Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador COMETA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador COMETA. Mostrar todas as postagens
sábado, 7 de março de 2015
UM COMETA COMO VC NUNCA VIU
Os astrofísicos do projeto DES (Dark Energy Survey) estão procurando por indícios da energia escura, mas encontraram algo bem mais brilhante.
Em sua busca, o telescópio varre continuamente o céu, fotografando pequenas porções de cada vez com a câmera digital mais poderosa do mundo atualmente em operação, sensível à luz emitida a até 8 bilhões de anos-luz de distância.
Ocorreu que o cometa Lovejoy estava no caminho desse rastreamento, colorindo vários quadros coletados pela câmera.
Cada um dos retângulos representa um dos 62 campos individuais da câmera, chamada DECam (Dark Energy Camera).
O resultado foi a mais bela foto do Lovejoy, que tem menos de 5 km de diâmetro, embora sua causa de gás e poeira estenda-se por 640.000 km.
FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cometa-lovejoy&id=010175150303
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
O COMETA É MAIS ESCURO QUE CARVÃO E SEM ÁGUA
Os primeiros resultados mostram que sempre vale a pena fazer grandes empreitadas científicas, como enviar uma sonda para pousar em um cometa.
Métrica rápida
Existem inúmeras técnicas concebidas para tentar medir o sucesso de uma empreitada científica. Mas parece que nenhuma se compara a uma métrica bem do tipo senso comum: o quão boquiabertos os cientistas ficam quando veem os resultados de seus esforços. E, por essa avaliação, os primeiros resultados obtidos pela sonda espacial Rosetta representam um sucesso inegável: os cientistas ainda não encontraram nada do que esperavam ao ver um cometa de perto. "À primeira vista" porque a missão Rosetta está apenas no começo, olhando o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko ainda a meia distância, aproximando-se para enviar um módulo de pouso e depois persegui-lo por um ano durante sua aproximação do Sol. Desde que as primeiras imagens do cometa 67P chegaram, os cientistas ficaram meio sem saber o que fazer com suas teorias, que defendem que os cometas são essencialmente "pedras de gelo sujo". A "sujeira" está lá, mas o gelo, que se acreditava responder pela larga maioria de sua massa, ainda não deu o ar da graça.Cometa escuro como carvão
Agora, mais um instrumento a bordo da sonda Rosetta fez a sua primeira coleta de dados, e colocou em números o que as primeiras imagens já deixavam desconfiar. O instrumento, chamado Alice, começou a mapear a superfície do 67P, registrando o primeiro espectro de luz emitida por ele na faixa do ultravioleta extremo. A partir dos dados, a equipe do Alice constatou que o cometa é extraordinariamente escuro - mais escuro que carvão - quando visto nesses comprimentos de onda. O aparelho detectou hidrogênio e oxigênio na "atmosfera" do cometa, conhecida como coma, mas não moléculas de H2O. O instrumento confirmou ainda que, ao contrário do que se esperava inicialmente, a superfície do cometa não possui sinais de gelo. "Estamos um pouco surpresos com o quão pouco reflexiva é a superfície do cometa e com quão pouca evidência há de gelo de água exposto," disse Alan Stern, principal cientista do Alice, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, nos Estados Unidos, que construiu o instrumento com financiamento da NASA. Ainda é muito cedo para dizer que o cometa 67P não tem água. O que dá para garantir é que ele não a tem na quantidade esperada, o que levanta grandes expectativas sobre os jatos emitidos em sua aproximação do Sol - que serão filmados de perto pela Rosetta.Teorias por água abaixo
A observação do cometa foi idealizada para ajudar os cientistas a entender mais sobre a origem e a evolução do nosso Sistema Solar, partindo do pressuposto de que os cometas seriam verdadeiras cápsulas do tempo desse processo de formação. Além disso, com a dificuldade de explicar a origem da vida, vinha ganhando força a ideia de que a vida teria-se originado no espaço e vindo para a Terra a bordo dos cometas, congelada nesses hipotéticos blocos de gelo cósmicos. E, até antes do que isso, com a dificuldade de explicar a origem da água na Terra, alguns cientistas já argumentavam que os oceanos da Terra foram enchidos com água trazida por cometas que se chocaram com nosso planeta. Mais uma vez, a realidade está se mostrando um pouco mais complicada do que as teorias gostariam - e isto sim, é o que sempre faz valer a pena grandes empreitadas científicas como as da sonda espacial Rosetta. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cometa-mais-escuro-carvao-sem-agua&id=010130140908sábado, 26 de julho de 2014
O QUE SÃO COMETAS?
COMETAS são corpos menores do Sistema Solar, que quando se aproximam do Sol passam a exibir uma atmosfera difusa, denominada coma, e em alguns casos apresenta também uma cauda. Ambas causadas pelos efeitos da radiação solar e dos ventos solares sobre o núcleo cometário.
Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos, variando em tamanho de algumas centenas de metros até dezenas de quilômetros.
