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sábado, 26 de novembro de 2016
CONHEÇA A FOSSA DAS MARIANAS, O LUGAR MAIS PROFUNDO DOS MARES
Se você costuma mergulhar e explorar as profundezas do mar através de excursões, vai se surpreender ao conhecer o lugar que vamos apresentar. Trata-se do ponto mais profundo dos oceanos. Um local onde poucos seres humanos já tiveram a oportunidade de visitar e somente o fizerem por conta de veículos especiais para suportar a alta pressão das águas.
Estamos falando da Fossa das Marianas. Um local tão, mas tão profundo que é difícil explicar usando exemplos da nossa realidade. Imagine o Monte Everest, por exemplo. Trata-se do ponto mais alto do mundo, com impressionantes 8.848 metros de altitude. Porém, mesmo se invertêssemos essa gigantesca estrutura, ela ainda não chegaria perto do ponto mais profundo dos oceanos.
domingo, 15 de março de 2015
MARES EM LUAS GELADAS DE JÚPITER E SATURNO PODEM ABRIGAR VIDA
Duas descobertas anunciadas recentemente, numa lua de Júpiter e noutra de Saturno, aumentaram as perspectivas da busca por vida extraterrestre no Sistema Solar.
Usando o Telescópio Espacial Hubble, alemães conseguiram confirmar que Ganimedes, a maior das luas jovianas, tem um vasto oceano sob sua superfície congelada.
á dados da sonda Cassini, que orbita Saturno desde 2004, trouxeram evidências de que há fontes hidrotermais sob o oceano oculto de Encélado, uma modesta lua de apenas 500 km de diâmetro.
A revelação, publicada em estudo na revista “Nature”, é importante porque muitos cientistas creem que foi em fossas hidrotermais que a vida surgiu aqui na Terra.
“A descoberta de ambientes similares em Encélado abre perspectivas novas na busca por vida em outras partes do Sistema Solar”.
O achado foi feito ao analisar a composição de partículas de um dos anéis de Saturno, que é composto por material ejetado de fissuras na superfície de Encélado. A presença de pequenos grãos de silicato (rocha) revelou a existência das fontes hidrotermais no leito do oceano.
Água em estado líquido é tida pelos cientistas como a condição essencial para a existência de vida, por isso também há empolgação pela descoberta em Ganimedes.
Ao medir a interação do campo magnético da lua com o fluxo de partículas do Sol, os cientistas conseguiram inferir a presença de um oceano sob a crosta de gelo.
Estima-se que a camada líquida de água salgada em Ganimedes tenha espessura média de 100 km – dez vezes a dos oceanos terrestres.
Já se sabia que outra lua joviana, Europa, também tem oceano subterrâneo. A sonda Galileo já sugeria que era esse o caso em Ganimedes, mas a confirmação só veio agora.
FONTE: megaarquivo.com/2015/03/14/11-198-mares-em-luas-geladas-de-jupiter-e-saturno-podem-abrigar-vida
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
AQUECIMENTO DOS MARES DERRETEU 55% DO GELO DA ANTÁRTIDA EM 5 ANOS
O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, revelou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).
Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados.
Este primeiro estudo realizado sobre as plataformas de gelo em torno da Antártida revela que o derretimento de sua base respondeu por 55% da perda total de sua massa de 2003 a 2008, um volume muito mais importante do que o previamente calculado.
PERDA DE GELEIRAS AJUDA A SUBIR O NÍVEL DOS MARES
"É como se um pequeno balde tivesse um enorme buraco no fundo: não vai durar por muito tempo, apenas um século ou dois, mas enquanto há gelo nos glaciares, ele será um dos principais contribuintes para o aumento do nível do mar", disse Pfeffer, glaciologista no Instituto de CU-Boulder de pesquisa ártica e alpina. Na imagem, água derretida é acumulada na geleira Columbia, no Alaska, em julho de 2008.
A Antártida contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escoamento das geleiras para o oceano.
Determinar como elas derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos mares.
Segundo os cientistas, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártida.
Para esta pesquisa, publicada na edição da revista Science desta sexta-feira (14), os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs.
"O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártica é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, no Oeste dos Estados Unidos, principal autor do trabalho.
"Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante", afirmou.
Fonte: http://noticias.uol.com.br
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