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sábado, 10 de janeiro de 2015
PLANETAS ERRANTES SÃO MAIORIA NO UNIVERSO E PODEM TER VIDA
A Via Láctea, nossa querida galáxia, contém algo em torno de 200 a 400 bilhões de estrelas. E os astrônomos estão descobrindo agora que um grande número delas são como o nosso sol: tem planetas orbitando em torno delas. Durante décadas, foi consenso entre os estudiosos de astronomia que estes seriam planetas alienígenas – planetas que voam em torno de uma estrela mãe.
Pesquisas recentes sugerem que planetas voando livres ao redor do espaço interestelar, sem estar ligados a quaisquer estrelas, superam o número de estrelas em nossa galáxia em uma escala de 100.000 para 1. Mesmo se todas as estrelas da Via Láctea tiverem muitos planetas orbitando em torno delas, como acontece em nosso sistema solar, ainda haveria 12.500 planetas livres para cada planeta em uma órbita.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
EXISTE APENAS UM PLANETA TERRA NO UNIVERSO?
Esse desenho do artista mostra um possível planeta parecido com a Terra com uma superfície rochosa, oceanos e atmosfera.
Na ciência relativamente nova da busca por planetas, nenhuma descoberta é mais valorizada do que a descoberta de um planeta como o nosso, um que possa suportar a vida. Até o final de agosto de 2007, quase 250 exoplanetas - planetas que orbitam estrelas que não nosso Sol -, foram descobertos [fonte: BBC News]. O anúncio de novos planetas quase se tornou uma rotina e alguns nem mesmo aparecem nos noticiários. Periodicamente, porém, ouvimos sobre exoplanetas que parecem similares à Terra ou sobre os quais cientistas especulam que possam conter água líquida, um dos ingredientes-chave para a vida baseada em carbono. Quantos desses planetas parecidos com a Terra existem lá fora, e eles são realmente parecidos com a Terra ou apenas esperamos que eles sejam? Neste artigo, daremos uma olhada em algumas "Terras" potenciais e o que elas podem nos dizer sobre o futuro da caça planetária.
Em agosto de 2007, cientistas anunciaram a descoberta de uma estrela que pode ter tido um planeta parecido com a Terra orbitando-a. A estrela era uma anã branca chamada GD 362, e está a 150 anos-luz da Terra, ainda dentro de nossa galáxia. Nenhum planeta parecido com a Terra parece orbitar a estrela agora, mas a presença de resíduos de asteróide pode nos dizer alguma coisa sobre um planeta que provavelmente já orbitou a estrela um dia.
Os resíduos, que vieram de um asteroide que já teve 200 quilômetros de comprimento, mostraram pouco carbono e altos níveis de cálcio e ferro. Isso significa que o material rochoso é muito parecido com o da Lua e das rochas que compõem a Terra. A presença desse material similar, dizem os cientistas, significa que um planeta parecido com a Terra pode ter orbitado a estrela há milhões de anos, antes de ela se tornar uma anã branca. A estrela também tem anéis similares aos de Saturno, e parte do material do anel pode ser de planetas e outros objetos que foram desmanchados pela gravidade da anã branca.
O diâmetro da GD 362 é de cerca de metade do diâmetro da Terra, mas sua massa é a mesma do Sol, o que torna a GD 362 muito mais densa do que nosso planeta. A GD 362, porém, começou como uma estrela parecida com o Sol em nosso sistema solar. Quando a estrela esgotou seu combustível, porém, ela inchou, virou uma gigante vermelha e depois ejetou sua casca externa. O centro dessa estrela então se transformou em uma anã branca, que já foi muito quente (mais de 100.000 Kelvin) e muito pequena. Uma anã branca retém cerca de metade de sua massa, mas se torna inacreditavelmente densa em razão de seu pequeno tamanho. Nosso Sol deve se tornar uma anã branca em cerca de cinco bilhões de anos. O processo destruirá Mercúrio, Vênus e, possivelmente, a Terra.
Então, quantos outros planetas parecidos com a Terra existem ou existiram lá fora? Ninguém sabe, mas muitos cientistas acreditam que é inevitável que outras Terras sejam encontradas. Um cientista da Nasa disse à BBC News que alguns cientistas acreditam que quase todas as estrelas têm planetas como a Terra orbitando-as [fonte: BBC News]. É claro, o entusiasmo ao redor da descoberta dessas outras Terras é baseado na idéia de que muitas contêm vida alienígena ou mesmo que, daqui a séculos, permitirão colônias espaciais humanas distantes, antes que nossa estrela exploda e destrua a Terra.
Outras Terras possíveis
Um dos principais objetivos da caça aos planetas é encontrar exoplanetas que tenham as características da Terra e possam, conseqüentemente, conter vida. Uma das chaves para essa busca é a Zona Goldilocks ou Cachinhos Dourados, em homenagem ao conto de fadas. Também chamada de zona habitável ou zona da vida, a Zona Goldilocks é uma área no espaço na qual um planeta está exatamente na distância correta de sua estrela-natal de forma que sua superfície não seja nem tão quente nem tão fria. Isso significa que o planeta poderia conter água líquida. Ao pesquisar potenciais candidatas a "novas Terras", os astrônomos procuram traços de atividade biológica, como a presença de oxigênio. Poucos planetas foram descobertos na Zona Goldilocks, mas em abril de 2007 astrônomos europeus anunciaram a descoberta de um. Ele também foi, naquele ponto, o planeta mais parecido com a Terra já descoberto. O planeta, chamado Gliese 581c, tem 19.300 quilômetros de diâmetro, não muito maior que a Terra (12 mil quilômetros de diâmetro). Ele orbita uma estrela vermelha maciça chamada Gliese 581, localizada na constelação de Libra, a 20,5 anos-luz da Terra. Gliese 581c orbita sua estrela bem de perto, completando uma órbita em apenas 13 dias da Terra. Essa órbita curta tornaria o planeta muito quente para a vida, exceto pelo fato de que a temperatura da superfície de Gliese 581 é 1/50 daquela do nosso Sol. Como está na Zona Goldilocks, a temperatura da superfície de Gilese 581c varia de estimados 32° Fahrenheit a 102° Fahrenheit (0º Celsius a 39º Celsius). A equipe de pesquisa que o descobriu acredita que ele tem uma atmosfera desenvolvida. O planeta pode não apenas conter água, mas ser inteiramente coberto por oceanos. Gliese 581c tem algumas coisas que agem contra ele. Sua gravidade é cerca de duas vezes mais forte que a gravidade da Terra, e ele recebe doses significantes de radiação de sua estrela. Ambos os fatores poderiam inibir o desenvolvimento de vida. Mesmo assim, Gliese 581c é incrível não somente por suas condições parecidas com as da Terra, mas também por causa de sua relativa proximidade com a Terra e sua localização na evasiva Zona Goldilocks. À medida que mais telescópios poderosos e precisos forem lançados no espaço, esforços futuros envolverão o exame das atmosferas dos exoplanetas em busca de oxigênio e metano e de planetas rochosos que se encontrem na Zona Goldilocks. Os cientistas também estão aumentando o uso de telescópios automáticos programados para procurar minúsculas variações no brilho de uma estrela causado por um planeta orbitante que passe em frente a ela. Com o ritmo cada vez mais rápido da descoberta de exoplanetas e um número praticamente infinito de estrelas no universo, muitas outras descobertas incríveis serão feitas. A descoberta ideal seria um planeta similar em composição à Terra que se localizasse na Zona Goldilocks e orbitasse uma estrela estável. É importante lembrar, porém, que as descrições populares de vida extraterrestre provavelmente são erradas. Algumas formas de vida podem não ser mais avançadas que bactérias. Outras podem ser altamente desenvolvidas mas irreconhecíveis, um pensamento que fez alguns cientistas defenderem a busca pela chamada vida estranha. fonte:http://ciencia.hsw.uol.com.br/outra-terra.htmdomingo, 10 de agosto de 2014
CONHEÇA 4 LUGARES DO SISTEMA SOLAR ONDE PODE EXISTIR VIDA EXTRATERRESTRE
De todos os lugares onde os cientistas esperavam encontrar vida na Terra, um lago do Caribe borbulhando asfalto preto não estava no topo da lista.Mas os pesquisadores relataram na revista Science que o óleo não necessariamente sufocava toda a vida.
Micróbios foram encontrados vivendo em gotículas minúsculas de água cheia de breu de alcatrão num Lago de Trinidad.
Esta descoberta terrestre poderia realmente ser uma bênção para a busca de vida noutros planetas com ambientes extremos que se pensava serem muito hostis para suportar organismos vivos. Veja aqui alguns lugares do sistema solar que podem abrigar vida alienígena.
1. TITÃ
A descoberta de vida no Lago de Trinidad deve ser emocionante para os investigadores que procuram sinais de vida em Titã, a maior lua de Saturno. Titã assemelha-se mais à Terra do que qualquer outro corpo celeste do sistema solar.
Mas em vez de oceanos de água, esta lua gelada é o lar de grandes lagos de hidrocarbonetos. Os autores do novo estudo na Science dizem que poderia haver gotas de misturas de água e amônia crescentes dentro lagos de Titã oleosos, assim como no Lago.
