Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador PESQUISA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PESQUISA. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
POR QUE CIENTISTAS PRECISAM ACELERAR A PESQUISA EM NANOTUBOS DE CARBONO
A combinação entre tamanho e tempo pode tornar nanotubos de carbono (CNTs, na sigla em inglês) na resposta às preces da indústria de computadores na medida que esta se segura à pressão de fazer chips de silício cada vez menores. Caso contrário, os mesmos fatores podem transformar os CNTs em um beco sem saída tecnológico.
Nesse universo, o tamanho se refere às dimensões dos nanotubos de carbono versus a geometria reduzida dos componentes nos chips de silício entregues hoje. Um CNT é basicamente um tubo cuja parede conta com um átomo de carbono de espessura.
Para colocar a coisa toda em perspectiva, o próprio tubo conta com 1 nanômetro ou milésimos de um mícron, apesar de que pode ter dezenas de mícrons de comprimento. Apesar de ser feito em carbono, paredes únicas de CNTs são excelentes condutoras graças a condutância quântica, que permite que elétrons propaguem ao longo do comprimento dos tubos.
Já o tempo se refere a progressão da Lei de Moore, uma observação feita pelo co-fundador da Intel, Gordon Moore, que defendeu que o número de componentes em um chip deve dobrar a cada dois anos, sem aumento de seu preço. De acordo com isso, cerca de oito anos a partir de agora, a tecnologia de silício - que atingiu a geometria de 14 nm - chegará ao nível atômico.
A essa altura, presumivelmente, a indústria não será mais capaz de sustentar a Lei de Moore, tornando componentes de silício cada vez menores.
Então, a pergunta que fica é - estarão os nanotubos de carbono com geometria de 1nm prontos até lá?
O principal trabalho em tecnologia CNT para o design de chips está sendo conduzido pela Stanford University e pela IBM Research. Pesquisadores das duas instituições estão otimistas, porém cautelosos.
“Nós sentimos que os CNTs têm uma chance de substituir os transistores de silício em algum momento do futuro – se problemas críticos forem resolvidos”, explica Supratik Guha, diretor de ciências físicas na IBM Research.
Esta raquete conta com minúsculos computadores que se beneficiam de nanotubos de carbono, material que poderia levar a processadores menores e mais eficientes
domingo, 7 de junho de 2015
ONDE PROCURAR QUANDO O GOOGLE NÃO TEM A RESPOSTA?
Além do Google
Como encontrar informações confiáveis com uma ferramenta que indexou mais de 1 bilhão de páginas? Se um novo ditado popular fosse criado, poderia ser algo como "se não está no Google, não existe". Mas a afirmação gera dúvidas. O que fazer quando você não encontra o que procura no Google, no Bing ou no Yahoo? O gigante de tecnologia criado pelos americanos Larry Page e Sergey Brin no final da década de 1990 indexa mais de 1 bilhão de páginas da web. Mas, às vezes, quando não conseguimos encontrar exatamente o que queremos usando a ferramenta de busca mais famosa do mundo, temos de recorrer a buscadores especiais, não tão conhecidos mas muito úteis.Informação científica
Um dos grandes problemas da web é separar quais são as informações relevantes. Às vezes, o usuário pode estar interessado em encontrar informação especializada ou científica, que tenha veracidade garantida. Ao procurar no Google, ele poderá navegar durante horas por páginas de economistas, curandeiros, biólogos entre outros, tudo misturado. Uma forma de encontrar pesquisas sérias sobre matérias acadêmicas é navegar em portais que compilam esse tipo de informação especializada, vinda de pesquisadores de universidades e outras instituições famosas. Para quem se interessa por ciências sociais, é possível buscar estudos de economia, direito, humanidades etc, no