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sábado, 22 de abril de 2017
CIENTISTAS DESCOBREM O SEGREDO DO ANIMAL MAIS RESISTENTE DO MUNDO
Pesquisadores descobriram o segredo genético do animal mais resistente do mundo, uma estranha e microscópica criatura que se assemelha a um urso aquático e é chamada de tardígrado.
Um gene específico os ajuda a sobreviver a situações de ebulição, congelamento e radiação. No futuro, acreditam cientistas, ele poderia ser usado para proteger as células humanas.
Já se sabia que tardígrados eram capazes de sobreviver a condições extremas, "murchando" a ponto de se tornarem bolinhas desidratadas.
Agora, o time que comandou a pesquisa, na Universidade de Tóquio, identificou uma proteína que protege o seu DNA - "embrulhando-o" como se fosse uma espécie de cobertor.
Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista científica Nature Communications, depois desenvolveram em laboratório células humanas que produziram a mesma proteína, e descobriram que ela também protegia as células, em especial de radiação.
A partir dessa descoberta, cientistas sugerem que os genes desses seres capazes de resistir a condições extremas poderiam, um dia, proteger seres vivos de raios-X ou de raios nocivos do sol.
"Estes resultados indicam a relevância das proteínas únicas do tardígrado que podem ser uma fonte abundante de novos genes e de mecanismos de proteção", diz o estudo.
Antes do estudo, acreditava-se que os tardígrados, também conhecidos como "ursos-d'água", sobreviviam a radiação por conseguirem recuperar danos causados ao seu DNA.
Mas o professor Takekazu Kunieda, da Universidade de Tóquio, e seus colegas passaram oito anos estudando o genoma da microcriatura até identificar a fonte de sua notável capacidade de resistência.
sábado, 25 de fevereiro de 2017
DESCOBERTO O SEGREDO DO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS
O Triângulo das Bermudas é um daqueles lugares que reserva uma série de mistérios. Depois de tantos anos investigando, a ciência infelizmente nunca conseguiu explicar todos os acontecimentos que envolvem esse enigmático lugar.
Todos os sobreviventes que passaram por esse lugar relatam que existe uma espécie de força sobrenatural por ali. Radares, satélites e outros mecanismos simplesmente parecem parar de funcionar. Por conta disso, de forma totalmente misteriosa, navios e aviões simplesmente perdiam o rumo e desapareciam por completo.
Muito acreditam ser impossível sobreviver ao Triângulo das Bermudas. Muitas das pessoas que passam por esse local simplesmente desaparecem sem ao menos um único pedido de socorro. Portanto, é extremamente complexo lidar com esse assunto e explicar todos os seus mistérios. Porém, ao que tudo indica, todo esse segredo está prestes a ser desvendado.
O Triângulo das Bermudas
Nos últimos anos, estudiosos das mais diversas áreas, na tentativa de explicar os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas, apontavam inúmeras causas desse fenômeno. Variações magnéticas, gases subterrâneos e até abduções alienígenas. Os mais céticos sempre apontaram que o mal tempo sempre foi o único e verdadeiro culpado desses desaparecimentos. Mas será que isso é verdade? Recentemente, depois da investigação das teorias mais improváveis, parece que chegamos a uma conclusão. Depois de uma reportagem publicada por um renomado canal de ciências, o Science Channel, tivemos a seguinte resposta: “A resposta que os cientistas encontraram não é nada parecida com o que acreditávamos até hoje. O segredo aparentemente estava nas nuvens”. De acordo com os pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, há um padrão anormal nas nuvens que se formam e sobrevoam a região. O formato dessas nuvens é geometricamente hexagonal. Com base nesse achado, os cientistas compararam a sua atuação com a de uma bomba aérea. Esse formato incomum permite a criação de correntes de ar superpotentes capazes de alcançar até 274 km/h. O resultado? Só para você ter uma ideia de seu poder destrutivo, essa ventania pode ser comparada a força de um furacão. Como consequência, o impacto dessa corrente de ar extremamente veloz, é capaz de produzir ondas de até 15 metros. O que é o suficiente para engolir praticamente qualquer tipo de embarcação em poucos segundos. E estamos falando de diversas ondas dessa magnitude. O fenômeno causaria quase que instantaneamente a destruição de aeronaves e embarcações que estavam por ali. Parece que o mistério está resolvido? Aparentemente, sim. Porém, mesmo com essa explicação científica, divulgada em diversos sites e veículos pelo mundo, ainda sim existe uma série de conspirações e pessoas insatisfeitas. Alguns questionamentos deixam brechas para se acreditar que existe ainda algo além do formato das nuvens. Por exemplo: por que é tão difícil encontrar os destroços dos aviões e embarcações que se perdem no Triângulo das Bermudas? Por que esse lugar influência de forma tão radical o funcionamento elétrico de veículos? E ainda: será que essa explicação também é válida para o Triângulo do Dragão?Triângulo do Dragão
Para quem não sabe, existe uma região semelhante ao Triângulo das Bermudas chamada de o Triângulo do Dragão. Esse é um lugar do Pacífico ao sul de Tóquio. Ele é considerado o responsável por diversos desaparecimentos e mortes. Como todos esses questionamentos, será mesmo que podemos considerar que encontramos o segredo para o Triângulo das Bermudas? Ou o ser humano ainda vai encarar esse enigma como um mistério sem solução? E para você, o que acontece nessa região tão controversa e que chama tanta atenção? Deixe a sua opinião no campo dos comentários! FONTE:http://ahduvido.com.br/segredo-do-triangulo-das-bermudassábado, 19 de novembro de 2016
O SEGREDO PARA UMA VIDA SEXUAL FELIZ
De acordo com um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, para ter uma vida sexual feliz em um relacionamento a longo prazo, é preciso baixar as expectativas e trabalhar duro na cama.
Em outras palavras, você não pode acreditar na noção de “destino sexual”, e sim entender que, para ter satisfação sexual, é necessário fazer adaptações e conversar com seu parceiro sobre isso.
O estudo analisou ambas relações heterossexuais e homossexuais. Você pode lê-lo (em inglês) no Journal of Personality and Social Psychology.
Alma gêmea?
