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quinta-feira, 4 de junho de 2015
CONHEÇA 10 HÁBITOS SIMPLES PARA TER UM CORAÇÃO SAUDÁVEL
Para reduzir o seu colesterol e proteger seu coração, uma combinação de pequenas mudanças é importante. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda dez práticas simples para quem quer garantir a saúde do coração. Adotá-las pode evitar doenças cardíacas graves como o infarto ou o acidente vascular cerebral (AVC). Conheça os hábitos para um coração saudável e coloque-os em prática!
sábado, 27 de setembro de 2014
QUANTO MAIS COLORIDO FOREM OS ALIMENTOS NO PRATO, MAIS SAUDÁVEL PARA OS OLHOS
A alimentação atua na proteção e prevenção de doenças relacionadas à visão. Principalmente, quando se trata a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) – que pode levar à perda da visão em pessoas com mais de 65 anos. “Os alimentos ricos em vitamina A são grandes aliados, pois reduzem os riscos de agravar a doença – na forma de fotoproteção da mácula da retina do olho”, destaca a nutricionista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Sueleen Rodrigues.
Uma dieta rica em frutas, verduras e legumes de pigmentação amarela e verde costuma ser fontes ricas de carotenoides, substâncias que previnem a deterioração da mácula – responsável por nos permitir enxergar cores.
As frutas vermelhas e roxas são bons exemplos de alimentos antioxidantes, que combatem os radicais livres e são fontes de vitamina C e de flavonóides. “Elas auxiliam na prevenção contra a perda de visão e contra a degeneração macular e a redução dos riscos de desenvolver doenças, como o câncer de próstata”, explica a oftalmologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Renata Bekin.
Os peixes como sardinha, bacalhau, salmão e atum são ótimos estimulantes da boa circulação sanguínea. “Ao ingerir esses componentes, todas as estruturas oculares – especialmente a retina – receberão bastante oxigênio, essencial para a saúde dos olhos”, destaca a médica. Esses peixes são fontes de ácidos graxos, ômega 3 e das vitaminas A, B, D e E.
Os alimentos de cores laranja-amarelos e verde-escuros devem ser consumidos, no mínimo, três porções diárias desses vegetais. “A fim de, atingir de cinco a seis miligramas ao dia da vitamina”, orienta a nutricionista. Já a recomendação para os idosos é inserir de dois a quatro ovos na alimentação por dia, durante cinco semanas. “Assim, é possível reduzir o risco de degeneração macular”, enfatiza a médica.
Para prevenir o Glaucoma é necessário consumir alho e a cebola – ricas fontes de cálcio, fósforo e vitaminas B e C, ambos possuem ação contra micróbios e antiviral. “Eles agem como dilatadores dos vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial”, recomenta a médica.
Segundo a Dra. Renata, o óleo de linhaça pode combater o olho seco e o azeite virgem, rico em ômega 3, é considerado um grande aliado na prevenção contra a degeneração macular, lesão que pode levar à perda irreversível da visão. “Lembrando que estes alimentos devem ser consumidos em todas as épocas do ano, não apenas no verão. Embora, seja nesta época do ano, que as pessoas mais descuidam da alimentação, colaborando para as infecções oportunistas”, ressalta a médica.
Segue alguns exemplos de alimentos que devem ser consumidos diariamente para proteger os olhos:
Ovos: uma unidade;
Peixes: um filé;
Mamão papaia: uma unidade;
Laranja: uma unidade;
Pêssego: uma unidade;
Caqui: uma unidade grande;
Couve: uma escumadeira;
Repolho: uma escumadeira;
Espinafre: uma escumadeira;
Brócolis cozido: uma escumadeira;
Milho: uma xícara.
FONTE:blogdasaude.com.br/sem-categoria/2014/04/02/quanto-mais-coloridos-forem-os-alimentos-no-prato-mais-saudavel-para-os-olhos/
sexta-feira, 16 de maio de 2014
CONHEÇA OS SEGREDOS DE MULHERES SAUDÁVEIS PELO MUNDO
Qual o segredo para uma vida longa e saudável em nossa sociedade? De acordo com pesquisadores da longevidade, o caminho talvez seja agir como se morasse em outro lugar.
