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domingo, 4 de junho de 2017
AR POLUÍDO É USADO PARA PRODUZIR COMBUSTÍVEL LIMPO
O "hidrogênio solar" é produzido com maior eficiência quando a célula a combustível usa ar poluído. [Imagem: ChemSusChem/Wiley/Divulgação]
BATERIA PRODUZ ENERGIA CAPTURANDO NITROGÊNIO DO AR
Essa bateria - que é mais propriamente um gerador de eletricidade - produz energia a partir do nitrogênio, o gás mais abundante em nossa atmosfera.[Imagem: Jin-Ling Ma et al. - 10.1016/j.chempr.2017.03.016]
Bateria de lítio-nitrogênio
Químicos chineses descobriram uma técnica que usa o nitrogênio presente naturalmente na atmosfera para gerar eletricidade e armazená-la em uma bateria. O nitrogênio(N2) é o gás mais abundante na atmosfera da Terra, o que o torna uma opção atraente como fonte de energia renovável. Contudo, tem sido um desafio transformar a energia química das triplas ligações de suas moléculas em eletricidade - sob condições normais, essas moléculas não se quebram facilmente. Jin-Ling Ma e seus colegas do Instituto de Química Aplicada de Changchun acreditam ter descoberto uma solução para esse dilema. Eles conseguiram reverter a reação química que alimenta as baterias de lítio-nitrogênio. Em vez de gerar energia a partir da dissociação do nitreto de lítio (Li3N) em lítio e nitrogênio, o protótipo de bateria captura o nitrogênio atmosférico em condições ambiente e o faz reagir com o lítio, formando o nitreto de lítio. "Esta pesquisa promissora de um sistema de bateria por fixação de nitrogênio representa não apenas um progresso fundamental e tecnológico, mas também cria um ciclo avançado de N2/Li3N (gás nitrogênio/nitreto de lítio) para um processo de fixação de nitrogênio reversível," disse o professor Xin-Bo Zhang, coordenador da equipe. O protótipo ainda não produz muita eletricidade, mas já supera os experimentos feitos até agora com a abordagem tradicional. "O trabalho ainda está no estágio inicial. Esforços mais intensivos deverão ser devotados ao desenvolvimento do sistema de bateria [propriamente dito]," reconhece Zhang. Bibliografia: Reversible Nitrogen Fixation Based on Rechargeable Lithium-Nitrogen Battery for Energy Storage - Jin-Ling Ma, Di Bao, Miao-Miao Shi, Jun-Min Yan, Xin-Bo Zhang. Chem. DOI: 10.1016/j.chempr.2017.03.016. FONTE: http://inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-produz-energia-fixando-nitrogenio-atmosferico&id=010115170525domingo, 17 de maio de 2015
DESCOBERTA DA STANFORD DEVE PRODUZIR CHIPS MAIS BARATOS E RÁPIDOS
Pesquisadores da Universidade Stanford descobriram uma nova forma mais econômica de fazer chips e painéis solares usando arseneto de gálio, um composto químico sintético que atua como semicondutor e cujas propriedades se comparam ao silício.
Durante muitas décadas, o silício tem sido o semicondutor para eletrônicos ideal. É abundante e barato e seu processo de manufatura é bem compreendido, mas nem sempre ele é a melhor escolha.
A ideia é que eletrônicos ganhariam muito mais velocidade se usarem ao invés do silício o arseneto de gálio. O que torna o composto uma opção melhor para chips que lidam com dados em uma velocidade alta, ou seja, resultariam em computadores mais velozes e eficientes.
A opção também beneficiaria a produção de painéis solares, uma vez que o gálio é muito mais eficiente em converter a luz solar em eletricidade.
No entanto, o composto sintético é muito mais caro. Para se ter uma ideia, um disco de 8 polegadas custa cerca de 5 mil dólares comparado aos 5 dólares de um feito com silício.
O novo método de manufatura desenvolvido pela Stanford não tornará a pastilha de gálio mais barata. Porém permitirá que ele seja reusado de 50 a 100 vezes, o que significa uma redução dramática por custo de chip e a abertura para o uso do material em larga escala.
