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sábado, 22 de abril de 2017

USO EXCESSIVO DE SMARTPHONE PODE PREJUDICAR A VISTA

Pessoas que passam muito tempo "vidradas" em seus smartphones podem estar aumentando os riscos de danos aos olhos, advertem oftalmologistas britânicos. O alerta diz respeito também ao uso excessivo de outros dispositivos como computadores, tablets e TVs de tela plana, que pode provocar danos de longo prazo. A advertência deriva de uma pesquisa britânica feita com 2 mil participantes, que indica que pessoas com menos de 25 anos checam seus telefones 32 vezes por dia. "A luz azul violeta que brilha na tela dos smartphones é potencialmente perigosa e tóxica à parte de trás de seus olhos", diz o oftalmologista Andy Hepworth. "Por isso, uma longa exposição pode, potencialmente, causar danos aos olhos." Segundo ele, testes mostraram que exposição à luz azul violeta em excesso pode nos colocar em maior risco de degeneração macular, uma das principais causas de cegueira.

Olhos fixos na tela

Oftalmologistas afirmam também que, apesar da "boa" luz azul (azul turquesa) ser necessária para ajudar a regular o relógio biológico, acredita-se também que uma longa exposição à luz azul violeta pode afetar os padrões de sono e o humor. "Embora não tenhamos certeza se há uma ligação direta entre essa exposição e problemas oculares, há fortes evidências de laboratório que podem, potencialmente, provar isso", acrescentou Hepworth. "É a combinação de não piscar o suficiente e colocar o dispositivo a uma distância menor do que você normalmente colocaria outros objetos. Isso força a vista." O levantamento, encomendado por um grupo de oftalmologistas independentes, descobriu que, em média, um adulto passa cerca de 7 horas por dia com os olhos fixos em uma tela, e quase metade deles se sente ansioso quando está longe de seu telefone. Estatísticas também sugerem que 43% das pessoas com menos de 25 anos sentem uma verdadeira irritação, ou ansiedade, quando não podem checar seu telefone quando desejam.

Dores de cabeça

Alana Chinery, de 18 anos, nunca está longe de seu smartphone. "Percebi que minha visão está ficando pior após longos períodos olhando para as telas do celular e do computador", disse. "Eu estou tendo mais dores de cabeça." Amanda Saint, que também é oftalmologista, diz que o conselho é simples. "Faça testes de vista regularmente, e faça pausas regulares quando estiver usando seu computador e dispositivos móveis." fonte: bbc.com/portuguese/noticias/2014/04/140401_uso_excessivo_smatphone_prejudica_vista_an

domingo, 2 de abril de 2017

QUE DIFERENÇA FAZ QUAD, OCTA E DECA-CORE PARA O DESEMPENHO DO SEU SMARTPHONE?