Como muitas outras coisas boas na vida, uma vida sexual feliz exige trabalho duro ao invés de uma “expectativa” de satisfação eterna simplesmente porque você e seu parceiro ou parceira são “almas gêmeas”. A pesquisa, feita por psicólogos canadenses, envolveu 1.900 participantes e concluiu que existem essencialmente dois grupos de pessoas (mesmo que muitas estejam em algum lugar no meio destes grupos): os que compreendem a necessidade de crescimento sexual e os que acreditam no “destino sexual”.Crescimento x destino sexual
Se você acha que o sexo é a chave do relacionamento, sua atitude em relação a ele pode determinar o sucesso da relação. “As pessoas que acreditam no destino sexual usam sua vida sexual como um barômetro para o quão bem seu relacionamento anda. Eles acreditam que os problemas no quarto significam problemas no relacionamento como um todo”, explicou Jessica Maxwell, doutoranda e principal autora do estudo, ao portal Big Think. Por outro lado, se você reconhece que mudanças podem acontecer e trabalhar para melhorar o sexo é uma parte normal de um relacionamento a longo prazo, você pode ter mais sucesso em mantê-lo. “As pessoas que acreditam no crescimento sexual não só acreditam que podem trabalhar em seus problemas sexuais, como não estão deixando isso afetar sua satisfação no relacionamento em geral”, acrescentou Maxwell.Reconhecer problemas sexuais
Todos os casais tendem a passar pela fase inicial de “lua de mel” do relacionamento, que dura cerca de 2 a 3 anos. Então, há um ponto de viragem. “Sabemos que desacordos no domínio sexual são um tanto inevitáveis ao longo do tempo”, disse Maxwell. “A vida sexual é como um jardim, e precisa ser regada e nutrida”. Curiosamente, enquanto as mulheres são tradicionalmente mais propensas a ter filosofias românticas como a ideia de “alma gêmea”, o estudo demonstrou que elas também são mais propensas a entender que o sexo precisa de esforço. Isso pode ser porque há alguma evidência de que é mais difícil para as mulheres obter satisfação sexual. Os pesquisadores ressaltam ainda a necessidade de conselheiros e terapeutas de casal de ajudar as pessoas a resolver questões sexuais, já que tais problemas são bastante normais, especialmente entre aqueles que se agarram demais à noção de “destino sexual”. “As crenças de destino sexual têm muitas semelhanças com outras crenças disfuncionais sobre sexo, e eu acho que é importante reconhecer e abordar isso”, concluiu Maxwell. fonte:http://bigthink.com/paul-ratner/new-study-discovers-the-secret-to-a-happy-sex-lifesábado, 11 de julho de 2015
RÚSSIA AFIRMA TER DESENVOLVIDO EM SEGREDO "SUPER-ARMA" CAPAZ DE DESLIGAR SATÉLITES ESTRANGEIROS
A Rússia afirmou ter construído um novo e revolucionário sistema de armas que podem tornar satélites inimigos e armas inúteis.
Seus fabricantes russos dizem que é um "fundamentalmente novo sistema de guerra eletrônica", que pode ser montado em aviões-e navios, bem como transportadoras terrestres.No entanto, ele se recusou a revelar como funciona o sistema.
Especialistas afirmam uma nova arma revolucionária que pode atolar sistemas de orientação de mísseis e satélites inimigo está definido para entrar testando este ano. Uma versão anterior do sistema, chamado Krasuha-4, é mostrado aqui.
Como funciona
A empresa lançou há detalhes do sistema. No entanto, em seu site, a empresa aponta para o produto, que acredita-se tem o codinome Krasuha-4. Os sistemas móveis de guerra eletrônica Krasuha-4 suprimem satélites espiões, radares baseados em terra e sistemas AWACS (Airborne Warning transportados por via aérea e do sistema de controle). O Complexo Krasuha-4 cobre completamente um objeto a partir de detecção de radar em 150-300 km, e também pode causar danos aos sistemas de comunicações do radar inimigo. "O funcionamento complexo é baseada na criação poderosa interferência nas freqüências de radar fundamentais e de outras fontes de emissão de rádio." Ela é descrita como "fundamentalmente um novo sistema de guerra eletrônica capaz de suprimir míssil de cruzeiro e outros sistemas de orientação de armas de alta precisão e equipamentos de rádio-eletrônico por satélite." O sistema terá como alvo à base tática, de longo alcance e aviões, meios eletrônicos do inimigo e suprimir os satélites militares estrangeiras, disse CEO Yuri Mayevsky do Grupo de Tecnologias da Rússia (Kret) a agência de notícias TASS . Para cumprir com as leis internacionais de armas, o sistema será montado em, transportadoras aéreas e marítimas, terrestres e não em satélites. Ele vai suprimir totalmente as comunicações, navegação e localização de destino e à utilização de armas de alta precisão ", disse assessor do Kret primeiro vice-presidente Vladimir Mikheyev. "O sistema será usado contra mísseis de cruzeiro e irá suprimir sistemas de localização de rádio por satélite. fonte: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/07/russia-afirma-ter-desenvolvido-em.html // http://dissovocesabia.blogspot.com.br/2015/07/russia-afirma-ter-desenvolvido-em.htmldomingo, 28 de junho de 2015
O SEGREDO DA MATÉRIA ESCURA PODE ESTAR NOS BURACOS NEGROS
Uma nova simulação de computador da NASA mostra que partículas de matéria escura colidindo na extrema gravidade de um buraco negro pode produzir luz de raios gama forte, potencialmente observável.
Detectar esta emissão poderia fornecer aos astrônomos uma nova ferramenta para a compreensão de buracos negros e da natureza da matéria escura.
“Ainda não sabemos o que é a matéria escura, mas sabemos que ela interage com o resto do universo através da gravidade, o que significa que deve se acumular em torno de buracos negros supermassivos”, explica Jeremy Schnittman, astrofísico do Goddard Space Flight Center da NASA.
