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domingo, 4 de junho de 2017
CO2 LIMPA ÁGUA SEM PRECISAR DE FILTRO
As partículas de sujeira - sejam biológicas ou inorgânicas - são atraídas para um lado da corrente (verde), deixando a água limpa sair por outro (azul). [Imagem: Stone et al.]
domingo, 7 de maio de 2017
ÁGUA É MANIPULADA E LIMPA APENAS COM LUZ
Tudo funciona a temperatura ambiente e usando materiais de baixo custo. [Imagem: Jose-Luis Olivares/MIT]
Separação de emulsão
Uma técnica simples, baseada no ingrediente comumente usados nos protetores solares, permite controlar a forma como a água se move sobre uma superfície usando apenas luz visível. Isso abre as portas para diversos tipos de tecnologia, da separação da água e do petróleo nas plataformas de perfuração e válvulas que podem ser reprogramadas na hora, nas indústrias químicas e refinarias, até dispositivos microfluídicos, como os biochips de diagnóstico médico, cujos canais e válvulas poderão ser controlados com precisão e sem hardwares adicionais para diferentes tipos de exames. Separar uma emulsão - óleo misturado em água, por exemplo - é tão mais difícil quanto mais os líquidos estiverem misturados - quanto mais finas forem as gotículas de cada um deles. Algumas vezes se utilizam técnicas eletrostáticas, mas elas consomem muita energia e não funcionam quando a água é altamente salina, como é frequentemente o caso envolvendo a indústria petrolífera. Por isso, Gibum Kwon, do MIT, decidiu pesquisar o uso de superfícies fotorresponsivas, ou seja, cujas reações à água podem ser alteradas pela exposição à luz. Ao criar superfícies cujas interações com a água - uma propriedade conhecida como molhabilidade - podem ser ativadas pela luz, Kwon e seus colegas descobriram que é possível separar diretamente a emulsão óleo-água fazendo com que gotículas individuais coalesçam e se espalhem pela superfície - quanto mais as gotas de água se fundem, mais elas se separam do óleo.Materiais fotorresponsivos
Materiais fotorresponsivos têm sido amplamente estudados e utilizados. Um exemplo é o ingrediente ativo na maioria dos filtros solares, o dióxido de titânio, também conhecido como titânia. Mas a maioria destes materiais, incluindo a titânia, responde principalmente à luz ultravioleta, e dificilmente à luz visível. E apenas cerca de 5% da luz solar está na faixa ultravioleta. Então os pesquisadores desenvolveram uma maneira de tratar a superfície de titânia para torná-la sensível à luz visível. Eles fizeram isso usando primeiro uma técnica de deposição camada por camada para construir uma película de partículas de titânia ligadas a um polímero, tudo sobre uma camada de vidro. Em seguida, eles recobriram o material com um corante orgânico simples por imersão, o mesmo tipo de corante usado nas células solares orgânicas. A superfície resultante mostrou ser altamente responsiva à luz visível, produzindo uma mudança na molhabilidade quando exposta à luz solar que é muito maior do que a da própria titânia. Quando ativado pela luz solar, o material torna-se muito efetivo em "desmulsificar" a mistura óleo-água - fazer com que a água e o óleo se separem um do outro. "Nós fomos inspirados pelo trabalho em fotovoltaica, onde a sensibilização por corante foi usada para melhorar a eficiência da absorção da radiação solar," disse o professor Kripa Varansi. "O acoplamento do corante às partículas de óxido de titânio permite a geração de portadores de carga sob iluminação, o que cria uma diferença de potencial elétrico entre a superfície e o líquido e leva a uma alteração nas propriedades molhantes." A emulsão água-óleo é quebrada em poucos minutos. [Imagem: Gibum Kwon et al. - 10.1038/ncomms14968]Autolimpante
Como o efeito fotorresponsivo é baseado no revestimento de corante, ele pode ser precisamente ajustado escolhendo entre os milhares de corantes orgânicos disponíveis. De acordo com a equipe, todos os materiais envolvidos no processo são disponíveis comercialmente e de baixo custo. E a molhabilidade controlável do material tem outro benefício: a superfície se torna autolimpante. Quando o material é forçado a passar de atrator de água (hidrófilo) para repelente de água (hidrofóbico), toda a água na superfície é expulsa, levando com ela quaisquer contaminantes que possam ter-se acumulado. Bibliografia: Visible light guided manipulation of liquid wettability on photoresponsive surfaces. Gibum Kwon, Divya Panchanathan, Seyed Reza Mahmoudi, Mohammed A. Gondal, Gareth H. McKinley, Kripa K. Varanasi. Nature Communications. Vol.: 8, Article number: 14968. DOI: 10.1038/ncomms14968. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=agua-manipulada-apenas-com-luz&id=010160170426sábado, 25 de março de 2017
APRENDA COMO LIMPAR CORRETAMENTE A TELA DO SMARTPHONE E DO NOTEBOOK
Manter as telas dos seus dispositivos limpas é uma ótima forma de conservar melhor os aparelhos e até evitar doenças. No entanto, nem todo mundo sabe como fazer isso de forma correta e tem medo de acabar estragando os gadgets. Abaixo, o Olhar Digital ensina como fazer isso sem gastar dinheiro (ou sem gastar muito) e sem estragar seus celulares e computadores.
