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sexta-feira, 11 de abril de 2014

NANO ESPIRAIS DE ALTA TECNOLOGIA, COMO 300.000 ANOS DE IDADE, FORAM ENCONTRADOS NOS MONTES URAIS

Em 1992, nos Montes Urais, um geólogo russo acidentalmente descobriu o que mais tarde seriam conhecidas como as ‘nano espirais russas’. A descoberta dessas espirais, mais corretamente chamadas de objetos minúsculos de formato espiral, foi feita enquanto depósitos minerais da região eram investigados. Os artefatos em questão eram feitos de cobre, tungstênio e molibdênio. Seus tamanhos variavam de 3 cm a somente 0,0003 mm. Esta curiosa descoberta parece similar aos elementos de controle utilizados na tecnologia recente de ‘nano-máquinas’ e todas as peças foram encontradas à uma profundidade de entre 3 e 12 metros, misturadas com cascalho. Estes depósitos correspondem à Era Pleistocena, sugerindo que os objetos em si possam ter entre 100.000 e 300.000 anos. Todos os objetos parecem ter sido manufaturados, pois nenhum processo natural conhecido pode explicar esta criação. O fato de humanos há pelo menos 100.000 anos serem capazes de criar estes objetos é desconhecido. Seria esta misteriosa descoberta evidência de que humanos poderiam ter sido tecnologicamente mais avançados do que se acredita, ou seriam estes objetos evidência de uma presença extraterrestre na Terra? Muitos ‘acobertadores’ continuam a alegar que estes minúsculos objetos sejam pedaços de foguetes que estavam sendo testados e lançados da região de Plestsk. Estes argumento não é sustentável por duas razões principais: Primeiro, nunca antes alguém encontrou quaisquer materiais comparáveis com esses encontrados na região onde os lançamentos ocorreram; e segundo, estes materiais sendo encontrados à profundidades entre 3 e 12 metros, não é consistente com lixo deixado pelos lançamentos de foguetes. As estruturas têm sido estudadas pela Academia Russa de Ciência, em Moscou, Syktyvkar e São Petersburgo, e também no instituto Helsinki, na Finlândia, sem resultados. Nenhuma conclusão oficial satisfatória foi feita sobre os artefatos. Infelizmente, todas as pesquisas futuras desses objetos foram cessadas, devido a morte do Dr. Johannes Fiebag, em 1999. Ele era o principal pesquisador da descoberta. O júri ainda está em aberto para determinar exatamente o que estas pequenas estruturas são e muitas teorias variadas têm sido propostas, tanto pelos que apoiam a tese de que estes sejam objetos tecnológicos do passado, quanto pelos acobertadores. Seria possível que os humanos da antiguidade eram mais avançados tecnologicamente do que se acredita? ]E se este for o caso, seriam todos os humanos tão avançados, ou somente uma pequena porção da humanidade era capaz de produzir tais objetos? Uma outra possibilidade é a de que estes objetos sejam de origem extraterrestre e foram fornecidos aos humanos, ou deixados aqui por uma avançada civilização alienígena. Quem sabe? As possibilidades são inúmeras, mas é certo que muitos dos estudos destes objetos deveriam continuar ocorrendo e que eles não devem ser descartados pela comunidade científica sem a exploração das possibilidades viáveis. Talvez algum cientista irá assumir onde o Dr. Johannes Fiebag deixou, para continuar este estudo. FONTES: www.cosmostv.org /ovnihoje

