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domingo, 2 de julho de 2017

CONHEÇA OS 10 PIORES FURACÕES DA HISTÓRIA

Aqui no Brasil somos muito abençoados. Não temos terremotos, maremotos, tsunamis, tornados, vulcões, furacões… Porém, em outras partes do globo, é normal que essas catástrofes naturais assolem a população de alguns países. Não é raro vermos notícias de desastres acontecendo na América do Norte, na Europa, na Ásia ou na Oceania. Até mesmo aqui na América do Sul, mas do outro lado do continente, alguns terremotos já assustaram o povo por lá. Dentro desse contexto, resolvemos trazer um conteúdo cheio de curiosidades e ciência. A seguir, você vai conferir uma lista com os 10 piores furacões da história, verdadeiros monstros da natureza que deixaram rastros realmente assustadores por onde passaram. Mas, antes disso, que tal entendermos rapidamente o que ele é.

O que é um furacão?

Os furacões são tempestades grandes e muito turbulentas. Eles podem produzir ventos de até 119 quilômetros por hora ou mais, dependendo de sua intensidade e localização. Isso é mais rápido do que uma chita, o animal mais rápido em terra. Os ventos de um furacão podem danificar edifícios e arrancar árvores com facilidade. Os furacões se formam sobre águas oceânicas quentes. Às vezes, eles atacam a terra, causando grandes estragos. Quando um furacão atinge a terra, empurra uma parede de água do oceano a terra. Esta parede de água é chamada de onda de tempestade. A chuva forte e a tempestade de um furacão podem causar inundações em áreas próximas ao litoral. Uma vez que um furacão se forma, meteorologistas prever seu caminho. Eles também preveem o quão forte será. Estas informações ajudam as pessoas a se preparar para a tempestade. Existem 5 tipos ou categorias de furacões. A escala de categorias é chamada “Escala de Furacão Saffir-Simpson”. As categorias são baseadas na velocidade do vento: Categoria 1: Vento 119-153 km/h; Categoria 2: Ventos 154-177 km/h; Categoria 3: Ventos 178-208 km/h; Categoria 4: Vento 209-251 km/h; Categoria 5: Vento mais de 252 km/h.

As partes de um furacão

- Olho: o olho é o “furo” no centro da tempestade. Os ventos são leves nessa área. Os céus são parcialmente nebulosos e, às vezes, até claros. - Parede dos olhos: a parede do olho é um anel de trovoadas. Essas tempestades se espalham pelo olho. A parede é onde os ventos são mais fortes e a chuva é mais pesada. - Bandas de chuva: bandas de nuvens e chuva estão distantes da parede de um olho de furacão. Essas bandas se estendem por centenas de quilômetros. Eles contêm trovoadas e às vezes até tornados. Agora que já sabemos o que é um furacão, está na hora de conferirmos a lista das 10 catástrofes naturais desse tipo que mais deixaram destruição e mortos pelo caminho.

10. Andrew

Este poderoso furacão da categoria 5 atingiu o sul da Flórida, principalmente a região sul de Miami, em agosto de 1992. A temporada de tempestade começou em silêncio nesse ano com atividade mínima – o furacão Andrew foi originalmente considerado uma formação “fraca” quando se desenvolveu no Oceano Atlântico – , mas terminou bem mais intensa do que os cientistas esperavam. No momento em que atingiu as Bahamas, esta primeira tempestade da tinha ventos que chicotaram a mais de 257 km/h. Na Flórida, o furacão Andrew destruiu dezenas de casas. As tempestades transformaram as ruas em vias navegáveis ​​e matou 15 pessoas. Com um dano estimado em US$ 26,5 bilhões (aproximadamente R$ 87 bilhões), Andrew foi o furacão mais caro na história dos EUA há mais de uma década. Um impacto positivo foi que o “Código de Construção do Sul da Flórida” foi totalmente renovado e agora todas as casas novas precisa ter persianas ou vidro resistente a impacto.

9. Hugo

A Flórida e a costa do Golfo do México muitas vezes ocupam uma posição de destaque na rota de furacões nos EUA, mas os habitantes costeiros ao norte também viram sua parte da destruição relacionada à tempestade. O furacão Hugo foi uma das tempestades mais destruidoras a atingir as Carolinas, causando 50 mortes e cerca de US$ 8 bilhões em danos nos EUA e no Caribe. A tempestade Hugo foi classificada como um furacão da categoria 3 quando se aproximou de Charleston em Porto Rico no final de setembro de 1989, mas intensificou-se para uma tempestade de categoria 4 antes de aterrissar na ilha de Sullivan, com os ventos que se chegavam a 217 km/h. Hugo foi a tempestade mais forte a atingir a costa leste ao norte da Flórida desde o furacão Hazel em 1954. A tempestade também se moveu rapidamente, com tufões de quase 480 km/h, causando danos significativos nas áreas do interior depois de passar ao norte de Charleston.

8. Sandy

Depois de atravessar a Jamaica, Cuba e o Haiti, a enorme tempestade de movimento lento se enfraqueceu em um ciclone pós-tropical antes de fazer o terremoto dos EUA em outubro de 2012. Mas isso foi forte o suficiente para causar estragos na cidade de Nova York e na costa de Jersey. As ondas de tempestade de mais de 4 metros colocaram Manhattan sob as águas e deixaram os residentes em todo o município sem energia por dias. Enquanto isso, partes de Staten Island e algumas praias em Queens foram quase apagadas do mapa. Sandy danificou cerca de 650 mil casas na região nordeste e matou 117 pessoas nos EUA, além de outras 69 pessoas no Canadá e no Caribe. Com estragos estimados no valor de US$ 65 bilhões, o furacão Sandy foi o segundo furacão mais caro da história dos EUA. O furacão também é conhecido como “Superstorm Sandy” porque, ao aproximar-se de Nova York, tinha as características de uma tempestade de inverno em vez de uma tropical.

7. Camille

Andrew é um dos únicos três furacões da Categoria 5 a atingir os EUA desde 1900. O outro foi Camille, uma tempestade destruidora que trouxe inundações pesadas e ventos de 320 km/h na Costa do Golfo e mais tarde na Virgínia. Depois de se formar perto das Ilhas Cayman em agosto de 1969, a tempestade explodiu em Cuba em um nível de Categoria 3 e depois se intensificou no caminho para o Mississippi. O furacão enfraqueceu em uma tempestade tropical antes de chegar a Virgínia, mas Camille continuou a derramar mais de 20 centímetros cúbicos de chuva, bem como causar inundações praticamente instantâneas e deslizamentos de terra em uma região a apenas 192 quilômetros da capital do país. A tempestade resultou em 256 mortes e mais de US$ 1,4 bilhão em danos. Camille desempenhou um papel importante no rastreamento de furacões na medida em que permitiu a criação do “Saffir-Simpson Hurricane Wind Scale”, que classifica tempestades das categorias 1 a 5 com base na velocidade do vento.

6. Gilbert

Há muitas maneiras de medir um furacão, seja pela velocidade do vento e chuva, ou através da quantidade de vidas perdidas e danos causados ​​em propriedades. Depois disso tudo, também precisamos considerar o tamanho total do furacão. Com um diâmetro de 926 quilômetros, Gilbert foi um dos maiores furacões já observados na bacia do Atlântico. A tempestade originou-se perto das ilhas de Cabo Verde na costa oeste da África, local de nascimento de alguns dos piores furacões da história, incluindo Andrew. Depois de se tornar uma tempestade da Categoria 5 em setembro de 1988, Gilbert literalmente cobriu toda a ilha da Jamaica, destruindo cerca de 80% das casas da ilha. O furacão passou então para as Ilhas Cayman e o México, entre outras áreas, antes de enfraquecer e atravessar o Texas, manifestando-se em uma série de tornados. A tempestade causou 318 mortes, incluindo 200 pessoas mortas em inundações no México e 28 que morreram quando um navio de carga cubano foi jogado em um barco de Camarões. Os danos relacionados a Gilbert foram estimados em cerca de US$ 5,5 bilhões.

5. Furacão do Dia do Trabalhador na Flórida

Esta tempestade de categoria 5, considerada a mais forte a atingir os EUA no século XX, trouxe ventos de 320 km/h e chuvas de imersão para a parte superior e intermediária da Flórida, matando aproximadamente 400 pessoas durante o processo. Mais de metade dos mortos eram veteranos da Primeira Guerra Mundial que trabalhavam na construção de uma rodovia de Key West para Key Largo. O dano nos Estados Unidos foi estimado em US$ 6 milhões. Esta tempestade é simplesmente conhecida como o “Furacão do Dia do Trabalho” porque a prática de nomear furacões ainda não havia começado em 1953. A tempestade também atingiu a população bem antes dos avanços na tecnologia de rastreamento do tempo, incluindo o uso regular do radar Doppler, que consegue prever onde uma tempestade pode acabar, deixando os residentes em grande parte no escuro quando o furacão se aproximou. Muitas das vítimas esperaram ansiosamente um trem de evacuação que nunca chegou, mas foi lavado nos próximos trilhos do furacão.

4. Katrina

O furacão Katrina é muitas vezes encarado como um desastre causado pelo homem, em vez de natural, especialmente por aqueles que criticam problemas de infraestrutura para o combate dos danos causadas por esta tempestade que devastou Nova Orleans e outras partes da Costa do Golfo. No dia 26 de agosto de 2005, o Katrina parecia um furacão que estava perdendo força, mas começou a se fortalecer rapidamente para os níveis de Categoria 5 em águas quentes no Golfo. Até 28 de agosto, foi emitida uma ordem de evacuação obrigatória para Nova Orleans. À medida que o furacão da categoria 3 atingiu a cidade, a água destruía os sistemas de diques, fazendo com que eles quebrassem e as ruas ficassem inundadas. Eventualmente, 80% da cidade estava submersa. Katrina deixou residentes que não podiam escapar presas em suas casas com as águas que subiam ao redor deles. Quarenta por cento das mortes relacionadas ao furacão eram por causa de afogamento. A reação tardia do governo federal à situação levou a reivindicações de incompetência e até mesmo desrespeito deliberado para pessoas pobres e negras. Ao todo, o furacão Katrina tirou 1.833 vidas e US$ 108 bilhões e é considerado o furacão mais caro na história dos EUA. A Agência Federal de Gerenciamento de Emergência chama isso de “desastre natural mais catastrófico na história dos EUA”. O furacão Katrina também deslocou 400 mil pessoas para áreas como Houston e Atlanta. Muitos nunca voltaram para Nova Orleans. Um sistema atualizado de diques foi concluído em 2013, mas os funcionários estão preocupados com o custo maciço de mantê-los com uma base de imposto encolhida.