2. MARTE
No final do século XIX e início do século XX, o astrônomo Percival Lowell popularizou a ideia de que os "canais" no planeta vermelho eram obra de marcianos inteligentes. Esses canais aparentes acabaram por ser uma ilusão espectacular.
Imagens das missões Mariner e Viking da NASA, em 1960 e 1970 revelaram uma paisagem desolada, sem vestígios de civilização análoga à humanidade na Terra. Os cientistas não têm nenhuma evidência até agora de que a vida já existiu em Marte.
No entanto, sabem que Marte tem água gelada que cobre os seus pólos e que o solo da superfície marciana contém 2% de água por peso.
Além disso, amostras de terra estudadas pelo Curiosity da NASA revelaram que Marte teria sido capaz de suportar vida microbiana há bilhões de anos atrás, quando o planeta era muito mais úmido e mais quente do que é hoje.
3. EUROPA
Se a água é a chave para a vida como a conhecemos, então Europa pode ser o candidato mais promissor na busca de organismos estranhos.
Pensa-se que esta lua de Júpiter abriga um enorme oceano de água líquida sob sua crosta gelada e espessa.
Nos últimos anos, os cientistas descobriram vida microbiana em ambientes extremos do oceano na Terra, que sugerem que formas de vida estranhas poderiam existir num lugar como Europa.
4. ENCELADUS
Como Europa, a lua de Saturno Enceladus tem um escudo congelado formidável cobrindo uma subsuperfície de oceano profundo, que pode cobrir uma área pelo menos tão grande como o Lago Superior, de acordo com um estudo recente publicado na revista Science.
Alguns pesquisadores acreditam que eles podem ser capazes de estudar água oculta em Enceladus, sem perfurar a sua crosta, que pode ter até 40 quilómetros de espessura. A sonda Cassini da NASA detectou 101 gêiseres de vapor de água e gelo em erupção perto do pólo sul de Enceladus.
FONTE:Livescience.com/47246-alien-life-in-solar-system-candidates.html
segunda-feira, 7 de julho de 2014
CONHEÇA AS 10 ARMAS DA FICÇÃO CIENTÍFICA QUE PODERIAM EXISTIR TEORICAMENTE
O gênero de ficção científica nos apresentou a uma infinidade aterrorizante de tecnologia ao longo dos anos. Quantas dessas armas realmente poderiam existir, com base no que sabemos sobre a ciência moderna?
10. Sabre de luz (Star Wars)
Quem nunca quis um sabre de luz? Eles podem ser uma realidade em breve. Em setembro de 2013, cientistas da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (ambos nos EUA) descobriram uma forma de manipular fótons (partículas que normalmente não interagem umas com as outras) em uma molécula fotônica. Eles dizem que o exemplo mais próximo do que este novo processo (por enquanto apenas teórico) poderia criar é um sabre de luz.
Os cientistas colocaram átomos de rubídio em uma câmara de vácuo e usaram lasers para esfriá-los quase a zero absoluto. Então, atiraram fótons individuais nessa nuvem por meio de pulsos de laser. Isto fez com que o fóton se movesse para dentro e através da nuvem, passando energia para os átomos. Um dos cientistas afirmou que este processo pode um dia ser usado para criar estruturas cristalinas 3D de luz. A ciência não está completamente pronta para criar uma arma de feixe de luz ainda, mas o experimento prova que esse tipo de tecnologia é, pelo menos, teoricamente possível.
9. Ciborgue (Robocop)
Ciborgues têm aparecido em contos de ficção científica desde que o gênero apareceu. Mas será que é realmente possível criar um “homem biônico” com a tecnologia de hoje? Sim. A tecnologia moderna já criou olhos biônicos e outros aparelhos do tipo. Também, a Universidade Vanderbilt (EUA) criou um exoesqueleto biônico para pessoas com paralisia, focado principalmente nos membros inferiores. A pesquisa é um avanço da medicina e da ciência, e abre a possibilidade de criar um esqueleto sobre-humano biônico. Este exoesqueleto foi testado em um paciente paraplégico com resultados positivos: a pessoa conseguiu andar a uma velocidade média de 0,8 km por hora, com a ajuda de feixes paralelos de apoio. Um homem completamente biônico não é um conceito muito distante.
8. Reator de fusão (Universo Marvel)
A ideia de aproveitar uma fonte de energia em um pequeno espaço não é impossível com o conhecimento de hoje. O reator de fusão do Homem-Aranha pode não ser real, mas a ideia por trás dele é baseada em ciência real. O mais assustador é que não estamos muito longe de compreender a fusão nuclear através de uma reação deutério-trítio. Essa reação é a mais concebível para nós hoje, já que ambos os elementos são abundantes. O processo de fusão envolve colocar os dois núcleos atômicos tão próximos um do outro que eles se fundem, mas requer temperaturas de cerca de 100 milhões de graus Celsius. Além da temperatura, o processo gera um plasma altamente eléctrico que deve ser contido em uma gaiola de campo magnético. A teoria por trás do reator de fusão do Doutor Octopus não é muito diferente de como entendemos a reação deutério-trítio. No entanto, conter a reação e estabilizá-la o suficiente para atrair objetos metálicos distantes é outra questão.
7. Teletransporte (Star Trek)
O aparelho de teletransporte do Capitão Kirk é um dos melhores dispositivos sci-fi já inventados. Mas o teletransporte é uma possibilidade, na vida real? A resposta é um sonoro “talvez”. Os cientistas da Universidade de Maryland e da Universidade de Michigan (nos EUA) exploraram a viabilidade de teletransporte. A equipe mostrou que é possível transferir informações entre fótons. Para realizar essa tarefa, eles colocaram dois íons em um vácuo cercado por campos elétricos. Então, usaram um laser para criar um estado quântico conhecido como emaranhamento, que essencialmente permite que dois átomos desloquem suas propriedades um para o outro. Num certo sentido, isso permite que informação seja “teletransportada” entre eles. O próximo passo lógico é melhorar a precisão dos fótons e criar uma comunicação mais rápida e mais eficiente entre eles. Teletransporte humano é outros quinhentos, no entanto.
6. Máquina do tempo (H.G. Wells)
Nós provavelmente não vamos voltar à época dos dinossauros ou visitar galáxias futuras, mas isso não significa que a viagem no tempo é impossível. Albert Einstein mostrou que o tempo é essencialmente elástico e susceptível de esticar ou encolher com movimento. Assim, viagem no tempo é aceitável considerando que o tempo pode ser acelerado pelo aumento da velocidade. Isso pode ser observado em estrelas e planetas a anos-luz de distância. Além disso, Einstein disse que a gravidade constitui um fator de tempo.
E uma máquina do tempo, poderia existir? Um aparelho desses poderia funcionar se houvesse uma matéria exótica com uma densidade de energia negativa, a fim de dobrar o espaço-tempo. Mesmo que essa matéria exista, no entanto, não há o suficiente para construir uma máquina do tempo. Outras pesquisas sugerem que uma máquina do tempo poderia funcionar sem essa matéria exótica. Isso exigiria a criação de um vácuo de matéria normal, permitindo que o espaço-tempo dobrasse sobre si mesmo. Esta teoria apresenta complicações e assume uma manipulação quase impossível de campos gravitacionais, mas fornece uma base teórica para tal aparelho.
5. Pulso eletromagnético (Matrix)
Você deve se lembrar do pulso eletromagnético usado em Matrix. A ideia de uma arma que pode desativar qualquer dispositivo eletrônico soa como uma criação terrível de ficção científica, mas existe na vida real, e é ainda mais aterrorizante do que podemos imaginar. Um pulso moderado iria destruir quaisquer dispositivos eletrônicos próximos. Uma explosão diretamente acima dos Estados Unidos poderiam enviar pulsos ao longo de todo o continente norte-americano. Até mesmo explosões menores poderiam, teoricamente, desativar bancos locais, sistemas de alarme e de segurança e instituições como a bolsa de valores. Há suspeitas de que os norte-coreanos estão experimentando com tecnologia russa para criar armas de pulso eletromagnético capazes de desativar equipamento militar eletrônico. Salve-se quem puder!
4. Neuralizador (Homens de Preto)
ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=PnEWvBsRjBo
O neuralizador de Homens de Preto é incrível: não muito maior do que uma caneta, é capaz de apagar a memória humana durante o tempo que o usuário pretende usando apenas um flash de luz. Tal dispositivo ainda não existe, mas os cientistas estão fazendo experiências com edição de memória, e alcançando sucesso. Por exemplo, pesquisadores criaram uma nova droga experimental capaz de bloquear PKMzeta, uma substância que o cérebro precisa para reter informações. Depois de administrada, a droga pode atingir áreas do cérebro que possuem certos tipos de memória associadas com emoções e habilidades motoras. A pesquisa ainda está no início e a droga só foi testada em ratos de laboratório, mas os cientistas estão bastante confiantes de que a mesma edição de memória pode ser aplicada com sucesso em seres humanos. Enquanto uma droga dessas provavelmente irá ser usada para tratar demência e outras doenças, não podemos afastar totalmente usos antiéticos e bélicos.
