em casa. Pessoas menos confiantes em sua capacidade de manter um regime de treino se saem melhor na academia. No final, as duas versões desse mito são falsas: a verdade é que o melhor tipo de treino, seja em casa ou em uma academia, depende de você e de como você está motivado a manter seus objetivos de exercício. fontes: ciencia-online.net/2015/02/top-10-mitos-sobre-exercicios-fisicos.html // hypescience.com/10-mitos-teimosos-sobre-exercicios-fisicos-desbancados

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

6 MITOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CÉREBRO

Tenho certeza que você já ouviu dizer que nós utilizamos apenas 10% do nosso cérebro, e assim como eu acreditava que era mesmo verdade. As telas do cinema inclusive afirmou este mito no filme Lucy onde a protagonista passa a usar o cérebro de maneira mais ampla e acaba desenvolvendo super inteligência e poderes. A verdade é que o cérebro é um órgão humano que ainda surpreende os cientistas. Com isso, uma série de mitos sobre o seu funcionamento tomam forma. Por que agimos de um jeito ou de outra? Por que temos doenças como Parkinson ou Alzheimer? Como nos recuperamos de acidentes graves ou nos traumatizamos com situações limite? Todas essas questões tem a ver com o estudo do cérebro. Mas, para conhecê-lo melhor, é bom descartar, logo de cara, coisas que muita gente diz por aí e que não passam de mito. Confira a seguir:

1. Só usamos 10% do nosso cérebro

O que não faltam são cientistas para desmentir essa teoria, mas mesmo assim, muita gente ainda acredita nisso. Veja bem, se só usássemos tão pouco da massa encefálica, dificilmente um ferimento na cabeça conseguiria deixar sequelas. O que acontece é exatamente o contrário. Qualquer ferimento pequeno ou grande no cérebro, é capaz de deixar sequelas, reversíveis ou não. Isso acontece porque nós usamos o nosso cérebro o tempo inteiro, só não usamos todas as partes ao mesmo tempo.

2. O tamanho do cérebro determina a nossa inteligência

Não, nem para o cérebro tamanho é documento. Se fosse assim, o cachalote seria um dos animais mais inteligente do mundo, com seu cérebro de 7kg. Ou quem sabe o hipopótamo, com 3kg de massa encefálica. Parte dessa explicação pode ser a proporção entre o tamanho do cérebro em relação ao tamanho do corpo inteiro. Porém, essa conta não funciona muito bem, porque animais muito pequenos, um musaranho, que tem a maior massa cerebral em comparação com o corpo, mas nem por isso é o animal mais inteligente do reino.

3. Todo dano cerebral é permanente

Um acidente de carro ou uma infecção podem levar à perda de partes do cérebro, e com isso, das células que o compõem, os neurônios. Dependendo da extensão e da localização do dano, é possível, sim, se recuperar. Mas mesmo com a perda dos neurônios, que não podem se regenerar, as sinapses, que são as conexões nervosas, conseguem surgir novamente. O cérebro é um órgão que funciona com certa plasticidade. Então, ele consegue encontrar outras partes para executar as funções que sofreram danos.

4. Nosso cérebro não forma novos neurônios

Estudos recentes descobriram que o hipocampo, região do cérebro associada à memória, aprendizado e emoções, continua produzindo novas células ao longo da nossa vida. É sabido que vamos perdendo neurônios enquanto envelhecemos, diminuindo nossa capacidade cognitiva. Mas é essa geração de novas células que nos permite manter um equilíbrio no funcionamento do cérebro. Também não é verdade que não conseguimos aprender mais, depois de velhos. Quanto mais velhos somos, melhores são as nossas capacidades mentais quanto a vocabulário e relações sociais – ou seja, ouvir conselhos do seu avô sobre relacionamentos, pode sim, ser uma boa ideia.

5. Álcool mata os neurônios

Apesar da bebida afetar diretamente o cérebro, ela não é capaz de matar as células. Mesmo em alcoólatras, não ocorre esse dano. Mas isso não quer dizer que está tudo liberado. Beber demais causa danos na forma como os neurônios se comunicam. Isso é bem grave, mas pode ser revertido. Outro problema que o abuso de álcool pode causar é na formação de novos neurônios, como explicamos no tópico anterior.

6. As diferenças entre cérebro de homens e mulheres tornam seus comportamentos diferentes

Sim, existem algumas diferenças entre os cérebros de homens e mulheres, mas elas são muito pequenas e não podem ser associadas com nenhuma habilidade específica. Então aquele papo de que mulher é mais emocional, ou homem tem visão espacial melhor, é tudo balela! Esse tipo de percepção tem muito mais relação cultural do que biológica. Estudos mostram, por exemplo, que mulheres são melhores do que homens em testes de empatia – mas, se antes de fazer o teste, você falar avisar os participantes que homens vão particularmente bem nesse exame, o resultado dos caras será tão bom ou melhor do que o das meninas. A mesma regra vale numa situação contrária: se você diz repetidamente para um grupo de mulheres que elas são cientificamente piores em matemática por causa do cérebro, suas notas nos testes serão piores do que seus colegas do sexo masculino. O problema todo é o preconceito e o machismo, não a diferença entre cérebros. FONTE: Superinteressante

terça-feira, 23 de setembro de 2014

CONHEÇA OS MITOS E VERDADES SOBRE O ANTICONCEPCIONAL

A chegada da pílula anticoncepcional, na década de 60 marcou a revolução feminina. Com ela, as mulheres puderam ganhar autonomia para controlar a concepção e também serviu como excelente alternativa às cólicas e ovários policísticos. Os anos se passaram e com eles as inovações foram chegando. Até a famosa “pílula do dia seguinte” já existe. Bem, o certo é que desde a década de 60 até hoje muitas ainda são as dúvidas sobre este método anticoncepcional. Aqui estão algumas questões que sempre intrigam a cabeça das mulheres. Confira!

