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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
FUNCIONÁRIO DEMITIDO DA NASA REVELA QUE A AGÊNCIA ESCONDE A VERDADE SOBRE A LUA
Segundo o ex-gerente de dados do controle do departamento de fotografias, existe ruínas que foram construídas no lado oculto da lua.
Ken Johnston, ex-gerente de dados do controle de fotografias do laboratório Receptor Luna da NASA, acabou abrindo a boca e contando para canais de TV norte-americanos a verdade por trás do lado oculto da lua. Verdade esta que a Agência Espacial Americana, esconde de todo mundo há mais de 40 anos.
Segundo Johnston, no dia 20 de julho de 1969, quando a Apolo 11 fez seu primeiro pouso na Lua, sua tripulação tinha como missão explorar o solo lunar. Mas o que a tripulação teria encontrado foi algo muito mais surpreendente, teriam encontrado construções antigas com origem artificial. Segundo depoimentos dados a seus supervisores, os astronautas da época afirmam terem encontrado ruínas de edifícios em formato de torre com mais de 300m de altura.
Além disso, havia na base extraterrestre uma grande operação de mineração e tecnologia de gravitação desconhecida. Além de terem encontrado objeto voadores em formato oval pousados sobre a superfície da lua, os astronautas haviam batido mais de 100 fotos de tudo que foi encontrado. Mas segundo relatos, a NASA teria dado a ordem para Johnston destruir as imagens, porém ele se recusou a seguir a determinação.
Esta notícia já veio à tona em 2008, quando o ex-astronauta Neil Armstrong concedeu uma entrevista a um site de notícias. Na época, o ex-astronauta afirmou que no lado oculto da lua teria sido encontradas gigantescas construções. Uma espécie de base extraterrestre e eles estariam fazendo uma operação de mineração na superfície lunar. Além disso, a tripulação da Apollo 11 teria fotografado mais de 100 fotos fotografando naves-mães enormes pousadas sobre a superfície lunar.
Além das fotos, uma câmera a bordo da sonda também teria gravado em tempo real as provas sobre o fato. Porém, quando retornaram à Terra, os astronautas foram orientados a não comentar nada a respeito do assunto. E muitas fotos assim como as imagens gravadas teriam sido apagadas pela Agência.
Estas relatos aparecem no livro lançado recentemente chamado ''Dark Mission the Secret History of NASA". O livro é de co-autoria do consultor da NASA e conselheiro da CBS, Richard C. Hoagland, em parceria com Mike Bara, consultor de engenharia de área espacial. No livro, consta que o homem teria sido expulso da Lua por uma civilização extraterrestre que explora o local. O que poderia explicar o fato de o homem nunca mais pisar novamente em solo lunar há mais de 40 anos.
Em nota, Johnston afirma: ''Não tenho mais nada a perder, briguei com a Agência e fui demitido", resumiu. O fato é que em 2009, a NASA lançou de um satélite um míssil balístico, o qual teria atingido em cheio o lado oculto da lua. Como alegação para o fato, a Agência informou que fez isto na tentativa de descobrir a existência de água no interior da Lua.
Em dezembro passado, a Agência informou que pretende construir uma base em um dos polos da Lua. E pretende terminar este projeto em 2024. Já a empresa ''Energia'', fabricante de foguetes de lançamento da Rússia, tem um plano mais ambicioso. Pretende dar início a construção de uma base permanente na lua ainda em 2015.
FONTE:http://br.blastingnews.com/mundo/2015/10/funcionario-demitido-da-nasa-revela-que-a-agencia-esconde-a-verdade-sobre-a-lua-00626403.html // http://novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/11/funcionario-demitido-da-nasa-revela-que.html
sábado, 29 de agosto de 2015
ALIENÍGENAS NA LUA: A VERDADE EXPOSTA
No dia 20 de julho de 2014 foi comemorado o 45° aniversário do pouso do homem na Lua. No entanto, existem muitos mistérios sobre o primeiro pouso lunar do homem que permanece não solucionado. O que os astronautas realmente encontraram lá? O que fez a NASA parar de voltar a Lua após a Apollo 17? Existe evidência de uma presença alienígena na Lua? A cada dia surgem novas imagens de estranhas atividades na superfície lunar. Fotografias e vídeos dos arquivos oficiais na NASA e de pesquisadores do fenômeno OVNI apresentam gigantescas estruturas de aparência artificial na Lua que parecem desafiar uma simples explicação científica. O que são essas construções??
FONTES: www.youtube.com/watch?v=enXg1w48-d0 // novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/08/alienigenas-na-lua-verdade-exposta.html
sexta-feira, 3 de abril de 2015
O UNIVERSO: A VERDADE POR TRÁS DOS OVNIS
Um episódio da excelente série “O Universo” que argumenta sobre o fenômeno ÓVNI, e até que ponto este fenômeno pode ser uma evidencia de entidades extraterrestres no nosso mundo. Assista o video:
FONTE: extraterrestrestv.wordpress.com/category/o-universo-a-verdade-por-tras-dos-ovnis/
quarta-feira, 30 de abril de 2014
A VERDADE SOBRE O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS
O Triângulo das Bermudas é uma grande área marítima entre a Flórida, Porto Rico e as Bermudas. Ao longo dos últimos séculos, pensa-se que dezenas de navios e aviões desapareceram em circunstâncias misteriosas na área, que ganhou o apelido de “Triângulo do Diabo”.
Algumas pessoas especulam até que a área tem atividade extraterrestre ou que alguma causa cientifica bizarra torna a região especialmente perigosa.
Mas a grande verdade é que simplesmente muitas pessoas não tiveram muita sorte ao cruzar a região, seja de navio ou de avião. E os inúmeros acidentes que ali ocorreram alimentaram uma lenda, que não é mais real do que o Pé Grande ou o Monstro do Lago Ness.
A má reputação do Triângulo das Bermudas começou com Cristóvão Colombo. De acordo com O seu registo, em 8 de outubro de 1492, Colombo olhou para a sua bússola e notou que ela não estava a indicar as posições corretas.
Ele não alertou a sua equipa inicialmente porque isso causaria pânico entre a tripulação. Esta e outras questões relatadas com bússolas na região deram origem ao mito de que todas elas não funcionam no Triângulo.
Em 1970, a Guarda Costeira dos EUA, na tentativa de explicar as razões para os desaparecimentos no Triângulo, declarou: "Primeiro, o Triângulo do Diabo é um dos dois lugares na Terra em que uma bússola magnética aponta para o norte verdadeiro".
"Normalmente os instrumentos apontam para o norte magnético. A diferença entre os dois é bem conhecida por navegadores experientes. A variação é de 20 graus. Se esta variação não for compreendida, o navegador pode mudar seu curso e entrar em apuros".
Muitas explicações têm citado propriedades magnéticas incomuns dentro dos limites do Triângulo. Embora os campos magnéticos do mundo estejam em fluxo constante, o Triângulo das Bermudas manteve-se relativamente inalterado.
É verdade que alguns valores magnéticos excepcionais foram relatados dentro do Triângulo, mas nenhum para tornar o triângulo mais incomum do que qualquer outro lugar na Terra. A moderna lenda do Triângulo das Bermudas começou somente após 1950, quando um artigo escrito por Edward Van Winkle Jones foi publicado pela Associated Press.
Jones relatou vários casos de desaparecimento de navios e aviões no Triângulo das Bermudas, incluindo cinco torpedeiros da Marinha dos EUA que desapareceram a 5 de dezembro de 1945, e os aviões comerciais Star Tiger e Star Ariel, que desapareceram no dia 30 janeiro de 1948 e 17 de janeiro de 1949, respectivamente.
Ao todo, cerca de 135 pessoas estavam desaparecidas, e todas elas desapareceram ao redor do Triângulo das Bermudas. Como Jones disse, "elas foram engolidas sem deixar vestígios".
A obsessão pelo Triângulo das Bermudas atingiu o seu pico no início de 1970 com a publicação de vários livros de bolso sobre o tema, incluindo o best-seller de Charles Berlitz, "O Triângulo das Bermudas".
No entanto, o crítico Larry Kusche, que publicou "O Mistério do Triângulo das Bermudas: Resolvido em 1975", argumentou que outros autores haviam exagerado os seus números e não tinham feito nenhuma investigação adequada.
