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domingo, 31 de maio de 2015

CONHEÇA A GALÁXIA MAIS BRILHANTE QUE 300 TRILHÕES DE SÓIS

Uma galáxia recém-descoberta é mais brilhante do que a luz de 300 trilhões de sóis. Então, acho que não é surpresa para ninguém que ela já tenha ganhado o título de “A Galáxia Mais Brilhante do Universo”.Mas como pode algo no universo ser tão luminosa assim? Descoberta pelo telescópio espacial WISE da NASA, a galáxia, com o nome cativante “J224607.57-052635.0″, deixou uma pulga atrás da orelha nos pesquisadores. Apesar de estar a colossais 12,5 bilhões de anos-luz de distância, o que significa que os sinais levaram 12,5 bilhões de anos para chegar até nós e serem captados pelo WISE, ela é extremamente luminosa. É altamente incomum para um objeto tão jovem na história do universo ser assim tão brilhante. De acordo com Chao-Wei Tsai do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA (JPL) e principal autor do relatório de descoberta, essa galáxia nos dá um ponto de vista sobre uma fase muito intensa da sua evolução. Esta luz pode, inclusive, ser o principal surto de crescimento do buraco negro da galáxia. Os buracos negros crescem através de gravitacionalmente atrair poeira e matéria. A poeira fica mais quente conforme é “comida” pelo buraco, e então ele libera alguns destes aumentos de energia em forma de luz, principalmente na região infravermelha do espectro. Para um buraco negro criar este tanto de luz, ele teria que ser enorme e, portanto, um verdadeiro beberrão de gás e poeira, consumindo tudo a uma taxa alarmante – e muito mais rápido do que o que temos testemunhado antes.

Comilões

Os buracos negros maciços em galáxias infravermelhas extremamente luminosas poderiam estar se empanturrando mais do que deveriam e por um longo período de tempo. De acordo com Andrew Blain, da Universidade de Leicester, coautor do relatório, isso é como ganhar uma competição de quem come mais cachorro-quente que durou milhões de anos. Há algumas teorias sobre como exatamente esse buraco negro pode ser tão brilhante. Uma delas sugere que as “sementes” do buraco negro são muito maiores do que se pensava anteriormente. Um elefante adulto, por exemplo, já foi um elefante bebê. Mas mesmo quando era pequeno, era relativamente grande. Essa ideia sugere que o buraco negro é grande porque já nasceu grande. As outras teorias começam a quebrar as leis da física. Há uma lei que determina o quanto um buraco negro pode comer, chamada de limite de Eddington. Esta regra estabelece que, quando um buraco negro atinge um determinado tamanho, a pressão da luz que seu disco produz impede a poeira (ou outros “alimentos” de buraco negro) de entrar. Alguns buracos negros são conhecidos por quebrar essa regra e consumir um pouco mais do que é suposto, mas esta galáxia teria de ter jogado para bem longe o livro de regras para chegar a seu enorme tamanho. Outra maneira para um buraco negro crescer a ficar assim tão grande é ter ido um frenesi constante, consumindo alimentos mais rápido do que normalmente pensamos ser possível. Isso pode acontecer se o buraco negro não estiver girando tão rápido. fonte: iflscience.com/space/galactic-hot-dog-eating-competition-lasts-hundreds-millions-years

sábado, 16 de maio de 2015

ENCONTRADA A GALÁXIA MAIS DISTANTE DA TERRA

Há mais de 13 bilhões de anos-luz de nosso planeta minúsculo, uma galáxia antiga espreita. Nomeada EGS-zs8-1, ela é um aglomerado extremamente luminoso de estrelas – e é a galáxia mais distante que já vimos. A EGS-zs8-1 foi identificada originalmente por imagens tiradas com os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, mas esta pesquisa mais recente identificou a localização exata da galáxia através do Observatório WM Keck, no Havaí. Seu novo instrumento MOSFIRE (Espectrógrafo de multi-objeto para exploração de infravermelho) permite que os pesquisadores estudem as mudanças de luz de várias galáxias ao mesmo tempo, dando uma indicação mais clara de quão longe as galáxias se situam. As mudanças de luz da EGS-zs8-1 indicam que ela é pouco mais jovem do que o Big Bang, que acredita-se ter ocorrido há 13,8 bilhões de anos atrás. Se as medições do Keck estiverem corretas, então esta galáxia formou-se há apenas 670 milhões de anos após a origem cataclísmica. Na escala de tempo do universo, nossa dimensão estava em sua infância. Visto que a luz desta galáxia levou 13,1 bilhões de anos para viajar aos nossos olhos insignificantes, nós estamos realmente olhando para o passado, para quando este aglomerado de estrelas formou-se pela primeira vez. Mesmo em uma idade tão jovem, a EGS-zs8-1 já era uma galáxia maciça de se ver. “Enquanto nós vemos a galáxia como ela era há 13 bilhões de anos atrás, ela já havia construído mais de 15% da massa da nossa Via Láctea hoje”, disse Pascal Oesch, principal autor do estudo, em um comunicado. “Mas ela teve apenas 670 milhões de anos para fazê-lo. O universo ainda era muito jovem nessa altura.” FONTE: curioso.blog.br/post/encontrada-galaxia-distante-terra/