3. Arma de raio (Flash Gordon)
A arma de raio, ou raio da morte, é uma arma portátil capaz de lançar feixes de partículas mortais. Uma das primeiras tentativas de criar um raio da morte concentrado foi feita por Nikola Tesla. Sua ideia era criar um selo de vácuo e, em seguida, empurrar uma corrente de ar em alta velocidade através da arma. O feixe de partículas resultante pode ser projetado em uma linha reta em até 320 km. O raio da morte de Tesla era quase idêntico à arma carregada de partículas desenvolvida pelos EUA e pela Rússia durante a Guerra Fria. Mais recentemente, um homem também foi capaz de usar uma tela de TV antiga para construir um “raio da morte” que atinge 1.090 graus Celsius e pode queimar metal. Se a produção de um feixe de partículas é tão fácil, poderia o mesmo raio da morte existir sob a forma de uma arma portátil? Muito provavelmente.
2. Máquina apocalíptica, ou Máquina do Juízo Final (Dr. Fantástico)
A Máquina apocalíptica ou Máquina do Juízo Final é uma aterrorizante invenção do gênero sci-fi. No entanto, o enredo de Dr. Fantástico (ou Dr. Strangelove), no qual os soviéticos explodem o mundo, pode não ser totalmente ficcional. Em 1984, a União Soviética tinha, de fato, construído uma máquina do fim do mundo chamada “Perimeter” (“perímetro”). Ela era operada por um elaborado sistema espalhado por todo o país e projetado para disparar vários mísseis contra os Estados Unidos. Estima-se que o lançamento desses mísseis poderia matar mais de 100 milhões de pessoas. A parte mais assustadora? “Perimeter” supostamente ainda está ativo, mas ninguém quer falar sobre isso. Se uma “máquina do fim do mundo” (como a “Perimeter”) realmente existe é um mistério, mas não há nenhuma maneira de excluir definitivamente essa possibilidade aterradora.
1. Vírus Extremis (Universo Marvel)
Em suma, o vírus Extremis do Universo Marvel surgiu como um agente de cura para regenerar membros amputados antes de evoluir para dar habilidades sobre-humanas. A ciência de regenerar membros humanos (como uma lagartixa crescendo um novo rabo) ou a criação de melhores membros está a caminho de ser teoricamente possível. Atualmente, não podemos regenerar membros, mas a chave para alcançar esse objetivo pode estar em nossas unhas. Pesquisadores da Universidade de Nova York (EUA) usaram ratos geneticamente modificados para testar a cadeia de eventos que ocorre na regeneração de uma ponta do dedo. Eles esperam que as suas descobertas possam ser usadas para a regeneração de membros no futuro.
O experimento focou nas células-tronco a partir do leito ungueal, que estimulam a autorrenovação e o crescimento. Os pesquisadores descobriram que as células dependem de proteínas chamadas de “via de sinalização Wnt”. Essas proteínas ajudam o crescimento de folículos pilosos e unhas. Ao manipular essa via em ratos com dedos amputados, os pesquisadores puderam provocar o crescimento em áreas onde ele normalmente não ocorre. O próximo passo é concentrar-se sobre os processos moleculares que controlam a forma como o sinal interage com as células-tronco para produzir este crescimento e regeneração. A capacidade de criar um “super-humano” em constante regeneração pode não ser totalmente possível ainda, mas estamos mais perto do que pensamos.
FONTE: Listverse.com/2014/05/06/10-scary-sci-fi-weapons-that-could-theoretically-exist/
quarta-feira, 4 de junho de 2014
ARTIGO CIENTÍFICO EXPLICA A POSSÍVEL EXISTÊNCIA DE HUMANOIDES REPTILIANOS
De acordo com um artigo de Alexandre Light, publicado no site humansarefree.com, o famoso químico Ronald Breslow PhD havia liberado em 2012 um artigo científico explicando a possibilidade de que uma antiga e avançada civilização reptiliana possa existir. O artigo foi publicado pela Sociedade Química Americana (American Chemical Society- “Nova pesquisa científica levanta a possibilidade de versões avançadas de T. Rex e outros dinossauros- criaturas monstruosas com a inteligência e a astúcia de humanos – podem ser as formas de vida que evoluíram em outros planetas do universo.“)
“Seria melhor se não os encontrássemos“, concluía o estudo, que apareceu no Journal of the American Chemical Society.
O documento teria sido tirado do site após algumas semanas de sua publicação, com a seguinte mensagem: “This paper was withdrawn on May 16, 2012 (J. Am. Chem. Soc.2012, 134, 8287).”
No documento, o cientista Ronald Breslow, Ph.D., discute o mistério de séculos do porque os blocos de construção dos aminoácidos terrestres (que perfazem as proteínas), açúcares, e os materiais genéticos DNA e RNA, existem somente em uma orientação e formato. Há duas possíveis orientações, esquerda e direita, espelhando uma à outra, da mesma forma que ocorre com as mãos.
Para que a vida surja, proteínas, por exemplo, devem conter somente uma forma simétrica de aminoácidos, esquerda ou direita. Com a exceção de poucas bactérias, os aminoácidos em toda a vida na Terra tem a orientação para a esquerda. A maioria dos açúcares tem a orientação para a direita. Como ocorreu a predominância da uma forma de simetria?
“É claro“, diz Breslow, “mostrar que isto poderia ter acontecido desta forma não é o mesmo que mostrar que realmente ocorreu“. Ele adiciona: “Uma implicação deste trabalho é a de que em outros lugares do universo poderia haver formas de vida baseadas em aminoácidos D e açucares L. Tais formas de vida poderiam muito bem ser versões avançadas de dinossauros, se os mamíferos não tivessem a sorte de ter os dinossauros erradicados por uma colisão de asteroide, como ocorreu na Terra. Seria melhor se não os encontrássemos“.
Evolução-do-Troodonte
“Em 1982, o então curador de fósseis vertebrados do Museu Nacional do Canadá em Ottawa, conjecturou a possível rota evolucionária para o Troodonte, se ele não tivesse desaparecido no evento de extinção há 65 milhões de anos, sugerindo que ele poderia ter evoluído em um ser inteligente, similar em corpo aos humanos. Ao longo do tempo geológico, Russell apontou que tem havido um gradual aumento na quociente de encefalização, ou QE (o peso relativo do cérebro quando comparado com outras espécies com o mesmo peso corporal) entre dinossauros.
Russel descobriu o primeiro crânio Troodontídeo, e notou que, apesar do seu QE ter sido baixo quando comparado com o dos humanos , ele era seis vezes maior do que o de outros dinossauros. Russell sugeriu que se a tendência na evolução do Troodonte tivesse continuado até o presente momento, sua caixa cerebral poderia agora medir 1.100 cm3, o que é comparável à de um humano.
Troodontídeos tinham dedos capazes de agarrar e segurar objetos até um certo ponto, e uma visão binocular. Russell propôs que seu ‘dinossauróide’, como os membros da família troodontídea, teria grandes olhos e três dedos em cada mão, um dos quais seria parcialmente oposto (como o nosso polegar). Russell também especulou que o ‘dinossauróide’ teria tido um bico sem dentes.
Como a maioria dos répteis modernos (e pássaros), ele concebeu sua genitália como sendo interna. Russell especulou que ele teria um umbigo, pois uma placenta ajuda no desenvolvimento de uma caixa cerebral grande. Porém, ele não possuiria glândulas mamárias, e alimentaria suas crias como alguns pássaros fazem, regurgitando alimentos. Ele sugeriu que a linguagem soaria algo como cantos de pássaros”. — Wikipedia;
Mais defensores da teoria do “Dinossauro Sapiens”
(1977) Aritsune Toyota: “Um escritor japonês de ficção científica foi um dos primeiros que propuseram a idéia de dinossauros sapientes. Toyota estava intrigado com a teoria do ‘Deinonico de sangue quente’ (John Ostrom, 1964) e desenvolveu a idéia de que alguns tipos de dinossauros teriam evoluído para adquirir inteligência. Ele se referenciou no Dinossauro de Sangue Quente (Desmond, Adrian J., 1975, Rosemarie Buckman, Oxfordshire) e construiu um modelo teórico de como eles poderiam ter sido. Ele publicou sua idéia como ficção científica no livro Kako no kageri (Uma sombra do passado) in 1977. Na história, ele descreveu-os como humanoides reptilianos que usavam ferramentas feitas de ossos para caçar, falavam uma linguagem primitiva, e construíram uma sociedade rudimentar. A criatura teria evoluído de um dinossauro similar ao dromeosauro. Um ano mais tarde, Toyota recebeu dicas do zoólogo japonês, Tatsuo Saneyoshi, e começou a se empenhar por mais autenticidade nos detalhes zoológicos. Então, ele escreveu o livro Zoku jikanhō keikaku (Prospecto para o espaçotemporal parte 2). Ele continuou a estudar os dinossauros, e serializou sua literatura de ficção com o Dainosaurusu sakusen (O plano dos dinossauros), em 1979. “ - Wikipedia;
(1977) Carl Sagan: “Em seu livro de 1977, The Dragons of Eden: Speculations on the Evolution of Human Intelligence, (Os Dragões do Eden: Especulações sobre a Evolução da Inteligência Humana), Carl Sagan especulou sobre o gênero saurornithoides ter evoluído para formas mais inteligentes, se não tivesse ocorrido um evento de extinção. Num mundo dominado por saurornithoides, Sagan imaginou que a aritmética teria base 8 e não 10″.