3. Furacão Galveston de 1900

O Katrina foi terrível, mas não é a pior do que tempestade na Costa do Golfo. O furacão Galveston de 1900 levou cerca de 6.000 a 12.000 vidas, principalmente no Texas, em setembro de 1900 e é considerado o furacão mais mortal na história dos EUA. A tempestade não se tornou um furacão até o oeste da Florida, onde ventos dirigiu-a direto para Galveston. Isso deu aos moradores e funcionários locais menos de quatro dias para se preparar. A tempestade da categoria 4 trouxe surtos de tempestade de 6 metros e inundações instantâneas e até chegava a Oklahoma e Kansas quando terminou com o Texas. Mais de 3.600 casas, bem como uma série de estruturas consideradas “à prova de tempestade”, foram destruídas no furacão, cujo dano totalizou US$ 30 milhões. Anos depois, Galveston deu alguns passos incríveis para garantir que o dano não fosse repetido. A cidade construiu um muro de 5 km (mais tarde estendido para 16 km) e elevou o nível de toda a cidade, em alguns lugares até 5 metros.

2. Mitch

Mitch talvez não tenha recebido tanta atenção nos EUA como Sandy e Katrina, mas a morte e a devastação causada pelo furacão excederam algumas das tempestades mais conhecidas da história. O furacão de movimento lento pareceu pausar uma vez que chegou a Honduras em outubro de 1998, derramando até 10 centímetros cúbicos de chuva por hora durante dois dias, causando deslizamentos de terra e inundações mortais ao longo do caminho. Com cerca de 11 mil pessoas mortas (e milhares de desaparecidos), Mitch é o 2° furacão mais mortal e o pior a atingir o Hemisfério Ocidental em mais de 200 anos. A tempestade causou mais de US$ 5 bilhões de despesas para Honduras, onde grande parte das infraestruturas e culturas do país foram completamente destruídas. A Nicarágua também foi devastada por Mitch, perdendo 2.000 pessoas com os estragos.

1. O Grande Furacão de 1780

Os Estados Unidos eram apenas um brilho nos olhos do então presidente George Washington quando o Grande Furacão de 1780 explodiu no Caribe, matando aproximadamente 22 mil pessoas. Entre os mortos, havia soldados britânicos e americanos que haviam encaminhado navios de guerra espalhados por toda a região como parte da Guerra Revolucionária. Embora não haja muitos dados registrados sobre a velocidade ou precipitação do furacão, o que sabemos é que a tempestade bombardeou várias ilhas do Caribe, incluindo Barbados, Martinica e Santa Lúcia em seis dias no mês de outubro. Um observador local escreveu que o furacão destruía a casca das árvores, o que fez com que alguns especulassem que os ventos deveriam ter chego a 320 km/h. Esta tempestade é considerada o furacão mais mortal de todos os tempos.

Como os furacões recebem seus nomes?

Acredite ou não, mas pode haver mais de um furacão de cada vez. Esta é uma das razões pelas quais os furacões são nomeados. Os nomes tornam mais fácil acompanhar e falar sobre as tempestades. Uma tempestade recebe um nome se se tornar uma tempestade tropical. Esse nome permanece com a tempestade se continuar e vir a se tornar um furacão. Todos os anos, as tempestades tropicais são nomeadas em ordem alfabética. Os nomes provêm de uma lista de nomes para esse ano específico. Existem 6 listas de nomes. As listas são reutilizadas a cada 6 anos. Se uma tempestade causar muitos danos, seu nome às vezes é retirado da lista. Ele é então substituído por um novo nome que começa com a mesma letra.

Confira a lista dos nomes para os próximos anos:

2017:

- Arlene; - Bret; - Cindy; - Don; - Emily; - Franklin; - Gert; - Harvey; - Irma; - Jose; - Katia; - Lee; - Maria; - Nate; - Ophelia; - Philippe; - Rina; - Sean; - Tammy; - Vince; - Whitney.

2018:

- Alberto; - Beryl; - Chris; - Debby; - Ernesto; - Florence; - Gordon; - Helene; - Isaac; - Joyce; - Kirk; - Leslie; - Michael; - Nadine; - Oscar; - Patty; - Rafael; - Sara; - Tony; - Valerie; - William.

2019:

- Andrea; - Barry; - Chantal; - Dorian; - Erin; - Fernand; - Gabrielle; - Humberto; - Imelda; - Jerry; - Karen; - Lorenzo; - Melissa; - Nestor; - Olga; - Pablo; - Rebekah; - Sebastien; - Tanya; - Van; - Wendy.

2020:

- Arthur; - Bertha; - Cristobal; - Dolly; - Edouard; - Fay; - Gonzalo; - Hanna; - Isaias; - Josephine; - Kyle; - Laura; - Marco; - Nana; - Omar; - Paulette; - Rene; - Sally; - Teddy; - Vicky; - Wilfred. 2021: - Ana; - Bill; - Claudette; - Danny; - Elsa; - Fred; - Grace; - Henri; - Ida; - Julian; - Kate; - Larry; - Mindy; - Nicholas; - Odette; - Peter; - Rose; - Sam; - Teresa; - Victor; - Wanda. 2022: - Alex; - Bonnie; - Colin; - Danielle; - Earl; - Fiona; - Gaston; - Hermine; - Ian; - Julia; - Karl; - Lisa; - Martin; - Nicole; - Owen; - Paula; - Richard; - Shary; - Tobias; - Virginie; - Walter. fonte:https://ahduvido.com.br/os-10-piores-furacoes-da-historia/

domingo, 25 de junho de 2017

SAIBA MAIS SOBRE O EMPAREDAMENTO,UMA DAS PRÁTICAS MAIS CRUÉIS DA HISTÓRIA

Você já ouviu falar sobre o Emparedamento? Como o próprio nome sugere, ele consiste em, basicamente, enclausurar pessoas vivas e foi empregado para os mais diversos fins (com algumas variações) ao longo da História. Existem inúmeros registros do uso desse método cruel e doloroso em várias partes do mundo como forma de punição e até para a realização de sacrifícios humanos — e a seguir você pode saber um pouco mais sobre ele.

Trancafiados até a morte

De acordo com Joel Stice, do site All That Is Interesting, de modo geral, o emparedamento era uma punição aplicada a pessoas condenadas à morte e consistia em trancafiar as pobres coitadas em caixões, caixotes ou, ainda, atrás de paredes para que elas morressem lenta e dolorosamente de fome, sede ou asfixia. Um dos registros mais antigos da prática do emparedamento vem da Roma Antiga, onde esse método era usado quando alguma virgem vestal era condenada à morte. Conforme explicamos sobre essas mulheres, era proibido derramar o sangue de uma vestal e, portanto, na hora de aplicar um castigo capital, os romanos tinham que ser criativos. Entre os diversos métodos desenvolvidos para lidar com as vestais — como derramar chumbo derretido por suas gargantas —, a solução mais usual era trancafiar as condenadas em pequenas câmaras que ficavam enterradas junto ao portão de entrada ao Templo de Vesta com um pouco de água e comida, para prolongar ainda mais o seu sofrimento. E não pense que esse castigo foi deixado de lado quando o cristianismo chegou e substituiu as práticas pagãs.

Idade Média

Segundo Joel, durante a Idade Média, a Igreja Católica usava um método parecido para punir freiras e monges que não andassem na linha ou fossem acusados de heresia. Nesse caso, o castigo — também conhecido como “vade in pacem” ou “vá em paz”, em latim — consistia em selar os pecadores em câmaras e fornecer pequenas quantidades de comida e água por meio de uma pequena abertura. O pior é que o emparedamento não era usado na Idade Média apenas para punir religiosos pecadores. Existem relatos por toda a Europa de pessoas — e muitas vezes crianças! — que foram emparedadas durante a realização de sacrifícios humanos. O mais macabro é que a prática não tinha nada a ver com rituais focados no maligno, mas sim para trazer boa sorte e proteger edificações como pontes, fortalezas, castelos e igrejas.
Reconstrução que mostra um cavaleiro que teria sido condenado ao emparedamento no Castelo Kuressaare, na Estônia. De acordo com Joel, registros históricos apontam que os sacrifícios algumas vezes eram realizados com crianças devido à crença de que a inocência da vítima tornaria a edificação invencível — e vários corpos emparedados foram efetivamente encontrados durante reformas de várias estruturas medievais. Alguns exemplos são o Castelo de Burg Reichenstein, a Igreja de Vilmnitz e a Ponte de Bremen, na Alemanha, além de uma igreja em Holsworthy, na Inglaterra.

