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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
IDENTIFICADOS OS 10 VULCÕES MAIS PERIGOSOS DO MUNDO
Entusiastas do vulcão já contou com a ajuda de um acadêmico da Universidade de Manchester para chegar a uma lista dos dez vulcões mais perigosos do mundo.
E a ilha japonesa de Iwo Jima, que foi invadido pelo exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, foi identificada no ponto do número um.
Publicado como uma série de blogs no website café do vulcão, a lista inclui vulcões que têm uma chance real de erupção nos próximos 100 anos e que o risco de causar a morte de 1.000.000 de pessoas ou mais. Ele inclui vulcões de todo o mundo, incluindo a América do Sul e Central, África, Ásia e Europa.
O ponto da lista é tentar destacar os vulcões que não estão estudados muito bem, mas o que pode representar uma grande ameaça para a estabilidade regional e mundial, devem entrar em erupção. Professor Albert Zijlstra, da Universidade de Manchester, explica a motivação por trás da lista. Ele disse: "Há partes do mundo onde o monitoramento de vulcões é muito pobre, e muitos destes vulcões mal vigiadas estão perto de áreas povoadas.
"A última vez que essa lista foi feita há 25 anos e essa lista incluiu essencialmente vulcões que são acessíveis para estudar nos países desenvolvidos. A nossa nova lista analisa todo o mundo, inclusive em países menos desenvolvidos. Nós criamos esta lista para tentar para destacar a necessidade de um melhor acompanhamento e preparação em muitas áreas do mundo.
Não tem havido uma grande erupção há 200 anos, desde Tambora, em 1815 ("o ano sem verão"), e nunca houve uma grande erupção em um país moderno e desenvolvido. Há uma chance de talvez 1 em cada 3 que haverá tal uma erupção deste século. "
A ilha de Iwo Jima é de cerca de vinte metros mais alto do que era em 1945 devido a uma câmara de magma crescente por baixo. A praia onde as forças americanas desembarcaram em 1945 é agora de 17 metros acima da superfície do oceano. A ilha tem sido empurrado para cima por um metro a cada 4 anos, desde várias centenas de anos. É apenas uma questão de tempo antes que a ilha inteira explode. Embora poucas pessoas vivem em si Iwo Jima, uma grande erupção poderia causar um tsunami que poderia devastar sul do Japão e da China costeira, incluindo Xangai e Hong Kong. A equipe estima que no Japão, o tsunami poderia ser de 25 metros de altura. A erupção do vulcão semelhante Kuwae porte em Vanatua em 1458 provocou um tsunami de 30 metros de altura no norte da Nova Zelândia, e levar ao colapso cultural da Polinésia.
Depois de Iwo Jima o segundo vulcão mais perigoso foi nomeado como Apoyeque na Nicarágua, que fica ao lado do seu capital Manágua, com uma população de mais de 2m. Apoyeque tem a ameaça de uma erupção submarina, o que poderia causar um grande tsunami lago, bem como o perigo provocado pela própria erupção. Ele teve grandes erupções a cada 2000 anos. A última foi há 2000 anos atrás.
Em terceiro lugar está Campei Flegrei, perto de Nápoles, na Itália, o que coloca ainda mais de uma ameaça para a cidade do que Vesúvio. Ele irrompe com menos freqüência do Vesúvio, mas está muito mais próximo da cidade e tem o potencial de erupções muito maiores. Os subúrbios do oeste de Nápoles, uma cidade de 4,4 milhões, são construídas dentro de sua caldeira. .
Outros vulcões na lista são, na Indonésia, nas Filipinas, México e Camarões.
Henrik loven, anteriormente um major do exército sueco e vulcanólogo amador, ajuda a gerir o site Café Volcano e contribuiu para a lista dos dez melhores.
Ele disse: "Queremos aumentar a consciência de que há muitos vulcões que poderia entrar em erupção e que não estão sendo monitorados adequadamente Esperemos que as pessoas que vivem perto dos vulcões nesta lista irá obter mais ajuda para ajudá-los a preparar-se para uma erupção.".
A lista completa é:
sábado, 27 de setembro de 2014
CIENTISTAS IDENTIFICAM NOVOS MARCADORES PARA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA, OVÁRIO E PRÓSTATA
Um enorme esforço internacional, envolvendo mais de 100 instituições e testes genéticos em 200.000 pessoas, descobriu dezenas de marcadores no DNA que podem ajudar a revelar ainda mais o risco de uma pessoa para desenvolver câncer de ovário , mama ou próstata .
Trata-se da mais recente megaoperação conjunta entre cientistas para aprender mais sobre os intrincados mecanismos que levam ao câncer. Enquanto o progresso parece significativo em muitos aspectos, a recompensa potencial para as pessoas comuns é principalmente esta: no futuro, testes genéticos poderão ajudar a identificar quais mulheres se beneficiam mais fazendo a mamografia periódica e quais homens poderiam se beneficiar mais dos testes de PSA e das biópsias da próstata. Talvez, num futuro ainda distante, essas pistas genéticas também possam levar a novos tratamentos contra a doença.
“Isso acrescenta mais peças ao quebra-cabeça”, afirmou Harpal Kumar, presidente-executivo da Cancer Research UK, o fundo que financiou grande parte da pesquisa.
Entre os homens cuja história familiar lhes dá cerca de 20% de risco de ter câncer de próstata, os novos marcadores genéticos poderiam identificar aqueles cujo verdadeiro risco de ter a doença é de 60%.
