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domingo, 11 de junho de 2017

CONHEÇA OS 20 TIPOS DE CÂNCER MAIS MORTAIS

Muitas pessoas tremem ao ouvir falar sobre o câncer. Essa doença é muito cruel e tem ganhado destaque por conta de casos não muito felizes. De acordo com especialistas e médicos oncologistas, essa infelizmente será a doença do século, já que cada vez mais pacientes são diagnosticados com tipos de cânceres todos os anos.E também não faltam famosos que deixaram este mundo por conta de algum tipo de câncer. Quer alguns exemplos? No Brasil, podemos mencionar: Hebe Camargo, Raul Cortez, Mara Manzan, Leandro (que fazia dupla com seu irmão Leonardo), Paulo Goulart… e ainda há muitos outros nomes no cenário internacional, como David Bowie, Alan Rickman (o Snape, de Harry Potter), Walt Disney, Bob Marley, Steve Jobs, Frank Sinatra… e muitos outros mesmo. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com os 20 tipos de cânceres mais mortais que existem. Vamos apresentar essas doenças, bem como suas principais causas, sintomas e tratamento, além de apresentar algumas curiosidades a respeito de cada uma – como a lista dos famosos que sofreram com essas doenças. Preparados?

20. Câncer de mama

Esse câncer é um velho conhecido aqui no Brasil. Isso porque a luta contra esse mal ficou mundialmente conhecida por conta daquelas camisas com círculos concêntricos na cor azul que todos os famosos usaram em uma campanha de incentivo para o tratamento dessa doença. Como o nome sugere, essa é uma doença que se desenvolve nos tecidos da mama. Ela se caracteriza pelo aparecimento de um nódulo na mama ou perto da zona da axila. Porém, outros sintomas visíveis também estão relacionados, como a alteração na forma da mama, retração do mamilo, pele avermelhada, inchada ou com saliências na região e o surgimento de reentrâncias.

Sintomas

Os sintomas incluem um nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e mudanças na forma ou textura do mamilo ou da mama. Os pacientes também podem sentir na mama desconforto, mamilo dolorido, mamilo invertido, nódulos ou secreção mamilar sanguinolenta. Também é comum fadiga relacionada ao câncer, linfonodos aumentados ou perda de peso

Tratamento

Depende da fase do câncer. Pode envolver quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Mamoplastia: Cirurgia plástica para aumentar ou reduzir o tamanho dos seios ou para reconstruir uma mama. Linfadenectomia: Remoção cirúrgica de um linfonodo. Tumorectomia: Remoção cirúrgica de um nódulo (tumor) no peito. Mastectomia radical: Remoção cirúrgica total da mama, do músculo peitoral subjacente e dos gânglios. Mastectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial da mama. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

A principal forma de prevenir o surgimento do câncer de mama é cuidando do estilo de vida. Os médicos calculam que boas práticas podem prevenir até 42% dos cancros da mama. É recomendado manter um peso saudável, limitação da ingestão de álcool, amamentação dos filhos, pratica frequente de atividades físicas e um estilo de vida ativo.

19. Câncer de bexiga

Se refere a qualquer tipo de crescimento maligno na bexiga urinária. É mais um tipo de câncer em que as células se multiplicam de forma descontrolada em uma área específica. No caso específico dessa doença, o órgão é a bexiga, um músculo oco que armazena a urina e está localizado na pelve. O tipo mais comum de câncer de bexiga é aquele que começa nas células que recobrem o interior do órgão e é chamado de carcinoma de células uroteliais ou carcinoma de células transicionais.Os portadores dessa doença possuem um risco de 24,7% de morrer depois que o câncer é identificado.

Sintomas

O sintoma mais comum é o sangue na urina. Porém, as pessoas também podem ter dores circunstanciais durante a micção.

Tratamento

Ureterostomia: Criação cirúrgica de uma abertura abdominal para onde o fluxo de urina pode ser desviado a partir da bexiga. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Derivação urinária: Cirurgia para redirecionar o fluxo de urina da sua via normal. Pode exigir uma nova abertura externa. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Ureterossigmoidostomia: Desvio do fluxo urinário para longe dos rins em direção ao cólon. A urina sai do corpo pelo ânus, juntamente com as fezes. Retirada de bexiga: Procedimento realizado para remover um crescimento anormal. Cistoprostatectomia: Remoção cirúrgica da bexiga e da próstata.