Punição através dos séculos

O triste é que essa coisa de trancafiar seres humanos e esperar que eles morressem lentamente não ficou para trás na Idade Média — nem se restringiu à Europa. Existem relatos de pessoas que viajaram ao Oriente Médio e à Ásia e se depararam com condenados fechados em caixas ou enterrados até o pescoço. Um desses relatos, segundo Joel, é de um mercador do século 16 chamado Jean Baptiste Tavanier que, durante uma viagem à Pérsia, encontrou homens encerrados em tumbas de pedra apenas com a cabeça deixada para fora — para que eles ficassem expostos aos elementos e ao ataque de aves de rapina.
Uma variação do emparedamento registrada na Mongólia em 1913. FONTE:http://all-that-is-interesting.com/immurement-history

sábado, 20 de maio de 2017

MECANISMO DE ANTIKYTHERA: O OBJETO MAIS MISTERIOSO DA HISTÓRIA DA TECNOLOGIA

Se não fosse uma forte tempestade na ilha grega de Anticítera (ou originalmente, Antikythera), há mais de um século, um dos objetos mais desconcertantes e complexos do mundo antigo muito provavelmente jamais teria sido descoberto. Após buscar abrigo na ilha, um grupo de catadores de esponjas marinhas decidiu tentar a sorte naquelas águas. Eles acabaram encontrando os restos de uma galé romana que havia naufragado havia dois mil anos, quando o Império Romano começou a conquistar as colônias gregas no Mediterrâneo. Nas areias do fundo do mar, a 42 metros de profundidade, estavam itens de grande valor. De início, as peças, danificadas após anos no mar, ficaram esquecidas. Mas em seguida um olhar mais atento mostrou que eram objetos feitos com esmero, engrenagens talhadas à mão. Entre belas estátuas de cobre e mármore, estava o objeto mais intrigante da história da tecnologia. Trata-se de um instrumento de bronze corroído, do tamanho de um laptop moderno, feito há 2 mil anos, na Grécia antiga. É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Anticítera. "Se não tivessem descoberto a máquina, ninguém teria imaginado, ou nem mesmo acreditado, que algo assim existisse, pois é muito sofisticada", disse à BBC o matemático Tony Freeth, da Universidade de Cardiff. "É um mecanismo de genialidade surpreendente". Há divergências sobre a data exata da descoberta, mas isto teria ocorrido entre 1900 e 1902.
"Imagine: alguém, em algum lugar da Grécia antiga, fez um computador mecânico", afirma o físico grego Yanis Bitzakis. Ambos integram a equipe internacional que investigava o artefato. E eles não estão exagerando nas descrições. Levou cerca de 1,5 mil anos até que algo parecido com a máquina de Anticítera voltasse a aparecer, na forma dos primeiros relógios mecânicos astronômicos, na Europa.

Vanguarda

Em 1950, o físico inglês Derek John de Solla Price foi o primeiro a analisar em detalhes os 82 fragmentos recuperados. Anos depois, em 1971, juntamente com o físico nuclear grego Charalampos Karakalos, foram feitas imagens das peças com raios-X e raios gama, que mostraram como o mecanismo era complexo: com 27 rodas de engrenagem no seu interior.
Os especialistas conseguiram datar algumas outras peças com precisão, entre os anos 70 a.C. e 50 a.C. Mas um objeto tão extraordinário não podia ser daquela época, pensavam os especialistas. Talvez fosse mais moderno e tivesse caído no mesmo local por casualidade. "Se cientistas gregos antigos podiam produzir esses sistemas de engrenagens há dois milênios, toda a história da tecnologia do Ocidente teria que ser reescrita", diz o matemático Freeth. 127 e 235 dentes Solla Price deduziu que contar os dentes em cada roda poderia fornecer pistas sobre as funções da máquina. Ele, então, chegou a dois números que fazem sentido na astronomia: 127 e 235. "Esses dois números eram muito importantes na Grécia antiga", diz o astrônomo Mike Edmunds. Os gregos sabiam como os corpos celestes se moviam no espaço, podiam calcular suas distâncias da Terra e a geometria de suas órbitas. Os 19 anos solares são exatamente 235 meses lunares, o chamado ciclo Metônico - um dos números encontrados no artefato. Já o outro número, 127, mostrava as revoluções (ou movimentos elípticos) da Lua ao redor da Terra. Seria possível que os gregos antigos estivessem usando a máquina para seguir o movimento da Lua?
As fases da Lua eram extremamente úteis na época dos gregos antigos. Com base nelas, determinavam-se épocas de plantio, estratégias de batalha, festas religiosas, momentos de pagar dívidas e autorizações para viagens noturnas. Price desvendou o artefato após 20 anos de intensas pesquisas, mas ainda havia peças do quebra-cabeça por encaixar.

O futuro 223

O passo seguinte demandou tecnologia sob encomenda. A equipe dedicada a estudar a máquina convenceu o engenheiro de raios-X Roger Hadland a criar um equipamento especial para fazer imagens do mecanismo. Com isso, encontraram outro número chave: 223 era o número de outra roda do mecanismo. Por volta de 600 a.C., astrônomos babilônios antigos descobriram o ciclo de Saros, no qual a Lua e a Terra voltavam a se encontrar a cada período de 223 luas (18 meses e 11 dias), o que prevê a ocorrência de eclipses. A máquina de Anticítera, portanto, podia prever eclipses. Não apenas o dia, mas a hora, direção da sombra e cor com a qual a Lua apareceria.
"Quando havia um eclipse lunar, o rei babilônio deixava o posto e um substituto assumia o poder, de modo que os maus agouros fossem para ele. Logo o substituto era morto e o rei voltava a assumir sua posição", conta John Steele, especialista sobre a Babilônia no Museu Britânico.

Tudo dependia da Lua

Os pesquisadores chegaram a mais uma maravilha. O ciclo Saros depende do padrão da Lua, mas "nada sobre a Lua é simples", diz Freeth. "A Lua tem a órbita elíptica, assim ela viaja mais rapidamente quando está mais perto da Terra", exemplifica. Podia então a máquina de Anticítera rastrear o caminho flutuante da Lua?
Sim, podia: duas engrenagens menores, uma delas com uma pinça para regular a velocidade de rotação, replicavam com precisão o tempo da trajetória que o satélite natural executa ao redor da Terra; e outra, com 26 dentes e meio, computava o deslocamento dessa órbita. Ao examinar a parte frontal do aparelho, os investigadores concluíram que ele demonstrava como os gregos entendiam o Universo naquele momento: a Terra no centro e cinco planetas ao redor.
"Era uma ideia extraordinária: pegar teorias científicas da época e mecanizá-las para ver o que aconteceria dias, meses e décadas depois", diz o matemático.

Mais um enigma

"Essencialmente, foi a primeira vez que a raça humana criou um computador", acrescenta Freeth. "É incrível como um cientista daquela época descobriu como usar engrenagens para rastrear os complexos movimentos da Lula e dos planetas". Mas quem foi esse cientista? Uma pista estava em outra função da máquina. O aparelho também previa a data exata dos Jogos Pan-Helênicos: quatro festivais separados que se realizavam periodicamente na Grécia Antiga: Jogos Olímpicos, ou de Olímpia, Jogos Píticos, Jogos Ístmicos e Jogos Nemeus. O curioso é que embora os Jogos de Olímpia tivessem mais prestígio, os Jogos Ístmicos, em Corinto, apareciam em letras maiores. Os investigadores já tinham notado que os nomes dos meses que apareciam em outra engrenagem da máquina eram coríntios. As evidências sugeriam que o criador da máquina era um coríntio que vivia na colônia mais rica governada pela cidade: Siracusa. Siracusa era lar do mais brilhante dos matemáticos e engenheiros gregos: Arquimedes. Trata-se, talvez, do cientista mais importante da Antiguidade clássica, que determinou a distância da Terra à Lua, descobriu como calcular o volume de uma esfera, o número fundamental π (Pi) e havia garantido que moveria o mundo com apenas uma alavanca. "Só um matemático brilhante como Arquimedes poderia ter desenhado a máquina de Anticítera", opina Freeth. Sabe-se que Arquimedes estava em Siracusa quando os romanos conquistaram a cidade, e que o general Marco Claudio Marcelo havia ordenado que o cientista não fosse morto, mas um soldado acabou assassinando-o. Siracusa foi saqueada e seus tesouros foram enviados a Roma. O general Marcelo levou consigo duas peças - ambas, diziam, eram de Arquimedes. Os investigadores acreditam que fossem versões anteriores da máquina. Um indício está em uma descrição que o orador Cícero fez, séculos depois, de uma das máquinas que ele observou de Arquimedes: "Arquimedes encontrou a maneira de representar com precisão, em apenas um aparato, os variados e divergentes movimentos dos 5 planetas com suas distintas velocidades, de modo que o mesmo eclipse ocorre no globo (planetário) e na realidade". Mas o que aconteceu com a brilhante tecnologia da máquina? Por que ela se perdeu? Como tantas outras coisas, com a queda da civilização grega e, mais tarde, da romana, os conhecimentos "imigraram" para o Oriente, onde foram mantidos por bizantinos e árabes eruditos. O segundo artefato com engrenagens de bronze mais antigo é do século 5 e tem inscrições em árabe. E no século 8, os mouros levaram esses conhecimentos de volta à Europa. Investigações anteriores apontaram que a máquina estava dentro de uma caixa de madeira que não sobreviveu ao tempo. Uma caixa que continha todo o conhecimento do planeta, tempo, espaço e Universo. "É um pouco intimidador saber que, logo antes da queda de sua grande civilização, os gregos antigos tinham chegado tão perto de nossa era, não apenas em pensamento, mas na tecnologia científica", disse Derek J. de Solla Price. FONTE: bbc.com/portuguese/geral-36639213

sábado, 13 de maio de 2017

O QUE DIZ O 1° DOCUMENTO ESCRITO DA HISTÓRIA

Na Antiguidade, acreditava-se que a escrita vinha dos deuses. Os gregos pensavam tê-la recebido de Prometeus. Os egípcios, de Tot, o deus do conhecimento. Para os sumérios, a deusa Inanna a havia roubado de Enki, o deus da sabedoria. Mas à medida que essa visão perdia crédito, passou-se a investigar o que levou civilizações antigas a criar a escrita. Motivos religiosos ou artísticos? Ou teria sido para enviar mensagens a exércitos distantes? O enigma ficou mais complexo em 1929, após o arqueólogo alemão Julius Jordan desenterrar uma vasta biblioteca de tábuas de argila com figuras abstratas, um tipo de escrita conhecida como "cuneiforme", com 5 mil anos de idade, mais antigas que exemplares semelhantes encontrados na China, no Egito e na América. As tábuas estavam em Uruk, uma cidade mesopotâmica - e uma das primeiras do mundo - às margens do rio Eufrates, onde hoje fica o Iraque. Ali, desenvolveu-se uma escrita que nenhum especialista moderno conseguia decifrar. E o que diziam as tábuas?