Como é feito
No processo, aparelhos são feitos em cima de uma pastilha de gálio, assim como acontece com outros materiais. Mas depois, os dispositivos são separados da pastilha usando um laser, o que permite a pastilha seja reusada. O processo então reduziria dramaticamente os custos de um aparelho feito com o material. E como umn benefício extra, as pastilhas de gálio são mais flexíveis. A universidade submeteu a pesquisa para obtenção de patente e já fala com produtores de chips semicondutores sobre licenciar para testes e eventual uso para sua produção comercial. Um vídeo divulgado pela própria Stanford revela como é a manufatura do chip: fonte: idgnow.com.br/ti-corporativa/2015/03/25/descoberta-da-stanford-deve-produzir-chips-mais-baratos-e-rapidos/domingo, 10 de agosto de 2014
CONHEÇA A ÁRVORE QUE PRODUZ 40 TIPOS DIFERENTE DE FRUTAS
O premiado artista Sam Van Aken produziu uma árvore frutífera híbrida que produz 40 variedades diferentes de frutas de caroço por ano.
Professor de arte da Universidade de Syracuse, nos EUA, Van Aken cresceu numa fazenda da família antes de prosseguir uma carreira como artista, e combinou o seu conhecimento dos dois para desenvolver sua incrível árvore de 40 frutos.
Em 2008, Van Aken descobriu que um pomar na Estação Experimental Agrícola do Estado de Nova York estava prestes a ser encerrado devido à falta de financiamento.
Este único pomar cresceu um grande número de variedades nativas de frutas de caroço, e algumas tinham entre 150 e 200 anos de idade. Perder este pomar tornaria extintas muitas dessas variedades raras e antigas de frutas.
Para as preservar, Van Aken comprou o pomar, e passou os anos seguintes a tentar descobrir como enxertar partes das árvores numa única árvore frutífera.
Trabalhando com um grupo de mais de 250 variedades de frutas de caroço, Van Aken desenvolveu um cronograma de quando cada uma florescia em relação à outra e começou a enxertar algumas na estrutura da raiz de uma árvore.
Uma vez que a árvore tinha cerca de dois anos de idade, Van Aken usou uma técnica chamada chip de enxertia para adicionar mais variedades em ramos distintos. Esta técnica envolve a retirada de um pedaço de uma árvore de fruta que inclui o botão, e inserir numa incisão na árvore de trabalho.
Após cerca de cinco anos e vários ramos enxertados, a primeira árvore de 40 frutos de Van Aken estava completa. A árvore parece uma árvore normal na maior parte do ano, mas na Primavera revela um mosaico impressionante de flores rosas, brancas, vermelhas e roxas.
Essas flores transformam-se numa matriz de ameixas, pêssegos, damascos, nectarinas, cerejas e amêndoas, durante os meses de verão. Não só é um belo exemplar, mas também está a ajudar a preservar a diversidade de frutas de caroço do mundo.
As frutas de caroço são selecionadas para cultivo comercial tendo por base em primeiro lugar o tempo que se mantêm e, em seguida, o quão grande crescem, depois é considerado o seu visual e por fim o seu sabor é tomado em conta.
Isto significa que existem milhares de variedades de frutas de caroço no mundo, mas apenas algumas são consideradas comercialmente viáveis, mesmo que não tenham o melhor sabor, ou sejam mais nutritivas.
Van Aken produziu 16 árvores de 40 frutos até ao momento, tendo já plantado em museus, centros comunitários, e coleções de arte privadas em todo os EUA. Ele agora planeia produzir um pequeno pomar dessas árvores num cenário da cidade.
Claro, a pergunta óbvia que permanece é o que acontece com todos os frutos que são colhidos destas plantas? Van Aken afirma que a árvore não produz apenas um fruto em excesso mas sim boas quantidades de cada uma das variedades presentes. Veja abaixo o video com a apresentação da árvore.
https://www.youtube.com/watch?v=t9EuJ9QlikY
FONTE:Sciencealert.com.au/news/20142107-25892.html
quarta-feira, 9 de julho de 2014
COMO UMA SUPERNOVA PRODUZ POEIRA CÓSMICA?
Poeira cósmica
Um grupo de astrônomos observou em tempo real a formação de poeira estelar, logo após a explosão de uma supernova.
Pela primeira vez, eles constataram que estas fábricas de poeira cósmica produzem seus grãos de pó em um processo de duas fases, que começa pouco depois da explosão, mas se estende bastante tempo depois.
A equipe utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO no norte do Chile para analisar a luz emitida pela supernova SN 2010jl à medida que ela se desvanecia.