Desde o auge dos computadores pessoais, vemos uma corrida por parte dos fabricantes de processadores em busca de chips mais velozes, o que impulsionou rapidamente as frequências de clock dos mega para os giga-hertz. Com a chegada dos smartphones, celulares que são verdadeiros computadores de bolso, essa disputa por chips mais poderosos migrou para a palma da mão dos usuários. Muitos consumidores começam a se familiarizar com termos como quad-core, octa-core e deca-core, que se referem à quantidade de núcleos que um chip possui. Mas, afinal, o que essa característica influencia na performance do seu celular? Quanto mais núcleos você incluir em um processador, melhor será o seu desempenho? O simples fato de ter mais núcleos no chip não é suficiente para dizer que um smartphone terá uma performance melhor que a de um aparelho com menos núcleos. Na prática, é possível encontrar, por exemplo chips dual-core que funcionem melhor que um quad-core. É importante ressaltar que há vários fatores a considerar. Para começar, velocidade não é tudo. Como bem sabemos, o smartphone virou um equipamento imprescindível, que carregamos o tempo todo e que precisa funcionar o dia inteiro. Por isso, precisa ter autonomia e equilíbrio. Ou seja, não adianta ter um processador extremamente poderoso rodando no seu aparelho se esse chip consumir muita energia. Queremos ter um celular que aguente uma maratona, não uma corrida de 100 metros, certo? Além da questão da eficiência energética, agravada por telas cada vez maiores, aplicativos que exigem cada vez mais capacidade de processamento e consumidores que não gostam de grandes baterias, é preciso estar atento também à questão da eficiência térmica. A maior capacidade de processamento, além de gastar mais, gera o aquecimento do chip. E estamos falando de unidades que não contam com os grandes coolers (ao contrário do que acontecia nos desktops, quando era possível refrescar o processador com ventiladores). Os fabricantes de chips têm adotado soluções distintas para lidar com esses desafios. Uma das principais tendências é a adoção de vários núcleos. Na arquitetura conhecida como big.LITTLE, uma das mais populares, é possível encontrar modelos octa-core com dois grupos, com 4 núcleos cada (que se revezam nas tarefas). Os núcleos mais poderosos funcionam para recursos mais exigentes, como games, por exemplo, enquanto os menores dão conta das atividades triviais, que exigem menor poder de processamento, como enviar um e-mail ou trocar mensagens no WhatsApp. Porém, como esses núcleos atuam em grupos de quatro, há desperdício de energia em alguns momentos. É como se você mandasse 4 pessoas buscarem uma caixa do outro lado da rua sabendo que apenas uma delas já daria conta do recado. Uma das melhores soluções é a adoção de um sistema linear (encontrado em arquiteturas de CPU como true octa-core e deca-core, que trabalham com 8 e 10 núcleos, respectivamente), com grupos de núcleos que podem atuar de forma independente. Eles entram em ação conforme o aparelho necessita, trabalhando também de forma individual. Assim o usuário não enfrenta desperdício e a bateria dura mais. Ou seja, a arquitetura escolhida faz muita diferença. De forma semelhante ao que aconteceu com os computadores, quando os consumidores procuravam se informar sobre itens como velocidade do chip, memória RAM disponível e capacidade de armazenamento para realizar uma boa compra, começamos a notar que os usuários de smartphone também estão se familiarizando com as configurações dos celulares. Esse comportamento já é forte em países como a China e começa a ganhar corpo no Brasil. De maneira geral, para garantir o investimento na hora da compra, vale estar atento ao seguinte: * Busque modelos com processadores com arquiteturas mais modernas. Eles consomem menos energia e permitem leitura mais rápida das informações. * Gerações mais novas de sistemas operacionais – Elas têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes. * RAM – Quanto mais “pesado” for um aplicativo, maior será a exigência por essa memória. * Memória interna – Um aparelho com pouco espaço para o armazenamento também pode comprometer o desempenho. A corrida por chips mais eficientes não para. Vale à pena conhecer os competidores e sua armas, para não apostar suas fichas no smartphone errado. (*) Samir Vani é Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores FONTE:http://idgnow.com.br/mobilidade/2017/03/24/que-diferenca-faz-quad-octa-deca-core-para-o-desempenho-do-seu-smartphone/

sábado, 25 de março de 2017

CONHEÇA 5 TRUQUES PARA FAZER SEU SMARTPHONE RECARREGAR MAIS RÁPIDO

Seu smartphone já ficou sem bateria justo quando você vai sair e não vai ter como carregar no meio do caminho? Olha esses truques de como fazer seu smartphone carregar mais rápido:

1. Modo avião ou celular desligado

Gente, ativar o modo avião ou desligar o aparelho faz com que o celular carregue mais rápido. Isso acontece porque várias funções que gastam bateria, como Wi-Fi e Bluetooth, ficam desligadas. Mas olha só, se você fizer isso, vai ficar sem receber ligações e mensagens enquanto não ligar o celular ou desativar o modo avião, tá?

2. Desative funções desnecessárias

Se você não quer ficar sem receber ligações, então desative funções desnecessárias enquanto o celular está carregando, como o Wi-Fi, Bluetooth, localização e aplicativos que ficam rodando em segundo plano. Aproveite para fechar os aplicativos que você não está usando.

3. Modo economia

Uma dica bem legal para fazer o celular carregar rapidinho é ativar o modo de economia de bateria. Assim, o próprio celular irá fazer alguns ajustes que irão ajudar na hora da recarga.

4. Tomada

Sabia que o smartphone carrega mais rápido se estiver conectado na tomada do que no computador? É que as portas USB tem uma taxa de transferência de energia menor e o computador ainda limita o quanto de energia vai ser usado para recarregar o aparelho. FONTE:https://olhardigital.uol.com.br/lu-explica/noticia/5-truques-para-fazer-seu-smartphone-recarregar-mais-rapido/66152

