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sábado, 2 de agosto de 2014
POR QUE A CHUVA CAI EM GOTAS?
Porque é desse modo que a água se forma no interior das nuvens. Com o calor, a água deixa a superfície da Terra e passa a se acumular na atmosfera, em forma de vapor. Conforme ganha altitude, esse vapor se resfria e condensa, formando gotículas de água com diâmetros da ordem de 1 milésimo de centímetro.
Essas gotículas são tão leves que flutuam como poeira em suspensão – e assim são formadas as nuvens. No interior de cada uma delas, essas gotinhas começam a se chocar, agregando-se em gotas cada vez maiores. É preciso cerca de um milhão de gotículas dessas para formar uma gota de chuva.
À medida que elas aumentam de tamanho, vão ficando mais pesadas e deixam de flutuar – é então que caem, retornando à superfície terrestre em forma de chuva. Quando a temperatura diminui muito no interior da nuvem, a água ali presente também pode se congelar, formando pequenas pedras de gelo: o granizo.
Mão dupla
A água das chuvas segue dois caminhos para formar rios
1. A água das chuvas e a do derretimento das neves escorrem pelo solo, formando pequenos veios que vão aumentando conforme se encontram
2. Rochas porosas permitem que a água penetre no subsolo – e as diferenças de altura e pressão a fazem ressurgir em outro local, formando nascentes.
FONTE:MUNDO ESTRANHO
sábado, 31 de maio de 2014
CIENTISTAS DESCOBRIRAM A FORMA DE TRANSFORMAR LUZ EM MATÉRIA
Físicos do Imperial College de Londres descobriram a forma de criar matéria a partir da luz, uma teoria proposta já por Gregory Breit e John Archibald Wheeler em 1934.
A ideia dos dois cientistas era que deveria ser possível converter matéria a partir da luz “esmagando” dois fótons para criar um elétron e um posítron. O cálculo resultou que era teoricamente possível, mas os dois cientistas jamais esperavam que alguém demonstrasse empiricamente sua predição.
As novas pesquisas mostram como a teoria de Breit e Wheeler poderia ser comprovada na prática. Um colisor de fótons, que converteria a luz em matéria, tecnologicamente já é possível, seria um novo experimento de física de alta energia que recriaria o processo dos primeiros 100 segundos depois da criação do universo.
Os cientistas estavam trabalhando nos problemas associados à fusão, quando se deram conta da possibilidade de chegar as condições criadas por Breit e Wheeler.
Agora os esforços se centram em realizar o experimento que consiga transformar a luz em matéria, em primeiro lugar os cientistas usariam um laser de alta intensidade para acelerar os elétrons logo abaixo da velocidade da luz, então estes elétrons poderiam ser disparados sobre uma lousa de ouro para criar um feixe de fótons um bilhão de vezes mais energizados que a luz visível.
Na seguinte etapa disparariam um laser de alta energia que criaria um campo de radiação térmica que geraria uma luz similar à emitida pelas estrelas.
Posteriormente os fótons das duas fontes entrariam em choque que por sua vez formariam elétrons e posítrons, sendo possível sua detecção.
FONTEs:I Fucking Love Science/ ndig
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
A FORMA COMO VOCÊ VÊ OS OUTROS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ
É melhor pensar duas vezes antes de falar dos outros, porque suas palavras podem revelar muito sobre sua própria personalidade, mesmo aquelas características as quais você pode não estar ciente de que possui.
Essa é a conclusão de um novo estudo que afirma que a maneira como você vê os outros reflete muito sobre quem você é, incluindo tanto boas quanto más características.
Segundo os pesquisadores, ver os outros positivamente revela seus próprios traços positivos. Por outro lado, suas palavras podem revelar percepções negativas de outras pessoas que estão ligadas ao narcisismo, o comportamento anti-social, e até mesmo neura.
Os participantes do estudo, estudantes universitários, foram convidados a falar sobre as características positivas e negativas de outros estudantes com os quais estavam familiarizados.
