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sábado, 23 de maio de 2015
SERÍAMOS CAPAZES DE COMPREENDER A TECNOLOGIA ALIENÍGENA?
Recentemente, Stephen Hawking alertou que o contato com uma civilização extraterrestre adiantada poderia ter consequências horríveis para a espécie humana. Arthur C. Clarke uma vez fez uma observação que se tornou famosa, dizendo que qualquer tecnologia suficientemente avançada seria indistinguível de mágica.
Seguindo esta linha, especialistas mundialmente famosos, desde o físico Sir Martin Rees, da Cambridge University, até o astrobiólogo Paul Davis, da Arizona State University, têm indagado se caso encontrássemos uma tecnologia alienígena muito superior à nossa, poderíamos perceber o que seria? Uma tecnologia a um milhão ou mais anos na frente da nossa poderia parecer miraculosa.
De fato, Davies escreve em seu livro, Eerie Silence (Silêncio Assustador), que a tecnologia avançada nem mesmo poderia ser composta de matéria. Ela poderia não ter um tamanho fixo, ou forma; não ter bordas bem definidas. Ser dinâmica em todas as escalas de espaço e tempo. Ou, opostamente, parecer não fazer nada que pudéssemos discernir. Não consistir de coisas separadas e distintas; mas sim ser um sistema, ou um sutil nível superior de correlação de coisas.
Davies pergunta: “São a matéria e a informação tudo que existe?“ Ele escreve: “Há quinhentos anos o conceito de um aparelho que manipulasse a informação, ou o software, seria incompreensível. Poderia existir um nível ainda mais alto, ainda fora de toda a experiência humana, que organiza os elétrons? Se esse for o caso, este “terceiro nível” nunca se manifestaria através de observações feitas no nível da informação, e ainda menos no nível da matéria“.
Devemos ficar abertos à distinta possibilidade de que a tecnologia alienígena avançada, um bilhão de anos à nossa frente, possa operar no terceiro, ou talvez até no quarto ou quinto níveis, todos os quais são totalmente incompreensíveis para a mente humana no nosso atual estágio evolutivo.
Fonte: ovnihoje.com/2012/10/30/seriamos-capazes-de-compreender-a-tecnologia-alienigena/
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
OS CORVOS PODEM RETER O SEGREDO PARA A COMPREENSÃO DA INTELIGÊNCIA DE FORMAS DE VIDA EXTRATERRESTRE
Já há muito tempo os cientistas suspeitavam que os corvídeos (corvos, gaios e gralhas) fossem altamente inteligentes.
Agora, neurobiólogos demonstraram como os cérebros dos corvos produzem um comportamento inteligente quando os pássaros precisam fazer uma decisão estratégica, igual aos humanos, apesar da falta de um ancestral comum entre nós.
A pesquisa poderia nos fornecer informações de como funcionam as mentes dos não mamíferos, inclusive de formas de vida extraterrestre.
Lena Veit e o Professor Andreas Nieder, da Universidade de Tubingen em Baden-Wurttemberg, Alemanha, publicaram um estudo na Nature Communications, o qual fornece informações valiosas e empolgantes sobre a evolução paralela de comportamentos inteligentes.
“Muitas funções são realizadas diferentemente nos pássaros, porque uma história evolucionária longa nos separa destas criaturas que são descendentes diretos dos dinossauros“, diz Veit. “Isto significa que os cérebros dos pássaros podem nos mostrar uma solução alternativa de como o comportamento inteligente é produzido com uma anatomia diferente“.
Os corvos e primatas possuem cérebros diferentes, mas as células que regulam as tomadas de decisões são muito similares. Elas representam um princípio geral que reemergiu através da história da evolução.
“Bem como podemos tirar conclusões válidas sobre aerodinâmica através da comparação de asas construídas de forma muito diferentes, como as dos pássaros e as dos morcegos, aqui também somos capazes de tirar conclusões sobre como o cérebro funciona, através da investigação das similaridades e diferenças funcionais das áreas relevantes nos cérebros de aves e de mamíferos“, diz o Professor Andreas Nieder.