Eles apresentaram alguns casos de desaparecimento como mistérios, quando eles não eram de fato misteriosos, e alguns casos nem sequer tinham acontecido dentro do Triângulo das Bermudas.
Depois de extensas pesquisas, Kusche concluiu que o número de desaparecimentos que ocorreram dentro do Triângulo das Bermudas não era realmente maior do que em qualquer outra área do oceano.
Ainda assim, muitos artigos de revistas, programas de TV e filmes continuaram a explorar o tema. A Guarda Costeira dos EUA afirma que a maioria dos desaparecimentos podem ser atribuídos a características únicas da região.
A Corrente do Golfo, uma corrente oceânica quente que flui a partir do Golfo do México em torno do Estreito da Flórida para o nordeste em direção à Europa, é extremamente rápida e turbulenta. Ela pode rapidamente apagar qualquer evidência de um desastre.
As tempestades do Caribe são imprevisíveis e dão origem à ondas de grande tamanho. Isso sem mencionar que a área é constantemente lar da formação de furacões e ciclones.
Com a interação de fortes correntes sobre os recifes, a topografia está em um constante estado de fluxo e gera desenvolvimento de novos perigos para a navegação.
FONTE:Today I Found Out
terça-feira, 8 de abril de 2014
MITOS E VERDADES SOBRE ARRITMIA
1-O coração tem um ritmo adequado. VERDADE: o dos adultos pulsa, em média, entre 60 a 100 batimentos por minuto. "Indivíduos mais condicionados fisicamente, jovens e atletas, tendem a ter frequências mais lentas, chegando durante o sono a 30 batimentos sem denotar qualquer anormalidade", explica o médico Guilherme Fenelon, eletrofisiologista do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, acrescentando que o importante é que o coração acelere adequadamente quando necessário - por exemplo, em um treino de ginástica. Para entender melhor: o coração é formado por duas bombas com sistema elétrico próprio. Se a pessoa está adormecida, a necessidade de oxigênio na circulação é pequena, daí o ritmo mais devagar; durante uma atividade intensa, ao contrário, o tecido muscular requer mais oxigênio e a frequência sobe.
2-O sintoma mais comum da arritmia é a palpitação. VERDADE: as palpitações se manifestam como sensação de coração falhando, trancos ou batedeira no peito, explica o membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, Guilherme Fenelon. "Mas, na maioria das vezes, as palpitações não estão relacionadas a nenhuma arritmia, representando ansiedade." Outros sintomas são desmaio, falta de ar, cadência lenta ou irregular do coração, intervalo entre os batimentos, debilidade, tontura e dor de cabeça, sudorese e sensação de estar sem fôlego. Nos casos graves, há sinais como confusão psíquica, pressão baixa e angina (dor no peito).
3-Arritmia tanto pode ser benigna como indicar uma situação grave. VERDADE: a maioria é benigna, porém há algumas que podem originar desmaios e até morte súbita. "Em geral, são taquicardias (o coração bate muito rápido) que acometem corações doentes, com infartos prévios, insuficiência cardíaca ou outras moléstias que afetem o músculo do coração. Os desmaios também podem ocorrer quando o órgão bate muito lentamente por problemas no comando ou na condução do impulso elétrico que gera o batimento", explica o cardiologista Guilherme Fenelon. "São consideradas graves as arritmias que precedem a parada cardíaca, como fibrilação ventricular, ou as arritmias ventriculares sustentadas (que se mantêm por período superior a 30 segundos ou que levam a transtornos hemodinâmicos como hipotensão, desmaios ou síncopes). Quando aparecem em corações sem nenhuma alteração, dificilmente trarão problemas para estes pacientes, sendo consideradas benignas", completa a cardiologista Rica Buchler.
4-Alguns exames são indicados para diagnosticar a arritmia. VERDADE: os exames principais são o eletrocardiograma feito no consultório, o Holter de 24 horas (aparelho que grava os batimentos durante o dia todo) e o monitor de eventos, que possibilita acompanhar os pulsos por períodos prolongados. "Em alguns casos é possível lançar mão do estudo eletrofisiológico, que é um cateterismo cardíaco no qual se avalia a parte elétrica do coração. Muitas vezes, o tratamento é feito no mesmo procedimento por meio da ablação por cateter, que consiste na cauterização dos focos de taquicardia", explica o cardiologista Guilherme Fenelon. A médica Mariana Fuziy Nogueira de Marchi, do setor de cardiologia do Salomão Zoppi Diagnósticos, complementa dizendo que o ecocardiograma permite visualizar o sistema cardíaco, as válvulas e as demais estruturas, auxiliando no diagnóstico de doenças que podem levar a arritmias.
5-Há pessoas que têm tendência ao problema e, por isso, terão que conviver com ele, tomando medidas preventivas. VERDADE: algumas arritmias são crônicas e não têm cura, mas podem ser controladas com medicamentos e estilo de vida saudável. O eletrofisiologista Guilherme Fenelon, do Hospital 9 de Julho, recomenda controlar bem a pressão arterial, o diabetes (açúcar no sangue), o colesterol (gordura no sangue), a obesidade, não fumar e fazer atividades físicas regulares. Carla de Almeida, cardiologista especializada no tema, acrescenta que a maioria das arritmias precisa da uma alteração na anatomia do coração para ocorrer - o chamado "substrato da arritmia". "O substrato mais frequente é a cicatriz de um infarto do músculo cardíaco. Outras moléstias, como a doença de Chagas, também podem predispor ao problema. Além disso, existem os males genéticos e hereditários que, quando diagnosticados, requerem tratamento adequado. Cada caso deve ser particularizado para determinar a melhor conduta".
6-Prática de atividades físicas pode provocar o problema. MITO: a atividade física leve e moderada é benéfica para o coração e não provoca arritmias. Mas é sempre adequado fazer uma avaliação médica antes de iniciar um programa de exercícios, especialmente em se tratando de adultos, adverte Guilherme Fenelon. A cardiologista Rica Buchler sustenta que a prática por si só não causa nem provoca arritmias. "Estas ocorrem por cardiopatias pré-existentes não diagnosticadas ou não controladas adequadamente. Fica o alerta, porém: é preciso fazer avaliação física prévia antes de começar o exercício".
7-Prática de atividades físicas pode provocar o problema. MITO: a atividade física leve e moderada é benéfica para o coração e não provoca arritmias. Mas é sempre adequado fazer uma avaliação médica antes de iniciar um programa de exercícios, especialmente em se tratando de adultos, adverte Guilherme Fenelon. A cardiologista Rica Buchler sustenta que a prática por si só não causa nem provoca arritmias. "Estas ocorrem por cardiopatias pré-existentes não diagnosticadas ou não controladas adequadamente. Fica o alerta, porém: é preciso fazer avaliação física prévia antes de começar o exercício"
8-Café, chocolates e refrigerantes podem causar arritmia. VERDADE: o uso excessivo de bebidas e alimentos ricos em cafeína estimula em demasia o coração, podendo provocar algumas arritmias, diz o médico Guilherme Fenelon. "Para que isso ocorra, no entanto, a xantina (cafeína) deve estar em concentrações elevadas no sangue", pondera a médica assistente Mariana Fusiy Nogueira de Marchi, do Dante Pazzanese, concluindo que o uso moderado dificilmente causará problemas.
9-Pilotos, motoristas e operadores de máquinas pesadas precisam de cuidados especiais, pois são candidatos a sofrer com o problema. MITO: atividades profissionais de risco não estão associadas ao desenvolvimento de arritmia. "Entretanto, o tratamento das arritmias nesses grupos de pacientes precisa ser mais intenso, pois qualquer disfunção durante o exercício da profissão pode colocar em risco a própria vida e a de terceiros", defende o médico Guilherme Fenelon. A cardiologista Rica Buchler observa que os citados profissionais têm a mesma chance de apresentar arritmia que a população em geral. "Porém, como são atividades de risco, devem ser avaliados periodicamente. Se identificada a arritmia, precisam ser afastados e submetidos ao tratamento adequado para o quadro. E, quando tudo estiver bem, poderão retornar ao trabalho normalmente".