portal Social Science Research Network(www.ssrn.com/en), que, todos os anos, é listado entre os melhores do Ranking Web of Repositories. Se o assunto são as ciências naturais, os estudos de melhor qualidade podem ser encontrados, por exemplo, em scienceresearch.com, que usa uma "tecnologia de busca federada" para oferecer bons resultados em tempo real, afirma o site. Também é possível encontrar informações especializadas nas pesquisas da América Latina graças ao site Red de Repositorios Latinoamericanos (www.repositorioslatinoamericanosuchile.cl), coordenado pela Universidad de Chile.Buscador de tuítes
As redes sociais já são um elemento-chave na internet. Os estudos mostram que cada vez mais elas consomem a maior parte do tempo que passamos conectados. Milhões de mensagens são enviadas em todas as direções, todos os dias e um bom exemplo é o Twitter. Segundo os dados da própria empresa, são postados cerca de 500 milhões de tuítes diariamente e tentar encontrar uma mensagem específica no meio de tudo isso pode ser uma dor de cabeça. Para resolver o problema existe o Topsy.com, um buscador que permite localizar tuítes postados a partir do ano de 2006. É possível buscar tuítes sobre um tema específico, de um usuário em particular, incluir palavras-chave etc. E a versão básica é gratuita.Fotos livres de pagamento de direitos autorais
O Google tem milhões de fotos: grandes, pequenas, bonitas, feias, de gosto duvidoso e dos temas mais variados. O problema é que, se alguém precisa de fotos para um blog pessoal, para uma apresentação na empresa ou para um trabalho universitário, pode não ser fácil encontrar fotos livres de direitos autorais. Usar estas fotos sem a liberação do autor pode infringir leis e custar muito dinheiro. Para buscar fotos livres de direitos o buscador creativecommons.org é muito útil pois rastreia imagens com licenças gratuitas de organizações independentes. Mas, não é apenas isto. O site também oferece a busca de músicas, vídeos e textos também livres.Privacidade
Uma das grandes polêmicas envolvendo o Google é a privacidade. Esta ferramenta faz com que deixemos informações em suas buscas ou nas contas do Gmail. Se a pessoa busca uma marca de sapatos, logo vão aparecer propagandas de sapatos por toda parte. E sobre o que você escreve em seus e-mails... melhor deixar a própria companhia falar. "As pessoas que utilizam o correio eletrônico hoje em dia não devem se surpreender se seus e-mails são processados pelo provedor de correio eletrônico no decorrer da entrega", admitiu a companhia em um julgamento pela acusação de espionagem de usuários nos Estados Unidos. Uma alternativa para navegar com confidencialidade é o buscador duckduckgo.com, que garante que não registra a informação do usuário - esse buscador é uma das alternativas disponíveis na pesquisa de buscas do Firefox. Criado em 2011 pelo cientista Gabriel Weinberg, a empresa garante que cifra a transmissão de dados e não usa cookies para coletar informações sobre a localização do usuário. E não revela buscas.Buscas no passado
Outro problema na hora de fazer buscas na internet é que, às vezes, você busca algo que encontrou uma vez e, quando vai procurar de novo, foi apagado. Para resolver isto existe o buscador waybackmachine (https://archive.org/web) que, na verdade, é um arquivo de internet que oferece estes conteúdos desaparecidos. Esta ferramenta existe desde 1996 e, neste período, já arquivou mais de 40 bilhões de páginas. Com este buscador é possível navegar ao passado e ver como era um site, e o que ele dizia, em um momento específico da história. Para isto, basta colocar o nome da página e escolher os arquivos disponíveis em um calendário que identifica os momentos que se fez uma cópia da mesma para a posteridade.Cuidado com as fotos!