Prevenção

Um estudo conduzido pela Organização Mundial da Saúde em 2008 identificou que alguns alimentos poderiam ajudar a prevenir o câncer de bexiga. Frutas e vegetais de cor amarela e laranja, como cenoura, além de frutas cítricas são as mais indicadas, embora não exista comprovação científica. Pessoas que bebem uma quantidade considerável de água por dia (acima de 1,5 litros) também apresentam menor risco de desenvolver esse câncer.

18. Câncer de rins

O rim é um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Não é à toa que um câncer nele é tão perigoso. Em média, 25,3% dos pacientes que desenvolvem a doença não conseguem sobreviver ao tratamento ou aos sintomas decorrentes da condição. O câncer renal é um crescimento descontrolado de células na região dos rins, órgão responsável por filtrar as substâncias do sangue para que sejam eliminadas pela urina. Os rins também regulam a pressão arterial. Esse tipo de câncer é duas vezes mais comum entre homens e geralmente é diagnosticado entre os 40 e 60 anos. Ele mais comum entre negros e pardos.Se o tratamento for iniciado a tempo, 5 anos após o diagnóstico cerca de 70% dos pacientes conseguem permanecer vivos.

Sintomas

Os sinais mais comuns de câncer de urina incluem sangue na urina (urina rosa, vermelha ou roxa), dor lateral nos flancos logo abaixo das costelas, perda de peso, fadiga e febre intermitente.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Nefrectomia: remoção total ou parcial dos rins afetados Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Ainda não há métodos comprovados que possam prevenir o surgimento de câncer nos rins. Porém, recomenda-se ingerir bastante água, pois parece haver uma correção com a ingestão de líquidos e o aparecimento dessa doença.

17. Linfoma não-Hodgkin (LNH)

Esse câncer de nome complicado se origina nos gânglios. Os linfomas são neoplasias (massa anormal de tecido) malignas que afetam os linfonodos, organismos muitos importantes no combate a infecções. Depois de diagnosticada, essa doença é classificada de acordo com a célula que a originou (linfócitos B ou T), a agressividade (agressivo ou indolente), o estágio (inicial, intermediário, avançado ou terminal) e extensão (nodular ou difuso).Cerca de 29,3% dos pacientes vem a falecer em decorrência de infecções geradas por causa dessa doença.

Sintomas

Os sintomas incluem inchaço dos gânglios linfáticos, febre, dor de barriga ou dor no peito. Os pacientes também podem ter dores locais nas articulações, no abdômen ou peito, além de anemia, fadiga, febre, suor noturno, coceira, inchaço na virilha, linfadenopatia cervical, linfonodos aumentados ou perda de peso.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Estimulante medular: Ajuda a medula óssea a produzir novas células sanguíneas. Esteroide: Modifica ou simula efeitos hormonais, muitas vezes para reduzir a inflamação ou aumentar o crescimento e a reparação tecidual. Transplante de medula óssea: Transplante de células-tronco para restaurar o sistema imunológico de uma pessoa. As células transplantadas podem vir de um dador ou do próprio indivíduo. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Autotransplantação: Transferência de órgãos ou de tecidos de uma parte do corpo para outra na mesma pessoa.

Prevenção

Assim como para outros tipos de câncer, dietas ricas em frutas e verduras podem ter um efeito protetor contra esse tipo de doença.

16. Câncer cervical (ou no colo do útero)

Esse mal tem origem no cérvix. Ele é caracterizado pelo crescimento anormal de células que têm a capacidade de invadir ou se espalhar para outras partes do corpo. Em praticamente todos os casos – mais de 90% das vezes –, essa doença aparenta ser uma infecção causada pelo vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês). Porém, boa parte das pessoas que são infectadas pelo vírus não desenvolvem o câncer. Cerca de 70% dos casos de câncer cervical acontece em países em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, o índice de fatalidade para essa doença chega a impressionantes 32,5%.