(1978) Harry Jerison: “O psicólogo estadunidense Harry Jerison sugeriu a possibilidade de dinossauros sapientes. Em 1978, ele fez uma apresentação intitulada “Dinossauros inteligentes e psicologia comparativa”, durante uma reunião na Associação Psicológica Americana. De acordo com sua palestra, o dromiceiomimo poderia ter evoluído em uma espécie altamente inteligente, como os seres humanos.
Fonte: humansarefree.com
segunda-feira, 2 de junho de 2014
A MAIOR COISA DO UNIVERSO É TÃO GRANDE QUE NÃO DEVERIA EXISTIR
Qual é a maior estrutura conhecida no universo? Astrónomos costumavam pensar que era um filamento de galáxias conhecidas como a Grande Muralha de Sloan.
Mas pesquisas recentes sugerem que uma estrutura diferente é ainda maior - e o seu tamanho faz os astrónomos coçarem as suas cabeças. Conheça a Grande Muralha Hercules-Corona Borealis (Her-CrB GW).
Esta estrutura é maior que o limite máximo teórico de quão grandes as estruturas universais podem ser, afirma o Dr. Jon Hakkila, professor da Universidade de Charleston e um dos astrónomos que descobriram a estrutura. Consiste num dilema: não deveria existir, mas aparentemente existe.
Mistérios como este acontecem porque os astrónomos varrem os céus por um vislumbre do passado, de forma a obtermos informações luz não só sobre os primeiros anos do nosso universo, mas também sobre a nossa galáxia, o nosso sistema solar, e, finalmente, nós mesmos.
"Estamos mapeando estruturas em todo o céu", disse o astrónomo Jay M. Pasachoff, diretor do Observatório Hopkins, que não esteve envolvido na descoberta desta grande estrutura. "Estamos a aprender como o universo foi criado".
"Então, estamos a aprender sobre como o nosso aglomerado de galáxias cresceu e como a nossa própria galáxia cresceu e como o nosso Sol se formou, e como a Terra se formou logo após. Estamos a estudar a nossa história", acrescentou o astrónomo em entrevista ao HuffPost.
Porque os astrónomos ainda estão a mapear o céu, ainda pode haver algo ainda mais grandioso do que o Hercules-Corona Borealis Grande no nosso universo. A descoberta foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics. Veja abaixo o video da descoberta.
FONTE: HuffingtonPost.com/2014/05/27/biggest-thing-in-universe-video_n_5365111.html
terça-feira, 29 de abril de 2014
LHC CONFIRMA EXISTÊNCIA DE NOVO TIPO DE MATÉRIA
DOS QUARKS AOS HÁDRONS:
Pesquisadores de um dos detectores do LHC anunciaram a confirmação da existência de hádrons exóticos - um tipo de matéria que não pode ser classificado dentro do modelo padrão de partículas.
O novo tipo de matéria é formado por quatro quarks.
Quarks são partículas subatômicas fundamentais que formam a matéria. Até agora se sabia que eles ocorrem ou em grupos de dois (pares quark-antiquark), formando os mésons, de vida muito curta, ou em grupos de três, formando os bárions - os prótons e nêutrons que compõem os núcleos atômicos.
Em conjunto, as partículas formadas por quarks, bárions e mésons inclusive, são conhecidas como hádrons - de onde vem o nome do LHC, Grande Colisor de Hádrons.
Mas, nos últimos anos, os colisores têm detectado várias partículas que não se encaixam nesse modelo de estrutura dos hádrons.
MATÉRIA TETRAQUARKS:
Agora, a colaboração LHCb afirma ter chegado a resultados inequívocos da existência de uma partícula exótica - chamada Z(4430) - que não se encaixa no modelo de quarks, formando um outro tipo de matéria chamada de tetraquark.
A Z(4430) foi relatada pela primeira vez no acelerador KEKB em Tsukuba, Japão, em 2008. O acelerador SLAC, nos EUA, contudo, não conseguiu reproduzir o experimento, e a existência da nova partícula foi posta em dúvida.
A confirmação veio depois da análise de 25.000 decaimentos de mésons B selecionados de 180 trilhões de colisões próton-próton no LHC, o que permitiu alcançar uma significância de 5,2 sigmas na escala que os físicos usam para descrever a certeza de um resultado.
Como seria de se esperar, há mais perguntas do que respostas sobre a nova partícula de quatro quarks.
Por exemplo, a Z(4430) decai pelo menos 10 vezes mais rápido que se calculava, o que não se encaixa nos modelos iniciais de como uma matéria com quatro quarks deveria se comportar.
Um dos desafios para desvendar esse mistério é que os supercomputadores atuais ainda não têm capacidade suficiente para rodar simulações de como seria uma matéria tetraquark a partir dos chamados primeiros princípios, as descrições fundamentais das partículas e suas interações.
Bibliografia:
Observation of the resonant character of the Z(4430) state
LHCb collaboration
arXiv
http://arxiv.org/abs/1404.1903
FONTE:INOVACAOTECNOLOGICA
segunda-feira, 28 de abril de 2014
EXISTE MESMO AREIA MOVEDIÇA?
Existe, mas não como nos velhos filmes do Tarzan. Esse tipo de terreno até pode prender um animal, mas ver uma pessoa ser engolida, só no cinema. Além de ser difícil achar um atoleiro muito profundo, a pessoa que enfiar os pés nele ainda terá os braços livres, bastando se apoiar em áreas próximas com um solo mais firme para sair. As principais vítimas são os animais, que atolam as quatro patas e não têm como fugir. Mesmo assim, o perigo não é o bicho ser engolido, mas morrer de fome se não for resgatado.
ATOLEIRO ANIMAL:Terreno instável é resultado de grãos soltos e muita água
1. Um área com areia normal tem grãos bem compactados, bem próximos uns dos outros. É como se a areia fosse prensada. Numa praia, por exemplo, a ação do vento e das pessoas e objetos que circulam em cima da areia ajudam a grudar os grãos, deixando o terreno mais firme
2. Sob certas condições, a areia pode ficar menos compactada. Em uma região entre dunas, por exemplo, os grãos trazidos pelo vento ficam protegidos da circulação de ar e acabam permanecendo mais soltos, formando uma areia fofa. Esse é um tipo de local que pode dar origem à areia movediça
3. Se esta areia fofa receber muita água, como a da chuva, os grãos que já estavam um pouco soltos se separam mais ainda. Os espaços vagos vão sendo preenchidos pela água, criando uma mistura viscosa de areia e líquidos que é a popular areia movediça, chamada pelos geólogos de areia fluidificada. Se um animal pisa nesta área instável, os grãos de areia passam a se movimentar em direção ao fundo, carregando junto as patas do bicho, como se elas fossem “grãos gigantes”. Até suas patas atingirem um nível de areia mais compactada ele já pode estar completamente atolado
FONTE:Mundo Estranho
sábado, 22 de março de 2014
DESCOBERTA NOVAS PROVAS DA EXISTÊNCIA DE "MATÉRIA ESCURA"
Cientistas descobriram novas provas de existência de “matéria escura”. Afirmam que tal substância invisível poderá constituir a maior parte da massa do Universo, desempenhando o papel de “esqueleto” que sustenta as estrelas e as galáxias.
A hipotética “matéria escura” foi designada assim por ser invisível – ela não brilha, deixando passar a luz. Todavia, suas partículas têm massa. Por isso, a luz procedente dos confins do Universo, atravessando os seus coágulos, se desvia um pouco e distorce a imagem. Esse fenómeno tem sido notável nos últimos anos. No entanto, há 80 anos, os cientistas repararam em alguns “desvios à norma” na conduta de galáxias que iam girando num “casulo”, feito de uma grande massa distribuída de forma regular pela sua superfície plana.
Para além de gravitação, os cientistas não dispunham de outros argumentos sólidos, embora tenham existido várias hipóteses sobre partículas de “matéria escura”. Um dos seus tipos foi designado de “neutrino estéril” por não reagir às partículas comuns, podendo desintegrar-se e emitir raios X.
Ora, os dois grupos de pesquisadores, o primeiro, chefiado por Alexei Boyarsky, da Universidade de Leiden, e o segundo, da Universidade de Harvard, informaram quase em simultâneo terem registado uma irradiação proveniente do aglomerado de galáxias. A radiação tinha a imagem de uma linha ténue no espectro dos raios X, fotografada mediante um cluster galáctico. Para tirar conclusões acerca da sua natureza, será preciso esclarecer origens desse efeito espectacular, admite o astrofísico Vladimir Kukash:
“No caso de um aglomerado galáctico, a linha pode ser vista, mas se observarmos uma galáxia normal, esta permanece invisível. É um fenómeno interessante e curioso. Mas isto não quer dizer que a “matéria escura” tenha sido descoberta. Por isso, seria prematuro anunciar uma nova vitória.”
Neste contexto, serão necessárias novas provas de que tal fenómeno espectral realmente existe. E que esse fenómeno não pode ser explicado pela passagem de átomos de um estado para outro, reputa o astrofísico Valeri Rubakov:
“Se forem encontradas provas de que a sua origem não se relaciona com as potencialidades conhecidas, poderemos constatar a existência de partículas que se desintegram, levando ao surgimento desse fenómeno espectral. Pode ser uma emissão de raios X, resultante da desagregação de partículas de “matéria escura”. Pode ser um “neutrino estéril”. Mas, de qualquer modo, não se deve precipitar os acontecimentos.”
