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domingo, 4 de junho de 2017

CIENTIFICAMENTE, FANTASMAS PODEM SER REAIS

Se você acredita em fantasmas, certamente não está sozinho. Eles estão entre os fenômenos paranormais mais bem aceitos, e existem em culturas de todo o mundo.A ideia de que os mortos permanecem conosco em espírito é antiga, aparecendo em inúmeras histórias, da Bíblia a Shakespeare. Ela faz parte de uma teia maior de crenças paranormais, incluindo a experiência de quase-morte, a vida após a morte e a comunicação espiritual. Talvez seja uma ideia tão amplamente difundida porque oferece conforto às pessoas: quem não quer acreditar que nossos amados falecidos estão olhando para nós, ou conosco em nossos momentos de necessidade?

O início da busca

A busca por fantasmas é antiga. Clubes dedicados à procura de evidências fantasmagóricas formaram-se em universidades de prestígio, incluindo Cambridge e Oxford, centenas de anos atrás. Em 1882, a organização mais proeminente, a Society for Psychical Research, foi criada. Uma mulher chamada Eleanor Sidgwick se tornou uma investigadora (e mais tarde presidente) desse grupo, e pode ser considerada a “ghostbuster” original. Nos Estados Unidos, no final dos anos 1800, muitos médiuns psíquicos alegaram falar com os mortos – mas foram posteriormente expostos como fraudes por céticos como Harry Houdini.Uma dificuldade em avaliar cientificamente fantasmas é que uma surpreendentemente ampla variedade de fenômenos é atribuída a eles, de uma porta fechando-se por conta própria a chaves perdidas a uma área fria em um corredor a uma visão de um parente morto. Quando os sociólogos Dennis e Michele Waskul entrevistaram pessoas que supostamente “viram” fantasmas para seu livro de 2016 “Ghostly Encounters: The Hauntings of Everyday Life” (Temple University Press), eles descobriram que “muitos participantes não tinham certeza de terem encontrado um fantasma e permaneceram inseguros de que tais fenômenos fossem até mesmo possíveis, simplesmente porque não viram algo que se aproximasse da imagem convencional de um ‘fantasma’. Em vez disso, muitos dos nossos entrevistados estavam simplesmente convencidos de que haviam experimentado algo estranho – algo inexplicável, extraordinário, misterioso”.

A falta de definição

Experiência pessoal é uma coisa, evidência científica é outra. Parte da dificuldade em investigar fantasmas é que não há uma definição universalmente estabelecida do que é um fantasma.Alguns acreditam que são os espíritos dos mortos que, por qualquer motivo, se “perderam” no caminho para o Outro Lado; outros afirmam que os fantasmas são, em vez disso, entidades telepáticas projetadas para o mundo por nossas mentes. Ainda outros criam suas próprias categorias especiais para diferentes tipos de fantasmas, como poltergeists, assombrações, espíritos inteligentes etc. Isso é como especular sobre diferentes raças de fadas ou dragões: há tantos tipos de fantasmas quantos você quer que existam. Existem muitas contradições inerentes às ideias sobre fantasmas. Por exemplo, eles são materiais ou não? Eles podem mover-se através de objetos sólidos sem perturbá-los, ou eles podem fechar portas e jogar objetos através da sala? De acordo com a lógica e as leis da física, é uma coisa ou outra. Também, se os fantasmas são almas humanas, por que aparecem vestidos e com objetos inanimados (presumivelmente sem alma) como chapéus e bastões – para não mencionar os muitos relatos de trens, carros e carruagens fantasmas?

Não é ciência

Caçadores de fantasmas usam muitos métodos criativos (e duvidosos) para detectar presenças dos espíritos, muitas vezes incluindo psíquicos. Praticamente todos os caçadores de fantasmas dizem ser científicos e a maioria dá essa aparência porque usa equipamentos de alta tecnologia como contadores Geiger, detectores de campos eletromagnéticos (EMF), detectores de íons, câmeras infravermelhas e microfones sensíveis. No entanto, cientificamente, não está provado que nenhum destes equipamentos pode realmente detectar fantasmas. Durante séculos, as pessoas acreditavam que as chamas se tornavam azuis na presença de fantasmas. Hoje, poucas pessoas aceitam esse “fato”, de forma que é provável que muitos dos sinais tomados como evidência pelos caçadores de fantasmas de hoje sejam vistos como igualmente errados séculos depois. Outros pesquisadores afirmam que a razão pela qual a existência de fantasmas não foi provada é que simplesmente não temos a tecnologia certa para detectar o mundo espiritual. Isso não parece ser correto: se os fantasmas existem e aparecem em nosso mundo físico, devem poder ser detectados nesse mesmo mundo. Se os fantasmas existem, mas não podem ser cientificamente detectados ou gravados, então todas as fotos, vídeos, áudios e outras gravações alegadas como evidência de fantasmas não podem ser fantasmas. Com tantas teorias contraditórias básicas – e tão pouca ciência envolvida -, não é surpreendente que, apesar dos esforços de milhares de caçadores de fantasmas durante décadas, não tenha sido encontrada uma única boa evidência de fantasmas. Muitas pessoas acreditam em fantasmas por causa de alguma experiência pessoal, seja porque cresceram em uma casa onde a existência de espíritos (amigáveis) era considerada normal, seja porque tiveram alguma experiência estranha que não puderam explicar. No entanto, também existem muitas pessoas que acreditam que a existência de fantasmas pode ser confirmada pela física moderna. É amplamente alegado que Albert Einstein sugeriu uma base científica para a realidade dos fantasmas, ligada à Primeira Lei da Termodinâmica: se a energia não pode ser criada ou destruída, pode apenas mudar de forma, o que acontece com a energia do nosso corpo quando morremos? Parece uma suposição razoável, mas a resposta é mais simples que “viramos fantasmas”. Depois que uma pessoa morre, a energia de seu corpo vai para onde a energia de todos os organismos vai após a morte: para o ambiente. Ela é liberada sob a forma de calor, e transferida para os animais que nos comem (animais selvagens se nossos corpos não são sepultados, ou vermes e bactérias se formos enterrados) e as plantas que nos absorvem. Enquanto os caçadores de fantasmas amadores gostam de se imaginar na vanguarda da pesquisa sobre fantasmas, eles estão realmente envolvidos no que os folcloristas chamam de ostensão, uma forma de representação em que as pessoas “encarnam” uma lenda. Se os fantasmas forem reais, então sua existência será descoberta e verificada pelos cientistas por meio de experimentos controlados. Mas, em última análise, a caça aos fantasmas não é sobre evidências científicas (se fosse, a busca teria sido abandonada há muito tempo). Em vez disso, trata-se de se divertir com os amigos, contar histórias e procurar o desconhecido. fonte: livescience.com/26697-are-ghosts-real.html