1) A pílula traz efeitos colaterais e riscos?

Na ausência de condições como hipertensão e diabetes os riscos são pequenos, mas existem. Algumas reações colaterais podem ser retenção de líquido, dor de cabeça e nos seios, náusea, sangramento irregular e alteração de humor. Está acontecendo com você? Fique tranquila, esses problemas tendem a melhorar após o terceiro mês de uso.

2) Pílula anticoncepcional diminui a cólica? Por quê?

Sim. A pílula diminui a produção de uma substância chamada prostaglandinas. São elas que causam as contrações uterinas e nos levam àquelas dores terríveis. Depois que você começou a tomar pílula seu fluxo menstrual diminuiu? Normal. Isso pode acontecer porque o remédio diminui também a produção de prostaciclina. Essa substância é responsável pela vasodilatação que facilita o fluxo sanguíneo.

3) Utilizei a pílula por muitos anos. Será muito difícil engravidar?

Quando não há nenhuma contraindicação a pílula pode ser usada por anos a fio sem nenhuma preocupação. A partir de dez anos ou mais pode demorar mais tempo até que consiga engravidar. Isso porque seu ciclo de ovulação começará gradativamente a voltar ao normal. Seis meses é o tempo que costuma-se demorar até que você consiga engravidar com mais facilidade. Programe-se e tenha uma gestação tranquila e saudável.

4) Pílula do dia seguinte é “abortivo”?

Não. Se você já utilizou esse método e se pune até hoje por achar que tirou a vida de seu filho pode ficar com a consciência tranquila. Isso porque, segundo Dr. Luciano Melo Pompei, ginecologista e membro da diretoria da Febrasgo – Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia “no meio científico, só consideramos que há gestação a partir do momento em que existe a nidação (quando o embrião adere ao útero). Essas pílulas agem antes da nidação e jamais provocam a perda do embrião se ele já estiver aderido.” OBSERVAÇÃO: Fique atenta. Isso não significa que você sairá por ai sem responsabilidade nenhuma e tomar a pílula como se fosse um antigripal. Sexo seguro e planejamento familiar fazem parte da rotina de toda mulher moderna. Respeite-se e cuide de sua saúde. FONTE: blogdasaude.com.br/saude-fisica/2010/03/11/anticoncepcional-mitos-e-verdades/

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CONHEÇA OS 10 MITOS SOBRE O EGITO ANTIGO

Os antigos egípcios estão envoltos em uma aura de mistério e intriga, cultivado por continuadas descobertas arqueológicas. Infelizmente, o sentimento de temor que permeia o Egito Antigo também produziu inúmeros mitos. Esta lista irá investigar os equívocos mais comuns sobre o Egito Antigo, e incluem algumas digressões interessantes que iluminam novas áreas de sua cultura avançada.

1-Cleópatra era bonita

Cleópatra VII, o último faraó do Antigo Egito, sempre foi uma figura cultural, famosa por sua beleza sedutora. Esta ideia foi perpetuada por todos, desde Shakespeare a cineasta Joseph L. Mankiewicz. No entanto, moedas romanas mostram Cleópatra ter características masculinas: nariz grande, queixo protuberante e lábios finos - não arquétipo de qualquer cultura de boa aparência. Por outro lado, ela não era carente de cérebro; fontes contemporâneas nota Cleópatra como ser carismático e inteligente, ao contrário de possuir beleza física.

2-Obcecado pela morte

Lendo sobre os antigos egípcios com suas pirâmides, múmias e deuses imponentes, é fácil chegar à conclusão de que eles estavam preocupados com a morte. Na verdade, nada poderia estar mais longe da verdade. O grande trabalho que os egípcios levaram em enterrar o outro era, na verdade, uma forma de glorificar a vida. Por exemplo, muitas das ilustrações que adornam o interior de túmulos são celebrações da agricultura, caça e pesca. Além disso, os ornamentos caros enterrados com os egípcios ajudaram a alcançar a vida após a morte, onde continuaram seu trabalho atual, sem quaisquer dificuldades. Mumificação era uma maneira de manter o cadáver realista, pronto para essa forma idealizada da vida cotidiana. Claramente, os egípcios eram obcecados com a vida, não a morte.

