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quarta-feira, 11 de junho de 2014

OVN DESTRÓI METEORITO QUE CAIU NA RÚSSIA

Antes de tocar o solo e ferir mais de 1000 pessoas, um OVNI teria agido rapidamente e destruído o meteorito ainda no ar. Pelo menos é o que mostra um vídeo, publicado neste último domingo, no YouTube. Comparado com o vídeo original (que você pode assistir abaixo). o objeto parece soltar algumas partículas no ar. No entanto, no vídeo de Max Maximus, os detalhes ficam ainda mais evidentes com a ampliação, mostrando o que parece ser um OVNI entrando no interior do meteorito e destruindo seu núcleo. Logo depois, ocorre a explosão do objeto, reduzindo seu tamanho e volume. Teria realmente um OVNI salvo a Rússia de uma destruição maior? ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=XkT0_fM5NjM FONTE: arquivoufo

terça-feira, 15 de abril de 2014

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE UM ASTEROIDE,UM COMETA,UM METEORO E UM METEORITO?

Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013, foi um dia de emoções fortes para os habitantes da Terra: algumas horas depois de um meteorito explodir na Rússia e deixar mais de mil feridos, um gigantesco asteroide passou “perto” do nosso planeta. Em meio a esses eventos, muitas pessoas ficaram curiosas a respeito dos diversos corpos celestes (asteroides, cometas, meteoros) que “habitam” o sistema solar. Quais as diferenças entre eles? Asteróide:
Um corpo rochoso inativo, relativamente pequeno, que orbita o sol. Cometa:
Um corpo composto por rocha e gelo, às vezes ativo. Quando o gelo é vaporizado pelo calor do sol, forma-se uma espécie de atmosfera em torno do cometa e, se o objeto estiver em movimento, forma-se uma “calda” de poeira e/ou gás. Meteoroide:
Um pedaço de um cometa ou asteroide que orbita o sol. Meteoro:
Grande corpo rochoso que, quando entra na atmosfera terrestre, queima e, dependendo do tamanho, se desintegra antes de chegar atingir a superfície do planeta. Meteorito:
Um meteoroide que consegue passar pela atmosfera terrestre e atingir a superfície do planeta. Segundo dados divulgados pela NASA, diariamente a Terra é “bombardeada” por mais de cem toneladas de poeira espacial e partículas do tamanho de grãos de areia. Cerca de uma vez por ano, um asteroide do tamanho de um carro médio atinge a atmosfera terrestre. A cada 2 mil anos, em média, um meteoroide do tamanho de um campo de futebol atinge a superfície da Terra. Por fim, a cada alguns milhões de anos, aparece um corpo espacial grande o suficiente para ameaçar a humanidade, caso atinja o planeta – há gigantescas crateras provocadas por esses corpos em outros planetas. TAMANHO É DOCUMENTO Se um corpo celeste tiver uma largura menor do que 25 metros, é muito provável que se queime na atmosfera terrestre sem causar qualquer dano significativo ao planeta. Se um meteoroide tiver mais de 25 metros, mas menos de um quilômetro de largura, é provável que chegue a danificar consideravelmente a área de impacto e seus arredores. Acredita-se que qualquer corpo celeste maior que isso poderia causar efeitos globais. Para se ter uma ideia, asteroides encontrados no cinturão entre Marte e Júpiter (e que, não se preocupem, não representam uma ameaça à Terra) podem ter mais de 940 km de largura. Calcular a órbita de corpos celestes como cometas e asteroides é um trabalho complexo e, como depende de observações feitas em épocas diferentes, pode ser demorado. Contudo, novas tecnologias e novos dados coletados facilitam o trabalho cada vez mais. Fonte: NASA/IFuckingLoveScience