Os novos marcadores também podem fazer a diferença para as mulheres com mutações do gene BRCA – tê-los, coloca a mulher em risco elevado para câncer de mama. Nestes casos, os pesquisadores podem, no futuro, ser capazes de separar aquelas cujo risco excede 80% das mulheres com risco mais baixo, entre 20% e 50%. Com essa precisão, algumas mulheres podem escolher monitorar a própria saúde com exames periódicos em vez de tomar a medida drástica de ter os seios saudáveis removidos para evitar o surgimento da doença.
Especialistas que não participaram do estudo afirmam que os resultados são encorajadores, mas que são necessárias mais pesquisas para ver como toda essa informação seria útil para orientar o atendimento ao paciente.
O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre as mulheres em todo o mundo, com mais de 1 milhão de novos casos por ano. O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum em homens, depois do câncer de pulmão, com cerca de 900 mil novos casos a cada ano. O câncer de ovário é responsável por cerca de 4% de todos os cânceres diagnosticados em mulheres, causando cerca de 225.000 casos em todo o mundo.
Os novos resultados foram divulgados em 13 trabalhos publicados nas revistas científicas Nature Genetics e Genetics PLOS, entre outras. Eles vêm de uma colaboração que envolve mais de 130 instituições nos Estados Unidos, Europa e outros lugares do globo. A pesquisa foi financiada pela Cancer Research UK, pela União Europeia e pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA.
Os cientistas usaram exames de DNA de mais de 200.000 pessoas para procurar os marcadores, pequenas variações nas 3 bilhões de “letras” do código do DNA que estão associados com risco de doença. Foram descobertos 49 novos marcadores de risco para câncer de mama, mais um par de outros que modificam o risco de câncer de mama a partir de raros genes mutados, 26 marcadores de câncer de próstata e oito para o câncer de ovário.
Individualmente, cada marcador tem apenas um impacto pequeno na estimativa de risco, muito pequeno para ser útil por si só, disse Douglas Easton, da Universidade de Cambridge, da Inglaterra, um dos autores do estudo.
“Eles seriam combinados e adicionados a marcadores previamente conhecidos para ajudar a revelar risco de uma pessoa”, explicou ele.
Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-03-28/cientistas-identificam-novos-marcadores-para-o-risco-de-cancer.html
terça-feira, 9 de setembro de 2014
CIENTISTAS COMEÇAM A IDENTIFICAR POEIRA 'EXÓTICA' DE ESTRELAS
Partículas foram trazidas à Terra há oito anos em cápsula da espaçonave Stardust.
Cientistas podem ter identificado as primeiras partículas conhecidas de poeira de fora do Sistema Solar.
As amostras foram obtidas pela espaçonave Starust e trazidas à Terra por uma missão espacial da Nasa em 2006. Uma equipe de pesquisadores identificou nesse material sete grãos exóticos, com a ajuda de 30 mil pessoas ao redor do mundo. O material foi obtido em uma região conhecida como espaço interestelar - que fica entre estrelas - e é repleta de partículas microscópicas. Essa poeira interestelar é um produto do nascimento de estrelas, sua evolução e morte. As moléculas que a formam foram originadas no interior de estrelas formadas antes do Sol e expelidas no espaço na forma de pedras muito pequenas à medida que estas estrelas esfriavam. Agora, os cientistas podem analisar essas partículas de forma inédita. A composição e estrutura das amostras coletadas podem ajudar a explicar a origem e evolução da poeira espacial.Análise preliminar
Andrew Westphal, do Laboratório de Ciências Espaciais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, diz à BBC que "os resultados (desta análise) estão permitindo entender a complexidade e a diversidade das partículas da poeira interestelar". Uma análise preliminar realizada por Westphal e outros cientistas, publicada na revista Science, mostrou que estas particulas variam mais em tamanho, estrutura e composição química do que se pensava anteriormente com base em teorias e observações astronômicas. "Essa análise poderia facilmente ter mostrado que as partículas de poeira interestelar são similares, mas não encontramos nada disso. Elas são todas diferentes entre si." Em comparação, a poeira de cometas é mais recente. O material que forma o nosso Sistema Solar foi aquecido, misturado e transformado conforme o Sol e os planetas assumiram suas formas.Duas missões
A coleta das partículas foi feita por mosaicos de aerogel usados na espaçonave Stardust A Stardust era formada por duas missões diferentes. Apesar de ser mais conhecida por seu contato com o Cometa Wild 2, a espaçonave também capturou amostras de poeira que circulavam na corrente do espaço interestelar. Essa corrente carrega partículas muito antigas e anteriores à formação do nosso Sol, de diferentes partes da nossa galáxia. A Stardust estava equipada com um aparelho conhecido como Coletor de Poeira Interestelar, um mosaico formado por 132 partes do tamanho de uma raquete de tênis e feito de um material conhecido como aerogel, o mais leve sólido produzido pelo homem. Esse material feito a partir de silício é composto 99% de espaços vazios. As partículas de poeira podem viajar a uma hipervelocidade de mais de 5km/s. Como uma rede, o aerogel captura as partículas sem vaporizá-las ao reduzir sua velocidade gradualmente. Mais de 30 mil voluntários se inscreveram no projeto Stardust@home para examinar as imagens de aerogel na busca por rastros deixados pelas partículas, que têm um diâmetro de cerca de dois milionésimos de metro.Origem
As partículas podem ajudar a explicar a origem da poeira interestelar Mas nem todas as partículas encontradas no aerogel têm origem interestelar. Os pesquisadores determinaram que quase todos os rastros haviam sido deixados por minúsculos pedaços da espaçonave, com exceção de três. Quatro outras possíveis partículas interestelares, com um tamanho de 0,4 milionésimos de metro, foram encontradas em buracos do alumínio que reveste as peças do mosaico de aerogel. As sete partículas são compostas de diferentes materiais, o que significa que cada uma delas tem sua própria história. "As partículas podem ter se formado em uma estrela e, então, processadas no meio interestelar ao longo de dezenas de milhares de anos e misturadas com partículas que vieram de outras estrelas ou com partículas formadas em núvens frias de moléculas no meio interestelar; então, provavelmente, são uma mistura de uma grande variedade de coisas", explica Westphal. Os cientistas planejam realizar mais testes além dos já publicados. A prova final estará nos níveis de diferentes formas químicas de oxigênio. Uma concentração diferente da encontrada em nosso Sistema Solar indicaria sua origem interestelar. Ainda serão necessários vários anos de trabalho duro para refinar as técnicas hoje disponíveis para mensurar a abundância de isótopos de oxigênio presentes nas partículas de poeira sem destruí-las. "É um passo necessário antes de ousarmos fazer algo com esse material. O problema é que ele é muito raro. Não podemos nos arriscar", diz Westphal. fonte: bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140815_poeira_cosmica_rb.shtmlterça-feira, 26 de agosto de 2014
VC SABE O QUE É ANEMIA APLÁSTICA?