APRENDA COMO LIMPAR CORRETAMENTE A TELA DO SMARTPHONE E DO NOTEBOOK

Manter as telas dos seus dispositivos limpas é uma ótima forma de conservar melhor os aparelhos e até evitar doenças. No entanto, nem todo mundo sabe como fazer isso de forma correta e tem medo de acabar estragando os gadgets. Abaixo, o Olhar Digital ensina como fazer isso sem gastar dinheiro (ou sem gastar muito) e sem estragar seus celulares e computadores. Se não quiser gastar, a higienização do dispositivo pode ser feita usando apenas um pano de microfibra – daqueles de limpar os óculos – limpo e bem levemente umidificado com água para retirar as impurezas. Certifique-se de que todas as entradas do celular estão protegidas. Evite o uso de materiais como álcool e produtos de limpeza, já que eles podem causar manchas. Lembre-se de desligar o celular antes de realizar o procedimento. Também não use lenços, papel toalha ou qualquer outro tipo de pano que não seja composto de algodão. Eles podem riscar a tela do aparelho. Se estiver com dificuldade de realizar a limpeza desse jeito, você pode optar por comprar produtos adequados para a higienização das telas dos smartphones. Eles não são caros e podem ser encontrados por R$ 5 em lojas na internet. Siga as instruções de uso de cada produto e não exagere na quantidade. FONTE:https://olhardigital.uol.com.br/noticia/como-limpar-corretamente-a-tela-do-smartphone-e-do-notebook/66494

sábado, 17 de setembro de 2016

COMO UM SMARTPHONE PODE DETECTAR A ANEMIA

O smartphone irá se transformar em um equipamento médico indispensável, principalmente nos países pobres em que os cuidados com a saúde, infelizmente, são precários. A mais recente evidência dessa transformação está prestes a ser apresentada: uma nova maneira de detectar a anemia de forma não invasiva, sem a necessidade de usar equipamentos caros ou da pessoa ter que ir a um laboratório para fazer o exame. Essa nova técnica utiliza apenas um smartphone e uma fonte de luz, e está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Washington, que deram o nome de HemaApp ao aplicativo. A pessoa precisa apenas colocar a ponta do dedo sobre a câmera do dispositivo e o LED será ativado para iluminar o dedo e, assim, permitir que o app capture imagens para uma análise quase instantânea. A tecnologia foi desenvolvida no laboratório de Shwetak Patel, líder do projeto e professor em ciências da computação e engenharia dessa universidade. O Hema App mede os níveis de hemoglobina de forma não-invasiva, apenas iluminando o dedo do paciente com a câmera de um smartphone. (Crédito: Dennis Wise / Universidade de Washington).

O acesso à saúde

A anemia – condição na qual a quantidade de hemoglobina no sangue está abaixo do normal – é causada principalmente pela desnutrição e é extremamente comum em países pobres. A Organização Mundial de Saúde estima que há dois bilhões de pessoas anêmicas no mundo. O HemaApp poderá ser uma alternativa viável em lugares que não têm acesso à realização de exames.
[O aplicativo] seria útil em muitos lugares onde há alta penetração de smartphones e muitas pessoas anêmicas, como na Índia; agentes comunitários de saúde poderiam usá-lo em lugares com pouca penetração, em áreas rurais, onde a anemia afeta muitas pessoas, como a África Ocidental.” – Caroline Buckee, professora assistente e epidemiologista de Harvard.
O novo app também tem potencial para diminuir a frequência de coleta de sangue de pessoas que precisam realizar exames regularmente, como pacientes em tratamento para leucemia ou que passaram por um transplante de órgão. Vislumbrando as dificuldade de acesso á saúde e possíveis soluções, Patel está explorando formas para tornar alguns testes simples mais acessíveis com o uso do smartphone e de seus sensores. Ele desenvolveu outro aplicativo que usa o microfone do dispositivo para controlar a respiração de uma pessoa enquanto ela dorme. Também criou outro que pode detectar a icterícia em um recém-nascido usando a câmera de um smartphone e um cartão de referência com código de cores. Todos os seus sistemas dependem de algoritmos de aprendizado de máquina para reconhecer os sintomas a partir das leituras do sensor. No caso do HemaApp, Patel e os seus colegas constataram que a câmera de um smartphone Nexus 5 poderia medir a hemoglobina através da captura da luz que passa através do dedo de uma pessoa. O sistema foi treinado para reconhecer alterações na cor do sangue do dedo, indicando que pode haver uma deficiência de células vermelhas. Em resumo, o que o HemaApp faz é analisar a cor das imagens capturadas com a câmera do smartphone para dar uma estimativa dos níveis de hemoglobina, o que permite ao médico identificar um quadro de anemia.

A precisão do teste

Em 31 testes realizados em colaboração com o Hospital Infantil de Seattle, eles viram que o novo sistema funcionou tão bem quanto o Masimo Pronto, outro medidor de hemoglobina não invasivo, aprovado pelo FDA. Porém, não foi tão preciso quanto um teste de sangue convencional. O índice de precisão do aplicativo na medição da hemoglobina ficou em 69% quando somente o smartphone (Nexus 5) foi usado. O índice alcançou 74% com o uso complementar de uma lâmpada incandescente e 82% com a conexão de um conjunto de LEDs ao aparelho. Para efeitos comparativos, o Masimo Pronto alcança 81%. Esses índices podem variar de acordo com a capacidade técnica de cada modelo. A cor da pele também pode influenciar nos resultados, embora os pesquisadores já estejam trabalhando em algoritmos que consigam distinguir as características físicas das propriedades do sangue.