10-Obesidade é um dos fatores contribui para o distúrbio. VERDADE: obesidade é um fator de risco relacionado ao aparecimento da fibrilação atrial, uma das arritmias mais comuns, caracterizada por uma sequência de batimentos irregulares e com frequência variada. "Além disso, o índice de massa corporal aumentado também representa um perigo para doenças coronarianas, predispondo a outras arritmias", considera Carla de Almeida, do setor de cardiologia do SalomãoZoppi Diagnósticos. O eletrofisiologista Guilherme Fenelon completa dizendo que a obesidade é perigosa principalmente em pacientes com apneia do sono (que apresentam paradas na respiração). Importante: muitos remédios para emagrecer têm em suas fórmulas anfetaminas, hormônios tireoidianos, diuréticos e outros elementos que podem causar o distúrbio. Por isso, pessoas com alterações cardíacas não devem fazer uso desses remédios.
11-Esforço físico durante o ato sexual pode provocar arritmia. MITO: do ponto de vista das arritmias, o risco durante o ato sexual é o mesmo que de outros tipos de atividade física de mesma intensidade, sustenta o eletrofisiologista Guilherme Fenelon. "O ato sexual por si só não desencadeia o distúrbio. Pode, sim, agravar condições patológicas pré-existentes, como cardiopatias não diagnosticadas e arritmias não tratadas adequadamente", completa a cardiologista Rica Buchler.
12-Alguns medicamentos, como broncodilatadores, favorecem o surgimento da arritmia. VERDADE: a maioria desses remédios acelera o coração, propiciando o aparecimento de algumas arritmias, especialmente em pacientes que já tenham o problema, diz Guilherme Fenelon. "Os broncodilatadores estimulam o batimento cardíaco, aumentando sua frequência e algumas vezes levando a arritmias. Tais medicações, no entanto, não são contraindicadas, apenas precisam ser prescritas e acompanhadas por um médico. A automedicação deve sempre ser evitada", acrescenta a doutora em Ciências, Rica Buchler.
13-Drogas como crack e cocaína provocam o problema. VERDADE: tais drogas provocam grande estimulação do coração, podendo gerar arritmias graves e morte súbita. Conforme explica a cardiologista Carla de Almeida, o crack e a cocaína agem diretamente nas células cardíacas aumentando os batimentos e, indiretamente, diminuindo o espasmo dos vasos que levam o sangue ao coração. "Assim, à medida que o órgão precisa de mais oxigênio e nutrientes para funcionar, a oferta do sangue é reduzida. Esse descompasso gera áreas isquêmicas (com fluxo de sangue inadequado) que podem ser o substrato para arritmias graves".
14-Ansiosos e quem sofre de patologias como síndrome do pânico são mais propensas. MITO: indivíduos nessas condições muitas vezes apresentam sensação de palpitação e impressão de perigo iminente de morte, episódios fugazes que cessam espontaneamente. "Não raro, acabam procurando o serviço de emergência. E, ao realizar o eletrocardiograma, o exame se mostra normal ou, em alguns casos, é evidenciada taquicardia sinusal, condição benigna desencadeada pelo próprio quadro psicológico", destaca a cardiologista Mariana Fuziy Nogueira de Marchi, especializada em arritmia.
15-Ingerir bebidas alcoólicas causa arritmia. VERDADE: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode desencadear arritmia - especialmente a fibrilação atrial - mesmo em pessoas com o coração normal e sem outros problemas de saúde. Isso porque o álcool leva a maior liberação de substâncias estimulantes. A médica Carla de Almeida, do setor de cardiologia do Salomão Zoppi Diagnósticos, faz uma observação: o risco aumenta quando se associa bebida alcoólica com as chamadas energéticas. "Estas últimas contêm cafeína e outros tipos de estimulantes que predispõem ao problema".
16-Fumar é um dos fatores de risco. VERDADE: tabagismo tende a acelerar o coração, favorecendo a disfunção. O fumo, além de estar relacionado com o desenvolvimento de doenças coronarianas, predispondo a aterosclerose, também vem sendo associado ao aparecimento de arritmias. Notou-se que quem fuma sofre maior perigo de apresentar fibrilação atrial quando comparado a quem nunca fumou. E os ex-tabagistas, apesar de terem mais riscos do que os que nunca fumaram, apresentam menor incidência de fibrilação atrial dos que permanecem tabagistas", considera Mariana Fuziy Nogueira de Marchi.
17-Em algumas situações, a arritmia cardíaca pode levar à morte súbita. VERDADE: a morte súbita é geralmente causada por taquicardias (aceleração dos batimentos) originadas nas cavidades de baixo do coração, chamadas ventrículos. "Essa desorganização da atividade elétrica faz com que o coração não consiga mais bombear sangue, levando à parada cardíaca. A principal causa é o infarto agudo, também conhecido como ataque cardíaco. Pessoas com moléstias graves do músculo do coração, como insuficiência cardíaca (coração fraco) ou doença de Chagas, ou que já tiveram infarto, também têm maior risco de morte súbita", explica o eletrofisiologista Guilherme Fenelon.
18-Há medidas e tratamentos preventivos para afastar o risco de arritmia. VERDADE: embora não existam medidas específicas para prevenir arritmias, sabe-se que tratar bem o coração diminui o perigo. Isso envolve ter vida saudável, boa alimentação, prática regular de atividades físicas, não fumar, beber com moderação e controlar fatores como pressão alta, diabetes, colesterol elevado e obesidade.
19-Alguns tipos de arritmia requerem tratamentos especiais. VERDADE: muitas vezes as arritmias não requerem tratamento e, quando este é necessário, podem ser utilizados medicamentos. Em algumas situações em que o coração bate muito devagar (bradicardia), o implante do marcapasso cardíaco é muito eficiente. "Diversos tipos de taquicardia (aceleração do coração) podem ser tratados e até mesmo curados pela ablação por cateter, que é a cauterização dos focos de arritmia. Tal terapia é particularmente eficaz e segura em pacientes com curtos circuitos no coração, que provocam taquicardias em pessoas jovens. Já nos casos em que o risco de morte súbita é muito alto, o Implante do Desfibrilador Interno (CDI) é uma alternativa bastante eficiente. É um tipo especial de marcapasso que monitora os batimentos do paciente e, ao detectar uma arritmia maligna, libera um choque ressuscitador", explica o especialista em Eletrofisiologia Clínica e Experimental Guilherme Fenelon.
FONTE:
MITOS E VERDADES SOBRE A HIGIENE ÍNTIMA
1-Calça jeans apertada provoca corrimento. VERDADE: o uso de calças jeans muito apertadas podem dificultar a adequada aeração da região genital e causar problemas na região. "Isso, sobretudo nos climas mais quentes, pode causar desconforto perineal pelo aumento da transpiração local, o que pode aumentar a ocorrência de dermatites nessa região e corrimento", afirma Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp.
2-É necessário passar o fundo da calcinha ou fervê-la para evitar doenças. PARCIALMENTE VERDADE: não é preciso ferver a calcinha para evitar doenças, mas passá-la pode ser uma boa ideia. Mas, se for a primeira vez que for usar a calcinha, é melhor lavá-la antes, Além disso, existem outros cuidados especiais que se pode ter com as peças íntimas. "Usar sabão o mais neutro possível, evitar misturar com outras roupas, passar a ferro (ao menos o fundo da calcinha), e deixa-la em um local arejado para secar", recomenda Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
3-Calcinhas não devem ser secas no banheiro. VERDADE: muitas mulheres têm como hábito lavar a calcinha durante o banho. O problema aí não está na lavagem, mas, sim, na secagem: "Se for lavar a calcinha durante o banho, não a deixe pendurada no banheiro, pois é um lugar úmido que favorece a proliferação de fungos. Logo ao terminar, leve-a a um local arejado para secar", explica Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
4-O sabonete íntimo é igual ao sabonete comum. MITO: a diferença principal entre o sabonete comum e o íntimo está no pH: o comum tem um pH neutro, enquanto o íntimo tem um pH ácido. Isso faz com que os sabonetes íntimos tenham um grau de acidez semelhante ao da região genital, reduzindo as chances de irritação na vagina .
5-Absorventes perfumados podem provocar alergia. VERDADE: os produtos utilizados para deixar o absorvente perfumado podem causar irritação em algumas mulheres. "Naturalmente, não é toda mulher que terá alergia, mas especialmente aquela com sensibilidade maior. Assim, quanto menos perfume houver, melhor", diz Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
6-Calcinha de algodão é melhor do que as com tecidos sintéticos. VERDADE: isso pela simples questão de facilitar a aeração do períneo. "As calcinhas 100% algodão facilitam a evaporação da umidade local, colaborando para manutenção do equilíbrio da região genital", afirma Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp.