Quebra-cabeça

Havia ainda em Uruk outro quebra-cabeça arqueológico que não parecia ter nenhuma relação com as escrituras: suas ruínas e de outras cidades da Mesopotâmia estavam repletas de pequenos objetos de argila, uns em formato de cone, outros, de esferas, e alguns, de cilindro. Em seu diário, Jordan descreveu que esses objetos se pareciam com "itens cotidianos, como frascos, pães e animais". Para que serviam? Ninguém entendia, até a arqueóloga francesa Denise Schmandt-Besserat catalogar nos anos 1970 peças similares localizadas em toda a região, da Turquia ao Paquistão, algumas com até 9 mil anos de idade. Schmandt-Besserat concluiu que os objetos tinham um propósito simples: eram usados em um método de contagem por correspondência, ou seja, feito por meio da comparação entre grupos de objetos e suas quantidades. Assim, peças com formato de pão poderiam ser usadas para contar pães; de jarra, para jarras; e assim por diante. Desta forma, não é preciso saber fazer uma contagem nem conhecer os números envolvidos, apenas verificar quantidades de cada grupo de itens e checar se são iguais. A contagem por correspondência é inclusive mais antiga que Uruk. Com 20 mil anos de idade, o Osso de Ishango, fíbula de um babuíno encontrada próxima de uma nascente do rio Nilo na República Democrática do Congo, parece ter sido usado para contar fazendo marcas nele. Mas as peças de Uruk eram mais avançadas, porque podiam ser usadas para contar quantidades diferentes, além de servir para somar e subtrair.
A economia de uma grande cidade como Uruk envolvia comércio, planejamento e arrecadação de impostos. Então, é possível imaginar os primeiros contadores da história, sentados na entrada de um armazém, usando peças com formato de pão para contar sacos de grãos que entravam e saíam.

Peças e tábuas

Mas Schmandt-Besserat notou outro aspecto revolucionário. As marcações abstratas nas tábuas cuneiformes coincidiam com as formas de diferentes peças. Ninguém havia se dado conta da semelhança, porque a escrita não parecia representar nada. Mas Schmandt-Besserat entendeu o que havia ocorrido. As tábuas tinham sido usadas para registrar o ir e vir das peças, que, por sua vez, registravam o trânsito de bens, como ovelhas, grãos e jarras de mel. Assim, as primeiras tábuas podem ter sido feitas com impressões das próprias peças sobre a argila ainda mole. E os antigos contadores logo se deram conta de que seria mais simples fazer marcas nelas com uma lâmina. Então, a escritura cuneiforme era uma símbolo estilizado de uma impressão de uma peça que representava um bem. Não surpreende que ninguém tenha feito tal conexão antes de Schmandt-Besserat. Ela resolveu duas questões ao mesmo tempo. As tábuas de árgila adornadas com a primeira escrita abstrata do mundo não haviam sido usadas para escrever poesia ou enviar mensagens a lugares remotos. Foram empregadas para fazer contas - e também para elaborar os primeiros contratos. Isso graças a uma combinação das peças e da escrita cuneiforme que permitiu criar uma ferramenta brilhante: uma bola oca de argila.
Na parte externa da bola, as partes envolvidas no contrato podiam escrever os detalhes do acordo. Dentro, colocava-se peças que representavam o contrato: a partir do que estava escrito do lado de fora, era possível checar a validade do que estava dentro. Não se sabe quais eram as partes nestes contratos. Podiam ser dízimos religiosos para templos, impostos ou dívidas privadas. Mas as bolas serviam como ordens de compra e venda e tornaram possível a vida em sociedade em uma cidade complexa. Trata-se de algo muito importante. A maioria das transações financeiras estão baseadas em contratos escritos: seguros, contas de banco, bônus do governo, acordos hipotecários. Tudo é registrado desta forma, e as bolas mesopotâmicas são a primeira evidência arqueológica de que contratos escritos existiam naquela época.

Números

O legado dos contatos de Uruk incluiu outra inovação. Em princípio, o sistema para registrar cinco ovelhas simplesmente requeria cinco impressões separadas para representá-las. Mas isso era trabalhoso. Por isso, foi criado um novo sistema que incluía usar um símbolo abstrato para diferentes números: 5 linhas para o número 5, um círculo para o número 10 e três linhas para o número 23.
Os números sempre eram usados para se referir a uma quantidade de alguma coisa: não haviam "dez", apenas "dez ovelhas". Mas esse sistema era suficiente para registrar grandes quantidades, centenas e milhares. Um pedido de indenização por um ato de guerra de 4,4 mil anos atrás exigia, por exemplo, 4,5 bilhões de litros de grãos de cevada ou 8,94 "guru". Era um valor impagável, equivalente a 600 vezes a produção anual dos Estados Unidos hoje. Foi desta forma que os cidadãos de Uruk resolveram um grande problema de qualquer economia moderna: como lidar uma rede de obrigações e planos de longo prazo entre pessoas que não se conheciam bem ou nem sequer se conheciam? Para isso, criaram não só as primeiras contas e contratos, mas também os primórdios da matemática e da escrita. Então, escrever não foi um presente dos deuses, mas uma ferramenta desenvolvida por uma razão muito clara: gerenciar a economia. FONTE: bbc.com/portuguese/geral-39842626

sábado, 26 de novembro de 2016

CONHEÇA AS 5 CIDADES PERDIDAS MAIS PROCURADAS DA HISTÓRIA

A busca por cidades perdidas é um assunto que desperta muita curiosidade e atenção dos duvidadores de plantão. Afinal, como comprovar a existência de um local que nunca foi encontrado? Como saber se não estamos diante de uma lenda ou um conto para entreter e enganar as pessoas? Se você já teve a oportunidade de visitar as ruínas de Machu Picchu, no Peru, vai entender o que estamos falando. O antigo povo inca que viveu ali deixou provas concretas de que não estamos diante de uma fábula qualquer. Embora extintos, sabemos que eles existiram. Porém, mesmo diante desse panorama nebuloso, a humanidade ainda não desistiu de procurar por esses locais. Neste artigo, reunimos as cinco cidades perdidas mais procuradas da história. Prepare-se para mergulhar em culturas e épocas que até hoje movem e despertam a curiosidade de milhares de pessoas.

1. Atlântida

A lista não poderia começar com outra cidade perdida que não fosse Atlântida. Estamos falando de uma ilha lendária que ficou bastante conhecida por causa das menções feitas por Platão em sua literatura – além de um filme da Disney de 2001. E não estamos falando de um punhado de terra do tamanho de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco. De acordo com algumas correntes teóricas, Atlântida era tão grande quanto o continente australiano e estaria inserido no meio do Oceano Atlântico – daí o seu nome. A cidade ou ilha supostamente teria desaparecido há cerca de 10 mil anos devido a uma série de terremotos e inundações. Segundo os registros de Platão, Atlântida era uma cidade governada por dez reis que levaram a civilização a conquistar grandes feitos quando comparado a seus contemporâneos em outros continentes. A capacidade tecnológica desse povo teria sido capaz de prever as catástrofes que chegariam, forçando-os a migrar para a África. Embora controverso, há estudiosos que defendem com fervor a existência de Atlântida. Há até mesmo pessoas que se dizem descendentes do povo que vivia nessa cidade perdida. Inúmeras expedições já alegaram ter encontrado vestígios dessa civilização, mas nada ainda foi comprovado.

2. Avalon

A cidade perdida de Avalon é bastante conhecida – e procurada por aventureiros – por estar intimamente ligada à história do Rei Arthur. De acordo com a lenda, foi lá que a famosa espada Excalibur foi forjada, arma que somente uma pessoa com espírito nobre e direito ao trono da Bretanha poderia empunhar. Quem é gamer sabe a quantidade de jogos que brincam com esse nome para batizar a arma mais poderosa em muitas histórias. Porém, a cidade de Avalon também foi o lugar para onde supostamente o Rei Arthur foi levado após ter recebido uma ferida mortal durante a Batalha de Camlann. E é aqui que a história começa a ficar ainda mais interessante: a lenda conta que os cuidados que o rei recebeu por lá teriam feito com que ele se tornasse imortal. Ainda há aqueles que acreditam na tradição de que o Rei Arthur vai voltar para conduzir seu povo mais uma vez para a vitória (contra o quê nós ainda não sabemos). As histórias mais recentes sobre Avalon mencionam a cidade de Glastonbury, na Inglaterra, como o local onde seria localizada essa cidade perdida. Em 1191, alguns monges alegaram ter encontrado os túmulos e restos mortais do Rei Arthur e sua esposa, o que confirmaria a morte deste mito e acabaria com toda a graça que envolve esse misterioso local.

3. Lemúria

A cidade perdida de Lemúria surpreende pelo seu suposto tamanho e a influência que teve em um MMORPG bastante conhecido. De acordo com a lenda, esse local seria tão grande quanto a América do Sul e estaria localizado próximo à Austrália, no Oceano Índico ou Pacífico. Também chamado de “Continente Perdido de Mu”, a história desse local teve origem no século XIX por conta da teoria geológica do Catastrofismo. De acordo com estudiosos, o surgimento – bem como o desaparecimento – dessa ilha se deu por conta de sucessivas inundações e terremotos. Mas e a população que vivia na Lemúria? É aí que as coisas começam a ficar ainda mais estranhas. Teósofos (aqueles que estudam os “conhecimentos de Deus”) acreditam que a ilha era povoada por seres parecidos com macacos gigantes, mas com intelecto muito superior ao nosso. Aqueles que acreditam nessa ilha dizem que ela foi contemporânea de Atlântida, a primeira cidade perdida da qual falamos. Alguns nerds acreditam que o game MU Online foi inspirado na história de Lemúria, mas os criadores do jogo infelizmente nunca confirmaram essa informação.

