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sábado, 15 de abril de 2017
AVIÃO ESTRATOSFÉRICO FAZ 1° VOO DE TESTE
O SolarStratos voará a uma altitude 3 vezes maior que o Monte Everest. [Imagem: SolarStratos/Divulgação]
domingo, 11 de setembro de 2016
EMDRIVE ESTÁ PARA SER TESTADO NO ESPAÇO
Um EmDrive real está prestes a ser lançado ao espaço pela primeira vez. Esse teste finalmente dirá aos cientistas se é possível que um motor de foguete gere empuxo sem qualquer tipo de escape ou propulsor.
Por essa característica bizarra, o EmDrive tem sido chamado de “motor impossível”. Muitas equipes de pesquisa, incluindo a NASA, estão trabalhando em uma versão funcional do motor, porque esta seria uma excelente aquisição para viagens espaciais.
Desafiando as leis da física
Construído pelo inventor e engenheiro químico americano Guido Fetta, o EmDrive que será testado é controverso porque, enquanto certos experimentos têm sugerido que tal motor pode dar certo, ele também vai contra uma das leis mais fundamentais da física que temos. A 3° Lei de Newton afirma que “para cada ação, há uma reação igual e oposta”. Para um propulsor ganhar impulso numa determinada direção, tem que expelir algum tipo de propulsor ou de escape na direção oposta. Mas o EmDrive simplesmente vai em uma direção sem propulsor e, portanto, viola a lei de conservação do momento. E não só isso: se a tecnologia se provar eficaz, poderia produzir suficiente impulso para levar os seres humanos a Marte em apenas 70 dias.Unidade de propulsão eletromagnética
O conceito foi inventado pelo cientista britânico Roger Shawyer em 1999. EmDrive é abreviação para “electromagnetic propulsion drive” ou “unidade de propulsão eletromagnética”. O motor usa ondas eletromagnéticas como “combustível”, criando impulso enquanto colide fótons de micro-ondas dentro de uma cavidade de metal em forma de cone. Isso faz com que a “extremidade pontiaguda” do EmDrive acelere na direção oposta da que a unidade está indo. Simplificando, eletricidade convertida em micro-ondas dentro da cavidade empurra contra o interior do dispositivo, fazendo com que o propulsor acelere na direção oposta.Grandes passos em direção ao sucesso
Ano passado, os primeiros passos para provar que o motor impossível era na verdade possível foram dados. Testes realizados por cientistas da NASA revelaram “sinais de impulso anômalos”, e um pesquisador independente na Alemanha admitiu que o sistema único de propulsão podia de fato produzir empuxo. Agora, estamos prestes a ver um EmDrive ser lançado para o espaço. Guido Fetta é CEO da Canas Inc e inventor do Canas Drive – um motor de foguete baseado no design original de Roger Shawyer. Mês passado, ele anunciou que iria lançar seu propulsor em um 6U CubeSat, um tipo de satélite miniaturizado. A ideia é de que, quanto mais tempo o satélite permanecer em órbita, mais vai evidenciar que o motor deve produzir empuxo sem agente propulsor. Nenhuma data de lançamento foi definida ainda, mas poderia acontecer em apenas 6 meses. É melhor que Fetta se apresse, porque uma equipe de engenheiros na China, o próprio Shawyer e a NASA também estão trabalhando em seus EmDrive. Quem vai chegar lá primeiro? fonte: sciencealert.com/the-impossible-em-drive-is-about-to-be-tested-in-spacedomingo, 4 de outubro de 2015
TESTE SEU CARREGADOR E VEJA SE ELE CARREGA A BATERIA DO SEU GADGET CORRETAMENTE
É bem provável que você já tenha utilizado diferentes carregadores USB para recarregar a bateria do seu tablet ou smartphone. Também é muito provável que você tenha notado diferença de desempenho na hora de realizar esta tarefa, com alguns cabos demorando mais do que outros para completá-la.
Isso pode acontecer por vários motivos, como variação na amperagem da fonte de energia ou ainda limitações ou danos do cabo USB, que não inutilizam a peça, mas prejudicam o seu desempenho. Assim, o ideal é testar para descobrir se tudo vai bem com o cabo e com o carregador.
E para isso preparamos este tutorial. Nele, usaremos o aplicativo Ampere (Android) para descobrir a quantas andam os cabos que você usa para encher seus gadgets de energia. Vamos lá!