WIMPs
Schnittman desenvolveu uma simulação de computador para seguir as órbitas de centenas de milhões de partículas de matéria escura, bem como os raios gama produzidos quando elas colidem na vizinhança de um buraco negro. Ele descobriu que alguns raios gama escapam dos buracos negros com energias muito superiores do que tinha sido previamente considerado como o limite teórico. Na simulação, a matéria escura toma a forma de “partículas massivas que interagem fracamente”, as chamadas WIMPs, agora amplamente consideradas as principais candidatas do que a matéria escura poderia ser. No modelo, WIMPs que batem em outras WIMPs se aniquilam mutuamente, convertendo-se em raios gama, a forma mais energética de luz.Evento raro
Estas colisões de energias elevadas são extremamente raras em circunstâncias normais, mas estudos anteriores tentaram simplificar suposições sobre onde elas seriam mais propensas a ocorrer. O que Schnittman fez, então, foi desenvolver um modelo computacional mais completo incluindo essas suposições, que rastreia as posições e propriedades de centenas de milhões de partículas distribuídas aleatoriamente conforme elas colidem e se aniquilam mutuamente perto de um buraco negro. O novo modelo é capaz de revelar processos que produzem raios gama com energias muito mais elevadas do que anteriormente, bem como tem melhor probabilidade de detecção desses raios gama do que jamais se imaginou possível. O astrofísico identificou caminhos anteriormente não reconhecidos onde colisões produzem raios gama com uma energia de pico 14 vezes maior do que o das partículas originais.Na prática
Usando os resultados deste novo cálculo, Schnittman criou uma imagem simulada do brilho de raios gama conforme seria visto por um observador distante olhando ao longo do equador do buraco negro. A luz de maior energia surge a partir do centro de uma região em forma de crescente no lado do buraco negro que gira em relação a nós. Esta é a região onde os raios gama têm a maior chance de serem detectados por um telescópio. A pesquisa é o início de uma jornada que Schnittman espera culminar com a detecção de um sinal incontestável de aniquilação de matéria escura em torno de um buraco negro supermassivo. “A simulação nos diz que há um sinal interessante que temos o potencial de detectar em um futuro não muito distante, conforme telescópios de raios gama são melhorados”, argumenta. “O próximo passo é criar um cenário em que as observações de raios gama existentes e futuras possam ser usadas para ajustar tanto a física de partículas quanto os modelos de buracos negros”. fonte: phys.org/news/2015-06-nasa-simulation-black-holes-ideal.htmlquinta-feira, 4 de setembro de 2014
O SEGREDO DA FELICIDADE, SEGUNDO A CIÊNCIA
Ser feliz não é comer sempre o mesmo prato no restaurante que você mais gosta ou gozar de uma vida plena e tranquila; a ciência mostra que a chave para a satisfação pessoal é fazer coisas arriscadas, desconfortáveis e até mesmo desgastantes.
Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz?
O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.
A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.
A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.
A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico.
Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir como:
1> O IMPORTANTE É CORRER RISCOS
Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação.
É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.
Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto. Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias.
A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.
Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados.
É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas.
2> DETALHES TÃO PEQUENOS
Pessoas mais felizes não são minuciosas e têm uma proteção emocional natural contra o desgaste dos pequenos detalhes.
Uma crítica comum às pessoas felizes é que elas não são realistas — levam a vida alegremente sem levar em conta os perigos e problemas do mundo. Pessoas satisfeitas tendem a ser menos analíticas e atentas a detalhes. Um estudo conduzido pelo psicólogo Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, constatou que pessoas com uma predisposição a serem felizes — ou seja, aquelas que tendem a ser positivas — são menos céticas do que as outras. Elas são menos críticas e mais receptivas com estranhos, o que as torna mais suscetíveis a mentiras e golpes.
Claro, ficar de olho nos detalhes pode ajudar quando se trata de navegar o complexo universo social de colegas e namorados — e é algo que as pessoas menos alegres tendem a fazer. Na verdade, o psicólogo da Universidade Virginia Commonwealth, Paul Andrews, argumenta que a depressão é, na verdade, uma questão de adaptação. Pessoas depressivas, segundo a lógica, tendem a refletir e processar mais suas experiências do que as outras — e, por consequência, ter mais insights sobre si mesmo ou sobre a condição humana —, embora paguem um preço emocional por isso. Um pouco de atenção aos detalhes ajuda a avaliar o universo social de maneira mais realista.
No entanto, muita atenção aos detalhes pode interferir no nosso funcionamento cotidiano, como dizem as pesquisas realizadas pela psicóloga Kat Harkness, da Queen’s University. Em seu estudo, ela mostra que as pessoas deprimidas tendem a notar mudanças nas expressões faciais dos outros a cada minuto. Já as pessoas felizes tendem a ignorar tais mudanças repentinas — um ar de aborrecimento, um sorriso sarcástico. Você provavelmente conhece tal fenômeno das interações com seu parceiro. Quando estamos de mau humor, notamos pequenas mudanças de expressão que geralmente surgem de uma briga (“Eu vi você virar os olhos pra mim! Por que você fez isso?!”), mas quando estamos de bom humor, passamos por cima desses detalhes (“Você me provoca, mas eu sei que no fundo você ama estar perto de mim”). As pessoas mais felizes têm uma proteção emocional natural contra a energia desgastante dos pequenos detalhes.
Do mesmo modo, as pessoas mais felizes não dão tanta importância para o seu desempenho. Ao rever a literatura de pesquisa de Oishi e seus colegas, nota-se que as pessoas mais felizes — cujas notas foram 9 ou 10 no quesito satisfação com a vida — tendem a ter desempenhos piores do que pessoas medianamente felizes quando se trata de notas, frequência em aulas e salários. Em resumo, elas se preocupam menos com o seu desempenho; acreditam que vale a pena sacrificar um certo grau de realização para não ter que se preocuparem com coisas pequenas.
3> EU TORÇO POR VOCÊ
Comemorar de verdade o sucesso dos seus amigos pode te fazer mais feliz do que conquistar os seus próprios.
Você já ouviu isso um milhão de vezes: um bom amigo é aquele com quem você pode contar quando precisa. Segundo uma pesquisa recente da Gallup World Poll, o melhor indicador de felicidade no trabalho era se a pessoa tinha ou não um melhor amigo com quem podia contar. Assim, faz sentido pensarmos que um bom amigo é aquele que nos leva pra tomar uma cerveja quando recebemos uma promoção no trabalho — ou que somos um quando buscamos aquele amigo no bar que acabou de ser demitido e está muito bêbado para voltar pra casa dirigindo.
De fato, tal apoio alivia as pancadas difíceis da vida e ajuda a vítima a superá-las. Ainda assim, novas pesquisas revelam uma ideia menos intuitiva sobre amizades: as pessoas mais felizes são aquelas que estão presentes nos sucessos dos amigos e cujas realizações são comemoradas por eles.