4. Irã dos Pilares

Conhecida como “Atlântida das Areias”, Irã dos Pilares é outra cidade perdida que desperta a curiosidade de estudiosos, historiadores e duvidadores mundo afora. Isso porque ninguém jamais conseguiu provar a existência dessa que é a versão muçulmana da cidade perdida de Atlântida. De acordo com o Alcorão, o livro sagrada do Islã, Irã dos Pilares está localizada na região do sul do deserto da Arábia. Essa cidade supostamente teria sido destruída como punição por Deus. A sua civilização, composta por um povo conhecido como “Ad”, teria rejeitado um profeta enviado por Alá. O resultado foi uma tempestade de areia que perdurou por oito dias e sete noites, e tudo o que sobrou depois foi areia. No começo dos anos 1990, arqueólogos anunciaram ter finalmente encontrado os restos da cidade perdida do Irã dos Pilares por meio de antigas rotas de camelos e pontos de conversão. O local é conhecido como Ubar e tem despertado a atenção dos historiadores que querem definitivamente encontrar esse local que foi punido pela ira de Alá.

5. Jardim do Éden

Essa história todo mundo já conhece: no sexto dia da criação, em um lugar chamado de Jardim do Éden, Deus criou o homem. Porém, por causa do pecado cometido por Adão e Eva, eles foram obrigados a deixar o Paraíso e buscarem refúgio em outras partes desse mundo caído. Desde que os primeiros seres humanos foram expulsos do Jardim do Éden na crença criacionista e cristã, algumas pessoas ainda acreditam que o Paraíso existe nesta Terra. Até há uma região onde supostamente poderíamos encontrar vestígios desse lugar. O Golfo Pérsico, uma área de profundidade média de 50 metros e máxima de 90 metros, guarda características que se assemelham muito ao que está descrito na Bíblia. FONTE:http://ahduvido.com.br/top-5-as-cidades-perdidas-mais-procuradas

domingo, 30 de agosto de 2015

CIENTISTAS DIZEM QUE EL NIÑO PODE SER O MAIS FORTE DA HISTÓRIA

O fenômeno meteorológico El Niño, que começou este ano, pode ser dos mais fortes dos últimos 65 anos, alertaram cientistas do governo americano. A corrente do El Niño produz uma elevação nas temperaturas do Pacífico equatoriano e pode causar fortes chuvas em algumas partes do mundo e secas em outras. Também é uma das razões pelas quais a atual temporada de furacões do Atlântico tem sido pouco ativa, pois inibe a formação de tempestades tropicais. O El Niño começou em março e se espera que dure por um ano. Autoridades na Austrália já disseram que será "forte" e "substancial". A tendência continuará, disse Mike Halpert, diretor adjunto do centro de previsões climáticas da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em conferência com jornalistas por telefone. "Prevemos que o El Niño atual pode ser dos mais fortes desde que começaram os registros em 1950", disse Halpert. As temperaturas média da superfície do mar em uma zona chave do Pacífico equatorial "poderiam alcançar ou superar os 2 °C acima do normal, o que só foi registrado três vezes nos últimos 65 anos", destacou. Estes níveis se observaram nas temporadas 1972-73, 1982-83 e 1997-98. O sul dos Estados Unidos, da Califórnia até a Flórida, poderia experimentar níveis de precipitação acima do normal, assim como a costa leste americana, disse o especialista. Enquanto a região dos Grandes Lagos, Havaí e Alasca registrarão maiores secas e temperaturas mais altas, destacou. Embora as chuvas sejam bem-vindas na Califórnia, mergulhada em uma grave seca, Halpert disse que não serão suficientes para encher as represas do estado do oeste americano. Há cinco anos o último El Niño trouxe vários desastres: provocou monções na Ásia, secas na Austrália, Filipinas e Equador, tempestades nos Estados Unidos, ondas de calor no Brasil e inundações no México. Fonte: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/para-cientistas-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-da-historia.html

domingo, 2 de agosto de 2015

FÓSSEIS DESCOBERTOS EM MARROCOS PODEM REESCREVER A HISTÓRIA

Fósseis recém-descobertos podem reescrever a história da evolução na Terra."Alguns dos organismos são enormes, com vários metros de comprimento", revela um dos cientistas envolvidos. O que mostram os fósseis descobertos em Marrocos é que espécies que se pensava que tinham desaparecido aparecem afinal ao lado de outras que ainda não teriam evoluído. Os depósitos encontrados em Marrocos são da era cambriana, considerado um dos períodos mais importantes no desenvolvimento da vida, com uma explosão de formas multicelulares. O que se sabia é que há cerca de 485 milhões de anos muitas dessas espécies morreram. Só que as descobertas feitas recentemente em "Lower Ordovician Fezouata" parecem demonstrar que centenas dessas espécies sobreviveram muito mais tempo do que aquilo que se julgava saber. Ou seja, que algumas espécies são afinal mais velhas do aquilo que os cientistas pensavam, tendo sido dado o exemplo dos caranguejos-ferradura, por exemplo, que "podem ser pelo menos 20 milhões de anos mais velhos (...). A formação demonstra o quão importante fósseis excepcionalmente preservados são para a compreensão dos principais momentos evolutivos da antiguidade", explicou o cientista Peter Van Roy. "Os animais típicos do Cambriano ainda estão presentes em rochas 20 milhões de anos mais jovens, o que significa que deve haver um registo enigmático no meio que não está preservado", disse outro dos autores do trabalho, Derek Briggs, também da Universidade de Yale (Estados Unidos), que avança: "Alguns dos organismos são enormes, com vários metros de comprimento". A investigação foi publicada no Journal of Geological Society. fonte: tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4689400&page=-1

domingo, 15 de março de 2015

VC SABE QUANTAS PESSOAS JÁ VIVERAM NO PLANETA?

Cerca de 107 bilhões – mais ou menos 16 vezes mais do que a população atual do planeta. O cálculo foi feito pelos pesquisadores do site Population Reference Bureau, que reúne dados sobre demografia. Os números obviamente são bem aproximados, a começar pelo primeiro ano de vida humana na Terra: por falta de opção melhor, eles assumem que no ano 50000 a.C. havia dois habitantes no planeta – o primeiro homem e a primeira mulher. Daí em diante, a conta é dividida por períodos e se baseia na média de natalidade de cada um. Por exemplo:de 50000 a.C. pulamos para 8000 a.C., quando o homem descobriu a agricultura e a natalidade explodiu. Nesse intervalo, a população passou de 2 para 5 milhões de habitantes, seguindo uma taxa média de natalidade de 80 nascimentos a cada mil habitantes. Nos períodos seguintes a taxa de natalidade foi caindo até chegar aos atuais 23 nascimentos por milhar. Somando todos os períodos o prb.org chegou, em 2002, ao resultado de 106,4 bilhões de pessoas. Acrescentamos a esse número os dados mais recentes da ONU, que dá conta de que, em 2007, atingimos a marca de 6,7 bilhões de habitantes, ou seja, 485 milhões de pessoas a mais do que os 6,215 bilhões que existiam em 2002. Assim, atualmente, chegamos ao total de 107 bilhões de habitantes.

1.

Ao longo da história, o número de habitantes da Terra só foi aumentando, aumentando, aumentando… População em 8000 a.C.: 5 milhões; Expectativa de vida: 10 a 15 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 80.

2. Há escassez de alimentos, as técnicas medicinais são rústicas e não existe quase nenhum cuidado de higiene. Aos poucos, o domínio da agricultura ajuda na preservação da vida. População em 1 d.C.: 300 milhões; Expectativa de vida: 25 a 30 anos. Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 80.

3. A organização da sociedade e da produção agrícola melhora o suprimento de comida. Mas a dependência da agricultura tem seu lado ruim: uma única falha na colheita pode levar à morte por fome. População em 1200 d.C.: 450 milhões; Expectativa de vida: 25 a 30 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 60.

4. Durante a Idade Média, o índice de crescimento populacional é baixo, devido à peste negra. Estima-se que até 25% da população na Europa tenha morrido por causa da epidemia. População em 1750 d.C.: 795 milhões; Expectativa de vida: 35 a 40 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 50.

5. A Revolução Industrial leva à riqueza, ao crescimento das áreas urbanas e a cuidados com o saneamento básico. Com isso, aumentam a expectativa de vida e a população População em 1850 d.C.: 1 bilhão e 265 milhões; Expectativa de vida: 50 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 40.

6. A ciência percebe que algumas doenças são causadas por microorganismos, que se reproduzem. É a chamada “teoria dos germes”, responsável por diversos avanços da medicina População em 1950 d.C.: 2 bilhões e 516 milhões; Expectativa de vida: 65 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 38.

7. Há um aumento nos cuidados com a saúde pública. A ONU, recém-criada, promove campanhas de vacinação em diversos países pobres, onde há uma explosão de crescimento populacional População: 2011 d.C.: 7 bilhões; Expectativa de vida: 80 anos; Nascimentos (por ano a cada mil pessoas): 21. Medicina preventiva, tratamentos eficazes e boas condições de saneamento aumentam a expectativa de vida. Do outro lado, métodos anticoncepcionais contêm o número de nascimentos em diversas partes do globo. FONTE: megaarquivo.com/2015/03/13/11-197-demografia-quantas-pessoas-ja-viveram-no-mundo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A HISTÓRIA DO MUNDO OCULTADA PELAS SOCIEDADES SECRETAS

A realidade histórica pode ser considerada por dois aspectos. Um aspecto concernente à opinião geral – e esse torna-se mais tarde, a história, graças às pessoas que colocam por escrito as informações – o qual chamamos de opinião pública, divulgada para cada cidadão pela imprensa. O outro, ao contrário, trata dos acontecimentos que não se tornam públicos. É o mundo do comportamento das lojas secretas, que misturam capital, política, economia e religião. É nesse nível que nascem as nações, que as guerras são despoletadas, que os presidentes são nomeados ou eliminados se eles não funcionam. Para o cidadão que forma a sua opinião e a sua concepção do mundo principalmente a partir do que veicula a imprensa, tal como o jornal, a televisão, o rádio, ou a partir dos conhecimentos adquiridos na escola ou na literatura do sr. “todo mundo”, poucas coisas das quais falamos neste site ser-lhe-ão familiares. É fácil compreender pensamentos tais como: “Eu nunca ouvi falar sobre isso”. Evidentemente, os trabalhos de uma loja secreta só atingem a sua finalidade se permanecerem secretos. A existência por si só de uma loja secreta mostra que aí existem coisas de uma importância tão grande aos olhos dos irmãos da loja que estes desejam escondê-las dos olhos dos outros seres humanos.