1° Passo
Vá até à Play Store e faça o download do Ampere em seu dispositivo Android.2° Passo
Abra o app sem conectar o aparelho à tomada. Antes de prosseguir, algumas explicações sobre o Ampere: sempre que o texto aparecer em laranja, sua bateria está sendo descarregada; quando os caracteres estiverem azuis, o aparelho está ligado à energia. Além disso, valores negativos representam descarga e valores positivos representam recarga. Agora, basta aguardar alguns segundos até que o aplicativo tire as medidas energéticas do seu gadget — ele exibe os valores em miliampère (mA). No exemplo abaixo, o consumo de energia do aparelho neste momento varia entre 260 mA e 280 mA. Guarde esta informação.3° Passo
Chegou a hora plugar um cabo USB ao telefone. Este cabo precisa ser conectado a uma fonte de energia e, como vamos testar o carregador de parede, é importante você usá-lo agora. O Ampere oferece informações úteis inclusive para quem carrega o aparelho usando um cabo conectado ao computador ou à bateria externa. Porém, como a ideia deste tutorial é bem específica, opte pelo carregador de parede.4° Passo
Com o cabo conectado, aguarde alguns instantes até que o aparelho conclua novamente a medição. Feito isso, ele vai indicar qual a variação de ampères que chegam à bateria do aparelho por meio da recarga. No exemplo abaixo, a carga varia entre 2.200 mA e 2.230 mA. Feito isso, basta fazer as contas entre quanta energia está entrando (2.200 mA~2.230 mA) e quanta está sendo consumida (260 mA~280 mA) para ter uma ideia de quanta energia de fato está sendo carregada em seu aparelho. No caso deste exemplo, o valor varia entre 1.920 mA e 1.970 mA. Além disso, para saber se tudo vai realmente bem (foco deste tutorial), é preciso ficar de olho nas informações fornecidas pelo fabricante do carregador e compará-las com aquelas indicadas pelo Ampere. Procure no adaptador que vai à tomada e encontre a informação de saída de energia ou output (lembre-se de que 1 A = 1.000 mA). Se ela for menor do que a informada pelo aplicativo, está tudo certo. Contudo, se o valor registrado no equipamento for muito superior ao indicado no dispositivo, aí você está com algum problema. Caso seu carregador seja apenas um adaptador, experimente utilizar outro cabo USB e repita este procedimento. Isso ajuda a descobrir onde está o problema.Boas práticas com a bateria
Ter boas práticas com a sua bateria ajuda a prolongar a sua vida útil. Então, lembre-se de que o calor faz mal para este tipo de equipamento e evite deixá-lo carregando sobre superfícies que não ajudam a dissipar o calor gerado pelo processo de recarga, como cobertas, colchões, sofás e panos em geral. Procure uma superfície firme e fria, como vidro ou madeira, para posicionar seu gadget enquanto ele é recarregado. O Ampere exibe a temperatura atual do seu smartphone ou tablet, uma boa forma de ter uma noção de quanto ele esquenta quando conectado a uma fonte de energia. fonte: http://canaltech.com.br/tutorial/mobile/teste-seu-carregador-e-veja-se-ele-carrega-a-bateria-do-seu-gadget-corretamente/#ixzz3ncZNjV28sábado, 19 de setembro de 2015
CIENTISTAS TESTAM NOVO TRATAMENTO PARA O CHOQUE SÉPTICO
A sepse é uma infecção geral do organismo, causada por germes patogênicos e que pode ser fatal. De acordo com a National Institutes of Health, a doença afeta mais de um milhão de pessoas e mata metade delas todo ano nos Estados Unidos. Apesar de ainda não haver nenhum tratamento para a sepse, ou o choque séptico, cientistas do Instituto Wyss, de Harvard, estão trabalhando nisso.
O tratamento, que está em fases de teste, se baseia em um sistema de diálise que limpa o sangue de patógenos venenosos. Esse sistema coloca o sangue do paciente para circular através de um tubo de malha fibrosa coberto com uma proteína, a fcMBL. Essa proteína se liga ao açúcar que fica nas paredes dos patógenos e imobiliza-os, deixando o sangue limpo para trás.
Em entrevista à Reuters, Michael Super, cientista senior da equipe, afirmou que eles estão fazendo isso como uma forma de filtro, para que, depois de limpo, o sangue possa voltar para o paciente. Em uma das fases de teste, em que ratos eram usados como cobaias, o tratamento foi efetivo em 99% dos casos.
No momento, os pesquisadores estão conduzindo os testes em animais maiores e esperam poder testar em humanos em breve.
FONTE: megaarquivo.com/2015/09/14/11-780-saude-cientistas-testam-novo-tratamento-para-o-choque-septico/
domingo, 2 de agosto de 2015
VACINA CONTRA EBOLA TEM ÊXITO EM TESTE E PODE ACABAR COM SURTO
Uma vacina contra o ebola se mostrou 100% bem-sucedida em testes conduzidos durante a epidemia na Guiné. É provável que ela leve a epidemia no oeste africano a um fim, dizem especialistas.
Os resultados dos testes, feitos em mais de 4.000 pessoas, são notórios por causa da velocidade sem precedentes com que o desenvolvimento da vacina foi conduzido.
Normalmente, o processo leva mais de uma década. Desta vez, foi apenas um ano.
“Tendo visto os efeitos devastadores do ebola em comunidades e até mesmo em países inteiros, eu estou muito encorajado pela notícia que damos hoje”, disse Børge Brende, ministro do exterior da Noruega, que ajudou a financiar as pesquisas.