sábado, 8 de abril de 2017

VIDROS FLEXÍVEIS VÃO FAZER PARTE DO SEU DIA-A-DIA

Um novo material está tomando forma no centro de pesquisa da Corning, em Nova York. No futuro, ele será utilizado para tornar alguns produtos extremamente flexíveis e leves. Reconhecida por fabricar vidros especiais, essa empresa busca agora abrir categorias totalmente novas de produtos, como celulares e tablets, que possam dobrar ou rolar. Assim, alguns pesquisadores da empresa estão dedicados exclusivamente em descobrir novas propriedades do vidro. Um deles, Adam Ellison, cientista de materiais, ajudou a desenvolver o Gorilla Glass, um material resistente, fino e leve, encontrado em vários smartphones. Nestas novas pesquisas, busca-se um vidro mais fino e flexível, que poderia por exemplo, curvar superfícies como a do interior de automóveis em telas touch-screen.
O Gorilla Glass é hoje o material usado em telas touch-screen. (Foto: Corning) Diariamente, funcionários da Corning, com máscaras e trajes espaciais, trabalham na fornalha a 1.600 °C, preparando de 8 a 12 experimentos, e fornecendo amostras para que os cientistas da empresa possam saber o que pode acontecer se tentarem algo novo, como por exemplo, derreter o vidro a uma temperatura diferente. Funcionários da Corning abrem um forno de 1.600 °C onde o vidro é derretido em um dos experimentos. (Cortesia: MIT) Potenciais produtos passam por todo tipo de teste, traumas e diferentes métodos de fabricação para que os cientistas descubram como tudo isso afeta as propriedades do vidro. Por exemplo, lá pode-se observar: Uma máquina dobrar repetidamente um pedaço fino de vidro para eles verem quanto tempo esse vidro pode aguentar… Outra máquina dobrar o vidro em dois até ele quebrar com um forte barulho… Especialistas em fractografia – ciência que estuda os processos mecânicos que levam à propagação de fendas e fissuras, diminuindo a resistência do material – usarem máquinas personalizadas para medir a pressão necessária para fraturar o vidro… Com microscópios, os pesquisadores estudam os padrões dessas fraturas. Sabe-se que o vidro mais forte irá fraturar com um grande número de rachaduras; Vidros mais frágeis quebram em apenas algumas partes. Materiais que passam nos testes poderão ser usados em telefones celulares e outras superfícies.
Sob uma lente polarizada, listras coloridas indicam a tensão mecânica dentro de um vidro experimental. A iridescência nesta amostra sugere que quebrará facilmente e que os pesquisadores devem alterar as condições de processamento. (Cortesia: MIT) A maior parte da pesquisa concentra-se em novos processos de fabricação e em melhorias de produtos existentes, como o Gorilla Glass.
Esta espiral de vidro ultrafina foi cortada com um novo processo de usinagem a laser. (Cortesia: MIT) Mas, os cientistas também estão inventam coisas novas. Um dos projetos recentes de Ellison, por exemplo, foi recriar o vidro usado para fazer o Cálice de Licurgo, da Roma do século IV, que quando iluminado pela frente, tem a cor verde jade, mas, quando iluminado por trás, sua coloração muda para vermelho sangue.
O cálice de Licurgo de 1.600 anos que muda de cor já usava princípios da nanotecnologia (Cortesia: Amusing Planet) FONTES: technologyreview.com/s/303464/inside-the-far-out-glass-lab // http://ofuturodascoisas.com/vidros-flexiveis-vao-fazer-parte-do-seu-dia-a-dia/

sábado, 25 de fevereiro de 2017

CONHEÇA 5 INVENÇÕES INCRÍVEIS QUE PODEM SER REALIDADE EM BREVE

Com o tempo, ficamos tão acostumados com os objetos ao nosso redor que não reparamos no quão difícil foi conceber tudo aquilo. Pense em seu smartphone, por exemplo. Já imaginou a sua vida sem ele? É mais um menos isso que pode acontecer com as invenções incríveis a seguir. Esses são itens que vão surpreender você e podem mudar o mundo como o conhecemos.