quinta-feira, 3 de abril de 2014

8 ITENS BIZARROS QUE SÃO ENCONTRADOS NOS ALIMENTOS QUE VOCÊ CONSOME

E, logicamente, você nem faz ideia disso. Confira a seguir quais são esses produtos e onde eles estão presentes. Se você é um pouco paranoico com limpeza e gosta de deixar tudo brilhando, da maçã da fruteira ao chão da pia, saiba que nem a mais higiênica das pessoas está livre de algumas coisas nojentas que todo mundo ingere sem nem ao menos se dar conta. Uma frase dita por Otto Von Bismarck é muito interessante e ilustra bem o assunto desse post: “Se você gosta de leis e salsichas, você nunca deve vê-las sendo feitas”. Seguindo essa linha, infelizmente descobrimos que alguns alimentos industrializados contêm diversos itens desagradáveis como os que você vai conferir na lista a seguir: 1 – SECREÇÕES ANAIS DE CASTORES
Pois é. Repare em um ingrediente chamado castóreo, que está listado em produtos feitos à base de baunilha. A substância pode ser retirada também de glândulas próximas ao ânus desses animais e, embora isso não soe a coisa mais apetitosa do mundo, o castóreo é um substituto comum da baunilha. 2 – CABELOS HUMANOS
Ou cisteína, se você quiser um nome que dê menos enjoo. Você consome cabelos humanos em pães, bolos e afins. Por mais bizarro que pareça, esse componente feito com cabelo ou penas de pato (!) é utilizado para dar mais sabor a alguns alimentos. É muito mais comum do que você imagina. 3 – ALCATRÃO DE CARVÃO
Esse item começou a ser utilizado como corante artificial em vários alimentos há 120 anos. Atualmente os alimentos industrializados preferem o uso do óleo como corante. 4 – ANTICONGELANTE
Chamado também de propilenoglicol, a substância é conhecida por ser usada em radiadores e, definitivamente, não em alimentos. A verdade, porém, é que você encontra anticongelantes em molhos para saladas, como um agente capaz de deixar o líquido menos aguado. 5 – RETARDADOR DE CHAMAS
Ele é chamado de óleo vegetal bromado e está presente em refrigerantes com sabores cítricos. Essa substância pode ser tóxica quando consumida em grandes quantidades. 6 – BIODIESEL ADITIVADO
O nome da substância é feio e difícil de falar: butil hidroquinona terciário. Por mais bizarro que pareça, ela está presente em nuggets de frango e pode ser supertóxica. Só para você ter ideia, somente um grama seria necessário para causar a morte de uma pessoa. 7 – AREIA
Se um dia você encontrar o ingrediente dióxido de silício em produtos como sal ou sopas de pacotinho, saiba que essa substância vem da areia. Ela é utilizada para controlar a umidade e impedir que o sal ou a sopa em pó fiquem empedrados, por exemplo. 8 – COMBUSTÍVEL DE AVIÃO
O BHT ou, ainda, butil-hidroxitolueno, é utilizado em combustíveis de aeronaves e também no cereal que você come pelas manhãs. A substância tem efeito antioxidante e auxilia a deixar os alimentos frescos por mais tempo. Fonte: Huffington Post

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CIENTISTAS IDENTIFICAM METEORITO MAIS ANTIGO DE MARTE JÁ ENCONTRADO NA TERRA

Segundo cientistas, uma rocha negra descoberta no Deserto do Saara pode ser o meteorito mais antigo de Marte que já foi encontrado. Pesquisas anteriores sugeriam que a rocha tinha cerca de 2 bilhões de anos, mas novos exames mostram que a rocha, apelidada de “Beleza Negra”, tem mais de 4 bilhões de anos e teria se formado nos primórdios de Marte. Este meteorito é formado por cinco fragmentos. “Esta (rocha) nos conta sobre uma das épocas mais importantes da história de Marte“, disse, Munir Humayan, professor da Universidade Estadual da Flórida (EUA) e autor da pesquisa. “É quase certo (que a rocha) veio das terras altas do sul, um terreno cheio de crateras que forma o hemisfério sul de Marte“, continuou. “A crosta de Marte deve ter mudado muito rapidamente com o passar do tempo.” Houve um grande episódio vulcânico em toda a superfície, que então formou uma crosta e, depois disso, a atividade vulcânica teve uma queda dramática“, prosseguiu Humayan. “Quando isso aconteceu, devia haver água na forma gasosa, dióxido de carbono, nitrogênio e outros gases para produzir uma atmosfera primordial, além de um oceano primordial. É um período de tempo muito empolgante – se houve vida em Marte, a origem seria neste período em particular“, acrescentou o cientista. Até hoje, foram encontrados cerca de 100 meteoritos marcianos na Terra, a maioria deles sendo bem mais jovem do que a “Beleza Negra”, datando de 150 milhões a 600 milhões de anos. A hipótese é a de que essas rochas teriam caído na Terra após um asteróide ou cometa ter se chocado contra a superfície de Marte e ejetado as rochas para o espaço, as quais acabaram caindo na Terra. Humayan diz que agora planeja com sua equipe analisar a rocha para procurar vestígios de algum tipo de vida marciana. Mas, segundo o professor, enquanto a rocha permaneceu no deserto do Saara, pode ter sido contaminada por organismos vivos da Terra. Veja abaixo um vídeo liberado pela NASA, mostrando a evolução de Marte, desde quando era um jovem planeta e tinha um atmosfera espessa, sendo quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, passando por vários períodos até os dias de hoje, quando o planeta se torna árido: Fonte: noticias.uol.com.br