7-Lencinhos umedecidos para a região íntima podem ser usados todos os dia. MITO: apesar de práticos, não é recomendável a utilização diária dos lencinhos umedecidos para a região íntima, pois podem causar irritação e coceira. O melhor é deixá-los na bolsa e guardá-los para uma situação de emergência.
8-Dormir sem calcinha ajuda a prevenir infecção vaginal. VERDADE: a vagina é um local úmido que precisa de ventilação. Como no dia a dia é comum as mulheres usarem calças jeans e roupas sintéticas, a região não tem uma ventilação ideal. Resultado: a vagina fica abafada, facilitando a proliferação de bactérias e fungos. Assim, para prevenir irritação, ardência e infecções, por exemplo, é recomendável que se durma sem calcinha com a maior frequência possível. Também é importante evitar lingeries apertadas!
9-Absorvente interno pode provocar cólicas ou ferimentos. MITO: por ser de uso interno, muitas pessoas têm receio de utilizar esse tipo de absorvente. Mas a verdade é que são seguros e confortáveis. "Se usado corretamente, o absorvente não tem como provocar atrito, ferimento e muito menos cólica. Entretanto, se usado numa posição muito baixa (abaixo do 'anel' muscular da vagina), ele incomoda muito e pode, sim, levar a lesões da mucosa vaginal", explica Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
10-Coceira vaginal é normal. MITO: coceira vaginal nunca é normal! Ela pode indicar uma série de problemas, como alergia, DSTs, processos irritativos por algum produto externo, parasitoses, infecção por HPV e doenças como psoríase e dermatites. Por isso, é importante investigar.
11-Usar papel higiênico perfumado causa irritação. VERDADE: tanto o perfume como a tinta do papel higiênico podem agredir a mucosa vaginal e irritá-la, especialmente em mulheres que tenham mais sensibilidade. E isso pode causar problemas como ardência, coceira, dor ao urinar e dor na relação sexual. Assim, o mais indicado é escolher os papéis brancos e sem perfume.
12-Ficar com o biquíni molhado por muito tempo causa corrimento. VERDADE: "Usar um biquíni molhado por muito tempo pode causar mais frequentemente irritação na vulva e nos genitais externos, principalmente na região da virilha", aponta Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp. Isso porque a umidade favorece a proliferação de fungos e bactérias.
13-Protetor de calcinha pode ser usado diariamente. MITO: muitas mulheres acreditam que o protetor de calcinha é uma ótima opção para se manterem secas e confortáveis. Mas a verdade é que o protetor, quando usado diariamente, deixa a região da vagina mais quente e úmida. "Isso favorece fungos e bactérias, além de diminuir as defesas vaginais. Como alternativa, o ideal é trocar de calcinha durante o dia", afirma Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
14-Os pelos pubianos devem ser aparados regularmente. VERDADE: para manter a higiene, os pelos pubianos devem ser aparados de vez em quando, mas não com muita frequência, pois eles são um importante mecanismo de proteção dos genitais. "Eles devem ser aparados para não dificultarem a adequada aeração perineal, mas também não tanto que prejudique a proteção da região", explica Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp.
15-Um fluxo que passa a ser muito intenso ou com maior duração pode ser indício da presença de um mioma. VERDADE: a intensidade e a duração do fluxo pode variar de mulher para mulher e até mesmo de ciclo para ciclo. Mas se a mudança é muito intensa, ou então se torna frequente, é preciso atenção, pois pode sim ser sinal de mioma ou ainda de outros problemas. "As mudanças devem sempre ser levadas ao conhecimento do ginecologista para melhor elucidação diagnóstica, muitas vezes com a necessidade de exames complementares", recomenda Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp.
FONTE:http://noticias.uol.com.br/
MITOS E VERDADES SOBRE AS DORES MUSCULARES
1-Há doenças que provocam dores musculares. VERDADE: males reumáticos, como fibromialgia e espondilite anquilosante, podem causar dores sem qualquer tipo de traumatismo associado. "Elas ocorrem por um processo de contratura do músculo que limita a chegada de sangue ao local, causando dor. Outras vezes, a produção de substâncias inflamatórias agride quimicamente a célula muscular", explica Jomar Souza, especialista em Medicina do Exercício e do Esporte. A fibromialgia é uma síndrome não inflamatória caracterizada, entre outros sintomas, por dores musculares difusas; já a espondilite anquilosante é um distúrbio inflamatório que atinge a coluna e as grandes articulações, como as dos quadris e dos ombros.
2-Dor muscular pode detonar outros problemas, como inchaço, câimbras e fraqueza muscular. VERDADE: se ela é provocada por doenças neurológicas que atingem a placa mioneural, quer dizer, a junção do nervo com o músculo, é possível que provoque, sim, estes sintomas em conjunto. O ortopedista Moisés Cohen cita os atletas, especialmente, como passíveis de sofrerem com o problema. "A função muscular vai além do movimento: o músculo é responsável pelo ortostatismo (trabalho gradativo do corpo que leva uma pessoa a ficar na posição vertical, ou seja, em pé) e estabilização articular. Uma lesão no ventre muscular (porção carnosa e contrátil do músculo, constituída por fibras que se contraem) afeta a habilidade da contração, seja pela insuficiência mecânica ou pela dor. Tudo está interligado, e qualquer tipo de lesão traz consequências desastrosas no desempenho do atleta por evoluir de forma lenta e causar uma incapacidade física grave".
3-Atletas e pessoas que malham muito estão mais sujeitos a dores musculares. VERDADE: este grupo é mais suscetível por duas razões: eles exageram, e sentem o problema pela prática vigorosa; ou mudam de intensidade e carga, gerando dores e até lesões. "Outra grande 'vítima' é o atleta de fim de semana, que não faz nada de segunda a sexta-feira e quer, no sábado e no domingo, compensar a semana toda de ócio", salienta Jomar Souza, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte. O fisioterapeuta Maurício Garcia completa dizendo que estas pessoas apresentam todos os riscos maximizados -- não só musculares como cardiovasculares, por exemplo. Já em relação ao esporte mais propenso a lesões, ele diz que é o futebol, com cerca de 60%. "As lesões por trauma direto, como contusões e lacerações, são mais comuns nas modalidades de contato, como o futebol. Já as lesões indiretas ocorrem principalmente em esportes individuais e de grande demanda de potência, caso do tênis".
4-Não é possível diferenciar a dor muscular simples de uma proveniente de lesão. MITO: no primeiro caso, ela costuma ser simétrica, atingindo ambos os lados do corpo - coxas e panturrilhas, por exemplo. "Já quando a dor é unilateral ou mais intensa em um dos lados, pode haver uma lesão associada. Deve-se, então, procurar o médico para diagnóstico", recomenda Jomar Souza, médico do esporte.
5-A lesão muscular é sempre do mesmo tipo. MITO: há diferentes graus, de acordo com a gravidade. Nas lesões de primeiro e segundo, a dor geralmente se localiza sobre o local machucado. "Ela é provocada por contração muscular ativa ou alongamento muscular passivo. Já nas de terceiro grau, o músculo é incapaz de produzir qualquer tipo de força. O indivíduo, então, tenta compensar tal deficiência usando outro grupo muscular. A dor, nestes casos, é variável: depende da profundidade do músculo lesado em relação à pele adjacente. Agora, em relação aos sinais: nas lesões de primeiro grau, nem sempre dá para perceber apenas examinando o paciente; já nas de segundo, é possível que ocorra edema, equimose e/ou hematoma; no terceiro grau, o prejuízo é sempre evidente e visível", fala o diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, Moisés Cohen.
6-Dores musculares podem estar associadas à postura incorreta. INCONCLUSIVO: desvios posturais de coluna desandam dores nos músculos paravertebrais, já que os mesmos ficam em uma posição alongada ou contraturada, considera o médico do esporte Jomar Souza. "Não podemos afirmar que a postura incorreta desencadeia a dor muscular, mas pensamos que os estabilizadores estáticos, como a congruência articular, os ligamentos e a cápsula articular, são sobrecarregados nessas situações. Nesse sentido, os músculos, que são estabilizadores dinâmicos, são solicitados com mais intensidade e, a médio prazo, podem levar à dor", acredita Moisés Cohen, professor da Unifesp .