A anemia aplástica é um tipo de doença auto imune e idiopática, ou seja, sem causa definida onde a medula óssea deixa de produzir a quantidade adequada de sangue. Produz sintomas como palidez, marcas roxas na pele sem motivo aparente e longas hemorragias mesmo em pequenos cortes, sendo subdividida em anemia moderada ou severa (grave). A anemia aplástica quando não é devidamente tratada pode levar à morte devido a infecções em aproximadamente 10 meses.
SINTOMAS:
Os sintomas da anemia aplástica são:
- Palidez na pele e nas mucosas;
- Vários casos de infecções ao ano;
- Marcas roxas na pele sem motivo aparente;
- Grandes hemorragias mesmo em pequenos cortes;
- Cansaço,
- Falta de ar;
- Taquicardia;
- Hemorragia na gengiva;
- Tontura;
- Dor de cabeça;
- Erupção na pele.
COMO IDENTIFICAR:
Para identificar a anemia aplástica deve-se realizar um hemograma completo, biópsia da medula óssea, raio-x dos ossos, dosagem da vitamina B12, teste da ferritina, sorologia para infecções virais, exames bioquímicos, estudo citogenético e coombs direto e indireto.
Estes exames podem excluir outras hipóteses de doenças e confirmar o diagnóstico da anemia aplástica.
TRATAMENTO:
Consiste em transfusões sanguíneas, transplante de medula óssea, antibiótico para as infecções e medicamentos imunossupressores como metilprednisolona, ciclosporina e prednisona. Somente 25% dos pacientes conseguem o transplante de medula óssea e por isso a taxa de sobrevivência da doença não é muito alta.
Os pacientes em tratamento devem realizar os seguintes exames semanais:
- Hemograma, uréia, TGO/TGP/FA/DHL e CsA;
A partir do 2º mês e a cada 6 meses:
- Sorologia de Chagas, lues, CMV, hepatites A, B e C, HIV, HTLV1, ferritina, combs direto e indireto.
FONTE:TUASAUDE
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
SAIBA COMO IDENTIFICAR UM SORRISO FALSO
Um sorriso vale mais que mil palavras. Mas quais palavras, exatamente? Palavras sinceras, palavras falsas? Um sorriso pode significar apenas um “sim”, ou pode parecer um “sim” e significar um nervoso “apenas pare de falar”.
Usamos um sorriso para esconder o nosso desconforto, para reagir à dor, à tristeza ou ao desgosto, ou às vezes para mostrar que estamos tristes ou decepcionados. Contudo, há apenas um tipo de sorriso que é usado para transmitir felicidade genuína. É o que os cientistas chamam “O sorriso de Duchenne”, nomeado assim em homenagem ao cientista francês Guillaume Duchenne, que fez a primeira pesquisa (embora bastante questionável) sobre o ato de sorrir.
Sorriso verdadeiro X sorriso falso
Não preciso contar para ninguém aqui que algumas pessoas são melhores do que outras na arte de forçar sorrisos. Porém, de acordo com uma pesquisa científica, ainda há uma clara diferença entre um sorriso verdadeiro e um falso.
Tudo tem a ver com a interação dos músculos ao redor da boca e as bochechas com os músculos dos olhos, e só há uma única combinação desses movimentos musculares que resulta em um sorriso que significa felicidade ou contentamento. Todos os outros tipos de sorrisos, incluindo aquele que você dá quando ouve uma piada horrível, pode significar qualquer coisa que vai de tristeza a irritação mal disfarçada.
O experimento de Duchenne
Famoso experimento de Duchenne, o primeiro a respeito desse assunto, envolveu a aplicação de uma corrente elétrica em diferentes áreas do rosto, estimulando os músculos para observar a origem das expressões faciais. Em última análise, ele descobriu que o sorriso que usamos para transmitir felicidade é expressado por meio dos principais músculos zigomáticos nas bochechas, e o músculo orbicular dos olhos e ao redor dos olhos. E é apenas essa combinação de movimentos que fazem a boca e os olhos trabalharem juntos para formar o sorriso mais reconhecível do que conhecemos como felicidade.
Duchenne fez o seu trabalho em 1862. No entanto, todo ele foi desmentido em 1924, com o ainda mais discutível experimento de Carney Landis. O cientista pediu aos voluntários de seu estudo que assistissem a todo tipo de coisa: de pornografia a decapitação de ratos. Enquanto eles assistiam, fotografou suas expressões e, em seguida, partiu para uma análise detalhada de cada uma delas. Assim, ele determinou que havia apenas um tipo de sorriso, e esse seria o sorriso que todos nós usamos, independentemente do que estamos sentindo. Não faz muito sentido, não é?