3-Aliens

Há alguns que acreditam que os egípcios estavam em contato com alienígenas. Eles alegam que as pirâmides são realizações sobre-humanas e que alguns murais realmente retratam extraterrestres. Isto é simplesmente um insulto para o legado dos antigos egípcios. Embora a Grande Pirâmide de Gizé é matematicamente impressionante, a sua construção não foi além dos astrônomos engenhosas, estudiosos e arquitetos da época. E enquanto a Grande Pirâmide manteve-se como a estrutura mais alta por quase 4.000 anos, isso não significa que os egípcios eram amigos de aliens; isso só significa que nenhuma cultura rivalizou com os egípcios na construção de monumentos até o século 19. Quanto murais, a imagem acima fala por si.

4-Totalmente descoberto

Muitos acreditam que descobrimos tudo o que pudermos sobre o Egito Antigo, e que Egiptologia é um assunto morto e enterrado. Isto é simplesmente incorreto. Descobertas fascinantes ainda estão sendo feitas diariamente sobre o Egito Antigo, lançando nova luz sobre sua civilização. Por exemplo, um "barco solar" está sendo extraído da Grande Pirâmide. Presume-se que este barco solar permitiria que os faraós mortos para ajudar deus-sol Ra em sua batalha eterna com Apep, demônio da escuridão. Todas as noites, Ra veleja seu barco solar em combate com Apep e ao amanhecer emerge triunfante e cruzeiros por todo o céu.

5-Hieróglifos

As pessoas parecem supor que os antigos egípcios inventaram hieróglifos. No entanto, os hieróglifos primitivos foram provavelmente trazidos para o Egito por invasores da Ásia Ocidental. Outro mito, alimentado pelas imagens de cobras e pernas sem corpo, é que os hieróglifos eram uma linguagem de maldições e encantamentos mágicos. Na realidade, a maior parte dos hieróglifos tempo foram utilizados para inscrições inócuos ou representações históricas. Maldições são raramente encontradas em túmulos ea maioria dos que descobriu ter sido impotente: "Seus anos devem ser diminuídos", "Ele deve ter nenhum herdeiro". Curiosamente, até a Pedra de Roseta foi descoberta em 1798, e posteriormente traduzida, a maioria dos estudiosos acreditavam que os hieróglifos eram ilustrações, não sons fonéticos que compõem um alfabeto.

6-Decoração da pirâmide

Hieróglifos cobrir o interior de muitos túmulos egípcios antigos e palácios. Mas ao contrário do mito, as pirâmides são relativamente sem decoração. De fato, até recentemente, as pirâmides de Gizé foram pensados ​​para ser absolutamente nua dentro. Esta suposição foi quebrada quando hieróglifos foram encontrados atrás de uma porta secreta na Grande Pirâmide, há alguns meses. Além disso, as pirâmides não eram todas de cor de pedra calcária 4.000 anos atrás: alguns setores, tais como pilares interiores, foram pintados de vermelho ou branco. Esta pintura básica e a escrita oculta ainda deixa as pirâmides extremamente austera; é sua arquitetura que cimenta as pirâmides como os edifícios mais antigos e populares de pedra no mundo.

7-Os servos mortos do faraó

Quando os faraós morriam, seus servidores não eram mortos e enterrados com eles, como é popularmente acreditado, salvo algumas excepções. Dois faraós da Primeira Dinastia do Egito são conhecidos por terem tido seus servos enterrados com eles. A tendência humana de generalizar levou ao mito de que esta era uma ocorrência comum entre todos os outros cerca de 300 faraós. Os Faraós mais tarde provavelmente perceberam que seus servos fiéis viviam mais útil do que mortos, para que eles mesmos enterrados com 'shabtis' em seu lugar. Estes eram figuras que poderiam ser animadas para ajudar os faraós na vida após a morte.

8-Os escravos construíram as pirâmides

A ideia de que os escravos construíram as pirâmides do Egito tem circulado desde historiador grego Heródoto relatou que, no século 5 a.C. Ele foi confirmado como falso quando túmulos contendo os restos mortais dos construtores das pirâmides foram encontrados ao lado das pirâmides de Gizé. Ser enterrado ao lado dos faraós divinos seria a maior honra, nunca concedida a escravos. Além disso, um grande número de gado ossos escavados em Giza mostra que a carne bovina, uma iguaria no Egito Antigo, era um alimento básico dos construtores. Os construtores das pirâmides eram evidentemente artesãos egípcios altamente qualificados, e não escravos como Hollywood ou talvez a Bíblia faz as pessoas pensarem.

9-A escravização dos israelitas

Isto vem no seguimento do último mito e é obviamente uma questão delicada. Infelizmente para aqueles que seguem a Bíblia como um relato literal da história, não há nenhuma evidência para sugerir que os israelitas foram escravizados no Egito Antigo. Sabemos muito sobre os antigos egípcios a partir de seus registros completos, mas eles nunca mencionar manter uma raça de escravos, eles nunca mencionam as Dez Pragas e não há nenhuma informação arqueológica que mostra milhões de hebreus habitavam o Egito ou o deserto. Além disso, a fuga de milhões de escravos teria destruído a economia egípcia, mas foi próspera durante todo o segundo milênio aC, quando o êxodo supostamente aconteceu.