Se os neutrinos estéreis não reagem, isto tem que ser feito por um outro “candidato”, denominado WIMP (Weakly Interacting Massive Particle), isto é, uma partícula massiva que interage fracamente. As WIMPs penetram nas estrelas, na Terra, nas pessoas, colidindo, por vezes, com átomos comuns. No entanto, as experiências mais recentes, prevendo a sua descoberta, não foram bem-sucedidas. Numa mina da Dakota do Sul, EUA, foi instalado um tanque com xenônio líquido. Supunha-se que um embate da WIMP num núcleo do átomo de xenônio pudesse provocar um brilho ligeiro. Mas os brilhos que se notavam eram causados pela radiação natural. Por isso, os cientistas continuam a busca de WIMPs, tentando receber novos sinais de neutrinos estéreis. Teoricamente, estas partículas não podem coexistir, prossegue Valeri Rubakov:
“Se é verdade que as partículas de “matéria escura” são neutrinos estéreis, as WIMPs nunca serão descobertas. Como se diz, será necessário escolher “das duas uma”. Não pode haver aqui um terceiro elemento”.
Há muitas hipóteses sobre vários tipos de partículas de “matéria escura”. Uma delas poderá quase de certeza ser registrada dentro em breve, muito provavelmente, no próximo decênio.
FONTE: http://portuguese.ruvr.ru/
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
OS 7 MAIORES ANIMAIS QUE JÁ HABITARAM O NOSSO PLANETA
Quando você pensa nos maiores animais que já habitaram a Terra, obviamente os primeiros que lhe vêm à cabeça são os dinossauros, não é mesmo? Realmente, eles formaram a “turminha do terror” há milhares e milhares de anos com dimensões assustadoras, como era o caso do Tiranossauro Rex.
Apesar de existirem vários “dinos” na lista que você verá a seguir, não eram só eles que se destacavam pelo seu tamanho. Alguns peixes, aves e mamíferos gigantes também já rodaram por esse mundão há muito tempo.
E ainda, mesmo não estando listadas abaixo, também não podemos nos esquecer de citar as espécies atuais que também impressionam pelo seu tamanho, como a baleia-azul e o elefante-africano.
Porém, agora, vamos voltar alguns milhares de anos e ficar com sete entre os maiores animais que já habitaram o nosso planeta e que já tiveram algum registro — afinal, nunca se sabe o que mais os arqueólogos e paleontólogos podem descobrir por aí. Confira abaixo.
7 – MEGALODON
Também conhecido como Megalodonte ou Carcharocles megalodon,esta criatura era um imenso tubarão que podia ter entre 15 e 20 metros, com um peso que podia chegar às 50 toneladas e uma mandíbula grande o suficiente para engolir um rinoceronte.
Ele viveu há cerca de 1,5 a 25 milhões de anos, durante o período Mioceno no Oceano Pacífico. Alguns cientistas acreditam que os megalodons ainda podem se esconder nos nossos oceanos mais profundos de hoje, embora não haja nenhuma prova disso.
6 – O IMENSO ESCORPIÃO-MARINHO
Você tem medo de escorpiões? Então, melhor nem ler o resto da descrição desse bicho assustador. A existência do escorpião-marinho gigante foi descoberta recentemente. Também conhecida como Jaekelopterus rhenaniae, estima-se que esta criatura tinha por volta de dois metros e meio de altura. Imagina só dar de cara com um destes em um mergulho?
Mas pode ficar tranquilo, pois, até onde se sabe, ele não existe há muito tempo, pois viveu há cerca de 400 milhões de anos. Alguns especialistas dizem que essa criatura extinta era um predecessor dos escorpiões terrestres atuais.
Pinças do escorpião Jaekelopterus rhenaniae medindo 46 centímetros de comprimento.
5 – URSO-GIGANTE-DA-FACE-CURTA
O urso-polar é atualmente o maior urso da Terra, com cerca de 2,5 metros de altura. Mas, mesmo com esse tamanho, ele ainda é um pouco mais baixo do que o maior urso que já existiu: o urso-gigante-da-face-curta (ou da-cara-achatada) americano.
Também conhecido como Arctodus, este urso podia chegar a 3,5 metros de altura em pé. Os pesquisadores afirmam que ele habitava a América do Sul cerca de 500 mil a 2 milhões de anos atrás. Com base em observações de um esqueleto descoberto em 1935 na Argentina, a National Geographic relata que “não há nenhum outro animal que se aproxime” deste poderoso carnívoro.
4 – ARGENTAVIS
Considerada a maior ave que voa (sim, pois temos aves que não voam, como a galinha e o peru, por exemplo), a Argentavis magnificens viveu há cerca de 6 mil anos na Argentina. Os especialistas acreditam que ela voava como um planador de alto desempenho, podendo atingir velocidades de até 240 quilômetros por hora.
Segundo os estudos, o seu tamanho era comparável ao de um avião Cessna 152. Como relatado no site NPR, este pássaro gigante era um pouco como “uma águia com as asas que se estendem por 6,5 metros de ponta a ponta, e as penas do tamanho de espadas de samurai”.
Acredita-se que essa ave disparava sobre os ventos, como um planador. Os especialistas ainda não têm certeza de como ela fazia os pousos e decolagens.
3 – SUPERCROCODILO
O Imperator sarcosuchus, apelidado de SuperCroc, viveu na África há cerca de 100 milhões de anos. Acredita-se que o animal podia chegar ao comprimento de 12 metros e pesar mais de oito toneladas. Segundo os especialistas, eles viviam às margens do rio, alimentando-se de peixes, mas também conseguiam caçar pequenos dinossauros com as suas mandíbulas gigantes.
2 – ARGENTINOSAURUS
Olha aí mais um representante da Argentina! A próxima vez que você vir um edifício de seis andares, considere que há 100 milhões de anos você poderia estar olhando para um Argentinosaurus com esse tamanho. Com cerca de 36 metros e meio de extensão e pesando 100 toneladas, esta criatura detém o título de maior dinossauro que já andou no planeta.
Embora muito sobre esta espécie ainda permaneça um mistério, os especialistassabem que ela era herbívora, tinha um pescoço e uma cauda longa, mas uma cabeça relativamente pequena, de acordo com o estudo de fósseis que foram descobertos na Argentina em 1988.
1 – SPINOSAURUS
Segundo os registros paleontológicos, o Spinosaurus é o maior carnívoro que já viveu na Terra, pesando quase 10 toneladas e medindo cerca de 18 metros de comprimento. Ele viveu cerca de 93 a 100 milhões anos atrás, onde hoje é a África.
Apesar de seu tamanho, acredita-se que ele se alimentava mais frequentemente de peixes, embora ele pudesse facilmente caçar dinossauros menores. Ele também tinha a cabeça mais longa conhecida entre qualquer dino, medindo quase 2 metros.
FONTE:MEGACURIOSO
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
A MORTE EXISTE? NOVA TEORIA DIZ QUE 'NÃO'
Muitos de nós temem a morte. Acreditamos na morte porque nos foi dito que iremos morrer. Associamo-nos com o corpo, e sabemos que corpos morrem. Porém, uma nova teoria científica sugere que a morte não seja o evento final.
Um aspecto bem conhecido da física quântica é a de que certas observações não podem ser absolutamente previstas. Ao invés disso, há uma gama de observações possíveis, cada uma com uma probabilidade distinta. Uma explicação de tendência predominante, a interpretação de ‘muitos-mundos’, declara que cada uma destas possíveis observações corresponde a um diferente universo (o ‘multiverso’).
Uma nova teoria científica, chamada de biocentrismo, refina estas ideias. Há um número infinito de universos, e tudo que poderia possivelmente acontecer ocorre em algum universo. a morte não existe no sentido real dentro destes cenários. Todos os possíveis universos existem simultaneamente, irrelevantemente do que aconteça em qualquer um deles. Embora os corpos individuais estejam destinados à auto destruição, o sentimento vivo (‘Quem sou eu?’) é somente uma fonte de energia de 20 Watts que opera no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Um dos conceitos mais certos da ciência é o de que a energia nunca morre; ela não pode ser criada, nem destruída. Mas esta energia transcende de um mundo para outro?
Considere um experimento que foi recentemente publicado na Science, mostrando que os cientistas podiam retroativamente mudar as coisas que haviam acontecido no passado. Partículas tinham que decidir como se comportar quando atingiam um divisor de facho. Mais tarde, a pessoa que conduzia o experimento podia ligar ou desligar um segundo interruptor. O resultado foi que aquilo que o observador decidia naquele momento determinava o que a partícula fazia no passado.
Desconsiderando a escolha que você, o observador, faça, é você que irá sentir o resultado. As ligações entre estas várias histórias e universos transcendem nossas ideias clássicas ordinárias do espaço e do tempo. Pense na energia de 20 Watts como uma simples holografia que projeta esta ou aquele resultado em uma tela. Se você ligar ou desligar o segundo divisor de facho, ainda é a mesma bateria ou agente responsável pela projeção.
De acordo com o Biocentrismo, o espaço e o tempo não são objetos rígidos como pensamos. Abane sua mão através do ar – se você tirar tudo, o que sobra? Nada.
