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domingo, 14 de junho de 2015

NOZES E AMENDOINS PODEM PROTEGER DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE

Pesquisadores holandeses da Universidade de Maastricht confirmaram uma ligação entre o consumo desses itens e menores taxas de mortalidade. Homens e mulheres que comem pelo menos 10 gramas de nozes ou amendoim por dia têm um risco menor de morrer de várias das principais causas de morte no mundo. A redução na mortalidade foi mais forte para doenças respiratórias, doenças neurodegenerativas e diabetes, seguida de câncer e doenças cardiovasculares. Os efeitos foram iguais em ambos os sexos.

A análise

O estudo foi realizado com dados de uma grande pesquisa nacional da Holanda, iniciada em 1986 com mais de 120.000 holandeses entre 55 e 69 anos. O consumo de nozes e amendoim foi avaliado através de perguntas sobre tamanho da porção e frequência de ingestão dos participantes. As associações entre a ingestão de nozes e amendoim e morte cardiovascular apoiam resultados anteriores de estudos americanos e asiáticos. No novo estudo, os cientistas também verificaram que a mortalidade por câncer, diabetes, doenças respiratórias e doenças neurodegenerativas são reduzidas nas pessoas que consomem mais amendoins e nozes. A menor mortalidade observada foi ligada ao consumo de 15 gramas de nozes ou amendoins em média por dia (metade de um punhado). Não adianta comer mais que isso, explica o principal autor do estudo, o epidemiologista Piet van den Brandt, pois maior ingestão não foi associada a mais redução no risco de mortalidade.

Os benefícios

Amendoins e nozes contêm vários compostos como ácidos monoinsaturados e poli-insaturados gordos, vitaminas, fibras, antioxidantes e outros compostos bioativos que possivelmente contribuem para as taxas de mortalidade mais baixas. Mas é importante destacar que é preciso comê-los puros. A manteiga de amendoim foi avaliada na pesquisa, por exemplo, mas não teve a mesma consequência na saúde. A pasta contém ácidos graxos (gordura trans) que podem inibir os efeitos protetores do amendoim. Isso significa que você pode riscar coisas como a paçoca do seu cardápio também, se o seu objetivo for ficar mais saudável.

Castanhas e amêndoas

O amendoim e as nozes fazem parte de um grupo de alimentos conhecido como “sementes e frutos oleaginosos”. Esse grupo inclui as maravilhosas castanha-de-caju e castanha-do-pará. Embora as castanhas não tenham sido incluídas na análise, muitas pesquisas já mostraram que elas fazem bem para a saúde. Por exemplo, castanhas e amêndoas são consideradas “superalimentos”, ou seja, alimentos ricos em fibras, proteínas e nutrientes importantes ligados cientificamente à prevenção do envelhecimento, longevidade, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e alguns tipos de câncer. fonte:medicalxpress.com/news/2015-06-nuts-peanuts-major-death.html

sábado, 31 de maio de 2014

AS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE NO MUNDO, SEGUNDO OMS

Não é nada legal calcular os riscos e as causas que mais mortes produzem no mundo, mas afinal elas continuam acontecendo e as estatísticas estão ai para todo mundo ver (ou não). Exatamente como a lista atualizada da Organização Mundial da Saúde (OMS) com as principais causas de morte no mundo, e ao revisá-la podemos ter algumas surpresas. Segundo os dados apresentados, as doenças hereditárias são as responsáveis pela maior parte das mortes no mundo, entre as quais cabe destacar as doenças cardiovasculares, o câncer, a diabetes (recém incorporada à lista) e as doenças pulmonares crônicas. A tuberculose, no entanto, abandona o ranking das dez principais ainda que mantém-se no das quinze, já que continua matando um milhão de pessoas ao ano. Confira: 1°- Isquemias no coração: 7 milhões de pessoas; 2°- Derrames cerebrais: 6,2 milhões de pessoas; 3°- Infecções respiratórias: 3,2 milhões de pessoas; 4°- Doenças pulmonares: 3 milhões de pessoas; 5°- Diarreia: 1,9 milhões de pessoas; 6°- AIDS: 1,6 milhões de pessoas; 7°- Câncer de traquéia, brônquios e pulmão: 1,5 milhões de pessoas; 8°- Diabetes: 1,4 milhões de pessoas; 9°- Acidentes de trânsito: 1,3 milhões de pessoas; 10°- Prematuridade e baixo peso no nascimento: 1,2 milhões de pessoas. FONTE: ElMundo.es/elmundosalud/2013/07/22/noticias/1374508826.html