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sábado, 29 de agosto de 2015

CONHEÇA ESCUDO MAGNÉTICO SUPERCONDUTOR PARA PROTEGER ASTRONAUTAS

Os cientistas do CERN e do LHC estão de olho em uma forma de proteger os astronautas da radiação espacial.

Escudo magnético supercondutor

Uma equipe do CERN, a entidade que dirige o LHC, o maior acelerador de partículas do mundo, está trabalhando para desenvolver um ímã supercondutor que poderá proteger os astronautas da radiação cósmica durante as missões no espaço profundo. A ideia é criar um campo magnético ativo que servirá como escudo para proteger as naves espaciais e seus ocupantes das partículas de alta energia, os chamados raios cósmicos. Os pesquisadores do CERN vão usar bobinas supercondutoras de diboreto de magnésio (MgB2), um material supercondutor que foi desenvolvido sob a forma de fios para ser usado no LHC. "No âmbito do projeto, vamos testar nos próximos meses uma bobina com uma fita supercondutora de MgB2," disse Bernardo Bordini, coordenador do projeto SR2S (Space Radiation Superconductive Shield). "A bobina-protótipo foi projetada para quantificar a eficácia da tecnologia de blindagem magnética supercondutora." "Se a bobina-protótipo que vamos testar der resultados positivos, teremos contribuído com informações importantes para a viabilidade do escudo magnético supercondutor," disse Amalia Ballarino, membro da equipe.

Radiação cósmica nos astronautas

Durante as viagens espaciais de longa duração os astronautas não podem contar com a magnetosfera terrestre, que nos protege na superfície do planeta. Sem a proteção, os astronautas são bombardeados com raios cósmicos de alta energia que podem causar um aumento significativo na probabilidade de vários tipos de cânceres. Um instrumento que viajou a Marte junto com o robô Curiosity mostrou que um astronauta que estivesse a bordo receberia por dia a mesma quantidade de radiação natural que atinge uma pessoa na superfície da Terra durante um ano. Experimentos adicionais mostraram como uma viagem a Marte pode causar danos ao cérebro dos astronautas. Devido a isso, as missões de exploração a Marte ou outros destinos distantes só serão possíveis se for encontrada uma solução eficaz para proteger adequadamente os astronautas - a falta dessa tecnologia foi uma das principais razões que levaram recentemente os diretores da NASA e da ESA a dizerem que ir a Marte é um sonho distante.

Tecnologias inexistentes

Mas ainda há vários outros desafios a superar antes que um escudo espacial com base na tecnologia de um campo magnético ativo possa ser montado em uma nave. Por exemplo, será necessário testar e comparar várias configurações magnéticas possíveis, além de comparar os melhores resultados obtidos com outras tecnologias em desenvolvimento, e, finalmente, desenvolver todas as tecnologias para viabilizar um escudo magnético supercondutor leve o suficiente para ser levado ao espaço de forma economicamente viável. De qualquer forma, o supercondutor MgB2 parece ser uma aposta interessante pela sua capacidade de operar a temperaturas relativamente elevadas (até cerca de 25 K), o que exige um sistema criogênico simplificado. fonte:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=escudo-magnetico-supercondutor-espaconaves&id=010130150824