Sintomas

Em alguns casos, pode ocorrer sangramento irregular ou dor na região do útero. Também é comum dor na região da pélvis, dores durante a relação sexual, menstruação anormal, intensa ou irregular e sangramento pela vagina. Outros sintomas são fadiga, náusea e perda de peso.

Tratamento

Braquiterapia: Colocação de material radioativo no interior do corpo para tratar o câncer. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Histerectomia: Remoção cirúrgica do útero. Cervicectomia: Remoção cirúrgica do colo do útero, a parte inferior do útero que se conecta à vagina. Criocirurgia: Cirurgia que usa frio extremo para destruir o tecido doente.

Prevenção

A prevenção recomendada pelos médicos especialistas é a aplicação da vacina contra o HPV em pessoas que ainda não tiveram contato com o vírus. Por meio do exame de Papanicolau também é possível fazer o monitoramento da mulheres.

15. Câncer ósseo

Os tumores nos ossos são bastante raros e geralmente são classificados como benignos e malignos. Essa doença se caracteriza pelo desenvolvimento anormal de células cancerígenas dentro dos ossos da vítima. Como consequência, há uma maior probabilidade da ocorrência de fraturas, além de dores intensas nessas estruturas. Há uma sobrevida de aproximadamente 5 anos para os pacientes que são diagnosticados com esse mal, perfazendo uma chance de 67% de sobreviver por esse período.

Sintomas

Dor nos ossos, inchaço nas articulações e ossos que se quebram com facilidade.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Amputação do membro lesionado tentando manter o máximo possível de funções preservadas.

Prevenção

Infelizmente não há métodos eficazes de prevenção contra o câncer de ossos uma vez que a sua causa ainda é desconhecida. Porém, a recomendação de uma dieta saudável e não exposição excessiva ao sol são dicas importantes dos profissionais da saúde.

14. Câncer colorretal

Diferente do câncer no colo do útero, essa doença se desenvolve em dois segmentos do intestino grosso: o cólon e o reto. Esse mal tem origem a partir do crescimento anormal e descontrolado de células com a capacidade de invadir ou se espalhar por outras partes do corpo. O principal sinal desse tipo de câncer é o aparecimento de sangue nas fezes, indicando uma lesão grave na região. Nos Estados Unidos, esse doença ceifa aproximadamente 34,9% das vítimas que são diagnosticadas.

Sintomas

Depende do tamanho e da localização do câncer. Alguns sintomas comuns incluem alterações nos hábitos intestinais e na consistência das fezes, sangue nas fezes e desconforto abdominal. Também podemos mencionar dores locais no abdômen, pélvis e reto.

Tratamento

Colostomia: Criação cirúrgica de uma abertura abdominal por onde as fezes podem deixar o corpo. Colectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do cólon. Ressecção intestinal: Remoção cirúrgica de parte do intestino. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

A manutenção de um estilo de vida e alimentação saudável são as melhores formas comprovadas de prevenir o surgimento de câncer colorretal.

13. Câncer de boca

É o desenvolvimento de tecidos malignos na cavidade bucal. Isso inclui tumores nos lábios, gengivas, língua, piso da boca, palato duro, palato mole e orofaringe. O tabagismo e o alcoolismo são os 2 principais fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Em países desenvolvidos, a chance de sobrevivência é de 63%. No caso de regiões pobres, esse percentual cai para 33%.

Sintomas

Incluem uma ferida não cicatrizada, um nódulo ou uma mancha branca ou vermelha na parte interna da boca. Também há dores na boca e face, dor ao engolir, baba, mau hálito, placas vermelhas e brancas, secura ou úlceras.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Esvaziamento Cervical: Remoção cirúrgica dos gânglios linfáticos do pescoço. Glossectomia: Remoção cirúrgica de toda ou parte da língua.

Prevenção

Evitar o uso de cachimbos, cigarros e tabaco; evitar o consumo excessivo de álcool; evitar exposição exagerada ao sol sem proteção; evitar próteses mal ajustadas à sua boca; e boa higiene bucal.

