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domingo, 7 de agosto de 2016

CHINA CONCLUI CONSTRUÇÃO DO MAIOR RADIOTELESCÓPIO DO MUNDO

Antenado com o espaço

O maior radiotelescópio do mundo está prestes a entrar em funcionamento. A última peça do Telescópio de Abertura Esférica de 500 metros (ou FAST, na sigla em inglês), foi instalada e o aparelho começará a ser testados com vistas ao início do funcionamento, previsto para setembro. O radiotelescópio tem o tamanho de 30 campos de futebol (500 metros de diâmetro), sendo o maior do mundo. Ele tomou o posto do Observatório de Arecibo, em Porto Rico, que mede 300 metros de diâmetro. Sua construção custou US$ 180 milhões. Com ele, os astrônomos chineses pretendem explorar o espaço em busca de vida extraterrestre. O subdiretor nacional de Observação Astronômica da Academia Chinesa de Ciências, Zheng Ziaonian, anunciou que, a partir de agora, os cientistas começam o processo de testes para detectar e corrigir problemas no telescópio. O FAST fica na Província de Guizhou, sudoeste da China, uma área favorável para a atividade de pesquisa astronômica porque o relevo dos arredores do radiotelescópio o protege naturalmente de perturbações eletromagnéticas. Ele será usado para tentar descobrir a existência de hidrogênio neutro em galáxias distantes e também pulsares distantes. Além disso, o radiotelescópio também aumenta a possibilidade de detectar ondas gravitacionais de baixa frequência. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=china-conclui-construcao-maior-radiotelescopio-mundo&id=010175160708

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

QUANTO CUSTARIA PARA CONSTRUIR A PIRÂMIDE DE GIZÉ HOJE?

Mesmo com toda a tecnologia – guindastes, helicópteros, tratores e caminhões – à nossa disposição hoje, seria difícil construir a Grande Pirâmide de Gizé. Sua construção de 4.500 anos atrás é tão surpreendente aos olhos de algumas pessoas que elas chegam a teorizar uma participação mística ou mesmo alienígena envolvendo o monumento. Mas a teoria atual da construção da Grande Pirâmide – a noção de que ela foi criada de dentro para fora, através de uma rampa em espiral interna – é, provavelmente, ainda o melhor plano de construção para tal beleza. Seguindo esse plano atualmente, poderíamos replicar a Maravilha do Mundo Antigo por nada mais, nada menos que 9 bilhões de reais. A pirâmide tem 230 metros de comprimento em cada lado, 146 metros de altura e é composta de 2,3 milhões de pedras pesando quase 3 toneladas cada uma, em uma massa total de 6,5 milhões de toneladas. Diz a lenda que a estrutura foi erguida em apenas 20 anos, o que significa que um bloco deve ter sido movido para o local a cada 5 minutos de cada dia e noite. Esse ritmo teria exigido o trabalho escravo de milhares de pessoas. Enquanto as teorias tradicionais afirmam que a pirâmide foi construída através de uma longa rampa externa, essa rampa teria de ter mais de um quilômetro para arrastar pedras para cima, e um volume de pedras o dobro da própria pirâmide. Difícil, não? Uma teoria nova mais econômica que está ganhando força entre os arquitetos e egiptólogos considera que o terço inferior da altura da pirâmide foi construída por pedras arrastadas até uma rampa externa. Mas, acima disso (o restante de 33% ou mais do volume piramidal) foi construído através do interior da estrutura, em torno de uma rampa interna levemente inclinada. Além disso, os trabalhadores poderiam ter reutilizado as pedras extraídas da rampa externa para construir os escalões superiores da pirâmide, de modo que nada seria desperdiçado. Essa teoria é de Jean-Pierre Houdin. Segundo ele, esse seria o método mais econômico para a construção da pirâmide no passado e poderia ser replicado hoje. Haveria duas principais diferenças entre a construção de pirâmides agora e antes. Primeiro, em vez de pessoas transportando as pedras até as rampas, usaríamos algo com um motor. Em segundo lugar, para os últimos 10 ou 15 metros, usaríamos um guindaste de pequeno porte para a fixação das pedras (usando também helicópteros). Enquanto a pirâmide foi originalmente construída por 4.000 trabalhadores ao longo de 20 anos usando força, trenós e cordas, a construção da pirâmide hoje com pedras, transporte de veículos, guindastes e helicópteros provavelmente levaria 1.500 a 2.000 trabalhadores em torno de 5 anos, e custaria cerca de 9 bilhões de reais. Não há planos para construir uma pirâmide em escala grande atualmente, mas uma campanha para um modelo em escala reduzida está em curso. A Earth Pyramid Project, com sede no Reino Unido, está levantando fundos para erguer uma estrutura piramidal em um local ainda a ser decidido, construída com pedras extraídas em todo o mundo. Ela irá conter uma cápsula do tempo, aberta por 1.000 anos a partir de agora. Financiada pelos governos e organizações ao redor do globo, a Earth Pyramid não só fornece uma janela da cultura contemporânea para as sociedades futuras, mas também irá servir como uma oportunidade para testar a teoria de Houdin da construção da Grande Pirâmide de Gizé. FONTE:nbcnews.com/id/46485163/ns/technology_and_science-science/#.T0ZHwYePVrR

sábado, 24 de outubro de 2015

ENGENHEIROS CONSTROEM UMA PORTA LÓGICA QUÂNTICA EM SILÍCIO PELA 1° VEZ

Impressão artística do dispositivo de porta lógica de 2 qubits. Um avanço significativo para a computação quântica foi feito por uma equipe da Universidade de New South Wales, em Sydney, na Austrália: eles criaram uma porta lógica quântica em silício, o mesmo material que chips de computadores tradicionais usam. “O que temos é uma virada de jogo”, disse um dos pesquisadores, Andrew Dzurak. Um requisito fundamental para computadores quânticos é que dois bits quânticos (ou qubits) se comuniquem e realizem cálculos juntos. Por enquanto, os cientistas só tinham alcançado esse objetivo usando dispositivos que contavam com tecnologias exóticas. No novo estudo, os pesquisadores criaram um dispositivo eficiente usando essencialmente a mesma tecnologia de computadores existentes, o que facilitará muito a fabricação de um processador em larga escala. “Isso torna a construção de um computador quântico muito mais viável”, explica Dzurak.

Os qubits

O avanço representa o componente físico final para cumprir a promessa de computadores quânticos superpoderosos baseados em silício. Em computadores clássicos, os dados são processados como bits binários, que estão sempre em um de dois estados: 0 ou 1. No entanto, um qubit pode existir em ambos os estados ao mesmo tempo, uma condição conhecida como superposição. Uma operação qubit explora esta estranheza quântica, permitindo que muitos cálculos sejam executados em paralelo (um sistema de dois qubits executa a operação em 4 valores, um sistema de três qubit em 8, e assim por diante). Em outras palavras, para os computadores quânticos se tornarem uma realidade, a habilidade de conduzir cálculos com um e dois qubits é essencial. Até agora, não tinha sido possível fazer dois bits quânticos “falarem” um com o outro – e, assim, criar uma porta lógica – usando silício.