Tal ideia é reforçada pela psicóloga Shelly Gable, da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara. Uma pesquisa realizada por ela e alguns colegas revelou que quando parceiros românticos falham em dar importância ao sucesso do outro, o casal tem mais chances de se separar. Em contrapartida, quando os parceiros comemoram as realizações uns dos outros, eles tendem a ficar mais satisfeitos e compromissados com o relacionamento, desfrutando de mais amor e felicidade.
No entanto, fora do nosso relacionamento principal, por que capitalizar o sucesso dos outros nos faria mais feliz? Por que devemos apoiar aquele amigo sortudo, ouvindo todos os detalhes de mais uma de suas conquistas sexuais quando nós mesmos passamos muitas noites de sexta-feira lendo gibi? Primeiramente, ele precisa de você, de verdade. O processo de conversar sobre uma experiência positiva com alguém que escuta atentamente muda, de fato, a memória daquele evento — dessa forma, depois de falar sobre a sua experiência, seu amigo vai se lembrar daquela noite com a modelo de maneira ainda mais positiva do que ela foi realmente, e vai ser mais fácil para ele relembrar deste encontro alguns anos depois, quando ela der o fora nele. Mas igualdade é importante, e você também pode pegar uma carona na positividade do seu amigo. Assim como nós nos sentimos mais felizes quando compramos presentes ou doamos dinheiro para caridade em vez de gastarmos com nós mesmos, nos sentimos mais felizes ao ouvir os relatos de sucesso de nossos amigos.
Na vida, existem muitas pessoas esperando uma oportunidade para mostrar seu heroísmo. Difícil mesmo é encontrar pessoas que realmente conseguem compartilhar a alegria e realização dos outros sem sentir inveja. Assim, mandar flores para uma amiga que está se recuperando de uma cirurgia pode ser generoso da sua parte, porém oferecer o mesmo buquê quando ela se formar em Medicina ou ficar noiva gera mais satisfação para ela — e principalmente para você.
4> SENTIMENTOS NEGATIVOS À MOSTRA
Admitir sentir raiva ou inveja pode nos tornar mais flexíveis, e a habilidade de mudar nosso estado mental é fundamental para o bem-estar.
As pessoas mais saudáveis psicologicamente têm um entendimento nato de que as emoções servem como um feedback — um sistema de radar interno que fornece informações sobre o que está acontecendo (e o que vai acontecer) no nosso universo social. Pessoas felizes e radiantes não escondem seus sentimentos negativos. Elas reconhecem que a vida é cheia de decepções e batem de frente com elas, sempre usando de sua raiva para se defender e de sua culpa como motivador para mudar seu próprio comportamento. Esta hábil alternância entre prazer e dor — habilidade de mudar seu comportamento para atender à demanda da situação — é conhecida como flexibilidade psicológica.
A habilidade de mudar o estado mental de acordo com a circunstância é um aspecto fundamental para o bem-estar. George Bonanno, psicólogo da Columbia University, descobriu que, após o 11 de Setembro, as pessoas mais flexíveis que moravam em Nova York quando os ataques aconteceram — aquelas que ocasionalmente sentiam raiva, mas também escondiam sua emoção quando necessário — se recuperaram mais rápido e desfrutaram de melhor saúde mental do que as que não souberam se adaptar.
Oportunidades para reagir de maneira flexível estão em toda parte: uma recém-casada que acaba de descobrir que é infértil talvez esconda sua desesperança de sua mãe, mas se abra com a amiga; pessoas que passaram por algum trauma talvez expressem sua raiva para outras que compartilham do mesmo sentimento, mas a esconda de amigos. O que nos permite obter melhores resultados em diferentes situações é a capacidade de tolerar o desconforto causado pela mudança de estado de espírito de acordo com nossa companhia e suas atitudes.
Aprender a lidar com o desconforto emocional é algo que se faz aos poucos. Da próxima vez em que você tiver um desentendimento com alguém, em vez de beber uma dose de uísque, tente simplesmente tolerar aquele sentimento por alguns minutos. Com o passar do tempo, sua capacidade de tolerar emoções negativas vai aumentar.
5> ENCURTANDO A CURTIÇÃO
Prive-se dos prazeres imediatos: banho demorado, barra de chocolate, sessão de TV... As pessoas mais felizes têm metas longas e definidas.
Até a pessoa mais esforçada concorda que uma vida cheia de objetividade e sem prazeres é muito chata. Pessoas felizes sabem se permitir certas indulgências momentâneas que são gratificantes — tomar um banho longo, faltar na ginástica no sábado para assistir a uma partida de futebol na TV... Se você se concentra principalmente em atividades que te dão prazer instantâneo, você pode estar perdendo os benefícios de ter uma meta definida. Objetivos nos levam a correr riscos e fazer mudanças — mesmo face à privação e ao sacrifício da felicidade a curto prazo.
Ao tentar descobrir como as pessoas equilibram prazer e objetivo, Michael Steger e seus colegas da Colorado State mostraram que o ato de tentar compreender nosso mundo é o que geralmente nos desvia de nossa felicidade. Afinal, esta é uma missão carregada de tensão, incerteza, complexidade, momentos de intriga e agitação, e conflitos entre o desejo de se sentir bem e a vontade de progredir em direção ao que mais valorizamos. Ainda assim, no geral, as pessoas mais felizes tendem a sacrificar mais os prazeres a curto prazo quando existe uma boa oportunidade de progredir em direção ao que elas desejam ser na vida.
Uma pesquisa realizada pelo neurocientista Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, revelou que progredir em direção à realização de nossos objetivos nos faz sentirmos mais envolvidos e nos ajuda a tolerar sentimentos negativos que podem surgir neste percurso.
Ninguém diz que ter um objetivo na vida é fácil ou que seja uma tarefa simples, mas pensar nas atividades gratificantes e significativas que você fez na semana passada, no que você é bom e nas experiências das quais você não abre mão pode ajudar. Observe também as situações em que suas respostas refletem aquilo que você acha que devia dizer em vez daquilo em que realmente acredita. Por exemplo, ser pai não significa que o tempo que você passa com seus filhos é a parte mais energizante e significativa da sua vida — e é importante aceitar isso. As pessoas mais felizes conseguem combinar aquilo que mais gostam com uma vida de objetivos e satisfação.
FONTE: revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI341920-17773,00-O+SEGREDO+DA+FELICIDADE+SEGUNDO+A+CIENCIA.html
quarta-feira, 16 de julho de 2014
NASA RASTREIA (EM SEGREDO) ENORME OBJETO SE APROXIMANDO DA TERRA
O telescópio dos EUA instalado no pólo sul.