Geralmente buscamos fotos escrevendo algumas palavras-chave que nos mostram as imagens relacionadas. Mas, e quando precisamos saber quando uma foto foi publicada antes ou não? Para isto existe o TinEye.com, uma ferramenta que promete justamente este tipo de busca gratuitamente: coloque uma foto ou o link da foto e o buscador informa onde encontrá-la ou se já apareceu antes (inclusive com modificações) graças a uma tecnologia de reconhecimento digital. Os motivos para este tipo de busca podem ser muitos: se é um fotógrafo, pode querer verificar se alguém usou suas fotos sem permissão; se é um leitor mais crítico de notícias, pode comprovar que nenhum meio de comunicação mostre em uma notícia atual uma foto de algo que, na verdade, já aconteceu há muito tempo. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=onde-procurar-quando-google-nao-tem-resposta&id=010175150602quinta-feira, 4 de setembro de 2014
PESQUISA DESCOBRE QUE CHOCOLATE BRASILEIRO CONTÉM CÁDMIO E CHUMBO NA SUA COMPOSIÇÃO
Cientistas do Instituto de Química da Universidade de Campinas descobriram que amostras comerciais de chocolates compradas no Brasil contêm diferentes níveis de chumbo e cádmio que podem causar problemas de saúde.
Estes níveis estão ligados a quanto cacau um produto possui.
O chocolate tem muitos benefícios potenciais à saúde, devido aos altos níveis de flavonoides e antioxidantes no seu ingrediente principal, o cacau. No entanto, outros componentes indesejáveis podem ser encontrados no doce.
Estudos anteriores mostraram que as culturas de cacau podem absorver chumbo e cádmio, dois metais que ocorrem naturalmente.
O chumbo pode causar dor abdominal, dores de cabeça e anemia em adultos. Em crianças, pode causar alterações comportamentais e atraso de linguagem, entre outros problemas. Por sua vez, o cádmio pode causar danos a vários órgãos. Também tem efeitos similares ao estrogênio e perturba alguns hormônios.
Preocupados que o chocolate pudesse conter chumbo e cádmio por conta do cacau, Solange Cadore e seus colegas resolveram analisar amostras comerciais do produto.
Os pesquisadores testaram 30 chocolates ao leite, brancos e amargos comprados no Brasil. A maioria era de marcas brasileiras.
Eles descobriram que chocolates amargos tinham as maiores quantidades de chumbo e cádmio, mas todos os níveis estavam abaixo dos limites máximos de consumo no Brasil, na União Europeia e segundo a Organização Mundial da Saúde.
Os EUA, no entanto, recomendam que o nível de chumbo no doce não seja superior a 100 nanogramas por grama (ng/g), e duas amostras superaram esse limiar em cerca de 30 a 40 ng/g.
Os pesquisadores apontam que apenas uma fração do chumbo ou cádmio seria absorvida na corrente sanguínea da pessoa, mas os níveis encontrados no chocolate amargo ainda assim são alarmantes.
FONTE: Phys.org/news/2014-09-cadmium-chocolate-bought-brazil.html
quarta-feira, 16 de abril de 2014
GOOGLE QUER CRIAR ALGORITMO VIDENTE PARA DESCOBRIR O QUE VOCÊ QUER SABER ANTES MESMO DE FAZER UMA PESQUISA
No mês passado, cerca de 150 pessoas receberam mensagens do “gigante das buscas”, perguntando “o que você quis saber recentemente?”.
As mensagens foram enviadas em horários aleatórios durante três dias, e faziam parte do Daily Information Needs Study (“Estudo das Necessidades Diárias de Informação”) do Google.
Com essas informações, a empresa pretende criar um mecanismo de busca que dê ao usuário informações de que ele precisa – antes mesmo que ele procure por elas.
O mecanismo deve ser desenvolvido para dispositivos móveis (como tablets e smartphones) e poderá, a princípio, aproveitar informações contextuais dadas pelos aparelhos (onde a pessoa está, por exemplo) para descobrir o que o usuário quer. “Nós sempre dissemos que o mecanismo de busca perfeito irá lhe dar exatamente o que você precisa saber no momento certo, possivelmente sem que você precise pedir por isso”, diz Jon Wiley, um dos principais designers de experiência de usuário do Google.