A todo momento vemos novos “segredos” para viver bem e por muito tempo surgirem. Azeite para o coração, vinho para a saúde, tofu para viver até os 100 anos, felicidade com a alimentação da Noruega…
Os locais do mundo em que geralmente somos estimulados a copiar são chamados de “Zonas Azuis”. Elas foram apontadas pelo explorador Dan Buettner e uma equipe de pesquisadores da longevidade, e descritas em seu livro “The Blue Zones: Lessons for Living Longer from the People Who’ve Lived the Longest” (As Zonas Azuis: Lições para ter uma vida longa, das pessoas que viveram o máximo”). Eles estiveram em regiões da Itália, Grécia, Califórnia e Costa Rica, onde as pessoas tradicionalmente se mantém saudáveis e alguns vivem até 100 anos ou mais.
Similarmente, existem os “Pontos Frios”, identificados pela médica Daphne Miller, autora do livro “The Jungle Effect”. Os pontos são cinco áreas no México, Islândia, Grécia, Japão e Camarões, com baixos níveis de doenças “ocidentais”, como infarto, depressão e alguns cânceres.
Todos querem viver uma vida boa e longa, mas não necessariamente ir até a floresta buscar plantas. É difícil para várias pessoas substituir completamente a manteiga por azeite de oliva e petiscos por castanhas.
Mas David L. Katz, diretor do Centro de Pesquisa para Prevenção de Yale, afirma que é crucial tentar isso. “Existem projeções de que um em cada três americanos terão diabetes em 2050”. Mensagem desesperançosa. Então vamos olhar em alguns locais chave para entender como podemos viver melhor.
Mulheres francesas se mantém magras comendo pequenas porções:
De acordo com o best-seller “Mulheres Francesas não Engordam”, de Mireille Guiliano, o paradoxo de como as mulheres da França conseguem comer manteiga e gordura sem ganhar peso pode ser explicado em duas palavras: porções menores. Elas comem porções menores de comida fresca e de qualidade, em conjunto com um pouco de vinho rico em antioxidantes, distribuídos por várias refeições.
Elas também têm tendência a andar ao invés de ficar tentando ir para a academia. “Na França, elas sobem escadas. Muitos prédios são antigos e não têm elevadores”, afirma Steven Jonas, coautor do livro “30 Secrets of the World’s Healthiest Cuisines” (30 Segredos das Cozinhas mais Saudáveis do Mundo).
E ainda, o preço do combustível é muito caro, o que motiva as pessoas a caminharem. Tudo isso gera um índice feminino de doenças cardíacas e obesidade baixo (12%, comparado a 36% dos EUA).
Se você não tem tempo para comer várias vezes ao longo do dia, Jonas dá a solução: “Mesmo que rápida, uma refeição em casa com ingredientes integrais é melhor do que ir a um restaurante com porções grandes e calorias vazias”.
Escandinávia: da fazenda para a mesa
A tradição culinária do norte europeu é comer o que você – ou alguém próximo – plantou ou produziu. As palavras chave são local e frescor. Os nórdicos comem peixe rico em Omega-3, assim como alces e aves selvagens, que tendem a ser mais magras do que as de criação.
O estilo de vida dessas pessoas produz um nível de obesidade baixo, menor do que 8% em alguns países.
Apesar da falta de luminosidade, as pessoas da Islândia e a Escandinávia sofrem menos depressão do que os americanos, provavelmente por causa do estilo de vida.
Na Escandinávia, existe também exercício físico na produção de comida. “Eles gastam energia produzindo e colhendo”, explica o cientista nutricional Amy Lanou. “Mas isso não é viável em muitas regiões da América”.
Se ter uma plantação própria no quintal não é possível para você, uma simples viagem para uma fazenda ou campo pode conectá-lo com a comida e o exercício.
As conexões japonesas de valor familiar:
A região japonesa de Okinawa é conhecida por ter a maior concentração de pessoas centenárias do mundo. Comparada com os EUA, eles têm 80% a menos de casos de morte por câncer de mama e menos da metade por câncer de ovário e cólon. As taxas de demência e doença cardíaca também são menores.
Como eles fazem isso? Em Okinawa, as pessoas praticam hara hachi bu – comer até estar 80% cheio. Um estilo de vida espiritual, que inclui meditação e orações, parece reduzir o stress – o que também parece reduzir as doenças relacionadas. Os baixos índices de câncer são creditados a uma dieta rica em fibras, arroz, soja, vegetais, frutas, peixe rico em Omega-3, e uma pequena porção de laticínios e carne.