Um corpo celeste se aproxima do nosso sistema solar, possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente tão perto da Terra que seria parte do nosso sistema solar e que foi descoberto por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS) há 30 anos atrás, em 1983.
Acima: O Satélite Astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS) que fez a descoberta do NOVO CORPO CELESTE em 1983.
Um Telescópio dos EUA foi criado para ser o rastreador de um novo objeto cósmico, que poderia ser um Planeta, uma Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf ) que esta entrando em nosso sistema solar pelo HEMISFÉRIO SUL celeste, perpendicular à eclíptica (eixo leste-oeste das órbitas planetárias) celeste que foi instalado na Antártica (o sul, o Abismo da Bíblia, o ABZU, comandado por Enki-Ea, o deus da cultura suméria que criou o homem no E-Din).
Jacco van der Worp - Prefácio de Masters Marshall
Quando eu comecei este site em 1999, juntamente com Jacco van der Worp, Steve Russell e Janice Manning, o nosso foco foi centrado apenas sobre as mudanças na Terra. Ao invés de centrar um debate apenas seguindo os passos das mudanças na Terra centrada no impacto provocado pela humanidade sobre a biosfera, também se optou por ver se havia uma causalidade NÃO PERCEBIDA pelo mundo.
No final de 2000, determinou-se que havia, e isso nos levou aos nossos esforços de pesquisa atuais no que diz respeito ao astro intruso, o Planeta X/Nibiru/Nêmesis/Hercólobus/Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star), ou como quiserem chamá-lo.
A pessoa-chave no conteúdo revelador deste artigo é um antigo oficial da inteligência do governo dos EUA com o nome de John Maynard. Nos dias atuais, ele é mais conhecido por seu envolvimento com o Dr. Steven Greer no Projeto Disclosure (revelação da existência de vida extraterrestre e nosso contato com esses seres de outros sistemas estelares/planetários).
Com relação a este artigo, a sua explicação de como primeiramente o nosso governo começou a acompanhar o Planeta X já desde 1983, quando teria sido descoberto, está agora a ser corroborada com a instalação do Telescópio do Pólo Sul, chamado de (SouthPole Telescope SPT), na fria e congelante Antártida.
No final de 2000, também tive várias conversas com John Maynard sobre o Planeta X. Na verdade, eu o provei duro o bastante. John havia trabalhado em Denver no projeto de satélite Space Imaging para a Lockheed Martin, eu sabia que se um objeto grande e inusitado tivesse entrado no sistema solar e que estava a caminho de seu interior, o Hubble ou algum outro “pássaro” do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tinha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite era muito forte.
Então John finalmente me disse que ALGO GRANDE tinha sido fotografado pelo satélite da NASA, de sensoriamento infravermelho, o IRAS em 1983 (n.T. Significa que o círculo fechado de cientistas e o governo dos EUA já sabem disso há exatos 30 anos) e que a história de sua falha mecânica foi utilizada como uma cobertura para nada revelar ao público (lá vamos nós de novo com a teoria da conspiração…). Como ele me explicou, os dados do satélite IRAS começaram a chover, e é aí que eles descobriram o Planeta X.
Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do corpo celeste estranho:
A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1
“Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível.
“Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.
Durante uma varredura dos céus, ele se destacou como um objeto do tamanho de um polegar, pior ainda, ele estava se aproximando do Planeta Terra (do sistema solar) VINDO PELO HEMISFÉRIO SUL (o Abismo bíblico, o ABZU sumério). Isso era especialmente uma má notícia, porque a grande maioria dos observatórios astronômicos mais capazes do mundo estão ao norte do equador, no hemisfério Norte do Planeta, então foi tomada a decisão de dedicar a vida útil remanescente do satélite IRAS para a observação da aproximação desse objeto.
Em nível privado, em que muitas vezes discutimos como a nave espacial, o satélite da NASA, IRAS que primeiro capturou imagens de infravermelho em 1983 com o mesmo rumor. Dada a falta de comprovação oficial, como você pode publicar uma história que pode ser facilmente derrubada como um rumor?
Mas agora temos a confirmação que nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble, juntos, este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Nêmesis, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf Star, etc…) mas que parece ser uma estrela Anã Marrom que esta se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus da Antártida, pelo polo Sul.
Principalmente por que a rota de entrada desse novo corpo celeste será pelo sul de nosso sistema solar, perpendicular ao eixo leste-oeste das órbitas planetárias, da eclíptica celeste. Esse novo corpo celeste será primeiro visível nos céus do hemisfério sul, pois a sua chegada ao sistema solar, esta ocorrendo pelo sul.
(n.t. De fato não é o Planeta Nibiru o objeto que está sendo rastreado mas sim uma estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star) que esta entrando em nosso sistema solar e como consequência disso PRIMEIRO já testemunhamos um aumento significativo do fenômeno de COMETAS, METEOROS e ASTEROIDES se aproximando da Terra (alguns caindo, como visto nas visões de JOÃO, no Livro das Revelações/Apocalipse), pois esses detritos foram jogados para o interior do sistema solar quando esse novo corpo celeste adentrou o mesmo. Este fato se confirma com a queda de meteoro na Rússia EM FEVEREIRO e o aumento da aparição de cometas e quedas de meteoros em 2013.
Por que a América iria gastar uma fortuna enorme para o transporte em módulos da massa de equipamentos com esta instalação enorme do telescópio em aviões C-130 de transporte aéreo desde os EUA, passando pela Austrália, para a mais desolada, inóspita, selvagem, fria e inacessível região do mundo para acompanhar esta entrada do corpo celeste?
Porque este é o lugar onde os astrônomos irão encontrar e rastrear o seu momento final de aproximação e isso é uma boa notícia. A resultante do espectro de multi observações poderá traduzir-se em dados para se salvar muitas vidas. Veremos !
FonteS:http://yowusa.com/planetx/2006/planetx-2006-04a/1.shtml /http://pole.uchicago.edu/ thoth3126.com.br
sexta-feira, 16 de maio de 2014
CONHEÇA OS SEGREDOS DE MULHERES SAUDÁVEIS PELO MUNDO
Qual o segredo para uma vida longa e saudável em nossa sociedade? De acordo com pesquisadores da longevidade, o caminho talvez seja agir como se morasse em outro lugar.