E que tipo de informação o usuário quer, mas não a ponto de pesquisar? Talvez dados sobre o trânsito local, a previsão do tempo ou a quantidade de pessoas que estão em determinado shopping – saber que o estacionamento está lotado pode evitar uma viagem perdida, por exemplo.
Poucas informações foram divulgadas sobre o projeto, contudo, o que dá margem a muitas especulações.
FONTE: Gizmodo, TR
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
FRITURA AUMENTA RISCO DE CÂNCER, INDICA PESQUISA
As mulheres que comem batatas fritas todos os dias, industrializadas ou não, podem dobrar suas chances de desenvolver câncer no ovário ou no útero, segundo um estudo da Universidade de Maastrich, na Holanda.
Os cientistas atribuem os riscos à acrilamida, uma substância química produzida por certos alimentos quando eles são fritos, grelhados, ou assados.
Os pesquisadores entrevistaram 120 mil pessoas sobre seus hábitos alimentares e concluíram que as mulheres que ingerem mais acrilamidas sofrem maior risco, segundo o estudo publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomakers and Prevention.
Especialistas britânicos acreditam que outros fatores possam estar envolvidos e pediu às mulheres que não entrem em pânico.
Testes de laboratório realizados há cinco anos mostraram um perigo potencial, mas este estudo é o primeiro a encontrar uma ligação entre as acrilamidas presentes na dieta e o risco de câncer.
Alimentos que tenham ganho cor ou tenham queimado durante o cozimento têm muito mais chances de conter acrilamidas.
Especialistas em alimentos afirmam que é praticamente impossível eliminar totalmente as acrilamidas da dieta.
DIETA:
O estudo acompanhou os 120 mil voluntários - 62 mil deles mulheres - por 11 anos, depois da entrevista inicial. Neste período, 327 delas desenvolveram câncer no endométrio (útero) e 300 desenvolveram câncer no ovário.
A análise dos dados sugere que as mulheres que ingeriam 40 mg de acrilamida por dia - o equivalente a meio pacote de biscoitos, uma porção de fritas ou um pacote de batatas fritas - tinham duas vezes mais chances de desenvolver esses tipos de câncer, em comparação com as que comiam menor quantidade de acrilamida.
Apesar do tamanho do estudo, os pesquisadores afirmam que os resultados ainda têm que ser confirmados por outras pesquisas.
"DOURADA":
No Reino Unido, onde a batata frita é um dos "pratos nacionais", há cerca de 6.400 casos de câncer uterino por ano, e 7.000 casos de câncer de ovário.
Um porta-voz da agência que regulamenta os alimentos no Reino Unido pediu as pessoas que mantenham uma dieta equilibrada, com bastante frutas e legumes, e especialistas da União Européia aconselham que os alimentos não sejam "cozidos demais".
Um porta-voz da EU disse que a "a orientação geral, como resultado deste projeto, é evitar cozinhar demais os alimentos na hora de assar, fritar ou tostar comidas ricas em carboidratos".
"Batatas fritas ou coradas devem ser cozidas até chegar a um dourado amarelado, e não marrom."
Mas a médica britânica Lesley Walker, da organização Cancer Research UK, disse que é difícil ter certeza de que os casos de câncer são resultado apenas das acrilamidas, e não de outros componentes pouco saudáveis da dieta.
"As mulheres não devem ficar excessivamente preocupadas com a notícia", disse ela ao jornal Daily Telegraph. "Não é fácil separar um componente da dieta de todos os outros quando se estudam as dietas complexas de pessoas comuns."
A indústria alimentícia afirma ter aumentado os esforços para reduzir a presença de acrilamidas em alimentos semi-prontos nos últimos anos.
Um estudo publicado em 2005 não encontrou nenhuma evidência de que a acrilamida aumente o risco de câncer de mama.
FONTES: BBC ; http://noticias.uol.com.br/ciencia/
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
ATAQUE CARDÍACO DEIXA RASTRO DE CÉLULAS, INDICA PESQUISA
Pacientes que sofreram um ataque cardíaco apresentam células diferentes no sangue, segundo pesquisadores americanos.
