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sábado, 27 de maio de 2017
ÔNIBUS ESPACIAL SECRETO POUSA APÓS 2 ANOS EM ÓRBITA
(US Air Force/Divulgação).
Ele se chama X-37B, e é uma versão menor do ônibus espacial tradicional – porque não leva ninguém dentro e é controlado à distância, como um drone. Mede 8,8 metros de comprimento por 4,6 metros de envergadura, pesa aproximadamente 5 toneladas e é lançado por um foguete. Ao voltar à Terra, plana e pousa como um avião, exatamente como os ônibus espaciais faziam. Foi construído pela Phantom Works, uma divisão da Boeing especializada em projetos militares avançados, e é operado pela Força Aérea americana.
Isso é o que se sabe sobre o X-37B. Todo o resto –inclusive o que ele leva em seu compartimento de carga durante os voos– é confidencial, mantido em segredo pelos EUA. Nesta semana, o X-37B voltou à Terra após passar impressionantes 718 dias em órbita. Esta foi a quarta missão do ônibus espacial secreto. Como nas outras vezes, os EUA não revelaram o objetivo.
Ao reentrar na atmosfera e se aproximar do Kennedy Space Center, na Flórida, para pousar, o X-37B provocou um estrondo sônico (sonic boom): onda de choque que é causada por aeronaves que voam mais rápido do que a velocidade som, e é ouvida pelas pessoas em terra como se fosse uma explosão. Não há imagens desse momento, mas a Força Aérea dos EUA divulgou um vídeo do pouso:
FONTE: http://super.abril.com.br/blog/bruno-garattoni/onibus-espacial-secreto-pousa-apos-2-anos-em-orbita/
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
ASTRÔNOMOS DESCOBREM PLANETA MAIOR DO QUE JÚPITER ORBITANDO 3 SÓIS
Nomeado como HD 131399Ab, trata-se de um gigante 4 vezes maior do que Júpiter, 11 vezes maior do que a Terra e que possui em sua órbita 3 sóis.
Apesar de não ser o primeiro planeta do tipo encontrado, ele está sendo considerado como o mais estranho para os cientistas. Por causa de sua longa órbita de 550 anos, eles acreditam que a luz do dia ali é quase constante, havendo 3 amanheceres e entardeceres por dia, dependendo da estação, “que pode durar mais do que uma vida humana”, segundo Kevin Wagner, um dos autores da descoberta publicada pela revista Science.
Inabitável para qualquer ser humano, graças as suas temperaturas que podem chegar a 586°C – o que ainda é considerado frio para o padrão dos exoplanetas – ele ainda é formado por nuvens de pedra de silicato que são do tamanho de cigarros, de acordo com o estudo. Trata-se de um corpo relativamente jovem – de cerca de 16 milhões de anos – que forma um sistema de múltiplas estrelas: uma pouco maior do que o Sol ao centro, duas outras menores que orbitam uma a outra e, entre estrelas menores, está o HD 131399Ab.
A preocupação dos cientistas, no entanto, é que esses sistemas costumam ser instáveis, já que as forças gravitacionais das estrelas competem entre si. Nessa disputa, nenhuma delas costuma levar a melhor, porque os planetas acabam sendo ejetados. Agora, a partir dessa descoberta, os pesquisadores acreditam que esse tipo de planeta seja mais comum do que se pensava.
“Pessoalmente, estou mais interessado na órbita do planeta”, disse Wagner ao The Atlantic. “É improvável, mas existe uma chance de o sistema não ser tão estável quanto achamos que é, e até que ele nem orbite as estrelas. Em alguns anos, poderemos ver como ele se move e aí poderemos ter certeza”.
FONTE: megaarquivo.com/2016/07/12/12-658-astronomos-descobrem-planeta-maior-do-que-jupiter-orbitando-3-sois/
domingo, 30 de agosto de 2015
COMO UM SATÉLITE FICA EM ÓRBITA?
O segredo para que esses objetos permaneçam no espaço, girando ao redor da Terra, é o “empurrão” dado pelos foguetes que colocam os satélites em órbita. Depois de subir ao espaço, um estágio propulsor acelera o satélite a uma velocidade que não seja tão pequena para que ele caia na Terra nem tão grande para que ele escape da gravidade do planeta. “Se a velocidade for aplicada corretamente, o satélite tenta se afastar continuamente da Terra em direção ao espaço, mas ao mesmo tempo é puxado de volta pela gravidade. O resultado é como se ele estivesse sempre caindo, mas sem tocar a superfície do planeta, descrevendo uma trajetória circular ao redor do globo”, afirmou um engenheiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
A velocidade é o elemento-chave para pôr um satélite em órbita. Se for impulsionado a uma velocidade muito baixa, ele cai logo, “puxado” pela gravidade da Terra.