domingo, 12 de abril de 2015

VIA LÁCTEA: UMA GALÁXIA COM 40 BILHÕES DE TERRAS

Na Via Láctea não há apenas uma Terra. Há 40 bilhões delas. O Kepler-186f, planeta fora do Sistema Solar muito semelhante ao nosso, descoberto no último dia 17, provavelmente será conhecido como o primeiro dessa espécie. Em um futuro próximo, contudo, muitos planetas assim, parecidos com a Terra, serão revelados pelos astrônomos. Com dimensões muito próximas às do mundo onde vivemos, o Kepler-186f deve ser rochoso e composto também de ferro, água e gelo, segundo cientistas. Isso significa que sua atmosfera também deve ser parecida com a nossa. Ele orbita a zona habitável de uma estrela anã – ou seja, uma faixa nem muito próxima e nem muito distante de sua fonte de calor e luminosidade, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Essa é uma das características que mais empolgou a comunidade científica: o planeta tem grandes chances de ter água na forma líquida, uma das condições fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta. “Essa descoberta mostra que realmente existem planetas do tamanho do nosso em zonas habitáveis”, afirma a astrofísica Elisa Quintana, principal pesquisadora da Nasa responsável pela revelação do Kepler-186f. “Estamos percebendo que há muitos como ele e, por isso, as chances de existir vida em outros planetas é muito alta.” Até 2010 ainda não havia confirmações de que outros lugares no espaço poderiam reunir as mínimas condições propícias à vida – água na forma líquida, energia e algum dos seis elementos fundamentais para a existência (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre). No entanto, com o lançamento de missões como a Kepler, há cinco anos, e o avanço de telescópios capazes de visualizar e enxergar não só partes longínquas do cosmo, mas também pequenos planetas (do tamanho da Terra ou menores que ela), os cientistas estão percebendo que, sim, há bilhões de planetas que exibem as mesmas características do nosso. E deles, o Kepler-186f é o mais semelhante à Terra até agora. Então por que, entre inúmeras possibilidades, seríamos os únicos privilegiados com a vida? Para a Nasa, vida é oficialmente definida como “um sistema químico auto-sustentado, capaz de sofrer evolução Darwiniana”. Não significa dizer que há animais ou civilizações como as criadas pelo homem em planetas afastados. Mesmo organismos muito simples, como vírus ou colônias de bactérias, significam vida para a Nasa e para as quase 150 missões em todo o mundo que buscam planetas fora do Sistema Solar. Em conjunto, eles tentam responder à questão que inquieta astrônomos desde a Antiguidade: estamos sozinhos no universo? Ainda não chegou a confirmação categórica de que existe vida fora da Terra. Mas o conjunto de evidências, que agora ganhou reforço com a existência do Kepler-186f, indica que a resposta está cada vez mais próxima. E talvez a pergunta a ser respondida nos próximos anos seja outra: que tipo de vida nos cerca? A descoberta de mundos – A divulgação do novo planeta mereceu a atenção de todo o mundo porque era aguardada desde a metade do século XX pelos cientistas. Foi nessa época, com o lançamento de telescópios como o Hubble, que os cientistas puderam, finalmente, ter imagens nítidas do cosmo. Com elas, perceberam que vivemos em um universo muito mais rico e cheio de planetas do que antes se imaginava. As novas informações indicaram a possibilidade da existência de diversos sistemas estelares, ou seja, que outras estrelas, além do Sol, têm planetas orbitando ao seu redor. A confirmação dessa hipótese, entretanto, só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra, na Suíça, identificaram um planeta feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela, a 51 Pegasi. Assim, faz menos de 20 anos que sabemos que outros sistemas solares, como o nosso, podem povoar o universo. “Nossa galáxia tem cerca de 300 bilhões de estrelas e estamos rapidamente confirmando a noção de que todas têm planetas rochosos ao seu redor”, afirma o astrofísico Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, coautor da pesquisa que descreveu o Kepler-186f. “Resultados da missão Kepler têm nos mostrado que, quanto menor o planeta, mais comum é sua existência. Assim, parece-nos que planetas rochosos são muito frequentes. Ainda precisamos saber quantos deles estão em zonas habitáveis, mas as primeiras estimativas já mostram que o número também deve ser incrivelmente alto.” A última conta feita pelos cientistas, publicada em novembro de 2013 na revista Pnas, mostra que uma em