Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador DUNAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DUNAS. Mostrar todas as postagens
domingo, 20 de dezembro de 2015
A SONDA CURIOSITY FAZ UMA VISITA ÀS INTRIGANTES DUNAS DE MARTE
Conforme a sonda Curiosity sobe lentamente o Mount Sharp, ela está fazendo o seu primeiro close-up das dunas de areia de Marte – a primeira vez que temos investigado dunas ativas em outro planeta.
As “Dunas Bagnold” cercam a borda noroeste da montanha. Algumas são tão altas quanto uma casa de dois andares, e elas são muito ativas. Imagens de satélite mostram os ventos marcianos mudando as dunas 90 cm por ano.
A chegada da Curiosity nas dunas não é o começo apenas para o veículo espacial marciano, mas para toda a exploração do espaço. “Nenhuma duna ativa foi visitada em qualquer lugar do sistema solar além da Terra”, diz um comunicado de imprensa da NASA.
Uma vista da “High Dune” no campo de dunas Bagnold, em Marte.
A sonda vai colher uma amostra do material para analisar a duna em seu laboratório de bordo. Ela vai procurar pistas sobre a composição das dunas e como o vento as molda. Por exemplo, “Estas dunas têm uma textura diferente das dunas na Terra”, diz Nathan Bridges da equipe Curiosity. “As ondulações sobre elas são muito maiores do que as no topo de dunas terrestres, e não sabemos porquê. Temos modelos com base na baixa pressão atmosférica. É preciso uma velocidade do vento superior para fazer uma partícula se mover. Mas agora nós teremos a primeira oportunidade de fazer observações detalhadas.”
A Curiosity movimentou um pneu através de um lençol de areia perto das dunas para ver o que estava abaixo da superfície.
O principal objetivo da Curiosity agora é explorar o Mount Sharp, em camadas, a montanha que se eleva 5,5 km acima da cratera Gale. A meta da sonda é verificar o maior número possível dessas camadas de rocha. Assim como camadas de sedimentos na Terra fornecem uma janela para o passado, os cientistas estão esperando que as camadas do Mount Sharp forneçam alguns insights sobre a história geológica de Marte.
Trilha da roda da Curiosity revelou que a subsuperfície do lençol de areia continha grãos mais finos do que na superfície.
FONTE:curioso.blog.br/post/sonda-curiosity-visita-as-intrigantes-dunas-marte/
sábado, 12 de setembro de 2015
PLUTÃO TEM DUNAS MESMO SEM VENTO
A Nasa retomou o recebimento de imagens feitas pela sonda durante seu sobrevoo de Plutão e suas luas, que ocorreu em 14 de julho de 2015.
A essa altura, a espaçonave já está a mais de 70 milhões de quilômetros do astro, mergulhando cada vez mais profundamente no cinturão de Kuiper – uma coleção de centenas de milhares de pedregulhos dos mais variados tamanhos, remanescentes do processo que deu origem aos planetas.
O sobrevoo de Plutão, por sinal, foi a primeira visita de uma espaçonave a um objeto dessa misteriosa região do espaço na periferia do Sistema Solar.
A segunda visita deve ser protagonizada pela própria New Horizons, em 2019. A Nasa já selecionou um alvo para ser visitado além de Plutão – o pequeno 2014 MU69. O astro tem só 50 km de diâmetro e é “nascido e criado” nessa região do espaço (Plutão, por sua vez, pode ter surgido mais perto do Sol e depois migrado para lá).
Aliás, o sobrevoo também será o primeiro feito por uma espaçonave lançada antes mesmo que seu alvo fosse descoberto – a New Horizons partiu em 2006, e o MU69 foi descoberto no ano passado.
As primeiras manobras da sonda para chegar lá serão executadas no mês que vem, mas a investigação científica ainda pende por aprovação orçamentária. A decisão final só deve acontecer no ano que vem.
A tendência é a aprovação. Na verdade, o plano decadal da Nasa que levou à New Horizons pedia uma missão “ao cinturão de Kuiper”, então não aprovar a extensão até 2019 seria perder a oportunidade de cumprir o objetivo inicial, depois de chegar tão perto e gastar mais de US$ 700 milhões.
Os cientistas devem apresentar um plano detalhado para o segundo sobrevoo em 2016. Enquanto isso, continuam a estudar os mistérios de Plutão.
Os dados colhidos durante aquele frenético encontro ainda estão sendo transmitidos. Depois de uma bateria inicial de imagens comprimidas, logo após o sobrevoo de julho, as transmissões priorizaram dados de telemetria e os pacotes científicos mais “leves”, que não envolviam fotografia.
A partir de agora, começam a “descer” todas as imagens colhidas, em sua resolução máxima. É nessa primeira leva que figuram as dunas de Plutão.
“Dunas em Plutão -se for isso mesmo- é algo completamente inesperado, porque a atmosfera é tão rarefeita…”, disse William McKinnon, da Universidade Washington, em Saint Louis. “Ou Plutão teve uma atmosfera mais densa no passado, ou algum processo que não sacamos está em operação. É de coçar a cabeça.”
Os cientistas ainda têm muito trabalho pela frente. Transmitindo em velocidade de internet discada, a sonda levará um ano para concluir o envio das imagens feitas no sobrevoo.
fonte: megaarquivo.com/2015/09/12/11-776-astronomia-plutao-tem-dunas-mesmo-sem-vento-descobre-sonda-da-nasa/
Assinar:
Postagens (Atom)