Mesmo assim, foi somente na década de 1970 que sua teoria foi desmascarada, e pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (Estados Unidos) provaram que Duchenne estava certo desde sempre. Eles mapearam os músculos exatos que foram envolvidos em milhares de expressões diferentes, e descobriram que diferentes músculos formam diferentes tipos de sorrisos. De acordo com esses pesquisadores, existem 17 tipos de sorrisos diferentes, alguns dos quais podem ser identificados por uma inclinação da cabeça ou um olhar para baixo, além de movimentos da boca.
Como identificar um sorriso falso
Algumas das pesquisas mais recentes descobriram que os sorrisos de felicidade genuína e outros tipos de sorrisos começam em diferentes áreas do cérebro. Essa descoberta foi feita ao se estudar os sorrisos de pessoas que tiveram danos no lado esquerdo do seus cérebros. Os resultados indicam que os verdadeiros sorrisos felizes são controlados pela parte do cérebro que regula a emoção, enquanto sorrisos falsos e forçados vêm da mesma parte do cérebro que é responsável por movimentos planejados e que não têm relação com respostas emocionais.
Então, o que tudo isso significa para dizer a diferença entre um sorriso de felicidade e aquele que não é tão verdadeiro assim?
Um sorriso genuinamente feliz é normalmente aquele que envolve não apenas os olhos, mas a pele ao redor dos olhos – aquela pele que a gente costuma chamar de “pés de galinha”. Quando alguém está lhe dando um sorriso falso, muitas vezes a pessoa se concentra mais do que deveria no que a boca está fazendo e, sendo assim, você consegue ver mais dentes que veria caso estivesse recebendo um sorriso real.
Enquanto não há, obviamente, uma razão prática para ser capaz de dizer se uma pessoa está ou não oferecendo um sorriso verdadeiro a você, há também uma correlação entre a felicidade futura, saúde e longevidade. Os mesmos pesquisadores da Universidade da Califórnia coletaram algumas fotos antigas de anuários, de mais de 30 anos atrás, e identificaram sorrisos reais e sorrisos falsos.
Estatisticamente falando, segundo eles, os sorrisos reais se tornaram pessoas mais propensas a serem felizes em seus casamentos e na vida em geral. Essas pessoas também se mostraram mais propensas a serem mais saudáveis e menos propensas a morrer.
Viu só? Um sorriso vale mesmo mais que mil palavras. :)
FONTE:knowledgenuts.com/2014/08/15/the-difference-between-a-real-smile-and-a-fake-one/
sexta-feira, 11 de julho de 2014
PESSOAS NOTAM "GENE SOCIAL" EM OUTRAS EM 20 SEGUNDOS
Para ter uma ideia sobre os genes de uma pessoa, basta um primeiro olhar. Segundo pesquisadores, as pessoas podem detectar se um completo estranho tem um certo “gene social” em apenas 20 segundos.
Cientistas da Universidade de Toronto explicam que o hormônio oxitocina tem um papel no nascimento, na produção de leite e no vínculo entre a mãe e o bebê. Ele também parece ter um papel em habilidades sociais, sendo chamado de “hormônio do amor”.
Duas variantes do gene do receptor de oxitocina – G e A – têm sido associadas ao comportamento social. Estudos têm demonstrado que pessoas com duas cópias de G, em comparação com um de cada ou dois de A, estão em menor risco de autismo, são mais sociais e relatam níveis mais elevados de empatia e emoções positivas.
Para o estudo, 23 casais foram filmados. Um deles passou por um momento de sofrimento pessoal, enquanto seu parceiro escutava.
Estranhos, em seguida, assistiram a 20 segundos de gravação silenciosa e tiveram que analisar o parceiro “ouvinte” pelos seus “traços pró-sociais”, como uma natureza bondosa ou empatia.
Pessoas com genes GG foram mais pró-sociais do que as pessoas AG ou AA. No top 10 de pessoas mais confiáveis, seis eram GG.
Entre as 10 menos confiáveis, nove tiveram pelo menos uma cópia do A.
“Nossas descobertas sugerem que mesmo uma ligeira variação genética pode ter um impacto tangível sobre o comportamento das pessoas, e essas diferenças comportamentais são rapidamente notadas pelos outros”, disse um dos pesquisadores, o Dr. Aleksandr Kogan.
“Faz sentido que um gene crucial para o processamento social produziria essas descobertas; outros estudos têm mostrado que as pessoas são boas em julgar outras à distância e as primeiras impressões realmente fazem um impacto”, completou a professora Sarina Rodrigues Saturn.
FONTE:BBC.co.uk/news/health-15693508
FOI IDENTIFICADA MOLÉCULA QUE FAZ CÂNCER DE MAMA AGRESSIVO SE ESPALHAR
Uma incrível descoberta feita por cientistas poderia dar um grande passo para o tratamento de uma das formas mais agressivas do câncer de mama. Eles identificaram a molécula que faz com que as células cancerosas cresçam e se espalhem muito rapidamente, dificultando o tratamento.
Com essa nova descoberta, os cientistas estão confiantes de que podem interromper a propagação do câncer a partir de medicamentos já existentes. Desta forma, ela oferece novas esperanças para mulheres diagnosticadas com câncer de mama do tipo HER2-positivo, que se espalha mais rapidamente do que os outros tipos.