cada cinco estrelas como o Sol tem pelo menos um planeta do tamanho da Terra em sua zona habitável. Isso significa que só na Via Láctea podem existir 11 bilhões de planetas como o nosso. Se na conta entrarem os planetas ao redor de estrelas anãs, o número sobre para 40 bilhões. De acordo com os autores do estudo – entre eles Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, um dos “caçadores de planetas” mais bem-sucedidos da astronomia moderna – o mais próximo pode estar a 12 anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros). Ou seja, os astrônomos imaginavam que planetas como o Kepler-186f existiam aos bilhões, mas ainda não tinham visto nenhum. A cerca de 500 anos-luz do Sol, o novo planeta orbita uma estrela anã, o tipo mais comum em nossa galáxia – elas são mais de 70% das centenas de bilhões de estrelas. “Há pelo menos um século tínhamos ideias sobre os planetas fora do sistema solar e há mais de cinquenta anos desenvolvemos o conceito de zona habitável. Ainda não contávamos, no entanto, com telescópios potentes para fazer os experimentos e ter as confirmações que precisávamos sobre eles. Agora finalmente possuímos essa tecnologia”, afirma Kane. “Nos próximos anos, muitas descobertas devem ser feitas. Só nos dados da missão Kepler há várias, aguardando para serem reveladas.” Missões do futuro – A sonda Kepler, que forneceu os dados para a revelação do novo planeta, foi a grande alavanca para a explosão de novos planetas encontrados pelos cientistas nos últimos anos. Lançada em março 2009 pela agência espacial americana, ela tinha o objetivo principal de procurar planetas parecidos com o nosso, durante quatro anos. Seu telescópio e um sistema de imagens em alta definição são capazes de identificar mesmo planetas considerados pequenos, como a Terra. Em relação ao Hubble, a Kepler tem duas vantagens: capta mais estrelas em detalhes e faz imagens mais nítidas por possuir um filtro que diminui as interferências luminosas e detecta diferentes cores. Até agora, a maior parte dos planetas revelados por ela tem um tamanho intermediário entre a Terra e Netuno, quatro vezes maior que a Terra. A análise das informações dos três primeiros anos da missão já identificou 3 845 possíveis candidatos a planetas. Desses, 962 foram confirmados. Como outras missões de busca, a Kepler tem mais facilidade em identificar grandes planetas. Eles são mais visíveis e facilmente monitorados pelos telescópios em regiões longínquas do cosmo. Por isso, grande parte das descobertas são de super-Terras, planetas mais pesados e maiores que Terra, ou gigantes gasosos, bolas de gás como Júpiter, planeta de hidrogênio com massa equivalente à de 317 terras. Lugares assim, no entanto, exibem condições menos propícias à vida – os gigantes gasosos costumam ter uma atmosfera maciça, causando uma grande pressão que praticamente inviabiliza a existência de seres complexos, enquanto as super-Terras têm menor probabilidade de reunir as condições atmosféricas necessárias para garantir a presença de vida. Por isso, programas espaciais em todo o mundo investem maciçamente em telescópios potentes, capazes de captar planetas menores. Dados e imagens ainda mais precisos que os da missão Kepler – que encerrou a primeira fase de seu programa em 2013 e, no início da segunda fase, chamada K2, teve um problema com o sistema que “mira” o telescópio, mas continua em atividade – virão de programas como aquele que será lançado pela Nasa em 2017, com uma nova geração de telescópios. Nessa data, irá para o espaço o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess) e o telescópio James Webb, substituto do Hubble. O Tess vai monitorar planetas ao redor de estrelas anãs, enquanto o James Webb pretende examinar a atmosfera desses planetas e procurar substâncias que só poderiam ser geradas por organismos vivos, como os seis elementos essenciais à vida (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre). Possibilidade de vida – Quanto mais planetas são descobertos, maior é a probabilidade de achar planetas semelhantes ao nosso e, assim, os astrônomos acreditam que aumente também as chances de encontrar vida em outros lugares do universo. A definição de vida, porém, é algo complexo, que está longe de ser consenso entre os cientistas. O estudo da vida terráquea – o único tipo conhecido até hoje – mostrou que, apesar da grande biodiversidade terrestre, todos os seres são similares: são feitos de células ou, como os vírus, dependem delas; usam ácidos nucleicos como o DNA para armazenar e transmitir informação