Os pesquisadores descobriram que a tendência de uma pessoa de descrever outras de forma positiva é um indicador importante da positividade das características da própria pessoa. Fortes associações foram encontradas entre positivamente julgar os outros e o quão entusiástico, alegre, bondoso, cortês, e emocionalmente estável a pessoa se descreveu e foi descrita por outros.
Ver as pessoas de forma positiva também mostra o quanto as pessoas estão satisfeitas com suas próprias vidas e o quanto elas são queridas por outros. Os investigadores dizem que as percepções negativas de outras pessoas estão ligadas a níveis mais elevados de narcisismo e comportamento anti-social.
A simples tendência de ver pessoas negativamente indica uma probabilidade maior de depressão e transtornos de personalidade diferentes. Os pesquisadores dizem que encontrar maneiras de levar as pessoas a ver o outro de forma mais positiva pode promover a cessação de comportamentos associados com transtornos de personalidade.
Ser excessivamente negativo ao descrever alguém pode ser uma dica de que a pessoa é desagradável, infeliz, neurótica, ou tem outros traços negativos de personalidade.
Os investigadores encontraram fortes evidências de que a tendência de perceber positivamente os outros em nosso meio social é uma característica altamente estável que não muda substancialmente ao longo do tempo.
Segundo os autores, os resultados mostram que o que uma pessoa vê no outro é mais do que simplesmente a projeção da sua própria imagem. Mas pode mostrar muito de quem você é.
FONTE:WebMD
domingo, 19 de janeiro de 2014
QUAL A FORMA MAIS EFICAZ DE ACABAR COM A HUMANIDADE: UMA PANDEMIA OU UMA BOMBA ATÔMICA?
Doenças que se espalham por todo o mundo disputam com as bombas nucleares o posto de arma mais letal do mundo.
Em 1945, duas cidades do Japão foram devastadas por um – na ocasião – novo armamento criado pelos norte-americanos. Eram as bombas atômicas que atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, em um dos episódios mais tristes da história da civilização, causando a morte direta e indireta de milhares de civis.
Mais tarde, cerca de dois anos atrás (na metade de 2009), o mundo inteiro temeu uma mesma doença: a gripe suína. De origem até hoje não confirmada, o vírus H1N1 se espalhou pelo planeta, causando pânico em muitos países. O número de casos também ultrapassou a casa dos 100 mil (com quase 1% de mortes confirmadas).
Mas o que seria mais nocivo à raça humana: uma doença que se espalha silenciosamente ou uma estrondosa bomba capaz de acabar com cidades inteiras? É o que descobriremos após analisar alguns dos principais pontos em que as duas ameaças podem ser consideradas “competidoras”.
DISCRIÇÃO NA FABRICAÇÃO
Há alguns vírus que são considerados mutantes, porque podem modificar seu código genético por várias vezes (geralmente compostos por RNA). Isso os torna imunes a boa parte dos medicamentos que existem, sendo necessário desenvolver novas maneiras de combatê-los. O problema é que isso leva um tempo para ser produzido - tempo que pode ser demais para muitas pessoas.
Um exemplo bastante concreto está no site da Sociedade Brasileira de Infectologia. A dengue, que assola muitas pessoas no Brasil e também em outros países, pode se tornar ainda mais letal com a alteração de apenas dois genes.
Não podemos nos esquecer de que os cientistas possuem a chave para modificar códigos genéticos e criar vírus e bactérias muito mais poderosos do que os que conhecemos atualmente. Isso significa que a produção de armas biológicas pode estar acontecendo agora mesmo, em qualquer laboratório do planeta, sem que ninguém saiba.
Como o próprio Tecmundo afirmou há poucas semanas, uma pequena variação no vírus da gripe aviária (H5N1) pode fazer com que 50% da população mundial seja varrida da Terra. Os pesquisadores envolvidos afirmam que são apenas estudos para tentar entender os modos de transmissão da doença, mas se cair em mãos erradas – ou mesmo se vazar –, o vírus pode ser fatal.
Já bombas atômicas são um pouco mais difíceis de serem criadas, pois o comércio de material radioativo é controlado em todo o planeta. Logicamente, pode existir contrabando de elementos, mas mesmo assim a produção de armamentos atômicos dificilmente passa despercebida.