Também fundamental é o senso de conexão e comunidade. “Nas Zonas Azuis como Okinawa, há um forte apoio social, laços familiares, e um valor agregado em continuar a estar ativo na sociedade com 80, 90 e 100 anos”, explica Buettner. “A ideia de comunhão é importante para reduzir o stress, o risco de doenças e para a longevidade”.
Gorduras boas levam a vidas longas no Mediterrâneo
A tão falada dieta mediterrânea já foi relacionada a uma vida mais longa e menor risco de doença cardíaca, diabetes, obesidade, câncer, Parkinson e Alzheimer. A dieta inclui gorduras boas (azeite de oliva, castanhas, peixe), proteínas magras, frutas ricas em antioxidantes e vegetais, e uma pequena quantidade de vinho.
Claro, tudo funciona quando se diz “basta”. “Comer como um italiano não significa mergulhar em um prato infinito de massa”, adiciona Buettner. “Em Zonas Azuis como a ilha de Ikaria, na Grécia, você vai encontrar famílias grandes que cozinham sua própria comida. E tem mais, exercício é parte da vida diária – não algo a ser sofrido durante a academia”.
7 coisas para começar a fazer hoje:
Buettner está viajando de ônibus, na esperança de transformar as cidades americanas em Zonas Azuis. “Mais de 40% dos americanos fumavam nos anos 60, e apenas 20% fumam hoje”, aponta. “Nós podemos modificar nossa dieta e estilo de vida, também”.
“Em todas as Zonas Azuis eles comem menos do que nós, pelo menos 20%”, afirma Buettner.
1. Uma dica para diminuir as porções: “Ao invés de colocar travessas grandes de comida no centro da mesa, preencha travessas secundárias”.
2. E sempre se lembre das plantas. As dietas ricas em vegetais não são apenas ricas em antioxidantes e outros nutrientes importantes, mas também interessantes para a sua aparência. “Um prato de comida em Okinawa tem um quinto da densidade calórica de uma refeição tipicamente americana. Você pode cortar para uma fração das calorias”, afirma Buettner. Ele também sugere que se veja a carne como um extra, ao invés de principal, e adicionar grãos, legumes e castanhas.
3. Aprenda a amar a comida que te ama. Uma dieta de comida crua, vegetais e tofu parece bem estranha para nós, mas o gosto pode ser treinado. “Os americanos adoram gordura, sal e açúcar porque estamos acostumados com isso”, comenta Katz. “Mas estudos mostram que se você come mais alimentos integrais você aprende a preferir eles”.
Uma boa maneira de começar: procure pelos açúcares dissimulados, encontrados em muita comida pré-pronta. “Uma vez que você se livra disso, você vai preferir comidas menos açucaradas”, afirma Katz.
4. Sente-se e relaxe. Talvez seja pedir demais que você cozinhe todas as refeições. Mas você ainda pode comer como os franceses: alongue suas refeições em pelo menos 20 minutos. Você vai acabar comendo menos e aproveitando mais.
5. Levante-se. “As pessoas que vivem bastante não encaram o exercício físico como um sofrimento”, comenta Buettner. Pelo contrário, um pouco de movimento é uma parte constante na vida diária. Faça uma caminhada após a janta. Use menos o carro e o elevador.
6. Saia e divirta-se. Toda Zona Azul é conhecida pela vida social e familiar forte. Passe tempo com a família e se cerce de amigos com estilo de vida saudável – hábitos bons são contagiosos. Buettner também sugere que você se envolva com a comunidade, seja uma igreja, um grupo de arte ou organização voluntária; essas conexões podem adicionar anos para sua vida.
7. Fique tranquilo. Mesmo as pessoas mais saudáveis ficam estressadas algumas vezes. Mas o que elas têm, comenta Buettner, são estratégias diárias pare reduzir o stress. Medite, vá correr, jante com seu melhor amigo.
Não tem problema aproveitar um hambúrguer ocasional. O que importa é um padrão de vida cumulativo de aproveitar comida saudável, conexão com outros e se manter em movimento. E assim você pode planejar chegar aos 100 anos na Zona Azul brasileira.
FONTE:CNN
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
QUER TER UM CORAÇÃO MAIS SAUDÁVEL? COMA CHOCOLATE!
Depois de ganhar todos aqueles ovos de chocolate – e de roubar uns bombons de seu sobrinho – até vai fazer bem ler essa notícia. Um novo estudo sugere que comer um pedacinho de chocolate por dia pode evitar doenças cardíacas.