O mesmo se aplica ao tempo. Você não pode ver nada através do osso que cerca o seu cérebro. Tudo que você vê e sente agora é um redemoinho de informações ocorrendo em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente ferramentas para colocar tudo junto.
A morte não existe num mundo sem tempo e sem espaço. No final, até mesmo Einstein admitiu: “Agora Besso [um velho amigo] partiu deste estranho mundo um pouco antes de mim. Isto não significa nada. As pessoas como nós… sabemos que a diferença entre o passado, o presente e o futuro é somente uma ilusão teimosamente persistente“.
A imortalidade não significa uma existência perpétua em um tempo sem fim, mas sim reside fora do tempo.
Fonte: www.robertlanza.com
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES PARA EXISTIR VIDA EM OUTRO PLANETA?
Para astrobiólogos (cientistas que estudam possibilidades de vida no Universo), seres vivos podem surgir em diversos tipos de ambientes. Alguns, extremamente inóspitos para qualquer vida terrestre. Outros, podem possuir características que talvez nem tenham sido imaginadas pela comunidade científica.
Sabe-se que uma atmosfera parecida com a da Terra não é necessária para a existência de vida alienígena. O oxigênio pode não ser um ingrediente fundamental. A água também: as moléculas sozinhas, por exemplo, não são capazes de criar um ambiente habitável para a vida.
De fato, enquanto a maioria dos seres vivos precisam de oxigênio para sobreviver, há bactérias terrestres que morrem na presença do gás. No nosso planeta, existem organismos que nascem, crescem e se reproduzem embaixo da terra ou em lugares cheios de amônia, por exemplo.
Como há muitos modelos para a existência de vida em outros planetas, cientistas preferem ajustar o foco de suas pesquisas para o que já está comprovado: ambientes parecidos com o da Terra são extremamente propícios para a existência de seres vivos.
A Terra é uma planeta que deu certo: a abundância de água e de carbono foram essenciais para o surgimento da vida por aqui. A distância do Sol, as camadas da atmosfera, a gravidade, a temperatura média, a influência da Lua e várias outras características são ideais para a manutenção dos seres vivos.
Mas os astrobiólogos não atuam de forma tão seletiva: não é necessário buscar um outro planeta Terra dentre os 100 bilhões de planetas que existem na nossa galáxia, a Via Láctea. Aliás, é difícil realizar uma busca tão detalhista: atualmente, a tecnologia de nossos telescópios impede a visualização de atmosferas, por exemplo. A previsão é que dentro de 10 anos possam existir telescópios que identifiquem atmosferas e moléculas em planetas.
Por enquanto, nossos telescópios conseguem detectar, mesmo que com pouca precisão, a presença de líquidos em outros planetas. Com essa tecnologia limitada, a procura por vida fora da Terra resume-se em encontrar água. Marte, por exemplo, é um planeta que pode ter água no subsolo - e consequentemente, bactérias podem viver ali, longe da superfície. A lua Europa, que gira em torno do planeta Júpiter, contém um oceano de água abaixo da superfície de rocha. E ele pode estar cheio de microorganismos, também.
A procura por água não descarta outros tipos de busca. Apesar de ser um meio líquido estável para as moléculas se juntarem e gerarem vida, é preciso manter a cabeça aberta para formas de vida que possam surgir em ambientes inimagináveis.No meio da amônia líquida, por exemplo. O composto químico na sua forma líquida é encontrado em lugares gelados, como a lua Titã (um satélite de Saturno).
No campo da Astrobiologia, praticamente tudo é suposição. Falta tecnologia para desbravar a galáxia em busca de formas de vida. Por isso, nada deve ser descartado. Nem mesmo os nossos telescópios. Afinal, é o que temos para hoje. Se a gente comparar as três caravelas que descobriram a América com os navios mais modernos, elas ficam no chinelo. Se, com a tecnologia do século 15, a Santa Maria, a Pinta e a Niña chegaram aqui, podemos sim conseguir avanços significativos com os atuais telescópios 'capengas' que temos.
FONTES: http://zip.net/bbmm4S ; Astrobiology
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
CRÂNIOS COM CHIFRES:PROVA DA EXISTÊNCIA DE OUTRAS RAÇAS NA TERRA?
As duas protuberâncias dos crânios eram parte integral da superfície óssea.
Recentemente, republicamos aqui no OVNI Hoje um artigo que foi postado originalmente em nosso blog em outubro de 2010, sobre um crânio conhecido internacionalmente como “The Starchild Skull“, ou “Crânio da Criança das Estrelas“. O dito crânio tem despertado muita polêmica no mundo todo.
Hoje trazemos um outro tipo de crânio, que igualmente ao Starchild, também tem despertado muita polêmica deste seu descobrimento na década de 1880, no vilarejo de Sayre, estado da Pennsylvania, EUA.
O ano exato do descobrimento deste crânio não é certo, mas durante a década de 1880, um grande cemitério foi descoberto em Sayre. Lá um grupo de pessoas descobriram vários crânios e ossos humanos estranhos . Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais, com exceção das projeções ósseas localizadas aproximadamente 2,5 centímetros acima das sobrancelhas. Parecia que os crânios tinham chifres. Os ossos foram caracterizados como gigantes, pois o esqueleto montado era de pessoas que tinham acima de 2,10 metros. Os cientistas estimaram que os corpos tinham sido enterrados por volta de 1200 D.C..
A descoberta foi feita por um grupo de arqueólogos respeitáveis, dentre os quais estavam o Dr. G. P. Donehoo, um dignatário do estado da Pennsylvania, da Igreja Presibiteriana; A. B. Skinner, do Museu Investigativo Americano; e W. K. Morehead, da Academia Phillips em Andover, Massachusetts.
Esta não havia sido a primeira vez que crânios gigantescos com chifres foram desenterrados na América do Norte. Durante o século XIX, crânios similares foram descobertos próximos a Wellsville, no estado de Nova Iorque, bem como em um vilarejo de mineração próximo de El Paso, no estado do Texas.
A um dado momento na história, chifres humanos eram usados como sinal de realeza. Alexandre o Grande foi representado com chifres em algumas moedas. Na época de Moisés, chifres eram o símbolo de autoridade e poder. Muitos deuses, têm sido representados com chifres.
De acordo com relatos históricos, os ossos de Sayre foram enviados para o Museu Investigativo Americano, na Filadélfia. Porém, os artefatos foram roubados e nunca mais vistos. Aparentemente, fotos dos crânios existem, mas muitas pessoas alegam que a descoberta foi uma farsa. Contudo, muitos sites na Internet sugerem que os objetos sejam de origem extraterrestre.
Extraterrestre ou não, seriam estes crânios a prova definitiva de que outras raças viveram na superfície de “nosso” planeta? E, sendo este o caso, teriam os esqueletos sido roubados por pessoas no poder que queriam manter o “status quo” da humanidade?
Talvez nunca teremos a resposta para esta charada, mas histórias como esta certamente ajudam a manter muitos de nós alertas dentro da percepção de que há muito mais entre o céu e a Terra do que a mente humana possa imaginar.
FONTE : http://ovnihoje.com
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
PROVAS CONCRETAS DE QUE SERES HUMANOS GIGANTES EXISTIRAM VERDADEIRAMENTE NA TERRA
Em vários lugares foram encontrados dezenas de fósseis, incluindo pegadas, que comprovam a existência de raças de homens gigantes. Como a que há nos arredores do Rio Paluxy, no Texas, EUA, que seria de uma mulher que possuía cerca de 3,05 m de altura e cerca de 454 kg de peso, ou o gigante fossilizado de 3,65 metros, que foi desenterrado durante uma operação mineira em County Antrim, Irlanda, ainda no século 19.
Também no final dos anos 50 durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia, em Homs e Uran-Zohra no Vale do Eufrates, região próxima de onde viveu Noé após o dilúvio, foram encontradas várias tumbas de gigantes. Elas tinham 4 metros de comprimento, e dentro de duas estavam ossos da coxa (fêmur humano) medindo cerca de 120 centímetros de comprimento. Calcula-se que esse humano tinha uma altura de aproximadamente 4 metros e pés de 53 centímetros.
Uma cópia do osso está sendo comercializada pelo Mt. Blanco Fóssil Museum na cidade de Crosbyton, Texas, EUA.
É muito simples: Tudo aquilo que não se encaixa na teoria evolucionista e funciona de alguma maneira para comprovar a veracidade bíblica é descartado. Primeiro, o que eles não puderem explicar vão tentar esconder, depois afirmar que é uma anomalia, e por último se calar e tentar calar a quantos puderem. O evolucionismo não explica satisfatoriamente a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
REGISTROS BÍBLICOS Os escritores bíblicos falam de pessoas gigantes, com quase três metros de altura. Assim afirmam alguns textos bíblicos sobre esses gigantes:"Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na Antigüidade". (Gênesis, 6: 4).
"Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos" .
"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. Pela medida antiga, a menor de um côvado que era de 45 cm, Golias tinha a altura de 2,85 a 2,90 mt mais ou menos". (I Samuel, 17: 4).