Por conta da redução do número de casos de ebola no oeste africano e a natureza transitória da epidemia, com muitos pequenos surtos, os pesquisadores resolveram testar um novo tipo de desenho experimental.
O usual seria pegar a população em risco de contrair a doença, vacinar metade e dar placebo (injeção sem princípio ativo) para a outra metade. No entanto, os pesquisadores usaram um design em “anel”, similar ao que ajudou a provar que vacina contra a varíola funciona, na década de 1970.
Quando o ebola surgia em um povoado, pesquisadores vacinavam todos as pessoas próximas da pessoa doente, como parentes, amigos e vizinhos –se assim quisessem.
Crianças, adolescentes e mulheres grávidas foram excluídos por conta da falta de dados de segurança.
Para testar quão bem a vacina protegeu as pessoas, os grupos recebiam a dose aleatoriamente, imediatamente após a confirmação do caso de ebola ou após três semanas.
Entre as 2.014 pessoas vacinadas imediatamente, não houve casos de ebola por dez dias após a vacinação –permitindo que a imunidade se desenvolvesse.
O estudo foi financiado majoritariamente pela Organização Mundial da Saúde e reuniu cientistas de diversos países. Os resultados foram publicados nesta sexta pela renomada revista científica “The Lancet”. A vacina pertence à farmacêutica Merck.
Os dados dos testes agora vão para agências regulatórias nacionais. Ainda não se sabe o custo exato por dose. É provável que a injeção seja aplicada apenas em pessoas em situação de risco, não na população toda.
Os ensaios vão continuar, mas sem randomização, o que significa que na Guiné, onde houve 3.781 casos e 2.521 mortes, todas as pessoas que têm contato com alguém infectado (e os contatos delas) poderão receber a vacina, se quiserem. Um trabalho feito no Gabão estabeleceu que a vacina é segura para crianças e adolescentes e a ela também será oferecida para esse público.
A vacina, chamada “rVSV-ZEBOV”, foi originalmente desenvolvida pela Agência de Saúde Pública do Canadá, antes de ser vendida para a Merck, antes dos testes.
Foi usado como base um vírus que causa uma doença chamada estomatite vesicular. Esse vírus possui uma proteína “copiada” de uma linhagem do ebola conhecida como Zaire.
O vírus produz no organismo uma resposta rápida rápida e passageira, provocando a produção de anticorpos, que aumentam a imunidade do organismo.
A eficácia da injeção (dose única) é estimada entre 75% e 100%. Até então não há vacinas aprovadas por agências regulatórias.
fonte: megaarquivo.com/2015/08/01/11-642-vacina-contra-ebola-tem-exito-em-teste-e-pode-acabar-com-surto/
domingo, 31 de maio de 2015
TESTE MOSTRA POTENCIAL DE ARMAS BASEADAS EM LASER DE FIBRA
Um teste bem sucedido do laser militar ATHENA desenvolvido pela companhia Lockheed Martin atingiu um carro a mais de um quilômetro e meio de distância, provando que lasers para uso militar não são mais uma questão de ficção científica.
Segundo a companhia, o laser também se provou eficaz contra alvos localizados no ar e no mar.
A nova tecnologia combina múltiplos lasers de fibra em um único e integrado canal, o que significado muito mais energia do que módulos individuais a laser.
"Lasers de fibras ópticas estão revolucionando os sistemas de energia", afirmou Keoki Jackson, chefe do departamento de tecnologia da Lockheed Martin, em comunicado á imprensa.
"Nós estamos investindo em todo componente desse sistema, desde a questão da fibra óptica ao controle do próprio laser e eficiência. Esse teste representa o próximo passo em soluções para a área militar", completou.
FONTE: idgnow.com.br/mobilidade/2015/03/09/teste-mostra-potencial-de-armas-baseadas-em-laser-de-fibra/
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
TESTE DO OLFATO AJUDA A PREVER EXPECTATIVA DE VIDA
Medir o olfato das pessoas na velhice pode ajudar médicos a prever qual é a expectativa de vida dos pacientes, sugere um estudo da Universidade de Chicago.
A pesquisa publicada na revista científica online PLOS One descobriu que 39% dos 3 mil adultos que apresentaram o sentido do olfato menos eficiente morreram nos cinco anos anos seguintes.
Em comparação, o mesmo ocorreo com apenas 10% daqueles capazes de identificar odores corretamente.
Os cientistas dizem, porém, que a perda de olfato não causa a morte.
Mas este pode ser um sinal de alerta para que qualquer pessoa com problemas neste sentido por muito tempo procure um médico.