Se não quiser gastar, a higienização do dispositivo pode ser feita usando apenas um pano de microfibra – daqueles de limpar os óculos – limpo e bem levemente umidificado com água para retirar as impurezas. Certifique-se de que todas as entradas do celular estão protegidas.
Evite o uso de materiais como álcool e produtos de limpeza, já que eles podem causar manchas. Lembre-se de desligar o celular antes de realizar o procedimento. Também não use lenços, papel toalha ou qualquer outro tipo de pano que não seja composto de algodão. Eles podem riscar a tela do aparelho.
Se estiver com dificuldade de realizar a limpeza desse jeito, você pode optar por comprar produtos adequados para a higienização das telas dos smartphones. Eles não são caros e podem ser encontrados por R$ 5 em lojas na internet. Siga as instruções de uso de cada produto e não exagere na quantidade.
FONTE:https://olhardigital.uol.com.br/noticia/como-limpar-corretamente-a-tela-do-smartphone-e-do-notebook/66494
sábado, 1 de outubro de 2016
CORAÇÃO: APRENDA LIMPAR SUAS ARTÉRIAS
As dicas para equilibrar a alimentação e controlar as taxas de colesterol parecem simples. Basicamente, é preciso diminuir o consumo de gorduras maléficas e aumentar o de alimentos naturais. Porém pouca gente sabe sobre os males que o colesterol alto pode causar ao coração e a real importância da alimentação equilibrada na prevenção e no controle do problema. reduzir o nível de colesterol é fundamental para manter o coração batendo forte.
Segundo pesquisa da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), apenas 10% dos paulistas conhecem os males do colesterol ruim e 85% não o consideram um fator de risco para problemas cardíacos.
Quando não controlado, o colesterol pode causar aterosclerose, prejudicar a circulação do sangue e até provocar infarto. “A aterosclerose é uma doença caracterizada pela obstrução dos vasos sanguíneos, causada pela formação de placas de ateroma, compostas principalmente pelo colesterol”, explica a cardiologista Viviane Cordeiro Veiga.
Cerca de 80% das doenças cardiovasculares podem ser evitadas com alimentação saudável, exercícios físicos e o não consumo de cigarros. Portanto, fique de olho nos alimentos mais poderosos e conheça seus efeitos benéficos, tanto para prevenir o colesterol alto quanto para baixar as taxas.
Quer variar? Aposte na linhaça
O sedentarismo é responsável por 54% das mortes por problemas vasculares.