genética; e possuem um metabolismo similar. Mas não é impossível a existência de outros tipos de vida espalhados pelo universo. Afinal, mesmo a Terra guarda muitos organismos que ainda são enigmas para os cientistas. Em 2010, pesquisadores da Nasa encontraram uma bactéria em um lago da Califórnia, nos Estados Unidos, que se comporta como um ser extraterrestre: não usava nenhum dos seis elementos fundamentais à existência, mas sobrevivia a partir de arsênio, um elemento altamente tóxico. “Sabemos que para surgir vida é necessária uma complexidade química mínima, ou seja, moléculas orgânicas e razoavelmente complexas, formadas a partir de elementos básicos. Mas sua origem pode exigir algumas condições especiais. Ainda estamos aprendendo como todos esses elementos se juntam para formar um sistema químico autossustentado, capaz de se reproduzir e evoluir”, explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP). Por isso, os cientistas ainda procuram corpos vivos no espaço de uma maneira “Terrocêntrica”, buscando as condições que proporcionaram o surgimento dos seres por aqui: presença de água líquida ou moléculas orgânicas complexas. “Mesmo a vida que conhecemos tem uma flexibilidade imensa a diferentes situações. Não é impossível imaginar um universo com muitos planetas, alguns mais quentes, outros frios, porém todos com organismos capazes de lidar com essas condições. Talvez em muitos desses planetas que estamos descobrindo as condições sejam extremas demais para atingir a multicelularidade, ou chegar a uma civilização tecnológica como a nossa. Mas, ainda assim, isso mostraria que a Terra não é privilegiada em ter vida”, afirma o cientista. Um cosmo próspero? – Quando se fala da existência de seres animados no espaço, normalmente os cientistas imaginam formas microscópicas, como as primeiras que provavelmente habitaram a Terra em sua origem. “Se houver vida, como ela funciona? Podemos estar próximo a um momento de descobrir sistemas vivos completamente novos, novas biosferas para conhecer e explorar. É quase como se estivéssemos no papel do naturalista inglês Charles Darwin, em 1800, a bordo do navio Beagle explorando novas terras e toda a sua riqueza”, diz Galante. Para a maior parte dos astrônomos envolvidos com a busca de planetas fora do Sistema Solar, é muito improvável que, em um universo tão cheio de constelações, planetas e sistemas estelares com condições próximas a nossa, a Terra seja o único lugar a ter desenvolvido organismos vivos. “Sabemos agora que planetas semelhantes à Terra são comuns na Via Láctea. Para nosso planeta ser o único com vida na galáxia, isso significa que a vida é algo incrivelmente raro – uma ocorrência em 40 bilhões. Mas, mesmo que a probabilidade seja apenas de 1 em 1 milhão de possibilidades, isso já significaria muita vida só nessa galáxia”, afirma o astrofísico Erik Petigura, pesquisador da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Se essas hipóteses forem confirmadas nos próximos anos pelos cientistas, esses alienígenas, que podem estar na iminência de serem encontrados, causariam uma grande revolução científica, semelhante à provocada pelo astrônomo Nicolau Copérnico, quando ele formulou, no século XVI, a teoria de que o Sol é o centro do Sistema Solar. Teríamos de aprender que somos apenas mais um planeta – e minúsculo – cercado de bilhões de outros com seres diferentes. “Uma descoberta como essa teria impactos profundos. Até o momento, o conhecimento que temos parte da hipótese de que a Terra é o único lugar do cosmo onde a vida apareceu e evoluiu. Se for provado que a vida é uma consequência natural da formação de planetas nas zonas habitáveis, assim como foi provado que a formação de planetas é uma consequência natural da formação de estrelas, então isso significa que o universo é, literalmente, fértil em vida”, diz o astrofísico Stephen Kane. “O único desafio que permanecerá depois disso será descobrir como atravessar as vastas distância que nos separam desses outros seres.”
Kepler-438b e Kepler-442b. Candidatos a explonetas mais parecidos com a Terra já descobertos, eles orbitam estrelas anãs vermelhas, menores e mais frias do que o Sol. Enquanto a órbita do primeiro é de 35 dias, o Kepler-442b completa uma órbita em sua estrela a cada 112 dias. Com diâmetro apenas 12% maior do que o do planeta azul, o Kepler-4386 tem 70% de chance de ser rochoso, afirmam os pesquisadores, enquanto o outro, cerca de 30% maior do que a Terra, tem 60%. FONTE: megaarquivo.com/2015/04/11/11-274-uma-galaxia-com-40-bilhoes-de-terras/

