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domingo, 16 de agosto de 2015

QUAL É O MELHOR PARA EMAGRECER: REDUZIR CARBOIDRATO OU GORDURA?

Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal. Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.

A teoria

Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal. Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal. No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos. O estudo Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento. Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto. Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas. A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.

Resultados

No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato. No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura. “Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”. Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano. A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos. “Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”. Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir. fonte: medicalxpress.com/news/2015-08-low-fat-diet-results-fat-loss.html

segunda-feira, 7 de julho de 2014

QUER EMAGRECER? CORTE AS BEBIDAS ALCOÓLICAS

Não resistiu às comidas gostosas das festas de final de ano e quer emagrecer? Reduza o consumo de cerveja, vinho e demais bebidas alcoólicas. A maior parte das pessoas conta apenas as calorias das comidas que ingere, e se esquece das bebidas. Isso é um erro, pois as “calorias líquidas” só perdem para a gordura em questão de valor energético. A gordura tem nove calorias por grama, enquanto a mesma quantidade de álcool contém sete. Isso quer dizer que meio litro de cerveja equivale a uma barra de chocolate, enquanto um copo de 250 ml de vinho branco tem cerca de 200 calorias – o mesmo que mais de dois biscoitos de chocolate ou um pacote de batatas fritas. Ir para o bar é quase o mesmo que ir para uma confeitaria. O Fundo Mundial para Pesquisas de Câncer diz que subestimar as calorias das bebidas é uma das principais razões para o fracasso das dietas. A redução do álcool pode ajudar as pessoas a perderem peso, e ainda pode reduzir o risco de câncer. Estar acima do peso é o maior fator de risco de câncer, depois de fumar. Além disso, pesquisas apontam que beber meio litro de cerveja todos os dias aumenta em cerca de 20% o risco de uma pessoa desenvolver câncer de fígado e de intestino. FONTES: dailymail.co.uk/health/article-2255958/The-secret-weight-loss-Ditch-booze-dieters-told.html/ ibtimes.co.uk/articles/419822/20130102/alcohol-fattening-calories-new-year-diet-cutting.htm

sábado, 31 de maio de 2014

OS SUPLEMENTOS PARA EMAGRECER TÊM EFEITOS MUITOS PERIGOSOS

Em um artigo publicado na revista American Journal of Public Health, a Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (SEEDO) adverte sobre os perigos dos suplementos dietéticos. Segundo os autores da pesquisa, estes suplementos são as novas gerações das pílulas "rainbow", que foram proibidas nos anos 90 devido a sua periculosidade. Alguns deles contêm derivados de anfetaminas, com benzodiazepinas, bloqueadores beta e outros compostos com muitos efeitos adversos para o organismo. Para poder burlar a estrita normatização existente sobre os fármacos, estes produtos não são apresentados no mercado como fármacos, senão como suplementos alimentícios. Ademais, os novos canais de comercialização como a Internet favoreceram sua rápida propagação entre os consumidores. - "Existe um monte de páginas na Internet que promovem produtos milagrosos para a perda de peso e é um tema também recorrente em fóruns, mas não há que perder de vista que estes podem ser produtos perigosos que em muitas ocasiões não passaram em nenhum controle sanitário, e isto pode causar graves efeitos colaterais e inclusive mortes", explica Albert Goday, um dos autores e presidente da SEEDO. "De fato, em estudos anteriores conseguimos documentar os perigos destes suplementos milagrosos sobre o sistema cardiovascular, renal ou endócrino. Se as pessoas consultassem o médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento ou suplemento evitaríamos muitos problemas". Estes produtos milagrosos prometem uma solução rápida aos problemas de peso e capitalizam a disposição de muitos pacientes a tomar qualquer porcaria que ofereça uma solução sem o esforço que supõe seguir uma dieta ou fazer exercícios para perder peso de forma saudável. Ademais, segundo indicam os especialistas, a sociedade atual tende cada vez mais a automedicar-se, algo que, unido à enorme importância que se concede ao aspecto físico, faz com que o comércio destes produtos seja muito lucrativo, apesar de sua periculosidade. No entanto, as chaves para uma dieta bem sucedida são a alimentação equilibrada e o exercício físico regular, algo que não pode ser substituído por nenhum medicamento "milagroso". FONTE: PubGet.com/paper/22813089/the_return_of_rainbow_diet_pills