sábado, 16 de maio de 2015

RADIAÇÃO ESPACIAL PODE MUDAR A ESTRUTURA CEREBRAL DOS ASTRONAUTAS

Mesmo após 54 anos enviando astronautas para o espaço, a NASA ainda está aprendendo sobre como as condições espaciais afetam o corpo humano. Atualmente, a agência está estudando os efeitos do voo espacial de longa duração na visão humana, com seu estudo único com gêmeos. E os pesquisadores analisarão como a microgravidade desgasta o sistema músculo-esquelético. Agora, uma nova pesquisa com ratos indica que o ambiente do espaço também pode ter um impacto significativo no cérebro. Em um estudo publicado na revista Science, os pesquisadores analisaram como raios cósmicos – partículas altamente carregadas que permeiam todo o espaço – podem impactar os cérebros de ratos; eles descobriram que os animais expostos a esta radiação do tipo espacial ficaram muito menos curiosos e mais confusos do que suas contrapartes não expostas. No Laboratório de Radiação Espacial da Nasa, os pesquisadores submeteram ratos a oxigênio totalmente ionizado e titânio, elementos frequentemente encontrados em raios cósmicos. Cada rato foi atingido com um único feixe de partículas carregadas, semelhantes às pequenas doses de radiação que penetram a nave durante viagens espaciais. Para ter ideia de como esses feixes afetavam o cérebro, os ratos foram alterados para terem neurônios fluorescentes, a fim de serem melhor vistos durante o exame. Seis semanas após a exposição, os pesquisadores da UC Irvine notaram mudanças distintas nos cérebros dos ratos – uma inflamação notável que interrompeu a comunicação entre os neurônios. De acordo com o estudo, as partículas agiram como pequenos projéteis, voando para o cérebro e rompendo as estruturas neuronais conhecidas como dendritos. A perda dessa espécie de ramo de sinapses, que transportam sinais eletroquímicos entre os neurônios, é frequentemente associada com deficiências cognitivas e doença de Alzheimer. Indo um passo adiante, os pesquisadores fizeram alguns experimentos comportamentais com os ratos expostos para saberem como essas alterações cerebrais podem afetar sua memória e habilidades de aprendizagem. Com certeza, os ratos apresentaram menos curiosidade e pareciam mais confusos do que os ratos que não haviam sido expostos à radiação do tipo espacial. Estes sintomas são semelhantes às mudanças cognitivas que pacientes com câncer de cérebro experienciam quando submetidos a tratamentos de radiação. Apesar dos resultados, isso não significa que precisamos transportar todos os astronautas da ISS para a Terra imediatamente. Os indivíduos na estação não experimentam tanto bombardeio de raios cósmicos, uma vez que a magnetosfera da Terra age como um escudo protetor e desvia partículas carregadas. Além disso, os pesquisadores observam que você precisaria de vários meses de exposição à radiação espacial para começar a experimentar mudanças cerebrais. Mas, isso contém enormes implicações para a principal iniciativa da NASA no momento: uma longa viagem para o planeta vermelho. Tal viagem levaria vários anos, e os astronautas estariam sem a rede de segurança do campo magnético.
“Esta não é uma notícia positiva para os astronautas em uma viagem num período de dois a três anos de ida e volta a Marte”, disse Charles Limoli, professor de radiação oncológica na escola de medicina da UCI. “Decréscimos de desempenho, de déficits de memória e perda de consciência e foco durante o voo espacial podem afetar as atividades em missões críticas, e a exposição a estas partículas pode ter consequências negativas a longo prazo para a cognição.”
Confira este vídeo animado que os pesquisadores fizeram para ilustrar a sua experiência. Ratos em capacetes espaciais! FONTE: curioso.blog.br/post/radiacao-espacial-mudar-estrutura-cerebral-astronautas/

domingo, 21 de dezembro de 2014

ESPAÇO PODE TORNAR ASTRONAUTAS INFÉRTEIS

Um novo estudo mostrou que o tempo gasto no espaço pode afetar ambos os órgãos reprodutores masculinos e femininos. A pesquisa, que foi realizada pela NASA, demonstrou que os animais expostos à gravidade zero e os níveis de radiação tipicamente encontradas no espaço acabaram pode ocasionar em infertilidade. A agência espacial incentiva que os astronautas congelem seus óvulos ou espermas antes de ir em missões e esta última pesquisa poderia afetar ainda mais as decisões sobre o espaço e tempo. “Nós realmente não tenho os dados humanos para determinar se realmente o que estamos vendo nos animais pode ser traduzível para os seres humanos”, disse o Dr. Joseph Tash. “Mas nós estamos vendo grandes impactos nos animais”. A radiação cósmica também é conhecida por afetar outras partes do corpo, bem como, especialmente os olhos. 80% astronautas relatam algum tipo de deficiência visual, depois de apenas algumas semanas em espaço, sendo necessário o uso de óculos após o seu regresso. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/12/02/espaco-pode-tornar-astronautas-inferteis/

domingo, 12 de outubro de 2014

PROJETO GEMINI: ASTRONAUTAS CONFIRMAM "ELES ESTÃO NOS OBSERVANDO"