sexta-feira, 3 de abril de 2015

CIENTISTAS ENCONTRAM GALÁXIA COM 3 BURACOS NEGROS GIGANTES

Os dois buracos negros mais próximos emitem jatos ondulados, enquanto o terceiro buraco negro no trio está mais distante, emitindo jatos lineares. Um buraco negro já incomoda muita gente. Dois, então, nem se fala. Mas já imaginou uma galáxia com três buracos negros, um do lado do outro, sugando tudo que encontram pela frente? Pois foi isso que um grupo de cientistas acabou de descobrir. Uma galáxia distante com não um, mas três buracos negros supermassivos em seu núcleo. A nova descoberta sugere que grupos muito unidos de buracos negros gigantes são muito mais comuns do que se pensava e, potencialmente, revela uma nova forma de detectá-los facilmente. Especula-se que buracos negros supermassivos com milhões a bilhões de vezes a massa do sol se escondem nos corações de praticamente todas as grandes galáxias no universo. A maioria das galáxias tem apenas um buraco negro supermassivo em seu centro. No entanto, galáxias evoluem através da fusão, e esse processo às vezes pode resultar em galáxias com vários buracos negros supermassivos. Os astrônomos observaram uma galáxia cujo nome é a sopa de letrinhas e números SDSS J150243.09 111.557,3, que, suspeitava-se, poderia ter um par de buracos negros supermassivos. Ela fica a cerca de 4,2 bilhões de anos-luz de distância da Terra, a cerca de “um terço do caminho através do universo”, brinca o autor chefe do estudo Roger Deane, um radioastrônomo da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul. Porém, usando uma técnica que permite uma visualização 50 vezes maior de detalhes do que o telescópio Hubble, os astrônomos descobriram, inesperadamente, que a galáxia era na verdade o lar de três buracos negros supermassivos. Dois deste trio são muito próximos um do outro, o que fazia parecer que eles eram um só. “Todos os 3 buracos negros têm massas em torno de 100 milhões de vezes maior do que o sol”, mensura Deane. Os cientistas já conheciam quatro sistemas de buracos negros triplos. No entanto, os buracos negros mais próximos uns dos outros nestes sistemas estão cerca de 7.825 anos-luz de distância um do outro. No trio recém-descoberto, o par mais próximo dos buracos negros está a apenas cerca de 455 anos-luz de distância – o segundo mais próximo par de buracos negros supermassivos conhecidos. Os pesquisadores descobriram este “par apertado” de buracos negros depois de procurar apenas em seis galáxias. Isto sugere que os pares apertados de buracos negros supermassivos são muito mais comuns do que observações anteriores haviam apontado, sugere Deane. Embora pares apertados de buracos negros supermassivos possam ter sido anteriormente difíceis de distinguir, os pesquisadores descobriram que o par que viram deixou um padrão helicoidal – no formato saca-rolhas – nos grandes jatos de ondas de rádio que eles emitem. Isto sugere que os jatos torcidos podem servir como maneiras fáceis de encontrar pares próximos, sem a necessidade de observações telescópicas de extrema alta resolução. Buracos negros que orbitam próximos uns dos outros supostamente geram ondulações no tecido do espaço e do tempo, conhecidas como ondas gravitacionais, teoricamente detectáveis mesmo do outro lado do universo. Ao encontrar pares mais apertados de buracos negros, os cientistas podem estimar melhor a quantidade de radiação gravitacional que esses pares geram. “O objetivo final é uma compreensão autoconsistente de como dois buracos negros separados, que se encontram em duas galáxias que interagem entre si, lentamente se aproximam um do outro, causam impacto em suas galáxias, emitem ondas gravitacionais e, eventualmente, fundem-se para se tornar um, no que, presume-se, seja um evento violento”, aponta Deane. FONTE: space.com/26353-triple-black-hole-galaxy-discovery.html

domingo, 12 de outubro de 2014

CIENTISTAS ACREDITAM QUE PODE HAVER UM TÚNEL DO TEMPO NO CENTRO DA VIA LÁCTEA

No centro da Via Láctea existem vários buracos de minhoca e não um buraco negro, dizem os cientistas chineses. Se a sua hipótese for confirmada, isso significaria que há um longo túnel no centro de nossa galáxia. Li Zilong e Cosimo Bambi, da Universidade Fudan, em Xangai(China), afirmam ter detectado no centro da Via Láctea um tipo de energia que pode ser encontrado perto de buracos de minhoca, diz estudo. Os hipotéticos buracos de minhoca criam atalhos através do espaço e do tempo, permitindo um movimento mais rápido do que a luz,foram sugeridas pela primeira vez por Albert Einstein. Em conjunto com Nathan Rosen lhes dá o nome alternativo de "pontes de Einstein-Rosen". Atualmente, o mundo científico está considerando que no centro de nossa galáxia, como em outros, a localização de um buraco negro supermassivo: Sagitário A. No entanto, os pesquisadores chineses afirmam que este evento cósmico está relacionada com a Teoria Geral Einstein e a relatividade está copiando as qualidades do buraco negro, mas tem todas as características de buracos de minhoca, o que significa que eles poderiam ligar as diversas regiões do universo.
Desse modo, a criação destes túneis espaço-tempo ocorreu em sob o Big Bang , os investigadores, que esperam para confirmar sua teoria em um futuro próximo, quando conectado ao telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul (ESO) no Chile.
O dispositivo permite observar o centro da Via Láctea com um alto resolução sem precedentes. maneira, os cientistas terão a oportunidade de analisar a emissão de plasma pode ser detectado em torno do objeto dentro de Sagittarius A. Segundo estimativas de pesquisadores, essas emissões diferem muito se ele é um buraco negro ou um buraco de minhoca e teoria pode ser confirmada. fonte: http://actualidad.rt.com/ciencias/view/129795-tunel-tiempo-centro-galaxia-agujero-gusano