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

ENCONTRADO O LOCAL MAIS FRIO DO PLANETA

O lugar mais frio da Terra, segundo instrumentos de última geração, é um alto cume no leste da Antártida, onde as temperaturas podem mergulhar abaixo de menos 92 graus Celsius em uma noite clara de inverno. Os cientistas fizeram essa descoberta ao analisar os mais detalhados mapas de temperatura da superfície global que temos conhecimento, desenvolvidos com dados de satélites de sensoriamento remoto, incluindo o novo Landsat 8, um projeto conjunto da NASA e do Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês). Os pesquisadores analisaram 32 anos de dados de vários instrumentos de satélite, e encontraram temperaturas recorde dezenas de vezes em bolsos perto um alto cume entre Dome Argus e Dome Fuji, dois pontos altos sobre a camada de gelo conhecida como Planalto no Leste da Antártica. O novo recorde (menos 93,2 graus Celsius) foi registrado em 10 de agosto de 2010, e é vários graus mais frio que o anterior, de menos 89,2° C, definido em 1983 na Estação de Pesquisa russa Vostok, na Antártida Oriental. Considerando tais números assustadores, é uma coisa boa que a Antártida não seja habitada. Ainda assim, o lugar permanentemente habitado mais frio na Terra, o nordeste da Sibéria, não fica muito atrás. As temperaturas nas cidades de Verkhoyansk e Oimekon já caíram para congelantes menos 67,8 graus Celsius em 1892 e 1933, respectivamente. TECNOLOGIA FRIA A busca para descobrir o quão fria a Terra poderia ser começou quando os pesquisadores estavam estudando grandes dunas de neve esculpidas e polidas pelo vento do Planalto no Leste da Antártica. Quando os cientistas analisaram mais de perto, notaram rachaduras na superfície da neve entre as dunas. Isso os levou a se perguntar qual temperatura tinham aqueles bolsos. Para descobrir, eles se voltaram para o MODIS (Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer), instrumento científico à bordo dos satélites Terra e Aqua da NASA, e ao avançado AVHRR (Very High Resolution Radiometer) em vários satélites da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA. Estes instrumentos sensíveis podem capturar radiação térmica emitida a partir da superfície da Terra mesmo em áreas sem muito calor. Usando esses sensores para fazer a varredura do leste da Antártida, os cientistas detectaram temperaturas extremamente frias em um trecho de 998 quilômetros do cume em altas altitudes entre Argus e Fuji, e temperaturas mais frias em altitudes mais baixas nos bolsos do cume. Então, com a maior resolução do sensor infravermelho térmico (TIRS) a bordo do Landsat 8, a equipe identificou os exatos bolsos recordes em temperaturas baixas. Segundo os cientistas, as temperaturas caem rapidamente quando o céu limpa. Se o céu limpo persiste por alguns dias, a terra abaixo esfria, uma vez que irradia seu calor restante para o espaço. Isto cria uma camada de ar super refrigerada acima da superfície da neve e do gelo. Esta camada de ar é mais densa do que o ar relativamente mais quente acima dela, o que faz com que deslize para baixo e fique presa nos bolsos, onde o resfriamento continua. “Ao fazer com que o ar fique parado por longos períodos, enquanto continua a irradiar mais calor para longe no espaço, o planeta cria as temperaturas mais baixas que somos capazes de encontrar”, explica Ted Scambos, cientista chefe do Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve em Boulder, Colorado (EUA). “Nós suspeitávamos que estaríamos procurando um local mágico que ficou extremamente frio uma vez, mas o que encontramos foi uma grande faixa da Antártida em alta altitude que atinge regularmente estas baixas temperaturas recordes”, afirma. E, apesar da descoberta ter sido impressionante, Landsat 8 não vai servir só para detectar lugares frios do planeta. “O que temos em órbita da Terra agora é um sensor muito preciso e consistente que pode nos dizer todos os tipos de coisas, por exemplo, como a superfície terrestre está mudando, e como a mudança climática está afetando a superfície, os oceanos e as áreas geladas da Terra”, diz Scambos. “Encontrar as áreas mais frias do planeta é apenas o começo das descobertas que vamos ser capazes de fazer com Landsat 8”. FONTE: NASA

