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sábado, 15 de julho de 2017

SONDA DA NASA CAPTURA FOTOS INÉDITAS DA MAIOR TEMPESTADE DO SISTEMA SOLAR

Se você acompanha de perto notícias relacionadas com astronomia, então deve estar por dentro das andanças da sonda espacial Juno da NASA. A pequena nave não-tripulada tem como missão levantar informações sobre Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar e, para isso, ela percorreu quase três bilhões de quilômetros — ao longo de mais ou menos cinco anos — até chegar ao gigante gasoso, em meados do ano passado. Desde então, a Juno vem conduzindo sua missão direitinho e ajudando os cientistas a desvendar uma porção de mistérios sobre Júpiter. Ela também tem enviado imagens espetaculares do planeta — e a última seleção foi registrada sobre a “Grande Mancha Vermelha”, a feição mais marcante da atmosfera jupiteriana.

Tempestade descomunal

De acordo com Ben Panko, do site Smithsonian.com, atualmente, a sonda espacial leva 53 dias para percorrer de um polo a outro de Júpiter, e no início desta semana, Juno fez a maior aproximação da Grande Mancha Vermelha já realizada por um dispositivo terráqueo até agora. As melhores imagens que existiam dessa imensa estrutura eram as que foram capturadas pelas sondas espaciais Voyager quando elas passaram por Júpiter em 1979. Essa turbulenta feição jupiteriana se encontra em atividade há mais de 300 anos e é um imenso ciclone com mais de 16.000 quilômetros de diâmetro — o que significa que o nosso planeta caberia com folga em seu interior! —, ventos que atingem mais de 600 km/h e cujas temperaturas podem passar dos 1.300 graus Célsius. Então, não é à toa que a Grande Mancha Vermelha é considerada a maior tempestade do Sistema Solar. Segundo Mark Kaufman, do site Inverse, a Juno sobrevoou essa descomunal formação a cerca de 9.000 quilômetros de altitude e aproveitou para registrar uma porção de imagens da tempestade. O sobrevoo durou 12 minutos e capturou panorâmicas com sua impressionante câmera — que conta com uma resolução de aproximadamente 3 quilômetros por pixel. Confira alguns dos cliques que já foram processados na galeria a seguir:
(NASA/ NASA/SwRI/MSSS/Juan Carlos Munoz © CC NC AS)(JPL NASA/Swri/MSSS/JunoCam/Carlos Galeano - Cosmonautika © PUBLIC DOMAIN)(NASA/ TiagoPanserini)(NASA/ Luigi Gallo © CC BY) Só a título de curiosidade, durante o século 19, os astrônomos estimaram que a Grande Mancha Vermelha media 40.000 quilômetros de diâmetro e, em 2015, o pessoal da NASA divulgou a informação de que ela parece estar diminuindo de tamanho — a uma taxa de mais ou menos 930 km/ano. Os pesquisadores não sabem dizer a razão do “encolhimento”, mas, quem sabe as leituras conduzidas pela Juno não os ajudam a descobrir! fonte: smithsonianmag.com/smart-news/peering-great-red-spot-180964037/

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