Essa condição afeta 10 mil mulheres por ano – um quinto de todos os outros casos – e destes, cerca de 7 mil não respondem bem ao tratamento padrão atual, que é um medicamento chamado Herceptin.
Pesquisadores do Bart’s Cancer Institute, na Queen Mary University of London, foram quem conduziram o estudo. Eles esperam que, no futuro, já seja possível identificar essas moléculas nas biópsias feitas desses tumores. Caso sejam encontrados, seria oferecida a droga certa a essas mulheres, juntamente ao Herceptin. Os primeiros estudos em ratos demonstraram que a combinação destes dois tratamentos erradica os tumores.
Cerca de 50 mil mulheres desenvolvem câncer de mama por ano e isso causa pouco menos de 12 mil mortes. Porém, embora as taxas de morte tenham diminuído nas últimas décadas, não é em todo lugar que se encontra um bom tratamento para o câncer de mama, principalmente para os tipos mais agressivos.
A executiva-chefe de um centro de apoio e pesquisa contra o câncer, a baronesa Delyth, disse: “É preciso desesperadamente de drogas que sejam eficazes para dar às mulheres com câncer de mama HER2-positivo as melhores chances possíveis de sobrevivência”.
A pesquisa, publicada no Journal of the National Cancer Institute, analisou amostras tumorais fornecidas por 2.000 mulheres com câncer de mama. Em cerca de 40% dos tumores, foi encontrada essa molécula, conhecida como avp6. Em novos experimentos com ratos, os cientistas usaram outro tratamento chamado 264RAD para atingir esta molécula e erradicá-la totalmente dos tumores.
Eles vão agora realizar testes em mulheres para saber o quão bem este tratamento trabalha em conjunto com Herceptin. Se for bem sucedido, espera-se que eles estejam disponíveis dentro dos hospitais nos próximos dez anos.
Dr. John Marshall, líder do estudo, disse: “Altos níveis de avp6 poderiam ser colocados em biópsias de rotina para identificar quais mulheres estão em alto risco de metástase, garantindo que elas receberão um tratamento personalizado, melhorando suas chances de sobrevivência”.
FONTE:Jornal Ciência
quarta-feira, 7 de maio de 2014
DOCUMENTO EM COFRE DO FBI INFORMA QUE SÃO OS ETS
Em 8 de abril de 2011, foi publicado sobre a liberação de arquivos pelo FBI, relacionados aos OVNIs. Foram 2000 documentos abertos ao público em um site denominado ‘The Vault’ (‘O Cofre’, em português).
Dentre os muitos documentos interessantes, há um em específico que trata a respeito das naves extraterrestres e seus ocupantes. (Este documento é encontrado na página 22 do arquivo que pode ser acessado no seguinte link: http://vault.fbi.gov/UFO/UFO%20Part%201%20of%2016/view)
Apesar de não ter a identificação da pessoa que alegou esta informação, o agente que escreveu o memorando teve a opinião de que, embora a informação ali contida fora obtida de forma ‘supernormal’ (seja lá o que isto signifique, e este fato a torna nula perante todos a quem o memorando foi endereçado), ela seja importante o suficiente para ser levada à atenção do FBI. Também é mencionado na carta que a pessoa que apresentou esta informação tinha vários diplomas universitários e era diretor em um estabelecimento de ensino superior.
A data do documento é de 8 de julho de 1947 e a tradução do texto segue a foto abaixo:
Uma situação muito séria pode se desenvolver a qualquer momento a respeito dos “discos voadores”. Se um deles for atacado, o avião que o fizer será quase que certamente destruído. Na mente da população isto poderá criar pânico e suspeita internacional. Os principais dados a respeito destas naves está agora disponível e deve ser divulgado, independentemente de quão fantástico e impossível de compreender possa parecer para as mentes que não estejam previamente instruídas a pensar desta forma.
1. Parte destes discos possuem tripulações, outras estão sob controle remoto.
2. Sua missão é pacífica. Os visitantes planejam se estabelecer neste plano.
3. Estes visitantes são similares aos humanos, mas muito maiores em tamanho.
4. Eles não são humanos desencarnados, mas vêm de seu próprio mundo.
5. Eles não vêm de qualquer “planeta”, assim como usamos esta palavra; mas de um planeta etéreo que interpenetra com o nosso e não é perceptível para nós.
6. Os corpos dos visitantes, e das naves também, automaticamente se materializam ao entrarem na taxa vibratória de nossa matéria densa.
7. Os discos possuem uma energia radiante, ou raio, que irá facilmente desintegrar qualquer nave que os ataque. Eles retornam ao etéreo quando querem e assim simplesmente desaparecem de nossa visão, sem deixarem traços.
8. A região de onde eles vêm NÃO é o “plano astral”, mas corresponde ao Lokas, ou Talas. Estudantes dos assuntos esotéricos entenderão estes termos.
9. Provavelmente eles não podem ser comunicados por intermédio de rádio, mas provavelmente sim por radar, se o sistema de sinal puder ser ajustado para tal.
Fornecemos a informação e o alerta, e não podemos fazer mais [do que isto]. Que os visitantes sejam tratados com bondade…
Como mencionado acima, não há comprovação alguma de que as informações acima sejam reais e que expliquem a respeito de pelo menos alguns de nossos supostos visitantes. Mesmo assim não deixa de ser uma leitura intrigante, a qual aguça as nossas mentes e imaginações.