10-A maldição do faraós

A "maldição" que arruinou os que abriram o túmulo do faraó Tutancâmon foi um triunfo da badalação da mídia e susceptibilidade pública. O mito é que uma maldição lançada por Tutancâmon matou patrocinar Lord Carnarvon e outros membros da expedição. Embora alguns vêm-se com as teorias de fungos perigosos e gases que se acumulam no interior da tumba, as mortes não precisam de uma explicação especial. Apenas 8 dos 58 presentes na descoberta da tumba morreram dentro de uma dúzia de anos. O líder da expedição Carter, o alvo mais óbvio para uma maldição, viveu por 16 anos. As outras coincidências são um caso de desvio para a confirmação: qualquer infortúnio que se abateu sobre alguém na expedição foi atribuída à maldição dos faraós. A maldição é um excelente exemplo do impulso das pessoas em acreditar que uma história emocionante, em vez de os fatos. fonte: listverse.com/2011/08/29/top-10-myths-about-ancient-egypt/

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CONHEÇA 8 MITOS DO SONO QUE PODEM ATRAPALHAR SUA NOITE DE DESCANSO

Vários mitos do sono que você provavelmente já ouviu parecem lógicos em um primeiro momento. No entanto, quando os examinamos melhor,a maioria do que se escuta por aí passa longe da verdade. Pior: se as pessoas acreditam nessas baboseiras, isso atrapalha seu sono,o que é péssimo para a saúde. Confira os fatos por trás de alguns destes mitos comuns,e durma melhor:

8. Mudar de lado pode parar o ronco

Uma ideia comumente compartilhada é que, se você está roncando, basta rolar ou mudar de posição (ou fazer isso na pessoa que está roncando) para parar o barulho. O ronco ocorre quando o fluxo de ar no nariz ou na garganta é interrompido, e há muitas razões para isso. As pessoas podem roncar por conta de alergias, sinusite, apneia do sono, fossas nasais estreitas, álcool, medicamentos e outros motivos. É verdade que dormir de costas torna o ronco mais provável, mas ele nem sempre vai parar apenas por causa de uma mudança de posição. De fato, um estudo israelense com 2.000 roncadores descobriu que 46% deles não paravam de roncar ao mudar de posição, de dormir de costas para dormir de lado.

7. O sono pode ser “recuperado” no fim de semana

A curto prazo, se você perder uma ou duas horas de sono, você pode recuperá-las na próxima noite ou em um cochilo mais tarde no mesmo dia, sem muitos efeitos colaterais. No entanto, você não pode perder uma ou duas horas de sono todos os dias da semana para compensá-las no sábado ou domingo de manhã em uma base contínua. Um estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA) testou essa ideia em 30 pessoas. Os participantes dormiram oito horas durante alguns dias para estabelecer uma base e, em seguida, dormiram apenas seis horas durante seis dias e daí 10 horas de recuperação do sono por três dias. Os pesquisadores concluíram que os dois dias de sono de recuperação aliviaram o cansaço diurno e a inflamação, mas o desempenho de atenção não se recuperou – ou seja, as pessoas eram mais focadas quando dormiam bem todas as noites, em vez de dormir demais aos fins de semana. Outros estudos também descobriram que a privação crônica de sono (mesmo que leve) é associada à redução do desempenho cognitivo, problemas de memória, obesidade, doenças do coração, resistência à insulina e outros efeitos na saúde. Não tem nada que ganhe de dormir bem com regularidade.

6. Bebidas alcoólicas ajudam a ter um sono melhor

Você provavelmente já ouviu tanto elogios quanto advertências sobre beber álcool antes de dormir. As bebidas alcoólicas podem fazer com que as pessoas se sintam sonolentas ou mais relaxadas, por isso é fácil ver como esse mito nasceu. No entanto, o álcool funciona de maneira diferente dentro do corpo – ele na verdade prejudica o sono. Estudos mostram que o álcool pode fazer com que seja mais fácil cair no sono, mas, em geral, reduz a sua qualidade, torna mais provável que você acorde durante a noite e reduz fases do sono REM e do sono de ondas lentas.

5. Pessoas mais velhas precisam de menos sono

Outra crença comumente ouvida é que, à medida que envelhecemos, precisamos de menos sono. Isto é estimulado pela observação de que as pessoas mais velhas tendem a dormir por períodos mais curtos de tempo. No entanto, enquanto as pessoas mais velhas podem ter um sono mais fragmentado e serem melhores em lidar com o sono curto (foi o que alguns estudos descobriram), as necessidades de sono não mudam muito com a idade. Sono curto entre os idosos já foi associado com o aumento do acúmulo de placas no cérebro, que por sua vez é ligado à doença de Alzheimer e ao aumento do risco de hipertensão, diabetes e arteriosclerose. Em qualquer idade, se o sono não é tranquilo ou se você ainda se sente cansado após acordar, os especialistas recomendam que você procure um médico especialista, já que dormir mal pode ser um sinal de problemas de sono ou de saúde subjacentes que podem ser tratados.