1. Ubiquitous Energy

Ao falarmos de energia solar, todo mundo imagina aqueles gigantescos painéis que ficam sobre as casas. Porém, essa não é a única forma de aproveitar a energia proveniente do Sol. Além de caros, esses painéis solares possuem uma eficiência energética que acaba não compensando o investimento. Porém, a empresa Ubiquitous Energy acaba de trazer uma solução realmente inovadora para a categoria de invenções incríveis. Trata-se de um adesivo que possui células fotovoltaicas capazes de transformar a energia solar em eletricidade. Embora possua uma eficiência de apenas 1% (bem abaixo dos 20% dos painéis solares), o custo de produção desse material acaba tornando-o uma solução muito mais viável e plausível.

2. CO2ube

O excesso de dióxido de carbono na atmosfera tem provocado diversos problemas ecológicos. Além disso, ele é apontado como um dos principais causadores do efeito estufa, o processo que causa o aumento na temperatura do planeta. Apesar de sabermos disso, mais de 1 bilhão de veículos movidos a combustíveis fósseis emitem grandes quantidades de dióxido de carbono todos os dias. Ao buscar uma solução barata e eficiente para isso, os jovens Param Jaggi e Johnny Cohen, escolhidos pela Forbes como uma das 30 pessoas com menos de 30 anos mais importantes do mundo, criaram o CO2ube . O tubo especial, que tem um custo de cerca de US$ 30, é posicionado na saída do escapamento de veículos, permite transformar os resíduos da combustão, entre eles o dióxido de carbono, em substâncias que não fazem mal à natureza. Dentro do tubo, a fumaça passa por filtros especiais contendo algas desenvolvidas em laboratório e um processo químico bastante básico, resultando em água, carbonato de sódio (sal translúcido e não prejudicial ao meio ambiente), oxigênio e açúcares. Por se tratar de um processo natural de filtragem, o CO2ube possui um prazo de validade que vai de oito a dez semanas.

3. Starpath

Se a alternativa aos painéis solares já impressionou você, prepare-se para conhecer o SolarPath. Essa é uma solução sustentável para a captação de energia solar que pode ser aplicada em qualquer tipo de pavimento. Sua superfície capta os raios solares e os converte em energia, o que é utilizado para iluminação durante o período da noite. Além do efeito espetacular, o StarPath substitui parte da iluminação pública. Dessa forma, diminui-se os custos e o uso da energia padrão, que vem de hidroelétricas e estações nucleares.

4. E-Nable

Próteses são fundamentais para ajudar deficientes físicos a terem uma vida independente e recuperarem a autoestima. Contudo, elas chegam a custar milhares de dólares para serem produzidas, o que inviabiliza seu uso por pessoas de baixa renda. Com as impressoras 3D, entretanto, a tarefa de criar e imprimir uma prótese tem ficado cada vez mais simples. Para estimular isso e ajudar milhares de crianças deficientes em todo o mundo, foi criada a E-Nable , ou Enabling the Future. Essa é uma plataforma colaborativa que incentiva a troca de modelos detalhados tridimensionais e fomenta o debate sobre impressão de próteses. Do projeto participam engenheiros, fisioterapeutas, médicos e entusiastas da impressão 3D, que não raro oferecem seu conhecimento e recursos para imprimir próteses para crianças desconhecidas, em uma atitude realmente nobre. 5. Biomatrix Floating Islands
Não é preciso se esforçar muito para notar os estragos de um ecossistema insustentável. As cidades poluem os rios mais do que o ser humano é capaz de despoluir. Para tentar contra-atacar esse cenário, a Biomatriz Water criou uma solução no mínimo curiosa. Trata-se da Biomatrix Floating Islands, uma série de ilhas artificiais ecológicas modulas que são capazes de acelerar a recuperação natural de um rio. Isso é feito ao estimular a presença de microorganismos “do bem”, que utilizam os poluentes como alimento e permitir que raízes de plantas fiquem em contato direto com a água, servindo de abrigo para peixes e outras formas de vida. Por meio disso, a biodiversidade do rio se mantém ainda mais vida. A poluição é decomposta pela própria natureza, sem qualquer produto químico seja utilizado. Essa é uma bela forma de revitalizar os rios e tornar as grandes cidades lugares mais bonitos. FONTE: http://ahduvido.com.br/invencoes-incriveis-podem-mudar-mundo