Os corvos são tão inteligentes, que alguns biólogos estudiosos de comportamento animal têm os chamados de ‘primatas com penas’, porque os pássaros fazem uso de ferramentas, são capazes de lembrar grandes números de locais de alimentação, e planejam seu comportamento social de acordo com o que os outros membros do grupo o fazem.
Este alto nível de inteligência pode parecer surpreendente, porque os cérebros de pássaros são construídos de forma fundamentalmente diferente da dos mamíferos, inclusive dos primatas – os quais geralmente são utilizados para a investigação deste tipo de comportamento.
Os pesquisadores de Tubingen são os primeiros a investigar a fisiologia cerebral do comportamento inteligente dos corvos. Eles treinaram corvos para executarem testes de memória em um computador. Foi mostrado aos corvos uma imagem e eles tinha que lembrá-la. Logo após, eles tinham que selecionar uma ou duas imagens em uma tela ‘touch‘ com seus bicos, baseados em regras de mudanças comportamentais.
Uma das imagens de teste era idêntica à primeira imagem, e a outra diferente. Algumas vezes a regra do jogo era a de selecionar a mesma imagem, e outras vezes a de selecionar uma imagem diferente.
O corvos foram capazes de executar ambas tarefas e mudar entre elas apropriadamente. Isso demonstra o alto nível de concentração e a flexibilidade mental que algumas poucas espécies animais podem ter, e que até exige um certo nível de esforços mesmo para humanos.
As tarefas foram rapidamente executadas pelos corvos, mesmo quando um novo jogo de imagens foi utilizado. Os pesquisadores observaram a atividade neural no nidopallium caudolaterale, que é uma região do cérebro associada com os níveis mais altos de cognição em pássaros. Um grupo de células nervosas responderam exclusivamente quando os corvos tiveram que escolher a mesma imagem, enquanto outro grupo de células sempre respondiam quando estavam operando dentro da regra de ‘imagem diferente’.
Através da observação da atividade celular, os pesquisadores foram frequentemente capaz de predizer qual regra os corvos estavam seguindo antes de tomarem suas decisões.
Embora esta pesquisa seja importante para o estudo dos seres vivos em nosso planeta, é possível que os ‘mecanismos’ das inteligências alienígenas sejam tão diversificados quanto o número de grãos de areia em uma praia.
Talvez um dia, possivelmente em breve, saberemos mais sobre isto.
Fonte: www.dailymail.co.uk
OS DESAFIOS DE COMPREENDERMOS O QI DE ETs
Embora muitas vezes imaginamos sobre a possível morfologia de extraterrestres, conceber suas inteligências é um exercício mais difícil.
Um alienígena poderia ter quatro membros, bem como os humanos. Ou poderia ter 17 tentáculos, dependendo das pressões evolucionárias. Podemos observar, quantificar e descrever tais coisas. Mas como podemos mensurar verdadeiramente o funcionamento de uma mente alienígena?
Um novo trabalho, que será publicado em Acta Astronautica em fevereiro, oferece um exercício preliminar desenhado a nos fazer pensar ‘fora do nosso quadrado’ para avaliarmos o intelecto alienígena. O exercício é chamado de COMPLEX, sigla esta tirada de seu nome em inglês: “COmplexity of Markers for Profiling Life in EXobiology“, ou em português: ‘Complexidade de Marcadores para Traçar o Perfil da Vida na Exobiologia’. O projeto compara várias inteligências não humanas, que inclui animais, micróbios e máquinas entre si e cruza várias categorias de capacidade comportamental e mental.
“A meta do COMPLEX seria a de preparar-nos para avaliar outras espécies se encontrarmos vida no espaço“, disse Denise Herzing, autora do estudo e bióloga da Universidade Florida Atlantic.