E a ativação passa pelo mesmo problema. Enquanto proliferar um vírus pode ser muito simples (bastando contaminar uma pessoa e esperar pelo espalhamento), causar mortes com bombas atômicas não é nada discreto. O responsável precisa de um lançador (geralmente são utilizados aviões ou mísseis), o que é facilmente percebido por radares.
Caso consiga ultrapassar bloqueios, a bomba sofrerá uma enorme explosão, causando a morte de milhares de pessoas (dependendo da localização do impacto). Cruzamentos de informações de vários países pode fazer com que o ponto de saída do armamento seja rapidamente descoberto.
PANDEMIA X EPIDEMIA
Uma epidemia é caracterizada pela proliferação de uma doença em um curto espaço de tempo. Quando ela fica reservada a determinados locais geográficos, é considerada pela Organização Mundial da Saúde como uma doença endêmica – como é o caso da malária, que atinge alguns países da África.
Mas quando essas doenças saem desses limites territoriais para se espalhar por todo o mundo, considera-se que a enfermidade infectocontagiosa transformou-se em uma pandemia. Ao longo da história, podemos citar entre as piores pandemias doenças como a Peste Negra (que matou 20 milhões de pessoas na Europa) e a Gripe Espanhola (mais de 25 milhões de mortes).
PODER DE FOGO X PODER DE INFECÇÃO
É preciso entender que as duas ameaças apresentam diferentes tipos de força letal contra a humanidade (e contra tudo mais que tiver de vida no planeta). Bombas atômicas causam mortes e outros danos físicos instantaneamente, devido à reação explosiva de alto impacto que as ogivas proporcionam.
Depois do primeiro impacto, ainda existe a radiação responsável por mais um considerável número de mortes e infecção de plantações. Mesmo assim, é possível reduzir os efeitos por meio de isolamentos de áreas e utilização de proteções adequadas para a evacuação.
Quando voltamos a pensar nas armas biológicas e vírus naturalmente modificados, não contamos com o mesmo “alarme” das bombas. Pela mesma discrição que relatamos ao falar sobre a criação, os vírus se espalham de uma maneira quase invisível.
Dependendo do tempo que eles possam ficar dentro do corpo humano sem gerar sintomas, o portador pode ser responsável pelo transporte da doença para diversos locais. Por exemplo: a gripe aviária teve origem na Ásia, mas acabou sendo levada para outros lugares do mundo, pois demorava alguns dias até causar dores e desconfortos.
A gripe suína também começou em um local específico e depois foi proliferada. Inicialmente sendo identificado no México, o vírus H1N1 se alastrou graças ao grande número de viagens aéreas realizados por pessoas infectadas, segundo a Organização Mundial da Saúde.
MAS QUAL PODE MATAR MAIS GENTE?
Essa pergunta tem duas respostas, e a primeira delas é referente a situações imediatas. Bombas atômicas podem devastar cidades inteiras de uma só vez, causando mortes, destruição e até mesmo contaminação por radiação. Por isso, elas são muito mais poderosas para quem quer causar impacto visível (como fizeram os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial).
Quando falamos em armas biológicas e pandemias, precisamos lembrar que o poder de proliferação delas é muito maior do que o de qualquer material radioativo de bombas. Doenças podem ser espalhadas por contato físico, ar, carnes e vegetais, além de roupas e outros tecidos que podem ser transportados em viagens, por exemplo.
Por essa razão, é possível afirmar que pandemias podem ser muito mais eficazes na dizimação da raça humana do que armas nucleares. Caso algum dia seja produzido um vírus tão poderoso quanto o ebola e capaz de ficar em repouso dentro do corpo humano por um longo período de tempo sem oferecer sintomas (como acontece com o HIV), dificilmente a medicina conseguirá vencê-lo.
Como está bem visível, com a tecnologia que existe hoje não é difícil fazer com que toda a humanidade seja varrida do planeta. Além das bombas atômicas e vírus criados em laboratório, também existem as doenças que evoluem naturalmente, ameaçando a raça humana.
Fonte: tecmundo
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