FONTE:ovnihoje
sexta-feira, 11 de abril de 2014
OS 11 MODOS PELOS QUAIS PODEMOS IDENTIFICAR UMA CIVILIZAÇÃO ALIENÍGENA
Nos últimos 50 anos, os nossos esforços para detectar civilizações extraterrestres em grande parte se voltaram para a busca de emissões de rádio. Mas essa não é a única estratégia à nossa disposição. Aqui estão 11 maneiras intrigantes que poderíamos provar que os alienígenas realmente existem.
1. SINAIS DE RÁDIO
Como se observa, este é o mais conhecido dos alvos do SETI. Os sinais de rádio que emanam em estreitas faixas focadas poderiam indicar a presença de vida inteligente.
Temos liberado ondas eletromagnéticas de várias intensidades e frequências por mais de um século, com transmissões de TV, conversas de telefonia móvel, transmissões por satélite, juntamente com radares militares, civis e astronômicos. Os sinais de rádio também podem ser transmitidos deliberadamente, mas isso é arriscado.
Infelizmente, os sinais de rádio diminuem de intensidade à medida que se espalham pelo universo. Mas dependendo da força e frequência de um sinal, estas ondas podem se propagar para distâncias cosmologicamente grandes e ainda carregar informações suficientes para conotar a presença de vida inteligente.
2. SINAIS ÓPTICOS
Alienígenas poderiam usar lasers poderosos para se comunicar através de distâncias estelares em vários comprimentos de onda ópticos. Lasers são particularmente eficazes para a comunicação ponto-a-ponto, para que possamos conceber sistemas automatizados que apontam lasers em sistemas candidatos. Lasers têm vigas apertadas que podem levar cargas de dados. Além disso, ao contrário da luz visível (que pode ser bloqueada pela poeira interestelar ), a luz no espectro infravermelho pode facilmente penetrar pelo meio empoeirado da nossa galáxia.
3. ASSINATURAS DE MICROONDAS
A pesquisa moderna por alienígenas começou oficialmente em 1959 com a publicação de um artigo escrito por Philip Morrison e Giuseppe Cocconi. Seu artigo, “Pesquisando Comunicações Interestelares”, propôs uma busca de estrelas como o sol nas proximidades como emissões microondas deliberadas na linha de hidrogênio de 21 centímetros.
4. RAIOS-X E EXPLOSÕES DE RAIOS GAMA
ETs também poderiam chamar a nossa atenção através da transmissão deliberada de raios-x de alta energia e explosões de raios gama. Mas isso exigiria quantidades hediondas de energia por bit de informação – algo que só uma civilização super-avançada seria capaz de fazer.
5. COMUNICAÇÃO VIA NEUTRINOS
Neutrinos de alta energia podem também ser utilizados como um meio de comunicação. Eles são partículas sem carga, mas com uma energia e rotação perceptível. Estas partículas fantasmagóricas não têm massa de repouso e podem viajar distâncias cosmológicas na velocidade da luz. Com isto em mente, alguns cientistas dizem que devemos começar a procurar em neutrinos traços de mensagens (uma vez que tivermos a tecnologia, é claro – e nós estamos chegando lá). Especificamente, devemos procurar emissões de neutrinos incomuns ou concentrados.
6. ONDAS GRAVITACIONAIS
Da mesma forma, uma civilização altamente avançada pode enviar ondas gravitacionais em nosso direção. Eles poderiam fazer isso agitando um planeta ou outra coisa com massa extrema de modo que possa produzir um sinal óbvio. Uma das vantagens de ondas gravitacionais é que elas viajam à velocidade da luz. Mas pode levar algum tempo antes de termos um detector de ondas gravitacionais sensível o suficiente. Dito isto, esta parece ser uma forma bastante trabalhosa e improvável de enviar um sinal.
7. ASSINATURAS DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS
Análises espectrográficas de atmosferas exoplanetárias poderiam indicar a presença de níveis elevados de dióxido de carbono (e outros subprodutos industriais) além do que é naturalmente possível. O desafio para nós será descobrir quais elementos e em que proporções esses gases podem aparecer exclusivamente como o resultado de uma civilização inteligente por trás disso.
8. ESFERAS DYSON
Nós também devemos procurar por Esferas Dyson – aqueles megaestruturas hipotéticas aproximadamente do tamanho de uma órbita planetária e que consiste em uma enorme variedade de coletores solares. Estes escudos iriam absorver praticamente toda a atividade solar de uma estrela-mãe, de modo que ficaria praticamente invisível, só que ainda emitiria calor. Consequentemente, devemos analisar os céus para os objetos escuros que irradiam infravermelho distante com cerca de 10 mícrons de comprimento de onda.
9. EXOPLANETAS INCOMUNS
Existem também planetas supramundanos a considerar, uma ideia concebida por Paul Birch.
Estes são os planetas que podem ter sido completamente reformulados por uma civilização avançada e incluem planetas terrestres como a Terra ou os gigantes gasosos.
Por exemplo, uma civilização muito avançada poderia criar uma nova superfície acima de um planeta semelhante a Júpiter a centenas de milhares de quilômetros de seu centro de massa, onde a gravidade é semelhante em um mundo como a Terra. Esta superfície seria suspensa usando a chamada Tecnologia Mass Stream - feixes de partículas de massa que circundam o planeta dando apoio às estruturas acima dele.
10. ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
Menos especulativamente, podemos simplesmente olhar para a iluminação artificial em exoplanetas.
Podemos, eventualmente, desenvolver tecnologias telescópicas na terra e no espaço que podem detectar modulações de fase produzidas pela forte iluminação artificial no lado noturno de planetas à medida que orbitam suas estrelas-mãe.
Veja também: Paradoxo de Fermi: Por que ainda não detectamos outras civilizações?