A todo momento vemos novos “segredos” para viver bem e por muito tempo surgirem. Azeite para o coração, vinho para a saúde, tofu para viver até os 100 anos, felicidade com a alimentação da Noruega…
Os locais do mundo em que geralmente somos estimulados a copiar são chamados de “Zonas Azuis”. Elas foram apontadas pelo explorador Dan Buettner e uma equipe de pesquisadores da longevidade, e descritas em seu livro “The Blue Zones: Lessons for Living Longer from the People Who’ve Lived the Longest” (As Zonas Azuis: Lições para ter uma vida longa, das pessoas que viveram o máximo”). Eles estiveram em regiões da Itália, Grécia, Califórnia e Costa Rica, onde as pessoas tradicionalmente se mantém saudáveis e alguns vivem até 100 anos ou mais.
Similarmente, existem os “Pontos Frios”, identificados pela médica Daphne Miller, autora do livro “The Jungle Effect”. Os pontos são cinco áreas no México, Islândia, Grécia, Japão e Camarões, com baixos níveis de doenças “ocidentais”, como infarto, depressão e alguns cânceres.
Todos querem viver uma vida boa e longa, mas não necessariamente ir até a floresta buscar plantas. É difícil para várias pessoas substituir completamente a manteiga por azeite de oliva e petiscos por castanhas.
Mas David L. Katz, diretor do Centro de Pesquisa para Prevenção de Yale, afirma que é crucial tentar isso. “Existem projeções de que um em cada três americanos terão diabetes em 2050”. Mensagem desesperançosa. Então vamos olhar em alguns locais chave para entender como podemos viver melhor.
Mulheres francesas se mantém magras comendo pequenas porções:
De acordo com o best-seller “Mulheres Francesas não Engordam”, de Mireille Guiliano, o paradoxo de como as mulheres da França conseguem comer manteiga e gordura sem ganhar peso pode ser explicado em duas palavras: porções menores. Elas comem porções menores de comida fresca e de qualidade, em conjunto com um pouco de vinho rico em antioxidantes, distribuídos por várias refeições.
Elas também têm tendência a andar ao invés de ficar tentando ir para a academia. “Na França, elas sobem escadas. Muitos prédios são antigos e não têm elevadores”, afirma Steven Jonas, coautor do livro “30 Secrets of the World’s Healthiest Cuisines” (30 Segredos das Cozinhas mais Saudáveis do Mundo).
E ainda, o preço do combustível é muito caro, o que motiva as pessoas a caminharem. Tudo isso gera um índice feminino de doenças cardíacas e obesidade baixo (12%, comparado a 36% dos EUA).
Se você não tem tempo para comer várias vezes ao longo do dia, Jonas dá a solução: “Mesmo que rápida, uma refeição em casa com ingredientes integrais é melhor do que ir a um restaurante com porções grandes e calorias vazias”.
Escandinávia: da fazenda para a mesa
A tradição culinária do norte europeu é comer o que você – ou alguém próximo – plantou ou produziu. As palavras chave são local e frescor. Os nórdicos comem peixe rico em Omega-3, assim como alces e aves selvagens, que tendem a ser mais magras do que as de criação.
O estilo de vida dessas pessoas produz um nível de obesidade baixo, menor do que 8% em alguns países.
Apesar da falta de luminosidade, as pessoas da Islândia e a Escandinávia sofrem menos depressão do que os americanos, provavelmente por causa do estilo de vida.
Na Escandinávia, existe também exercício físico na produção de comida. “Eles gastam energia produzindo e colhendo”, explica o cientista nutricional Amy Lanou. “Mas isso não é viável em muitas regiões da América”.
Se ter uma plantação própria no quintal não é possível para você, uma simples viagem para uma fazenda ou campo pode conectá-lo com a comida e o exercício.
As conexões japonesas de valor familiar:
A região japonesa de Okinawa é conhecida por ter a maior concentração de pessoas centenárias do mundo. Comparada com os EUA, eles têm 80% a menos de casos de morte por câncer de mama e menos da metade por câncer de ovário e cólon. As taxas de demência e doença cardíaca também são menores.
Como eles fazem isso? Em Okinawa, as pessoas praticam hara hachi bu – comer até estar 80% cheio. Um estilo de vida espiritual, que inclui meditação e orações, parece reduzir o stress – o que também parece reduzir as doenças relacionadas. Os baixos índices de câncer são creditados a uma dieta rica em fibras, arroz, soja, vegetais, frutas, peixe rico em Omega-3, e uma pequena porção de laticínios e carne.
Também fundamental é o senso de conexão e comunidade. “Nas Zonas Azuis como Okinawa, há um forte apoio social, laços familiares, e um valor agregado em continuar a estar ativo na sociedade com 80, 90 e 100 anos”, explica Buettner. “A ideia de comunhão é importante para reduzir o stress, o risco de doenças e para a longevidade”.
Gorduras boas levam a vidas longas no Mediterrâneo
A tão falada dieta mediterrânea já foi relacionada a uma vida mais longa e menor risco de doença cardíaca, diabetes, obesidade, câncer, Parkinson e Alzheimer. A dieta inclui gorduras boas (azeite de oliva, castanhas, peixe), proteínas magras, frutas ricas em antioxidantes e vegetais, e uma pequena quantidade de vinho.
Claro, tudo funciona quando se diz “basta”. “Comer como um italiano não significa mergulhar em um prato infinito de massa”, adiciona Buettner. “Em Zonas Azuis como a ilha de Ikaria, na Grécia, você vai encontrar famílias grandes que cozinham sua própria comida. E tem mais, exercício é parte da vida diária – não algo a ser sofrido durante a academia”.
7 coisas para começar a fazer hoje:
Buettner está viajando de ônibus, na esperança de transformar as cidades americanas em Zonas Azuis. “Mais de 40% dos americanos fumavam nos anos 60, e apenas 20% fumam hoje”, aponta. “Nós podemos modificar nossa dieta e estilo de vida, também”.
“Em todas as Zonas Azuis eles comem menos do que nós, pelo menos 20%”, afirma Buettner.
1. Uma dica para diminuir as porções: “Ao invés de colocar travessas grandes de comida no centro da mesa, preencha travessas secundárias”.