ÓRBITAS E ORIGEM
Os cometas possuem uma grande variedade de períodos orbitais diferentes, variando de poucos anos a centenas de milhares de anos, e acredita-se que alguns só passaram uma única vez no Sistema Solar interior antes de serem arremessados no espaço interestelar. Acredita-se que os cometas de período curto tenham sua origem no Cinturão de Kuiper, ou em seu disco de espalhamento, que fica além da órbita de Netuno. Já os cometas de longo período, acredita-se que se originam na Nuvem de Oort, consistindo de restos da condensação da Nebulosa solar, bem além do Cinturão de Kuiper. Os cometas são arremessados dos limites exteriores do Sistema Solar em direção ao Sol pela perturbação gravitacional dos planetas exteriores (no caso dos objetos no Cinturão de Kuiper) ou de estrelas próximas (no caso dos objetos da Nuvem de Oort), ou como resultado da colisão entre objetos nestas regiões.
Cinturão de Edgeworth-Kuiper
Nuvem de Öpik-Oort
Os cometas são distintos dos asteroides pela presença de uma coma ou cauda, apesar de cometas muito antigos que perderam todo material volátil podem se assemelhar a asteroides. Algumas descobertas recentes tornaram um pouco mais nebulosa a distinção entre asteroides e cometas.
Até Maio de 2005 foram registrados 3.648 cometas conhecidos dos quais 1.500 são Cometas rasantes Kreutz e cerca de 400 são de período curto. Este número está aumentando. Entretanto, ele representa apenas uma pequena fração da população total potencial de cometas: o número de corpos semelhantes a cometas no sistema solar exterior pode chegar a um trilhão. O número de cometas visíveis a olho nu é, em média, de um cometa por ano, e a maioria deles é discreto e nada espetacular.
Quando um cometa historicamente brilhante ou notável é visto a olho nu por muitas pessoas, ele pode ser chamado de Grande Cometa.
A cauda do cometa, pelo contrário do que se acredita, não representa a direção que ele está viajando. Na verdade, a sua cauda é formada por conta da ação dos ventos solares, que fazem com que ele sublime. Ou seja, a cauda do cometa sempre estará oposta com relação à direção do Sol. Veja na figura abaixo:
NOMENCLATURA DOS COMETAS:
Prefixos são adicionados ao nome do cometa para distinguir a sua origem, passagem, etc..., sendo eles:
P/ indica um cometa periódico (definido como um cometa com período orbital menor que 200 anos ou com observações confirmadas em mais de uma passagem pelo periélio);
C/ indica um cometa não periódico (definido como qualquer cometa que não é periódico de acordo com a definição acima);
X/ indica um cometa para o qual não se tem uma órbita confiável calculada (geralmente cometas históricos);
D/ indica um cometa que se partiu ou foi perdido, referido como um cometa escuro ("dark");
A/ indica um objeto que foi identificado por engano como cometa, mas é na verdade um planeta menor.
fonte: galeriadometeorito.com/p/cometas.html
quarta-feira, 16 de julho de 2014
O QUE É PIOR:A TERRA SER ATINGIDA POR UM COMETA OU ASTEROIDE?
Em meio a teorias sobre “extinção em massa”, logo vem à cabeça uma colisão com um asteroide gigante — culpa do filme Armagedom. Contudo, os astrônomos dizem que essa não é a maior ameaça para a Terra.
Pois é, a verdade é que nós — apenas reles mortais — somos meros reféns de várias ameaças que estão por aí, orbitando o Planeta Azul. Podem ser asteroides, cometas, explosões solares, buracos negros, colisões com outros planetas, não importa: muita gente fica com medo só de pensar na hipótese de que um desses perigos pode acontecer a qualquer momento.
As megaproduções de Hollywood (Armagedom, Impacto Profundo, O Dia Depois de Amanhã, 2012, entre outras) sempre nos fizeram acreditar que um asteroide gigante é a maior ameaça para destruir a Terra, aniquilando todos os habitantes de nosso planeta, não é verdade? Mas eles nos enganaram!
Os especialistas de plantão afirmam: o impacto de um cometa poderia ser muito mais devastador do que uma colisão com um asteroide.
POR QUÊ?
Os asteroides próximos à Terra — conhecidos como Near-Earth Asteroids ou NEA em inglês — têm órbitas bem parecidas com a do Planeta Azul, e suas colisões tendem a golpear a Terra por trás ou de lado, pela lateral.
Já os cometas são mais “hippies”: viajam ao redor do Sol em caminhos mais livres — sem uma rota definida —, e por isso a chance de um deles se chocar de frente com o nosso planeta são muito mais catastróficas, fazendo com que a vida humana se tornasse coisa rara por aqui —apenas alguns vermes iriam sobreviver.
Além disso, existe outro fator muito importante: a velocidade. No momento do impacto, os cometas podem viajar até três vezes mais rápidos do que os asteroides. Só para você ter ideia, isso significa que um cometa poderia gerar um poder de destruição nove vezes maior do que um asteroide da mesma massa.
