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sábado, 19 de novembro de 2016

O SEGREDO PARA UMA VIDA SEXUAL FELIZ

De acordo com um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, para ter uma vida sexual feliz em um relacionamento a longo prazo, é preciso baixar as expectativas e trabalhar duro na cama. Em outras palavras, você não pode acreditar na noção de “destino sexual”, e sim entender que, para ter satisfação sexual, é necessário fazer adaptações e conversar com seu parceiro sobre isso. O estudo analisou ambas relações heterossexuais e homossexuais. Você pode lê-lo (em inglês) no Journal of Personality and Social Psychology.

Alma gêmea?

Como muitas outras coisas boas na vida, uma vida sexual feliz exige trabalho duro ao invés de uma “expectativa” de satisfação eterna simplesmente porque você e seu parceiro ou parceira são “almas gêmeas”. A pesquisa, feita por psicólogos canadenses, envolveu 1.900 participantes e concluiu que existem essencialmente dois grupos de pessoas (mesmo que muitas estejam em algum lugar no meio destes grupos): os que compreendem a necessidade de crescimento sexual e os que acreditam no “destino sexual”.

Crescimento x destino sexual

Se você acha que o sexo é a chave do relacionamento, sua atitude em relação a ele pode determinar o sucesso da relação. “As pessoas que acreditam no destino sexual usam sua vida sexual como um barômetro para o quão bem seu relacionamento anda. Eles acreditam que os problemas no quarto significam problemas no relacionamento como um todo”, explicou Jessica Maxwell, doutoranda e principal autora do estudo, ao portal Big Think. Por outro lado, se você reconhece que mudanças podem acontecer e trabalhar para melhorar o sexo é uma parte normal de um relacionamento a longo prazo, você pode ter mais sucesso em mantê-lo. “As pessoas que acreditam no crescimento sexual não só acreditam que podem trabalhar em seus problemas sexuais, como não estão deixando isso afetar sua satisfação no relacionamento em geral”, acrescentou Maxwell.

Reconhecer problemas sexuais

Todos os casais tendem a passar pela fase inicial de “lua de mel” do relacionamento, que dura cerca de 2 a 3 anos. Então, há um ponto de viragem. “Sabemos que desacordos no domínio sexual são um tanto inevitáveis ao longo do tempo”, disse Maxwell. “A vida sexual é como um jardim, e precisa ser regada e nutrida”. Curiosamente, enquanto as mulheres são tradicionalmente mais propensas a ter filosofias românticas como a ideia de “alma gêmea”, o estudo demonstrou que elas também são mais propensas a entender que o sexo precisa de esforço. Isso pode ser porque há alguma evidência de que é mais difícil para as mulheres obter satisfação sexual. Os pesquisadores ressaltam ainda a necessidade de conselheiros e terapeutas de casal de ajudar as pessoas a resolver questões sexuais, já que tais problemas são bastante normais, especialmente entre aqueles que se agarram demais à noção de “destino sexual”. “As crenças de destino sexual têm muitas semelhanças com outras crenças disfuncionais sobre sexo, e eu acho que é importante reconhecer e abordar isso”, concluiu Maxwell. fonte:http://bigthink.com/paul-ratner/new-study-discovers-the-secret-to-a-happy-sex-life

domingo, 22 de novembro de 2015

CASAIS QUE TÊM RELAÇÕES SEXUAIS SEMANALMENTE SÃO MAIS FELIZES

Quanto mais sexo, melhor? Hum, não exatamente. E quem está dizendo isso é a ciência. De acordo com a pesquisadora Amy Muise Said, embora o hábito de fazer sexo com mais frequência esteja associado com uma maior felicidade, esta ligação não é mais significativa se um casal faz sexo apenas uma vez por semana. Os resultados dos estudos conduzidos por ela sugerem que é importante manter uma relação íntima com seu parceiro, mas você não precisa ter relações sexuais todos os dias para manter a chama do relacionamento acesa. Alguns estudos anteriores (e uma infinidade de artigos de autoajuda) alegam indiscriminadamente que fazer mais sexo equivale a ser mais feliz. O novo estudo, que foi feito com base em análises de mais de 30.000 americanos com mais de 40 anos, é o primeiro a encontrar uma falha nesta associação. A conclusão é que não há diferenças significativas entre casais que fazem sexo todo dia e casais que fazem sexo uma vez por semana. O estudo não foi projetado para identificar uma ligação causal, por isso não nos diz que fazer sexo até uma vez por semana faz casais mais felizes, ou estar em um relacionamento feliz leva as pessoas a ter relações sexuais mais frequentes. Além disso, estas conclusões específicas foram para pessoas em relacionamentos românticos. Não houve uma associação entre a frequência sexual e bem-estar para pessoas solteiras, segundo Muise, que é psicóloga social e tem pós-doutorado na Universidade de Toronto-Mississauga.

Sexo x Felicidade

A ligação entre sexo e felicidade depende de uma série de fatores, tais como o contexto em que a relação sexual ocorre e como as pessoas estão confortáveis com o sexo fora do relacionamento. Os resultados representam a maioria – que são casais heterossexuais ou aqueles em relacionamentos estabelecidos. Apesar dos estereótipos comuns que os homens querem mais sexo e as pessoas mais velhas fazem menos sexo, não houve diferença nos resultados com base em sexo, idade ou tempo de relacionamento. Segundo Muise, os resultados foram consistentes para homens e mulheres, jovens e idosos, e casais que estavam juntos por anos ou décadas.

Felicidade tem mais relação com sexo do que com dinheiro

Os pesquisadores também realizaram uma pesquisa online com 335 pessoas (138 homens, 197 mulheres) que estavam em relacionamentos de longo prazo e encontraram os mesmos resultados do primeiro estudo. Estes participantes também foram questionados sobre a sua renda anual. O que eles concluíram a partir da análise dos dados coletados foi que havia uma diferença maior na felicidade entre as pessoas que têm relações sexuais uma vez por mês em comparação com pessoas que fazem sexo uma vez por semana, do que entre as pessoas que tinham uma renda de 15 a 25 mil por ano comparado com pessoas que tinham uma renda de 50 a 75 mil por ano. De acordo com o pesquisador, as pessoas pensam que muitas vezes mais dinheiro e mais sexo é igual a mais felicidade, mas isto só é verdade até certo ponto. Quando o assunto é felicidade, parece que fundamental mesmo é o equilíbrio. FONTE: medicalxpress.com/news/2015-11-couples-sex-weekly-happiest.html