domingo, 6 de julho de 2014

MISTÉRIOS SOBRE ONDAS GRAVITACIONAIS PODERÃO SER DESVENDADOS COM A DESCOBERTA DE GALÁXIA COM 3 BURACOS NEGROS

Quase todas as galáxias são conhecidas por terem um único buraco negro supermassivo em seu centro. Entretanto, os astrônomos descobriram uma galáxia que possui a quantidade incrível de três buracos negros, o que pode gerar novas respostas para questionamentos antigos. Denominada SDSS J1502 1115, a descoberta dessa nova galáxia, mesmo estando a mais de 4 bilhões de anos-luz do nosso planeta, pode ajudar os astrônomos na busca dos mistérios sobre as ondas gravitacionais, que são as ondulações no espaço-tempo previstas por Einstein. Essas ondulações correspondem à Teoria Geral da Relatividade de Einstein, que foi publicada em 1916. Como se fosse uma pedra jogada no lago, o campo gravitacional é perturbado por esses corpos massivos, que acabam gerando pequenas interferências no espaço-tempo. São essas reverberações que chamamos de ondas gravitacionais. Dessa forma, elas podem ser produzidas, por exemplo, quando os buracos negros orbitam entre si ou pela fusão de galáxias, e é possível que elas também tenham acontecido durante o Big Bang. A descoberta, publicada na revista Nature, foi feita por uma equipe internacional liderada pelo Dr. Roger Deane, da Universidade da Cidade do Cabo. A equipe descobriu que o trio de buracos negros se encontram a uma distância quase que ínfima, com dois deles orbitando um ao outro com apenas 500 anos-luz de distância. Essa é a menor distância entre buracos negros já registrada.
A descoberta sugere que estes buracos negros supermassivos, cada um com uma massa entre 1 milhão a 10 bilhões de vezes a do Sol, são muito mais comuns do que se pensava. O estudo conseguiu ser realizado especialmente usando uma técnica chamada Very Long Baseline Interferometry (VLBI) para descobrir dois buracos negros interno ao sistema triplo. Esta técnica combina os sinais de grande raio em torno dos radiotelescópios de todo o mundo, que estão separados por até 10.000 quilômetros. Dessa forma, é possível ver detalhes 50 vezes mais claros do que o Telescópio Espacial Hubble. Futuramente, radiotelescópios, como o Square Kilometre Array (SKA), serão capazes de medir de maneira mais precisa as ondas gravitacionais dos buracos negros desse trio. “O que é extraordinário para mim é que esses buracos negros, que estão no extremo da Teoria da Relatividade Geral de Einstein, estão orbitando um ao outro com 300 vezes a velocidade do som na Terra“, disse Deane. “Não só isso, mas usando os sinais combinados de radiotelescópios em quatro continentes, somos capazes de observar este exótico sistema, que parece tão pequeno em meio a tanto espaço no universo”. Professor Matt Jarvis do Departamento de Física, da Universidade de Oxford, um dos autores do estudo, acrescentou: “A Relatividade Geral prevê que a fusão de buracos negros são fontes de ondas gravitacionais e neste trabalho conseguimos identificar três buracos negros, tão juntos, que poderia ser possível se fundirem em uma espiral e atingir vários vizinhos espaciais”. FONTE:Jornal Ciência