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

REMÉDIO PARA EMAGRECER: AINDA NÃO EXISTE PÍLULA MÁGICA E AS QUE ESTÃO EM USO NO MERCADO PODEM SER PERIGOSAS

Pesquisadores da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, recentemente contestaram a segurança de dois medicamentos para perda de peso a longo prazo aprovados no país pela Administração Federal de Drogas (FDA), dizendo que a aceitação do órgão não é nem uma garantia. Os cientistas reanalisaram os dois produtos aprovados em 2012 para a perda de peso a longo prazo – cloridrato de lorcaserin (nome comercial Belviq, da Eisai Inc.) e fentermina/topiramato (nome comercial Qsymia ou Qnexa, da Vivus Inc) – e chegaram à conclusão de que eles não são livres de riscos. Os testes feitos pelos comerciantes das drogas mostraram que elas, juntas de uma dieta de restrição calórica e aumento de exercício físico, foram associadas a uma maior perda de peso em pacientes do que nos que receberam placebo (3% mais a perda de peso com lorcaserin e 7% mais com fentermina/topiramato). O problema é que ambas as drogas têm sido associadas a danos graves. Seus rótulos incluem advertências sobre problemas de memória, atenção, linguagem e depressão. Além disso, os pesquisadores afirmam que os testes de ambas as drogas não puderam concluir que os remédios não causavam danos cardiovasculares importantes. Por conta desse motivo, nenhuma delas está no mercado da Europa, nem do Brasil. A Agência Europeia de Medicamentos relatou que sua probabilidade de aprovar o lorcaserin era baixa, por causa de preocupações sobre possíveis cânceres, distúrbios psiquiátricos e problemas nas válvulas cardíacas. O órgão também rejeitou explicitamente fentermina/topiramato duas vezes – a primeira em 2012 e novamente em 2013. Aparentemente, os EUA acabaram aprovando os remédios quando algumas das preocupações envolvidas com as drogas foram resolvidas pelos fabricantes – mas não as advertências sobre os lesões cardiovasculares graves. No entanto, a FDA permitiu a comercialização dos medicamentos, exigindo das empresas apenas a realização de testes pós-aprovação para avaliar os danos, o que os cientistas consideram um absurdo. “A decisão do FDA de aprovar ambas as drogas e exigir testes pós-aprovação em vez de segurança pré-aprovação é preocupante”, disseram os pesquisadores Drs. Steven Woloshin e Lisa Schwartz. “Nós não concordamos. Embora as opções de tratamento sejam limitadas, a obesidade não é uma emergência – nem sequer é uma doença, mas sim um fator de risco para doenças”. No Brasil, apenas dois medicamentos para emagrecer são aprovados pelo Ministério da Saúde – o orlistat e a sibutramina, utilizados para combater a obesidade. Ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, importação, comercialização, manipulação e uso do insumo farmacêutico ativo lorcaserin. Qnexa também não é vendido por aqui. Porém, os remédios comercializados no nosso país também não são um mar de rosas e possuem seus riscos. Remédios para emagrecer são bons ou ruins? A sibutramina trabalha aumentando a sensação de saciedade, mas também pode aumentar a pressão e os batimentos do coração – pessoas com IMC menor de 30, com mais de 65 anos, crianças e adolescentes com histórico de diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto, doenças no coração ou transtornos psiquiátricos devem evitar esse medicamento. O orlistat impede a gordura de ser absorvida pelo corpo e seus efeitos colaterais incluem dor abdominal, urgência fecal, fezes gordurosas, desordem dentária, aumento do número de evacuações, dor de cabeça, dor nas costas, ansiedade, infecção no trato respiratório superior, gripe, edema, febre e pressão arterial baixa. No geral, o Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (CEBRIM) afirma que a utilização de drogas contribui apenas de forma modesta e temporária para a redução de peso, por isso elas nunca devem ser usadas como única forma de tratamento. Além disso, há preocupações com reações adversas graves e desenvolvimento de dependência. FONTES:Science20, G1, G1 2, BVS, TuaSaude