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A FELICIDADE DA ESPOSA É MAIS IMPORTANTE,DIZ ESTUDO

Quando se trata de um casamento feliz, um novo estudo da Universidade Rutgers, do estado norte-americano de Nova Jérsei, acredita que quanto mais satisfeita a esposa está com a união, mais feliz o marido está com a sua vida, não importando como ele se sente sobre suas núpcias. “Eu acho que tudo se resume ao fato de que quando uma mulher está satisfeita com o casamento, ela tende a fazer muito mais para o seu marido, o que tem um efeito positivo na sua vida”, diz Deborah Carr, professora do Departamento de Sociologia, Escola de Artes e Ciências da instituição. “Os homens tendem a ser menos vocais sobre seus relacionamentos e seu nível de infelicidade conjugal não pode ser traduzido para suas esposas”. Deborah e Vicki Freedman, professora e pesquisadora do Instituto para Pesquisa Social da Universidade de Michigan, são coautoras de um estudo publicado na edição de outubro do “Journal of Marriage and Family” sobre a qualidade marital e felicidade entre os idosos. O estudo difere de pesquisas anteriores porque examina os sentimentos pessoais de ambos os cônjuges para determinar como estas avaliações conjugais influenciam o bem-estar psicológico dos idosos. Os pesquisadores analisaram dados de 394 casais que fizeram parte de um estudo nacional de renda, saúde e inaptidão em 2009. Pelo menos um dos cônjuges tinha 60 anos ou mais e, em média, os casais estavam juntos ​​por 39 anos. A fim de avaliar a qualidade conjugal, as pessoas envolvidas no estudo responderam várias perguntas, tais como: seu cônjuge lhe admira? Discute com você? Entende seus sentimentos? Ou te dá nos nervos? Eles também foram convidados a manter diários detalhados sobre o quão felizes tinham sido nas últimas 24 horas ao realizar atividades selecionadas como fazer compras, tarefas domésticas e assistir televisão. Os envolvidos no estudo, em média, classificaram bem a sua satisfação geral com a vida, tipicamente cinco em seis pontos, com maridos classificando seu casamento ligeiramente mais positivamente do que suas esposas. “Para ambos os cônjuges estar em um casamento melhor classificado estava ligado a uma maior satisfação com a vida e felicidade”, explica a professora. Ainda assim, segundo ela, o estudo também descobriu que enquanto as esposas ficavam menos felizes se seus cônjuges ficassem doentes, o nível de felicidade dos maridos não muda ou reflete o mesmo resultado se suas esposas ficam doentes. “Nós sabemos que quando um parceiro está doente, muitas vezes é a mulher que toma conta dele, o que pode ser uma experiência estressante”, diz Deborah. Por outro lado, quando as esposas estão doentes, não confiam seus cuidados aos maridos, preferindo pedir ajuda a suas filhas. O estudo é importante, segundo os pesquisadores, porque a qualidade de um casamento pode afetar a saúde e o bem-estar dos indivíduos mais velhos conforme eles envelhecem. “[A qualidade no casamento também] ajuda os casais a tomar decisões difíceis em relação à saúde e cuidados médicos”, acrescenta. FONTE:sciencedaily.com/releases/2014/09/140912134824.htm

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O SEGREDO DA FELICIDADE, SEGUNDO A CIÊNCIA