QUANTOS COMPOSTOS QUÍMICOS DIFERENTES PODEM SER ENCONTRADOS NA URINA?

Pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, conseguiram determinar a exata composição química da urina humana. O estudo, que durou mais de sete anos e envolveu uma equipe de quase 20 investigadores, revelou que mais de 3 mil substâncias químicas, ou “metabólitos”, podem ser detectadas no xixi. Espera-se que os resultados tragam implicações significativas para a área médica e nutricional, que podem resultar em novos remédios e testes ambientais. “A urina é um fluido biológico incrivelmente complexo. Nós não tínhamos ideia de que poderia haver tantos compostos diferentes em nossos vasos sanitários”, observa David Wishart, o principal autor do projeto. A equipe de pesquisa liderada por Wishart utilizou técnicas muito avançadas de química analítica. Entre elas, nomes pomposos como a espectroscopia de ressonância magnética nuclear, a cromatografia em fase gasosa, a espectrometria de massa e a cromatografia líquida. O objetivo foi identificar e quantificar sistematicamente centenas de compostos, obtidos a partir de uma vasta gama de amostras de urina humana. Para ajudar a completar os seus resultados experimentais, os cientistas também analisaram mais de 100 anos de literatura científica publicada sobre a urina humana. Todas essas informações se encontram em um banco de dados disponível gratuitamente, chamado de Banco de Dados Metabolômicos da Urina (UMDB, na sigla em inglês). O UMDB é um recurso de referência em todo o mundo para facilitar a análise clínica e ambiental da urina. A composição química da urina é de particular interesse para médicos, nutricionistas e cientistas ambientais porque revela informações importantes não só sobre a saúde de uma pessoa, mas também sobre o que ela comeu, bebeu, quais remédios têm tomado e a quais poluentes pode ter sido exposta em seu ambiente. A análise de urina para fins medicinais já era feita há mais de 3 mil anos. Na realidade, até o final do século 19, a análise da cor, do sabor (!) e do cheiro da urina (a chamada uroscopia) era um dos principais métodos utilizados pelos médicos para diagnosticar doenças. Até mesmo hoje em dia, milhões de testes de urina são realizados diariamente para identificar distúrbios metabólicos em recém-nascidos, para diagnosticar diabetes, monitorar a função renal, confirmar infecções da bexiga e detectar o uso de drogas ilícitas. “A maioria dos livros médicos lista somente de 50 a 100 substâncias químicas na urina e os testes clínicos mais comuns apenas apontam a presença de seis ou sete compostos”, afirma Wishart. “A expansão da lista de substâncias químicas conhecidas na urina e a melhoria da tecnologia de detecção pode ser um verdadeiro divisor de águas para os exames médicos”. Wishart conta que este estudo permitirá que toda uma nova geração de exames médicos se tornem mais rápidos, baratos e indolores, ao se utilizar a urina em vez de sangue ou de tecidos para biópsias. Em particular, ele observa que novos testes à base de urina para diagnosticar câncer de cólon, câncer de próstata, doença celíaca (patologia autoimune que afeta o intestino delgado), colite ulcerativa (uma doença inflamatória intestinal), pneumonia e rejeição de transplante de órgão já estão sendo desenvolvidos ou estão prestes a entrar no mercado, em parte, graças a este trabalho. A pesquisa da urina humana em questão foi publicada na revista científica “PLoS ONE”. A palavra “metabolômica” (junção dos termos “metabolismo ” e “genoma”) é definida como a coleção completa de metabólitos ou substâncias químicas encontradas num organismo ou um tecido particular. “Esta certamente não é a palavra final sobre a composição química da urina”, admite Wishart. “À medida que novas técnicas são desenvolvidas e os instrumentos se tornam mais sensíveis, tenho certeza de que mais centenas de compostos ainda serão identificados. Na verdade, novos compostos estão sendo adicionados ao UMDB quase todos os dias”, revela. “Enquanto o projeto do genoma humano certamente continua a captar a maior parte da atenção do mundo, eu acredito que esses estudos sobre o metaboloma humano já está tendo um impacto muito mais significativo e imediato para a saúde humana”, conclui. FONTE:Medical Xpress