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

COMA CHOCOLATE PARA EMAGRECER

Segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o consumo moderado de certos tipos de chocolate – os mais puros – pode reduzir a deposição de gordura por caloria e compensar as calorias extras de seu consumo. Na pesquisa foram analisadas informações de 1.018 pacientes, homens e mulheres, sem problemas de diabetes, colesterol ou cardiovasculares. Os participantes responderam a perguntas sobre seus hábitos e os adultos que consumiram o chocolate com mais frequência tinham um IMC (índice de massa corporal) mais baixo que aqueles que consumiram chocolate menos frequentemente. Mas que fique claro que o chocolate vendido por aí tem muito açúcar e gordura e esse tipo não contempla o estudo – que não elimina a possibilidade que alguns chocolates elevem o índice de massa corporal.Por isso, prefira os chocolates amargos e meio amargos para se manter em forma. Fonte: MENSHEALTH

segunda-feira, 12 de março de 2012

COMO EMAGRECER COMENDO CHOCOLATE


O que você pensaria se te contassem que existe um tipo de chocolate capaz de controlar seu apetite e ajudá-lo a emagrecer? Pesquisadores americanos fizeram um experimento nutricional com consumidores de chocolate amargo, monitorando os indicadores de saúde relacionados à alimentação, e garantem que ele é um redutor natural de apetite.
Nem todos os chocolates apresentam esse resultado: apenas o chocolate amargo (conhecido como dark chocolate em inglês), ingerido em doses moderadas, proporciona tal efeito. Os pesquisadores, que publicaram seu estudo na revista Nurition and Diabetes (Nova Iorque, EUA), procuraram 16 homens jovens para uma dieta pontuada com porções de dois tipos de chocolate: ao leite e amargo.
A cada trinta minutos, ao longo de cinco horas, os voluntários da pesquisa ingeriam 100 gramas de chocolate amargo ou ao leite, e eram perguntados a respeito de seus níveis de apetite. Aqueles que estavam na “dieta” de chocolate ao leite disseram ter maior vontade de comer alimentos doces e gordurosos.
Para que as impressões não ficassem apenas no discurso, todos os participantes ganharam um almoço ao estilo “tudo-o-que-puder-comer” logo depois do período de testes. Aqueles que passaram o dia à base de chocolate amargo consumiram em média 17 calorias a menos que o outro grupo. Mas qual o motivo dessa diferença?
Dentro do corpo, o que acontece é o seguinte: uma maior quantidade de gordura ajuda o alimento a passar pelo aparelho digestivo (estômago e intestino) mais rapidamente. Existe mais gordura no chocolate ao leite em relação ao amargo. Por essa razão, o amargo permanece mais tempo em digestão, nos dando a sensação de estarmos saciados, e automaticamente com apetite menor.
É preciso, no entanto, tomar cuidado com alguns produtos. O chocolate amargo de fato tem mais cacau e menos gordura que a “concorrência”, o que inclusive ajuda a evitar problemas cardiovasculares e diminuir o risco de diabetes. Mas a quantidade de outros componentes, como o açúcar, varia de acordo com a região em que o chocolate é fabricado.
O Brasil, por exemplo, é o quarto maior produtor de chocolate do mundo, mas as porcentagens de açúcar nas marcas daqui (inclusive nas de chocolate amargo) estão acima da maioria das outras nações representativas do setor. Para que realmente seja possível perder peso comendo chocolate amargo, é necessário analisar as informações nutricionais no verso da embalagem.
FONTE: Rodale