Ser feliz não é comer sempre o mesmo prato no restaurante que você mais gosta ou gozar de uma vida plena e tranquila; a ciência mostra que a chave para a satisfação pessoal é fazer coisas arriscadas, desconfortáveis e até mesmo desgastantes. Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz? O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível. A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade. A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um. A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico. Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir como: 1> O IMPORTANTE É CORRER RISCOS Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação. É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso. Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto. Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias. A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade. Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados. É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas. 2> DETALHES TÃO PEQUENOS Pessoas mais felizes não são minuciosas e têm uma proteção emocional natural contra o desgaste dos pequenos detalhes. Uma crítica comum às pessoas felizes é que elas não são realistas — levam a vida alegremente sem levar em conta os perigos e problemas do mundo. Pessoas satisfeitas tendem a ser menos analíticas e atentas a detalhes. Um estudo conduzido pelo psicólogo Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, constatou que pessoas com uma predisposição a serem felizes — ou seja, aquelas que tendem a ser positivas — são menos céticas do que as outras. Elas são menos críticas e mais receptivas com estranhos, o que as torna mais suscetíveis a mentiras e golpes. Claro, ficar de olho nos detalhes pode ajudar quando se trata de navegar o complexo universo social de colegas e namorados — e é algo que as pessoas menos alegres tendem a fazer. Na verdade, o psicólogo da Universidade Virginia Commonwealth, Paul Andrews, argumenta que a depressão é, na verdade, uma questão de adaptação. Pessoas depressivas, segundo a lógica, tendem a refletir e processar mais suas experiências do que as outras — e, por consequência, ter mais insights sobre si mesmo ou sobre a condição humana —, embora paguem um preço emocional por isso. Um pouco de atenção aos detalhes ajuda a avaliar o universo social de maneira mais realista. No entanto, muita atenção aos detalhes pode interferir no nosso funcionamento cotidiano, como dizem as pesquisas realizadas pela psicóloga Kat Harkness, da Queen’s University. Em seu estudo, ela mostra que as pessoas deprimidas tendem a notar mudanças nas expressões faciais dos outros a cada minuto. Já as pessoas felizes tendem a ignorar tais mudanças repentinas — um ar de aborrecimento, um sorriso sarcástico. Você provavelmente conhece tal fenômeno das interações com seu parceiro. Quando estamos de mau humor, notamos pequenas mudanças de expressão que geralmente surgem de uma briga (“Eu vi você virar os olhos pra mim! Por que você fez isso?!”), mas quando estamos de bom humor, passamos por cima desses detalhes (“Você me provoca, mas eu sei que no fundo você ama estar perto de mim”). As pessoas mais felizes têm uma proteção emocional natural contra a energia desgastante dos pequenos detalhes. Do mesmo modo, as pessoas mais felizes não dão tanta importância para o seu desempenho. Ao rever a literatura de pesquisa de Oishi e seus colegas, nota-se que as pessoas mais felizes — cujas notas foram 9 ou 10 no quesito satisfação com a vida — tendem a ter desempenhos piores do que pessoas medianamente felizes quando se trata de notas, frequência em aulas e salários. Em resumo, elas se preocupam menos com o seu desempenho; acreditam que vale a pena sacrificar um certo grau de realização para não ter que se preocuparem com coisas pequenas. 3> EU TORÇO POR VOCÊ Comemorar de verdade o sucesso dos seus amigos pode te fazer mais feliz do que conquistar os seus próprios. Você já ouviu isso um milhão de vezes: um bom amigo é aquele com quem você pode contar quando precisa. Segundo uma pesquisa recente da Gallup World Poll, o melhor indicador de felicidade no trabalho era se a pessoa tinha ou não um melhor amigo com quem podia contar. Assim, faz sentido pensarmos que um bom amigo é aquele que nos leva pra tomar uma cerveja quando recebemos uma promoção no trabalho — ou que somos um quando buscamos aquele amigo no bar que acabou de ser demitido e está muito bêbado para voltar pra casa dirigindo. De fato, tal apoio alivia as pancadas difíceis da vida e ajuda a vítima a superá-las. Ainda assim, novas pesquisas revelam uma ideia menos intuitiva sobre amizades: as pessoas mais felizes são aquelas que estão presentes nos sucessos dos amigos e cujas realizações são comemoradas por eles. Tal ideia é reforçada pela psicóloga Shelly Gable, da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara. Uma pesquisa realizada por ela e alguns colegas revelou que quando parceiros românticos falham em dar importância ao sucesso do outro, o casal tem mais chances de se separar. Em contrapartida, quando os parceiros comemoram as realizações uns dos outros, eles tendem a ficar mais satisfeitos e compromissados com o relacionamento, desfrutando de mais amor e felicidade. No entanto, fora do nosso relacionamento principal, por que capitalizar o sucesso dos outros nos faria mais feliz? Por que devemos apoiar aquele amigo sortudo, ouvindo todos os detalhes de mais uma de suas conquistas sexuais quando nós mesmos passamos muitas noites de sexta-feira lendo gibi? Primeiramente, ele precisa de você, de verdade. O processo de conversar sobre uma experiência positiva com alguém que escuta atentamente muda, de fato, a memória daquele evento — dessa forma, depois de falar sobre a sua experiência, seu amigo vai se lembrar daquela noite com a modelo de maneira ainda mais positiva do que ela foi realmente, e vai ser mais fácil para ele relembrar deste encontro alguns anos depois, quando ela der o fora nele. Mas igualdade é importante, e você também pode pegar uma carona na positividade do seu amigo. Assim como nós nos sentimos mais felizes quando compramos presentes ou doamos dinheiro para caridade em vez de gastarmos com nós mesmos, nos sentimos mais felizes ao ouvir os relatos de sucesso de nossos amigos. Na vida, existem muitas pessoas esperando uma oportunidade para mostrar seu heroísmo. Difícil mesmo é encontrar pessoas que realmente conseguem compartilhar a alegria e realização dos outros sem sentir inveja. Assim, mandar flores para uma amiga que está se recuperando de uma cirurgia pode ser generoso da sua parte, porém oferecer o mesmo buquê quando ela se formar em Medicina ou ficar noiva gera mais satisfação para ela — e principalmente para você. 4> SENTIMENTOS NEGATIVOS À MOSTRA Admitir sentir raiva ou inveja pode nos tornar mais flexíveis, e a habilidade de mudar nosso estado mental é fundamental para o bem-estar. As pessoas mais saudáveis psicologicamente têm um entendimento nato de que as emoções servem como um feedback — um sistema de radar interno que fornece informações sobre o que está acontecendo (e o que vai acontecer) no nosso universo social. Pessoas felizes e radiantes não escondem seus sentimentos negativos. Elas reconhecem que a vida é cheia de decepções e batem de frente com elas, sempre usando de sua raiva para se defender e de sua culpa como motivador para mudar seu próprio comportamento. Esta hábil alternância entre prazer e dor — habilidade de mudar seu comportamento para atender à demanda da situação — é conhecida como flexibilidade psicológica. A habilidade de mudar o estado mental de acordo com a circunstância é um aspecto fundamental para o bem-estar. George Bonanno, psicólogo da Columbia University, descobriu que, após o 11 de Setembro, as pessoas mais flexíveis que moravam em Nova York quando os ataques aconteceram — aquelas que ocasionalmente sentiam raiva, mas também escondiam sua emoção quando necessário — se recuperaram mais rápido e desfrutaram de melhor saúde mental do que as que não souberam se adaptar. Oportunidades para reagir de maneira flexível estão em toda parte: uma recém-casada que acaba de descobrir que é infértil talvez esconda sua desesperança de sua mãe, mas se abra com a amiga; pessoas que passaram por algum trauma talvez expressem sua raiva para outras que compartilham do mesmo sentimento, mas a esconda de amigos. O que nos permite obter melhores resultados em diferentes situações é a capacidade de tolerar o desconforto causado pela mudança de estado de espírito de acordo com nossa companhia e suas atitudes. Aprender a lidar com o desconforto emocional é algo que se faz aos poucos. Da próxima vez em que você tiver um desentendimento com alguém, em vez de beber uma dose de uísque, tente simplesmente tolerar aquele sentimento por alguns minutos. Com o passar do tempo, sua capacidade de tolerar emoções negativas vai aumentar. 5> ENCURTANDO A CURTIÇÃO Prive-se dos prazeres imediatos: banho demorado, barra de chocolate, sessão de TV... As pessoas mais felizes têm metas longas e definidas. Até a pessoa mais esforçada concorda que uma vida cheia de objetividade e sem prazeres é muito chata. Pessoas felizes sabem se permitir certas indulgências momentâneas que são gratificantes — tomar um banho longo, faltar na ginástica no sábado para assistir a uma partida de futebol na TV... Se você se concentra principalmente em atividades que te dão prazer instantâneo, você pode estar perdendo os benefícios de ter uma meta definida. Objetivos nos levam a correr riscos e fazer mudanças — mesmo face à privação e ao sacrifício da felicidade a curto prazo. Ao tentar descobrir como as pessoas equilibram prazer e objetivo, Michael Steger e seus colegas da Colorado State mostraram que o ato de tentar compreender nosso mundo é o que geralmente nos desvia de nossa felicidade. Afinal, esta é uma missão carregada de tensão, incerteza, complexidade, momentos de intriga e agitação, e conflitos entre o desejo de se sentir bem e a vontade de progredir em direção ao que mais valorizamos. Ainda assim, no geral, as pessoas mais felizes tendem a sacrificar mais os prazeres a curto prazo quando existe uma boa oportunidade de progredir em direção ao que elas desejam ser na vida. Uma pesquisa realizada pelo neurocientista Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, revelou que progredir em direção à realização de nossos objetivos nos faz sentirmos mais envolvidos e nos ajuda a tolerar sentimentos negativos que podem surgir neste percurso. Ninguém diz que ter um objetivo na vida é fácil ou que seja uma tarefa simples, mas pensar nas atividades gratificantes e significativas que você fez na semana passada, no que você é bom e nas experiências das quais você não abre mão pode ajudar. Observe também as situações em que suas respostas refletem aquilo que você acha que devia dizer em vez daquilo em que realmente acredita. Por exemplo, ser pai não significa que o tempo que você passa com seus filhos é a parte mais energizante e significativa da sua vida — e é importante aceitar isso. As pessoas mais felizes conseguem combinar aquilo que mais gostam com uma vida de objetivos e satisfação. FONTE: revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI341920-17773,00-O+SEGREDO+DA+FELICIDADE+SEGUNDO+A+CIENCIA.html