5 odores
No estudo, pesquisadores pediram a uma amostra representativa de adultos com idades entre 57 e 85 anos para participar de um rápido teste de cheiro. A avaliação envolveu a identificação de odores distintos, disponíveis em canetas hidrográficas impregnadas por diferentes cheiros, como hortelã, peixe, laranja, rosa e couro. Cinco anos mais tarde, cerca de 39% dos adultos que tiveram as notas mais baixas (4 a 5 erros) havia morrido, em comparação a 19% dos que tiveram uma perda de olfato moderada e com apenas 10% daqueles com um senso de cheiro saudável (um ou nenhum erro). E, apesar de considerar idade, nutrição, tabagismo, pobreza e saúde, os pesquisadores descobriram que aqueles com o sentido do olfato mais pobre ainda permaneciam no grupo de maior risco.'Prenúncio'
"Achamos que a perda do sentido do olfato não causa diretamente a morte, mas é um prenúncio, um sistema de alerta que mostra que o dano pode ter sido feito", disse o cientista-chefe da pesquisa, Jayant Pinto. "Nossas descobertas podem fornecer um teste clínico útil, uma maneira rápida de baixo custo capaz de identificar pacientes de maior risco". Ainda não está claro como a perda de olfato contribui exatamente para a expectativa de vida , mas os pesquisadores apresentaram uma série de possíveis razões. Eles dizem que uma capacidade reduzida de detectar odores pode sinalizar menos regeneração ou reparação de células do corpo em geral. Isso poeque um senso de olfato saudável depende em parte de um volume de troca contínua das células que revestem o nariz. Assim, uma sensação de piora no olfato pode servir como um espelho para a exposição de toda uma vida à poluição e a bactérias. Os pesquisadores agora fazem investigações adicionais para entender as razões por trás desta ligação entre olfato e expectativa de vida.'Interface'
"O sentido do olfato é um pouco subestimado, embora desempenhe um papel muito importante na vida cotidiana", disse Pinto. "Mas não queremos que as pessoas entrem em pânico. Um forte resfriado, alergias e problemas de sinusite também podem afetar o olfato." A redução do olfato nestes casos só devem ser motivo de preocupação, explica o cientista, se o problema persistir. "Talvez, este estudo mostre que precisamos começar a prestar mais atenção à saúde sensorial." O professor Tim Jacob, da Universidade de Cardiff, que não esteve envolvido na pesquisa, afirma: "Este estudo foi bem conduzido e sugere que o sentido do olfato está intimamente ligado à saúde e ao bem-estar. O cheiro está na interface entre fisiologia e psicologia, que é um campo de batalha de interações recíprocas." "Por exemplo, a perda de olfato pode resultar em depressão, e a depressão pode resultar em alterações na capacidade de sentir cheiros." FONTE: http://zip.net/bbpKxxsegunda-feira, 30 de junho de 2014
NASA TESTARÁ 'DISCO VOADOR' COM TECNOLOGIA PARA EXPLORAR MARTE
A Nasa, a agência especial americana, se prepara para testar uma espaçonave muito parecida com um disco voador.
Na verdade, o LDSD (sigla em inglês do Desacelerador Supersônico de Baixa Densidade) é uma amostra do tipo de tecnologia que a raça humana precisará para pousar em Marte.
O LDSD será lançado de uma altitude elevada a partir de um balão posicionado sobre o Havaí.
Ele testará um novo tipo de paraquedas e um anel inflável de kevlar que pode ajudar a reduzir a velocidade da espaçonave quando ela se aproximar da superfície do planeta vermelho.
A Nasa diz que está tentando elevar a capacidade máxima de carga que pode ser levada para Marte da atual 1,5 tonelada para algo entre 20 e 30 toneladas – o peso do equipamento que uma missão tripulada exige.
Ian Clark, pesquisador do LDSD, disse à BBC News: "Estamos testando tecnologias que nos permitirão pousar maiores e mais pesadas cargas úteis, de uma maior altitude e com mais precisão do que jamais fomos capazes".
O teste acontecerá em uma base de testes da mísseis da Marinha americana em Kauai, no Havaí.
Um balão de hélio levantará o LDSD a uma altitude de 35 quilômetros antes de soltá-lo.
Um motor de propulsão a foguete deve então elevar o dispositivo a 55 quilômetros de altura a uma velocidade de Mach 4 (quatro vezes a velocidade do som).
Quando o LDSD começar a reduzir a velocidade, ele acionará seus dois novos sistemas de freios atmosféricos.
'Donut'
O primeiro a ser acionado será o "donut", um dispositivo inflável de 6 metros. Ele aumentará o tamanho do veículo e como consequência a força de arrasto.
Quando a velocidade cair para cerca de Mach 2,5, o paraquedas será acionado. "O paraquedas supersônico que estamos testando é enorme", diz Ian Clark.
"Ele tem 30 metros de diâmetro; ele gera duas vezes e meia o arrasto de qualquer paraquedas anterior que mandamos a Marte".
"Vamos levar o equipamento ao limite no qual os materiais dos quais o paraquedas é feito, nylon e kevlar, podem começar a derreter".
"Mas não sabemos, por isso vamos fazer esse teste".
Se as estruturas se mantiverem intactas, o paraquedas deve soltar o LDSD no oceano em 45 minutos.
O plano da Nasa é fazer um novo teste no ano que vem, com um anel e um paraquedas maiores.
A sonda Curiosity, de uma tonelada, é o maior objeto que já pousou em Marte até agora.