4. Contar carneiros ajuda a dormir

Todo mundo já ouviu falar que contar carneirinhos (ou quaisquer objetos monótonos) pode ajudá-lo a dormir. Porém, um estudo da Universidade de Oxford (Reino Unido) feito com pessoas que sofriam de insônia descobriu que, ao invés de incentivar o sono, contar carneirinhos na realidade atrasa o sono em comparação com outros métodos. Os cientistas acham que a monotonia da contagem não é eficaz para impedir que as pessoas tenham outros pensamentos soltos, nem para bloquear sinais ambientais que podem manter as pessoas acordadas. O que mais deu certo para proporcionar um sono rápido foi visualizar uma cena relaxante. Os participantes dormiram uma média de 20 minutos mais cedo usando a tática da visualização em relação a contagem de objetos ou a não fazer nada. Então, a não ser que você ache ovelhas particularmente relaxantes, é melhor imaginar uma vista bucólica, uma paisagem calma, uma casinha em uma montanha, etc, do que contar os bichinhos pulando uma cerca.

3. Somente idosos e pessoas acima do peso têm apneia do sono

Síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma condição que tem se tornado mais conhecida junto ao público, mas, ainda assim, muitas pessoas creem que só idosos e indivíduos acima do peso a possuem. Não é por aí. Segundo um estudo da Universidade Católica de Brasília (UCB), estima-se que 2% a 4% da população adulta de meia idade seja acometida pela SAOS. Entretanto, também estima-se que o diagnóstico não é realizado em 82% dos homens e 93% das mulheres portadoras da condição. No geral, homens com mais de 40 anos estão em maior risco. Alguns estudos sugerem que peso é um fator de risco para a SAOS, mas muitos outros não chegaram a tal conclusão – o estudo da UCB não encontrou ligação entre IMC e SAOS, e um grande estudo americano descobriu que 54% das pessoas com peso normal na pesquisa tinham apneia. A única coisa que sabemos com certeza, então, é que a apneia do sono pode ocorrer em qualquer pessoa, de crianças a idosos, de qualquer sexo e com qualquer peso. Você pode achar que não tem a condição, mas é recomendado conversar com seu médico sobre isso, se for suscetível de que a SAOS seja a causa de seus problemas.

2. Ler um livro ou ver TV é uma boa maneira de relaxar na cama e pegar no sono

Muitas pessoas têm dificuldade em deitar e cair imediatamente no sono, e acreditam que ver TV ou ler um livro enquanto descansam na cama é uma boa maneira de relaxar e ficar sonolenta. Porém, pesquisas já deixaram claro que os televisores contribuem para problemas de sono por causa da luz e das distrações. Se você ler em um tablet, laptop ou smartphone, os mesmos fatores podem roubar seu sono. Especialistas em sono geralmente recomendam que as pessoas não deitem até de fato sentirem sono. O ideal é associar o menor número de atividades possíveis com a sua cama. Em vez disso, leia ou assista TV em outro espaço até que você esteja pronto para dormir. Usar pouca iluminação nas horas antes de dormir e tomar um banho quente também podem incentivar sonolência e ajudá-lo a relaxar.

1. Insônia é causada principalmente por pensamentos preocupantes e estresse

Estresse certamente não ajuda o sono, mas não é a única coisa que pode mantê-lo acordado à noite. A insônia tem muitas causas, incluindo tensão psicológica, maus hábitos (ou hábitos inconsistentes) de sono, dor física, síndrome das pernas inquietas, apneia do sono e muito mais. A Academia Americana de Medicina do Sono sugere que as pessoas procurem ajuda quando a insônia persistir por mais de três semanas. A condição pode ser tratada com técnicas de relaxamento cognitivas, medicamentos ou por tratar condições subjacentes. É importante dar atenção ao assunto, já que dormir bem é essencial para a saúde. Há uma abundância de mistérios não resolvidos sobre o sono, mas algumas das coisas geralmente aceitas cientificamente é que precisamos dormir o suficiente com regularidade, ficar física e mentalmente saudáveis, evitar luzes e equipamentos eletrônicos à noite, fazer exercícios físicos durante o dia e ter uma rotina noturna consistente – tudo isso nos ajuda a dormir melhor. fontes:LifeHacker.com/eight-common-sleep-myths-that-can-affect-your-slumber-1632487393// Scielo.br/scielo.php?pid=S0103-51502012000100010

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CONHEÇA 6 MITOS SOBRE O CORPO HUMANO