A vantagem

O desafio na construção de portas lógicas quânticas é o fato de que, para que dois qubits “conversem”, eles precisam estar incrivelmente próximos – geralmente dentro de 20 a 40 nanômetros um do outro -, o que dificulta seu controle. A equipe superou esse obstáculo copiando a configuração dos chips tradicionais. Neles, bits binários são definidos por dispositivos semicondutores minúsculos conhecidos como transistores. Cerca de um bilhão desses transistores estão presentes em cada chip de silício em seu smartphone ou computador, por exemplo. Bits quânticos, por outro lado, são definidos pela rotação de um único elétron. Ao reconfigurar os transistores tradicionais para se associarem apenas com um elétron, a equipe de pesquisa foi capaz de fazê-los definir qubits. “Em seguida, armazenamos o código binário de 0 ou 1 no ‘spin’ do elétron, que está associado com o campo magnético minúsculo da partícula”, disse o Dr. Menno Veldhorst, principal autor da pesquisa, publicada na revista Nature. O resultado alcançado significa que todos os componentes físicos para um computador quântico baseado em silício já foram construídos com sucesso, permitindo que os engenheiros finalmente comecem a tarefa de projetar um computador quântico funcional. O próximo passo do projeto é identificar os melhores parceiros na indústria para trabalhar em conjunto com os pesquisadores, a fim de fabricar processadores quânticos em grande escala. Tais processadores teriam grandes aplicações nos setores de finanças, segurança e saúde, permitindo coisas como a identificação e desenvolvimento de novos medicamentos (ao analisar compostos farmacêuticos e minimizar testes de tentativa e erro), o desenvolvimento de novos materiais mais leves e resistentes (como produtos eletrônicos para aeronaves) e buscas mais rápidas através de grandes bancos de dados. fontes:http://phys.org/news/2015-10-crucial-hurdle-quantum.html//sciencealert.com/australian-engineers-have-put-quantum-technology-in-a-silicon-chip-for-the-first-time

sábado, 12 de setembro de 2015

CUPINS CONSTROEM VENTILAÇÃO ALIMENTADA POR ENERGIA SOLAR

Cupins têm uma má reputação no negócio imobiliário. Eles são muitas vezes vistos como sinais do apocalipse doméstico, causando bilhões de dólares em danos a casas todos os anos. Mas, quando se trata de construir suas próprias casas, os cupins são mestres engenheiros. Tal é a sua proeza arquitetônica que alguns de seus montes têm sistemas de ventilação movidos a energia solar. Não se preocupe, os cupins não estão nos batendo quando se trata da produção de painéis solares. Mas, eles estão usando a energia do sol como uma espécie de sistema de ventilação improvisado. Um estudo recente, publicado na PNAS, descobriu que alguns cupins constroem montes nos quais circulam ar, aproveitando o poder do aquecimento do sol. Cupins são incrivelmente pequenos, geralmente têm apenas alguns milímetros de comprimento, mas eles podem construir casas, chamadas de montes, que podem chegar a quase 3 m de altura (e em alguns casos, são ainda mais altos). É preciso um grande número de cupins para construir e manter um monte, e todos aqueles corpos em um espaço pequeno – junto com os jardins de fungos que algumas colônias de cupins cultivam – podem tornar o ar viciado muito rápido. Os cientistas sabiam que tinha de haver um sistema de ventilação que trocasse o ar entre o interior e o exterior do monte, mas o mecanismo por trás dessa troca permanecia um mistério. Anteriormente, os pesquisadores achavam que os cupins construíam o monte, aperfeiçoado com túneis e câmaras, de tal forma que o calor de todos os cupins vivos empurrava o ar do interior do ninho para a atmosfera, permitindo que o ar mais frio entrasse. Então, eles descobriram que o sistema de ventilação dos cupins trabalha mais como pulmões, recebendo e expelindo o ar ao longo do dia. Pesquisadores acreditavam que isso poderia ser impulsionado por mudanças na pressão do ar e do vento fora do monte. Este novo artigo propõe que, em vez de vento, o sistema é acionado pelas mudanças de temperatura que variam entre o dia e a noite. Dentro dos montes de muitas espécies de cupins, incluindo os Odontotermes obesus, as espécies envolvidas neste estudo, há um buraco no centro que funciona como um átrio ou chaminé. Ligados a esta “chaminé” central encontram-se vários túneis de menor diâmetro. Durante o dia, quando o sol está batendo, o ar aquece e sobe nos tubos menores e esfria e desce no tubo maior. Durante a noite, o processo inverte conforme o ar nos espaços menores arrefece mais rapidamente do que o ar no meio. Este fluxo de ar ventila o montículo de forma eficiente – sem necessidade de ar condicionado. Estes cupinzeiros, completos com sistemas de ventilação, podem durar por séculos. Um monte, recentemente encontrada na África, tem mais de 2.000 anos de idade. Reflita sobre isso por um minuto, mas, em seguida, chame um exterminador. Mesmo que os cupins possam construir casas incríveis, você não quer que eles destruam a sua própria. fonte: curioso.blog.br/post/cupins-constroem-ventilacao-alimentada-energia-solar-colonia/

sábado, 30 de maio de 2015

COMO O ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO CONSTRUIU O TEMPO?

Físicos e matemáticos têm buscado uma Teoria de Tudo que unifique a relatividade geral e a mecânica quântica. Enquanto a relatividade explica a gravidade e fenômenos em grande escala, tais como a dinâmica das estrelas e das galáxias no universo, a mecânica quântica explica fenômenos microscópicos em escalas subatômicas e moleculares. Agora, cientistas afirmam ter encontrado uma resposta que pode levar a essa teoria universal e mostrar de onde surgiu o espaço-tempo. O princípio holográfico é amplamente considerado uma característica essencial de uma teoria universal bem sucedida. O princípio holográfico afirma que a gravidade de um volume tridimensional pode ser descrita pela mecânica quântica numa superfície bidimensional do volume envolvente. Em particular, as três dimensões do volume deverão surgir a partir das duas dimensões da superfície. No entanto, a compreensão dos mecanismos para o surgimento do volume da superfície até agora eram indefinidos. Um novo estudo, comandado por Hirosi Ooguri, professor da Universidade de Tóquio (Japão), ao lado de colaboradores, descobriu que o entrelaçamento quântico é a chave para resolver esta questão. Usando uma teoria quântica (que não inclui a gravidade), eles mostraram como calcular a densidade da energia, que é uma fonte de interações gravitacionais em três dimensões, usando dados de emaranhamentos quânticos na superfície. É mais ou menos como diagnosticar as condições no interior do seu corpo olhando imagens de raios-X em folhas bidimensionais. Isto permitiu aos cientistas interpretar propriedades universais do entrelaçamento quântico como condições para a densidade da energia que devem ser satisfeitas por qualquer teoria quântica consistente da gravidade, sem realmente incluir explicitamente a gravidade. A importância do entrelaçamento quântico foi sugerida antes, mas seu real papel no surgimento do espaço-tempo não estava claro até este trabalho.