O que os especialistas pensam

Ulrich Timm, professor na Universidade de Rostock, na Alemanha, que estudou o uso de sistemas de detecção baseadas em LED para rastreamento de hemoglobina, diz que essa tecnologia seria muito útil para os centros de doação de sangue ou home cares. As mulheres grávidas também poderiam monitorar com mais facilidade o níveis de hemoglobina. No entanto, Timm questiona o grau de precisão, dada a resolução espectral da maioria das câmeras dos smartphones. Caroline Buckee, professora assistente e epidemiologista de Harvard que estuda maneiras dos dispositivos móveis serem utilizados na saúde, diz que o sistema parece promissor, mas adverte que nem sempre é simples implantar e dimensionar uma solução assim. E ela concorda com Timm: a precisão seria uma preocupação chave.

Preenchendo lacunas

Pelo fato do HemoApp não ser 100% preciso, os exames convencionais deveriam continuar sendo realizados, pelo menos nos casos mais sérios. Mas, sem dúvida, esse aplicativo pode reduzir custos operacionais, dar comodidade aos pacientes e auxiliar o trabalho dos médicos ao oferecerem resultados rápidos. Para Patel, o intuito do HemaApp e de outros apps médicos não é substituir os laboratórios, mas preencher lacunas. fonte: http://ofuturodascoisas.com/como-um-smartphone-pode-detectar-a-anemia/

domingo, 7 de agosto de 2016

QUE TAL USAR O SEU OLHO EM VEZ DE SENHA PARA FAZER LOGIN NO CELULAR?

Lembrar senhas pode ser uma dor de cabeça. Por que então não fazer login no seu gadget apenas com um escaneamento do seu olho? O hardware e o software para tornar a leitura da íris um recurso chave está começando a chegar aos smartphones e PCs. O processo é simples: um scanner infravermelho em um aparelho vai escanear a sua íris, e verificar sua autenticidade com base em informações criptografadas armazenadas no dispositivo. Esse é um recurso de destaque do novíssimo Samsung Galaxy Note 7, smartphone top de linha apresentado nesta terça-feira, 02/08. O aparelho possui um scanner de íris acima da sua tela. Há um sentimento de desconforto sobre um flash de luz projetado no seu olho, mas especialistas acreditam que o scanner de íris é uma forma de autenticação biométrica mais segura do que impressão digital. Apesar de ser o mais conhecido, o Galaxy Note 7 não é o primeiro smartphone com a funcionalidade. Os aparelhos Arrows NX F-04G, da Fujitsu, e o Lumia 950 XL, da Microsoft, foram lançados em 2015 com o recurso. Segundo o cientista biométrico Asem Othman, do Hoyos Labs, o scanner de íris só deve chegar aos iPhones em 2018. A Microsoft está avançando nesta área com o uso do scanner de íris como uma forma de fazer login em PCs e celulares Windows 10 por meio do sistema de autenticação biométrica Windows Hello. O objetivo da empresa é acabar com as senhas com o Windows Hello, que também oferece escaneamento de impressão digital e autenticação de padrões. A leitura biométrica da íris já é usada há anos para verificar identidades, mais notavelmente em aeroportos. Mas possui algumas limitações. Não pode ser usada como um recurso de verificação para pessoas cegas ou com catarata. E fatores como iluminação ruim ou interferências de cílios, por exemplo, podem levar a resultados errôneos, alerta o SANS Institute. A íris fica atrás da córnea do olho e é responsável por controlar a quantidade de luz que chega à retina. É o único órgão interno prontamente visível na parte externa de uma pessoa, aponta Othman. “Ao contrário da impressão digital, capturar a íris via biometria é como tirar uma foto, e expressões faciais e efeitos da idade não consegue alterar o seu padrão com facilidade”, destaca o especialista. O scanner de íris está chegando primeiro aos smartphones top de linha, já que pode ser caro colocar os componentes necessários para a leitura biométrica em celulares mais baratos, em parte porque a tecnologia ainda é nova. E um smartphone com o recurso também demanda um processador poderoso. A aceitação da tecnologia também é uma questão de tornar a leitura biométrica do olho algo palatável para os usuários padrão. A Apple transformou os leitores de impressão digital em uma tendência com o Touch ID. A Samsung está trabalhando com empresas como Bank of America para integrar a leitura da íris na experiência de mobile banking com o Note 7. Hackear um scanner de íris, mas demandaria muito esforço, explica o consultor sênior de segurança da IOActive, Andrew Zonenberg. Será difícil para criminosos comuns violar um aparelho travado por biometria com íris, afirma. “A íris é melhor do que a impressão digital porque você não deixa sua marca em tudo para onde olha, ao contrário dos traços de impressão digital que ficam para trás”, destaca. Mas pesquisas já mostraram que técnicas de escaneamento de olho podem ser burladas. Técnicas especiais de enganação podem ser usadas para que sistemas aceitam leituras de íris. Para se proteger disso, o governo dos EUA (pela IARPA) vai começar a financiar o desenvolvimento de sistemas de autenticação biométrica perfeitamente seguros que consigam detectar qualquer pessoa tentando “imitar a sua identidade biométrica”. Por fim, vale notar que ainda não se sabe sobre possíveis problemas de saúde relacionados ao scanner de íris. FONTE: http://idgnow.com.br/mobilidade/2016/08/03/que-tal-usar-o-seu-olho-em-vez-de-uma-senha-para-fazer-login-no-celular/