Antes do programa Apollo jamais seriamos capazes de fazer uma viagem através do vazio cis-lunares para a Lua, os astronautas da NASA primeiro precisavam aprender a voar, trabalhar e viver no espaço. Entre 1965 e 1966, a NASA voaram uma série agressiva de missões de dois homens em órbita baixa da Terra, onde eles praticavam e testavam muitas das técnicas de voo, sistemas espaciais, ciência e habilidades de vida que seriam necessárias para garantir que a viagem para da Lua fosse realizada da forma mais segura possível. O programa de voo que a NASA implementadas a fim de atingir esses objetivos elevados era conhecido como Projeto Gemini. Em apenas 20 meses, 16 astronautas da NASA voaram um total de 10 missões a bordo da nave GEMINI, que orbita a Terra mais de 600 vezes, enquanto a aquisição de uma riqueza de experiência de espaço que nos anos seguintes serviria para ajudar a fazer o próximo programa Apollo lunar tal um sucesso retumbante. Os astronautas da Gemini foram alguns dos primeiros homens a explorar esse novo oceano sobre as nossas cabeças, conhecido como 'espaço', e eles de fato, viram alguns pontos turísticos incríveis lá em cima durante seus vôos. A bordo de cada nave Gemini existia um equipamento conhecido como "Gravador Tape Voice" (VTR). O objetivo da VTR foi dar os astronautas a capacidade de gravar verbalmente quaisquer pensamentos, comentários ou observações durante todo o curso de cada voo, principalmente durante os períodos em que eles não estavam em contato por rádio com um dos MSFN (Manned Space Flight Rede estações terrestres) espalhados em vários locais ao redor da Terra. Após o contato por rádio foi restabelecido, as gravações VTR feitas durante os períodos de black out poderia, então, ser "despejadas" (down-ligado) a uma estação terrestre MSFN abaixo. Embora originalmente classificadas, as transcrições dessas gravações VTR de todas as 10 missões Gemini podem hoje ser encontradas nos arquivos da NASA. Estes documentos contêm algunsrelatos muito interessantes e reveladores, conversas de astronauta que se relacionam com várias anomalias que eles estavam observando fora da nave espacial durante os voos, esta apresentação destaca apenas alguns dos muitos comentários de várias missões Gemini que eu achei interessante. Veja este incrível Vídeo e surpreenda-se: FONTE:http://ufosonline.blogspot.com.br/2014/10/nasa-projeto-gemini-astronautas.html

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PEQUENOS DETRITOS NA LUA PODEM COLOCAR A VIDA DE ASTRONAUTAS E RISCO

Futuros astronautas na Lua irão arriscar suas vidas depois que uma fonte totalmente inesperada de perigo foi detectada. Cientistas acreditam que qualquer pessoa que visite a superfície lunar no futuro poderá estar em risco de ser atingido por detritos pequenas lançados por impactos de meteoritos. Com apenas um sexto da gravidade da Terra e sem a resistência do ar, qualquer impacto sobre a superfície da Lua tem o potencial de espalhar centenas de pedaços de detritos quilômetros a velocidades semelhantes à de uma espingarda. Professor Mark Robinson e seus colegas da Universidade do Estado do Arizona utilizou imagens do Lunar Reconnaissance Orbiter para observar a propagação de detritos de locais. Em um exemplo, eles encontraram 248 pedaços de detritos ejetados por um meteorito que havia golpeado a superfície há mais de 30km de distância. “Eles ficaram espalhados em grandes distâncias. Apesar de 100m/s ser baixa velocidade, você certamente não quer ser atingido com material chegando a 100m/s. Isso é a velocidade de um tiro de espingarda”. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/03/24/pequenos-detritos-na-lua-podem-colocar-a-vida-de-astronautas-em-risco/