Ação fantasmagórica à distância

O emaranhamento quântico é um fenômeno pelo qual estados quânticos tais como rotação ou polarização de partículas em locais diferentes não podem ser descritos de forma independente. Medir (e, portanto, agir sobre) uma partícula significa que também se age sobre a outra, algo que Einstein chamou de “ação fantasmagórica à distância”. O trabalho de Ooguri e seus colaboradores mostra que esse entrelaçamento quântico gera as dimensões adicionais da teoria gravitacional. “Sabe-se que o entrelaçamento quântico está relacionado com questões profundas na unificação da relatividade e da mecânica quântica gerais, tais como o paradoxo das informações dos buracos negros e o paradoxo firewall”, diz Ooguri. “Nosso artigo lança nova luz sobre a relação entre o emaranhamento quântico e a estrutura microscópica do espaço-tempo através de cálculos explícitos. A interface entre a gravidade quântica e a ciência da informação está se tornando cada vez mais importante para ambos os campos. Eu mesmo estou colaborando com cientistas da informação para prosseguir esta linha de investigação adicional”, afirma. fonte: sciencedaily.com/releases/2015/05/150527112953.htm

domingo, 29 de março de 2015

TERIAM AS CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES CONSTRUÍDO ACELERADORES CÓSMICOS, UTILIZANDO BURACOS NEGROS?

Teriam civilizações avançadas construído aceleradores de partículas que utilizam a energia de buracos negros, para estudar física, utilizando energias na “escala Planck”? E se tais colisores cósmicos existirem no Universo, poderíamos detectá-los aqui na Terra? Brian Lacki, do Instituto para Estudos Avançados em Princeton, Nova Jersey (EUA), tem feito cálculos, os quais sugerem que se um acelerador desses existir, ele produziria neutrinos elétron-volt (YeV ou 1024 eV), que poderiam ser detectados aqui na Terra. Como resultado, Lacki está convidando astrônomos envolvidos na procura por inteligência extraterrestre (SETI) para procurarem por estas partículas de energia altíssima. A ideia está sendo apoiada pelo especialista do SETI, Paul Davies, da Universidade do Arizona, o qual acredita que a procura deveria ser expandida além das pesquisas tradicionais por telescópios. Tal como a humanidade, parece ser razoável presumir que uma civilização alienígena avançada teria um interesse aguçado na física, e construiria aceleradores de partículas a fim de procurar por energias cada vez mais altas. Esta escalada de energia poderia ser o resultado de um “cenário de pesadelo” de física de partículas, no qual não há uma nova física a níveis entre energias TeV do Modelo Padrão e energia Planck 1028 eV (10 XeV) – onde os efeitos quânticos da gravidade se tornam fortes. “O pesadelo da física da partícula é o sonho dos astrônomos que procuram por extraterrestres“, diz Lacki. Um importante problema que encara os físicos alienígenas seria que a densidade da energia eletromagnética necessária para alcançar a escala Planck é tão grande, que o aparelho estaria em perigo de entrar em colapso para dentro de um buraco negro que ele mesmo teria feito. Porém, Lacki aponta que um projetista esperto poderia, em princípio, evitar o problema e alcançar a energia Planck tecnicamente permitida, mesmo sendo extremamente difícil. Não surpreendentemente, tal acelerador teria que ser muito grande. Lacki acredita que se os campos elétricos forem usados para a aceleração, o dispositivo teria que ter pelo menos 10 vezes o raio do Sol. Porém, um acelerador do tipo “sincrotron magnético”, poderia ser bem menor. No que diz respeito a quais materiais poderiam ser usados para construir o acelerador, diz Lacki que materiais normais não poderiam aguentar os fortes campos eletromagnéticos. Na verdade, um dos poucos lugares onde tal densidade de alta energia poderia existir seria na vizinhança de um buraco negro. Lacki alega que lá a energia poderia ser ‘colhida’ para criar um acelerador na escala Planck.

“Grandes quantidades de poluição”

Porém, partículas que colidem a dezenas de XeVs são somente metade da batalha. Lacki calcula que a vasta maioria das colisões nesses colisores cósmicos não seriam de interesse dos pesquisadores alienígenas. Para que fosse obtida informação útil sobre a física na escala Planck, ele calcula que a taxa total de colisão no acelerador teria que ser aproximadamente 1024 vezes aquela do Grande Colisor de Hádrons. “Assim, aceleradores construídos para detectar eventos Planck são extremamente extravagantes e produzem vastas quantidades de ‘poluição’ “, explica Lacki. Embora muita dessa poluição seria na forma de partículas de energia extremamente alta, que em princípio poderiam alcançar a Terra, os criadores de uma máquina cósmica poderiam tentar isolar a região imediata da radiação prejudicial. Na verdade, a análise de Lacki sugere que os neutrinos são as únicas partículas que provavelmente alcançariam a Terra. Estes neutrinos teriam energias que seriam um bilhão de vezes maiores do que a mais alta energia já detectada em neutrinos aqui na Terra. Porém, diferentemente de suas contrapartes de baixa energia aqui na Terra, esses neutrinos dos aceleradores seriam muito mais fáceis de detectar, porque eles interagem muito mais fortemente com a matéria. Lacki calcula que a maioria desses neutrinos que passam pelos oceanos da Terra depositam sua energia na forma de uma chuva de partículas secundárias. Embora os oceanos sejam muito turvos para os físicos detectarem a luz emitida pelas ‘chuvas’, Lacki calcula que o som de uma chuva dessas poderia ser detectada por uma rede de hidrofones na água. Contudo, devido ao fato de esperar-se que estes neutrinos sejam extremamente raros, ele acha que aproximadamente 100.000 hidrofones seriam necessários para ter uma chance de detectar os neutrinos.