EXEMPLO – Se a velocidade de impulso for de, digamos, 10 km/h, ele cai depois de percorrer apenas 687 metros no espaço.
Se a velocidade com que se atira o objeto for maior, ele irá cair cada vez mais longe. Mas, se o impulso não for suficiente para o satélite dar uma volta na Terra, ele não estará em órbita.
EXEMPLO – Se a velocidade de impulso for de 10 000 km/h, ele se choca com a superfície depois de percorrer 754 quilômetros no espaço.
Agora, sim, nosso satélite entrou em órbita. No nosso exemplo, ele está a 300 km da superfície. Se for menos do que isso, a atmosfera é mais densa e a resistência do ar “breca” o movimento do satélite.
EXEMPLO – O impulso ideal para o satélite entrar em órbita a 300 km de altitude é de 27 800 km/h.
FONTE: megaarquivo.com/2015/01/13/10-983-fisica-como-um-satelite-fica-em-orbita/
domingo, 31 de maio de 2015
COMO SERIA ORBITAR UM BURACO NEGRO?
Muita gente imagina que um buraco negro pareceria simplesmente um círculo vazio no meio do espaço. Contudo, como mostra o vídeo acima, gerado em computador a partir de cálculos precisos, a visão seria mais impressionante.
Em primeiro lugar, um observador poderia enxergar até mesmo as estrelas que estivessem por trás do buraco negro, pois a luz que emana delas seria distorcida pela tremenda força gravitacional do objeto, chegando aos olhos da pessoa. Quanto mais próximo da “borda” do buraco negro, maior seria a distorção – esse fenômeno é conhecido como “anel de Einstein” e foi previsto pelo célebre físico.
Como você pode observar no vídeo, orbitar ao redor de um buraco negro também criaria a ilusão de que as estrelas atrás dele estão se movendo em alta velocidade – mais uma consequência de força gravitacional.
FONTE: http://apod.nasa.gov/apod/ap130701.html
domingo, 5 de abril de 2015
UFO: SATÉLITE CAVALEIRO NEGRO PROVA QUE NÃO ESTAMOS SOZINHO NO UNIVERSO?
O satélite Cavaleiro Negro é uma estrutura artificial antiga que circunda a terra por mais de 13.000 anos. Primeiro chamou a atenção por libertação de sinais elétricos, estudado por Nikola Tesla em 1899 e foi descrito com mensagens do espaço. Em 1926, mais sinais chegou e estes mostraram um mapa de estrelas, a maneira como ele teria olhado 13 mil anos mais cedo. Outros países também se tornou ciente desses sinais e em 1954 a mensagem foi determinada a ser a partir de órbita da Terra e que um satélite antigo,(como relatado no St.Lewis Post Dispatch, em 14 de maio de 1954) em uma órbita incomum de pólo norte a pólo sul e foi extremamente antiga e feita artificialmente, esta órbita incomum permitiria uma visão de 360 graus de todos os pontos do planeta, como se estivéssemos sendo estudado ou MONITORADOS dos céus? Em 1960, um grupo secretamente foi organizado para pesquisar este objeto e uma corrida para a órbita da Terra e recolher informações sobre este objeto estava em andamento por vários países. Em 15 de maio de 1953, o astronauta Gordon Cooper relatou este satélite como uma estrutura artificial incandescência verde. Fotos foram tiradas em 1998 e vazou da NASA e pode ser encontrado na internet. Esta pode ser uma conexão entre o olho no topo da pirâmide, retratado na nota de um dólar e ainda mais, possivelmente, o olho de Deus no céu, que é (se) você sabe sua história suméria.
Até hoje o Caveiro Negro é um Grande Mistério, estaríamos sendo Monitorados por Alienígenas com Alta Tecnologia desde nossos antepassados?
Fontes: beforeitsnews // ufosonline.blogspot.com/2015/04/ufo-o-satelite-cavaleiro-negro-prova.html
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A SONDA MAVEN DA NASA CHEGA À ÓRBITA DE MARTE
A sonda Maven da Nasa começou a orbitar no domingo à noite o planeta Marte, em uma missão científica que pretende entender a modificação no clima do planeta vermelho com o passar do tempo, anunciou a agência espacial americana.
