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domingo, 9 de agosto de 2015

SE MARTE JÁ FOI HABITADO, O QUE ACONTECEU ?

Após estudar o planeta vermelho por décadas, os cientistas admitem que existe a grande possibilidade de que um impacto de meteoro ou cometa alterou o destinho de Marte. Comparado com a Terra, Marte é cheio de crateras de impacto, mas isso não é estranho, já que esse planeta tem uma posição muito inconfortável no nosso sistema solar, bem ao lado do cinturão de asteroides. Devido a isto, Marte é constantemente bombardeado por asteroides, e diferentemente da Terra, Marte não possui uma lua grande para defendê-lo de ataques de asteroides. Olhando para trás na história, sabemos que a Terra já foi impactada por uma enorme rocha espacial e alguns daqueles impactos possivelmente mudaram a história do nosso planeta. Um dos melhores exemplos que conhecemos é a cratera de impacto de Chicxulub, localizada na península do Yucatan, no México, a qual os cientistas acreditam ter sido a razão principal para a extinção dos dinossauros.
Assim, se isso aconteceu aqui na Terra, não seria algo similar possível em Marte? No planeta vermelho encontramos uma cratera de impacto bem interessante, localizada na região Lyot, e ela possui aproximadamente 200 km em diâmetro. A área desta cratera de impacto nos conta o quão poderoso o impacto foi e ele poderia ser uma das causas principais do porquê de Marte ser um “deserto” hoje. Este impacto de cometa pode ter causado uma profunda disrupção no sistema planetário de Marte. Ele teria sido um evento de mudança climática absolutamente devastador para o planeta. Assim, seria possível que bem antes de ter perdido sua atmosfera, Marte abrigava a vida? Até mesmo civilizações que chamavam Marte de seu ‘lar’? Estas são apenas algumas das questões que devem ser esclarecidas. Em 20 de julho de 1976, após uma jornada de 10 meses, a sonda Viking I alcançou seu destino, Marte. As imagens que a Viking enviou de volta para a Terra foram espetaculares, e algumas delas mostraram que Marte não era tão diferente da Terra. Algumas regiões de Marte pareciam com lugares da Terra, como o Vale da Morte. A história da sonda Viking I fica interessante após ela ter executado vários testes à procura de vida no planeta vermelho. A Viking I retornou resultados controversos. O Dr. Gil Levin projetou um dos testes que a sonda Viking desempenhou – um teste relativamente simples. Ele explicou que microorganismos respiram bem como você ou eu, ou qualquer outro animal, e então eles exalam dióxido de carbono. O que a NASA fez foi pegar uma pequena amostra do solo marciano, colocá-la dentro de um vasilhame, a qual foi monitorada por uma semana por sinais de ‘bolhas’ dentro do tubo. Após 7 dias, o inesperado aconteceu. O teste para encontrar vida em Marte foi positivo pelos critérios aceitos pela NASA, pois ‘bolhas’ foram registradas dentro do vasilhame da Viking I. Embora este teste tenha retornado positivo para a existência de vida, outros testes com critérios diferentes mostraram resultados negativos. A NASA foi muito cautelosa sobre este assunto e optou por dizer: “Não há prova de vida em Marte”. Alguns cientistas sugerem que Marte possa ter tido uma atmosfera similar à da Terra, e ela foi aniquilada há 65 milhões de anos. Adicionando à esta sugestão, ideias foram formadas no passado, as quais mostram a possibilidade de que uma civilização uma vez habitou Marte, fugiu para a Terra à procura de abrigo. Assim, isto nos torna os ‘marcianos’ que desesperadamente tentamos encontrar? Alguns cientistas dizem ter encontrado evidências fortes de civilizações perdidas no planeta vermelho e, de fato, eles acreditam que podem ter encontrado uma assinatura nuclear na atmosfera marciana, que combina com a da Terra após um teste nuclear. De acordo com cientistas há grandes traços de Xenon-129 em Marte, e o único processo conhecido que produz este elemento é uma explosão nuclear. Seria esta somente outra coincidência que mostra o quão similar Marte é com a Terra? Ou este fato estaria fornecendo evidência de que Marte foi muito diferente no passado? Fontes: ufodisclosure.net // noticia-final.blogspot.com.br/2015/08/se-marte-ja-foi-habitado-o-que-aconteceu.html

terça-feira, 15 de abril de 2014

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE UM ASTEROIDE,UM COMETA,UM METEORO E UM METEORITO?

Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013, foi um dia de emoções fortes para os habitantes da Terra: algumas horas depois de um meteorito explodir na Rússia e deixar mais de mil feridos, um gigantesco asteroide passou “perto” do nosso planeta. Em meio a esses eventos, muitas pessoas ficaram curiosas a respeito dos diversos corpos celestes (asteroides, cometas, meteoros) que “habitam” o sistema solar. Quais as diferenças entre eles? Asteróide:
Um corpo rochoso inativo, relativamente pequeno, que orbita o sol. Cometa:
Um corpo composto por rocha e gelo, às vezes ativo. Quando o gelo é vaporizado pelo calor do sol, forma-se uma espécie de atmosfera em torno do cometa e, se o objeto estiver em movimento, forma-se uma “calda” de poeira e/ou gás. Meteoroide:
Um pedaço de um cometa ou asteroide que orbita o sol. Meteoro:
Grande corpo rochoso que, quando entra na atmosfera terrestre, queima e, dependendo do tamanho, se desintegra antes de chegar atingir a superfície do planeta. Meteorito:
Um meteoroide que consegue passar pela atmosfera terrestre e atingir a superfície do planeta. Segundo dados divulgados pela NASA, diariamente a Terra é “bombardeada” por mais de cem toneladas de poeira espacial e partículas do tamanho de grãos de areia. Cerca de uma vez por ano, um asteroide do tamanho de um carro médio atinge a atmosfera terrestre. A cada 2 mil anos, em média, um meteoroide do tamanho de um campo de futebol atinge a superfície da Terra. Por fim, a cada alguns milhões de anos, aparece um corpo espacial grande o suficiente para ameaçar a humanidade, caso atinja o planeta – há gigantescas crateras provocadas por esses corpos em outros planetas. TAMANHO É DOCUMENTO Se um corpo celeste tiver uma largura menor do que 25 metros, é muito provável que se queime na atmosfera terrestre sem causar qualquer dano significativo ao planeta. Se um meteoroide tiver mais de 25 metros, mas menos de um quilômetro de largura, é provável que chegue a danificar consideravelmente a área de impacto e seus arredores. Acredita-se que qualquer corpo celeste maior que isso poderia causar efeitos globais. Para se ter uma ideia, asteroides encontrados no cinturão entre Marte e Júpiter (e que, não se preocupem, não representam uma ameaça à Terra) podem ter mais de 940 km de largura. Calcular a órbita de corpos celestes como cometas e asteroides é um trabalho complexo e, como depende de observações feitas em épocas diferentes, pode ser demorado. Contudo, novas tecnologias e novos dados coletados facilitam o trabalho cada vez mais. Fonte: NASA/IFuckingLoveScience