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

COMO FAZER O DINHEIRO COMPRAR FELICIDADE

Muita gente defende que “dinheiro não traz felicidade”, com receio de que defender o oposto soe superficial. Ao mesmo tempo, sabe-se de muitos casos de pessoas ricas que entram em depressão, a despeito de todo o conforto material que têm. Mas então, dinheiro traz felicidade? Depende de como você o gasta. Usando uma simpática animação (sem legendas em português, infelizmente), a equipe do canal AsapSCIENCE explica a correlação entre dinheiro e felicidade (e como podemos nos beneficiar com ela). “Humanos são sensíveis a mudanças. Quando recebemos um aumento ou gratificação, ficamos felizes”, explica. “Mas nós nos adaptamos rapidamente. Alguns estudos mostraram que, nos Estados Unidos, uma renda adicional de US$ 75 mil [cerca de R$ 150 mil] por ano não causa impacto na felicidade diária”. Pessoas que ganham na loteria, contrariando o que muita gente pensa, “frequentemente contam que ficam extremamente infelizes; elas acabam gastando todo o dinheiro, fazendo dívidas e arruinando relações sociais”. Assim, no lugar de gastar dinheiro consigo mesmo, os autores do vídeo sugerem que você gaste com outra pessoa – mesmo que você não a conheça (como no caso de doações para caridade). “A maneira específica como você gasta o dinheiro com outro não importa: de presentes triviais a grandes doações, gastar algo com os outros aumenta sua felicidade”. Se for gastar dinheiro com você mesmo, os autores aconselham que busque experiências (como viagens e eventos) ao invés de objetos materiais: o impacto na felicidade é mais duradouro. “E, enquanto economiza para grandes experiências, não se esqueça de pequenas alegrias da vida; muitos prazeres pequenos ajudam a passar os dias e encorajam mudanças, que estimulam o cérebro”. FONTE:Youtube http://www.youtube.com/embed/JSIkdWxotKw?

segunda-feira, 30 de junho de 2014

PESSOAS QUE DORMEM PELADAS SÃO MAIS FELIZES EM RELACIONAMENTOS

A melhor maneira de manter um casamento feliz é dormir totalmente sem roupas, sugere um estudo publicado no Reino Unido. Aqueles que não usam absolutamente nada na cama são mais felizes em seus relacionamentos do que aqueles que dormem vestidos, de acordo com a pesquisa realizada pela Cotton USA (empresa de promoção de exportações do Conselho Nacional de Algodão dos EUA, com sede em vários países, incluindo a Inglaterra). Dos 1.004 britânicos ouvidos, 57% dos que dormem nus disseram que estavam felizes em seus relacionamentos, em comparação com 48% das pessoas que usam pijamas, 43% das que usam camisa e 38% das que usam macacão. O resultado da pesquisa pode ser uma boa notícia para muitos casais no mundo. Por exemplo, quatro em cada dez britânicos dormem sem vestir nada, de acordo com o estudo. Stephanie Thiers-Ratcliffe, da sede da Cotton USA em Londres, afirma que há muitos fatores que podem afetar o sucesso de um relacionamento. Um, muitas vezes esquecido, é o ambiente do quarto. "A cama pode ser extremamente macia e sentida contra a pele, estimulando a abertura e a intimidade entre os casais e, com isso, aumentando a felicidade". A pesquisa também revelou outras manias no quarto que podem afetar a felicidade nos relacionamentos. Metade das pessoas se incomoda por companheiros que comem na cama, 59% detestam roupa suja no chão e 23% odeiam quando seu parceiro usa meias. FONTE: http://zip.net/brnTHj

FACEBOOK MANIPULOU AS EMOÇÕES DE 700 MIL USUÁRIOS PARA FAZÊ-LOS SE SENTIREM MAIS FELIZES OU MAIS TRISTES

Faz algum tempo que vários estudos científicos e vozes críticas exploram a relação entre o Facebook e as emoções humanas. Em particular, quase desde a origem de dita rede social, suspeita-se que o uso contínuo do Facebook é capaz de provocar ansiedade, estresse, angústia, frustração e em geral sentimentos bem negativos e contrários ao bem-estar de uma pessoa. Em termos gerais, o Facebook deu cabimento a um singular fenômeno da psique humana: mostrar a própria vida melhor do que realmente é, maquiando aqui e acolá, corrigindo, mentindo ligeiramente. No mundo Facebook todos parecem triunfar, são felizes e têm vidas satisfatórias e plenas o tempo todo, o que pode ser convertido em uma espécie de pressão condicionante para quem pensa que todas essas vidas são melhores que a sua. Daí então a perda de confiança e segurança, a tristeza, a angústia de ter ao alcance uma vida perfeita e no entanto ser incapaz de concretizá-la. O que me parece ainda mais triste sobre este assunto é que, da mesma forma que as pessoas costumam obstaculizar argumentos contrários a suas crenças, tentam também obstar quaisquer informações que denunciem que sua vida de faz de conta das redes sociais não é bem assim. Um exemplo você pode ver, no artigo "Como está sua vida no Facebook?". Este post foi um dos recordistas da semana passada, com quase 100 mil pontos de vista, dos quais mais de 55% abandonaram a leitura antes de chegar até a sua metade. Junte se a isso os poucos "Likes" em relação a alta quantidade de visualizaçôes e podemos inferir claramente que a leitura foi incômoda e que as pessoas parecem preferir suas mentiras a ter que mudar de opinião. Mas tudo é espontâneo? A verdade é que não. Ainda que a seguinte afirmação linda com o delírio paranoico, a verdade é que inclusive (ou sobretudo) isso que cremos mais nosso, mais pessoal, mais íntimo, também é susceptível de ser convertido em mercadoria dos grandes poderes que conduzem o mundo, matéria prima para gerar ganhos, conhecimento -no mais puro estilo do século XVIII- que o Poder precisa para não morrer nunca. Prova disso é um experimento que há alguns uns anos o Facebook realizou para manipular abertamente a conduta de seus usuários e depois se beneficiar dos resultados observados. Durante uma semana de 2012 e em colaboração com acadêmicos das universidades de Cornell e Califórnia, o Facebook alterou o feed de 689 mil pessoas para saber o que aconteceria quando um usuário recebesse menos estímulos positivos ou menos estímulos negativos. Isto é, manipulou a visualização de posts, comentários, vídeos e imagens em função destas duas variáveis: as que tinham conteúdo emocional positivo e as de negativo. Seu propósito era indagar sobre o “contágio” das emoções através da rede social. De acordo com os resultados obtidos, quando o feed está um pouco mais triste que o normal, o usuário também tende a postar conteúdo emocionalmente negativo; em caso contrário, quando o feed é mais feliz, o usuário busca participar também desse impulso do ânimo coletivo. O preocupante deste exercício é, por um lado, que as respostas foram manipuladas só com alguns ajustes no algoritmo da rede social -o que coloca em suspeita nossa autonomia com respeito inclusive a entidades inertes-, e, por outro, a capacidade que o Facebook tem para executar uma manipulação de semelhante magnitude sem que nada nem ninguém possa detê-lo: nem um governo, nem seus usuários -porque deram seu consentimento nas configurações de privacidade-, nem organismos que regem a rede. Nada nem ninguém, como se, efetivamente, a tirania dos algoritmos estivesse a ponto de substituir a das grandes corporações. Fonte: theguardian.com/technology/2014/jun/29/facebook-users-emotions-news-feeds