"Com base nos dados observados de navegação, parabéns. Maven está agora em órbita", anunciou Dave Folta, do centro Goddar de voos espaciais da Nasa.
Os aplausos foram intensos na sala de controle da missão do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), em Pasadena, Califórnia.
Maven (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) entrou na órbita de Marte às 23H24 (domingo, horário de Brasília), segundo o JPL.
A entrada aconteceu depois que os motores da sonda foram acionados durante 30 minutos para conter a velocidade.
A sonda não tripulada de 2,45 toneladas foi lançada em novembro de 2013 de Cabo Canaveral, Flórida, e viajou durante mais de 10 meses por 711 milhões de quilômetros para aproximar-se de Marte com o propósito de estudar todas as camadas de sua atmosfera.
Os dados da Maven ajudarão os cientistas a compreender o que aconteceu com a água em Marte e o dióxido de carbono de sua atmosfera há bilhões de anos. Também deve auxiliar na compreensão de como o clima mudou de quente e úmido para frio e seco.
Como o planeta Marte perdeu sua atmosfera é um dos grandes mistérios da ciência. As respostas da sonda podem jogar alguma luz sobre a capacidade do planeta para abrigar vida (mesmo que vida microbiana) há muito tempo.
Além disso, as descobertas da sonda podem ajudar no entendimento sobre como os humanos sobreviveriam em uma futura missão no planeta vermelho, talvez em 2030.
Após várias semanas necessárias para calibrar seus instrumentos, a Maven iniciará uma missão de um ano para estudar os gases das camadas superiores da atmosfera de Marte, a 6.000 km da superfície, e como esta interage com o Sol e os ventos solares. Além disso, fará leituras em níveis mais próximos ao solo marciano.
Nos últimos anos, a Nasa enviou várias sondas a Marte.O veículo robotizado Curiosity, por exemplo, está explorando a superfície e envia dados sobre o local, que já estabeleceram que em um passado remoto existiram condições para abrigar vida, ao menos microbiana.
"Como primeiro veículo a estudar a alta atmosfera de Marte, a Maven aumentará claramente nossa compreensão da história da atmosfera marciana e como o clima mudou durante o tempo, assim como impacto sobre a evolução do ambiente na superfície e a habitabilidade potencial do planeta", destacou no domingo o diretor da Nasa, Charles Bolden."A Maven também permitirá uma preparação melhor das futuras missões tripuladas ao planeta vermelho a partir de 2030", completou.
"O conjunto de instrumentos a bordo da Maven tem o propósito de encontrar as peças que faltam ao quebra-cabeça da história de Marte", disse David Mitchell, coordenador do projeto da Nasa."Todas as demais missões a Marte até o momento se concentravam na superfície de Marte", lembrou.
O projeto Maven custou 671 milhões de dólares, está dotado de oito instrumentos, incluindo um espectrômetro de massa para determinar as estruturas moleculares dos gases atmosféricos e o sensor SWEA (Solar Wind Electron Analyser), que examinará o vento solar.
No fim da semana, uma sonda indiana também entrará na órbita do planeta vermelho. Será a primeira sonda orbital indiana enviada a Marte para buscar vestígios de existência de vida.
fonte: http://zip.net/bjpCJB
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
COMO UM SATÉLITE FICA EM ÓRBITA?
O segredo para que esses objetos permaneçam no espaço, girando ao redor da Terra, é o "empurrão" dado pelos foguetes que colocam os satélites em órbita. Depois de subir ao espaço, um estágio propulsor acelera o satélite a uma velocidade que não seja tão pequena para que ele caia na Terra nem tão grande para que ele escape da gravidade do planeta. "Se a velocidade for aplicada corretamente, o satélite tenta se afastar continuamente da Terra em direção ao espaço, mas ao mesmo tempo é puxado de volta pela gravidade. O resultado é como se ele estivesse sempre caindo, mas sem tocar a superfície do planeta, descrevendo uma trajetória circular ao redor do globo", afirma o engenheiro Petrônio Noronha de Souza, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). No quadro abaixo, mostramos o princípio que mantém os satélites no ar, elucidado ainda no século 17 pelo físico e matemático inglês Isaac Newton.
Objetos só giram a partir de uma altitude de cerca de 300 km.