12. Câncer de laringe

A maioria dos cânceres de laringe são originados a partir de células escamosas, que formam a maior parte do epitélio da laringe. O principal fator de risco para o desenvolvimento dessa doença é o tabagismo. Nos Estados Unidos, 39,3% dos pacientes diagnosticados não consegue sobreviver aos sintomas do câncer de laringe.

Sintomas

Rouquidão ou outras mudanças na voz, um abaulamento no pescoço, dor de garganta ou sensação de que há algo preso na garganta, tosse persistente e mau hálito.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Laringectomia: remoção completa ou parcial da laringe.

Prevenção

Evitar consumo excessivo de bebidas alcoólicas e cigarro.

11. Leucemia

Um dos tipos de cânceres mais conhecidos, a leucemia se caracteriza por um grupo de cânceres que surgem geralmente na medula óssea. Como causa dessa doença, há um elevado número de glóbulos brancos, células protetoras que acabam atacando o próprio organismo. O diagnóstico geralmente é realizado por meio de análises do sangue ou biópsia da medula óssea, mas ainda não descobrimos a causa exata da leucemia. Geralmente, 40,3% dos pacientes diagnosticados morrem devido a doença.

Sintomas

Sonolência, cansaço, irritabilidade e fraqueza, pouca fome e emagrecimento, dores de cabeça, tonturas, desmaios, queda de cabelos e palidez. Também podemos citar os quadros de infecções frequentes, língua dolorida, aftas, febre e dores em várias partes do corpo, como ossos, externo, articulações e órgãos internos.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Poliquimoterapia: associação de vários remédios diferentes. Transplante de medula óssea.

Prevenção

Evitar fatores de riscos que podem desencadear a doença, tais como estresse, tabagismo e radiação (raio-x, radioterapia).

10. Câncer ovariano

Essa doença se caracteriza pela presença de células anormais que têm a capacidade de invadir ou de se espalhar para outras partes do corpo. Um dos grandes problemas desse mal é que os sintomas, no início do processo, são fracos ou praticamente imperceptíveis. O risco de desenvolvimento dessa doença é maior naquelas mulheres que mais ovularam na vida, ou seja, aquelas que não tiveram filhos. Na pacientes diagnosticadas, há um risco de 53,8% de morte, um índice altíssimo para esse tipo de câncer.

Sintomas

Geralmente não tem sintomas nos estágios iniciais. Os estágios posteriores estão associados a sintomas, mas estes podem ser inespecíficos, como perda de apetite e perda de peso.

Tratamento

Omentectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do revestimento abdominal. Histerectomia: Remoção cirúrgica do útero. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

As mulheres devem estar atentas aos fatores de risco e consultar regularmente o seu médico, principalmente aquelas acima de 50 anos.

9. Câncer uterino

Embora aconteça em uma região muito próximo ao câncer de colo de útero, o câncer uterino é caracterizado por um tumor apenas nos tecidos do útero. Um dos fatores de risco também é a ausência de gravidez, o que acaba propiciando o desenvolvimento dessa doença. No geral, 69,1% das mulheres diagnosticadas com essa doença vem a falecer por conta dos sintomas desse câncer.

Sintomas

Corrimento vaginal com sangue fora do período de menstruação, menorragia (períodos menstruais mais abundadntes) e dores durante e após as relações sexuais e na pélvis.

Tratamento

Histerectomia: remoção total ou parcial das trompas de Falópio e dos ovários Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

A manutenção de um estilo de vida e alimentação saudável são as melhores formas comprovadas de prevenir o surgimento da doença.

8. Câncer cerebral

Também conhecida como neoplasia intracraniana, essa doença ocorre quando se formam células anormais no cérebro. Aqui os tumores também são divididos em dois: malignos e benignos. A causa da maioria dos casos registrados ainda é desconhecida. Nos Estados Unidos, a doença é responsável pela morte de 69,2% dos pacientes diagnosticados.

Sintomas

São dores de cabeça novas ou gradualmente intensas, visão embaçada, perda de equilíbrio, confusão mental e convulsões. Em alguns casos, pode não haver sintomas.

Tratamento

Craniotomia: Cirurgia cerebral em que um pedaço de osso é removido do crânio. Tomoterapia: Tratamento contra o câncer que direciona doses elevadas de radiação aos tumores a partir de muitas direções, reduzindo os danos ao tecido ao redor. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Infelizmente não há métodos comprovados que ajudem a prevenir o surgimento de câncer cerebral já que conhecemos muito pouco a respeito dessa doença.