Toda a Lua

Uma outra possibilidade, embora menos sensível, seria a de usar a Lua como um detector de neutrinos. O experimento NuMoon está atualmente usando um rádio telescópio com base no solo para tentar detectar as chuvas criadas, quando neutrinos 1020 eV se chocam com a superfície lunar. Apesar de que a detecção de neutrinos YeV não seria prova da existência de aceleradores alienígenas – algumas teorias sugerem que ele poderiam ser produzidos naturalmente, através da decadência de cordas cósmicas – Lacki diz que encontrar tais partículas de alta energia seria um importante avanço na física. Embora Davis esteja entusiasmado em expandir o SETI, ele identifica um revés importante na procura por colisores cósmicos. “Meu problema principal é que uma vez que experimentos alienígenas terminem, não haveria a necessidade de manter o aparelho em funcionamento. A não ser que haja mega-máquinas similares espalhadas por todos os lugares, não haveriam pulsos transitórios“, disse ele ao physicsworld.com. Davies acredita que seja muito difícil para humanos hoje compreenderem o porquê de uma civilização avançada querer construir um colisor em escala Planck. “Por que fazer isso? Talvez para criar um minúsculo universo ou algum outro tipo de escultura exótica de espaço-tempo“, pensa ele. “Talvez porque esta civilização hipotética sinta que está encarando uma ameaça de dimensões cósmicas. O que seria esta ameaça? Não tenho a menor ideia! Porém, uma civilização que conheça um milhão de vezes mais do que a humanidade poderia perceber todos os tipos de ameaças, as quais felizmente não sabemos nada respeito.” Fonte: physicsworld.com

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CONHEÇA AS 7 MISTERIOSAS RAZÕES PARA A CONSTRUÇÃO DE STONEHENGE

Pesquisadores recentemente tiveram a rara oportunidade de bater os megálitos gigantes em Stonehenge e notaram que cada tinha uma ressonância semelhante às de sinos de metal ou de madeira. Eles propuseram que o estranho monumento já terá sido ou um antigo sistema de comunicação de longa distância, ou um sistema de sino da igreja da Idade da Pedra. Mas, apesar de séculos de especulação, os cientistas não estão muito mais perto de revelar o motivo da construção do monumento enigmático na planície de Salisbury, na Inglaterra, há milhares de anos. Lendas associam o local à magia de Merlin, e os teóricos da conspiração têm associado alienígenas e OVNIs aos megálitos. Os cientistas propõem mais teorias fundamentadas sobre o local. 1. Solo sagrado de caça A área em torno de Stonehenge era um terreno de caça ao longo de uma antiga rota de migração auroch milhares de anos antes de as primeiras pedras serem levantadas, de acordo com evidências arqueológicas. Um local a apenas uma milha (1,6 km) de distância de Wiltshire, na Inglaterra - contém evidências de ocupação humana que abrange 3.000 anos, incluindo milhares de ossos auroch, ferramentas de pedra e evidências de queimadas. Stonehenge tem evidência de construção. Já há entre 8500 e 10.000 anos atrás, alguns pinheiros foram levantados para criar uma estrutura antiga. Esta evidência arqueológica sugere que o local era originalmente um local caça antiga e de banquetes, e talvez os megálitos tenham sido criados para lembrar a generosidade de carne. 2. Monumento de unidade? A construção de Stonehenge pode ter sido mais do que apenas para lembrar alimentação. Alguns acreditam que os megálitos britânicos foram erguidas para celebrar a paz e a unidade. Durante o período do monumento, entre 3.000 a.C e 2.500 a.C, a cultura da ilha britânica estava cada vez mais unificada. Tal fato é exemplificado por estilos de cerâmica mais uniformes tomando conta de toda a região. O esforço maciço teria levado milhares de trabalhadores e empregados a transportar pedras do longínquo País de Gales. Trabalhar num projeto tão grande teria sido um exercício de unificação por si só. 3. Calendário astronômico Muitos acreditam que os antigos comemoravam o solstício de inverno em Stonehenge. A avenida perto de Stonehenge está alinhada com o pôr do sol do solstício de inverno. De igual forma, evidências arqueológicas nas proximidades sugere que porcos eram abatidos durante dezembro e janeiro - possivelmente para uma festa meados de inverno. O local também enfrenta o nascer do sol durante o solstício de verão, e milhares de visitantes ainda migram para o local todos os anos para celebrar aquele momento. 4. Ilusão do som de Stonehenge Dois gaiteiros que tocavam num campo ao redor de Stonehenge viram os sons ser cancelados em certos pontos, tal ilusão de som pode ter inspirado os construtores de Stonehenge, de acordo com uma apresentação feita na Associação Americana para o Avanço das Ciências, em 2012. Os megálitos poderiam ter sido criados para aumentar o cancelamento de som natural da área, com as pedras bloqueando seletivamente o som. Mesmo aqueles que não acraditam na teoria de ilusão de som não negam que Stonehenge tem uma acústica incrível, com os ecos cavernosos tipicamente encontrados em uma sala de aula ou numa catedral. 5. Cemitério de elite O misterioso monumento pode ter sido um cemitério para a elite, de acordo com um estudo. Milhares de fragmentos de esqueletos de pelo menos 63 pessoas foram exumados de área, com uma proporção igual de homens, mulheres e crianças. Os enterros datam de 3.000 a.C, quando a construção do monumento estava a começar. Os arqueólogos também desenterraram uma possível tigela de incenso e uma cabeça de maça, um objeto geralmente associado à elite na sociedade antiga. 6. Sinos gigantes A teoria mais recente sugere que os dolerites e sarsens em Stonehenge produziam diferentes sons únicos e subtis semelhantes a sinos de madeira ou metálicos ocos. Porque os sons teriam percorrido longas distâncias, esses sons poderiam ter sido uma forma de comunicação primitiva. Alternativamente, eles podem ter sido usados ​​tanto como os sinos das igrejas como são hoje. A ideia de usar pedras para fazer música não é nova, muitas outras culturas têm utilizado litofónes - ou xilofones de pedra - que produzem sons únicos. 7. Local de cura Muitos dos esqueletos enterrados perto de Stonehenge têm marcas de doença ou lesão, levando Geoffrey Wainwright e Timothy Darvill a propor que o local seria um ponto de cura antigo. Dando crédito a essa teoria, muitas das pedras azuis de Stonehenge foram escavadas ao longo dos tempos, talvez por peregrinos há muito perdidos que procuram talismãs de proteção ou de cura a partir do local. É também importante notar que Stonehenge pode ter sido construído por muitos, alguns ou nenhum desses motivos, e as probabilidades são que ninguém nunca vá saber com certeza o motivo da sua construção. FONTE: Livescience.com/44283-why-stonehenge-was-built-theories.html

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CIENTISTAS DESCOBREM COMO OS EGÍPCIOS MOVERAM PEDRAS GIGANTES PARA CONSTRUIR AS PIRÂMIDES

Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo. Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima. Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior. A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.
Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:
Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia. Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua. Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters. FONTES: Universidade de Amsterdã/ Phys.org/news/2014-04-ancient-egyptians-pyramid-stones-sand.html/ gizmodo.com/el-truco-de-los-egipcios-para-transportar-las-piedras-d-1569748131

quarta-feira, 9 de julho de 2014

DUBAI ESTÁ CONSTRUINDO A 1° CIDADE DO MUNDO COM TEMPERATURA CONTROLADA

O Dubai está prestes a tornar-se o lar da primeira cidade com temperatura controlada no planeta. O ambicioso projeto é esperado conter um shopping, um parque temático indoor e uma rede de avenidas que se abrem com temperatura controlada - tudo anunciado como sendo o maior empreendimento do mundo. De acordo com o desenvolvedor do projeto, o Dubai Holding, 7 km de passarelas cobertas permitirão estadias de uma semana, sem a necessidade de carros ou a exposição ao duro clima do deserto do Dubai. O projeto, de nome Mall of the World, também irá incluir um distrito de bem-estar com 3 milhões de metros quadrados e teatros modelados considerando marcos culturais famosos como o West End e a Broadway. Haverá 100 hotéis e apartamentos de serviços construídos sobre 48 milhões de metros quadrados, de forma a acomodar os 180 milhões de visitantes que o shopping espera receber anualmente. "O objetivo é criar uma cidade integrada com uma infinidade de opções de em ambientes agradáveis​​", disse o primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum. Nem um orçamento, nem uma data de conclusão foram anunciados ainda. O Mall of the World pode parecer uma fantasia capitalista estranha, mas no Dubai não é estranha a extravagância. Entre outras coisas, a cidade é famosa por conter o edifício mais alto do mundo. ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=p-lUp9sUFZw FONTE: theverge.com/2014/7/8/5879797/temperature-controlled-mall-of-the-world

sábado, 14 de junho de 2014

NASA COMEÇA A CONSTRUIR NAVE ESPACIAL QUE VAI POUSAR EM ASTEROIDE

A sonda OSIRIS-REx irá visitar um asteroide próximo, obter amostras e, em seguida, enviá-los para a Terra. O empreendimento representa a primeira missão dos EUA em recolher e trazer materiais de um asteroide e deve ser anunciada no segundo semestre de 2016. A espaçonave vai gastar dois anos viajando para Bennu, um asteroide descoberto em 1999, que mede 493 metros de diâmetro e que seria uma ameaça potencial para impacto em nosso planeta no futuro. Cinco instrumentos à bordo irão realizar uma análise detalhada do objeto ao longo de 12 meses e terminar com a coleta de várias amostras que serão então levadas de volta para a Terra em 2023. “A missão CDR (Critical Design Review) é uma grande realização, mas a parte mais difícil ainda está na frente de nós: a construção, integração e testar o sistema de voo em um lançamento planetário apertado”, disse o gerente de projeto Mike Donnelly. A missão terá como objetivo aprender o máximo possível sobre a ameaça representada pelos asteroides próximos da Terra, bem como de compreender a origem dos materiais orgânicos que levam ao desenvolvimento da vida em nosso planeta. FONTE: arquivoufo

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CIENTISTAS CONSTROEM O 1° MAPA DE COMO O CÉREBRO ORGANIZA TUDO O QUE VEMOS

Nossos olhos podem ser a nossa janela para o mundo, mas como é que vamos fazer para que se tenha sentido as milhares de imagens que inundam nossas retinas a cada dia? Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, descobriram que o cérebro está “programado” a colocar em ordem todas as categorias de objetos e ações que vemos. Eles criaram o primeiro mapa interativo de como o cérebro faz esta organização. O resultado foi obtido por meio de modelos computacionais de dados de imagens cerebrais coletadas enquanto pessoas assistiam horas de clipes de filme. Pesquisadores chamam de “um espaço semântico contínuo.” Algumas relações entre as categorias fazem sentido (humanos e animais partilham a mesma “vizinhança semântica”), enquanto outros (corredores e baldes) são menos óbvios. Os pesquisadores descobriram que pessoas diferentes compartilham um layout semântico similar.
Mapas mostram como diferentes categorias de objetos vivos e não-vivos que vemos são relacionados um ao outro no cérebro “espaço semântico”. Segundo Alexander Huth, estudante de doutorado em neurociência na Universidade de Berkeley e principal autor do estudo publicado na revista Neuron em 19/12/2012, foi possível compreender mais detalhadamente como funciona a organização do cérebro. Ele criou um visualizador do cérebro (click aqui e veja o visualizador) que demonstra, de forma mais detalhada a organização de um único cérebro humano. Uma compreensão mais clara de como o cérebro organiza o seu campo visual pode ajudar no diagnóstico médico e tratamento de distúrbios cerebrais. Estes resultados também podem ser utilizados para criar interfaces cérebro-máquina, particularmente em sistemas de reconhecimento de imagem facial e outros. “Nossa descoberta sugere que as varreduras do cérebro poderão em breve ser usadas para rotular uma imagem que alguém está vendo, e também pode ajudar a ensinar os computadores a melhor forma de reconhecer as imagens”, disse Huth, que produziu um vídeo e um site interativo para explicar a ciência do que os pesquisadores descobriram. Os pesquisadores descobriram que as categorias de objeto ou ação que os seres humanos veem altamente organizados e que a sobreposição de mapas cobrem em torno de 20 por cento do cérebro. Mapas mostram como diferentes categorias de objetos vivos e não-vivos que vemos são relacionados um ao outro no cérebro “espaço semântico”. Para a realização do experimento, a atividade cerebral de cinco pesquisadores foi gravada via Ressonância Magnética funcional. Eles assistiam duas horas de clipes de filme. Então era verificado o fluxo sanguíneo medido simultaneamente em milhares de locais em todo o cérebro. Os pesquisadores então utilizaram análise de regressão linear, e assim encontraram correlações em dados, para construir um modelo que mostra como cada um dos cerca de 30 mil locais no córtex responderam a cada uma das 1.700 categorias de objetos e ações vistas nos clipes de filme. Em seguida, eles usaram a análise de componentes principais, um método estatístico que pode resumir grandes conjuntos de dados, para encontrar o “espaço semântico” que era comum a todos os sujeitos do estudo. Os resultados são apresentados nos mapas coloridos, multidimensionais que mostram mais de 1.700 categorias visuais e suas relações entre si. Categorias que ativam as mesmas áreas do cérebro têm cores semelhantes. Por exemplo, os seres humanos são o verde, os animais são amarelos, os veículos são cor de rosa e violeta e os edifícios são azuis. “Ao utilizar o espaço semântico como uma ferramenta de visualização, nós vimos imediatamente que as categorias são representadas nestes mapas incrivelmente complexas que abrangem muito mais do cérebro do que esperávamos”, disse Huth. FONTE: UC Berkeley New Center