Acredita-se que essa capacidade de carga terá que ser muito aumentada para que astronautas possam receber todos os suprimentos e equipamentos necessários para sobreviver no planeta.
FONTE: http://zip.net/bknSC6
sexta-feira, 27 de junho de 2014
RÚSSIA TESTA NOVO MÍSSIL HIPERSÔNICO
Na foto: o sistema antiaéreo combinado de artilharia e mísseis Pantsir.
A Rússia efetuou a primeira exibição de lançamentos do míssil hipersônico que irá equipar o sistema antiaéreo combinado de artilharia e mísseis Pantsir. Segundo informou o presidente da holding Vysokotochnye Kompleksy (Baterias de Alta Precisão) Alexander Denisov, o novo sistema irá ser produzido em série até 2017.
Ele terá capacidade para combater alvos balísticos.
Os especialistas russos já trabalham na criação de mísseis hipersônicos há mais de dez anos e praticamente todos os sistemas de mísseis terra-ar usam mísseis hipersônicos, com velocidades máximas de cerca de Mach 3 e 4 (sendo cada Mach igual à velocidade do som). Neste momento se está estudando o aumento da velocidade até Mach 5 a 7.
Este ano no polígono de Ashuluk, distrito de Astrakhan, foram realizados pela primeira vez fogos reais contra alvos simulando armas de alta precisão. Assim, a Rússia está criando com sucesso armas hipersônicas competitivas. Como é natural, todos os números referentes ao Pantsir são confidenciais, mas podemos supor que, se tratando de velocidades hipersônicas, os mísseis atingirão velocidades de, pelo menos, Mach 3 ou 4, possivelmente mais, refere o editor principal do site Vestnik PVO (Mensageiro da Defesa Antiaérea) Said Aminov:
“Será necessário tempo para aprimorar esse produto. A velocidade hipersônica é o meio que permitirá atingir rápida e eficazmente alvos aéreos e outros a um grande alcance. Se espera que um sistema que hoje tem um alcance de 20 quilômetros irá multiplicar essa distância, assim como a altitude. Considerando a velocidade hipersônica do míssil, outros alvos, mais complexos, poderão ser abatidos”.
Simultaneamente serão introduzidos novos radares de detecção e guiamento do míssil contra o alvo. O resultado será um sistema móvel e autônomo que hoje não tem análogos nos países e fabricantes ocidentais.
Anteriormente tinha sido divulgado que os EUA estavam desenvolvendo projetos na área das armas hipersônicas, o que lhes abre a possibilidade de criarem um míssil multifuncional já em 2015. Mas isso não significa que a Rússia fique para trás neste segmento. Essa questão está sendo largamente estudada pela indústria de defesa russa, refere Said Aminov:
“Não é só o consórcio Vysokotochnye Kompleksy, mas também o consórcio principal de sistemas de defesa antiaérea de grande e médio alcance Almaz-Antei está trabalhando na criação de uma nova geração de sistemas que se possam opor a esse tipo de armas. O sistema S-500 será precisamente maior e mais eficaz pelas suas capacidades. Seu armamento permitirá destruir alvos hipersônicos”.
A criação de armas hipersônicas está associada à resolução de complexos problemas tecnológicos e científicos. Por isso será difícil os EUA apresentarem até 2015 uma produção em série dessas armas, considera o perito. Mas o tema das velocidades hipersônicas é bastante atual, porque o tempo de reação do lado que se defende é extremamente limitado e a detecção desses alvos por radar é uma tarefa técnica complexa. Assim, a questão da criação de armas defensivas para uma resposta equivalente é muito urgente. Nesse aspecto o sistema Pantsir é simplesmente insubstituível. Não é de admirar que ele seja muito popular não só na Rússia, mas também no exterior. Há cerca de 20 países que já manifestaram seu interesse.
FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_19/R-ssia-testa-novo-m-ssil-hipers-nico-8674/
segunda-feira, 26 de maio de 2014
EUA TESTARAM "BOMBA DE TSUNAMI" QUE PODE RIVALIZAR COM A BOMBA ATÔMICA
Todo mundo sabe o estrago que um tsunami pode causar. O tsunami mais mortal da história, ocorrido em 2004 na Indonésia, matou cerca de 230.000 pessoas.
Agora, um cineasta descobriu que, em 1944, menos de um ano antes do final da Segunda Guerra Mundial, os EUA e a Nova Zelândia começaram a testar uma “bomba tsunami”, que criava ondas de 10 metros, concebida para acabar com cidades costeiras inimigas.
Os testes faziam parte da operação secreta de codinome “Project Seal”, detalhada em um novo livro chamado “Secrets and Treasures” (em português, “Segredos e Tesouros”) do autor e cineasta neozelandês Ray Waru, que se deparou com a missão enquanto pesquisava arquivos militares.
A bomba basicamente desencadeava 10 explosões grandes no oceano para criar um tsunami de 10 metros que pulverizaria e afogaria uma cidade. Cerca de 3.700 bombas foram detonadas durante os testes, que revelaram que uma bomba tsunami de sucesso exigiria “cerca de 2 milhões de quilos de explosivos, dispostos em uma linha cerca de 8 quilômetros da costa”.