terça-feira, 15 de abril de 2014

CASAMENTOS SÃO MAIS FELIZES QUANDO A ESPOSA É MAIS MAGRA QUE O MARIDO

Segundo um novo estudo, ambos os parceiros são mais satisfeitos no casamento quando a mulher é mais magra do que seu marido. A pesquisadora Andrea Meltzer diz que o peso corporal é apenas um dos vários fatores que influenciam a felicidade das pessoas em relacionamentos de longo prazo. As descobertas sugerem que não é o peso total do parceiro que interessa para manter o casal satisfeito, mas sim, a diferença relativa entre os dois. Isso indica que as mulheres não devem morrer de preocupação com a noção de que ser magra é um pré-requisito para encontrar um cara: só tem que ser magra do que ele. “Mulheres de qualquer peso podem ser felizes, com o cara certo”, comenta Andrea. Pesquisas anteriores haviam descoberto que as pessoas à procura de um amor preferiam majoritariamente parceiros magros. Mas há poucas evidências do efeito do peso corporal na satisfação de um relacionamento depois das primeiras impressões. A equipe de Andrea reuniu dados de um estudo de longo prazo com 165 recém-casados, todos com idade inferior a 35 anos. A cada seis meses dos primeiros quatro anos de casamento, os voluntários preencheram questionários sobre sua satisfação conjugal. Também forneceram informações sobre a sua altura e peso, que os pesquisadores utilizaram para calcular o índice de massa corporal, ou IMC. Em média, os homens do estudo estavam acima do peso, enquanto as mulheres tinham peso normal – embora não houvesse uma ampla gama de variação entre os indivíduos. Os resultados revelaram que quando as esposas tinham IMC menor do que seus maridos, eles eram mais propensos a estarem satisfeitos no início do casamento, e permanecerem assim. Elas tornavam-se mais satisfeitas com o tempo. Segundo os pesquisadores, a atração física e o peso são mais importantes para os homens do que para as mulheres. “Os maridos estão mais satisfeitos no início de seu casamento e, em seguida, a satisfação das esposas aparece. Como os maridos estão mais satisfeitos, elas vão ficando mais satisfeitas”, explica Andrea. Como o que importa na satisfação conjugal não é o IMC geral, mas o IMC da esposa em relação ao seu parceiro, Andrea espera que as descobertas tirem um pouco a pressão para ser magra da mulher. De qualquer forma, a pesquisadora não aconselha que qualquer mulher cancele seus planos de casamento se não se encaixar nesse paradigma. “Só porque uma mulher é mais magra que seu marido não significa necessariamente que o casal será feliz”, afirma Andrea. “Esta é apenas uma espécie de média, que pode com certeza ter variações”. FONTE:LiveScience

PREPARE SEU LIVRO: HOMENS CULTOS SÃO MAIS FELIZES

Mais uma derrota para o famoso estereótipo masculino do cara bebendo cerveja e vendo televisão. Um novo estudo descobriu que homens que gostam de visitar museus de arte ou assistir balé têm mais chances de ser felizes com suas vidas e satisfeitos com sua saúde do que homens que não apreciam esses programas intelectuais. E apesar de um maior interesse em atividades culturais estar associado a uma renda mais alta, as artes mostraram ter um efeito benéfico independentemente de outros fatores que podem influenciar a saúde e a felicidade, incluindo o status socioeconômico. Segundo os autores, os resultados sugerem que o incentivo à participação cultural pode ser uma forma de incentivar o bem-estar e, consequentemente, a felicidade. “Temos observado uma preponderância da atividade física como instrumento para promover a boa saúde nas últimas décadas. Porém, será que todas as pessoas são igualmente capazes de se exercitar cinco vezes por semana?”, questiona-se Koenraad Cuypers, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e autor do estudo. “Duvido! Estudos sugerem que 50% do tempo de lazer é gasto com outras atividades que não o exercício físico. Por isso, resolvemos investigar se a participação em atividades culturais também estaria associada com boa saúde, boa satisfação com a vida e ainda baixa ansiedade e depressão. E está”, conta. Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que as atividades de lazer podem reduzir o estresse e melhorar a saúde mental. Porém, Cuypers percebeu que existem duas maneiras distintas de se participar de atividades culturais. Existe a chamada “cultura criativa”, em que uma pessoa está realmente envolvida com a produção artística, e há também a “cultura receptiva”, em que uma pessoa absorve a performance de outra pessoa. A cultura criativa inclui a participação de atividades em um clube, cantar em um coral ou fazer trabalho voluntário. A cultura receptiva, por outro lado, inclui atividades como visitar museus e assistir a peças teatrais ou musicais. Cuypers seus colegas coletaram dados sobre as atividades, a satisfação de vida e dados gerais de saúde, ansiedade e depressão de 50.797 residentes adultos do condado de Nord-Trøndelag, na Noruega central. Controlando fatores como renda e escolaridade, os pesquisadores descobriram que a participação cultural é bom para o bem-estar de ambos os sexos. Frequentar a igreja e participar de eventos esportivos estão ligados ao aumento na satisfação de vida das mulheres, sendo que as atividades esportivas também dão a elas a sensação de serem mais saudáveis. Os homens, por sua vez, se sentem mais saudáveis ​​ao realizarem trabalho voluntário e atividades ao ar livre. Surpreendentemente, os pesquisadores descobriram que todas as atividades culturais receptivas, seja musical, teatral ou artística, também foram associados com a boa saúde em homens. “Os homens parecem receber mais benefícios à saúde por estarem envolvidos em diferentes atividades culturais receptivas do que as mulheres”, nota Cuypers, acrescentando que em ambos os sexos, houve um efeito proporcional: quanto mais atividades uma pessoa realiza, mais feliz ela tende a ser. FONTE:LiveScience

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A CIÊNCIA RESPONDE: QUAL É O SEGREDO DOS RELACIONAMENTOS FELIZES?