terça-feira, 1 de abril de 2014

NASA PLANEJA CONSTRUIR CASAS NA LUA COM UMA IMPRESSORA 3D

Construir casas no espaço onde os astronautas possam viver é uma prioridade para a NASA, por isso a agência espacial compatível com a tecnologia de impressão 3D que poderia fazê-lo. Depois de passar a fase de estudo de planetas e satélites utilizando sondas e aparelhos rovers, cientistas americanos agora pensar em como 'colonizar' alguns planetas do sistema solar. As agências espaciais enviar seres humanos a Marte ea Lua, e da longa presença dessas equipes deveriam então precisa de um lugar para viver e trabalhar, dizem. 'Não é a primeira vez que discutimos a necessidade de construir bases para os viajantes espaciais. Obviamente, o envio de materiais de construção, ferramentas e trabalhadores qualificados para outro planeta é uma tarefa improvável. Assim, os projetos que oferecem um orçamento mínimo e métodos de construção mais rápida e segura são valorizados, principalmente.
Neste sentido, a melhor idéia até agora Nasa tem sido o professor Behrokh Khoshnevis University of Southern California. O engenheiro combinado seus conhecimentos em tecnologia de impressão 3D com alguns truques de arquitetura e desenvolveu o método chamado de "elaboração de contorno '. O projeto para desenvolver e complementar esta tecnologia é totalmente financiado pela NASA. Segundo a Scientific American, a impressora 3D para a construção de edifícios em trabalho menos de um dia, como uma impressora normal, mas que lembra um robô que tem um guindaste com tubo que vai concreto. Lentamente, a máquina se move seguindo o esquema carregado para as camadas do sistema e forma do mesmo modo como uma impressora normal 3D. Ao longo do tempo a estrutura de uma casa é criado. Quanto construir um edifício na lua, em vez de os cartuchos de tinta especiais utilizados robô solo lunar. A estrutura do edifício de acordo com o desenho irá ser definida antecipadamente no software do robô. Felizmente, 90% dos materiais necessários para a construção já está na lua, por isso vai ser fácil de transportar os restantes 10% a partir da Terra em uma nave espacial, de acordo com uma nota de imprensa da NASA. Fonte: Brogilha

sábado, 22 de março de 2014

OS 7 MISTERIOSAS RAZÕES PARA A CONSTRUÇÃO DE STONEHENGE

Pesquisadores recentemente tiveram a rara oportunidade de bater os megálitos gigantes em Stonehenge e notaram que cada tinha uma ressonância semelhante às de sinos de metal ou de madeira. Eles propuseram que o estranho monumento já terá sido ou um antigo sistema de comunicação de longa distância, ou um sistema de sino da igreja da Idade da Pedra. Mas, apesar de séculos de especulação, os cientistas não estão muito mais perto de revelar o motivo da construção do monumento enigmático na planície de Salisbury, na Inglaterra, há milhares de anos. Lendas associam o local à magia de Merlin, e os teóricos da conspiração têm associado alienígenas e OVNIs aos megálitos. Os cientistas propõem mais teorias fundamentadas sobre o local. [5 estranhas teorias sobre Stonehenge] 1. SOLO SAGRADO DE CAÇA A área em torno de Stonehenge era um terreno de caça ao longo de uma antiga rota de migração auroch milhares de anos antes de as primeiras pedras serem levantadas, de acordo com evidências arqueológicas. Um local a apenas uma milha (1,6 km) de distância de Wiltshire, na Inglaterra - contém evidências de ocupação humana que abrange 3.000 anos, incluindo milhares de ossos auroch, ferramentas de pedra e evidências de queimadas. Stonehenge tem evidência de construção. Já há entre 8500 e 10.000 anos atrás, alguns pinheiros foram levantados para criar uma estrutura antiga. Esta evidência arqueológica sugere que o local era originalmente um local caça antiga e de banquetes, e talvez os megálitos tenham sido criados para lembrar a generosidade de carne. 2. MONUMENTO DE UNIDADE A construção de Stonehenge pode ter sido mais do que apenas para lembrar alimentação. Alguns acreditam que os megálitos britânicos foram erguidas para celebrar a paz e a unidade. Durante o período do monumento, entre 3000 AC e 2500 AC, a cultura da ilha britânica estava cada vez mais unificada. Tal fato é exemplificado por estilos de cerâmica mais uniformes tomando conta de toda a região. O esforço maciço teria levado milhares de trabalhadores e empregados a transportar pedras do longínquo País de Gales. Trabalhar num projeto tão grande teria sido um exercício de unificação por si só. 3. CALENDÁRIO ASTRONÔMICO Muitos acreditam que os antigos comemoravam o solstício de inverno em Stonehenge. A avenida perto de Stonehenge está alinhada com o pôr do sol do solstício de inverno. [Descoberta antiga estrada que conduz a Stonehenge] De igual forma, evidências arqueológicas nas proximidades sugere que porcos eram abatidos durante dezembro e janeiro - possivelmente para uma festa meados de inverno. O local também enfrenta o nascer do sol durante o solstício de verão, e milhares de visitantes ainda migram para o local todos os anos para celebrar aquele momento. 4. ILUSÃO DO SOM DE STONEHENGE Dois gaiteiros que tocavam num campo ao redor de Stonehenge viram os sons ser cancelados em certos pontos, tal ilusão de som pode ter inspirado os construtores de Stonehenge, de acordo com uma apresentação feita na Associação Americana para o Avanço das Ciências, em 2012. Os megálitos poderiam ter sido criados para aumentar o cancelamento de som natural da área, com as pedras bloqueando seletivamente o som. Mesmo aqueles que não acreditam na teoria de ilusão de som não negam que Stonehenge tem uma acústica incrível, com os ecos cavernosos tipicamente encontrados em uma sala de aula ou numa catedral. 5. CEMITÉRIO DE ELITE O misterioso monumento pode ter sido um cemitério para a elite, de acordo com um estudo. Milhares de fragmentos de esqueletos de pelo menos 63 pessoas foram exumados de área, com uma proporção igual de homens, mulheres e crianças. Os enterros datam de 3.000 A.C, quando a construção do monumento estava a começar. Os arqueólogos também desenterraram uma possível tigela de incenso e uma cabeça de maça, um objeto geralmente associado à elite na sociedade antiga. 6. SINOS GIGANTES A teoria mais recente sugere que os dolerites e sarsens em Stonehenge produziam diferentes sons únicos e subtis semelhantes a sinos de madeira ou metálicos ocos. Porque os sons teriam percorrido longas distâncias, esses sons poderiam ter sido uma forma de comunicação primitiva. Alternativamente, eles podem ter sido usados ​​tanto como os sinos das igrejas como são hoje. A ideia de usar pedras para fazer música não é nova, muitas outras culturas têm utilizado litofónes - ou xilofones de pedra - que produzem sons únicos. 7. LOCAL DE CURA Muitos dos esqueletos enterrados perto de Stonehenge têm marcas de doença ou lesão, levando Geoffrey Wainwright e Timothy Darvill a propor que o local seria um ponto de cura antigo. Dando crédito a essa teoria, muitas das pedras azuis de Stonehenge foram escavadas ao longo dos tempos, talvez por peregrinos há muito perdidos que procuram talismãs de proteção ou de cura a partir do local. É também importante notar que Stonehenge pode ter sido construído por muitos, alguns ou nenhum desses motivos, e as probabilidades são que ninguém nunca vá saber com certeza o motivo da sua construção. FONTE: Livescience