“Fatos” totalmente equivocados sobre saúde, dieta, sexo e toda e qualquer outra coisa relacionada ao corpo humano continuam a aparecer na cultura pop, e às vezes até mesmo chegam às salas de aula. Não é nossa culpa, então, que ainda acreditemos em absurdos propagados sobre nosso próprio ser. Para esclarecer as coisas: 6. Sentar muito perto da TV não vai danificar sua visão
Que criança nunca teve que levantar do chão aborrecida e se sentar mais longe no sofá para ver desenhos porque seus pais lhe disseram que ela estava muito perto da TV e ia ficar cega? Se há alguma correlação entre sentar muito perto da televisão quando criança e precisar de óculos quando adulto, é provavelmente o contrário – ou seja, a criança estava sentada tão perto da TV aos sete anos porque já tinha problemas de visão naquela época. Na verdade, em todos os estudos que foram feitos para testar se há uma distância mínima abaixo da qual a TV começa a fritar seus olhos, nenhuma evidência jamais apareceu de que a telinha cause defeitos visuais. Esses rumores surgiram provavelmente porque televisores velhos emitiam radiação, e as pessoas se preocupavam que uma proximidade da TV danificasse seus olhos. Vale lembrar que olhar fixamente para telas – sejam de televisão, computador ou celular – por longos períodos pode fazer seus olhos doerem, ficarem tensos e secos, mas isso não é porque a tela está ativamente prejudicando seus olhos; é porque se concentrar demais em algo significa que você pisca com menos frequência, e seus olhos se cansam. É interessante fazer pausas antes de voltar a encarar a telinha. 5. Dentes brancos não são sinônimo de dentes saudáveis
Você pode pensar que dentes brancos são atraentes, mas isso é algo cultural. Um dente amarelo de fato nos remete a uma imagem nada higiênica, de um fumante que não escova os dentes há séculos. No entanto, dentes muito brancos não são naturais; eles são o equivalente oral a silicone. A cor normal dos dentes humanos é amarela. Claro, café, cigarros ou não escovar os dentes com frequência podem o tornar mais escuros. Mas o auge da saúde bucal não é um dente tão brilhante que cega quem está por perto. Na verdade, tentativas fúteis e desesperadas de esfregar os dentes para que fiquem brancos podem danificá-los. Escovas duras são abrasivas e enfraquecem os dentes tirando suas camadas exteriores. Marcas de creme de dental que prometem “branqueamento” são na sua maioria besteira. E mesmo se você resolver clarear os dentes com um profissional, o esmalte será danificado, o que também é ruim para a saúde bucal. 4. A capacidade de rolar a língua não é um traço genético
Se você não consegue rolar sua língua em forma de tubo, não é porque seus pais não conseguem. E se você consegue, mas nenhum deles consegue, não significa que você é filho do vizinho. Mesmo em 1950 estudos já haviam mostrado que rolar a língua não é uma característica transmitida por seus pais. É um comportamento que pode ser aprendido. As pesquisas identificaram que a porcentagem de crianças que pode fazer isso aumenta de 54% na faixa etária de 6 a 7 anos para 76% aos 12 anos. Isso significa que muitas crianças praticam o truque até aprenderem a fazê-lo. A afirmação original de que essa habilidade era uma coisa genética veio de um artigo publicado em 1940, que animadamente afirmou ter descoberto “Uma Nova Característica Herdada em Humanos”. Como se fazer careta pudesse ser característica genética. 3. Cabelo e unha não continuam crescendo depois que as pessoas morrem
Esse mito é tão disseminado que gostaríamos de poder desenterrar corpos só para poder confirmá-lo. Será que as unhas e o cabelo ficam em negação após a nossa morte, e continuam crescendo como se nada tivesse acontecido? Não. Assim como qualquer outra coisa no seu corpo, cabelo e unhas requerem um fornecimento constante de nutrientes, oxigênio e sangue para continuar crescendo, três coisas que não estão disponíveis em um cadáver. O mito – popular desde a Primeira Guerra Mundial, quando apareceu até em livros – pode ter nascido do fato de que, após a morte, o corpo começa a secar e murchar, e a pele se afasta das unhas e cabelos de forma que parece que eles estão ficando mais longos, quando em realidade, a carcaça está apenas encolhendo. Pessoas que encontraram mortos naquela época e perceberam isso podem ter pensado que o cabelo e as unhas deles cresceram, em vez de raciocinar que foram seus corpos que diminuíram. 2. Pé plano não é um defeito, nem deixa as pessoas mais propensas a ferimentos
Se você tem o chamado “pé plano” (ou “pé chato”, aquele que não apresenta o “arco” comum nos pés), você deve em algum momento ter se considerado “anormal”, ou inapto para o serviço militar. Mas não é sua culpa; durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de soldados potenciais foram rejeitados simplesmente porque tinham a condição, criando o mito de que pés planos eram mais propensos a lesões. O que os generais não sabiam é que recusaram os superiores pés planos em favor dos patéticos pés arqueados da maioria do resto dos mortais. Em Fort Benning, em 1989, uma amostra de mais de 300 soldados foi estudada e descobriu-se que as pessoas com pé chato, na verdade, eram menos propensas a lesões do que aqueles com arcos normais. Os soldados com pés arqueados sofreram o dobro de lesões, como distensões e fraturas por estresse, dos que os com pés planos.
Enquanto isso, empresas de calçados gastam milhões tentando fazer com que as palmilhas deem aos pés “normais” o mesmo apoio que tem a raça superior dos pés planos, em uma tentativa desesperada de adiar a inevitável extinção dos arcos por meio da seleção natural. 1. Fazer sexo antes de competições não atrapalha sua performance
É um axioma tão comum no mundo dos esportes que fazer sexo diminui o desempenho atlético que muitos treinadores chegam a proibir seus jogadores de qualquer contato sexual de uma noite para até um mês antes de partidas importantes. Essa regra é velha. Há evidências de que mesmo os antigos gregos que participaram dos primeiros Jogos Olímpicos acreditavam que o sexo sugava seus níveis de energia e de agressão, de forma que não podiam dar seu melhor no dia seguinte. Claro, se você ficar a noite toda fazendo malabarismos na cama, pode se machucar e vai ficar cansado, não vai dormir o suficiente, e seu desempenho será provavelmente prejudicado. Mas, tirando isso, não há nada que sugira que o sexo atrapalhe o desempenho atlético. Por alguma razão, o mito é tão bizarro que a proibição só se aplica aos homens. Nos esportes femininos, muitas vezes é popularmente pensado que o sexo aumenta a testosterona, e por isso é incentivado para ajudá-las nas competições. Por que o sexo seria uma coisa seria boa para elas e ruim para eles? Não faz sentido! A falsidade dessa declaração foi apontada já em 1995, quando um estudo da Universidade de Yale (EUA) com onze homens testou seu desempenho quando tiveram relações sexuais e quando se abstiveram antes de partidas esportivas, e nenhuma mudança foi detectada. Inclusive, outro estudo realizado com corredores de maratonas em Londres sugeriu que o sexo pode melhorar o desempenho atlético. Embora nem todos os ângulos que envolvem sexo e esportes tenham sido testados por pesquisas científicas, no geral, é seguro dizer que fazer sexo com sua(seu) namorada(o) ou mulher(marido) antes de um jogo não vai mudar em nada – e pode até ajudar – sua performance. FONTE: Cracked.com/article_21502_6-bullshit-myths-you-believe-about-human-body_p2.html