7. Câncer estomacal

Esse câncer tem como causa principal a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, um agente infeccioso que está por trás de 60% dos casos diagnosticados. Na maioria dos casos, esse tipo de doença leva anos para se desenvolver, permanecendo assintomática durante um bom tempo. Depois de completamente desenvolvida, há uma pequena chance de sobrevivência. Praticamente 70% dos pacientes diagnosticados não sobrevivem.

Sintomas

Pode não haver sintomas de câncer de estômago no início. Mais tarde, os sintomas incluem sensação de inchaço após comer, sentir-se satisfeito depois de ingerir pequenas quantidades de comida, náuseas, azia ou indigestão.

Tratamento

Gastrectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do estômago. Billroth II: Cirurgia para remover a parte inferior do estômago. O estômago remanescente é conectado a uma volta do intestino delgado. Billroth I: Criação cirúrgica de uma nova ligação entre o estômago e o intestino delgado. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Uma dieta rica em frutas, cogumelos, alho, soja e feijão verde já foi associada a redução de risco de desenvolver o câncer estomacal.

6. Câncer da vesícula biliar

Esse é um tipo de câncer raro e grave que afeta a vesícula biliar. Esse é um pequeno órgão do trato gastrointestinal que armazena a bile, uma secreção que é usada para ajudar no processo de digestão. Quando o tratamento é iniciado precocemente, o câncer tem cura, mas a sua condição assintomática acaba atrapalhando a identificação. Os pacientes que desenvolvem o câncer de vesícula biliar geralmente correm 81,5% de chance de falecer devido às complicações da doença.

Sintomas

Pode não haver sintomas. Quando ocorrem, os sintomas podem incluir dor abdominal, inchaço, coceira e febre.

Tratamento

Cirurgia para retirada da vesícula: Remoção cirúrgica da vesícula biliar. Hepatectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do fígado. Cirurgia do aparelho digestivo: Cirurgia na boca, no esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso (cólon), reto ou ânus.

Prevenção

Infelizmente não há formas conhecidas de prevenir o surgimento do câncer da vesícula biliar. Os fatores de risco são conhecidos, tais como idade, sexo e etnia, mas pouco se sabe a respeito dessa doença e de como ela surge nos pacientes.

5. Câncer de pulmão

É caracterizado pelo crescimento descontrolado de células nos tecidos pulmonares. Nem é preciso explicar o quão importante é este órgão para o ser humano. São os pulmões que fazem a troca de oxigênio nas hemácias, promovendo a renovação celular por meio dessa troca. A sobrevivência depende do estágio da doença, mas, em geral, apresenta uma chance de 15% de sobrevida para os pacientes por pelo menos 5 anos.

Sintomas

Incluem tosse (muitas vezes com sangue), dor no peito, sibilo e perda de peso. Geralmente, esses sintomas aparecem apenas nas fases mais avançadas do câncer.

Tratamento

Lobectomia pulmonar: Remoção cirúrgica de uma parte (lobo) de um pulmão. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

A manutenção de uma boa qualidade de vida, atividades frequentes e evitar o tabagismo são as melhores formas de prevenir o câncer de pulmão.

4. Câncer hepático

Essa condição se caracteriza pelo desenvolvimento desenfreado de células cancerígenas na região do fígado. O fígado é um órgão vital para o ser humano, sendo a maior glândula do nosso corpo e o segundo maior órgão (perdendo apenas para a pele).Ele funciona tanto como uma glândula exócrina como endócrina, produzindo a bile, o colesterol, convertendo amônia em ureia e desintoxicando o organismo. Nos Estados Unidos, vítimas desse tipo de câncer têm 82,5% de chance de falecer devido aos sintomas dessa doença.

Sintomas

Os sintomas são incomuns nos estágios iniciais de câncer de fígado. Mais tarde, os sintomas podem incluir perda de peso, dor de barriga, vômito e pele amarelada.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Crioablação: Uso de frio extremo para congelar e destruir tecido doente, como células cancerosas. Transplante de fígado: Substituição cirúrgica de um fígado doente por uma parte ou a totalidade do fígado saudável de um doador. Hepatectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do fígado.