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

COMO A NASA PODERÁ CONSTRUIR O 1° MOTOR DE DOBRA ESPACIAL MAIS RÁPIDO QUE A LUZ

Recentemente, o físico Harold White e sua equipe na NASA anunciaram que estavam trabalhando no desenvolvimento de um motor de dobra capaz de viajar mais rápido do que a luz. O projeto é inspirado em uma equação formulada pelo físico Miguel Alcubierre em 1994, e pode, eventualmente, resultar em um motor que poderia transportar uma nave espacial para a estrela mais próxima de nós em questão de semanas – sem violar a lei da relatividade de Einstein. O trabalho de Alcubierre, “The Warp Drive: Hyper-Fast Travel Within General Relativity” (em português, algo como “Dobra espacial: viagem hiper-rápida dentro da relatividade geral), sugere um mecanismo pelo qual o espaço-tempo pode ser “deformado”, tanto na frente quanto atrás de uma nave espacial. No universo ficcional de Star Trek, a dobra espacial (ou “warp drive”, em inglês) é uma forma de propulsão mais rápida que a luz, geralmente representada como sendo capaz de impulsionar uma espaçonave ou outros objetos a muitos múltiplos da velocidade da luz, ao mesmo tempo em que evita os problemas associados a dilatação do tempo. Esse mecanismo tira proveito de um “truque cosmológico” que permite a expansão e contração do espaço-tempo, e poderia permitir viagens hiper-rápidas entre destinos interestelares. Essencialmente, o espaço vazio atrás de uma nave seria feito para poder expandir-se rapidamente, empurrando a nave para a frente. Eventuais passageiros perceberiam isso como movimento, apesar da completa falta de aceleração. White especula que isso poderia resultar em “velocidades” que poderiam levar uma nave espacial para Alfa Centauri (o sistema estelar mais próximo de nós) em apenas duas semanas, mesmo que o sistema esteja a 4,3 anos-luz de distância. A título de comparação, com a nave espacial mais rápida do mundo existente atualmente, a sonda Helios-2, o trajeto a Alfa Centauri levaria 19.000 anos. MAS COMO? Com nossas tecnologias de propulsão atuais, o voo interestelar é impossível. Algumas tecnologias experimentais, como propulsores de íons ou naves explodindo bombas atômicas na cauda, oferecem esperança, mas simplesmente não são práticas. Isso porque elas exigem quantidades enormes de combustível e de massa para chegar a qualquer estrela próxima, depois de décadas ou até mesmo séculos de viagem. O que a nova proposta tem de diferente, ou seja, de melhor que as outras? Ela oferece um meio de chegar a um destino distante de forma bastante rápida, sem quebrar nenhuma lei da física, e ainda tem o potencial de solucionar o problema da energia (da quantidade exorbitante necessária hoje para alcançarmos lugares tão além do nosso planeta). BOLHA DE DOBRA Em termos de mecânica do motor, a ideia depende basicamente de um objeto esferoide colocado entre duas regiões do espaço-tempo (uma expansão e uma contratação). Uma “bolha de dobra” geraria o que se move no espaço-tempo ao redor do objeto, efetivamente reposicionando-o. O resultado final seria viagem com velocidade mais rápida do que a luz, sem o objeto esférico (a nave espacial) ter que se mover com respeito à sua estrutura local de referência. Ou seja, através da criação de uma “bolha de dobra”, o motor da nave irá comprimir o espaço à frente e expandir o espaço atrás de si, movendo-o para um outro lugar sem sofrer nenhum dos efeitos adversos dos métodos de viagem mais rápida que a luz. “Nada localmente excede a velocidade da luz, mas o espaço pode se expandir e contrair em qualquer velocidade”, explica White. DIFICULDADES Ainda assim, criar esse efeito de expansão e contração do espaço-tempo de forma a chegarmos a destinos interestelares em períodos de tempo razoáveis exige muita energia. Avaliações iniciais sugeriam quantidades de energia monstruosas, basicamente iguais à massa-energia do planeta Júpiter (que é de 1,9 × 10 elevado a 27 quilos ou 317 massas terrestres). Como resultado, a ideia tinha sido posta de lado no passado. Mesmo que a natureza permitisse uma velocidade de dobra, nunca seríamos capazes de criá-la. No entanto, White afirma que, com base na análise que fez nos últimos 18 meses, pode haver esperança. A chave, segundo ele, pode estar em alterar a geometria da dobra espacial propriamente dita. White percebeu que, se otimizasse a espessura da bolha de dobra (mudando sua forma de anel para uma forma de rosca), e oscilasse sua intensidade para reduzir a rigidez do espaço-tempo, poderia reduzir a energia necessária para fazê-la funcionar. White ajustou a forma de anel feita inicialmente por Alcubierre, transformando o esferoide de algo que parecia um halo plano para algo mais grosso e curvo. O novo design pode reduzir significativamente a quantidade de matéria necessária; White diz que a velocidade de dobra pode ser alimentada por uma massa ainda menor do que a sonda Voyager 1. A redução da massa de um planeta do tamanho de Júpiter a um objeto que pesa apenas 725 kg redefiniu completamente a plausibilidade do projeto. Essa plausibilidade é muito interessante, mas ainda é teórica. Agora, White e a equipe da NASA buscam provar que o conceito pode ser prático. Para tanto, eles estão fazendo diversos testes, como a medição das perturbações microscópicas no espaço-tempo a partir de uma versão modificada do interferômetro de Michelson-Morley. Ou seja, os pesquisadores estão tentando simular uma bolha de dobra em miniatura usando lasers para perturbar o espaço-tempo. “PILHA DE CHICAGO” E então: uma nave que viaja além da velocidade da luz sem perturbar as leis do universo pode ou não ser construída? “Matematicamente, as equações de campo preveem que isso é possível, mas ainda temos que reduzir esta ideia à prática”, afirma White. Ou seja, antes de dizermos que tal coisa é possível, precisamos de algo chamado de “prova de existência”, que White apelidou de “Pilha de Chicago”, em uma referência a um grande exemplo prático. No final de 1942, a humanidade ativou o primeiro reator nuclear do mundo em Chicago (EUA), gerando meio Watt, energia que não era suficiente para alimentar uma lâmpada – mas foi uma prova de que ele era possível. Pouco menos de um ano depois, nós ativamos um reator que gerava energia suficiente para abastecer uma pequena cidade. White está confiante. “Esta brecha na relatividade geral nos permite ir a lugares de forma muito rápida, medida da mesma forma por observadores na Terra e observadores a bordo do navio – viagens medidas em semanas ou meses ao invés de décadas e séculos”, disse. Só que, no momento, a realização de tal projeto está no “modo de ciência”. “Eu não estou pronto para discutir a proposta muito além da matemática e de abordagens modestas controladas em laboratório”, conclui. FONTES: io9, USSOrbiter