domingo, 31 de agosto de 2014

CONHEÇA OS PRINCIPAIS MITOS SOBRE ALIMENTAÇÃO

Mito 1: BATATAS E PÃO ENGORDAM. Fato: É exatamente o oposto. Legumes e pão (integral) são carboidratos de qualidade necessários para fornecer energia para cada parte do seu corpo, desde seu cérebro até seus músculos. O que causa problema é a maneira como você os come: passar manteiga em uma fatia de pão de trigo integral ou fritar a batata pode dobrar, triplicar ou quadruplicar as calorias. Mito 2: BEBER UM COPO DE ÁGUA ANTES DE UMA REFEIÇÃO REDUZ O APETITE. Fato: Sim e não. Água controla o apetite quando está misturada ao alimento, como em uma sopa, ou em uma bebida grossa. Aparentemente, quando a água está ligada à alimentação, a digestão é lenta. É por isso que mulheres em um estudo disseram que se sentiram mais satisfeitas com sopa de frango com arroz do que frango com arroz e um copo de água - mesmo com a sopa tendo 27% menos calorias! Uma exceção a essa regra: É fácil confundir fome e sede, por isso, se tiver vontade de comer alguma coisa, mas não sabe o que, beba um copo grande de água e aguarde alguns minutos. Você pode perceber que na verdade era isso o que seu corpo realmente queria. Mito 3: MARISCO É RICO EM COLESTEROL. Fato: Por um lado, é verdade. Apenas 3 gramas de camarão oferecem mais de um terço de seu colesterol diário. Mas há um outro lado surpreendente nessa história: camarão é pobre em gordura saturada - o tipo de gordura que se torna mau colesterol (LDL), aquele que entope as artérias - e tem um pouquinho de ômega-3, que é saudável para o coração. Na Universidade da Califórnia do Sul, pesquisadores descobriram que comer moluscos toda semana, tal como camarão, reduziu o risco de ataque cardíaco em 59 por cento! Mito 4: HAMBÚRGUER E BATATAS FRITAS CONSUMIDOS OCASIONALMENTE NÃO VÃO TE MATAR. Fato: Depende da sua definição de "ocasionalmente". Se ocasionalmente é toda sexta à noite e, em seguida, mais um pouco, bem, você pode estar sendo negligente. Mas, se isso significa algumas poucas vezes por mês, e você está em forma, com boas medidas (isto é, peso, tamanho da cintura, colesterol, pressão arterial), e você está consumindo legumes, grãos integrais, nozes e outros pratos nutritivos na maioria dos outros dias, sim, você vai viver. Mas poucos de nós são tão perfeitos. Se você ocasionalmente pisar na bola, tente compensar os efeitos de uma refeição gordurosa com uma caminhada de 90 minutos a pé depois. Mito 5: AS MULHERES NATURALMENTE GANHAM PESO APÓS A MENOPAUSA. Fato: Enquanto você pode culpar um monte de coisas pelos hormônios (desde acne até TPM), neste caso, a redução das atividades físicas é a causa mais provável. Estudos após estudos descobriram que as mulheres mais velhas que se exercitam regularmente e vigorosamente podem manter as suas medidas. Mito 6: REFRIGERANTE DIET É PIOR DO QUE O CONVENCIONAL. Fato: O ideal para todos nós seria consumir água, suco de frutas diluído e chá verde em vez de beber refrigerante (diet ou regular). Ambos os tipos aumentam os riscos de doenças nos rins e no coração, além de possuírem ácidos que corroem o esmalte do dente, favorecendo o surgimento de cáries. FATO FINAL (este não é mito):