sábado, 3 de outubro de 2015

CONHEÇA 5 RAZÕES PELAS QUAIS O SMARTPHONE PODE ESTAR ARRUINANDO A SUA VIDA

Nos últimos anos os “celulares inteligentes” se popularizaram bastante em vários países do mundo, inclusive no Brasil. Tanto que os smartphones se tornaram figuras inseparáveis dos indivíduos. Tanto é que dar aquela olhadinha no celular costuma ser a primeira coisa que grande parte das pessoas faz ao acordar e antes de dormir. Além disso, as redes sociais e vários tipos de aplicativos se tornaram praticamente essenciais. Usamos o celular pra olhar em que horário o ônibus vai passar, como chegar naquele restaurante ou saber qual é a farmácia mais próxima, para encontrar um namorado ou namorada etc. Com tudo isso, muita gente, incluindo-se aí os especialistas, começaram a questionar: será que esse uso constante dos smartphones não infere demais no dia-a-dia das pessoas? Dependendo da maneira com a qual você usa o aparelho, ele pode estar desencadeando coisas negativas sim, como os que mostraremos a seguir. Eles foram apontados pela revista“Social Psychology”.

1. Memória ruim

Você sabe o número de telefone das pessoas próximas a você de cabeça? Muitas pessoas sabem no máximo o telefone de casa ou da mãe. Como podemos conseguir qualquer número de contato em apenas um clique, não fazemos muita questão de saber quais são ou memorizá-los, o que acontecia antes. Além de, de certa maneira, não estarmos treinando a memória como antes, não dar um segundo de descanso para o cérebro também pode ser um problema. Isso porque o cérebro precisa de um tempo para guardar uma memória e quando usamos o celular sem parar não damos esse tempo a ele, o que faz com que a memória possa ficar não tão boa assim.

2. Dormir mal

Você tem problemas para dormir? A insônia pode ser causada por vários motivos, inclusive pelo uso exagerado do celular. Isso mesmo! Usar o smartphone antes de dormir pode fazer com que a liberação de hormônios que fazem bem para o sono seja prejudicada. A razão para isso é que a luz emitida pelos dispositivos não permite que o corpo secrete a quantidade adequada de melatonina, que é o hormônio que nos induz a dormir e faz com que você acorde com disposição pela manha.

3. Ficar menos inteligente

Ter o celular sempre por perto pode ser o motivo por trás do seu mal desempenho na escola ou por falhas que você comete durante o seu expediente, principalmente nas tarefas que exigem um raciocínio lógico. A descoberta foi feita por Cientistas da Universidade de Southern Maine, que submeteram um grupo de voluntários a uma série de testes que requeriam pensamento lógico para a resolução de problemas. Metade deles estava com o smartphone por perto, mas não ao alcance dos olhos, já a outra metade colocou o celular sobre a mesa. Os que estavam com o celular à vista, tiveram um resultado 20% mais baixo. Além disso, outro dado revelado pelo teste apontou que o uso das redes sociais e ferramentas de busca nos smartphones faz com que as pessoas tenham um vocabulário menos diverso e menores habilidades de compreensão e leitura.

4. Não ter amigos reais

Outro malefício que os celulares estariam causando diz respeito a vida social. Já tentou conversar ou ter um momento em companhia de alguém que não largava o celular? Essa situação é bastante comum hoje em dia. O grande problema é que quando você não deixa de lado o celular, as pessoas vão se distanciar. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Essex, pessoas que mantem o smartphone por perto durante uma conversa demonstram ser menos confiáveis e atentas, além de não apresentarem vontade de se aprofundarem em uma amizade verdadeira.