7-O estresse e a tensão diários provocam dores musculares. VERDADE: isso acontece principalmente no músculo trapézio, que liga os ombros à região cervical. "Nos momentos de estresse, os nervos liberam substâncias químicas na sua junção com os músculos, levando a um processo de contratura com consequente dor", diz o médico do esporte Jomar Souza. "As condições psicossociais trazem muitas consequências físicas ao indivíduo - e os músculos não estão imunes. As condições regenerativas de uma sobrecarga são excedidas facilmente e, assim, os músculos ficam sujeitos à fadiga precoce", completa o fisioterapeuta Maurício Garcia.
8-Dá para tratar a dor muscular em casa, com pomadas e relaxantes locais. MITO: mesmo para minimizar dores aparentemente simples e corriqueiras, não se deve usar qualquer medicamento sem orientação médica. "Pomadas, anti-inflamatórios, relaxantes musculares - tudo isso precisa ser prescrito pelo especialista. Até a aplicação de bolsas de gelo ou de água quente, que ajudam, requer acompanhamento. Em um caso de lesão muscular, por exemplo, a água quente está contraindicada nas primeiras 48 horas após os sintomas, pois pode agravar o quadro", esclarece o médico do esporte, Jomar Souza. Para o ortopedista Moisés Cohen, o correto é, a partir do momento em que há dor ou suspeita de lesão, procurar imediatamente ajuda especializada para avaliar a extensão e intensidade do problema. "Remédios sem indicação, nem pensar. E nenhuma lesão muscular deve ser negligenciada".
9-Há vários tratamentos possíveis para as dores musculares. VERDADE: eles vão do simples alongamento, passando pela fisioterapia, até o emprego de medicamentos. "É preciso avaliar caso a caso", diz Jomar Souza. O uso de analgésicos e anti-inflamatórios entra no arsenal terapêutico para alívio da dor nos quadros de lesão, completa Moisés Cohen, professor e chefe do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Unifesp. "Para o relaxamento muscular, o especialista lançará mão de drogas com efeitos miorrelaxantes. Outra opção de tratamento inicial são os anti-inflamatórios tópicos, que oferecem efeito analgésico local sem apresentar danos colaterais dos similares orais, sendo uma boa opção para minimizar a dor em idosos".
10-As massagens são recomendadas. INCONCLUSIVO: para Jomar Souza, médico do esporte, elas só devem ser cogitadas se for afastada a possibilidade de lesão muscular. "E, claro, se forem realizadas por profissional habilitado, de preferência com formação em fisioterapia." Maurício Garcia observa que tais manobras atuam nos músculos para relaxá-los ou estimulá-los, além de beneficiarem sua nutrição, já que detonam maior aporte sanguíneo. "No sistema linfático, a massagem ajuda no funcionamento dessa estrutura como um todo, esvaziando os dutos coletores de linfa (substratos indesejáveis no organismo) e favorecendo a circulação e a pele, diminuindo possíveis edemas. No sistema nervoso, age principalmente na região parassimpática, relaxando e regulando a liberação de mediadores químicos."
11-Se a dor vier acompanhada de inchaço, vale aplicar gelo. VERDADE: mas há uma ressalva: ele só deve ser usado por 20 a 30 minutos, sempre envolto em um pano úmido, para que não encoste na pele. "O gelo reduz a dor e o processo inflamatório. Entretanto, pessoas com distúrbios vasculares oclusivos precisam consultar o médico antes de recorrer ao método", salienta Jomar Souza. ?Os principais efeitos da crioterapia são a diminuição do desconforto (analgesia) e do espasmo muscular. Porém, há precauções que devem ser adotadas nesta terapia, como evitar regiões com grandes nervos superficiais (por exemplo, no lado externo do joelho, junto à cabeça do osso da fíbula) e nas áreas sensíveis, como extremidades de mãos e pés. E, claro, nunca dormir com uma bolsa de gelo junto a qualquer parte do corpo", completa o ortopedista Moisés Cohen.
12-Os exercícios físicos devem ser evitados enquanto a dor se mantiver. VERDADE: a dor é uma das formas que o corpo tem de se comunicar e avisar que alguma coisa não está indo bem. Além disso, ela inibe a ação muscular, o que pode trazer mais prejuízo para o processo. "A volta sempre deve ser gradual. O músculo, após a lesão, fica mais propenso a recidivas", sustenta o fisioterapeuta Maurício Garcia.
13-Não dá para prevenir as dores musculares. MITO: elas podem ser evitadas com um bom condicionamento físico, que englobe as áreas aeróbias e anaeróbias, exercitando a força muscular adequadamente. Manter um bom aquecimento e alongamento da musculatura esquelética também é imprescindível. "Tem que preparar o músculo para o esforço ao qual será submetido. Se a proposta for uma corrida de rua, por exemplo, o foco deverá ser a tolerância do organismo ao esforço; se for jogar futebol, a sugestão é investir em trabalhos de potência que favoreçam uma resposta eficiente. É bom levar em conta, também, que a força não é a única aptidão muscular possível: há a destreza, a resistência, o vigor, a velocidade. Sem falar na flexibilidade: um músculo ?elástico? favorece a prevenção de contraturas e estiramentos", diz o fisioterapeuta Maurício Garcia, lembrando que o repouso faz parte de uma boa performance. O médico do esporte Jomar Souza completa sugerindo que treinos pesados sejam sempre intercalados com outros mais leves, além de períodos de descanso. "Os alongamentos, igualmente, não devem ser esquecidos".
14-A alimentação influencia no aparecimento de dores musculares. VERDADE: "Dietas que restringem muito o uso de carboidratos, ou não têm uma quantidade adequada de proteínas, podem ser o gatilho para lesões musculares", garante Jomar Souza. Para quem não sabe o que deve priorizar à mesa, vale conversar com um nutricionista. "É possível que a desnutrição tenha uma relação com a incidência de dor muscular. Suplementos não vão prevenir que lesões aconteçam, mas é sempre bom cuidar da alimentação, ingerindo itens ricos em proteínas", conclui o ortopedista e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Moisés Cohen.
FONTE:http://noticias.uol.com.br/saude/
MITOS E VERDADES SOBRE OS RINS
1-A alimentação pode influenciar na saúde dos rins. VERDADE: o consumo excessivo de sal ou açúcar pode levar ao desenvolvimento de hipertensão ou diabetes, dois dos principais fatores que colocam em risco a saúde dos rins. Do mesmo modo, o consumo exagerado de proteína ou a baixa ingestão de água pode sobrecarregar o órgão. "Além disso, excesso de carne vermelha, ingestão de sucos ricos em frutose, baixa ingestão de frutas e grãos e baixa ingestão de cálcio podem prejudicar os rins", afirma o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
2-Quem já teve pedra nos rins tem mais chance de ter outras. VERDADE: é muito comum que pacientes tenham pedra nos rins mais de uma vez na vida. "A calculose renal é a terceira doença mais comum do trato urinário, apresenta frequência cada vez maior, com grande possibilidade de recorrência", aponta a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho.
3-Chá quebra-pedra ajuda a eliminar o problema.MITO: o chá quebra-pedra pode exercer ações benéficas contra a formação do cálculo renal, entre elas, a aglomeração dos cristais presentes na urina, condição necessária para a formação da pedra. Assim, ele pode contribuir para a prevenção da formação de pedras nos rins, mas não para seu tratamento. "A alcunha 'quebra-pedras' é equivocada, pois o a planta não tem esse efeito", aponta o nefrologista Pedro Pinheiro.
4-Presença de sangue na urina pode indicar problema nos rins. VERDADE: "A presença de sangue na urina (hematúria) pode ser decorrente de doença renal ou outra patologia nas vias urinárias como cálculos, tumores e infecções", afirma a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho. Por isso, sempre que presente, o paciente deve procurar um médico.
5-Urina espumosa é sinal de alguma doença. VERDADE: quando a urina está mais espumosa do que o normal pode ser um sinal de perda de quantidades relevantes de proteínas na urina (proteinúria). "A função dos rins é excretar na urina as substâncias do sangue que estão em excesso, que são tóxicas ou que não nos tenham utilidade. As proteínas não se encaixam em nenhuma dessas três condições. Portanto, um rim que deixa passar proteínas para a urina é um rim que não está funcionando adequadamente", explica o nefrologista Pedro Pinheiro.