O estudo, que envolveu 111 voluntários e foi publicado na revista especializada Physical Biology, conseguiu encontrar no sangue uma diferença entre os pacientes saudáveis e os que sofreram ataque cardíaco.
Agora, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa Scripps, na Califórnia, estão tentando descobrir se esta diferença pode ajudar a prever um futuro ataque cardíaco.
Placas gordurosas se acumulam nas paredes dos vasos sanguíneos e podem se romper, liberando fragmentos para a corrente sanguínea. Isto pode bloquear o fluxo de sangue para os vasos em volta do coração e causar um ataque cardíaco.
Durante este processo, células endoteliais são liberadas no sangue, segundo os cientistas.
AUSENTES NOS SAUDÁVEIS
Exames feitos em 79 pacientes depois de um ataque cardíaco foram comparados com os exames realizados em 25 pessoas saudáveis e outras sete que estavam passando por um tratamento para problemas nos vasos sanguíneos.
"O objetivo desta pesquisa foi estabelecer provas de que estas células endoteliais circulando (no sangue) podem ser detectadas em pacientes depois de um ataque cardíaco e não existem em (pacientes) saudáveis, o que nós conseguimos", afirmou um dos pesquisadores, Peter Kuhn.
"Nossos resultados foram tão significativos em relação aos (pacientes de) controle saudáveis que o próximo passo mais óbvio é avaliar a utilidade do exame para identificar pacientes nos primeiros estágios de um ataque cardíaco", acrescentou.
Para Mike Knapton, da organização britânica especializada em campanhas de esclarecimento relacionadas à saúde do coração, a British Heart Foundation, "é improvável que (a descoberta) mude a forma como as pessoas são tratadas na Grã-Bretanha" no curto e médio prazo.
"Já temos boas maneiras de tratar e diagnosticar ataques cardíacos e metas para garantir tratamento rápido", afirmou.
"Este estudo parece estabelecer as bases para pesquisas futuras para verificar se este exame pode ser usado para identificar pacientes nos primeiros estágios de um ataque cardíaco", acrescentou.
FONTE:http://zip.net/bkl3yF
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
GORDINHO SAUDÁVEL É UM MITO, DIZ PESQUISA
Defendida por uma corrente de endocrinologistas e nutricionistas, a ideia de que um indíviduo com sobrepeso possa ser um 'gordinho saudável' não passa de um mito, segundo uma nova pesquisa.
O estudo, conduzido por cientistas canadenses com mais de 60 mil pessoas, mostrou que o excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, mesmo quando os níveis de colesterol, pressão arterial e açúcar são normais.
Divulgada na publicação científica "Annals of Internal Medicine", a pesquisa analisou resultados de mais de 1 mil outros estudos publicados sobre o tema.
Os pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Toronto, terminaram por contradizer a máxima de que o excesso de peso não implicaria necessariamente em riscos para a saúde desde que os indivíduos se mantivessem saudáveis de outras maneiras.
MITO
O levantamento concluiu que pacientes com sobrepeso cujo coração foi monitorado por mais de 10 anos não apresentaram qualquer melhora na saúde.
Os cientistas argumentam que os 'gordinhos', apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo.
Responsável pelo estudo, Ravi Retnakaran disse à BBC: "Nossos resultados realmente colocam em dúvida a existência desse conceito obesidade saudável".
"Os dados sugerem que tanto os pacientes que são obesos e metabolicamente doentes quanto os que são obesos, mas metabolicamente saudáveis têm risco elevado de morte por doenças cardiovasculares. Nesse sentido, a 'obesidade saudável' pode ser considerada um mito."
A Fundação Britânica do Coração diz que a obesidade é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares e as pesquisas mostram que não há nível saudável de obesidade.
Para a enfermeira chefe de doenças cardíacas Doireann Maddock, "mesmo se os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue estiverem normais, a obesidade ainda pode colocar o coração em risco".