“Presumivelmente, se a bomba atômica não funcionasse tão bem como funcionou, poderíamos ter ‘tsunamizado’ as pessoas”, disse Waru.
O projeto
O Project Seal só durou cerca de um ano, e os testes foram realizados em águas ao redor da Nova Caledônia e Auckland.
O projeto foi lançado em junho de 1944, depois que um oficial naval dos EUA, E. A. Gibson, notou que as operações de detonação para limpar os recifes de coral em torno de ilhas do Pacífico por vezes produziam uma grande onda, levantando a possibilidade de criação de uma “bomba tsunami”.
Waru disse que o teste inicial foi positivo, mas o projeto foi engavetado no início de 1945, embora as autoridades da Nova Zelândia continuassem a produzir relatórios sobre as experiências na década de 1950.
A missão foi esquecida porque peritos concluíram que as explosões individuais não eram suficientemente potentes e uma bomba tsunami de sucesso exigiria cerca de 2 milhões de quilos de explosivos, dispostos em uma linha a 8 km da costa. “Se isso estivesse em um filme de James Bond, seria visto como fantasia, mas era uma coisa real”, disse Waru.
O cineasta só se deparou com tais relatórios porque eles ainda estavam sendo examinados, de modo que estavam simplesmente “sentados” na mesa de alguém, em meio a outros arquivos.
Em seu livro, Waru também revela outros achados incomuns nos arquivos, incluindo registros do Departamento de Defesa da Nova Zelândia de milhares de avistamentos de OVNIs por membros do público, militares e pilotos comerciais. Alguns dos relatos incluem desenhos de discos voadores, descrições de alienígenas usando “máscaras de faraó” e uma alegada escrita extraterrestre.
FONTES: Gizmodo, Telegraph, TheVerge
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
CHINA TESTOU COM SUCESSO SEU 1° VEÍCULO HIPERSÔNICO SEM MOTOR
China testou com sucesso seu primeiro veículo de entrega capaz de mísseis hipersônicos penetrar no sistema de defesa antimísseis os EUA e carregando ogivas nucleares em velocidade recorde, como foi confirmado por funcionários do Pentágono.
O novo veículo hipersônico sem motor (HGV, por sua sigla em Inglês), conhecido como 'WU-14', teria sido visto voando em velocidade recorde durante um vôo de teste sobre a China em 09 de janeiro, um funcionário anônimo do Pentágono disse o jornal Washington Livre Beacon . " presume-se que o novo sistema de entrega de mísseis foi projetado para ser lançado como o estágio final do míssil balístico intercontinental China, que atingiu seu alvo em velocidades de até 10 vezes a velocidade do som.
A gama de velocidades hipersônicos vem em uma variedade de Mach 5 a Mach 10, ou cerca de 6.200 quilômetros por hora em cerca de 12.650 milhas por hora. Um porta-voz do Pentágono confirmou o lançamento de teste da China, mas não quis dar mais detalhes. "Nós rotineiramente monitoramos as atividades de defesa externa e estão cientes deste teste", disse ao jornal o tenente-coronel Jeffrey Pool, um porta-voz do Corpo de Fuzileiros Navais. 's veículos hipersônicos, que também estão sendo projetados por os EUA , Índia e Rússia, são desenvolvidos para atingir oferta mais precisa e rápida de armas e estão sendo testados para superar as defesas de mísseis e espaciais hostis. Em maio de avaliação do Pentágono de recursos chineses sugeriram que a China construiu o maior túnel de vento hipersônico do mundo, capaz criar condições para o vôo de teste em velocidades de até Mach 9.
O Roswell da China, estaria proporcionando estas tecnologias na china?
Então podemos chegar a uma conclusão, que os chineses estão tendo contato direto com estes seres a um bom tempo e a grande maioria da tecnologia chinesa é oriunda dos extraterrestres, ou seja (Engenharia Reversa Extraterrestre)
Fontes: http://actualidad.rt.com /http://ufosonline.blogspot.com.br
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
TESTE SUA "FELICIDADE": VC CONSEGUE IGNORAR SEU CELULAR?
Se você fica constantemente checando seu celular, um novo estudo acredita que você tem menos chances de ser feliz do que os que conseguem resistir a um alerta de mensagem.
O senso comum parece dizer que as pessoas que recebem mensagem a toda hora e não saem do celular têm muitos amigos e uma vida social intensa. No entanto, a pesquisa da Universidade de Kent (em Ohio, nos EUA) chegou à conclusão de que aqueles ligados ao telefone tendem a ser menos felizes do que aqueles que sabem se desligar.
Outras descobertas da pesquisa é que os usuários de celular mais ávidos também sofrem com mais ansiedade, além de ter notas mais baixas do que os que usam pouco o telefone.
Os pesquisadores estudaram mais de 500 alunos com 18 a 22 anos e analisaram seu uso diário de celular, avaliando como ele afetava sua vida. Os participantes também permitiram que a equipe acessasse suas notas na Universidade.