6-Alimentos ricos em cálcio causam pedra nos rins. MITO: cálculos renais têm cálcio em sua formação, porém não é recomendado diminuir a ingestão de cálcio visando evitar os cálculos. Isso porque o cálcio é muito importante para o organismo e, quando sua ingestão é insuficiente, o organismo recorre aos estoques encontrados nos ossos, o que pode levar à osteoporose. O que causaria o acúmulo de cálcio no organismo e, consequentemente, as pedras nos rins, é na verdade o consumo excessivo de sal. "O excesso de sal leva ao aumento da excreção do mesmo pelos rins e a uma maior perda urinária de cálcio, favorecendo a formação de novos cálculos", explica o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
7-Anti-inflamatórios, antibióticos e analgésicos podem prejudicar os rins. VERDADE: uso prolongado ou em excesso desses medicamentos podem, sim, prejudicar os rins. "Esses medicamentos podem acarretar insuficiência renal, tanto aguda quanto crônica, muitas vezes de caráter irreversível, ou seja, sem possibilidade de recuperação da função renal e com necessidade de tratamento dialítico", alerta a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho. Por isso é importante ter cautela quando usá-los e evitar sempre a automedicação .
8-Comprometimento da função renal pode causar anemia. VERDADE: o rim produz um hormônio chamado eritropoietina, que é a substância responsável por estimular a medula óssea a produzir sangue. "Em fases avançadas da insuficiência renal crônica é muito comum a presença de anemia, devido à deficiência na produção renal de eritropoietina", explica o nefrologista Pedro Pinheiro.
9-Expelir a pedra nos rins dói como parto. MITO: a dor vai depender do paciente e da posição da pedra. "Geralmente, a eliminação do cálculo renal é extremamente dolorosa, mas numa porcentagem menor de pacientes, a eliminação espontânea da pedra pode ser assintomática", aponta a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho. De qualquer forma, mesmo quando dolorosa, não é como a dor do parto.
10-Acordar várias vezes durante a noite para urinar é sinal de problema nos rins. VERDADE: ir ao banheiro várias vezes durante a noite pode ser sinal de problema. "O fato de urinar várias vezes à noite pode ser decorrente de aumento de próstata, que se não tratado poderá levar à perda da função renal", alerta o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Também pode ser um dos sintomas da insuficiência renal crônica.
11-A cor da urina pode indicar problema nos rins. VERDADE: mudança na cor, e também no volume, na frequência e até no odor na urina, são uns dos primeiros sinais de que algo não vai bem não só nos rins, mas em qualquer local do trato urinário. "A urina mais avermelhada pode ser sinal de hematúrias (presença de sangue na urina), que pode indicar doença renal inflamatória, tumores, cálculos etc. Quando a urina está mais amarelada (concentrada) pode significar falta de ingestão de líquidos", explica a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho.
12-Cerveja ajuda a dissolver pedra nos rins. MITO: consumir cerveja não ajuda a dissolver ou eliminar as pedras nos rins - o mais indicado é consumir água e sucos de frutas naturais para manter o rim funcionando bem. "Alguns estudos sugerem que o consumo de cerveja ou vinho podem reduzir o risco de formação de novos cálculos renais, mas ainda não há nenhuma comprovação científica sobre isso", afirma nefrologista Pedro Pinheiro.
13-Hipertensão arterial e diabetes são fatores de risco para doença nos rins. VERDADE: hipertensão está associada à isquemia renal e diabetes está associada à diminuição da função dos rins, podendo levar à doença renal crônica. "Essas são as principais causas de doença renal crônica no mundo, sendo que na maioria das vezes podem levar à insuficiência renal crônica irreversível e com necessidade de diálise", alerta a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho.
14-Problemas nos rins causam dor nas costas. MITO: a dor nas costas não deve ser considerada um sinal de problema nos rins. A maioria das doenças renais não causa dor nas costas. Geralmente, essa dor é causada por outros problemas, como problemas osteoarticulares da coluna. "Problemas nos rins são habitualmente acompanhados por alterações na coloração da urina, febre, inchaços e pressão arterial elevada", aponta o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
15-Problemas nos rins podem causar cansaço e perda do apetite. VERDADE: quando os rins não estão funcionando bem, a pessoa pode perder o apetite e se sentir mais cansada do que o normal. "O problema é que esses sintomas só costumam surgir em fases muito avançadas da doença renal, quando o único tratamento possível é a hemodiálise", explica o nefrologista Pedro Pinheiro.
16-Calculo renal causa impotência. MITO: nem o cálculo renal nem seu tratamento causam impotência. A impotência sexual pode ser causada por diversos fatores, como comprometimento vascular, distúrbios neurológicos, alguns medicamentos e até problemas psicológicos. "A calculose renal por si só não causa impotência sexual", afirma a nefrologista Maria Alice Barcelos, do Centro do Rim do Hospital 9 de Julho.
17-Sal em excesso colabora para a formação de cálculos renais. VERDADE: consumir sal em excesso contribui para uma maior eliminação de cálcio no organismo e, consequentemente, sua concentração nos rins - o que pode incentivar a formação de pedras, especialmente se a pessoa não estiver ingerindo água suficiente. "O excesso de sal leva ao aumento da excreção do mesmo pelos rins e a uma maior perda urinária de cálcio levando à formação de novos cálculos", explica o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Além disso, o consumo excessivo de sal pode levar à hipertensão, condição que também prejudica a saúde dos rins.
18-Inchaço no corpo é sinal de há algum problema com os rins. PARCIALMENTE VERDADE: "Algumas doenças renais, principalmente as doenças dos glomérulos, podem provocar inchaços generalizados, caso haja intensa perda de proteínas na urina", explica o nefrologista Pedro Pinheiro. Mas é também existem várias outras doenças que podem causar inchaço no corpo, como má circulação, insuficiência cardíaca ou doenças do fígado. Por isso é preciso investigar.
19- A ingestão de líquidos é importante para evitar a formação de cálculos renais. VERDADE: ingestão de líquidos, principalmente água, colabora com a diluição de sais na urina. "A ingestão de líquidos deve ser ao longo de todo o dia e mesmo antes de dormir, e deve ser adequado para propiciar uma diurese de pelo menos dois litros por dia, dando-se preferência para água e sucos de frutas naturais, evitando refrigerantes e sucos industrializados", recomenda o nefrologista Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
20-O calor aumenta o risco de desenvolver pedra nos rins. VERDADE: calor intenso e falta de ingestão de líquidos podem favorecer o surgimento de pedras renais. Além disso, a pessoa sua muito, liberando líquido por outras vias que não a urinária. Levantamento do Centro de Referência da Saúde do Homem, em São Paulo, aponta que os casos de emergências por pedras nos rins aumentam 30% no verão.
FONTE:http://noticias.uol.com.br/
MITOS E VERDADES SOBRE REMÉDIOS
1-As pessoas se automedicam achando que têm conhecimento suficiente. VERDADE: automedicação significa tomar remédios por conta própria, sem orientação de um profissional especializado. Apesar de ser claramente uma atitude pouco sábia, é extremamente comum. "Vários fatores podem levar a isso. Talvez dois sejam os principais: o fácil e enganoso acesso a informações e a praticidade da conduta", acredita o psiquiatra e professor da Unifesp Moacyr Alexandro Rosa, diretor do Ipan (Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação). A internet, a televisão e outros meios de comunicação têm um papel importante para informar sobre como cuidar da saúde, mostrando notícias sobre novidades e avanços na medicina. "Contudo, não podem de forma alguma servir para um autodiagnóstico e muito menos a automedicação. Consultar um médico pode ser trabalhoso, tomar tempo e dinheiro. Muitas vezes não se consegue uma consulta rápida; em outras, o doutor pede exames que demoram para dar um resultado. Com isso, a terapia é lenta e 'adeus' àquela sonhada solução rápida. Não importa, nenhuma dessas dificuldades justificam a automedicação".
2-Descongestionantes nasais e anticoncepcionais são os fármacos mais consumidos sem prescrição. VERDADE: No Brasil, de acordo com a IMS Health, consultoria especializada em dados de saúde e que lança relatórios periodicamente, o item mais comercializado em 2012 foi um descongestionante nasal. Analgésicos e anticoncepcionais também constam na lista dos dez mais.