Ciência comportamental não é, claro, a mais exata das ciências lá fora. Isso não significa que pesquisas não tenham coletado dados bastante reveladores sobre relacionamentos bem-sucedidos.E o que os cientistas têm a dizer sobre casais felizes? Muito! Taxa de interações positivas
Casais felizes têm 5 interações positivas para cada interação negativa. Já os casais que se divorciam têm apenas 0.8 encontros felizes para interação negativa. Antes de gastar dinheiro com uma grande festa, repare se você se dá bem com seu parceiro – vocês são bons amigos ou passam o tempo todo brigando? Não adianta insistir na ilusão de que tudo vai melhorar. Tem que ser bom agora.
Não é tão difícil ter mais interações positivas do que negativas em um relacionamento; mas é preciso um pouco de esforço de ambas as partes.
Compartilhe Positiva ou negativa, uma nova interação também pode ser igualmente eficiente.
Compartilhar novos momentos é muito simples: os casais podem fazer coisas fáceis que nunca fizeram juntos, como caminhar à noite ou ir a um restaurante que ainda não conhecem em sua própria cidade, bem como planejar coisas mais elaboradas, como viajar para um lugar novo ou fazer um curso juntos. Dar risada junto pode ajudar mais ainda. Em uma pesquisa, casais que precisaram se lembrar de uma história que envolveu “risada compartilhada” relataram estar mais satisfeitos com seu relacionamento do que casais que tiveram que lembrar apenas interações positivas da relação. Entre quatro paredes A intimidade do casal desempenha um grande papel na felicidade do casamento. Como diversos estudos já mostraram, o sexo tem inúmeras vantagens – inclusive deixar um relacionamento mais bem sucedido.
Apoio crucial Para fortalecer os laços de um relacionamento, pesquisas indicam que a forma como as pessoas celebram as novidades boas de seu parceiro é crucial. Isso significa, na prática, que queremos estar com alguém que deseje o melhor para nós, que nos apoie e que fique feliz com nossas conquistas.
Quando ouvem uma boa notícia do seu(ua) parceiro(a), casais felizes: - Mostram entusiasmo; - Fazem perguntas; - Elogiam e parabenizam; - Revivem sua experiência ao lado da pessoa. Um estudo mostrou que as pessoas que tiverem essa atitude 3 vezes por dia durante uma semana se sentiram mais felizes e menos deprimidas ao final desse período. Apoiar seu parceiro vai além de ajudar o outro – é bom para ambos.
Discutir ou brigar? O “estilo” com que os casais discutem também importa – e muito – na felicidade do relacionamento. Quando casais felizes brigam, eles tendem a diminuir a tensão. - Usando humor; - Expressando carinho; - Cedendo a alguns argumentos de seu(ua) parceiro(a). Quando casais infelizes brigam, eles: - Criticam; - Mostram desprezo; - Reviram os olhos; - Agem defensivamente; - Partem para xingamentos; - Ignoram. Entendeu ou quer que desenhe? Estatísticas: Segundo um estudo britânico de 20 anos, as pessoas mais felizes com seu casamento: - Estavam casadas por 5 anos ou menos; - Não tinham filhos; - Tinham diploma universitário; - O homem estava empregado.
Independentemente desses fatores, no entanto, outra pesquisa mostrou que casais que sabem ver o lado positivo do seu casamento têm 94% mais chances de ter um futuro feliz juntos. Filhos
Por ser uma parte tão importante da vida dos casais, eles também influenciam bastante na felicidade do relacionamento. FONTE:Happify

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

TESTE SUA "FELICIDADE": VC CONSEGUE IGNORAR SEU CELULAR?

Se você fica constantemente checando seu celular, um novo estudo acredita que você tem menos chances de ser feliz do que os que conseguem resistir a um alerta de mensagem. O senso comum parece dizer que as pessoas que recebem mensagem a toda hora e não saem do celular têm muitos amigos e uma vida social intensa. No entanto, a pesquisa da Universidade de Kent (em Ohio, nos EUA) chegou à conclusão de que aqueles ligados ao telefone tendem a ser menos felizes do que aqueles que sabem se desligar. Outras descobertas da pesquisa é que os usuários de celular mais ávidos também sofrem com mais ansiedade, além de ter notas mais baixas do que os que usam pouco o telefone. Os pesquisadores estudaram mais de 500 alunos com 18 a 22 anos e analisaram seu uso diário de celular, avaliando como ele afetava sua vida. Os participantes também permitiram que a equipe acessasse suas notas na Universidade. Eles descobriram que, longe de fazer as pessoas se sentirem mais conectadas, o telefone móvel só aumentava sua ansiedade, conforme muitos se sentiam obrigados a manter contato constante. Outros tiveram problemas para desconectar-se de sites de mídia social, como o Facebook. O novo estudo está em contraste gritante com pesquisas anteriores que afirmaram que os celulares melhoram a interação social e ajudam a reduzir a sensação de isolamento. Os pesquisadores acreditam que, na verdade, usar o celular constantemente está ligado a um maior estresse. Os estudantes relataram se sentir “amarrados” ao seu telefone, como se tivessem uma obrigação na sua vida. Outros reclamaram que ter um telefone celular significava que ele tinha que estar sempre disponível a qualquer momento, o que era exaustivo. “Não há privacidade ou tempo de solidão nas vidas dessas pessoas. Eu acho que a saúde mental requer um pouco de tempo pessoal para refletir, um tempo sozinho para olhar para dentro de si, pensar sobres eventos da vida e se recuperar do estresse diário”, argumentou o pesquisador Andrew Lepp. No Brasil, as vendas de smartphones cresceram 179% em 2011, de acordo com a Nielsen. O número de smartphones no país nesse mesmo ano era de cerca de 30% do total de celulares. Hoje, dois anos depois, esses números estão com certeza ainda maiores. Com tanta gente carregando um celular cheio de funções por aí, checar o dispositivo constantemente tornou-se a mais nova obsessão do momento: cerca de metade dos usuários checam seu celular pelo menos uma vez a cada hora, segundo uma pesquisa da empresa Lookout. Os smartphones são tão viciantes que alguns usuários sentem inclusive “vibrações fantasmas”, de tão desesperados que estão para receber novas mensagens. Se a pesquisa da Universidade de Kent se revelar verdadeira, a sociedade terá um grande problema em suas mãos: conforme o mundo for totalmente domado por smartphones, seremos 7 bilhões de infelizes na Terra. FONTE:DailyMail