O termo hebraico para gigantes é nefilins, e é um termo um pouco obscurecido, sendo que, a luz de Nm 13.33, seriam realmente pessoas de alta estatura (Golias possuía quase 3 metros de altura, 1 Sm 17.4). Porém, nada impede que, analisando o término do versículo, tais gigantes fossem pessoas de renome e valentes.
Esta é uma questão muito controversa especialmente para a ciência, uma vez que eles não mencionam e não acreditam que gigantes existiram, mas algumas fotos que vou compartilhar com você mostram a existência dessas criaturas incríveis! Mas mesmo assim você poderá me perguntar: Como foi que surgiram, de onde vieram e porque a ciência não os mencionam em canais como History Channel, National Geographic ou outro programa semelhante?
Há uma foto onde os cientistas foram contratados para negar a existência de um gigante. Talvez a foto tenha sido manipulada ou não, mas além desta foto existem centenas de outras fotos onde você verá claramente que esses seres viveram conosco. Confira na imagem abaixo que mostra a altura em metros de gigantes relatados na Bíblia e de fósseis encontrados na Terra.
A imagem seguinte é incrível, mas a National Geographic negou a constatação desses restos assumindo que era uma montagem . A resposta é simples: a Ciência se recusa a reconhecer que os gigantes existiram, porque mostrar as fotos e os restos encontrados simplesmente derrubaria a teoria da evolução, que ensina que viemos do macaco. Ops! Se isto acontecesse toda rede envolvida no comércio iria a falência, todo dinheiro envolvido nesta teoria evolutiva seria perdido, as grandes vendas de livros, as aulas em todas as escolas do mundo que ensinam a teoria do “macaco” ficariam obsoletos, e um grande negócio acabaria! Particularmente não acredito nesta teoria, mas nada contra! E você acredita ou não?
Como sustentar a evolução destes gigantes? Se fosse assim deveria existir em algum lugar deste mundo, um macaco gigante como é King Kong!
ARQUEOLOGIA PROIBIDA
Aqui está um texto para o seu arquivo de "Arqueologia proibida" . Os cientistas estão permanecendo teimosamente em silêncio sobre uma raça perdida de gigantes encontrados em túmulos perto do lago Delavan, em Wisconsin, em maio de 1912. A escavação no Lago Delavan foi supervisionado pelo Beloit College e incluiu mais de 200 montes efígie que se mostraram exemplos clássicos de Culturas do século 8 em Woodland. Mas o enorme tamanho dos esqueletos e crânios alongados encontrados em maio de 1912 não se encaixava muito ordenadamente em um conceito de alguém ou de um padrão de livro didático. Eles eram enormes. Estes não eram seres humanos médios.
Crânios estranhos
Relatada pela primeira vez no dia 04 de maio de 1912 a questão do The New York Times sobre os 18 esqueletos encontrados pelos irmãos Peterson no Lago da Fazenda Gramado, no sudoeste de Wisconsinexibiu várias características estranhas e esquisitas. Suas alturas variaram entre 7,6 pés e 10 pés e seus crânios ", presumivelmente os dos homens, são muito maiores do que as cabeças de qualquer raça que habita a América hoje em dia." Eles tinham uma dupla fileira de dentes, seis dedos diferente da maioria dos seres humanos que só possuem cinco, como se estes seres viessem em uma corrida de evolução diferente de nós seres humanos. Os dentes na parte da frente do maxilar são molares regulares. Os crânios geralmente encontrados são alongados, acredita-se devido ao maior tempo de vida .
"É preciso saber por que eles tinham duas vezes o tamanho de um humano médio de hoje? São estes os Gigantes da Bíblia e de muitas outras civilizações que os têm em suas histórias e pintados em suas paredes? A Bíblia em Genesis 6:4 diz " Havia gigantes na terra, naqueles dias, e também depois, quando os filhos de Deus possuíram às filhas dos homens, e elas lhes deram filhos a eles, o mesmo se tornaram valentes. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. "Agora, isso é ilógico para qualquer cientista lá fora, porque eu estou usando a história religiosa / cultural para preencher um buraco na ciência.
Em mais de 200 escavações foram encontrados gigantes nos últimos anos. Os esqueleto gigantes encontrados não foram divulgados em notícias locais ou nacionais desde a década de 1950 em sua maior parte. Parece que, na minha opinião os povos não o fazem por medo de que as pessoas questionem a evolução.
Em 2002, a National Geographic relatou que uma dúzia de esqueletos Cyclops foram encontrados na Grécia, e que estes possuíam cerca de 12-15 Ft de altura. Que é equivalente a humanos de 3 metros de altura com uma cavidade ocular. Os gigantes da história são tipicamente canibais na natureza. A Mitologia grega fala sobre a guerra com os cyclops e o aprendizado que os gregos tiveram sabendo que os derrubando e tirando suas pernas, tornava-os lentos e impotentes.
Mistério dos Gigantes de Wisconsin
Isso é um tipo de brincadeira, um embuste jogado por meninos agrícolas locais ou um taxidermista demente para se divertir querendo chamar a atenção da imprensa? A resposta é não.
O Delavan Lake encontrou em maio de 1912 apenas uma das dezenas de descobertas similares que foram reportados em jornais locais a partir de 1851 para os dias de hoje. Não foi nem o primeiro conjunto de esqueletos gigantes encontrados em Wisconsin.
Em 10 de Agosto de 1891, o New York Times relatou que cientistas do Instituto Smithsonian descobriram vários e grandes "monumentos piramidais" na Lake Mills, perto de Madison, Wisconsin. "Madison nos tempos antigos estava no centro de uma civilização repleta de seres em uma numeração não inferior a 200 mil pessoas", disse o Times. Os escavadores encontraram um elaborado sistema de obras defensivas que deram o nome Fort Aztalan.
"Os montes célebres de Ohio e Indiana podem suportar qualquer comparação, seja em design, tamanho ou a habilidade exibida na sua construção como os demais monumentos gigantescos e misteriosos da Terra -erguidos não sabemos por quem, e com que finalidade, podemos apenas conjecturar ", disse o Times.
Em 20 de Dezembro de 1897, o jornal seguiu com um relatório sobre três grandes túmulos que haviam sido descobertos em Maple Creek, Wisconsin. Uma tinha sido aberto recentemente."Nela foi encontrado o esqueleto de um homem de tamanho gigantesco. Medido os ossos da cabeça aos pés ao longo de nove metros e estava em um estado razoável de conservação. O crânio era tão grande quanto uma medida da metade de um bushel .
Crânios e esqueletos gigantes de uma raça de "Golias" foram encontrados em uma base muito regular durante todo os estados do Centro-Oeste americano por mais de 100 anos. Gigantes foram encontrados em Minnesota, Iowa, Illinois, Ohio, Kentucky e Nova York, e seus locais de enterro são semelhantes aos montes bem conhecidos do povo Builder Mound.
O espectro construtor da história Mound abrange um período de mais de 5.000 anos (de 3400 aC a 16 dC), um período maior do que a história do Antigo Egito e todas as suas dinastias.
Há um "consenso prevalecente acadêmico" que temos uma compreensão adequada histórica dos povos que viviam na América do Norte durante este período. No entanto, o longo histórico de descobertas anômalas como aquelas no Lago Delavan sugerem o contrário.
Os gigantes foram encobertos
Por que não há demonstrações públicas de esqueletos gigantescos de nativos americanos em museus de história natural?
Os esqueletos de alguns Mound Builders estão certamente em exibição. Há uma exposição maravilhosa, por exemplo, no Aztalan Park, onde se pode ver o esqueleto de uma "Princesa do Aztalan" no museu.
Mas os esqueletos colocados em exposição são de tamanho normal, e de acordo com algumas fontes, os esqueletos dos gigantes foram encobertos.
Especificamente, a Instituição Smithsonian foi acusada de fazer um esforço deliberado para esconder a "os ossos" e para manter os esqueletos gigantes trancados.
Nas palavras de Deloria Vine, um autor nativo americano e professor de direito:
"A Arqueologia moderna e a antropologia quase selaram as portas da nossa imaginação, ao interpretar amplamente o passado norte-americano como desprovido de qualquer coisa incomum na maneira que aqui existiam grandes culturas caracterizadas por um povo de comportamento incomum. Intruso, a grandes cemitérios antigos, no décimo nono século a Smithsonian Institution, criou uma porta de mão única, através da qual os ossos incontáveis foram ocultados misteriosamente. Esta porta e o conteúdo do seu cofre está praticamente selada a todos, exceto aos funcionários do governo. Entre esses ossos podem ser estabelecidas as respostas nem mesmo procuradas por esses funcionários sobre o passado e sua profundidade. "
Fontes:
http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/13236/provas_da_existencia_de_seres_humanos_gigantes/
http://taduvidando.blogspot.com.br/2013/08/provas-de-que-existiram-seres-humanos.html
http://youproblema.blogspot.com.br/2013/01/um-misterio-gigante-18-esqueletos.html
http://www.atahtiamat.com.br/arqueologia/os-gigantes-existiram-na-terra/
PRESIDENTE BARACK OBAMA ADMITE A EXISTÊNCIA DE SERES EXTRATERRESTRES
No início de dezembro de 2012 uma notícia que foi publicada inicialmente pelo The Telegraph comentou sobre uma entrevista do ex presidente russo Dmitri Medvedev em uma declaração sobra existência de seres extraterrestres que visitariam a terra.