Cientistas alemães dizem que comer 100 gramas de chocolate por dia diminui em 39% as chances de que você desenvolva problemas no coração.
Mas antes de se empanturrar de chocolate, é bom saber que um pedaço de 100 gramas de chocolate contém cerca de 500 calorias – e comer demais pode fazer com que você engorde e, pelo excesso de peso, desenvolva doenças cardíacas.
De acordo com nutricionistas, chocolate é saudável, mas apenas em uma quantidade pequena, substituindo outro lanchinho para balancear seu organismo.
O estudo analisou pouco menos de 20 mil pessoas por 10 anos. Eles fizeram um check-up no início da pesquisa, em 1998, e a cada dois anos faziam exames e preenchiam um questionário. Entre as perguntas, havia um item que indagava sobre a freqüência que os voluntários comiam chocolate.
No fim do estudo, os pesquisadores perceberam que as pessoas que comiam chocolate moderadamente tinham 27% a menos de chance de ter um ataque cardíaco e 48% a menos de chance de ter um infarto.
A pressão sanguínea das pessoas que comiam chocolate também era significativamente menor.
Fonte: WebMD
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
MULHERES QUE COMEM MENOS CARNE VERMELHA TÊM O CORAÇÃO MAIS SAUDÁVEL
Poderíamos dizer esta frase se suas maneiras, uma pessimista e outra otimista: comer carne vermelha aumenta risco de doenças cardíacas, ou evitar carne vermelha diminui as chances de problemas no coração. De qualquer maneira, se você é daqueles que não pode viver sem um bife mal passado, temos uma notícia alentadora: não precisa varrer completamente a carne vermelha do seu cardápio, basta dosar as quantidades.
Por exemplo: Se você come carne vermelha mais de uma vez por dia, cortar essa freqüência pela metade (dia sim, dia não) já pode ser de grande ajuda. Tomando essa providência, você reduz o risco de ter um ataque cardíaco ou morte por doença cardíaca.
Embora pareça uma tarefa complicada para aqueles que realmente apreciam essa fina iguaria, não é preciso um esforço muito grande para atingir essa meta. Basta começar a incluir mais outras fontes de proteína, de baixo teor de gordura, tais como castanhas e peixe. É claro que a maioria dos consumidores não está pensando nos nutrientes que ingerem, e sim no paladar em si, o que torna a tentação um pouco mais difícil de resistir.
Quem conduziu os estudos quanto aos malefícios da carne vermelha, desta vez, foram pesquisadores do departamento de nutrição da Universidade Harvard, em Cambridge (Massachussets, EUA). Um foco abordado na pesquisa, pouco abordado até então, foi sobre as diferenças dos efeitos da carne especificamente no sexo feminino.
Os estudiosos acompanharam cerca de 85 mil mulheres de meia-idade, com média de 26 anos de idade, período em que 2.210 das mulheres tiveram ataques cardíacos e 952 morreram de problemas no coração. As mulheres tiveram seus quadros médicos analisados e suas dietas diárias seguidas de perto. A partir de questionários, os pesquisadores levaram em conta outros fatores determinantes para a saúde, tais como índice de massa corporal (IMC), tabagismo, consumo de álcool, e periodicidade de exercícios físicos.
Foi descoberto o seguinte: mulheres que comem duas porções de carne vermelha por dia têm um risco aumentado 30% em desenvolver da doença cardíaca, em comparação com mulheres que a ingerem de três a quatro vezes por semana, ou apenas meia porção por dia. Embora possa não parecer muito significativa, os pesquisadores definem essa diferença de 30% como “dramática”.
Como “carne vermelha” trata de uma ampla gama de opções, os pesquisadores procuraram ser específicos. E descobriram que alguns tipos de carne vermelha parece são piores para o coração do que outros. A carne vermelha “propriamente dita”, geralmente em forma de bifes, parece ser a menos nociva: uma porção diária aumenta o risco de uma mulher em ter doenças cardíacas em apenas 8% comparado a quem nunca come carne. Mas outros produtos apresentam taxas bem mais alarmantes: para um hambúrguer (42%), uma porção de bacon (41%), e um cachorro-quente (35%) por dia, a situação torna-se realmente perigosa.