A pesquisa seria crítica para a astrobiologia, que depende pesadamente da compreensão de terráqueos para mensurar o que é possível em outros planetas. Por toda a gama da biota da Terra, a ‘inteligência’ é uma coisa difícil de reconhecer com perfeição. Historicamente, muitas vezes definimos a inteligência em outros seres baseados em como ela lembra a nossa própria. Coletamos padrões de som das baleias que poderiam ser qualificados como linguagem, nos apoderamos de ferramentas rudimentares usadas pelos corvos, e admiramos a complexidade das sociedades de elefantes.
Porém, observando estas inteligências não humanas através da ótica humana pode significar que estamos menosprezando as habilidades intelectuais destas criaturas. Além disso, quando aplicada às formas de vida não terrestres, nosso preconceito quanto às características da inteligência humana poderia realmente fazer-nos perder o alvo.
O histórico de Herzing a preparou bem para tal tarefa astrobiológica. Ela é diretora de pesquisa e fundadora do Projeto Wild Dolphin (Gofinho Selvagem), uma organização que tem estudado um grupo de golfinhos por quase três décadas, a fim de aprender sobre os comportamentos dos animais, estruturas sociais e mais. Muitos cientistas consideram os golfinhos entre as criaturas mais inteligentes da Terra, talvez ao mesmo nível que primatas não humanos.
“Não fizemos um bom trabalho reconhecendo outras vidas inteligentes, e outras culturas humanas e não humanas no nosso próprio planeta“, disse Herzing. “Se desafiarmos a nós mesmos com questões e pensamentos fora de nossa zona de conforto, eu acho que poderemos algum dia pisar além do nosso preconceito humano e dar, pelo menos, uma olhada no que tem ao redor da esquina.”
Fonte: www.astrobio.net
SERÍAMOS CAPAZES DE COMPREENDER A TECNOLOGIA ALIENÍGENA?
Recentemente, Stephen Hawking alertou que o contato com uma civilização extraterrestre adiantada poderia ter consequências horríveis para a espécie humana. Arthur C. Clarke uma vez fez uma observação que se tornou famosa, dizendo que qualquer tecnologia suficientemente avançada seria indistinguível de mágica.
Seguindo esta linha, especialistas mundialmente famosos, desde o físico Sir Martin Rees, da Cambridge University, até o astrobiólogo Paul Davis, da Arizona State University, têm indagado se caso encontrássemos uma tecnologia alienígena muito superior à nossa, poderíamos perceber o que seria? Uma tecnologia a um milhão ou mais anos na frente da nossa poderia parecer miraculosa.
De fato, Davies escreve em seu livro, Eerie Silence (Silêncio Assustador - tradução livre, n3m3), que a tecnologia avançada nem mesmo poderia ser composta de matéria. Ela poderia não ter um tamanho fixo, ou forma; não ter bordas bem definidas. Ser dinâmica em todas as escalas de espaço e tempo. Ou, opostamente, parecer não fazer nada que pudéssemos discernir. Não consistir de coisas separadas e distintas; mas sim ser um sistema, ou um sutil nível superior de correlação de coisas.
Davies pergunta: “São a matéria e a informação tudo que existe?“ Ele escreve: “Há quinhentos anos o conceito de um aparelho que manipulasse a informação, ou o software, seria incompreensível. Poderia existir um nível ainda mais alto, ainda fora de toda a experiência humana, que organiza os elétrons? Se esse for o caso, este “terceiro nível” nunca se manifestaria através de observações feitas no nível da informação, e ainda menos no nível da matéria“.
Devemos ficar abertos à distinta possibilidade de que a tecnologia alienígena avançada, um bilhão de anos à nossa frente, possa operar no terceiro, ou talvez até no quarto ou quinto níveis, todos os quais são totalmente incompreensíveis para a mente humana no nosso atual estágio evolutivo.
Fonte: http://ovnihoje.com/
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