O que poderá ser isso?

Assim como iremos mostrar, numerosos irmãos das diferentes lojas de sociedades secretas ocupam posições as quais não podemos sequer sonhar. Isso demonstra que aquilo que eles ocultam é justamente o motivo que os levou precisamente à posição que ocupam. Permitimo-nos apresentar um pequeno exemplo, para que alcanceis o que significam essas posições, em relação às quais só podemos ter em sonho: Uma das organizações principais que comanda os fios nos EUA é o Council of Foreign Relations (CFR – Conselho das Relações Externas). Essa organização meio secreta está sob o domínio do sindicato Rockefeller e de uma sociedade secreta europeia que tem o nome de “Comitê dos 300”. Entre outros nomes da lista de membros do “Comitê dos 300” que encontramos no livro do Dr. John Coleman, intitulado «Conspirators Hierachy: The Commitee of 300» (hierarquia dos conspiradores), lemos o seguinte nome: Sir John J.Louden, representante do N. M. Rothschild Bank em Londres. Os seus outros cargos são os seguintes: presidente do Comitê do conselho internacional do Chase Manhattan Bank (Rockefeller), presidente da Royal Dutch Petroleum, director da Shell Petroleum Company Ltd. e administrador da Ford Foundation. Isto mostra que esse homem reúne em si mesmo um poder e uma influência extraordinários. Como chegou ele lá? Tal provém justamente do fato dele ser membro de sociedades e ordens secretas, e devido ao “Comitê dos 300”. E no “Comitê dos 300” encontram-se 300 pessoas desse calibre, e o Sir Louden certamente não é o mais poderoso. Pode imaginar que as decisões tomadas por essas pessoas em reunião possam ter uma influência considerável sobre a nossa história mundial? Essas pessoas têm segredos que ocultam do público. Elas sabem o que não sabemos, será por essa razão que alguns se denominam a si próprios como Illuminati (os esclarecidos, aqueles que sabem)? Os seus segredos são quase todos relativos ao passado do nosso planeta, à gênese e à origem do ser humano – quando e como – à razão da sua presença na Terra, aos OVNIs e às consequências que se seguem.
Suponho que muitos dentre vós não lêem com prazer a palavra OVNI (Objeto Voador Não Identificado). Tal é a designação corrente para os engenhos voadores – os mais comuns em forma de prato ou de charuto – que possuem 2 campos magnéticos inversamente rotativos e são de origem extraterrestre ou terrestre). Por isso, é importante nos abrirmos para a realidade do assunto dos OVNIs não ser assim tão recente, bem pelo contrário. Para os europeus dão-se, com efeito, voluntariamente falsas informações, como para a maioria das pessoas sobre a Terra, quando se trata de OVNIs. Pois bem, isso devemo-lo aos Illuminati, que controlam justamente a imprensa! Sobretudo na Alemanha. Ajudaremos o leitor a compreender, por meio de um pequeno exemplo, que o tema dos OVNIs tem um fundamento muito real e muito terrestre: Existia, além da “Sociedade Thule”, outra ordem secreta no Terceiro Reich: a “Sociedade Vril”. Esta última ocupava-se quase que exclusivamente daquilo que denominamos comummente OVNIs e da sua construção. Para isso trabalharam Victor Schauberger e o dr. W.O.Schumann, Schricves Habermohl, Miethe, Epp e Belluzo. A maior parte dos pilotos ingleses e americanos que ainda vive provavelmente recorda-se das suas realizações como as dos foo-fighters. Os trabalhos foram enormemente acelerados quando, segundo afirmaram, uma nave extraterrestre se despenhou em 1936 na Floresta Negra, sem entretanto sofrer estragos. Após haver-se estudado com atenção a propulsão e ligado esse saber àquele já enorme da “Sociedade Vril” sobre implosão e anti-gravitação, encetou-se a construção de protótipos. Inventos tais como o Vril 7, um helicóptero supersônico em forma de disco – não confundir com as V-1 e V-2, bombas auto-propulsivas com grande raio de ação – já eram tão estupendos que o Stealth-Bomber actual da US Air Force parece mais um brinquedo. Citemos o exemplo do Vril 7, desenvolvido por Richard Miethe, o qual, equipado com doze turbo-propulsores BMW 028, atingiu por ocasião de um ensaio de voo em Fevereiro de 1944, em Peenemunde, após a descolagem vertical, a altura de 24.200 m e, em voo horizontal, a velocidade de 2.200 km/h. Desde o fim do ano de 1942, fabricaram-se muitos exemplares do avião circular RFZ 6, denominado Haunebu II. O seu diâmetro era perto de 32 m, a sua altura no centro era de 11 m, e a sua velocidade de 6.000 km/h na proximidade da Terra. Tinha uma autonomia de voo de 55 horas, descolava na vertical, podia voar tão bem na horizontal como na vertical e principalmente em ângulo reto (o que caracteriza a forma de voar dos OVNIs percebida pelas pessoas que o avistaram). Mais tarde, outros Vrils estavam, entretanto, mais capacitados, pois permitiram, no início de 1945, fazer a volta em torno da Terra em algumas horas. Um Haunebu II construído mais tarde, em versão grande modelo, tinha um diâmetro de 120 m, com dormitórios integrados. Mas para que foram feitos esses dormitórios, pois não seria necessário mais que algumas horas para fazer a volta em torno da Terra?

Por que é que o Hitler não ganhou a guerra, se ele tinha à sua disposição semelhante tecnologia?