A origem da poeira cósmica nas galáxias é ainda um mistério. Ela consiste de grãos de silicatos e carbono amorfo - minerais que são também abundantes na Terra.
A fuligem do pavio de uma vela é muito semelhante à poeira cósmica de carbono, embora o tamanho dos grãos de fuligem seja dez ou mais vezes maior que o tamanho típico dos grãos cósmicos.
Os astrônomos desconfiam que as supernovas sejam uma fonte importante dessa poeira, mas ainda não está claro como e onde estes grãos de poeira se condensam e crescem. Também não está claro como é que os grãos de poeira resistem à destruição no ambiente inóspito de uma galáxia formando estrelas.
As novas observações ajudam a esclarecer um pouco deste mistério.
Poeira mais grossa do que se pensava
Os astrônomos usaram o espectrógrafo X-shooter para observar a supernova SN 2010jl nove vezes nos meses que se seguiram à explosão e uma décima vez dois anos e meio depois da explosão, nos comprimentos de onda do visível e no infravermelho.
"Combinando dados dos nove conjuntos anteriores de observações pudemos fazer as primeiras medições diretas de como a poeira em torno da supernova absorve as diferentes cores da luz," disse Christa Gall, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. "Isto permitiu caracterizarmos a poeira com mais detalhe do que tinha sido possível até agora".
Os dados se mostraram mais detalhados do que os recentemente anunciados sobre a supernova SN 1987A e que já haviam indicado que as supernovas podem ser a fonte de poeira que empalidece as galáxias.
Os grãos de poeira cósmica que têm um diâmetro maior do que um milésimo de milímetro (0,001 milímetro) formaram-se rapidamente no material denso que rodeia a estrela.
Embora ainda minúsculos, este tamanho é, no entanto, grande para um grão de poeira cósmica, tornando-os assim mais resistentes a processos destrutivos. Isso responde à pergunta sobre como eles sobrevivem naquele ambiente: os grãos são maiores do que o esperado.
Muito a saber
"A nossa detecção de grãos com um tamanho considerável pouco depois da explosão da supernova significa que deve haver uma maneira rápida e eficiente de os criar," disse Jens Hjorth, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. "Mas, na realidade, não sabemos exatamente como é que isto acontece".
Um cenário provável é que, à medida que a onda de choque da supernova se expande para o exterior, ela cria uma concha fria e densa de gás, exatamente o tipo de ambiente onde os grãos de poeira se podem formar e crescer.
Numa segunda fase - depois de várias centenas de dias - ocorre um processo acelerado de formação da poeira que envolve material ejetado pela supernova.
Se a produção de poeira na SN 2010jl continuar a seguir a tendência observada, 25 anos depois da supernova explodir a massa total de poeira será cerca de metade da massa do Sol; ou seja, semelhante à massa de poeira observada em outras supernovas, como a SN 1987A.
"Anteriormente tínhamos dois fatos bastante discrepantes: os astrônomos observavam bastante poeira nos restos de supernova deixados depois das explosões mas, por outro lado, encontravam apenas evidências da formação de pequenas quantidades de poeira nestas explosões. Estas novas observações explicam como é que esta aparente contradição pode ser resolvida", conclui Christa Gall.
Supernova SN 2010jl
A supernova SN 2010jl, de brilho incomum, resultou da morte de uma estrela massiva, que explodiu na pequena galáxia UGC 5189A, observada pela primeira vez em 2010.
Ela está classificada como uma supernova do Tipo IIn, que resultam da explosão violenta de uma estrela massiva, com pelo menos oito vezes a massa do Sol.
O "n" - do Tipo IIn - significa estreito (narrow em inglês), descrevendo supernovas que apresentam linhas estreitas de hidrogênio no seu espectro. Estas linhas resultam da interação entre o material ejetado pela supernova e o material que já se encontrava rodeando a estrela.
fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=supernova-produz-poeira-cosmica
segunda-feira, 2 de junho de 2014
ESTRESSE PODE AFETAR A PRODUÇÃO DE ESPERMA, AFIRMA ESTUDO
O estresse, além de afetar a rotina, pode gerar problemas para quem planeja ter filhos. Uma pesquisa publicada na revista "Fertility and Sterility" aponta a existência de uma associação entre o estresse e a qualidade do sêmen do homem. Segundo o estudo, viver dois ou mais eventos estressantes ao longo de um ano pode alterar a motilidade (locomoção), forma e concentração do esperma.