sábado, 29 de agosto de 2015

TREM FUTURISTA HYPERLOOP FICA MAIS PRÓXIMO DE VIRAR REALIDADE

Era 2013 quando o fundador da SpaceX e CEO da Tesla, Elon Musk, anunciava o conceito do futurista Hyperloop. Sua proposta consistia em construir uma rede elevada de tubos pneumáticos onde passageiros poderiam viajar entre dois pontos – nesse caso entre São Francisco e Los Angeles, a uma velocidade de 1.223 Km/h. "O Hyperloop é um novo tipo de transporte... tanto rápido e barato para pessoas e coisas. O Hyperloop é também um conceito de design aberto e único, similar ao Linux. Desejamos ter retorno da comunidade que possa ajudar a avançar seu design e trazer o conceito para a realidade”, escreveu ele em 2013. Bem, dois anos depois, o sonho de Musk está mais próximo de ser realizado. Recentemente, a Hyperloop Transportation Technologies (HTT) anunciou que assinou para trabalhar com a empresa de tecnologia a vácuo, a Oerlikon Leybold Vacuum e a empresa de engenharia Aecom. Segundo informações da Wired, as duas companhias trocarão suas respectivas expertises em troca de ações da companhia. Somam-se agora ao lado de engenheiros da SpaceX, Boeing e NASA. "Estamos orgulhosos em fazer parte deste projeto emocionante e inovador ao entregar nosso know-how em tecnologias de vácuo para este conceito e, portanto, ajudar o Hyperloop a se tornar realidade", escreveu Dr. Martin Fuellenbach, executivo-chefe da Oerlikon Leybold Vacuum, em comunicado. "Nós vamos contribuir com o fornecimento de nossa grande experiência [e] com os cálculos necessários para criar e manter o vácuo parcial que é necessário para alcançar velocidades tão altas”, completou.
O sistema do Hyperloop consiste em um canal de baixa pressão com cápsulas que são transportadas em baixas e altas velocidades ao longo do canal. As cápsulas são suportadas sobre uma ‘almofada’ de ar, contendo ar pressurizado e elevação aerodinâmica. Elas são aceleradas através de um acelerador magnético, explicou o próprio Musk em 2013. Já os passageiros iriam pegar o Hyperloop em estações localizadas nas extremidades do tubo ou ao longo do trem futurista. “Eu não acredito que as barreiras de construção são significativas comparadas a outras tecnologias que estão aí hoje”, disse Carl Brockmeyer, chefe de negócios da Oerlikon em entrevista a Wired. Como lembra a publicação americana, a parceria com as duas companhias significa um grande reforço, sugerindo que o protótipo pode se tornar algo real e não só projeções de um filme de ficção científica. Da mesma forma, mostra que o projeto tem o seu valor e é possível. Vale lembrar que as duas empresas não são iniciantes nas tecnologias que manipulam. A Oerlikon está no mercado de tecnologia a vácuo há cem anos. Já a Aecom é responsável por grandes projetos de arquitetura e infraestrutura, caso do túnel Crossrail que está sendo construído no subsolo de Londres e o Barclays Center, no Brooklyn. “De um ponto de vista técnico, não é um desafio. Nós estamos acostumados a aplicações ainda mais ambiciosas e complexas”, completa Brockmeyer. FONTE: idgnow.com.br/mobilidade/2015/08/25/trem-futurista-de-elon-musk-esta-mais-proximo-de-se-tornar-realidade/