Prevenção

A melhor forma de se prevenir contra o desenvolvimento do câncer de fígado é evitar a exposição a fatores de risco, como obesidade, diabetes e tabagismo.

3. Câncer de esôfago

O esôfago é o órgão cilíndrico que estão localizado entre a garganta e o estômago. Um câncer nessa região se caracterizada pelo desenvolvimento de células malignas de forma descontrolado, afetando o funcionamento da função digestiva primordial, que é o ato de engolir. Por causa do sintomas geralmente agudos, 82,6% dos pacientes não resistem ao câncer de esôfago.

Sintomas

Incluem dificuldade para engolir, perda involuntária de peso, dor no peito, piora da indigestão ou azia e tosse ou rouquidão.

Tratamento

Linfadenectomia: Remoção cirúrgica de um linfonodo. Esôfago-gastrectomia: Remoção cirúrgica de parte do esôfago e do estômago. Esofagectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do esôfago. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

Especialistas descobriram que dietas ricas em repolho, brócolis, couve-flor e frutas e legumes verdes podem ajudar a diminuir os riscos de desenvolver o câncer de esôfago.

2. Câncer de pâncreas

Esse tipo de câncer surge a partir do momento que as células do órgão começam a se multiplicar de forma descontrolada. O pâncreas é um órgão glandular localizado atrás do estômago e é responsável pela produção de vários hormônios importantes para o ser humano, como a insulina, glucagon, somatostatina e polipéptido pancreático que circulam na corrente sanguínea. Os casos de câncer de pâncreas raramente acontecem antes dos 40 anos e geralmente afetam pessoas acima dos 70. Nos Estados Unidos, 92% das pessoas diagnosticadas com esse tipo de câncer morrem em decorrência dos sintomas apresentados.

Sintomas

Não há sintomas nos estágios iniciais. Os estágios posteriores estão associados a sintomas, mas estes podem ser inespecíficos, como falta de apetite e perda de peso.

Tratamento

Duodenopancreatectomia: Uma cirurgia complexa para remover certos tipos de câncer, na qual parte do pâncreas, estômago e intestino é removida. Remoção do pâncreas: Remoção cirúrgica total ou parcial do pâncreas, a glândula que produz insulina. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

Evitar o tabagismo, manter um estilo de vida e alimentação saudável, e aumentar o consumo de frutas, verduras e cereais integrais.

1. Diffuse Intrinsic Pontine Glioma (DIPG)

O Glioma Pontino Intrínseco Difuso (mais conhecido pela sigla em inglês DIPG), é um tumor localizado no tronco cerebral. Essa é a maior parte do cérebro, conectando o órgão com a medula espinhal.A maioria dos tumores do tronco encefálico ocorre nos pomos e a infiltração é difusa (eles crescem entre os nervos) e, portanto, não pode ser removido cirurgicamente. Glioma é um nome geral para qualquer tumor que surge do tecido de suporte chamado glia, que ajuda a manter os neurônios no lugar e a funcionar bem. O tronco cerebral contém todos os neurônios aferentes (entrantes) dentro da medula espinhal, bem como estruturas importantes envolvidas nos movimentos oculares e no controle e sensação do músculo facial e da garganta. Praticamente 100% das pessoas diagnosticadas com o DIPG morrem depois do diagnóstico. Apenas 1% dos pacientes consegue sobreviver por alguns anos.

Sintomas

Os pacientes que desenvolvem o DIPG não sobrevivem muito tempo para demonstrar sintomas específicos. Falência múltipla dos órgãos geralmente é a causa de morte associada.

Tratamento

ainda não há tratamentos comprovados para combater a DIPG. O uso de radiação (quimioterapia e radioterapia) já se mostraram eficazes em alguns casos, mas logo os sintomas voltam e evoluem rapidamente.

Prevenção

Infelizmente também não há métodos comprovados para prevenir o surgimento desse tipo de câncer. FONTE: https://ahduvido.com.br/os-20-tipos-de-canceres-mais-mortais/

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