O estudo foi feito com 193 homens, entre 38 e 49 anos, que forneceram amostras de esperma e informações detalhadas sobre acontecimentos estressantes vivenciados por eles, subjetiva e objetivamente. De posse dessas informações, os pesquisadores cruzaram os dados com o histórico de saúde reprodutiva do pesquisado e suas preocupações com fertilidade, descobrindo assim essa associação entre o estresse e a qualidade do sêmen.
"Homens que se sentem estressados são mais propensos a ter menores concentrações de esperma em sua ejaculação. Além disso, o esperma fica disforme, o que prejudica a motilidade. Esse déficit pode estar associado a problemas de fertilidade", explicou o pesquisador Pam Factor-Litvak, PhD e professor associado de epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública Mailman, na Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos.
Apesar de o estudo não ter como objetivo demonstrar uma relação direta entre os dois fatores, os pesquisadores afirmam que o estresse tem efeito oxidativo e os hormônios chamados de glicocorticoides podem ser acionados diante de uma situação de estresse, o que pode afetar a produção de testosterona e esperma. Segundo o estudo, a tensão laboral também está associada à diminuição de testosterona.
Estudos recentes mostram que o estresse não é a única causa do problema. Um estudo da Universidade de Harvard apresentado na conferência da Sociedade Americana para Medicina Reprodutiva em 2013 mostrou que o consumo de carne processada está associado à diminuição da qualidade do esperma. Outras pesquisas têm mostrado que a qualidade do esperma também cai quando o homem assiste mais de 20 horas por semana de televisão e quando está com sobrepeso.
FONTE: http://zip.net/bnny9M
domingo, 25 de maio de 2014
A ÁGUA QUE VC NÃO VÊ
Você sabia que muita coisa que comemos tem como principal ingrediente a água? Alguns alimentos são produzidos com muita água e outros nem tanto.
Na figura abaixo, veja os alimentos e a quantidade de água usada na sua produção:
fonte:vocesabia
quinta-feira, 10 de abril de 2014
DESCOBERTO BACTÉRIA QUE "PRODUZ" OURO
Uma descoberta canadense mostrou que a bactéria Delftia acidovorans é capaz de “produzir” ouro a partir de partículas minúsculas do metal e criar estruturas sólidas complexas similares a pepitas. Os estudiosos divulgaram os resultados na revista “Nature Chemical Biology”.
A bactéria em questão solidifica o ouro solúvel em seu exterior quando está em uma solução em que há partículas do metal, ou seja, o que o micro-organismo faz é transformar essas substâncias em uma massa de ouro bastante similar às verdadeiras.
Delftia acidovorans
Os cientistas responsáveis pelo projeto são da Universidade mcMaster de Hamilton, em Ontário, no Canadá. Um dos autores, o pesquisador Nathan Magarvey, explicou que, ao analisarem a bactéria, eles constataram que ela expele uma molécula (a delftibactina) que é capaz de fazer precipitar os íons do ouro em suspensão na água para criar estruturas sólidas.
Este processo ocorre em alguns segundos, basta que a temperatura seja ambiente e haja condições de acidez neutra. A molécula expelida pela bactéria é muito mais eficiente do que os produtos utilizados na indústria para produzir nanopartículas de ouro, de acordo com os cientistas.
A Delftia acidovorans é encontrada junto a Cupriavidus metallidurans, outra bactéria que acumula pequenas partículas de ouro no seu interior. Os estudiosos afirmam que as bactérias desempenham uma função importante no acúmulo e no depósito do ouro na origem das pepitas.
FONTE:Ciclo Vivo
sábado, 22 de março de 2014
RÚSSIA COMEÇA A PRODUZIR OSSOS ARTIFICIAIS
Cientistas russos desenvolveram um substituto nanocerâmico de ossos naturais. As próteses nanocerâmicas não são rejeitadas pelo organismo humano.
O material nanocerâmico pode servir para substituir quaisquer ossos. As próteses nanocerâmicas serão várias vezes mais baratas do que as de outros materiais e, portanto, acessíveis a todos os setores da população.
Os testes pré-clínicos realizados em animais mostraram resultados altamente promissores: as pequenas próteses nanocerâmicas verificam uma incorporação completa. Atualmente, os especialistas estão preparando ensaios clínicos, após o qual se poderá proceder à obtenção de licença e iniciar a produção de ossos artificiais.
FONTE: http://portuguese.ruvr.ru/
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