segunda-feira, 30 de junho de 2014

CONHEÇO OS 8 FENÔMENOS CLIMÁTICOS RAROS QUE PARECE REAIS

Alguns fenômenos climáticos são tão bizarros e/ou raros que é muito difícil de imaginá-los. Sem presenciá-los, mal dá para acreditar que são reais. Mas são. Veja com seus próprios olhos: 1. Eventos luminosos transientes
Conhecidos pela sigla TLE, do inglês “transient luminous events”, eventos luminosos transientes são eletrometeoros caracterizados por emissões ópticas de curta duração e de luminosidade muito menor do que um relâmpago comum. Estes fenômenos ocorrem apenas na alta atmosfera da Terra, na borda do espaço. Eles são geralmente agrupados em: jets (os azuis), sprites (os vermelhos) e elves (os roxos). Na maior parte do tempo, os fenômenos (que no caso dos elves podem ter até 300 quilômetros de largura) duram menos de um segundo, o que faz com que as pessoas pensem que simplesmente imaginaram o flash de cor no céu. Eles podem, contudo, ser vistos a olho nu durante o dia. ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=zlW1hkb2VHU 2. Brilho verde
Um brilho verde ou raio verde é um fenômeno óptico raro que geralmente ocorre ao nascer ou ao pôr-do-sol, quando uma pequena mancha verde fica visível por um curto período de tempo acima ou próxima do sol. A mancha geralmente dura apenas alguns segundos a cada vez. Esta ocorrência incrível é causada pela refração da luz na atmosfera. Devido a densidade do ar, a luz solar segue caminhos ligeiramente curvos, na mesma direção que a curvatura da Terra. Maiores frequências de luz (verde, azul) se curvam mais que as menores (laranja, vermelho), sendo que os tons mais quentes se obstruem. Brilhos verdes são reforçados pela inversão atmosférica, que aumenta a densidade gradiente e, por consequência, a refração luminosa. ASSISTA O VIDEO:https://www.youtube.com/watch?v=jYkwmW0rGrM 3. Relâmpago bola
Um raio ou relâmpago globular (popularmente conhecido como relâmpago bola) consiste numa descarga elétrica em forma circular. O fenômeno ainda não foi totalmente explicado pela ciência, mas sabe-se que tem certa estabilidade, geralmente dura apenas alguns segundos e seu tamanho pode variar entre alguns centímetros a um metro. Esse fenômeno extremamente raro só ocorre em circunstâncias ideais, e pode causar grandes danos (como queimar objetos próximos). ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=fsu8IaaVsvk 4. Pilar de sol
Pilar de sol é um fenômeno óptico que ocorre quando o ar está extremamente gelado durante o nascer ou o pôr-do-sol. Cristais minúsculos de seis lados são formados em nuvens de grandes altitudes, caem para as camadas atmosféricas inferiores e a resistência do ar os alinha com o chão de tal maneira que a luz do sol reflete neles, criando um pilar surpreendente de luzes que se estende para o céu até que o sol finalmente se põe ou se move para fora da posição ideal. 5. Tornado de fogo
Tornados de fogo, também conhecidos como redemoinhos de fogo e demônios de fogo, são tornados induzidos pelo fogo e muitas vezes feitos de chamas. Eles ocorrem quando ar quente encontra ar turbulento. Felizmente, raramente se tornam grandes tornados, são incomuns e normalmente duram cerca de apenas 2 minutos. ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=8igzgqOb4os 6. Halo
Halos se formam em torno do sol e são causados por cristais de gelo sendo refratados pelos raios solares na atmosfera superior. Muitas vezes, mais de um arco ou círculo cerca o sol, formando o que é chamado de “cachorro do sol”. Halos também podem se formar ao redor da lua, ou, em circunstâncias ideais, em estrelas e planetas como Vênus. 7. Miragem
Uma miragem ocorre quando a luz é “dobrada” para produzir uma imagem deslocada de um objeto (frequentemente corpos de água) distante, que muitas vezes parece estar flutuando um pouco acima do horizonte. O fenômeno é um tipo de ilusão de ótica, que normalmente aparece acima de superfícies quentes (daí a ligação entre miragens e desertos). Ao contrário de uma alucinação, a miragem realmente “existe” e pode ser capturada em câmera, embora seja um truque da luz e dos olhos. 8. Arco-íris lunar
Arco-íris lunar ou arco lunar é um arco-íris que ocorre por conta da refração da luz, assim como um arco-íris “normal” (que é formado pelo resultado de uma refração da luz do sol). Mas, no caso do lunar, ele é causado não pela luz direta do sol, mas sim por aquela que é refletida pela lua. Além disso, ele é mais difícil de se observar porque são necessárias algumas condições para se formar: a época mais favorável é na lua cheia, particularmente antes e depois da fase minguante, e se essa lua estiver em baixa altitude no céu. FONTE:http://www.earthporm.com/8-natural-weather-phenomena-wont-believe-real/

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PROTÓTIPO DE REATOR DE NÊUTRONS RÁPIDOS GANHA VIDA NA RÚSSIA

Usina nuclear, Beloyarsk (Rússia). Um reator de nêutrons rápidos BN-800, o primeiro na história moderna da Rússia, que deverá se tornar protótipo de reatores comerciais para o setor de energia nuclear do futuro, começou a funcionar esta sexta-feira na usina nuclear de Beloyarsk após uma reação nuclear em cadeia controlada ter sido lançada nele. O BN-800 é um reator de nêutrons rápidos e com refrigerante de sódio líquido. Unidades geradoras com reatores "rápidos" poderão diversificar significativamente as modalidades de combustível utilizadas na energia nuclear, minimizando ao mesmo tempo os resíduos radioativos devido à circulação do combustível nuclear em ciclo fechado. Muito poucos países possuem tecnologia de nêutrons rápidos, e a Rússia é o líder mundial neste campo. Operando as varas reguladoras, os especialistas lançaram o processo de crescimento controlado do fluxo de nêutrons na zona ativa do BN-800 para iniciar uma reação em cadeia auto-sustentável. E o reator, como dizem metaforicamente os especialistas, "ganhou vida". FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_27/Prototipo-de-reator-para-usinas-nucleares-de-amanha-ganha-vida-na-Russia-1121/