terça-feira, 26 de novembro de 2013

9 MANEIRAS BIZARRAS PELAS QUAIS VC ESTÁ MINANDO SUA PRÓPRIA FELICIDADE

Terapia, dietas malucas… A internet está cheia de dicas para a felicidade instantânea e “curas” para a depressão. É como se tudo o que as pessoas precisassem para alcançar o nirvana fosse uma xícara de chá verde. Além do fato de que a depressão é complexa demais para ser tratada com apenas um fator, como obter um novo animal de estimação, a maioria dessas chamadas curas podem estar na verdade tornando as coisas piores. Confira: 9. SEXO
Ter uma ótima vida sexual deveria ser o bônus da vida. Então, o que esperar do perfil psicológico de um Casanova moderno? Que tal ansiedade e depressão? Um estudo recente com 3.900 estudantes universitários sobre o seu bem-estar mental e sua tendência a saltar na cama com estranhos descobriu níveis elevados de ansiedade, ansiedade social e depressão entre aqueles que frequentemente faziam sexo casual. No entanto, os pesquisadores não determinaram se o sexo causou depressão, ou se a depressão provocou um desejo de perder-se em sexo. Qualquer que seja a maneira de contornar isso, há uma possibilidade muito real de que Hugh Hefner seja o homem mais infeliz da Terra. 8. RIQUEZA
Logo depois de “uma vida sexual incrível”, a segunda coisa que a maioria de nós provavelmente desejaria a um gênio da lâmpada é ser absolutamente podre de rico. Afinal de contas, o dinheiro pode não ser capaz de comprar a felicidade, mas com certeza torna a miséria muito mais confortável, não? Não. Todos nós já ouvimos histórias de horror sobre ganhadores de loteria que acabaram totalmente infelizes, mas pesquisas sugerem que mesmo aqueles que começaram ricos são propensos à doença mental. Especificamente, os filhos de pais que ganham mais de 159.000 dólares (cerca de R$ 360.000) por ano são perigosamente propensos a ansiedade, depressão, automutilação e abuso de drogas. Somente as crianças das famílias mais pobres estavam em maior risco do que os Riquinhos. Então, o que está acontecendo? Tudo se resume ao tipo de pessoa que geralmente ganha mais de US$ 150.000 por ano: altamente motivada e impiedosamente contra o fracasso. Em outras palavras, o tipo exato de pessoa suscetível a dar um grande saco de neuroses para os seus filhos de Natal. Toda essa pressão se manifesta em um medo paralisante do fracasso nos pequenos. 7. VEGETARIANISMO
A dieta vegetariana geralmente é considerada muito saudável. Ao evitar o excesso de gordura e propriedades cancerígenas da carne, os vegetarianos parecem estar em uma posição ideal para viver vidas longas e felizes, exceto que a ciência sugere o contrário. Um estudo alemão recente analisou a dieta e saúde mental de 4.000 participantes de todas as esferas da vida. Os resultados foram surpreendentes. Os vegetarianos eram mais propensos a sofrer de ansiedade, hipocondria, depressão, e até mesmo dismorfia corporal do que os seus semelhantes comedores de carne. E essa não era apenas uma anomalia estatística leve: vegetarianos tinham duas vezes mais probabilidade de serem doentes mentais que a população em geral, e três vezes mais probabilidade do que os participantes do grupo de controle. Mais uma vez, ninguém tem certeza se o vegetarianismo provoca toda essa miséria, ou se as pessoas miseráveis são apenas mais propensas a abandonar a carne. 6. ABSTINÊNCIA
Álcool e depressão andam juntos. Além de ser um calmante, nossa droga líquida favorita também é altamente viciante, extremamente prejudicial para o corpo, e socialmente mais prejudicial do que mesmo crack ou heroína. Faz sentido supor, então, que os abstêmios estarão livres da névoa de culpa e miséria que os bebedores são forçados a aguentar todas as manhãs de sábado. Bem, prepare-se para ficar chocado. Um estudo norueguês que comparou hábitos de beber e a saúde mental de 38 mil pessoas descobriu que, embora beber muito correspondesse a altos níveis de ansiedade, o oposto era verdade para a depressão. Os participantes que exercitavam rigoroso autocontrole eram aparentemente menos felizes do que aqueles que acordavam todas as manhãs em uma poça de vômito. A teoria é que aqueles que nunca bebem, mas vivem em países com cultura de consumo alcóolico, são menos propensos a forjar laços sociais fortes com as pessoas do que aqueles que de fato relaxam um pouco com uma cerveja. Nem alcoolismo nem abstinência total parecem uma boa ideia. 5. ESPORTES
Exercício físico deveria ter um efeito positivo sobre a saúde, e esportes coletivos são certamente bons para, pelo menos, fazer amigos e se sentir parte de um grupo. Então por que causa depressão? Especificamente, os pesquisadores olharam para a saúde mental de atletas universitários atuais e antigos e descobriram que os que ainda jogavam eram até duas vezes mais propensos a depressão. Em sua hipótese, os pesquisadores afirmaram que esperavam que as ex-estrelas, agora privadas de seus companheiros, treinadores e emoção do jogo, tivessem mais depressão. Mas, como as crianças ricas, é provável que o resultado encontrado seja devido aos atletas universitários estarem sob maior pressão. Além de ter que estudar, eles também têm que jogar bem e alcançar seus objetivos próprios, e tudo isso pode causar um grande estresse. 4. COMPRAS
Muitos concordariam que a melhor maneira de relaxar de uma semana estressante é ir às compras. No entanto, o capitalismo está na verdade lhe deixando miserável. Um estudo recente realizado na Holanda seguiu 2.500 pessoas para avaliar os seus hábitos de compras e felicidade. Eles descobriram que as pessoas materialistas eram mais propensas a ser solitárias, o que também as tornava mais deprimidas. O problema se resume a nossa cultura do consumismo. Graças a décadas de publicidade, somos ensinados a associar certos valores com determinados produtos. Quando não podemos pagar por um desses itens ou temos que gastar mais do que deveríamos para obtê-lo, isso nos deixa ansiosos e isolados. 3. TV
Um estudo da Universidade de Maryland (EUA) sobre a felicidade tentou descobrir os hábitos mais comuns das pessoas que se dizem muito felizes e infelizes. O resultado? Pessoas infelizes assistem mais televisão. As que disseram ser “muito felizes” eram propensas a gastar mais tempo lendo e socializando. Os pesquisadores analisaram 30 anos de informações e chegaram à conclusão de que assistir televisão pode ajudar na felicidade momentânea, mas tem menos efeitos positivos mais tarde na vida. Isso porque assistir TV é uma atividade viciante, que como tal produz prazer momentâneo e infelicidade a longo prazo. Para pessoas menos sociáveis, a TV é a droga da vez. 2. MÚSICA
Não é incomum ouvir críticos musicais nostálgicos falando sobre uma música ou o álbum “que salvou sua vida”. É um sentimento que todos podem entender – aquele momento em que você ouve um trecho de uma música e se identifica. Portanto, pode ser chocante para alguns que ouvir música aparentemente torna as pessoas mais propensas à depressão. Em 2011, um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) categorizou adolescentes pela quantidade de tempo que passaram ouvindo música e comparou seu bem-estar mental. Eles descobriram que, para cada aumento do nível de audição, o risco de depressão aumentou 80%. Isso é quase o efeito oposto que a leitura teve, com adolescentes sendo 50% menos infelizes quanto mais liam. A música foi o passatempo mais ligado à depressão, batendo até mesmo a TV. Por quê? Não sabemos ainda. Talvez a música moderna seja consistentemente miserável, ou talvez adolescentes deprimidos sejam mais propensos a tentar escapar através da música. Tudo o que podemos dizer com certeza é que o cara ouvindo funk no ônibus é provavelmente mais deprimido do que a menina sentada ao lado dele lendo Franz Kafka. 1. REDES SOCIAIS
Você é o tipo de pessoa que vai terminar de ler este artigo e deixar um comentário? Temos más notícias: você é objetivamente mais propenso a ser solitário. Um estudo recente analisou o uso da internet de pessoas deprimidas e não deprimidas, e descobriu que as infelizes usam a internet de forma diferente. Especificamente, são mais propensas a se envolver em interações como compartilhar fotos, músicas e opiniões através do Facebook, salas de chat e fóruns. As pessoas saudáveis eram menos propensas a verificar obsessivamente seu e-mail, passar o tempo em redes sociais, e sentar-se até tarde da noite lendo artigos. Esta descoberta vai contra tudo o que pensamos saber sobre a internet. A interação em redes sociais deveria fazer-nos sentir menos solitários e mais conectados, daí o motivo pelo qual todos parecem ter mais amigos no Facebook do que há pessoas no planeta. No entanto, um grande corpo de pesquisa sugere que esse ponto de vista é desatualizado. O segredo da felicidade na internet é simplesmente ignorar todos os idiotas furiosos da web e seguir com sua própria vida. FONTE: TheListverse