Feijão-caupi, o novo herói
Também conhecido como feijão-fradinho ou feijão de corda, essa espécie possui uma proteína chamada vicilina que, associadas às fibras do alimento, é capaz de reduzir o colesterol. A descoberta foi feita pela nutricionista Carolina Frota, durante pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo. O estudo, feito com hamster (animais que tem o metabolismo semelhante ao do ser humano), mostrou que a ingestão do feijão e da proteína isolada são capazes de diminuir, respectivamente, 49% e 22% o colesterol total. A pesquisa continua, agora investigando os benefícios do feijão-caupi para a saúde das pessoas. O objetivo é investir na proteína isolada. Esse tipo de feijão combina com saladas e pode ser usado como ingrediente de feijoadas vegetarianas, por isso, é fácil incluí-lo na alimentação. Durante a semana, varie com outros tipos de leguminosas, que também são ricas em fibras.Cereal de todo dia
“A fibra solúvel da aveia reduz o colesterol ruim, limpando as artérias”, afirma a nutricionista Carolina Marques. Betaglucana é o nome dessa poderosa fibra que, quando ingerida, dissolve-se em água e forma um gel viscoso que capta o excesso de gorduras obtidas da alimentação e manda-o embora com as fezes. O consumo deve ser regular: pelo menos duas colheres (sopa) todos os dias. “O ideal é usar o farelo de aveia, onde as betaglucanas estão mais concentradas”, recomenda Carolina. Barato e versátil, o cereal pode ser acrescentado a diversos pratos prontos (sucos, sopas, saladas). A dica é polvilhar sobre salada de frutas – laranja, morango, kiwi e uvas são ótimas opções, pois contêm antioxidantes que reduzem a formação de placas de gordura nas artérias.Quer variar? Aposte na linhaça
Assim como a aveia, essas sementinhas dão um toque especial a saladas, sopas, massas, sucos, vitaminas, frutas e o que mais a imaginação permitir. Com sabor semelhante ao de castanhas, a linhaça é rica em ômega 3. “É um tipo de gordura insaturada que reduz o colesterol total e o LDL (o colesterol ruim) e aumenta o HDL (o colesterol bom). Também reduz a pressão arterial”, diz a nutricionista Lilian Speziali.
Cada 100 g de linhaça possui 33,5 g de fibras, o que também faz a diferença nas taxas de colesterol. Especialistas recomendam o consumo de duas colheres (sopa) diariamente. Como o organismo não consegue digerir facilmente as sementes inteiras, que possui casca resistente, o ideal é consumir em forma de farinha. Apesar de ser encontrada pronta no mercado, é melhor optar pelas sementes inteiras e triturá-las no liquidificador somente o que for consumir, já que perdem rapidamente os nutrientes em contato com o ar e a luz.
Mais vermelho no prato
O benefício mais famoso que o tomate exerce é a prevenção do câncer de próstata, já que o alimento é uma das melhores fontes de licopeno. A substância tem função antioxidante e é responsável pela coloração vermelha do tomate e de outros legumes e frutas, como pimentão, melancia e goiaba. Mas o licopeno faz muito mais pela saúde: inibe uma enzima que participa da produção do colesterol, colaborando com o controle e a redução de suas taxas.
2 quadradinhos por dia
Deliciar-se com um bombom pequeno ou dois quadradinhos de uma barra de chocolate vai além da melhora do humor. Afinal, esse doce tão querido por tanta gente é capaz de controlar as taxas de colesterol. Porém, o tipo e a quantidade vão determina se o chocolate fará bem ou mal à saúde do coração. A versão ao leite, por exemplo, tem grande quantidade de gordura e açúcar. Em excesso, eleva o peso corporal e a glicose no sangue. Já o tipo amargo é rico em polifenóis, substâncias antioxidantes que ajudam na redução do colesterol. Esse benefício se deve ao cacau, o dono dos antioxidantes. Por isso opte pelo chocolate com mais de 60% de cacau e consuma sempre em pequenas quantidades.
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.
Qual é o limite?
Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos.
Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo.
Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia:
Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral).
LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular.
HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres.
Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são:
Até 150 mg/dL = normal;
Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe;
Entre 200 e 500 mg/dl = elevado;
Maior que 500 mg/dl= muito elevado.
O que é VLDL?
Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês.
Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça.
Níveis do VLDL:
Desejável : Até 30 mg/dl;
Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl;
Elevado : 40 a 99 mg/dl;
Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.
O que faz o colesterol no organismo?
O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol.
O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos.
O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos.
Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia.
Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais.
Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim.
A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL.
Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL.
Veja esses exemplos:
Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL.
Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL.
Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.
Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?
LDL (colesterol ruim):
Menor que 100 mg/dL – Ótimo;
Entre 101 e 130 mg/dL – Normal;
Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto;
Entre 161 e 190 mg/dL – Alto;
Maior que 190 mg/dL – Muito alto.
HDL (colesterol bom):
Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim);
Entre 41 e 60 mg/dL – Normal;
Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo).
Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.
Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.
Escolha a gordura certa
O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas.
Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem.
Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas:
Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios.
Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições.
Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem.
Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.
Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!
Frutas para o coração
Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!
Antioxidantes em cachos
Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches.
Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.
Calorias do bem
Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado.
Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce.
FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/
Mais vermelho no prato
O benefício mais famoso que o tomate exerce é a prevenção do câncer de próstata, já que o alimento é uma das melhores fontes de licopeno. A substância tem função antioxidante e é responsável pela coloração vermelha do tomate e de outros legumes e frutas, como pimentão, melancia e goiaba. Mas o licopeno faz muito mais pela saúde: inibe uma enzima que participa da produção do colesterol, colaborando com o controle e a redução de suas taxas.
2 quadradinhos por dia
Deliciar-se com um bombom pequeno ou dois quadradinhos de uma barra de chocolate vai além da melhora do humor. Afinal, esse doce tão querido por tanta gente é capaz de controlar as taxas de colesterol. Porém, o tipo e a quantidade vão determina se o chocolate fará bem ou mal à saúde do coração. A versão ao leite, por exemplo, tem grande quantidade de gordura e açúcar. Em excesso, eleva o peso corporal e a glicose no sangue. Já o tipo amargo é rico em polifenóis, substâncias antioxidantes que ajudam na redução do colesterol. Esse benefício se deve ao cacau, o dono dos antioxidantes. Por isso opte pelo chocolate com mais de 60% de cacau e consuma sempre em pequenas quantidades.
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.
Qual é o limite?
Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos.
Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo.
Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia:
Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral).
LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular.
HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres.
Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são:
Até 150 mg/dL = normal;
Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe;
Entre 200 e 500 mg/dl = elevado;
Maior que 500 mg/dl= muito elevado.
O que é VLDL?
Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês.
Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça.
Níveis do VLDL:
Desejável : Até 30 mg/dl;
Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl;
Elevado : 40 a 99 mg/dl;
Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.
O que faz o colesterol no organismo?
O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol.
O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos.
O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos.
Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia.
Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais.
Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim.
A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL.
Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL.
Veja esses exemplos:
Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL.
Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL.
Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.
Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?
LDL (colesterol ruim):
Menor que 100 mg/dL – Ótimo;
Entre 101 e 130 mg/dL – Normal;
Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto;
Entre 161 e 190 mg/dL – Alto;
Maior que 190 mg/dL – Muito alto.
HDL (colesterol bom):
Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim);
Entre 41 e 60 mg/dL – Normal;
Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo).
Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.
Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.
Escolha a gordura certa
O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas.
Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem.
Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas:
Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios.
Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições.
Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem.
Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.
Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!
Frutas para o coração
Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!
Antioxidantes em cachos
Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches.
Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.
Calorias do bem
Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado.
Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce.
FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/
2 quadradinhos por dia
Deliciar-se com um bombom pequeno ou dois quadradinhos de uma barra de chocolate vai além da melhora do humor. Afinal, esse doce tão querido por tanta gente é capaz de controlar as taxas de colesterol. Porém, o tipo e a quantidade vão determina se o chocolate fará bem ou mal à saúde do coração. A versão ao leite, por exemplo, tem grande quantidade de gordura e açúcar. Em excesso, eleva o peso corporal e a glicose no sangue. Já o tipo amargo é rico em polifenóis, substâncias antioxidantes que ajudam na redução do colesterol. Esse benefício se deve ao cacau, o dono dos antioxidantes. Por isso opte pelo chocolate com mais de 60% de cacau e consuma sempre em pequenas quantidades.
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.
Qual é o limite?
Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos.
Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo.
Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia:
Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral).
LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular.
HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres.
Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são:
Até 150 mg/dL = normal;
Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe;
Entre 200 e 500 mg/dl = elevado;
Maior que 500 mg/dl= muito elevado.
O que é VLDL?
Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês.
Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça.
Níveis do VLDL:
Desejável : Até 30 mg/dl;
Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl;
Elevado : 40 a 99 mg/dl;
Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.
O que faz o colesterol no organismo?
O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol.
O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos.
O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos.
Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia.
Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais.
Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim.
A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL.
Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL.
Veja esses exemplos:
Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL.
Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL.
Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.
Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?
LDL (colesterol ruim):
Menor que 100 mg/dL – Ótimo;
Entre 101 e 130 mg/dL – Normal;
Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto;
Entre 161 e 190 mg/dL – Alto;
Maior que 190 mg/dL – Muito alto.