sábado, 22 de março de 2014

METEORITO DE CHELYABINSK AJUDARÁ A DESENVOLVER NANOTECNOLOGIAS

O meteorito de Chelyabinsk mostrou estar cheio de segredos e mistérios. Os especialistas da Universidade de Nizhny Novgorod, ao estudarem os fragmentos do bólide celestial, descobriram neles nanocristais naturais de magnésio e ferro. Isso pode dar nova informação sobre a natureza dos nanomateriais e as condições da sua formação natural, declarou à Voz da Rússia Dmitri Pavlov, doutor em ciências físico-matemáticas e um dos investigadores e autores da descoberta. O meteorito de Chelyabinsk foi o primeiro na história da investigação dos bólides celestiais onde foram detectadas partículas de nanocristais de origem natural. Isto é um fenômeno bastante curioso, que poderá abrir uma nova página no desenvolvimento das nanotecnologias, explica ele: “Verificamos que o meteorito de Chelyabinsk é formado por nanocristais massivos e compatos. São partículas de cristal pela estrutura, mas de tamanho nanométrico. Antes nunca fora encontrado nada de igual em meteoritos. Tentamos agora criar artificialmente semelhantes objetos. É verdade que, por enquanto, a causa do aparecimento desses nanocristais é uma incógnita.” Os nanocristais contidos na amostra do meteorito de Cheyabinsk são compostos de ferro-periclase. Este mineral contém em si magnésio, ferro e oxigênio. Na Terra formam-se apenas nas camadas do manto superior quando existem altas pressões e temperaturas. Mais, os nanocristais encontrados têm uma forma esférica ideal. Isso mostra que no corpo espacial exerceram influência altíssimas temperaturas e uma pressão colossal. Por isso, é bem provável que as partículas de nanocristais não sejam parentes do meteorito, mas tenham aparecido no momento em que ele caiu a alta velocidade e de uma grande altura, explica Dmitri Pavlov: “Quando o corpo celeste caiu na Terra, ele aqueceu-se muito. A temperatura poderia ter atingido alguns milhares de graus. Tanto mais que, numa altura superior a 15 km, ele ainda explodiu. Foram esses estilhaços incandescentes, que se formaram devido à explosão, que depois caíram. Eles caíram na Terra em frações de segundo. Um desses pequenos estilhaços foi-nos trazido de Chelyabinsk. Em qualquer dos casos, objetos com nanocristais são extremamente importantes do ponto de vista das propriedades físicas, visto que decorrem da natureza quântica de pequenas inclusões. Aí altera-se o espetro energético do corpo sólido.” Por exemplo, foi possível descobrir também que os nanocristais meteoríticos possuem luminescência. Eles imitem radiação visível e infravermelha em ondas longas num diapasão entre 675 e 800 nanometros. Esta descoberta pode servir para a elaboração de sistemas com meios oticamente ativos. Pela primeira vez, a atividade ótica das substâncias foi descoberta em 1811 pelo cientista francês François Jean Dominique Arago no quartzo. E cinco anos depois, outro francês, Jean-Baptiste Biot, descobriu-a nos líquidos puros, bem como nas misturas e vapores de muitas substâncias químicas, assinala Dmitri Pavlov: “Os sistemas com meios oticamente ativos há muito que são criados e empregues na optoeletrônica. Mas as tecnologias da sua obtenção aperfeiçoam-se constantemente e procuram-se novos meios para a sua obtenção. E, aqui, Deus ou a natureza mostraram-nos mais uma via possível de criação de tecnologias especiais tão complexas.” Hoje, especialistas de todo o mundo tentam sem êxito obter por via artificial nanocristais de materiais semicondutores, onde se revelem efeitos de medidas quânticas e se observem brilho não térmico das substâncias. Em diferentes laboratórios físicos criam-se condições extremas para isso. Porém, não foi possível conseguir o desejado. É provável que uma das chaves do mistério do problema difícil esteja no meteorito de Chelyabinsk. Este corpo celeste abalroou literalmente a atmosfera terrestre a 15 de fevereiro de 2013 e explodiu por cima da cidade russa de Chelyabinsk. Um dos maiores fragmentos do bólide espacial caiu nas águas do lago Chebarkul. Os mergulhadores só conseguiram retirar o pedaço de meteorito a 16 de outubro do ano passado. A parte encontrada do "viajante" extraterrestre pesava mais de 650 quilos. FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CIENTISTAS IDENTIFICAM METEORITO MAIS ANTIGO DE MARTE JÁ ENCONTRADO NA TERRA

Segundo cientistas, uma rocha negra descoberta no Deserto do Saara pode ser o meteorito mais antigo de Marte que já foi encontrado. Pesquisas anteriores sugeriam que a rocha tinha cerca de 2 bilhões de anos, mas novos exames mostram que a rocha, apelidada de “Beleza Negra”, tem mais de 4 bilhões de anos e teria se formado nos primórdios de Marte. Este meteorito é formado por cinco fragmentos. “Esta (rocha) nos conta sobre uma das épocas mais importantes da história de Marte“, disse, Munir Humayan, professor da Universidade Estadual da Flórida (EUA) e autor da pesquisa. “É quase certo (que a rocha) veio das terras altas do sul, um terreno cheio de crateras que forma o hemisfério sul de Marte“, continuou. “A crosta de Marte deve ter mudado muito rapidamente com o passar do tempo.” Houve um grande episódio vulcânico em toda a superfície, que então formou uma crosta e, depois disso, a atividade vulcânica teve uma queda dramática“, prosseguiu Humayan. “Quando isso aconteceu, devia haver água na forma gasosa, dióxido de carbono, nitrogênio e outros gases para produzir uma atmosfera primordial, além de um oceano primordial. É um período de tempo muito empolgante – se houve vida em Marte, a origem seria neste período em particular“, acrescentou o cientista. Até hoje, foram encontrados cerca de 100 meteoritos marcianos na Terra, a maioria deles sendo bem mais jovem do que a “Beleza Negra”, datando de 150 milhões a 600 milhões de anos. A hipótese é a de que essas rochas teriam caído na Terra após um asteróide ou cometa ter se chocado contra a superfície de Marte e ejetado as rochas para o espaço, as quais acabaram caindo na Terra. Humayan diz que agora planeja com sua equipe analisar a rocha para procurar vestígios de algum tipo de vida marciana. Mas, segundo o professor, enquanto a rocha permaneceu no deserto do Saara, pode ter sido contaminada por organismos vivos da Terra. Veja abaixo um vídeo liberado pela NASA, mostrando a evolução de Marte, desde quando era um jovem planeta e tinha um atmosfera espessa, sendo quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, passando por vários períodos até os dias de hoje, quando o planeta se torna árido: Fonte: noticias.uol.com.br