Soluções para a substituição saudável foram também explicadas. Os pesquisadores estimam que substituir uma porção de carne vermelha por uma de feijão (que se equivalem em proteínas), reduz as chances de ataque cardíaco em cerca de um terço. O feijão, assim, apresentou a maior eficiência nessa troca de cardápio, seguida de castanhas (30%), peixe (24%), frango (19%), e laticínios desnatados, de baixa gordura (13%), todas apresentando vantagem sobre a carne vermelha.
Os cientistas explicam, no entanto, que não se trata de um vilão, basta saber dosar as quantidades. Além disso, muito da variação está no modo de preparo da carne. Quanto mais você puder retirar de gordura do alimento, na hora de cozinhar, fritar ou assar, mais estará ajudando o seu coração. Sem abdicar aos prazeres (gastronômicos) da carne.
FONTE:CNN
QUE TIPO DE PADRÃO ALIMENTAR É O SEU? CONHEÇA O MAIS SAUDÁVEL E OS COM MAIOR RISCO DE MORTE
Um estudo que durou dez anos descobriu dois padrões alimentares específicos que aumentam o risco de morte em adultos mais velhos.
Os pesquisadores monitoraram os hábitos alimentares de 2.582 adultos com idades entre 70 a 79 anos. Eles diminuíram as dietas a seis padrões: Alimentos Saudáveis; Produtos Gordurosos; Doces e Sobremesas; Carnes, Frituras e Álcool; Cereais Matinais e Grãos Refinados.
Num geral, comparado a pessoas que comem alimentos saudáveis, homens e mulheres nos seus 70 anos que comem alimentos com alto teor de gordura ou muitos doces e sobremesas têm um risco de morte 40% maior.
Mesmo após o ajuste para fatores de risco como sexo, idade, raça, educação, atividade física, tabagismo e consumo calórico total, os padrões alimentares “Produtos Gordurosos” e “Doces e Sobremesas” ainda mostraram um maior risco de mortalidade do que o padrão de alimentos saudáveis.
O nome do grupo normalmente tem a ver com a quantidade de calorias ingerida de apenas um grupo de alimentos. O grupo “Doces e Sobremesas” tira 25,8% de sua energia total de doces. O “Grãos Refinados” tira 24,6% de sua energia total de grãos refinados. O grupo de “Cereais Matinais” tira 19,3% de sua energia total de cereais, e o grupo “Produtos gordurosos” tira 17,1% de sua energia total de alimentos lácteos com alto teor de gordura.
Os seis padrões de consumo alimentar são:
1-“Alimentos Saudáveis”: maior consumo de produtos lácteos com baixo teor de gordura, frutas, grãos integrais, peixe, aves e legumes. Menor consumo de carnes, frituras, doces, bebidas energéticas e gordura.
2-“Produtos Gordurosos”: maior consumo de sorvete, queijo, e 2% de leite e iogurte. Menor consumo de aves, produtos lácteos com baixo teor de gordura, arroz e macarrão.
3-“Doces e Sobremesas”: maior ingestão de donuts, bolos, biscoitos, pudim, chocolate, doces. Baixo consumo de frutas, peixes, outros frutos do mar e vegetais verdes escuros.
4-“Carne, Frituras e Álcool”: maior consumo de cerveja, licor, frango frito, maionese, molhos/salada, bebidas de alta densidade energética, nozes, salgadinhos, arroz, massa e gordura. Baixa ingestão de produtos lácteos com baixo teor de gordura, fibra de cereais matinais, farelo e outros cereais matinais.
5-“Cereais Matinais”: maior ingestão de fibra, farelo e outros cereais. Baixa ingestão de nozes, grãos refinados, vegetais amarelos escuros, e vegetais verdes escuros.
6-“Grãos Refinados”: maior consumo de cereais refinados (como panquecas, waffles, pães, bolos, e aveia) e carne processada (como bacon, salsicha, presunto). Baixo consumo de bebidas alcoólicas, cereais matinais e grãos integrais.
FONTE:WebMD
7 SEGREDOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Quer perder ou manter o peso? Faça uma boa dieta com consciência, escolhas alimentares inteligentes e métodos de culinária saudáveis. A ideia é cozinhar pratos cada vez mais leves e refeições cada vez mais nutritivas. A chave para isso? Alguns segredos de culinária infalíveis – confira:
1) REDUZIR A INGESTÃO DE GORDURA SATURADA
Uma dica é substituir a manteiga por tapenade (condimento que vem da França), azeite de oliva, manteiga de nozes ou purê de grão de bico – conhecido como homus.