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

HUBBLE FOTOGRAFA GALÁXIA SE DESMANCHANDO

Telescópio Espacial Hubble fotografou duas galáxias que estão perdendo porções gigantescas de sua massa por meio de um processo conhecido como "esvaziamento por pressão de arrasto." O fenômeno, que faz com que as galáxias pareçam estar explodindo, ocorre quando elas se afastam rapidamente do centro de um aglomerado de galáxias em direção às suas bordas. A pressão de arrasto é a força que resulta quando alguma coisa move-se através de um fluido. Ela pode ser percebida, por exemplo, pela brisa que você sente em seu rosto quando anda de bicicleta, mesmo em um dia totalmente sem vento. No contexto galáctico, a pressão de arrasto é percebida quando galáxias localizadas na parte central de um aglomerado movem-se rapidamente através do chamado meio intra-aglomerado - uma "corrente" de raios X extremamente quente.Quando a galáxia se movimenta contra esse fluxo de raios X, ele arranca gases de seu interior. O processo é tão dramático que pode até parar o processo de formação de estrelas no interior da galáxia. A galáxia espiral NGC 4522 está localizada a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra e é um exemplo espetacular de uma galáxia espiral que está sendo despojada dos seus gases. A NGC 4522 é parte do aglomerado de galáxias de Virgem e o seu rápido movimento no interior do aglomerado resulta em fortes "ventos" que a atravessam, deixando seus gases para trás. Os cientistas estimam que a galáxia está se movendo a mais de 10 milhões de quilômetros por hora. A imagem foi feita com a câmera ACS do Hubble, antes que ela apresentasse defeito. Os astronautas que participaram da quarta missão de conserto do telescópio espacial consertaram-na no início deste ano – veja Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O SISTEMA SOLAR É UMA EXCEÇÃO EM NOSSA GALÁXIA

Os exoplanetas, que possuem certas características similares às da Terra e que em sua maioria foram descobertos pelo telescópio americano Kepler, são os mais frequentes em nossa galáxia, mas inexistentes em nosso Sistema Solar, o que significa uma exceção cósmica, segundo os astrônomos. Mais de três quartos dos potenciais planetas detectados pelo Kepler têm um tamanho que vai desde o da Terra até o de Netuno, cerca de quatro vezes maior. Tais planetas dominam o censo galático, mas são ausentes em nosso sistema solar, destacam os astrônomos, que reconhecem ignorar até o momento como esses exoplanetas foram formados e do que são compostos. Poderiam ser rochosos, gasosos ou constituídos por água. Os cientistas divulgaram os resultados de quatro anos de observações com telescópios terrestres para confirmar as descobertas de exoplanetas realizadas pelo telescópio Kepler e apresentaram seus trabalhos na conferência anual da American Astronomical Society, reunida esta semana em Washington. "Esta maravilhosa enxurrada de dados sobre esses planetas conhecidos como 'mini-Netunos' nos revela, na maioria das vezes, apenas a estrutura que os envolve", explicou Geoff Marcy, professor de astronomia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que dirigiu as análises de alta precisão realizadas no terreno. "Mas nós ainda enfrentamos questões difíceis, tais como saber como esses planetas enigmáticos se formaram e por que o nosso sistema solar é desprovido deles, apesar de serem os mais numerosos na galáxia", destacou. Utilizando um dos mais poderosos telescópios terrestres a partir do "Observatório Keck", no Havaí, os cientistas confirmaram a presença de 41 exoplanetas descobertos por Kepler e determinaram a massa de 16 deles. Com a massa e o diâmetro, deduziram a densidade destes planetas caracterizados como rochosos, gasosos, ou uma combinação de ambos. As medições da densidade poderiam determinar a composição desses planetas estranhos. Desta forma, as medições de densidade sugerem que estes "mini-Netunos" têm um núcleo rochoso, mas que as proporções de hidrogênio, hélio e moléculas ricas em hidrogênio na camada externa variam grandemente, e em alguns casos não tem camada exterior. AMBIENTE PROPÍCIO PARA A VIDA Os astrônomos também anunciaram a descoberta de cinco novos exoplanetas rochosos de um tamanho que varia de 10% a 80% a mais do que a Terra, mas nenhum deles é habitável. São muito quentes por estarem localizados muito próximos a sua estrela. Os primeiros resultados das análises sugerem que a maior parte dos planetas cujo raio é menor do que 1,5 vezes o da Terra poderia ser formado por silicatos, ferro, níquel e magnésio, encontrados nos planetas do nosso sistema solar. Com esta informação em mãos, os cientistas poderiam encontrar estrelas que hospedam planetas irmãos da Terra, o que poderia propiciar a descoberta de um ambiente adequado para a vida fora do nosso sistema solar, ressaltam os cientistas. Em novembro, os astrônomos tinham estimado em bilhões o número de planetas do tamanho da Terra em órbita em torno de estrelas como o sol em nossa galáxia que seriam potencialmente habitável. Segundo um modelo computadorizado, uma estrela entre cinco semelhantes ao Sol na Via Láctea, que tem cerca de 5 bilhões, é orbitada por um planeta cujo tamanho é semelhante ou próximo da Terra, e que não estão nem muito longe nem muito perto de sua estrela, permitindo temperaturas em que a água poderia existir, o que os torna potencialmente habitáveis. Estes astrônomos basearam-se em dados dos três primeiros anos de observação realizados por Kepler, atualmente fora de serviço. Kepler foi lançado em 2009 para observar mais de 100.000 estrelas parecidas a nosso Sol situadas nas constelações de Cygnus e de Lira, mas registrou um defeito mecânico que o tirou de operação em meados de 2013. FONTE:http://noticias.uol.com.br/ciencia