sábado, 1 de outubro de 2011

COMO FOI CONSTRUÍDA AS PIRÂMIDES DO EGITO‏


A construção das pirâmides botou milhares de egípcios para suar, exigiu conhecimentos avançados de matemática e muitas pedras. Das cem pirâmides conhecidas no Egito, a maior (e mais famosa) é a de Quéops, única das sete maravilhas antigas que resiste ao tempo. Datada de 2.550 a.C., ela foi a cereja do bolo de uma geração de faraós com aspirações arquitetônicas. Khufu (ou Quéops, seu nome em grego), que encomendou a grande pirâmide, era filho de Snefru, que já tinha feito sua pirâmide. O conhecimento passou de geração em geração, e Quéfren, filho de Quéops, e Miquerinos, o neto, completaram o trio das pirâmides de Gizé. Para botar de pé os monumentos, que nada mais eram que tumbas luxuosas para os faraós, estima-se que 30 mil egípcios trabalharam durante 20 anos. “Esses trabalhadores eram trocados a cada três meses. A maioria trabalhava no corte e transporte dos blocos”, diz Antonio Brancaglion Jr., egiptólogo do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). Além do pessoal que pegava pesado, havia arquitetos, médicos, padeiros e cervejeiros. Tudo indica que esses caras eram livres (e não escravos), pagos com cerveja e alimentos. Mas há controvérsias. Alguns apostam em 100 mil trabalhadores, além de teses que atribuem a obra a ETs!

Pedra sobre pedra
Cerca de 2,3 milhões de blocos ajudaram a botar de pé a pirâmide de Quéops
As pedras foram o começo de tudo – cada bloco pesava em média 2,5 toneladas, mas isso variava: o tamanho diminuía de acordo com a altura, e em lugares específicos, como a câmara do rei, havia pedras gigantes, estimadas em até 80 toneladas. Depois de cortados nas pedreiras, os blocos eram lixados e catalogados: escrevia-se o nome do faraó e o do grupo de trabalhadores responsáveis. No total, 2,3 milhões de blocos teriam sido usados na construção da pirâmide de Queóps.

É PEDREIRA!
Para erguer as pirâmides, o terreno foi aplainado. Além de deixar a terra pronta para o trabalho, o processo rendeu uma fonte natural de matéria-prima: o platô era rico em rochas calcárias, um tipo de pedra mais mole, extraída com ferramentas de cobre. Rochas de calcário mais fino, usadas para dar brilho à pirâmide, vinham da região próxima de Tura.

VOU DE BARCO
O faraó escolheu granito para decorar a câmara do rei, onde ele foi sepultado. Como a pedra não era encontrada na região, os blocos vinham de até 800 quilômetros de distância, da pedreira de Assuã, em barcos pelo rio Nilo. Os pesadíssimos blocos, alguns com até 80 toneladas, também revestiam as câmaras e os corredores internos

BASE CONCRETA
Para alguns pesquisadores, a análise da taxa de minerais presentes em partes dos blocos da pirâmide mostra que pode ter sido usado um tipo de concreto primitivo tanto na parte externa quanto na interna. Se a teoria for verdade, essa terá sido a primeira aplicação de concreto de que se tem notícia – antes disso, os pioneiros eram os romanos.

Rock’n'roll
Teorias explicam como os egípcios rolaram as pedras.A proeza de transportar os blocos gigantes é tão complexa que até hoje não existe consenso. Isso pode ter sido feito com cordas; com uma espécie de trenó de troncos de madeira cilíndricos, sobre os quais as pedras deslizavam; ou com a ajuda de tafla, um tipo de barro que, molhado, fica escorregadio e ajuda a deslizar os blocos. Depois de assentados, os blocos eram cortados em um ângulo de 51º, o que deixava a face da pirâmide lisa

SUBINDO A LADEIRA
O que é – Uma rampa feita de terra e cascalho, com escoras nas laterais

Pontos positivos – Como ocuparia apenas uma das faces, esta rampa deixaria as laterais da pirâmide livre – assim, seria mais fácil checar se a obra estava “torta”
Pontos negativos – Para que a rampa alcançasse a altura total, teria que ser muuuito longa, e o trabalho teria que ser interrompido toda vez que fosse necessário espichá-la

ZIGUEZAGUE
O que é – Rampa única em ziguezague construída em torno da pirâmide. É a teoria mais popular atualmente

Pontos positivos – A rampa teria uma inclinação constante, ao contrário da rampa única
Pontos negativos – A rampa tampa a visão da totalidade da obra. Assim, haveria o risco de, ao desmanchar a rampa, perceber que as faces da pirâmide estavam tortas

DEBAIXO DOS CARACÓIS
O que é – Até os 43 metros de altura, usa-se a rampa externa. A partir daí, seria usada uma rampa interna em espiral, recuada a 15 metros da face externa. No fim de cada andar, uma aresta permite que as pedras girem 90º
Pontos positivos – Reaproveitaria o material da rampa externa para o resto da construção. Um sistema de contrapeso carregaria as pedras maiores
Pontos negativos – Como a linha não é reta, a rampa aumentaria a distância pela qual os blocos teriam que ser arrastados

PAU NA MÁQUINA
O que é – Várias teorias sugerem que máquinas eram usadas para subir os blocos pirâmide acima. Essas máquinas poderiam ser guindastes, alavancas ou sistema de gangorras, com um cesto de areia de um lado e o bloco de outro

Pontos positivos – As máquinas dariam alívio à dureza do trabalho braçal
Pontos negativos – Faltaria espaço para manobrar, e as máquinas não dariam conta dos blocos maiores

TAMANHO É DOCUMENTO
Comparada com prédios e campos de futebol, a pirâmide sai ganhando
ALTURA – 147 metros.Equivale a – Prédio de 49 andares – o Copan, por exemplo, tem 140 metros
PESO DE 1 BLOCO – 2,5 toneladas.Equivale a – 3 Fuscas de 800 quilos
PESO TOTAL – 6,5 milhões de toneladas. Equivale a – 11,5 navios de carga carregados

ÁREA – 13 acres (52 598 m2).Equivale a – 6 campos de futebol.

Fonte: Mundo Estranho