Ela destaca a necessidade de uma mudança no estilo de vida em detrimento de uma preocupação exagerada com os fatores de risco individuais.
"Além de acompanhar seu peso, se você parar de fumar, começar uma atividade física regular e mantiver a pressão arterial e o nível de colesterol a um nível saudável, você pode fazer uma diferença na redução de seu risco de doença cardíaca."
"Se você está preocupado com seu peso e quer saber mais sobre as mudanças que você deve fazer , marque uma visita com o seu médico."
FONTE: http://zip.net/bwlG6Y
domingo, 21 de agosto de 2011
ECSTASY MODIFICADO 'ATACA CÉLULAS CANCERÍGENAS', INDICA PESQUISA
Uma fórmula modificada da droga ecstasy pode desempenhar um papel importante no combate às células de alguns tipos de câncer, segundo cientistas britânicos e australianos.
O ecstasy, composto geralmente de anfetaminas, já era conhecido por matar algumas células cancerígenas, mas uma equipe de pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, e da Universidade da Austrália, diz que conseguiu aumentar a eficiência da droga em cem vezes.
O estudo foi divulgado na publicação científica internacional Investigational New Drugs.Experimentos preliminares mostraram que a substância pode matar células de leucemia, linfoma e melanoma em um tubo de ensaio.
No entanto, os cientistas dizem que qualquer tratamento pode levar pelo menos uma década para ser desenvolvido.A organização britânica de Pesquisa sobre Leucemia e Linfoma disse que as conclusões do estudo são "um significativo passo à frente".
Modificações
Em 2006, uma equipe da Universidade de Birmingham mostrou que ecstasy e antidepressivos como Prozac tinham potencial para impedir o crescimento de cânceres.
O problema é que, para isso, os pacientes teriam que consumir doses muito altas - e possivelmente fatais - das drogas.
Em colaboração com a Universidade da Austrália, os pesquisadores modificaram quimicamente o ecstasy, retirando alguns átomos da substância e substituindo-os por outros.
Uma das variações testadas aumentou a eficiência no enfrentamento das células cancerígenas em 100 vezes. Isso significa que se 100 gramas de ecstasy não modificado fossem necessárias para conseguir o efeito desejado, somente 1 grama da substância será necessário para atingir o mesmo efeito.
Segundo os cientistas, a modificação também reduz o efeito tóxico no cérebro.
O chefe da pesquisa, professor John Gordon, da Universidade de Birmingham, disse à BBC que, em alguns casos, foi possível eliminar 100% das células cancerígenas com os novos compostos.
"Nós precisamos identificar com precisão quais são os casos mais sensíveis, mas (a substância) tem o potencial de eliminar todas as células nesses exemplos."
"Isso aconteceu no tubo de ensaio, poderia ser diferente no paciente, mas por enquanto é excitante", disse Gordon.
Células 'ensaboadas'
Os cientistas acreditam que a nova droga é atraída pela gordura nas membranas das células cancerígenas.
Molécula de ecstasy.
Cientistas modificaram a molécula do ecstasy para aumentar sua eficiência contra o câncer. De acordo com eles, a ligação com a substância faz com que as células se comportem como se estivessem "um pouco ensaboadas", o que pode romper a membrana e matar o núcleo celular.Durante o experimento, as células cancerígenas se mostraram mais suscetíveis a este efeito do que as saudáveis.No entanto, os médicos não devem começar a prescrever ecstasy modificado para os pacientes com câncer no futuro próximo. Ainda seria preciso fazer estudos com animais e testes clínicos antes de considerar a alternativa.
Antes do próximo passo, químicos na Grã-Bretanha e na Austrália tentarão refinar a droga, já que acreditam que ela pode ser ainda mais potente.Mas mesmo que tudo dê certo, a droga só poderia ser comercializada dentro de pelo menos dez anos.
Fonte: BBCNEWS
Assinar:
Postagens (Atom)