domingo, 8 de junho de 2014

CONHEÇA 10 REALIDADES FASCINANTES SOBRE A VIA-LÁTEA

10. O braço de Orion
A Via Láctea é o que uma galáxia espiral barrada – tem o formato de uma espiral com uma barra em frente do seu centro. Cerca de dois terços das galáxias no universo conhecido são espirais, e cerca de dois terços das galáxias espirais são barradas, fazendo da Via Láctea um dos tipos mais comuns de galáxias. Espirais como a Via Láctea têm braços que se estendem para fora do centro como raios de uma roda e se enrolam em seu redor. O nosso sistema solar está situado no centro de um desses raios – o braço de Orion. O Braço de Orion já foi considerado um ‘estímulo’, uma saliência menor em comparação com braços principais, como o braço Perseus e o braço Carina-Sagitário. No entanto, tem sido sugerido recentemente que o Orion é realmente um ramo do Braço de Perseu e não se origina no centro da galáxia. O problema é que é difícil realmente obter uma imagem clara da nossa galáxia. 9. Buraco negro supermassivo
O menor buraco negro supermassivo que calculamos tem cerca de 200.000 vezes a massa do nosso sol. Nos últimos 10 anos, os astrônomos têm vindo a acompanhar a atividade de estrelas em órbita ao redor de Sagitário A*, a região densa no meio da espiral da nossa galáxia. Com base na forma como essas estrelas estão a mover-se, eles determinaram que no meio de Sagitário A*, escondido atrás de uma espessa nuvem de poeira e gás, está um buraco negro supermassivo. Quando as estrelas se aproximam do buraco negro supermassivo, elas começam a girar em torno dele a uma velocidade incrível. Uma das estrelas mostradas, S0-2, move-se a 18 milhões de km por hora, com a influência do buraco negro a puxá-lo para perto e a atirá-la para fora do outro lado. E mais recentemente, temos visto uma nuvem de gás a aproximar-se do buraco negro e, em seguida, ser rasgada em pedaços pela enorme força gravitacional do buraco. 8. Géiseres de partículas
Além de um buraco gigante, o centro da Via Láctea é também o local de uma enorme quantidade de atividade de estrelas que estão a morrer e a nascer a um ciclo constante. E, recentemente, temos visto outra coisa a sair do centro galáctico: um fluxo de partículas de alta energia que se estende por 15 mil parsecs através da galáxia. Isso é mais do que a metade de toda a largura da Via Láctea. Eles são invisíveis a olho nu, mas com imagens magnética, os géiseres de partículas podem ser vistos em quase dois terços do nosso céu. O que está a causar esse fenômeno? Cem milhões de anos de formação de estrelas e a sua decadência, alimentando um jato interminável de braços exteriores da galáxia. A energia total no géiser é mais de um milhão de vezes maior que a de uma supernova e as partículas estão a viajar a velocidades supersônicas. 7. Novas estrelas
Então, quão frequente é o nascimento de uma nova estrela na em nossa galáxia? Essa é a pergunta que o Dr. Roland Diehl e a sua equipa de astrônomos têm tentado descobrir há anos. Eles mapearam a presença de alumínio-26, um isótopo de alumínio que é quase sempre encontrado na região onde uma estrela se forma ou morre. Com base na forma como este alumínio tem deteriorado, eles estimam que a Via Láctea dá à luz 7 estrelas por ano. E cerca de duas vezes por século, uma grande estrela explode em supernova. No reino da atividade galáctica, a Via Láctea não é o maior produtor de estrela, mas é saudável. Quando uma estrela morre, ele vomita matéria como hidrogênio e hélio para o espaço. Ao longo de centenas de milhares de anos, essas partículas reunem-se em nuvens moleculares, que eventualmente se tornam tão densas que o seu centro colapsa sob a sua própria força gravitacional e forma uma nova estrela. É como um ecossistema morto que alimenta a vida. As partículas numa determinada estrela eram provavelmente parte de milhares de milhões de outras estrelas em algum ponto. O fato é que a Via Láctea é ativa e impulsiona a sua evolução química levando à formação de novos ambientes e aumentando a probabilidade de planetas semelhantes à Terra surgirem nesse processo. 6. 100 bilhões de planetas
Apesar de todas as mortes e nascimentos de estrelas na Via Láctea, há uma constante total de cerca de 100 mil milhões de planetas. E com base num novo estudo, acredita-se que há pelo menos um planeta por cada estrela a flutuar, e provavelmente mais. Por outras palavras, há algo entre 100 mil e 200 mil milhões de planetas no nosso canto do universo. Os planetas, ao contrário das estrelas, são difíceis de detectar, porque eles não emitem a sua própria luz. A única vez que podemos identificar um planeta com certeza é quando cruza entre a estrela mãe e a Terra, criando uma pequena mancha escura. 5. Milhões de planetas semelhantes à Terra Cem mil milhões de planetas são muitos planetas, mas quantos desses são semelhantes à Terra? Relativamente falando: não muitos. Existem dezenas de diferentes tipos de planetas gigantes de gás, planetas de pulsar, anãs castanhas, e planetas onde chove metal fundido. Até mesmo os feitos de rocha são geralmente demasiado próximos ou longe da sua estrela para suportar qualquer coisa que se assemelhe à vida, como nós a conhecemos. No entanto, os resultados de um estudo recente revelaram que pode haver mais do que se pensava na nossa galáxia – estimando existirem cerca de entre 11 mil e 40 bilhões. Os pesquisadores usaram uma amostra de 42.000 estrelas semelhantes ao nosso sol, para partir em busca de exoplanetas dentro da lendária “Zona habitável”. Eles descobriram 603 exoplanetas em torno dessas estrelas, e 10 deles na zona habitável. Analisando os dados das estrelas permitiu aos cientistas deduzir a existência de milhares de milhões de planetas semelhantes que ainda temos de descobrir oficialmente. Teoricamente, estes planetas podem manter as temperaturas adequadas para a água líquida, o que facilitaria a semente da vida. 4. Galáxia canibal