Eles descobriram que, longe de fazer as pessoas se sentirem mais conectadas, o telefone móvel só aumentava sua ansiedade, conforme muitos se sentiam obrigados a manter contato constante. Outros tiveram problemas para desconectar-se de sites de mídia social, como o Facebook.
O novo estudo está em contraste gritante com pesquisas anteriores que afirmaram que os celulares melhoram a interação social e ajudam a reduzir a sensação de isolamento.
Os pesquisadores acreditam que, na verdade, usar o celular constantemente está ligado a um maior estresse. Os estudantes relataram se sentir “amarrados” ao seu telefone, como se tivessem uma obrigação na sua vida. Outros reclamaram que ter um telefone celular significava que ele tinha que estar sempre disponível a qualquer momento, o que era exaustivo.
“Não há privacidade ou tempo de solidão nas vidas dessas pessoas. Eu acho que a saúde mental requer um pouco de tempo pessoal para refletir, um tempo sozinho para olhar para dentro de si, pensar sobres eventos da vida e se recuperar do estresse diário”, argumentou o pesquisador Andrew Lepp.
No Brasil, as vendas de smartphones cresceram 179% em 2011, de acordo com a Nielsen. O número de smartphones no país nesse mesmo ano era de cerca de 30% do total de celulares. Hoje, dois anos depois, esses números estão com certeza ainda maiores.
Com tanta gente carregando um celular cheio de funções por aí, checar o dispositivo constantemente tornou-se a mais nova obsessão do momento: cerca de metade dos usuários checam seu celular pelo menos uma vez a cada hora, segundo uma pesquisa da empresa Lookout. Os smartphones são tão viciantes que alguns usuários sentem inclusive “vibrações fantasmas”, de tão desesperados que estão para receber novas mensagens.
Se a pesquisa da Universidade de Kent se revelar verdadeira, a sociedade terá um grande problema em suas mãos: conforme o mundo for totalmente domado por smartphones, seremos 7 bilhões de infelizes na Terra.
FONTE:DailyMail
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
CIENTISTAS CRIAM TESTE QUE REVELA CHANCE DE SUCESSO NO CASAMENTO
Cientistas desenvolveram um novo "teste do amor". Divulgada na publicação científica "Science", a pesquisa sugere que uma resposta subconsciente à imagem do parceiro ou da parceira pode ser um indicador sobre o futuro do casamento.
O autor do estudo, James McNulty, da Universidade da Flórida, afirma que o novo teste é um melhor medidor do verdadeiro sentimento entre os recém-casados. "Essas respostas subconscientes parecem ser bastante poderosas para indicar se as pessoas vão continuar felizes", disse à BBC.
O time de cientistas entrevistou 135 casais recém-casados logo após a cerimônia de casamento. Os pesquisadores pediram que eles avaliassem seus casamentos com adjetivos positivos e negativos, como "bom", "ruim", "satisfatório" e "insatisfatório". Depois, eles mediram a reação subconsciente e intuitiva em relação ao outro usando o "teste do amor".
O teste envolveu mostrar a um dos parceiros a fotografia do outro por menos de um segundo. Eles depois tinham que responder o mais rápido possível se palavras como "ótimo", "incrível", "horrível" e "assustador" definiam o outro. A velocidade com que eles respondiam era um indicador dos seus verdadeiros sentimentos, de acordo com os pesquisadores.
O teste é baseado no princípio psicológico de associação. A teoria é que depois de ver rapidamente uma foto do parceiro, o estado de espírito do recém-casado pode ser positivo ou negativo.
Incrível ou assustador?
Se eles se encontram em um estado de espírito positivo, eles identificarão palavras positivas como "ótimo" e "incrível" mais rapidamente do que palavras negativas como "assustador" e "horrível" e vice-versa.
McNulty e seu time descobriram que as respostas conscientes dos recém-casados sobre seus relacionamentos eram sempre positivas e felizes, como se pode imaginar. Mas as reações intuitivas em resposta ao teste do amor variavam consideravelmente.
Os pesquisadores entrevistaram os casais a cada seis meses ao longo dos quatro primeiros anos de casamento. Eles descobriram que, em média, aqueles que tinham uma reação intuitiva negativa eram mais propensos a dizer que estavam infelizes no casamento. Alguns até se divorciaram.
"Todo mundo quer acreditar que está em um bom relacionamento, e as pessoas podem se convencer que estão, mas essas reações intuitivas são melhores indicadores de como as pessoas se sentem em relação a seus relacionamentos", diz McNulty.
De acordo com os autores, o teste mede a presença ou ausência de sentimentos negativos. "As pessoas podem ter amor e sentimentos negativos ao mesmo tempo, e esse teste provavelmente toca nos dois pontos", diz o pesquisador.
Mas McNulty faz questão de reforçar o fato de que a pesquisa não está desenvolvida suficientemente para ser oferecida para pessoas antes de se casarem. Ele ressalta que os cientistas encontraram uma tendência, e que alguns dos casais que tiveram uma resposta negativa permaneceram felizes, enquanto outros que tiveram uma reação positiva se tornaram infelizes.