terça-feira, 12 de novembro de 2013

CONHEÇA O TIPO DE PERSONALIDADE LIGADO AO SUCESSO E A FELICIDADE

Que tipo de pessoa você é? Daquelas que veem o copo meio cheio ou meio vazio? Ou um pouco de cada? Segundo uma nova pesquisa, existe um tipo de personalidade caracterizada pelos chamados otimistas realistas, que combinam a perspectiva positiva de otimistas com o olhar negativo dos pessimistas. A pesquisadora de psicologia organizacional da Universidade Nacional de Taiwan Sophia Chou conta que estes otimistas realistas podem obter o melhor dos dois mundos: com seu realismo, podem ser melhores em questões objetivas, como no trabalho, mas não ficam atolados pela infelicidade. OTIMISTAS E PESSIMISTAS Pesquisas anteriores demonstraram que os otimistas valorizam pensamentos que os fazem se sentir bem sobre si mesmos, enquanto os pessimistas têm uma visão mais verdadeira de si mesmos. Este olhar pode ser ruim para os pessimistas. “Eles tendem a ser mais propensos à depressão”, conta Chou. Durante seu trabalho, Chou começou a perceber que havia algumas pessoas que eram otimistas e realistas, e que elas tendiam a ser muito bem sucedidas. Sendo assim, fez um estudo em que realizou exames de personalidade em cerca de 200 estudantes universitários e de pós-graduação em Taiwan. As pesquisas testaram quantas “ilusões positivas” os alunos tinham, bem como se eles estavam mais motivados pelo auto-aperfeiçoamento ou pela realidade. Os otimistas foram classificados em dois campos: os realistas e os idealistas. “Otimistas realistas tendem a escolher precisão sobre auto-aperfeiçoamento, enquanto os otimistas não realistas escolhem o auto-aprimoramento”, disse Chou. Curiosamente, os otimistas realistas também têm melhores notas, em média, do que seus pares – provavelmente porque não se iludem em pensar que mesmo não estudando podem ir bem. Tradicionalmente, uma visão mais realista é emparelhada com pior bem-estar e maior depressão, mas os otimistas realistas conseguem ser felizes. Para entender o porquê, ela cavou mais fundo nas avaliações de personalidade. Chou descobriu que os otimistas realistas acreditavam que tinham mais autocontrole, bem como controle sobre suas relações interpessoais. “Toda vez que eles enfrentam um problema ou desafio, não pensam: ‘Eu não tenho escolha e isso é a única coisa que posso fazer’. Eles são criativos, criam um plano A, um plano B e um plano C”, explica Chou. Isso lhes permite ficar alegre e otimista sobre o futuro, mesmo que reconheçam os desafios do presente. Ser um otimista realista tem uma desvantagem, no entanto: eles são mais propensos à ansiedade do que seus pares completamente irrealistas. Isso ocorre provavelmente porque reconhecem a possibilidade de fracasso, enquanto os seus homólogos usam ilusões positivas para aliviar sua ansiedade, disse Chou. “Os resultados sugerem que os otimistas realistas e irrealistas pode realmente ter diferentes tipos de personalidade. Para cultivar uma visão cor de rosa, mas realista, as pessoas devem manter uma visão clara da realidade, mas enfatizar o que eles podem controlar na maioria das situações”, resume. FONTE: LiveScience