Não importa quantas vezes uma estrela nasce, não há nenhuma maneira da Via Láctea crescer se não for buscar nova matéria a outro lugar. E a Via Láctea está definitivamente a crescer. Apesar de anteriormente não se ter certeza exatamente de como o crescimento estava a acontecendo, descobertas recentes sugerem que a Via Láctea é um canibal – consumiu outras galáxias no passado e provavelmente continuará a fazê-lo, pelo menos até uma galáxia maior aparecer e puxar a Via Láctea. Usando o Telescópio Espacial Hubble e as informações de cerca de sete anos de fotos, os pesquisadores descobriram estrelas ao longo da borda externa da Via Láctea, que estavam a mover-se de forma tangencial. Em vez de se mover para perto ou para longe do núcleo da Via Láctea, como qualquer outra estrela, apenas ocorria uma espécie de deriva de lado. Acredita-se que esse aglomerado de estrelas seja um remanescente de uma outra galáxia que foi absorvida pela Via Láctea – migalhas que sobraram da sua última grande refeição. Foi uma colisão provavelmente ocorrida há milhares de milhões de anos, e que não será a última a acontecer. No ritmo a que nos estamos a movendo, vamos provavelmente comer a galáxia de Andrômeda daqui a cerca de 4,5 Bilhões de anos. 3. Ondulação da Via Láctea
Embora a Via Láctea seja uma espiral, por definição, não é uma maneira inteiramente correta de pensar sobre isso, uma vez que há realmente uma protuberância no centro da galáxia. A secção deformada é o resultado de moléculas de gás de hidrogênio que se estendem para longe do plano bidimensional da espiral. Os astrônomos foram mistificados pela deformação aparentemente inexplicável. Pela lógica, o gás deve ser puxado em direção ao disco, não para longe dele. Quanto mais eles estudaram, mais profundo o mistério correu – porque as moléculas na urdidura não se estão apenas a afastar, elas estão a vibrar buma frequência própria. O que está a causando isso? Tanto quanto podemos dizer, a matéria escura e um duo de pequenas galáxias conhecidas como as Nuvens de Magalhães. Quando a matéria escura se move por entre as nuvens, cria ondulações que, aparentemente, afetam a sua atração gravitacional sobre a Via Láctea. 2. Galáxia gêmea
Enquanto a Via Láctea pode ser única em muitos aspectos, é seguro dizer que ela não é exatamente rara. Já mencionamos que as galáxias espirais são um dos tipos mais comuns no universo, adicione a isso o fato de que há cerca de 170 mil milhões de galáxias visíveis, e não seria exagero imaginar que poderia haver algumas galáxias lá fora muito semelhante à nossa. Mas existirá alguma que é quase uma réplica exata da nossa? Em 2012, os astrónomos descobriram uma galáxia que partilha uma semelhança com tudo o que sabemos sobre a Via Láctea. Ela até tem duas galáxias pequenas satélite a orbitá-la, perfeitamente correspondente às nossas próprias Nuvens de Magalhães. E isso é raro, apenas 3% das galáxias espirais têm galáxias companheiras assim, e elas não duram muito tempo. As Nuvens de Magalhães, provavelmente dissipam-se em poucos milhares de milhões de anos, uma tarde agradável na escala de tempo cósmica. Para encontrar uma outra espiral barrada com um supermassivo buraco negro no centro que também tem duas galáxias satélites do mesmo tamanho é altamente improvável. Chama-se NGC 1073, e é tão semelhante que os astrónomos estão realmente a usá-la para aprender mais sobre a nossa própria galáxia. Uma vez que estamos muito profundamente enraizados para qualquer tipo de perspectiva sobre a Via Láctea, NGC 1073 dá-nos essa visão top-down que nós sempre precisamos para estudar totalmente a nossa própria vizinhança. 1. Uma órbita de 250 milhões de anos
Na Terra, um ano é determinado pela quantidade de tempo que leva o planeta a orbitar o sol. A cada 365 dias, estamos de volta a onde começamos, de modo geral. Faz sentido, então, que todo o nosso sistema solar esteja em órbita do buraco negro no centro da Via Láctea. Isso só demora um pouco mais de tempo, aproximadamente 250 milhões de anos, para cada rotação. Por outras palavras, nós fizemos cerca de um quarto de uma única órbita desde que os dinossauros morreram. As descrições do sistema solar raramente mencionam que ele está a girar através do espaço, assim como tudo o resto. Na verdade, estamos a viajar a cerca de 792.000 quilômetros por hora em relação ao centro da Via Láctea. Cada vez que o Sol dá a volta à Via Láctea, diz-se tratar-se de um ano galáctico, ou ano cósmico. Estima-se que houve apenas 18 anos galácticos na história do nosso sol. fontes:Listverse/Ciência Online