sábado, 1 de outubro de 2011

ALGUNS DOS PIORES VENENOS ENCONTRADOS EM ANIMAIS‏


1- As rãs venenosas em especial a dourada. Ele é o animal mais venenoso do mundo e vive na selva amazônica e é fácil de ver. Ela tem veneno na pele o suficiente para matar 50 pessoas. Os Índios usam seu veneno na ponta dos dardos que usam para caçar. O veneno é 10x mais potentes que a tetratoxina do baiacu. O veneno é a Batracotoxina.


2- Baiacú. Ele tem a tetratoxina, um dos venenos naturais mais mortíferos do mundo. Como o polvo de anéis azuis, o baiacú tem bactérias que produzem a tetratoxina.


3- Polvo de Anéis Azuis. Também vive na Austrália e tem veneno suficiente para matar 10 pessoas. Os anéis tem cores azuis vibrantes que advertem que é venenoso. É usado tanto para se defender quanto para atacar. Na verdade não é o polvo que produz o veneno, mas sim bactérias.


4- Pássaro Pitui. Os cientístas nem sabiam que ele existia até 1989. Os habitantes da Papua Nova Guiné dançam para ele a centenas de anos. É uma ave venenosa que quanto mais colorido o pássaro, mais venenoso o veneno.


5- Naja Cuspideira. Ela vive no Sul da África e usa seu veneno para ficar longe de problemas. Esta é uma naja especial porque pode cuspir seu veneno na vítima e pode acertar um alvo a 3 metros de distância, preferindo mirar nos olhos do inimigo.


6- Sapo Cururu. Ele vive na Austrália e tem veneno poderoso o suficiente para causar um ataque cardíaco.


7- Besouro Bombardeiro. É um químico pequenino que esguicha um ácido caústico pelo traseiro. O ácido é a reação de 2 substâncias que chegam a 200ºC quando se combinam!


8- Borboletas Monarcas. O serviço florestal americano tem uma lista de 500 vegetais que tem venenos poderosos para humanos. O oitavo lugar encontrou uma forma de roubar veneno das plantas para deixar um gosto horrível e mortal em quem a tentar comer. Suas larvas vivem em plantas onde comem o veneno, um alcalóide.


9- Milípide. Ele é especialista em gás venenoso. O lêmure preto de Madagascar evoluiu de forma a utilizar este veneno. Ele passa o veneno em seu corpo para utiliza-lo como repelente de insetos e até se droga com ele!


10- Lesma do Mar. São como caracóis sem a concha protetora, então precisam se cuidar de outra maneira. Elas comem as anêmonas e guardam seus ferrões em apêndices trazeiros. Os cientístas ainda não sabem como o organismo da lesma faz a diferenciação entre células venenosas e outras. Elas são coloridas para avisarem que são venenosas. Fonte: http://tenebroso.supercomentario.com.br/2010/01/28/10-piores-venenos-do-mundo/