Manter o seu peso, cintura e índice de massa corporal em um nível desejável pode fazer você aparentar ser até 6 anos mais jovem.

fonte: http://saude.hsw.uol.com.br/principais-mitos-da-alimenta%C3%A7%C3%A3o-0

sábado, 17 de maio de 2014

OS 5 MITOS SOBRE O DERRETIMENTO DA ANTÁRTIDA

Esta semana surgiu a notícia de que o colapso catastrófico da camada de gelo da Antártida Ocidental já está em andamento e é irreversível. Tal notícia aparece associada a outras grandes reportagens sobre o continente austral, que estimulam conversas e perguntas sobre o que realmente está a acontecer no continente gelado. Em função disso, iremos tentar explicar a realidade por trás de alguns mitos comuns sobre grandes mudanças na Antártica. 1. O GELO DA ANTÁRTIDA ESTÁ A FICANDO MAIOR E NÃO ENCOLHE? Sim, o mar de gelo da Antártida foi crescendo ao longo dos últimas décadas. Mas aqui está o que as pessoas perdem quando levantar esta questão: O gelo do mar não é o mesmo da terra. Quando os cientistas falam sobre o derretimento da camada de gelo da Antártida, eles referem-se ao gelo glacial em terra. E, ao contrário da calota de gelo do Ártico, que persiste durante todo o ano, na Antártica, quase todo o gelo marinho derrete no verão. Então, ter mais gelo do mar serve pouco para aumentar a massa total de gelo da Antártida. Curiosamente, o crescimento do gelo do mar pode estar relacionado com o encolhimento das calotas. Ventos mais fortes, juntamente com a mudança de temperatura dos oceanos e da sua salinidade (teor de sal) estão a impulsionar o aumento do gelo no mar. 2. DEVE SER DEVIDO A TODOS AQUELES VULCÕES A Antártica Ocidental, onde o gelo está derretendo mais rápido, é também o lar de um bom número de vulcões ativos. Eles poderiam estar derretendo o gelo, em vez das mudanças climáticas? Diversas linhas de evidência afirma de forma convicta que a resposta é um sonoro NÃO. Primeiro é a Islândia. A massa de terra tem muitos vulcões ativos, mas as calotas ainda cobrem a sua superfície. E a Islândia é apenas um dos vários exemplos que mostram que o fogo e o gelo podem coexistir em vulcões sem derretimento generalizado. Em segundo lugar, vulcões chamados Tuyas irromperam através de camadas de gelo durante a Idade do Gelo no passado, e há pouca evidência de que eles causaram o rápido derretimento catastrófico. Em terceiro lugar, a atividade vulcânica sob a Antártica Ocidental não se alterou significativamente nas últimas décadas, que foi quando as calotas começaram o seu derretimento galopante. Finalmente, uma super-erupção gigantesca seria necessária para derreter as milhas de gelo que ocultam os vulcões. 3. É TUDO UMA CONSPIRAÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL Quarenta anos de dados não importam para algumas pessoas que se opõem a 97 por cento dos cientistas que concordam que os humanos estão a causar o aquecimento global. As últimas descobertas da Antártica Ocidental são baseados em observações diretas de degelo dos glaciares e não modelos de computador ou projeções climáticas. O estudo conclui que seis das maiores calotas da Antártica Ocidental estão a encolher para vales profundos, sem sulcos ou montanhas para deter o ritmo rápido. ASSISTA O VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=0iP42NK9wYg 4. O CICLO DA TERRA POR SI SÓ ENTRARIA NOUTRA ERA GLACIAL Os cientistas do clima também concordam que a Terra tem, naturalmente, aquecido e resfriado ao longo da sua história. Estes ciclos têm-se repetido a cada 100 mil anos durante os últimos 900 mil anos. Se o padrão se manteve fiel, a Terra já poderia estar a caminhar para uma outra era do gelo, mas há um fator de confusão: os seres humanos. Gases de efeito de estufa, aerossóis (partículas de poluição no ar) e outras mudanças provocadas pelos seres humanos significam que o ciclo natural do clima não pode ser o mesmo que antes. Além disso, os níveis de dióxido de carbono estão a avançar em direção dos níveis gravados quando a Terra era muito mais quente, há cerca de 3 milhões de anos, antes dos humanos modernos evoluírem. A Terra não está a caminhar para uma era do gelo tão cedo. 5. O GELO ENCOLHE QUANDO DERRETE, SENDO QUE O NÍVEL DOS OCEANOS VAI BAIXAR O manto de gelo da Antártida fica em terra, não flutua no oceano. Na verdade, ele está molhando os pés no mar, mas a maior parte do gelo está em terra. As calotas da Antártida terminam em plataformas de gelo flutuante que se estendem até ao oceano. Assim, a grande maioria do gelo não está atualmente a deslocar a água e irá elevar o nível do mar quando derreter e fluir para dentro do oceano. Nota lateral Fascinante: O terreno na Antártica Ocidental já se está a levantar onde a cobertura de gelo recuou. Chamado rebote glacial, esse fenômeno ainda está a ocorrer na América do Norte, onde a terra está a recuperar do peso das camadas de gelo enormes que cobriam o continente durante a última era glacial. Fonte: Livescience