2. E sempre se lembre das plantas. As dietas ricas em vegetais não são apenas ricas em antioxidantes e outros nutrientes importantes, mas também interessantes para a sua aparência. “Um prato de comida em Okinawa tem um quinto da densidade calórica de uma refeição tipicamente americana. Você pode cortar para uma fração das calorias”, afirma Buettner. Ele também sugere que se veja a carne como um extra, ao invés de principal, e adicionar grãos, legumes e castanhas.
3. Aprenda a amar a comida que te ama. Uma dieta de comida crua, vegetais e tofu parece bem estranha para nós, mas o gosto pode ser treinado. “Os americanos adoram gordura, sal e açúcar porque estamos acostumados com isso”, comenta Katz. “Mas estudos mostram que se você come mais alimentos integrais você aprende a preferir eles”.
Uma boa maneira de começar: procure pelos açúcares dissimulados, encontrados em muita comida pré-pronta. “Uma vez que você se livra disso, você vai preferir comidas menos açucaradas”, afirma Katz.
4. Sente-se e relaxe. Talvez seja pedir demais que você cozinhe todas as refeições. Mas você ainda pode comer como os franceses: alongue suas refeições em pelo menos 20 minutos. Você vai acabar comendo menos e aproveitando mais.
5. Levante-se. “As pessoas que vivem bastante não encaram o exercício físico como um sofrimento”, comenta Buettner. Pelo contrário, um pouco de movimento é uma parte constante na vida diária. Faça uma caminhada após a janta. Use menos o carro e o elevador.
6. Saia e divirta-se. Toda Zona Azul é conhecida pela vida social e familiar forte. Passe tempo com a família e se cerce de amigos com estilo de vida saudável – hábitos bons são contagiosos. Buettner também sugere que você se envolva com a comunidade, seja uma igreja, um grupo de arte ou organização voluntária; essas conexões podem adicionar anos para sua vida.
7. Fique tranquilo. Mesmo as pessoas mais saudáveis ficam estressadas algumas vezes. Mas o que elas têm, comenta Buettner, são estratégias diárias pare reduzir o stress. Medite, vá correr, jante com seu melhor amigo.
Não tem problema aproveitar um hambúrguer ocasional. O que importa é um padrão de vida cumulativo de aproveitar comida saudável, conexão com outros e se manter em movimento. E assim você pode planejar chegar aos 100 anos na Zona Azul brasileira.
FONTE:CNN
segunda-feira, 7 de abril de 2014
ESTRELARREMOTOS REVELAM SEGREDOS INTERNOS DOS ASTROS
Terremotos estelares – que podem ir até o coração dos gigantes vermelhos – agora revelam que os núcleos das estrelas giram muito mais rápido do que as superfícies.
Essa descoberta pode ajuda a entender como o interior das estrelas evolui com o tempo. Gigantes vermelhas representam o destino de estrelas como o nosso sol, quando começam a ficar sem seu combustível: o hidrogênio. Quando isso começa a acontecer, o núcleo contrai e o exterior expande e resfria.
Daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos, esse processo vai forçar nosso sol a aumentar mais de 100 vezes seu tamanho atual, transformando-o em um gigante vermelho.
O encolhimento do núcleo deveria fazer com que ele girasse mais rápido. Mas, até agora, os cientistas tiveram pouca evidência desse evento.
Ao analisar terremotos estelares, pesquisadores descobriram que o centro dessas estrelas gira pelo menos dez vezes mais rápido do que a parte externa.
“Estrelarremotos”
Estrelas experimentam tremores violentos que geram ondas de som. Essas ondulações chegam até o interior e causam pequenas variações rítmicas em seu brilho. Ao estudar essas mudanças, cientistas podem compreender melhor o núcleo estelar – um campo científico emergente, chamado de astrosismologia.
Usando a nave Kepler, da NASA, e telescópios terrestres, pesquisadores observaram três gigantes vermelhas por mais de 500 dias. Variações na luminosidade, causadas por vibrações, mostraram a velocidade dos núcleos.
Para quantificar essa velocidade, eles procuraram por impressões digitais dos elementos dos astros, que aparecem como linhas negras no espectro de sua luz, espalhados entre os vários comprimentos de ondas.
Conforme uma estrela gira, uma face se mostra pra nós e outra não. A luz do lado que está para nós aparece azul, e a que está indo para longe como vermelha. Isso forma as linhas negras, que revelam a velocidade do movimento.
A superfície das gigantes vermelhas leva cerca de um ano para completar a rotação. Em comparação os núcleos giram muito mais rápido, completando a rotação em um mês.
O trabalho interior de uma estrela influencia sua evolução, e a rotação influencia como o interior se comporta. “Entender como uma estrela gira ajuda a compreender como nosso sol vai envelhecer”, comenta o pesquisador Paul Beck.
Beck espera analisar mais gigantes vermelhas, de diferentes idades, e verificar se a rotação dos núcleos e superfícies muda com o tempo.
fonte: LiveScience
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
A CIÊNCIA RESPONDE: QUAL É O SEGREDO DOS RELACIONAMENTOS FELIZES?
Ciência comportamental não é, claro, a mais exata das ciências lá fora. Isso não significa que pesquisas não tenham coletado dados bastante reveladores sobre relacionamentos bem-sucedidos.E o que os cientistas têm a dizer sobre casais felizes? Muito!
Taxa de interações positivas
Casais felizes têm 5 interações positivas para cada interação negativa. Já os casais que se divorciam têm apenas 0.8 encontros felizes para interação negativa.
Antes de gastar dinheiro com uma grande festa, repare se você se dá bem com seu parceiro – vocês são bons amigos ou passam o tempo todo brigando? Não adianta insistir na ilusão de que tudo vai melhorar. Tem que ser bom agora.
Não é tão difícil ter mais interações positivas do que negativas em um relacionamento; mas é preciso um pouco de esforço de ambas as partes.
Compartilhe
Positiva ou negativa, uma nova interação também pode ser igualmente eficiente.
Compartilhar novos momentos é muito simples: os casais podem fazer coisas fáceis que nunca fizeram juntos, como caminhar à noite ou ir a um restaurante que ainda não conhecem em sua própria cidade, bem como planejar coisas mais elaboradas, como viajar para um lugar novo ou fazer um curso juntos.
Dar risada junto pode ajudar mais ainda. Em uma pesquisa, casais que precisaram se lembrar de uma história que envolveu “risada compartilhada” relataram estar mais satisfeitos com seu relacionamento do que casais que tiveram que lembrar apenas interações positivas da relação.