EXISTE ALGUM MÉTODO DE PREVENÇÃO?
Se fosse uma rocha gigante, até que uma explosão com bombas — como no filme Armagedom — poderia resolver boa parte do impacto, não causando a nossa extinção por completo. Contudo, é muito mais complicado detectar um cometa se aproximando do nosso planeta do que detectar um asteroide próximo.
Com a palavra, Bill Ailor (principal engenheiro do Centro de Estudos de Reentrada de Fragmentos Orbitais da Aerospace Corporation): “Eles vêm muito rápido. Em alguns casos, as pessoas acreditam que podemos ter um aviso por volta de dois anos antes de um impacto, e isso na melhor das hipóteses”.
Pode até passar pela sua cachola que dois anos podem parecer muito, mas não é: os cientistas e engenheiros precisam de mais tempo para tentar colocar a Terra fora de uma rota de colisão desse tipo. E, só para deixar a brincadeira mais divertida, as órbitas dos cometas são imprevisíveis — não tem como saber exatamente por onde ele vai passar.
ENTÃO, POR QUE TANTO MEDO DE ASTEROIDES?
É simples: os números. Apesar de os cometas serem muito mais devastadores no caso de uma colisão, os asteroides ainda são vistos como a principal ameaça de um impacto apocalíptico com a Terra.
De acordo com Mark Boslough — especialista de impactos no laboratório Sandia National, EUA —, a probabilidade de um asteroide se chocar com o Planeta Azul é 100 vezes maior do que de um cometa: “Estou mais preocupado com asteroides do que com cometas, porque há muitos mais asteroides perto da Terra”.
Até agora, a NASA já identificou mais de 11 mil asteroides (alguns com quilômetros de diâmetro) e monitora todos eles diariamente.
Fontes:space.com/26264-asteroids-comets-earth-impact-risks.html?cmpid=557675 / galeriadometeorito.com/2014/06/colisao-com-terra-o-que-e-mais-perigoso-cometa-ou-asteroide.html
terça-feira, 15 de abril de 2014
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE UM ASTEROIDE,UM COMETA,UM METEORO E UM METEORITO?
Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013, foi um dia de emoções fortes para os habitantes da Terra: algumas horas depois de um meteorito explodir na Rússia e deixar mais de mil feridos, um gigantesco asteroide passou “perto” do nosso planeta. Em meio a esses eventos, muitas pessoas ficaram curiosas a respeito dos diversos corpos celestes (asteroides, cometas, meteoros) que “habitam” o sistema solar. Quais as diferenças entre eles?
Asteróide:
Um corpo rochoso inativo, relativamente pequeno, que orbita o sol.
Cometa:
Um corpo composto por rocha e gelo, às vezes ativo. Quando o gelo é vaporizado pelo calor do sol, forma-se uma espécie de atmosfera em torno do cometa e, se o objeto estiver em movimento, forma-se uma “calda” de poeira e/ou gás.
Meteoroide:
Um pedaço de um cometa ou asteroide que orbita o sol.
Meteoro:
Grande corpo rochoso que, quando entra na atmosfera terrestre, queima e, dependendo do tamanho, se desintegra antes de chegar atingir a superfície do planeta.
Meteorito:
Um meteoroide que consegue passar pela atmosfera terrestre e atingir a superfície do planeta.
Segundo dados divulgados pela NASA, diariamente a Terra é “bombardeada” por mais de cem toneladas de poeira espacial e partículas do tamanho de grãos de areia.
Cerca de uma vez por ano, um asteroide do tamanho de um carro médio atinge a atmosfera terrestre. A cada 2 mil anos, em média, um meteoroide do tamanho de um campo de futebol atinge a superfície da Terra.
Por fim, a cada alguns milhões de anos, aparece um corpo espacial grande o suficiente para ameaçar a humanidade, caso atinja o planeta – há gigantescas crateras provocadas por esses corpos em outros planetas.
TAMANHO É DOCUMENTO
Se um corpo celeste tiver uma largura menor do que 25 metros, é muito provável que se queime na atmosfera terrestre sem causar qualquer dano significativo ao planeta. Se um meteoroide tiver mais de 25 metros, mas menos de um quilômetro de largura, é provável que chegue a danificar consideravelmente a área de impacto e seus arredores.
Acredita-se que qualquer corpo celeste maior que isso poderia causar efeitos globais. Para se ter uma ideia, asteroides encontrados no cinturão entre Marte e Júpiter (e que, não se preocupem, não representam uma ameaça à Terra) podem ter mais de 940 km de largura.
Calcular a órbita de corpos celestes como cometas e asteroides é um trabalho complexo e, como depende de observações feitas em épocas diferentes, pode ser demorado. Contudo, novas tecnologias e novos dados coletados facilitam o trabalho cada vez mais.
Fonte: NASA/IFuckingLoveScience
Assinar:
Postagens (Atom)










.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)