Uma das razões é que um número muito grande de discos voadores atingia desempenhos fantásticos em voo, mas a sua utilização para fins militares era quase impossível. A causa disso era o seguinte: o campo magnético, criado pelo mecanismo de levitação, gerava uma espécie de escudo de proteção em torno dos discos voadores que os tornava quase invencíveis. Esse campo magnético, entretanto, tinha o inconveniente de não permitir a utilização de armas tradicionais, pois os projéteis não podiam atravessar “sem atrito” essa cortina magnética. Os projetos dependiam da Sociedade Vril e das SSE IV (Secretaria de Estudos Secretos para Energia alternativa dos SS). Isto significa que eles não estavam diretamente sob as ordens de Hitler e do Partido Nazi: de fato, não haviam sido elaborados para fins propriamente bélicos. Só mais tarde, quando a situação da Alemanha em guerra piorou, é que se tratou de fazer entrar em ação os discos voadores. A maior parte das pessoas não teve o menor pressentimento dos verdadeiros alvos de Hitler, da sua formação, das lojas das quais ele era membro, da ideologia que ele tornou sua. Ignoravam quem o havia colocado nessa posição, quem o financiava e nada sabiam dos motivos ocultos que sustentavam a Segunda Guerra Mundial.
A ideologia de Hitler nada tem a ver com o que designamos com o nome de “realidade geral”, tal como é contado nos livros escolares sobre o Terceiro Reich. Hitler era um místico, um ocultista até à ponta dos pés, e é preciso situá-lo nessa óptica para compreender o que se passou durante o Terceiro Reich. Para a maior parte dos historiadores ‘materialistas”, os processos dos criminosos de guerra em Nürenberg eram uma mistura de contos de Grimm e de contos enfadonhos. Eles não podiam colocar-se na pele dos acusados nem tinham conhecimentos prévios para alcançar o que esses homens relatavam. Dieter Rüggerberg expô-lo com justiça, quando disse: “Somente um ocultista pode reconhecer outro”. Hitler e essas Sociedades Secretas sabiam muito mais sobre a origem do ser humano, sobre a constituição da Terra, sobre a anti-gravitação e sobre a “energia livre”, do que nos tem sido ensinado nos nossos dias. Por esse motivo, com receio de que pudéssemos descobrir esses segredos, os Aliados esconderam os livros e escritos relativos a esses assuntos ou até mesmo proibiram que fossem lidos. Eles asseguravam assim a possibilidade de continuar a manipular a humanidade. Os Aliados tinham um interesse capital pela tecnologia da ”Sociedade Vril”. As suas descobertas tinham sido mantidas secretas pelo Terceiro Reich. Foram os russos que tiveram a princípio em mãos os planos de construção. Mas os cientistas alemães, tais como Victor Schauberger e Werner von Braun, caíram nas mãos dos americanos por ocasião da Operação Paperclip. Hoje em dia, o maior segredo ligado com a segurança dos EUA concerne à construção de engenhos voadores desenvolvidos segundo esses planos. Esse foi, entre outros, um dos motivos que provocou a morte de J.F.Kennedy. Mas houve ainda diferentes experiências feitas durante o Terceiro Reich. Sob pena de, ao revelá-las agora, poder desorientar completamente a maior parte dos leitores agarrados à sua concepção do mundo, fá-lo-emos na altura adequada. Por que é que a maioria de nós nada ouviu a esse respeito? Citemos, por exemplo, a edificação do Estado Alemão Neuschwabenland (Nova Suábia) na Antártica, durante a Segunda Guerra Mundial. Por que é que o almirante Richard E. Byrd necessitou de 4.000 soldados americanos armados, de um porta-aviões e de um grande auxílio militar quando partiu para explorar, em 1947, a Antártica? O que aconteceu para que ele voltasse somente com algumas centenas de homens vivos? Eis aí perguntas sem resposta. Por que tão poucas pessoas ouviram falar dos acontecimentos e dos desenvolvimentos relativos a Nikola Tesla, dentre os quais, “as máquinas de energia livre”, “a transmissão de energia sem fio”, “a anti-gravitação” assim como “alterações meteorológicas por meio de ondas estacionárias”? Quais seriam as consequências se tivéssemos acesso ao conhecimento das formas de energia livre, àquela da utilização das naves voadoras, que não necessitam mais do que um campo eletromagnético como fonte de energia, e se pudéssemos utilizá-las para o nosso próprio uso, como combustível por exemplo? Isso significaria que não teríamos mais a necessidade de utilizar gasolina. Não haveria mais dejetos, portanto, não haveria mais poluição. Não teríamos mais necessidade de centrais nucleares, os seres humanos não poderiam mais ser encerrados num país atrás de fronteiras, e, principalmente, teríamos muito mais tempo à nossa disposição, pois também não seria mais necessário trabalhar tanto para pagar o custo do aquecedor, da rede elétrica, do combustível. Poderíamos aproveitar esse tempo para meditar, por exemplo, sobre o sentido da vida. E essas formas de energia existem. Elas existem pelo menos há 90 anos e foram ocultadas. Por que é que tal ficou em segredo? Porque, pelo embargo da energia, da alimentação e ocultando-se os conhecimentos, é possível exercer um controlo sobre os seres humanos da nossa Terra. Se qualquer um vier a descobrir e a utilizar esses conhecimentos, os Illuminati ou outros egoístas não poderão mais armar-se em todo-poderosos. As igrejas, as seitas, as drogas, perderiam igualmente a sua importância. É pois importante para os Illuminati que essas coisas permaneçam ocultas do resto do mundo, assim o seu poder permite-lhes continuar a alimentar o seu ego ávido de poder. Este é somente um aparte para mostrar que o tema OVNIs é mais explosivo e real do que muitos querem admitir. A “estratégia zombeteira” do stablishment angloamericano custou vários bilhiões de dólares até agora para que o assunto dos OVNIs seja ridicularizado com muito sucesso pela grande imprensa. Incluímos aqui que o primeiro mandamento de uma loja secreta é nunca citar o nome da loja em público: pronunciar mesmo o nome de um irmão da loja é às vezes passível de pena de morte (por exemplo, na 99ª Loja). Qualquer um que pronunciasse, por exemplo, o último teorema de Pitágoras, “o octógono”, era passível de morte na escola secreta de Pitágoras. O octógono é uma chave importante para compreender o Merkabah (Merka-bah = dois campos luminosos inversamente rotativos que veiculam corpo e espírito = desmaterialização e teleportação do corpo físico) – designação do campo magnético do ser humano – e leva, pois, “à iluminação”. Saber guardar um segredo é uma força interna. Isso permite conduzir bem as operações sem encontrar entraves, complicações legais ou um adversário potencial. Tal dá nascimento também a uma ligação, aquela de um grande saber, entre aqueles que sabem. É importante tomar conhecimento da cena principal de “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, quando o abade cego pergunta ao inquiridor William de Baskerville: “O que desejais verdadeiramente?” Baskerville responde: “Eu quero o livro grego, aquele que, segundo vós, jamais foi escrito. Um livro que só trata da comédia, que odiais tanto quanto o riso. Trata-se provavelmente do único exemplar conservado do segundo livro da poesia de Aristóteles. Existem muitos livros que tratam da comédia, porque esse livro é precisamente tão perigoso?” O abade responde: “Porque ele é de Aristóteles e vai fazer rir”. Baskerville replica: “O que há de tão inquietante no fato dos homens poderem rir?” O abade: “O riso mata o medo, e sem medo não pode haver fé. Aquele que não teme o Diabo não necessita mais de Deus”.(Esta frase aproxima-nos mais do que podemos imaginar, da solução de muitos problemas que há neste planeta). Se uma loja secreta engana o público, mentindo-lhe e manipulando-o para alcançar poder político e econômico, em detrimento de outros, guardar um segredo pode tornar-se – como o exemplo precedente – um instrumento de morte. Tal não significa que todas as Sociedades Secretas sejam destruidoras ou maldosas. Por exemplo, um dos numerosos ramos dos franco-maçons que surgiu em 1307 é oriundo dos templários, que foram perseguidos pelo Vaticano, por ordem do rei francês Filipe IV. Aqueles que puderam escapar da prisão e da tortura imposta pelos inquisidores refugiaram-se principalmente em Portugal, na Inglaterra e na Escócia. Lá, trabalharam em segredo durante séculos para trazer justiça ao mundo e para fazer crescer os direitos dos seres humanos. Mas a história mostra que, de outro lado, Sociedades Secretas tais como, por exemplo, “o 33° grau do Rito Escocês dos franco-maçons”, podem ser uma força perigosa capaz de eleger governantes, derrubá-los e de servir-se de alianças secretas para provocar perturbações globais. Surgiram muitíssimos livros tendo como assunto os Illuminati, mas na sua maioria, estão disponíveis apenas em inglês. O que nos constrange é que tenham sido escritos frequentemente por fanáticos, quer sejam cristãos, mórmons, testemunhas de Jeová, quer sejam fanáticos de direita ou de esquerda. Certamente que perceberam o que se passa entre nós, mas os seus argumentos tornaram-se muito subjetivos, e colocaram finalmente a culpa sobre outro grupo ou sobre Satanás. Por isso, procuramos concentrar de forma relativamente sumária e sem preconceitos os factos que nos parecem ser os mais importantes, concernentes aos mais diferentes sectores da política, da religião e das finanças. Assim, todas as pessoas, mesmo sem religião, que se sentirem livres e capazes de refletir por si mesmas, deverão poder considerar esses factos e ater-se às causas, qualquer que seja a cor da sua pele. As informações expostas deverão, pois, permitir-nos compreender por que os alegados Illuminati não desejam que qualquer um possa ter o direito de saber tudo. fontes: paradigmatrix.net // ahduvido.com.br/a-historia-do-mundo-ocultada-pelas-sociedades-secretas

quarta-feira, 16 de julho de 2014

CONHEÇA A HORRIPILANTE HISTÓRIA DA MEDICINA

1 – Máscaras de proteção
As horripilantes máscaras acima, capazes de provocar pesadelos em qualquer um, foram usadas durante a Peste Negra e continham substâncias perfumadas nos bicos. 2 – Pulmão de aço
A estranha máquina da foto foi criada na década de 20 para tratar casos graves de insuficiência respiratória, sendo utilizada para minimizar os danos provocados pela poliomielite. O equipamento exercia pressão para expandir a caixa torácica e, assim, forçar a entrada de ar, e muitas crianças permaneciam em tratamento nessas geringonças durante meses. 3 – Prótese
As próteses vêm se desenvolvendo tanto que inclusive já existem membros robóticos que permitem que pessoas amputadas controlem esses equipamentos com bastante precisão e inclusive com a mente. Mas, até que chegássemos a este nível tecnológico, foram necessárias muitas décadas de trabalho duro, como você pode comparar com a perna mecânica da imagem acima e a mão de madeira da foto abaixo, ambas do século 19.
4 – Antes da plástica
As peças acima também são próteses e eram utilizadas para cobrir e dissimular lesões e imperfeições faciais antes de a cirurgia plástica se tornar tão popular e moderna como é hoje em dia. 5 – Desvios
Se o uso de coletes e colares para corrigir problemas de coluna parecem incômodos e torturantes, então dê uma olhadinha nos aparelhos que existiam no passado. O da imagem acima foi desenvolvido por um médico chamado Clark no século 19, enquanto o da foto abaixo era o tratamento proposto por Lewis Sayre para a escoliose.
6 – Anestesia
A foto que você acabou de ver, de meados do século 19, mostra uma das primeiras cirurgias realizadas com o uso do éter como anestésico. Aliás, você reparou na falta dos tradicionais jalecos azuis ou verdes, máscaras, luvas e ambiente e equipamentos superestéreis com os quais estamos acostumados hoje em dia? 7 – Tratamento psiquiátrico
A foto mostra um tipo de tratamento bem comum do século 19 e início do século 20, no qual pacientes que padeciam de “insanidade” eram envoltos em lençóis úmidos. 8 – Ferramentas
Vai dizer que o conteúdo da maleta acima, composto pelos instrumentos cirúrgicos carregados pelos médicos da Guerra Civil dos EUA, não parecem ferramentas de marceneiro! 9 – Transfusões
Você é do tipo hipocondríaco e morre de medo de agulhas? Então, dê uma olhadinha nas garrafas que eram usadas nas transfusões de sangue! A da imagem é de 1978 — nem faz tanto tempo assim, se pararmos para pensar — e, apesar de ser esterilizada, não era feita com materiais descartáveis como as bolsas de hoje. E já pensou no calibre da agulha que provavelmente completava o “kit”? 10 – Proteção
Se você já teve que fazer alguma radiografia, então deve ter reparado nos coletes que os técnicos utilizam para se proteger da radiação. A imagem acima mostra omodelito usado em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial. FONTE: megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/42344-prepare-se-para-fazer-uma-horripilante-viagem-pela-historia-da-medicina.htm