2) SALADA AINDA MAIS LIGHT
Use molhos para salada com pouca gordura, que são os que têm mais água e vinagre do que óleo. Molhos sem gordura não tem nenhum óleo e tem sabores mais intensos.
3) REDUZA O SAL
Cozinhe bem os alimentos para controlar seu conteúdo de sal. Muitos alimentos embalados têm alto teor de sal, mesmo escolhas mais saudáveis, como legumes congelados. Uma dica é usar mostarda seca ou um pouco de pimenta fresca picada em vez de sal nos legumes.
4) USE MÉTODOS SAUDÁVEIS NA HORA DE COZINHAR
Fritura não é um deles – deve ser a sua última escolha. Se for o caso, para minimizar o uso de óleo, frite em um wok (utensílio asiático parecido com uma frigideira – na foto), ou refogue em uma panela antiaderente. Mas se quiser realmente perder peso, cozinhe a vapor, asse, ou grelhe tudo que for comer. O caldo de carne com baixo sódio e gordura dá mais sabor a esses métodos de culinária saudáveis.
5) TROCAS SAUDÁVEIS
Quer comer um bolo sem se sentir culpada/o? Troque o óleo ou a manteiga por uma quantidade igual de purê de banana ou maçã. Outra sugestão é adicionar nutritivas amêndoas ou avelãs.
6) REDUZA A QUANTIDADE DE GORDURAS LÁCTEAS
Se quiser cozinhar com creme de leite ou leite integral, opte por produtos com baixo teor de gordura. Eles contêm o mesmo cálcio e vitaminas que as demais versões.
7) QUEIJO E IOGURTE SEM GORDURA
O queijo cottage com baixo teor de gordura pode ser o ingrediente principal de uma boa dieta. Em uma receita, substitua a quantidade de creme de leite por metade queijo cottage de baixa gordura sem sal, metade iogurte de baixa gordura. Para realmente perder peso, use queijo e iogurte sem gordura.
FONTE:TheHuffingtonPost
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
GORDINHO SAUDÁVEL É UM MITO, DIZ PESQUISA
Defendida por uma corrente de endocrinologistas e nutricionistas, a ideia de que um indíviduo com sobrepeso possa ser um 'gordinho saudável' não passa de um mito, segundo uma nova pesquisa.
O estudo, conduzido por cientistas canadenses com mais de 60 mil pessoas, mostrou que o excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, mesmo quando os níveis de colesterol, pressão arterial e açúcar são normais.
Divulgada na publicação científica "Annals of Internal Medicine", a pesquisa analisou resultados de mais de 1 mil outros estudos publicados sobre o tema.
Os pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Toronto, terminaram por contradizer a máxima de que o excesso de peso não implicaria necessariamente em riscos para a saúde desde que os indivíduos se mantivessem saudáveis de outras maneiras.
MITO
O levantamento concluiu que pacientes com sobrepeso cujo coração foi monitorado por mais de 10 anos não apresentaram qualquer melhora na saúde.
Os cientistas argumentam que os 'gordinhos', apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo.
Responsável pelo estudo, Ravi Retnakaran disse à BBC: "Nossos resultados realmente colocam em dúvida a existência desse conceito obesidade saudável".
"Os dados sugerem que tanto os pacientes que são obesos e metabolicamente doentes quanto os que são obesos, mas metabolicamente saudáveis têm risco elevado de morte por doenças cardiovasculares. Nesse sentido, a 'obesidade saudável' pode ser considerada um mito."
A Fundação Britânica do Coração diz que a obesidade é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares e as pesquisas mostram que não há nível saudável de obesidade.
Para a enfermeira chefe de doenças cardíacas Doireann Maddock, "mesmo se os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue estiverem normais, a obesidade ainda pode colocar o coração em risco".
Ela destaca a necessidade de uma mudança no estilo de vida em detrimento de uma preocupação exagerada com os fatores de risco individuais.
"Além de acompanhar seu peso, se você parar de fumar, começar uma atividade física regular e mantiver a pressão arterial e o nível de colesterol a um nível saudável, você pode fazer uma diferença na redução de seu risco de doença cardíaca."
"Se você está preocupado com seu peso e quer saber mais sobre as mudanças que você deve fazer , marque uma visita com o seu médico."
FONTE: http://zip.net/bwlG6Y
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