1. A velocidade é o elemento-chave para pôr um satélite em órbita. Se for impulsionado a uma velocidade muito baixa, ele cai logo, "puxado" pela gravidade da Terra
EXEMPLO - Se a velocidade de impulso for de, digamos, 10 km/h, ele cai depois de percorrer apenas 687 metros no espaço
2. Se a velocidade com que se atira o objeto for maior, ele irá cair cada vez mais longe. Mas, se o impulso não for suficiente para o satélite dar uma volta na Terra, ele não estará em órbita
EXEMPLO - Se a velocidade de impulso for de 10 000 km/h, ele se choca com a superfície depois de percorrer 754 quilômetros no espaço
3. Agora, sim, nosso satélite entrou em órbita. No nosso exemplo, ele está a 300 km da superfície. Se for menos do que isso, a atmosfera é mais densa e a resistência do ar "breca" o movimento do satélite
EXEMPLO - O impulso ideal para o satélite entrar em órbita a 300 km de altitude é de 27 800 km/h
TIPOS DE ÓRBITA:Três maneiras de vigiar o planeta
1- CIRCULAR EQUATORIAL OU INCLINADA:
ALTITUDE: de 300 a 1.000 km;
APLICAÇÃO: Meteorologia e experimentos científicos;
VELOCIDADE: 27.800 km/h.
2- POLAR:
ALTITUDE : 800 km;
APLICAÇÃO: Mapeamento;
VELOCIDADE: 26.800 km/h.
3- GEOESTACIONÁRIA (SEMPRE SOBRE O MESMO PONTO):
ALTITUDE:35 786 km;
APLICAÇÃO: Telecomunicações (TV);
VELOCIDADE :11.070 km/h (a mesma da Terra).
FONTE: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-um-satelite-fica-em-orbita
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
COMO UM SATÉLITE FICA EM ÓRBITA?
O segredo para que esses objetos permaneçam no espaço, girando ao redor da Terra, é o "empurrão" dado pelos foguetes que colocam os satélites em órbita. Depois de subir ao espaço, um estágio propulsor acelera o satélite a uma velocidade que não seja tão pequena para que ele caia na Terra nem tão grande para que ele escape da gravidade do planeta. "Se a velocidade for aplicada corretamente, o satélite tenta se afastar continuamente da Terra em direção ao espaço, mas ao mesmo tempo é puxado de volta pela gravidade. O resultado é como se ele estivesse sempre caindo, mas sem tocar a superfície do planeta, descrevendo uma trajetória circular ao redor do globo", afirma o engenheiro Petrônio Noronha de Souza, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). No infográfico ao lado, mostramos o princípio que mantém os satélites no ar, elucidado ainda no século 17 pelo físico e matemático inglês Isaac Newton.
Objetos só giram a partir de uma altitude de cerca de 300 km
1. A velocidade é o elemento-chave para pôr um satélite em órbita. Se for impulsionado a uma velocidade muito baixa, ele cai logo, "puxado" pela gravidade da Terra.
EXEMPLO - Se a velocidade de impulso for de, digamos, 10 km/h, ele cai depois de percorrer apenas 687 metros no espaço.
2. Se a velocidade com que se atira o objeto for maior, ele irá cair cada vez mais longe. Mas, se o impulso não for suficiente para o satélite dar uma volta na Terra, ele não estará em órbita.
EXEMPLO - Se a velocidade de impulso for de 10 000 km/h, ele se choca com a superfície depois de percorrer 754 quilômetros no espaço
3. Agora, sim, nosso satélite entrou em órbita. No nosso exemplo, ele está a 300 km da superfície. Se for menos do que isso, a atmosfera é mais densa e a resistência do ar "breca" o movimento do satélite
EXEMPLO - O impulso ideal para o satélite entrar em órbita a 300 km de altitude é de 27 800 km/h
TIPOS DE ÓRBITAS- Três maneiras de vigiar o planeta:
1- CIRCULAR EQUATORIAL OU INCLINADA:
ALTITUDE - de 300 a 1.000 km;
APLICAÇÃO - Meteorologia e experimentos científicos;
VELOCIDADE - 27.800 km/h;
2- POLAR:
ALTITUDE - 800 km;
APLICAÇÃO - Mapeamento;
VELOCIDADE - 26.800 km/h;
3- GEOESTACIONÁRIA (SEMPRE SOBRE O MESMO PONTO):
ALTITUDE - 35.786 km;
APLICAÇÃO - Telecomunicações (TV);
VELOCIDADE - 11.070 km/h (a mesma da Terra);
FONTE: MUNDOESTRANHO
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