segunda-feira, 7 de julho de 2014

CONHEÇA AS 7 ARMAS ANTIGAS INCRIVELMENTE AVANÇADAS QUE A HISTÓRIA ESQUECEU

Avanços tecnológicos nem sempre são construídos de algo já existente, ou melhorados – muitas vezes eles são apenas esquecidos, destruídos ou perdidos. O mesmo acontece com a tecnologia militar. Algumas armas antigas estavam literalmente séculos à frente de seu tempo e acabaram no lixo quando a sociedade decidiu que elas eram demais para sua época. Confira: 1 – Mísseis chineses do século 14 Os chineses têm um talento especial para inventar coisas incríveis, como o “corvo chinês voador com mágica de fogo”. Essa arma do século 14 inspirou-se em outra arma, os “pássaros de fogo”, que eram pássaros reais equipados com pequenas bolsas de brasas ardentes em torno de seus pescoços e liberados para cidades inimigas. As brasas incandescentes caíam e pousavam em telhados, começando incêndios maciços em construções. O problema com isso era que as aves estavam vivas e voavam não só para as cidades inimigas, mas também para as tendas e construções dos atacantes. Os chineses tentaram contornar esse problema com dispositivos chamados “corvos voadores”, que eram pássaros construídos com estrutura de bambu e papel, contendo uma ogiva explosiva. Eles eram lançados através de um foguete com alcance de mais de 300 metros. Quando algo se chocava contra seu alvo, fosse um navio ou prédio, a ogiva detonava. Embora esta seja uma “ótima” ideia, por que o disfarce de pássaro era necessário? Enfim, a explosão resultante poderia aparentemente ser vista a quilômetros de distância. Uma versão menor, chamada de “bomba voo livre como um trovão pra acabar com o inimigo” (impressionante) tinha temporizadores internos, e quando lançada explodia a uma altura pré-determinada, fazendo chover algo chamado de “veneno de tigre” (meu Deus!). Este tipo de bomba lançada não se tornou popular no mundo ocidental até o início dos anos 1900 – quase 600 anos depois. 2 – Fu Go: bombas de balão japonesas
Na Segunda Guerra Mundial, os japoneses queriam atacar o continente americano, mas nenhum avião desse período podia voar através do Pacífico inteiro, e o poder naval americano impedia qualquer porta-avião japonês de chegar perto o suficiente. Em resposta a este desafio, os japoneses desenvolveram o Fu Go, ou “bombas de balão”, que eram basicamente balões não tripulados que poderiam navegar pelo Pacífico inteiro antes de deixar cair suas cargas através de um sistema incrivelmente simples de pesos e altímetros. Os japoneses sabiam que apenas alguns dos balões chegariam a América, mas se tivessem sorte, o balão derrubaria sua carga em uma cidade bem povoada. Caso contrário, atingiria uma área rural e iniciaria um incêndio florestal em massa, que com certeza ainda poderia ser considerado uma vitória. No final do outono de 1944, os japoneses liberaram 9.000 balões, dos quais cerca de 1.000 conseguiram chegar aos Estados Unidos, alguns até Detroit. Um chegou a ameaçar o projeto nuclear norte-americano quando pousou em uma linha de alta tensão levando energia para um reator nuclear. Os americanos estavam perplexos quanto à origem dos balões, mas uma investigação dos restos revelaram caracteres japoneses. Não querendo que os japoneses soubessem que os balões estavam dando certo, os EUA embarcaram em uma das campanhas de censura mais fortes da guerra e encobriram as provas dos danos que os balões tinham causado (o que será que eles fizeram? atribuíram todas as explosões a monstros atômicos?). Devido ao apagão da mídia, agentes japoneses de monitoramento aparentemente pensaram que os balões não deram certo e suspenderam o programa em 1945, quando, na realidade, os balões foram considerados uma ameaça séria. Os americanos também estavam preocupados com relatos de uma possível arma biológica japonesa que seria perfeitamente adequada para uso como uma carga para as bombas de balão. Por causa do apagão da mídia, as bombas de balão foram esquecidas até o meio do próximo século, em especiais feitos pelo canal The History Channel. Quanto à capacidade de lançar ataques não tripulados a um oceano de distância, os norte-americanos e soviéticos passaram os próximos 15 anos e gastaram muitos bilhões de dólares desenvolvendo o míssil balístico intercontinental (ICBM), uma arma muito mais precisa e mortal, que não é nada festiva como uma enorme nuvem de balões de fogo. 3 – Torpedos antigos
Na história de batalhas navais do passado, havia poucos meios de afundar um navio inimigo. Você poderia tentar sacudi-lo, esmagá-lo com algum tipo de artilharia, atirá-lo contra um seus próprios navios, etc. Todos estes meios significava ficar perigosamente perto de seu alvo e, consequentemente, correr o risco de afundar também. Mais de 700 anos atrás, os muçulmanos viram a loucura nisso e desenvolveram torpedeiros que eram capazes de afundar um navio a uma distância segura. Em algum momento entre 1270 e 1280, Hasan al-Rammah escreveu o “Livro de Navegação Militar e de Dispositivos Engenhosos de Guerra”, no qual descreve um torpedo impulsionado por um foguete que podia ser lançado contra navios inimigos. Utilizar “navios torpedos” não tripulados tinha sido parte da estratégia naval por séculos, mas eles eram difíceis de mirar e exigiam um navio a ser sacrificado. O “al-Rammah”, como o torpedo foi nomeado, era uma maneira mais barata e eficiente de alcançar o mesmo objetivo. Quando ativado, o torpedo era impulsionado através da água, e os estabilizadores da cauda o direcionavam para o alvo. Uma lança na frente empalava-o no casco de um navio inimigo, e então o torpedo explodia. O torpedo, mesmo em uma forma primitiva, não seria inventado por mais 500 anos. Se você pensar bem, é meio surpreendente que a tecnologia naval continuou a avançar aos trancos e barrancos ao longo dos séculos, mas a tecnologia de uma “bomba amarrada em um pedaço de metal” demorou tanto para decolar. 4 – Minas navais
Em torno dos séculos 14 e 15, os chineses já haviam dominado as minas terrestres, mas estavam ficando cada vez mais irritados com navios inimigos flutuando com segurança para cima e para baixo nos seus rios. Assim, eles acrescentaram “minas navais” para seus arsenais. Chamado “submarino dragão rei”, as minas navais eram submersas envolvidas em um casco de ferro cheio de explosivos fechado com bexigas de boi. Os explosivos ficavam secos, mas sem oxigênio, eles não podiam explodir. Para resolver este problema, os antigos chineses desenvolveram um fusível estendido, que seria executado a partir da carga da mina, através de um snorkel feito de intestino de cabra até uma boia na superfície, disfarçada com penas de pato (você entendeu alguma coisa? Isso prova que, acima de tudo, os antigos chineses queriam que suas armas fossem absolutamente hilariantes). Um manual de guerra chinês descreve um modelo no qual o fusível cronometrado foi substituído por um dispositivo de ignição remoto. Usando um cabo puxado a partir da costa, a mina era ativada por um mecanismo de disparo que criava uma faísca na carga submersa e destruía qualquer alvo próximo. De alguma forma, a tecnologia foi esquecida pelo Ocidente, e não houve outro uso registrado de minas marítimas até a Batalha de Barris em 1778, durante a Guerra Revolucionária, mais de 300 anos depois. 5 – Roupas que combatem fogo
Em torno dos séculos 12 e 13, as batalhas no Oriente Médio muitas vezes envolviam o uso de explosivos químicos e líquidos inflamáveis. Guerreiros primitivos eram especialmente vulneráveis a essas armas de fogo, já que seres humanos não são tão eficazes em combater quando estão em chamas. Para mudar isso, muçulmanos desenvolveram roupas retardadoras de fogo para a batalha. Os trajes à prova de fogo consistiam em uma túnica de seda, um manto de algodão e uma camada superior de túnica que protegia contra incêndios e explosões químicas. Quão eficaz era essa proteção? Soldados muçulmanos colocavam pequenas cargas de pólvora em suas roupas e as ateavam em fogo enquanto combatiam os inimigos. Conforme as chamas queimavam a pólvora, as cargas explodiam, efetivamente tornando os soldados em feras com jatos de fogo enquanto eles ainda estavam protegidos por sua armadura à prova de fogo. Demorou mais de 600 anos, no século 19, para os bombeiros modernos redescobrirem a ideia de roupas retardadoras de fogo. 6 – Facas obsidianas
Por milhares de anos, os povos nativos da América do Norte e do Sul usaram pedra para todas as suas necessidades de corte. Isto envolveu fabricar facas de obsidiana, que estão entre as lâminas mais afiadas conhecidas. Os astecas usavam estas lâminas super-afiadas nas pontas de suas espadas maquahuitl, que eram essencialmente grandes “pás” de madeira com lâminas de obsidiana presas nas pontas. Supostamente, estas espadas podiam cortar a cabeça de um cavalo com um só golpe. Quando os comerciantes europeus começaram a fazer contato com os nativos, as facas de obsidiana caíram em desuso, assim como o conhecimento de como fazê-las. Não foi até 500 anos depois, no meio do século 20, que um antropólogo chamado Don Crabtree redescobriu a tecnologia de fazer a faca que estava quase perdida no tempo. 7 – Fogo grego
No ano 678, os árabes tinham o porto da cidade de Constantinopla sitiado pelo quinto ano consecutivo. Para combater esta ameaça anual, a marinha bizantina introduziu lança-chamas gigantes hoje conhecidas como “fogo grego”, e incineraram a frota árabe que se preparava para atacar a cidade. Os árabes não tentaram a façanha novamente até 717, quando receberam o mesmo tratamento. A arma secreta bizantina era tão secreta que eles compartimentalizaram cada parte do sistema de armas do fogo grego, e apenas a família real e os descendentes da pessoa que inventou a arma sabiam como tudo funcionava. Durante 500 anos, o segredo foi guardado com segurança na capital e passado de geração em geração. Até hoje, ainda não sabemos como essa arma funcionava. Infelizmente, o Império Bizantino era propenso a golpes – 29 dos 88 imperadores foram assassinados em levantes violentos. Em algum ponto durante uma dessas revoltas, o segredo do fogo grego foi perdido, porque os novos imperadores tinham a tendência de matar toda a família real e as famílias de qualquer assessores mais próximos. A última utilização registrada do fogo grego foi na batalha naval contra os pisanos, em 1099. FONTE: Cracked.com/article_18880_7-insanely-advanced-weapons-history-somehow-forgot-about_p2.html