segunda-feira, 2 de junho de 2014

TELETRANSPORTE: SERÁ QUE UM DIA SER TORNARÁ REALIDADE?

Ônibus lotados, engarrafamentos monstruosos, risco de atropelamento ou assalto. Não seria uma beleza se pudéssemos simplesmente nos teleportar para a faculdade ou escritório? Infelizmente, mesmo com todo o conhecimento acumulado pela ciência até agora, o teletransporte de objetos ou pessoas permanece uma ideia absurda. Na escala atômica, a história é outra: há alguns anos, cientistas conseguiram “teleportar” uma partícula a uma distância de 16 quilômetros. Colocamos entre aspas porque, na verdade, eles não teleportaram exatamente a partícula, mas suas informações quânticas – o que não deixa de ser um feito surpreendente. Para isso, eles usaram um fenômeno chamado de “emaranhamento”, no qual duas partículas estão ligadas e sofrem influência mútua independentemente da distância. Mesmo Einstein, com suas teorias revolucionárias, ficou chocado quando observou o fenômeno pela primeira vez. Para teleportar um objeto, então, seria preciso “emaranhar” suas partículas com outras no local de destino. Ainda assim, as informações do objeto inicial teriam de ser transportadas através de ondas de rádio, por exemplo. Portanto, nada de viagens interestelares feitas em segundos, como acontece na série Jornada nas Estrelas. Mil barreiras Outro problema é que seria necessário ter partículas prontas para receber as informações. “Você precisaria de dois equipamentos – um gerador de emaranhamento no ponto A e um receptor de emaranhamento no ponto B”, explica o físico Sidney Perkowitz, da Universidade Emory, em Atlanta (EUA). Quem prestou atenção até aqui terá percebido que, com esse modelo, um objeto não seria transportado realmente, mas clonado. Para piorar, só o fato de analisar as informações quânticas já poderia destruir o objeto original – é o famoso Princípio da Incerteza de Heisenberg, segundo o qual a simples observação de uma partícula já altera seu comportamento. Se já é complicado teleportar partículas, imagine objetos mais complexos, como células ou corpos inteiros. “O único teletransporte já observado foi o de informações quânticas, como o spin de um elétron”, lembra o físico. São informações relativamente simples. Para teleportar coisas maiores (e, portanto, informações infinitamente mais complexas), seria preciso um tempo monstruoso. O buraco é mais embaixo Enquanto o emaranhamento não ajuda, há quem aposte em uma teoria diferente (mas tão exótica quanto): a dos Buracos de Minhoca, túneis hipotéticos ligando pontos diferentes no tempo e no espaço. Para gerá-los, dizem os cientistas, seria preciso lidar com forças exóticas, as quais sequer sonhamos em dominar. Em suma, “teletransporte é impossível para o nosso conhecimento atual”, diz Perkowitz. Parece que não vamos abandonar os ônibus lotados tão cedo. FONTE:LifesLittleMysteries.com/2581-science-ficction-fact-teleporter-beam.html

sábado, 31 de maio de 2014

O "GOLPE MORTAL" NAS ARTES MARCIAIS EXISTE NA VIDA REAL?

O “golpe mortal”, também conhecido como o “toque da morte”, é um suposto movimento das artes marciais que, ainda que pequeno e mínimo, pode resultar letal a quem recebe. Ou ao menos essa é sua fama. A pergunta óbvia é, claro, se apesar de tanta ficção e falatório em torno deste toque, ele existe para valer? Funciona tal e qual vemos no cinema, televisão e outras montagens?
Tecnicamente dito movimento conhecido como dim mak -um termo chinês que significa o golpe que exerce pressão contra uma artéria-, segundo seus praticantes, tem um efeito retardado que pode provocar a morte repentina de quem o recebe até com vários meses de diferença. Ainda que exista a história de que Bruce Lee morreu por castigo divino por ser ateu, a mais difundida dá conta que ele foi vítima de um dim mak, inclusive memes conspiranóicos indicam que este teria sido realizado por Chuck Norris, como vingança por ter sido ridicularizado por seu mestre Bruce Lee. Um dos primeiros registros da sua existência data do Bubishi, o tratado canônico de artes marciais que começou a ser redigido no século XVII, onde o dim mak é mencionado, ainda que não digam os detalhes de sua execução. Medicamente o “toque da morte” está associado com uma complicação conhecida com o nome de Commotio cordis, a morte súbita que acontece quando um golpe no peito interrompe o ritmo cardíaco. Não causa danos ao coração, mas sim na estimulação elétrica do batimento: bastam entre 10 ou 30 milisegundos de interrupção para provocar a morte. O dim mak é também muito explorado pelo cinema como a compressão prolongada da artéria carótida, o que tem como efeito a diminuição da irrigação sanguínea no cérebro e a consequente perda da consciência. Contudo, o “toque da morte” é um dos movimentos mais misteriosos das artes marciais, tanto que nem sequer é totalmente seguro que possa ser identificado a integridade com o dim mak ou com as conseqüências fisiológicas que descrevemos até aqui. fontes:io9 /mdig

sexta-feira, 30 de maio de 2014

CONHEÇA 22 LUGARES INCRÍVEIS QUE VC PODERIA JURAR QUE NÃO SÃO REAIS...MAS ELES SÃO!

Eis aqui uma bela seleção de imagens que mostram diversos lugares lindos ao redor do mundo. São lugares fantásticos, uns obras exclusivas da natureza, outros tiveram uma ajudinha de mãos humanas. Veja essa galeria épica de lugares que qualquer um gostaria de conhecer para comprovar sua existência. 1. Deserto de sal de Uyuni, Bolívia
2. Lago Hillier, Austrália
3. Floresta de bambu, Japão
4. Praia vermelha, Panjin, China
5. Lago Retba, Senegal
6. Monte Roraima, América do Sul (tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana)
7. Cavernas de gelo de Mendenhall, Alasca
8. Hitachi Seaside Park, Japão
9. Túnel do amor, Ucrânia
10. Túnel de glicínia, Japão
11. Campo de lavanda, França
12. Rua em Bonn, Alemanha
13. Campo de flor de canola, China
14. Floresta Negra, Alemanha
15. Campo de chá, China
16. Mina de Naica, México
17. Takinoue Park, Japão
18. Antelope Canyon, Estados Unidos
19. Zhangye Danxia, China
20. Hang Son Doong, Vietnã
21. Campo de tulipas, Holanda
22. Montanhas Tianzi, China
Fonte: Bored Panda