5. Ansiedade

Quantas vezes por dia você confere o celular para saber se alguém te mandou uma mensagem instantânea, curtiu sua foto etc? Essa necessidade de saber o que está acontecendo nas redes sociais e conferir os aplicativos pode desencadear ansiedade. Por isso muitas pessoas praticamente entram em desespero quando o celular está prestes a ficar sem bateria e não podem recarregá-lo no momento. Grande parte das pessoas têm um verdadeiro vício pelo smartphone. FONTES:Fatos Desconhecidos // vocesabia.net/comportamento/5-razoes-pelas-quais-o-smartphone-pode-estar-arruinando-a-sua-vida/

sábado, 12 de setembro de 2015

CONHEÇA O LASER PARA SMARTPHONE QUE CONSEGUE MEDIR TUDO QUE ESTIVER NUMA FOTO

Reformas envolvem lixar e pintar paredes e todo o lance da construção, mas uma das coisas mais chatas é ter que ficar medindo o tamanho dos cômodos. Mas se você estiver disposto a desembolsar 560 dólares, agora existe um novo jeito de fazer medidas e ele quase parece mágica. Trata-se de um acessório para smartphone chamado Spike: ele usa lasers, GPS e outro sensores para medir automaticamente qualquer coisa que você fotografe.
Uma vez que ele usa uma conexão Bluetooth com seu smartphone, o Spike funciona tanto com o Android quando com o iOS, desde o celular tenha GPS. O aparelho tem um laser, uma bússola 3D, sua própria bateria recarregável e usa tudo isso para criar uma medição aproximada do tamanho de objetos e estruturas que estejam em qualquer lugar num raio de 180 metros. Como não poderia deixar de ser, existe um probleminha: por “medição aproximada”, nós queremos dizer que o Spike tem uma margem de erro de 8 polegadas, para mais ou para menos. Quanto mais perto o objeto estiver, mais acurada fica a medição. Mesmo assim, ele ainda parece um gadget muito bom, principalmente porque as dimensões dos objetos são automaticamente sobrepostas à foto que você tirar. Além disso, você pode exportar as medidas e criar um modelo 3D no SketchUp. FONTE: curioso.blog.br/post/laser-smartphone-consegue-medir-estiver-numa-foto/

domingo, 12 de julho de 2015

NOVA TECNOLOGIA PODE DEIXAR SMARTPHONE MAIS RÁPIDO E AUMENTAR VIDA ÚTIL DA BATERIA

Pesquisadores da Universidade de Hanyang, na Coreia do Sul, desenvolveram uma tecnologia que pode melhorar significativamente a velocidade e a expectativa de vida da bateria de smartphones. O principal princípio da tecnologia é o fato de ela não registrar dados desnecessários nos dispositivos. O professor You-jip Won, líder da pesquisa, confirma o que muita gente já desconfia: os smartphones vão ficando mais lentos com o passar do tempo. De acordo com Won, isso acontece por conta da tarefa de armazenar e apagar dados repetidos na memória flash. A novidade consegue reduzir drasticamente a quantidade de dados gravados. Em testes, os pesquisadores constataram uma melhora de 14 vezes na velocidade dos smartphones e um aumento de quase 40% no ciclo de vida da bateria. Os resultados da pesquisa serão apresentados em uma conferência na Califórnia. FONTE: megaarquivo.com/2015/07/12/11-581-mega-byte-tecnologia-pode-deixar-smartphone-mais-rapido-e-aumentar-vida-util-da-bateria/

sábado, 27 de junho de 2015

NEURALGIA OCCIPITAL: A DOENÇA CAUSADA PELO SEU SMARTPHONE

Você têm sentido dores de cabeça muito fortes? Se você descreveria essa dor como pontadas latejantes na cabeça, talvez a culpa seja do seu smartphone. Essa condição se chama “neuralgia occipital” Os nervos occipitais emergem da coluna vertebral na parte de trás do seu pescoço e se ramificam ao longo de todo o seu couro cabeludo. De acordo com a Dra. Myrna Cardiel, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, a neuralgia occipital é uma condição que acontece quando a base desses nervos se tornam comprimidas ou danificadas. Isso resulta em uma dor crônica muito chata, que muitas vezes dá uma sensação de queimação na cabeça, na parte traseira ou na lateral. Em casos mais graves, a dor pode se espalhar por todo o couro cabeludo.

O que causa neuralgia occipital e o que o seu smartphone tem a ver com isso?