Entre quatro paredes
A intimidade do casal desempenha um grande papel na felicidade do casamento. Como diversos estudos já mostraram, o sexo tem inúmeras vantagens – inclusive deixar um relacionamento mais bem sucedido.
Apoio crucial
Para fortalecer os laços de um relacionamento, pesquisas indicam que a forma como as pessoas celebram as novidades boas de seu parceiro é crucial. Isso significa, na prática, que queremos estar com alguém que deseje o melhor para nós, que nos apoie e que fique feliz com nossas conquistas.
Quando ouvem uma boa notícia do seu(ua) parceiro(a), casais felizes:
- Mostram entusiasmo;
- Fazem perguntas;
- Elogiam e parabenizam;
- Revivem sua experiência ao lado da pessoa.
Um estudo mostrou que as pessoas que tiverem essa atitude 3 vezes por dia durante uma semana se sentiram mais felizes e menos deprimidas ao final desse período.
Apoiar seu parceiro vai além de ajudar o outro – é bom para ambos.
Discutir ou brigar?
O “estilo” com que os casais discutem também importa – e muito – na felicidade do relacionamento.
Quando casais felizes brigam, eles tendem a diminuir a tensão.
- Usando humor;
- Expressando carinho;
- Cedendo a alguns argumentos de seu(ua) parceiro(a).
Quando casais infelizes brigam, eles:
- Criticam;
- Mostram desprezo;
- Reviram os olhos;
- Agem defensivamente;
- Partem para xingamentos;
- Ignoram.
Entendeu ou quer que desenhe?
Estatísticas:
Segundo um estudo britânico de 20 anos, as pessoas mais felizes com seu casamento:
- Estavam casadas por 5 anos ou menos;
- Não tinham filhos;
- Tinham diploma universitário;
- O homem estava empregado.
Independentemente desses fatores, no entanto, outra pesquisa mostrou que casais que sabem ver o lado positivo do seu casamento têm 94% mais chances de ter um futuro feliz juntos.
Filhos
Por ser uma parte tão importante da vida dos casais, eles também influenciam bastante na felicidade do relacionamento. FONTE:Happify
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
OS CORVOS PODEM RETER O SEGREDO PARA A COMPREENSÃO DA INTELIGÊNCIA DE FORMAS DE VIDA EXTRATERRESTRE
Já há muito tempo os cientistas suspeitavam que os corvídeos (corvos, gaios e gralhas) fossem altamente inteligentes.
Agora, neurobiólogos demonstraram como os cérebros dos corvos produzem um comportamento inteligente quando os pássaros precisam fazer uma decisão estratégica, igual aos humanos, apesar da falta de um ancestral comum entre nós.
A pesquisa poderia nos fornecer informações de como funcionam as mentes dos não mamíferos, inclusive de formas de vida extraterrestre.
Lena Veit e o Professor Andreas Nieder, da Universidade de Tubingen em Baden-Wurttemberg, Alemanha, publicaram um estudo na Nature Communications, o qual fornece informações valiosas e empolgantes sobre a evolução paralela de comportamentos inteligentes.
“Muitas funções são realizadas diferentemente nos pássaros, porque uma história evolucionária longa nos separa destas criaturas que são descendentes diretos dos dinossauros“, diz Veit. “Isto significa que os cérebros dos pássaros podem nos mostrar uma solução alternativa de como o comportamento inteligente é produzido com uma anatomia diferente“.
Os corvos e primatas possuem cérebros diferentes, mas as células que regulam as tomadas de decisões são muito similares. Elas representam um princípio geral que reemergiu através da história da evolução.
“Bem como podemos tirar conclusões válidas sobre aerodinâmica através da comparação de asas construídas de forma muito diferentes, como as dos pássaros e as dos morcegos, aqui também somos capazes de tirar conclusões sobre como o cérebro funciona, através da investigação das similaridades e diferenças funcionais das áreas relevantes nos cérebros de aves e de mamíferos“, diz o Professor Andreas Nieder.
Os corvos são tão inteligentes, que alguns biólogos estudiosos de comportamento animal têm os chamados de ‘primatas com penas’, porque os pássaros fazem uso de ferramentas, são capazes de lembrar grandes números de locais de alimentação, e planejam seu comportamento social de acordo com o que os outros membros do grupo o fazem.
Este alto nível de inteligência pode parecer surpreendente, porque os cérebros de pássaros são construídos de forma fundamentalmente diferente da dos mamíferos, inclusive dos primatas – os quais geralmente são utilizados para a investigação deste tipo de comportamento.
Os pesquisadores de Tubingen são os primeiros a investigar a fisiologia cerebral do comportamento inteligente dos corvos. Eles treinaram corvos para executarem testes de memória em um computador. Foi mostrado aos corvos uma imagem e eles tinha que lembrá-la. Logo após, eles tinham que selecionar uma ou duas imagens em uma tela ‘touch‘ com seus bicos, baseados em regras de mudanças comportamentais.
Uma das imagens de teste era idêntica à primeira imagem, e a outra diferente. Algumas vezes a regra do jogo era a de selecionar a mesma imagem, e outras vezes a de selecionar uma imagem diferente.
O corvos foram capazes de executar ambas tarefas e mudar entre elas apropriadamente. Isso demonstra o alto nível de concentração e a flexibilidade mental que algumas poucas espécies animais podem ter, e que até exige um certo nível de esforços mesmo para humanos.
As tarefas foram rapidamente executadas pelos corvos, mesmo quando um novo jogo de imagens foi utilizado. Os pesquisadores observaram a atividade neural no nidopallium caudolaterale, que é uma região do cérebro associada com os níveis mais altos de cognição em pássaros. Um grupo de células nervosas responderam exclusivamente quando os corvos tiveram que escolher a mesma imagem, enquanto outro grupo de células sempre respondiam quando estavam operando dentro da regra de ‘imagem diferente’.
Através da observação da atividade celular, os pesquisadores foram frequentemente capaz de predizer qual regra os corvos estavam seguindo antes de tomarem suas decisões.
Embora esta pesquisa seja importante para o estudo dos seres vivos em nosso planeta, é possível que os ‘mecanismos’ das inteligências alienígenas sejam tão diversificados quanto o número de grãos de areia em uma praia.
Talvez um dia, possivelmente em breve, saberemos mais sobre isto.
Fonte: www.dailymail.co.uk
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