Essa notícia causou um certo alarde. A revelação quase descontraída ocorreu quando a entrevista de Medvedev para um grupo de emissoras acabou, porém as câmeras do link de uma das emissoras ainda transmitiam as imagens; as imagens acabaram vazando e indo parar no youtube. Na época a imprensa comentou essa entrevista e colocou a declaração apenas a título de piada. Piada ou não, em Janeiro de 2013 o Ministério das relações exteriores divulgou que a Russia avisaria o presidente Obama que “o tempo chegou” para que o mundo saiba a verdade sobre os extraterrestres e, caso os Estados Unidos não revelassem a verdade, o Kremlin iria fazer por conta própria.
Mais uns meses passaram e a informação que corria era que os próprios seres extraterrestres estavam presionando os governos para que essa notícia fosse divulgada.
E após um ultimato dos seres, no dia 27 de setembro de 2013 o presidente dos Estados Unidos quase que repete os mesmos passos de Medvedev em uma conferência de imprensa na Casa Branca: falou abertamente sobre a existência de ETs. E aconteceu o que já se era de esperar: mais uma vez a imprensa colocou o fato a título de piada.
Em sua entrevista, o presidente Barack Obama anunciou que os seres extra-terrestres estão controlando os principais governos do mundo desde um pouco depois do final da Segunda Guerra Mundial:
“Isso vem acontecendo desde os anos 1950 “, afirmou o presidente Obama diante à multidão de repórteres atônitos , “Eles foram atraídos para o nosso planeta em grande número, devido à nossa descoberta da fissão atômica, para nosso uso de armas nucleares”.
Obama relatou como ocorreu o famoso caso Roswell de 1947 que envolveu um tipo de alienígena popularmente conhecido como Greys, os quais foram os primeiros a aparecem para os governos.
“Hoje, praticamente qualquer um na face da terra sabe como um extraterrestre gray parece, ” o presidente Obama disse, com um encolher de ombros: “Depois que o contato foi estabelecido com os Greys, o presidente Truman fez um acordo com eles, para deixá-los construir bases aqui em troca de tecnologia. Depois disso, o presidente Eisenhower encontrou-se com um grupo de ets comumente conhecidos como nórdicos, que são muito semelhantes aos seres humanos terrestres a ponto de se mover entre nós quase que completamente desapercebidos. Eles nos ofereceram um lugar na fraternidade universal de iluminação se estivéssemos dispostos a nos desarmar das armas nucleares. Infelizmente, tanto nós como a União Soviética, que também recebeu essa oferta, decidiu manter as armas nucleares ” .
O Presidente Obama passou então a explicar que desde então, uma variedade de grupos alienígenas criaram programas secretos para contornar a resistência por parte dos governos mundiais a abandonar as armas nucleares e a ameaça de devasturandir-obama afirma existência de seres extraterrestresação multi-dimensional que elas representam.
“Aliens nos visitam a longo tempo, e nem todos eles viajam de nave espacial”, o presidente Obama explicou: “Eles podem manipular o tempo e o espaço, que são propriedades importantes e fortemente interligadas da realidade, mas não são os únicos. Um resultado dessa manipulação é anti-gravidade de propulsão mais rápida do que a luz. Outro resultado é a forma de controle sobre os tipos de percepção trans-dimensional mais comumente conhecidos como visão remota, telepatia, viagem astral, bi-locação, ou qualquer uma da grande variedade de outras nomenclaturas.”
Balançando a cabeça para si mesmo, o presidente fez uma pausa para tomar um longo olhar para os rostos apreensivos enchendo a sala em silêncio.
“O ponto é,” ele continuou, “os extraterrestres têm controlado os nossos governos nos últimos 60 anos e … “
Nesse ponto, o presidente Obama levantou a mão para encobrir o que, a princípio, parecia ser uma tosse .
“Desculpe, eu não poderia me ajudar”, disse o presidente, enxugando uma lágrima do canto do olho depois que ele terminou de rir, “estou apenas brincando sobre os extraterrestres que comandam o nosso governo. Não, nós, os seres humanos somos responsáveis pela terrível confusão em que estamos e nós apenas estamos tendo de nos livrarmos dela, por nós mesmos. “
No final pareceu uma grande piada, mas tantos detalhes, tantos indícios que corroboram em todos os aspectos levam a crer que realmente os seres extraterretres estão realmente empenhados em sanar de vez a grande dúvida da humanidade. E está na mão dos grandes governantes divulgarem essa notícia para sanarem o grande mal que já fizeram a humanidade.
Conforme Medvedev comentou: “o tempo chegou” para que o ser humano saiba a verdade sobre os extraterrestres.
Em tempo: sabe-se que os próprios seres extraterretres tem trabalhado a atmosfera com compostos químicos para evitarem uma tragédia de consequencia catastrófica, não somente para o planeta terra, mas para também para outros planetas e sistemas.
FONTE:UFOLOGIABR
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
HÁ VIDA FORA DA TERRA?
Em 15 de agosto de 1977, um radiotelescópio do Instituto Seti ("Busca por Inteligência Extraterrestre", na sigla em inglês), nos EUA, captou uma mensagem estranha. Foi um sinal de rádio que durou apenas 72 segundos, só que muito mais intenso que os ruídos comuns vindos do Cosmo. Ao analisar as impressões em papel feitas pelo aparelho, o cientista Jerry Ehman tomou um susto. O sistema captara um sinal 30 vezes mais forte que o normal. Seria alguma civilização tentando fazer contato? Ehman ficou tão impressionado que circulou os dados do computador e escreveu ao lado: "Wow!". O caso ficou conhecido como Wow signal (sinal "uau"!), e até hoje é o episódio mais marcante na busca por inteligência extraterrestre. O Seti e outras instituições tentaram detectar o sinal várias vezes depois, mas ele nunca mais foi encontrado.
Mesmo assim, hoje muitos cientistas acreditam que o contato com extraterrestres é mera questão de tempo. "Numa escala de 1 (pouco provável) a 10 (muito provável), eu diria que nossa chance de fazer contato com ETs em meados deste século é 8", acredita o físico Michio Kaku, da City College de Nova York. Esse otimismo tem justificativa. "Pelo menos 25% das estrelas têm planetas. E, dessas estrelas, pelo menos a metade tem planetas semelhantes à Terra", explica o físico Marcelo Gleiser. Isso significa que, na nossa galáxia, podem existir até 10 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Uma quantidade imensa. Ou seja: pela lei das probabilidades, é muito possível que haja civilizações alienígenas. O satélite Kepler, da Nasa, já catalogou 2 740 planetas parecidos com a Terra, onde água líquida e vida talvez possam existir. Um dos mais "próximos" é o Kepler 42d, a 126 anos-luz do Sol (um ano-luz equivale a 9,5 trilhões de quilômetros).
Kaku acredita que, para civilizações muito avançadas, essa distância não seria um problema - pois elas poderiam manipular o espaço-tempo e utilizar portais no Cosmos, como nos filmes de ficção científica. Ok, mas então por que até hoje esse pessoal não veio aqui? "Se são mesmo tão avançados, talvez não estejam interessados em nós", opina Kaku. "É como a gente ir a um formigueiro e dizer às formigas: `Levem-nos a seu líder?." Para outros cientistas, contudo, a existência de civilizações avançadas é mera especulação. E explicar por que elas não colonizaram a Terra já é querer dar uma de psicólogo de aliens.
VIDA X VIDA INTELIGENTE
Tudo bem que existem bilhões de Terras por aí. E que a probabilidade de existir vida lá fora é muito grande. Mas não significa que seja vida inteligente. "Você pode ter um planeta cheio de vida, mas formada por amebas e outros seres unicelulares", acredita Gleiser. Afinal, com a Terra foi assim. A vida aqui existe há cerca de 3,5 bilhões de anos. Mas durante quase todo esse tempo (3 bilhões de anos), só havia seres unicelulares: as cianobactérias, também chamadas de algas verdes e azuis.
Além disso, não basta o tempo passar para que as formas de vida se tornem complexas e inteligentes. A função essencial da vida é se adaptar bem ao ambiente onde ela está. A vida só muda - na esteira de alguma mutação genética - se uma mudança ambiental exigir que ela mude. Assim, se o ambiente não mudar e a vida estiver bem adaptada, as mutações genéticas que em geral aparecem ao longo de gerações não vão fazer diferença. Tudo depende da história de cada planeta. Se o asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos não tivesse caído aqui na Terra, e os dinossauros não tivessem sido extintos, não estaríamos aqui.
"Não temos nenhuma prova ou argumento forte sobre a existência de vida inteligente fora da Terra", diz Gleiser. "Existe vida? Certamente. Mas como não entendemos bem como a evolução varia de planeta para planeta, é muito difícil prever ou responder se existe ou não vida inteligente fora daqui", completa. "Se existe, a vida inteligente fora da Terra é muito rara." Decepcionante.
Mas antes de lamentar a solidão da humanidade no Cosmos, saiba que ela pode ser uma boa notícia. Porque se aliens inteligentes realmente existirem, não serão necessariamente bondosos. "Se eles algum dia nos visitarem, acho que o resultado será o mesmo que quando Cristóvão Colombo chegou à América. Não foi bom para os índios nativos", comparou certa vez o físico Stephen Hawking.
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