Essa condição tem tudo a ver com postura e é fortemente presente em pessoas que trabalham em laptops, ou olhando para telas posicionadas de forma errada. Todos os movimentos que você faz que podem esticar seus músculos do pescoço podem ser a causa dessa doença. Em muitas pessoas, o que lhes faz ficar com o pescoço levemente abaixado o dia inteirinho é o smartphone. Essa extensão do corpo humano, que facilita nossa vida em tantos casos, é apontada como a causa principal de neuralgia occipital. De acordo com a Dra. Cardiel, neurologista há mais de 10 anos, os casos dessa condição se multiplicaram em escala exponencial depois da popularização desses tipos de celulares.

Tratamento

Felizmente, existe um tratamento simples para neuralgia occipital – mas não é uma cura. A Dra. Cardiel recomenda a aplicação de uma injeção de analgésicos nos nervos acima do pescoço – o que deixa a parte de trás da cabeça completamente dormente. O medicamento se espalha através dos nervos e bloqueia o envio de sinais que causam dores de cabeça por esse motivo. Vale lembrar que, antes de você surtar por achar que pode ter neuralgia, procure um médico. OS neurologistas são os mais indicados para avaliar seu caso, e recomendar o tratamento mais eficiente. Durante a consulta, o médico deve perguntar coisas sobre sua postura e hábitos diários, posições preferidas para dormir, com o que você trabalha, e essas coisas todas. Seja sincero. E, acima de tudo, confie no profissional. fonte:gizmodo.com/my-smartphone-gave-me-a-painful-neurological-condition-1711422212

sábado, 23 de maio de 2015

CONHEÇA 3 DICAS SIMPLES PARA EVITAR QUE SEU SMARTPHONE SEJA INVADIDO

Olhando os dados fornecidos por empresas de segurança, o mundo parece que está na iminência de um apocalipse malware. De acordo com a McAfee, o número de programas maliciosos superou os 5 milhões no terceiro semestre de 2014. Já a Symantec, apontou que 1 milhão dos 6,3 milhões de aplicativos móveis estavam infectados em 2014. Menos que 0,5% dos 1 bilhão de dispositivos varridos pelo software de segurança da Google tiveram potencialmente uma aplicação perigosa instalada, de acordo com o relatório de segurança do Android de 2014. Aplicações nocivas em potencial incluem spyware, ransomware e aplicativos fraudulentos. A ideia é que smartphones e tablets têm a tendência de carregarem informações mais pessoais do que computadores, por exemplo. O que chamaria maior atenção e esforços de cibercriminosos. Uma grande parte de softwares maliciosos é encontrada em lojas de aplicativos de terceiros, populares em alguns países que são carregados com versões piratas de software ou cavalos de Tróia. Embora a Symantec descobriu e analisou 6,3 milhões de aplicativos móveis em 2014, existem apenas cerca de 1,5 milhões de aplicativos na Google Play e menos na App Store da Apple, de acordo com AppFigures, o que significa que dois terços das candidaturas de outras fontes compõem a maioria dos dados. Tendo no horizonte este volume de dados, recomendamos 3 passos para você evitar que o seu telefone seja infectado:

1. Utilize uma loja de aplicativos oficial

As lojas Google Play e App Store, da Apple, frequentemente são checadas à procura de softwares maliciosos. Usuários que baixem aplicativos para seus dispositivos apenas do Google Play, por exemplo, tem uma 0,1% chance de ter uma aplicação potencialmente perigosa comparada ao 0,7% para dispositivos que são baixados fora do Google. Baixar aplicações de outras lojas de aplicativos ou outro sites, dá a cibercriminosos uma abertura para instalar o seu próprio código. A maioria dessas lojas de aplicativos não funcionam com as mesmas funções de segurança como a Apple e Google. Rússia, por exemplo, é a líder de telefones infectados, com 3.75% de dispositivos contendo uma aplicação perigosa, de acordo com os dados do Google. Utilizar aplicativos de fora de lojas oficiais é um risco em potencial. “Aplicações potencialmente prejudiciais são de 7 a 10 vezes mais propensas a aconteceram fora do Google Play”, disse Adrian Ludwig, líder de engenharia da segurança para Android no Google.

2. Não use o jailbreak para o seu telefone

Dispositivos móveis vêm com uma série de medidas de segurança internas. Usando programas para remover as restrições tanto de operadoras quanto de fabricantes – uma atividade chamada de jailbreaking – pode levar a mercados mais livres, mas também prejudica muito a segurança que protege os dispositivos. A capacidade de manter que os aplicativos acessem dados protegidos e validar aplicações estão desativados em aplicativos desbloqueados por jailbreak. Da mesma forma, usuários que desbloqueiam seus aparelhos precisam confiar na sua própria capacidade proteger seus dados.