3-Certos medicamentos são livres de efeitos colaterais. MITO: para a maior parte das pessoas saudáveis, os medicamentos naturais ou fitoterápicos não têm contra-indicação. Entretanto, a pessoa deve consultar seu médico para usar qualquer fitoterápico, pois há possibilidade de interação entre os medicamentos. "Os fitoterápicos são erroneamente considerados desprovidos desses efeitos adversos. Na dose errada, causam principalmente problemas hepáticos e renais", alerta a farmacêutica Fernanda Chalabi. "Além disso, alguns componentes naturais influenciam em doenças crônicas. Por exemplo, a cáscara sagrada origina distúrbios de sódio e potássio na circulação sanguínea, e mesmo desidratação, sendo contraindicada na gestação pelo perigo de estimular contrações uterinas e durante a amamentação (pelo risco de causar diarreia no bebê). Outro exemplo é o ginkgo biloba, que pode causar dores de cabeça, reações alérgicas e até hemorragias", diz Lucas Zambon, médico de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas. Também é possível que a passiflora interaja com anticonvulsivantes e ansiolíticos, potencializando seus sinais negativos.
4-Não faz mal tomar ácido acetilsalicílico. MITO: trata-se de um anti-inflamatório que, a depender da dose utilizada, terá efeito analgésico e antitérmico. É habitual que indivíduos com problemas cardíacos a recebam como prescrição, porém, em doses bastante pequenas, normalmente em torno de 100 mg por dia, equivalente a um comprimido da versão infantil. "Nesta dosagem menor, exerce um efeito protetor contra infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral, pois minimiza a formação de placas no interior das artérias, que são as causas desses eventos. Alguns dos revezes associados ao uso a longo prazo, ou em doses altas, são sangramentos digestivos, desenvolvimento de insuficiência renal e há até risco de morte em casos de intoxicação por exagero na quantidade. Por isso, quem usa cronicamente precisa de acompanhamento médico para monitorar esse tipo de ocorrência", alerta o médico de Emergências Clínicas do Hospital das Clínicas Lucas Zambon. "Cabe ao profissional, e somente a ele, conhecer a medicação e o paciente que irá usá-la, pesando riscos versus benefícios. Ter domínio sobre farmacologia, efeitos do remédio no organismo (farmacodinâmica) e do corpo sobre a medicação (farmacocinética), além de todos os problemas de saúde do paciente (vícios, medicações em uso e o problema atual que demanda o uso do fármaco em questão)", complementa o neurologista Flávio Sallem.
5-O ansiolítico Rivotril (clonazepam) é um dos medicamentos mais consumidos do Brasil. VERDADE: consta na lista dos dez mais. O neurologista Flávio Sallem sustenta que o Rivotril é realmente uma das medicações mais consumidas no país, mas não se encontra nas listas das mais usadas no mundo. "Sua fama se deve, entre outros fatores, à propaganda feita sobre o produto, ao conhecimento médico a seu respeito e aos seus efeitos. É usado no tratamento da ansiedade e da insônia, situações comuns entre nosso povo". Seus principais concorrentes são o Lexotan (bromazepam), Frontal (alprazolam) e Olcadil (cloxazolam). "Trata-se de mais uma consequência do estilo de vida atual e de uma sociedade que quer soluções milagrosas e de curto prazo", destaca o clínico geral Lucas Zambon, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
6-Remédios para cortar apetite podem gerar psicose. VERDADE: o clínico geral Lucas Zambon, do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que para controlar a ansiedade e perder peso o ideal é mudar o estilo de vida, adequando a alimentação e realizando atividade física periódica. "O problema é que a maioria ou não quer ou não consegue impor tais alterações em seu cotidiano, optando por uma alternativa que ofereça, supostamente, um resultado mais rápido. Aí, quando querem perder peso, correm para alguma medicação 'facilitadora'. Em relação aos 'emagrecedores' de uma maneira geral, há risco de gerarem efeitos colaterais cardíacos, como arritmias, além de predisposição ao desenvolvimento de quadros depressivos ou de psicose, entre outros". Ele lembra que o Xenical é bastante procurado ainda, pois até pouco tempo podia ser comprado sem receita. Recentemente, porém, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a necessidade de receita para compra. "As vantagens do Xenical são mais do ponto de vista médico, dado o perfil de efeitos colaterais menos graves do que de outros medicamentos utilizados para emagrecer. Seus sinais se referem mais ao próprio trato digestivo, como diarreia, flatulência e dores abdominais", conclui.
7-Pessoas têm uma falsa impressão que estão cuidando da saúde ao ingerir remédios. VERDADE: é preciso lembrar sempre que as medicações são geralmente substâncias estranhas ao organismo, podendo ocasionar algum tipo de efeito colateral, que é uma resposta do organismo a este agente estranho. "Algumas são graves e até fatais. Também vale ter em mente que os fármacos podem ter duas funções diferentes: aliviar sintomas ou tratar doenças", considera o psiquiatra Moacyr Alexandro Rosa, especialista em transtornos mentais e diretor do Ipan (Instituto de Pesquisas Avançadas em Neuroestimulação). Ele explica que há um importante aspecto envolvido: a Aspirina é bastante empregada para dor de cabeça, por exemplo, dando alívio momentâneo. "Porém, se a causa do sintoma não for cuidada, uma medicação sintomática pode apenas mascarar uma doença, fazendo com que esta evolua e se torne cada vez mais difícil de ser tratada". O neurologista Flávio Sallem arremata: "Algumas doenças que se assemelham em suas fases iniciais respondem de formas diversas ao mesmo remédio. Voltando à dor de cabeça (cefaleia) como sintoma, ela pode estar presente em várias doenças, das mais benignas, como a tensional, às mais severas, como por sangramento cerebral. Agora imagine alguém com dor de cabeça deste último tipo se automedicar com Aspirina, aumentando a possibilidade de sangramento!".
8-Exagero na automedicação pode ser sinal de problema psicológico. VERDADE: o indivíduo liga a sensação de conforto ao seu uso e, por isso, deixá-lo provoca quadros de ansiedade, sensação de vazio, dificuldade de concentração e mal-estar. "É a dependência psicológica agindo, sem dúvida", diz a farmacêutica bioquímica Fernanda Chalabi. O nível educacional parece ter influência significativa, mas há outros gatilhos. "Muitas pessoas com nível cultural elevado têm o hábito da automedicação. Achar que quem o atende na farmácia sabe diagnosticar e orientar é um erro gravíssimo. Muitas vezes nem é farmacêutico e, mesmo este, apesar de seu conhecimento em farmacologia, não tem formação médica", alerta Moacyr Alexandro Rosa, diretor do Ipan. Importante: existe um quadro psiquiátrico clássico chamado de hipocondria, no qual as pessoas acreditam ter uma doença grave. "Nestes casos, pode haver automedicação ou não. Muitas vezes, procuram diversos médicos pois nenhum consegue 'descobrir' sua doença". A farmacêutica e bioquímica Fernanda Chalabi completa dizendo que, num país carente como o nosso, com saúde pública deficiente e planos de saúde caros e sem padrão de atendimento, o estado psicológico é muito importante. "É como se as condições do paciente melhorassem só porque ele está 'tomando alguma coisa'. É o chamado efeito placebo, ou seja, mesmo que o fármaco não seja indicado corretamente ou na dose certa, o simples fato de estar ingerindo-o já produz um efeito positivo".