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

GALÁXIA 'COSPE' PLANETAS A 48 MILHÕES DE KM/H

Planetas com órbitas muito próximas a estrelas que são ejetadas da nossa galáxia podem ser “cuspidos” da Via Láctea a velocidades de até 48 milhões de quilômetros por hora (km/h). “Fora os fótons e partículas como os raios cósmicos, esses planetas estão entre os objetos mais rápidos da galáxia”, afirma Avi Loeb, que está estudando o assunto. “Em termos de objetos sólidos e grandes, eles são os mais rápidos. Levariam 10 segundos para cruzar o diâmetro da Terra”. Os pesquisadores criaram simulações para examinar o que aconteceria se cada estrela ejetada da galáxia tivesse pelo menos um planeta orbitando perto. Eles descobriram que cerca de 10% dos planetas poderia ser atirado junto com a estrela. Uma estrela que for capturada por um buraco negro, que antes puxava gravitacionalmente outra estrela, também poderia ter seu planeta “ejetado”, e ele sairia “viajando” pela galáxia a enormes velocidades. Eventualmente, esses planetas de hipervelocidade vão escapar da Via Láctea e viajar pelo espaço interestelar. “Essa é a primeira vez que alguém fala sobre procurar por planetas ao redor de estrelas em hipervelocidade”, afirma Loeb. “Isso é possível usando grandes telescópios, mas os observatórios precisam colocar isso nos seus planos ainda”. FONTE: LiveScience

domingo, 30 de setembro de 2012

BURACOS NEGROS PODEM MATAR A GALÁXIA ONDE "MORAM"

Uma das questões que mais intrigam os astrônomos diz respeito ao Buraco Negro. Recentemente, pesquisas têm se aproximado da conclusão de que cada Galáxia possui o seu buraco negro, bem no centro, e ele varia de tamanho e peso em cada uma. Alguns buracos negros podem ter a massa bilhões de vezes maior do que a do Sol. Uma pesquisa da Universidade de Nottingham, Inglaterra, descobriu o efeito devastador que ocorre quando o Buraco Negro libera energia em forma de radiação. Um buraco Negro seria capaz de engolir toda a matéria existente na Galáxia que o “hospeda”. Além disso, ele impossibilita a criação de uma nova galáxia naquele espaço. Funciona da seguinte forma: quando um buraco negro absorve muita matéria em um curto espaço de tempo, libera uma grande carga de energia em forma de radiação. Essa energia potencializa o poder de atração do buraco negro. Assim, ele absorve tudo o que há de gás e poeira cósmica ao seu redor. Como poeira e gás são a base para a formação de novas estrelas, ele impede que a Galáxia se “recomponha”, ou seja, o Buraco Negro destroi de forma irreversível a sua própria Galáxia. Mas não se desesperem! O estudo também mostra que, por sorte a Via Láctea (para quem não se lembra, é a nossa galáxia, a do sistema solar. Muito prazer, Via Láctea), tem um buraco negro anormalmente pequeno. Não seremos engolidos pelo nosso tão cedo. Fonte: NBC

terça-feira, 27 de março de 2012

GALÁXIA EL DORADO


O Telescópio Espacial Hubble produziu esta bela imagem da galáxia NGC 1483. NGC 1483
é uma galáxia espiral barrada localizada ao sua da constelação de Dorado. A galáxia nebulosa apresenta uma saliência central brilhante e braços difusas
com distintas regiões de formação estelar. No fundo, muitas outras galáxias distantes podem ser vistos.

A constelação de Dorado é a casa do Grupo Dorado de galáxias, um grupo frouxo composto por um estimado de 70 galáxias e localizado a cerca de 62 milhões de anos-luz de distância. O grupo Dorado é muito maior do que o Grupo Local, que inclui a Via Láctea (e que contém cerca de 30 galáxias)e se aproxima do tamanho de um aglomerado de galáxias. Os enxames de galáxias são os maiores agrupamentos de
galáxias (e na verdade as maiores estruturas de qualquer tipo) no universo a ser realizada em conjunto por sua gravidade.

Galáxias espirais barradas são assim chamados por causa das proeminentes bar em forma de estruturas encontradas na sua centro. Eles formam cerca de dois terços de todas as galáxias espirais, incluindo a Via Láctea. recente estudos sugerem que as barras pode ser uma fase comum na formação de galáxias espirais, e pode indicam que uma galáxia atingiu a maturidade plena.
Fonte: NASA