11. NAVES ESPACIAIS
Nós também deve procurar por naves. Em 1986, Michael Harris sugeriu que civilizações avançadas podem usar antimatéria como fonte eficiente de combustível para alimentar uma espaçonave interestelar. Podemos detectar estes motores via emissões de raios gama. De acordo com Robert Zubrin, o escape de um motor de antimatéria poderia ser detectado a 300 anos-luz da Terra – uma extensão do espaço que contém mais de 100.000 estrelas.
FONTE: io9
domingo, 30 de março de 2014
CISTO NA MAMA: SABIA O QUE É
O cisto na mama é um pequeno caroço que não caracteriza o câncer de mama, nem aumenta o risco do seu aparecimento no futuro. Ele é uma alteração mamária benigna, comum na maior parte das mulheres em idade reprodutiva, e, geralmente, não apresenta sintomas, não sendo necessário nenhum tipo de tratamento específico.
É normal que durante o período pré-menstrual os cistos aumentem de tamanho, bem como durante a menstruação, se tornando mais aparentes. A tendência é que eles voltem ao seu tamanho normal ao fim da menstruação.
Os cistos mamários não caracterizam um câncer e não são uma situação grave, mas podem causar dor e desconforto, levando a mulher a suspeitar de algo mais grave.
COMO IDENTIFICAR:
O cisto na mama pode ser apalpado através do autoexame da mama e corretamente diagnosticado através do ultrassom mamário ou da mamografia.
TRATAMENTO:
Para tratar um cisto na mama, pode-se realizar uma punção mamária, caso a mulher relate dor e desconforto.
O uso de medicamentos não tem comprovação científica e é desnecessário.
CISTO NA MAMA PODE VIRAR CÂNCER?
Não existe comprovação científica de que um cisto na mama possa virar um câncer. O cisto na mama, também conhecido por cisto mamário, é uma alteração benigna que aparece em quase todas as mulheres, entre os 15 e os 50 anos de idade.
Ele é caracterizado pela presença de líquido em seu interior, e não representa nenhum tipo de perigo para a saúde. O cisto na mama pode aumentar durante a menstruação e diminuir ao fim da mesma, por vários meses seguidos, e é uma alteração normal.
Na maioria das vezes, o cisto não dói e dificilmente é percebido pela mulher. Em geral, só se percebe um cisto na mama quando ele é muito grande e a mama fica mais inchada e mais pesada.
O cisto na mama pode ainda ser diagnosticado através do ultrassom mamário ou da mamografia, e não requer tratamento específico. As mulheres que possuem um cisto muito grande que causam dor e desconforto podem beneficiar-se de uma punção para a retirada do líquido que forma o cisto, dando um fim ao problema.
Não se sabe o porquê, mas mulheres que apresentam vários cistos mamários, mesmo que os retire por meio da punção, tendem a desenvolver novos cistos na mama.
FONTE: TUASAUDE
sábado, 15 de fevereiro de 2014
COMO IDENTIFICAR A GRIPE SUÍNA
Os sintomas da gripe comum e da gripe suína são quase os mesmos, porém com intensidades diferentes. Perceber essas diferenças é importante para identificar a gripe suína e tratá-la corretamente.
Os indivíduos mais propensos a sofrer complicações devido à gripe suína são os idosos, gestantes e indivíduos que sofram com alguma doença crônica, como hipertensão, asma e diabetes. Por isso, esses indivíduos devem estar bem alerta aos sintomas e procurar tratamento o mais breve possível.
As diferenças básicas entre a gripe comum e a gripe suína são:
SINTOMAS:
1-GRIPE COMUM:
- Febre:<39º;
- Cefaléia: tolerável;
- Calafrios: esporádico;
- Cansaço: moderado;
- Dor de garganta:forte;
- Tosse:esporádica;
- Muco:Presente;
- Dor pelo corpo:moderada;
- Ardor nos olhos:leve; intenso.
2-GRIPE SUÍNA:
- Febre:>39ºinício súbito;
- Cefaléia: intensa;
- Calafrios: frequente;
- Cansaço:extremo;
- Dor de garganta:leve;
- Tosse:seca e contínua;
- Muco: pouco comum;
- Dor pelo corpo:intensa;
- Ardor nos olhos: intenso.
Os indivíduos que suspeitem estar infectados com o vírus H1N1, devem procurar auxílio médico, a fim de realizar exames que identifiquem o vírus nas vias respiratórias. Dessa forma, eles podem iniciar o tratamento o mais rápido possível, para evitar as complicações que podem levar à morte.
FONTE:TUASAUDE
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
CIENTISTAS IDENTIFICAM METEORITO MAIS ANTIGO DE MARTE JÁ ENCONTRADO NA TERRA
Segundo cientistas, uma rocha negra descoberta no Deserto do Saara pode ser o meteorito mais antigo de Marte que já foi encontrado.
Pesquisas anteriores sugeriam que a rocha tinha cerca de 2 bilhões de anos, mas novos exames mostram que a rocha, apelidada de “Beleza Negra”, tem mais de 4 bilhões de anos e teria se formado nos primórdios de Marte. Este meteorito é formado por cinco fragmentos.
“Esta (rocha) nos conta sobre uma das épocas mais importantes da história de Marte“, disse, Munir Humayan, professor da Universidade Estadual da Flórida (EUA) e autor da pesquisa. “É quase certo (que a rocha) veio das terras altas do sul, um terreno cheio de crateras que forma o hemisfério sul de Marte“, continuou. “A crosta de Marte deve ter mudado muito rapidamente com o passar do tempo.”