3. Atualize frequentemente

Vulnerabilidades, historicamente, não levam ao aumento de ataques a dispositivos móveis. O iOS da Apple era cerca de oito vezes mais vulnerável do que o Android em 2014, mas tem como alvo quase todos os malwares Android, de acordo com a recente Internet Security Threat Report da Symantec. O setor de software mobile, entretanto, está movimentando rapidamente e desenvolvedores tendem a empurrar a correções de bugs, incluindo problemas de segurança, com bastante frequência. Por esta razão, usuários deveriam atualizar seus softwares com a maior freqüência possível, e sempre buscar por atualizações. fonte: idgnow.com.br/internet/2015/05/22/tres-passos-simples-para-evitar-que-seu-smartphone-seja-invadido/

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

CONHEÇA A NOVA TELA DE SMARTPHONES INQUEBRÁVEL E FLEXÍVEL

A camada transparente de eletrodos na superfície do polímero pode ser extremamente resistente e flexível , suportando repetidas vezes a pressão do toque sobre a fita adesiva e testes de flexão , que prevê um smartphone touchscreen inquebrável.

Telas à prova de trincas

Você imagina um smartphone sem uma tela sensível ao toque? Difícil? Então tente algo mais fácil, como uma tela sensível ao toque mais fina, e muito mais resistente do que as atuais e, além disso, totalmente flexível.Pois ela já está pronta, ao menos em escala de protótipo. "O irritante problema das telas de smartphones trincadas pode ser resolvido de uma vez por todas com esta tela sensível ao toque e flexível," disse o Dr. Yu Zhu, da Universidade de Akron, nos Estados Unidos. "Esperamos que este filme vá para o mercado como um concorrente de verdade ao ITO." ITO é uma sigla para óxido de índio-estanho (Indium Tin Oxide), o material com que as atuais telas de smartphones são fabricadas. E mesmo sendo a grande inovação do hardware que tornou possíveis tantas funcionalidades de software, as telas de ITO sofrem de algumas debilidades graves. A principal é que elas se quebram, mas há também o fato de que são caras, sendo as maiores responsáveis pelo preço final dos aparelhos. A nova tela desenvolvida pela equipe do professor Zhu é feita com uma camada transparente de eletrodos depositados sobre uma superfície de polímero, o que a torna resistente e flexível, tendo resistido a mais de 1.000 flexões sem degradação. A película resultante oferece o mesmo grau de transparência que o ITO, mas apresenta melhor condutividade, o que significa que as telas responderão melhor a toques leves. Graças à flexibilidade, a tela pode ser fabricada em larga escala a um custo baixo, por meio de um sistema industrial contínuo por impressoras de rolo (roll-to-roll). Bibliografia: A Tough and High-Performance Transparent Electrode from a Scalable and Transfer-Free Method Tianda He, Aozhen Xie, Darrell H. Reneker, Yu Zhu ACS Nano Vol.: 8 (5), pp 4782-4789 DOI: 10.1021/nn500678b fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tela-smartphones-inquebravel-flexivel&id=010110140703

sexta-feira, 30 de maio de 2014

NOVO CHIP PERMITE QUE SEU PRÓXIMO SMARTPHONE USE QUALQUER CARREGADOR SEM FIO

Há diversos padrões de carregamento sem fio: o Qi é apenas um de muitos. Esta é parte da razão para a tecnologia ainda não decolar. Mas agora, a Broadcom desenvolveu um chip que permitiria a seu próximo smartphone usar qualquer carregador wireless. No mercado fragmentado de carregamento sem fio, você encontra os padrões PMA, Rezence, Qi e outros. O problema: é difícil para as fabricantes saberem qual vai durar. Então, em vez de incluir uma tecnologia que logo pode se tornar obsoleta, muitos apenas optam por deixá-la de lado. Aí entra o chip Broadcom BCM59350. Em primeiro lugar, ele é capaz de usar qualquer um dos padrões wireless atualmente disponíveis. Em segundo lugar, o chip pode suportar até 7,5 watts de potência ao invés dos habituais 5 W, então ele carrega dispositivos mais rápido. O chip está sendo disponibilizado para as fabricantes, mas a Broadcom ainda não diz quais planejam usá-lo – são parceiros “seletos”. O novo hardware certamente não vai resolver os problemas do mercado fragmentado – que precisa de um vencedor, ou de menos padrões e maior compatibilidade – mas ele pode impulsionar uma adoção maior do carregamento wireless. A Broadcom não indica quando os primeiros dispositivos começarão a aparecer no mercado, mas isso deve demorar entre seis a doze meses. FONTE: Broadcom