Para aqueles que estão prestes a se casar, McNulty diz que a reação intuitiva pode ser algo a se levar em consideração. "Eu não acho que a resposta intuitiva sobre como se vê o parceiro seja o único fator considerado, mas deve ser um deles", afirma.
FONTE: http://zip.net/bwlDXw
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
PARTÍCULA MAIS VELOZ QUE A LUZ VENCE NOVO TESTE

A idéia de que uma misteriosa partícula fantasma (os neutrinos) é capaz de viajar mais rápido do que a luz continua de pé, segundo o grupo de cientistas italianos que diz ter observado o fenômeno em setembro.
Entre o fim do mês passado e o começo deste, eles refizeram os experimentos com neutrinos e verificaram que a anomalia se mantém.
Ao atravessar os 730 km entre Genebra, na Suíça, e Gran Sasso, na Itália, os neutrinos chegam 60 nanossegundos (bilionésimos de segundo) antes do que deveriam se estivessem respeitando a velocidade da luz. Agora, os cientistas do grupo se sentem confiantes o suficiente para submeter o resultado à publicação num periódico científico, informa a revista New Scientist.
Entre os que assinarão o artigo científico está Luca Stanco, do Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália. Stanco integrava um conjunto de 15 cientistas do grupo Opera (o responsável pelas observações) que tinha se recusado a associar seu nome aos achados antes, por acreditar que poderia haver um erro de metodologia no trabalho. Ele disse à New Scientist que mudou de idéia porque as novas medições são "absolutamente compatíveis" com os dados originais.
Ainda não está claro como encaixar a descoberta, se ela estiver mesmo certa, no que a teoria da relatividade de Albert Einstein diz sobre o funcionamento do cosmos. Para Einstein, o limite de velocidade cósmico de 300 mil km/s teria uma resistência quase intransponível a ser quebrado. Os objetos que se aproximassem dele ficariam cada vez mais maciços, até se aproximar de uma massa infinita - impossível de existir.
George Matsas, físico teórico da Unesp, considera "muito estranho" que apenas os neutrinos quebrem esse limite, enquanto o resto do universo parece segui-lo. "Se as observações forem mesmo confirmadas, um cenário possível é que os neutrinos estejam viajando por dimensões extras que só eles visitam", como se fosse um atalho, afirma Matsas. Essa possibilidade é, em princípio, compatível com a teoria da relatividade de Einstein.
Para Luís Carlos Bassalo Crispino, físico da Universidade Federal do Pará, os dados ainda são extremamente polêmicos. "Tendo a ser conservador e achar que isso é um erro. Há outras áreas muito mais férteis na física hoje, com dados muito mais sólidos", diz Crispino.
NEUTRINOS SUPERAM NOVAMENTE A VELOCIDADE DA LUZ
Cientistas do experimento OPERA repetiram seus testes sobre neutrinos que viajam acima da velocidade da luz e viram os resultados se confirmarem. Os neutrinos chegaram ao destino viajando mais rapidamente do que velocidade da luz.
As novas medições foram feitas depois que o grupo analisou inúmeros artigos com críticas e observações ao experimento original. Segundo eles, a maioria das recomendações foi observada. A principal delas foi a diminuição da duração do pulso de energia que é disparado do laboratório CERN, na Suíça, rumo ao laboratório Gran Sasso, na Itália, a 730 km de distância.
No experimento original, os pulsos duravam 10,5 microssegundos, separados um do outro por 50 milissegundos. Os críticos afirmaram que um pulso tão largo poderia introduzir um erro sistemático na medição do tempo de voo do neutrino - não haveria como saber se cada neutrino individual estaria no início ou fim do pulso, e a duração do pulso era maior do que a diferença de velocidade observada.
O grupo então encurtou os pulsos para três nanossegundos, e emitiu cada um com um intervalo de 524 nanossegundos. Isso representa um incremento superior a 3.000 vezes.
PARTÍCULAS SUPERLUMINAIS
A precisão agora obtida é tamanha que se tornou possível medir cada emissão individual - o experimento passou a detectar neutrinos individuais, e não grupos deles. E eles detectaram 20 neutrinos que chegaram à Itália 60 nanossegundos mais rápido do que a luz o faria, com uma margem de erro de 10 nanossegundos para mais ou para menos.Embora no primeiro experimento eles tenham detectado 16 mil neutrinos, os pesquisadores afirmam que esses 20 detectados nessas novas condições representam evidências "muito poderosas".Mas isto ainda não foi suficiente para unir o grupo: cerca de 15 cientistas que ajudaram no experimento não quiseram assinar o artigo descrevendo o novo teste. No entanto, cerca de 180 assinaram o documento, que agora foi submetido à publicação no Journal of High Energy Physics.
FONTE:http://www.ufo.com.br/noticias/particula-mais-veloz-que-a-luz-vence-novo-teste
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