9-Medicamentos podem gerar dependência. VERDADE: "Na dependência química, o medicamento começa a fazer parte do metabolismo do indivíduo. Geralmente, são remédios ou drogas ilícitas que conferem sensação de prazer e bem-estar agindo no Sistema Nervoso Central, mas com grandes danos ao organismo. A retirada de uma droga desse tipo promove sintomas característicos de abstinência que devem ser tratados como doença", enfatiza a farmacêutica e bioquímica Fernanda Chalabi. Para o neurologista Flávio Sallem, certas medicações podem se relacionar com algum grau de dependência química, como os opiáceos e opioides (morfina, dolantina e meperidina). Já outras, como antidepressivos, antipsicóticos e esteroides, trazem o perigo de sintomas muitas vezes graves com sua parada abrupta, o que não caracteriza dependência química. "Não deve ser confundida a dependência com o fenômeno de tolerância, ou taquifilaxia, observado com os benzodiazepínicos (famosos 'faixas preta'). Neste caso, com o passar do tempo e uso do fármaco, o paciente vai necessitando de doses cada vez maiores para conseguir o mesmo efeito que antes ocorria com porções menores da medicação. Isso ocorre por alterações químicas na membrana da célula". Existem dois tipos principais de dependência química: a que se refere a drogas lícitas e a relacionada a drogas ilícitas. "Apesar de ser um aspecto importante, a diferença não é apenas de cunho legal. No caso das drogas lícitas, o efeito entorpecente existe em graus variados, mas tende a ser menor do que o das drogas ilícitas. Como exemplo, dificilmente alguém comete um crime devido ao uso de ansiolíticos (medicações que podem causar dependência com uso prolongado)", salienta o professor da Unifesp, Moacyr Alexandro Rosa. "Já o uso de cocaína e similares mais facilmente se incorpora a comportamentos inadequados ou criminosos. E novamente chamo a atenção de que não é uma questão de legalidade. O álcool (substância lícita) também se associa a atitudes perigosas", diz Rosa, acrescentando que a automedicação com substâncias que causam dependência é mais rara, pois a compra destas requer receita médica especial. Isso não impede, mas limita bastante o problema.
10-Livrar-se da dependência química é mais difícil do que parece. VERDADE: medicamentos interagem com o metabolismo. A farmacêutica bioquímica Fernanda Chalabi cita o fumante como exemplo. "A nicotina já faz parte do organismo e, quando é retirada, origina quadros de ansiedade, levando o indivíduo a uma fuga no tabaco. É necessária muita forma de vontade e perseverança para deixar o vício". O mesmo pode acontecer em quem ingere ansiolíticos e analgésicos por conta própria.
11-É preciso orientação até para usar uma simples pomada para assadura. MITO: "No caso dessas pomadas, a probabilidade de causar algum tipo de reação é pequena, não sendo necessária a indicação médica, por isso mesmo é vendida livremente na farmácia. Mesmo assim, pode acontecer algum tipo de reação alérgica aos componentes da fórmula, que desaparece com a suspensão do uso", explica a farmacêutica bioquímica Fernanda Chalabi.
12-A alta tributação de remédios no Brasil não impede as pessoas de se automedicarem. VERDADE: segundo dados recentes, a tributação média no resto do mundo é de 6%. No Brasil é de 34%. Um exemplo: o analgésico Dorflex tem 27% de imposto embutido no seu preço. Do valor de R$ 12,10, teto estabelecido pelo governo federal, R$ 3,30 são tributos. Mas mesmo com uma tributação tão alta e alguns não conseguindo comprar sequer medicamentos necessários, pessoas continuam indo atrás de alívio em remédios sem prescrição e acompanhamento médico.
13-Remédios para emagrecer estão entre os que mais atraem consumidores. VERDADE: a obesidade já se tornou uma epidemia mundial e preocupa os órgãos de saúde pública, sendo considerada uma doença multifatorial. O aumento da oferta de alimentos processados, o estresse e o sedentarismo estão entre outros fatores causadores. "Em geral, as mulheres são consumidoras em potencial de medicamentos para emagrecer, nunca estão satisfeitas com o corpo e desejam sempre perder um ou dois quilos. No Brasil, sendo um país tropical, onde existe uma exposição maior do corpo, estar em forma é uma questão de aceitação social", observa a farmacêutica Fernanda Chalabi. "O país é um dos países onde o consumo de moderadores de apetite bate recordes", destaca o neurologista Flávio Sallem. Existem três principais grupos de remédios para emagrecer: anorexígenos, sacietógenos e inibidores de absorção de gorduras. Os anorexígenos inibem o apetite e têm em sua composição substâncias conhecidas como anfetaminas (que podem ser perigosas). O segundo grupo age no estímulo da sensação de saciedade: o indivíduo sente fome, mas com uma porção menor de alimentos fica satisfeito. O terceiro atua na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida, entretanto só ajuda se a pessoa come pouco (se come muito, os 30% que deixam de ser absorvidos podem não ser suficientes para a perda de peso).
14-Tomar remédio sem orientação pode causar problemas graves. VERDADE: "Ingerir um medicamento inadequado para o problema ou de forma errada, como em dose ineficaz ou excessiva, pode mascarar os sintomas de uma doença mais séria ou até provocar distúrbios importantes como uma lesão hepática, por exemplo", adverte a farmacêutica bioquímica Fernanda Chalabi.
15-Produtos naturais para emagrecer, como quitosana, são seguros. PARCIALMENTE VERDADE: trata-se de um produto natural extraído de crustáceos com uma ação positiva no emagrecimento, pois inibe a absorção de gordura. "Mesmo assim, pode causar efeitos colaterais em indivíduos alérgicos a frutos do mar", diz a farmacêutica Fernanda Chalabi. Supostamente, apresenta um mecanismo de absorção de gordura que diminui o valor calórico das refeições. "No entanto, estudos não comprovaram sua eficácia cientificamente. Parece que sua ajuda no emagrecimento depende da dieta individual", completa.
FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
A VERDADE EXTRATERRESTE POR TRÁS DAS PIRÂMIDES
Os sinais de erosão relatam uma antiguidade muito maior do que a estimada pela egiptologia oficial. Para os egiptólogos oficiais como o arqueólogo e chefe das escavações de Gizé, o Sr. Zahi Hawass, todos os que afirmam que as gigantescas piramides já estavam lá quando apareceu o povo egípcio estão iludidos e errados.
No entanto, no início dos anos noventa, diferentes pesquisadores como o norte-americano John Anthony West, questionou a datação da Esfinge com base em traços de erosão no corpo do monumento que pode ser notado, estabelecendo que a sua construção foi atrasada à, pelo menos, 13.000 anos.
Egiptólogos oficiais ignoram o fato de que os monumentos colossais foram construídos por extraterrestres e que eles eram enormes máquinas de teletransporte, mas não ignoram que em grande parte são anteriores ao povo egípcio, como os testes que eles fizeram com o carbono-14 mostraram uma idade de 13.000 anos, ou seja milhares de anos antes de sua suposta construção na qual acreditam a arqueologia contemporânea.
Com isso, conclui-se que quando os antigos egípcios encontraram as colossais pirâmides, sua crença era de que elas foram construídas pelos deuses e acreditaram que se enterrassem seus faraós nelas, eles iriam para o céu, outro fato a considerar é que os hieróglifos não fazem qualquer menção sobre a construção das pirâmides. Se os construtores tinham sido os egípcios, esse fato não poderia ter sido evitado.
Mas a realidade e até mesmo difícil de se acreditar para alguns, sugerir que alienígenas estiveram envolvidos em sua construção é algo que muitos preferem desacreditar, mas as evidências são grandes.
Não podemos desconsiderar a perfeita colocação e alinhamento com a constelação de Orion. Talvez fossem alinhadas de forma proposital pela tecnologia que as fizeram funcionar como uma máquina de teletransporte que pudessem levar seus verdadeiros construtores de volta para seu planeta natal.
Mas se toda essa tecnologia existia no passado remoto, por que não funcionam atualmente? Pode se responder facilmente que lhes falta a energia necessária provida das antigas máquinas sobre elas. Podemos as considerar hoje em dia como apenas sobras e totalmente desmanteladas.
Em relação a Esfinge, é meramente um símbolo dos aliens. Para explicar melhor, você pode imaginar qual seria a primeira coisa que os seres humanos fariam no dia em que pisarem em algum outro planeta: os Estados Unidos iriam construir uma grande águia, os russos um grande urso, a França um grande galo, os africanos um grande elefante...
A construção das pirâmides para esses "estrangeiros" era muito simples, levando em conta que eles tinham uma tecnologia muito avançada, com alguns dispositivos antigravitacionais poderiam levitar e transportar qualquer objeto facilmente e sem nenhum esforço. Só agora estamos começando a entender tal tecnologia.
Se levarmos em conta as diversas piramides encontradas ao redor do mundo, e saber que tal tecnologia usada para a construção de tais não eram disponíveis para os antigos povos considerados pela arqueologia como "primitivos", chegaremos a conclusão de que algo não terrestre estaria envolvido nessas fantásticas construções. Algo que seria posteriormente considerado por muitos como os chamados "Deuses".
FONTE: http://teoriaalien.blogspot.com.br
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