A MAIORIA DOS REMÉDIOS PRA EMAGRECER NÃO FUNCIONA


Uma pesquisadora da Universidade do Oregon revisou estudos sobre os suplementos de emagrecimento, e trouxe más notícias para os que esperam um remédio mágico para perder peso: isso não existe.
Melinda Manore revisitou as evidências de centenas de suplementos para perda de peso, uma indústria que só nos Estados Unidos movimenta U$ 2,4 bilhões (R$ 4,21 bi). De acordo com ela, não existe nenhuma comprovação de eles ajudam aperder peso significativamente, e muitos ainda trazem problemas de saúde.
Alguns produtos, como o chá verde, fibras e suplementos com pouca gordura, podem ter benefícios modestos na perda de peso (cerca de dois quilogramas), mas é importante saber que a maior parte dos remédios foram testados como parte de uma dieta de redução de calorias.
“Para a maioria das pessoas, a não ser que elas alterem a alimentação e comecem a se exercitar diariamente, nenhum suplemento vai ter um impacto grande”, comenta Manore.
Manore analisou remédios que entram em quatro categorias: produtos que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes como a cafeína e a efedrina que aumentam o metabolismo, produtos que contém ácido linoleico conjugado, que modificam a composição do corpo diminuindo as gorduras, e supressores de apetite, como as fibras solúveis.
Ela descobriu que muitos produtos não passaram por bons testes clínicos, que examinassem a efetividade do remédio, e a maior parte das pesquisas não incluiu exercício físico. A maioria dos produtos mostrou menos de um quilo de redução do peso, quando comparado aos grupos com placebo.
“Eu não sei como você elimina o exercício da equação”, comenta Manore. “O exercício é crucial não só para perder peso e manter a massa muscular, mas também para manter o peso”.
Em geral, o que as pessoas querem é perder peso e manter ou aumentar a massa magra. Não há evidência de que algum suplemento faça isso. E alguns têm efeitos colaterais, desde simples, como gases, até muitos sérios, como derrames e problemas de coração.
Manore comenta que a chave para perder peso é comer alimentos integrais, frutas, vegetais e carnes magras, reduzir o número de calorias ingeridas, e se manter em movimento. Dependendo do indivíduo, aumentar a quantidade de proteínas pode ser bom (especialmente aqueles que não querem perder a massa magra), mas o único modo de perder peso é modificar o estilo de vida.
“Adicionar fibras, cálcio, proteína e tomar chá verde pode ajudar”, afirma. “Mas nenhum desses vai ter muito efeito a não ser que você se exercite, coma frutas e vegetais”.
As linhas gerais de Manore, sobre estilo de vida, incluem:
>>Não saia de casa pela manhã sem ter um plano para a janta. Comer espontaneamente geralmente dá margem para opções mais pobres.
>> Comece a refeição com muita salada, molhos de baixa caloria ou uma sopa com base de legumes. Você vai se sentir muito mais cheio e não vai comer tanto depois. Melhor ainda: peça apenas um aperitivo como extra à salada.
>> Ache formas de se manter em movimento, principalmente se o seu trabalho é sedentário. Manore afirma que ela usa telefones sem fio para poder andar enquanto conversa. Durante reuniões longas, peça para ficar em pé ou caminhe por pequenos períodos, assim você não fica sentado o tempo todo.
>> Coloque vegetais em toda refeição possível. Coloque no molho da massa, junto às carnes, ou apenas coma frutas e vegetais sempre que der fome.
>> Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes.
>> Tente comer as frutas e vegetais ao invés de bebê-los. Comer uma maçã é melhor do que um suco de maçã. Também é melhor comer alimentos que ocupam mais espaço, como frutas maiores.
>> Elimine os alimentos processados. Manore comenta que algumas pesquisas mostram que esse tipo de comida é pior para a digestão.
FONTE:ScienceDaily