Houve um grande episódio vulcânico em toda a superfície, que então formou uma crosta e, depois disso, a atividade vulcânica teve uma queda dramática“, prosseguiu Humayan. “Quando isso aconteceu, devia haver água na forma gasosa, dióxido de carbono, nitrogênio e outros gases para produzir uma atmosfera primordial, além de um oceano primordial. É um período de tempo muito empolgante – se houve vida em Marte, a origem seria neste período em particular“, acrescentou o cientista.
Até hoje, foram encontrados cerca de 100 meteoritos marcianos na Terra, a maioria deles sendo bem mais jovem do que a “Beleza Negra”, datando de 150 milhões a 600 milhões de anos. A hipótese é a de que essas rochas teriam caído na Terra após um asteróide ou cometa ter se chocado contra a superfície de Marte e ejetado as rochas para o espaço, as quais acabaram caindo na Terra.
Humayan diz que agora planeja com sua equipe analisar a rocha para procurar vestígios de algum tipo de vida marciana. Mas, segundo o professor, enquanto a rocha permaneceu no deserto do Saara, pode ter sido contaminada por organismos vivos da Terra.
Veja abaixo um vídeo liberado pela NASA, mostrando a evolução de Marte, desde quando era um jovem planeta e tinha um atmosfera espessa, sendo quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, passando por vários períodos até os dias de hoje, quando o planeta se torna árido:
Fonte: noticias.uol.com.br
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
COMO IDENTIFICAR UMA MULHER NO PERÍODO FÉRTIL
Pergunte a uma mulher como o ciclo menstrual afeta o humor delas e provavelmente você ouvirá um sermão sobre TPM, ou tensão pré-menstrual. Embora seja verdade que os sintomas da TPM são comuns (embora não tão estereotipados como normalmente se acredita), novas pesquisas encontraram mudanças de comportamento nas mulheres em outro ponto do ciclo reprodutivo: a ovulação.
Dois novos estudos divulgados chegaram à conclusão de que elas se tornam mais selvagens nos dias férteis do mês. Um dos estudos descobriu que as mulheres durante o período fértil são mais abertas à ideia de ficar com um homem estranho ou apenas um conhecido, enquanto a segunda pesquisa mostrou que mulheres com parceiros de aparência menos masculina são mais prováveis a cobiçar homens de queixo forte e angulado (marca da virilidade) durante os dias férteis do que as mulheres com parceiros de aparência mais masculina.
Os novos estudos são duas dos mais de 20 que examinaram os efeitos da ovulação na forma como as mulheres se vestem, falam e pensam. Embora não seja ainda claro se e como essas mudanças afetam relacionamentos entre mulheres no mundo real, eles podem por uma chave para o passado da humanidade.
“A idéia é prestar atenção que as preferências que foram essenciais para a evolução do ser humano ainda estão presentes hoje em dia”, aponta Steven Gangestad, psicólogo especialista em Evolução da Universidade do Novo México evolutiva e co-autor de ambos os novos estudos.
Até cerca de uma década atrás, a maioria das pesquisas sobre o ciclo menstrual era focada na TPM, que ocorre após a ovulação e antes da menstruação. “Poucas pessoas tinham investigado se a ovulação afeta as mulheres”, revela Martie Haselton, professor de psicologia na Universidade da Califórnia, Los Angeles
Para quem não está acostumado com o processo, a ovulação ocorre quando o corpo da mulher libera um óvulo pelas trompas de falópio, onde pode se encontrar com os espermatozoides.
“Ninguém estava se perguntando o que acontece nos dias férteis ou não-férteis”, constata Haselton.
Uma razão pela qual ninguém tinha abordado a questão é que os pesquisadores em evolução humana há muito presumiam que a ovulação não importava muito no ser humano. Ao contrário de outros mamíferos, que se mostram mais aptos para o sexo durante a ovulação, as mulheres estão prontas para a relação sexual a qualquer hora do mês.
As teorias evolucionistas tentaram várias explicações para a perda desse comportamento em seres humanos. Uma das hipóteses mais comuns é a de que os humanos perderam o “calor” da fase para justamente esconder a ovulação. Se um homem não soubesse que encontro sexual poderia passar seus genes adiante, ele seria mais propenso a ficar por perto e ajudar a aumentar a prole.
O problema é que os homens não parecem ser capazes de dizer quando sua parceira está ovulando. Ninguém sabe ao menos como os homens podem detectar – o cheiro é uma hipótese –, mas vários estudos descobriram que mulheres relatam que os parceiros se mais atentos e zelosos na época dos dias férteis.
Outro problema é que as mulheres parecem ter um “calor” da fase, mas ele funciona muito diferente do que em outros mamíferos. Não é que as mulheres se tornam mais receptivas ao sexo no dias mais próximos da ovulação, conta Gangestad, é que elas querem sexo por razões diferentes. “Pode ser mais experiente, como uma espécie de luxúria no meio do ciclo”, aponta Gangestad. “Fora do meio do ciclo, a mulher pode ser mais interessado em sexo, de intimidade.”
Como a maioria dos estudos sobre o tema têm sido feitos sobre as mulheres heterossexuais, pouco se sabe sobre como a ovulação afeta as lésbicas e mulheres bissexuais. Um estudo deste ano descobriu que a ovulação aumentou a motivação das mulheres lésbicas para atuar em seus desejos para outras mulheres, enquanto as mulheres bissexuais apresentaram aumentos menores na motivação.
Embora a sexualidade das mulheres seja mais fluida que a dos homens, explica Lisa Diamond, co-autora do estudo e psicóloga da Universidade de Utah, os resultados sugerem que a ovulação pode ser uma janela para o componente de base biológica da orientação sexual feminina.
FONTE:Live Science
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