HDL (colesterol bom):
Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim);
Entre 41 e 60 mg/dL – Normal;
Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo).
Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.
Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.
Escolha a gordura certa
O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas.
Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem.
Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas:
Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios.
Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições.
Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem.
Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.
Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!
Frutas para o coração
Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!
Antioxidantes em cachos
Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches.
Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.
Calorias do bem
Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado.
Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce.
FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.
Qual é o limite?
Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos. Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo. Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia: Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral). LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular. HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres. Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são: Até 150 mg/dL = normal; Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe; Entre 200 e 500 mg/dl = elevado; Maior que 500 mg/dl= muito elevado.O que é VLDL?
Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês. Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça. Níveis do VLDL: Desejável : Até 30 mg/dl; Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl; Elevado : 40 a 99 mg/dl; Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.O que faz o colesterol no organismo?
O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol. O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos. O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos. Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia. Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais. Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim. A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL. Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL. Veja esses exemplos: Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL. Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL. Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?
LDL (colesterol ruim): Menor que 100 mg/dL – Ótimo; Entre 101 e 130 mg/dL – Normal; Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto; Entre 161 e 190 mg/dL – Alto; Maior que 190 mg/dL – Muito alto. HDL (colesterol bom): Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim); Entre 41 e 60 mg/dL – Normal; Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo). Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.
Escolha a gordura certa
O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas. Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem. Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas: Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios. Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições. Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem. Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni. Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!Frutas para o coração
Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!Antioxidantes em cachos
Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches. Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.Calorias do bem
Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado. Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce. FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/sábado, 11 de abril de 2015
APRENDA A SE LIVRAR DO LIXO EM SEU PC
Fato: Seu PC com Windows está ficando mais lento. Talvez ele esteja demorando mais para inicializar ou desligar, ou o HD esteja sendo acessado constantemente. Talvez o simples ato de abrir um aplicativo esteja demorando muito mais do que de costume. E embora o Windows 7 seja mais veloz que as versões anteriores, ele ainda pode ficar lento, especialmente se você instalar e desinstalar um monte de aplicativos.
Neste artigo vou explicar o que é necessário para limpar o “lixo” que se acumulou em seu micro ao longo do tempo. Vamos falar de tempo de boot, problemas com o HD e do misterioso Registro do Windows. Também vou explicar como você pode minimizar o problema no futuro, com dicas de pequenas mudanças em seus hábitos no dia-a-dia.
Possíveis culpados pela lentidão misteriosa em seu PC
Às vezes um PC começa a “se arrastar” sem aviso, e o motivo nem sempre está claro. Embora o foco deste artigo seja na limpeza do sistema operacional e prevenção de problemas a ele relacionados, vale a pena mencionar brevemente alguns problemas de hardware que podem causar lentidão súbita. Memória que desapareceu: Às vezes a BIOS da máquina pode se “reiniciar” sozinha, sem seu conhecimento. Isto pode acontecer durante uma queda de energia, ou se você desligou a máquina durante o processo de “POST” (a verificação inicial do hardware: contagem de memória, detecção dos discos, etc). Nesse caso, as opções relacionadas à velocidade da memória podem ser redefinidas para algo mais conservador. O resultado será uma queda de desempenho ao rodar aplicativos que exigem muito da memória. Outro problema é que a quantidade de memória disponível pode subitamente ser reduzida. Em placas-mãe recentes baseadas nos chipsets P55 e X58 da Intel há um dissipador de calor que se instalado incorremente pode “dobrar” as trilhas da placa-mãe que levam a um dos slots de memória. O resultado é que o sistema pode se tornar incapaz de detectar um dos módulos (ou “pentes”) de memória, reduzindo a quantidade disponível para o Windows em um terço ou até mesmo pela metade. Isto prejudica o desempenho, especialmente quando há muitos aplicativos abertos e é necessário recorrer à “memória virtual” no HD. Superaquecimento: Processadores modernos da Intel e AMD automaticamente reduzem seu ritmo de funcionamento se a temperatura subir acima de um certo limite, o que pode acontecer se os ventiladores do processador ou do gabinete estiverem cobertos de poeira e começarem a girar mais devagar. Confira as temperaturas do processador e do sistema na BIOS ou usando um utilitário apropriado (geralmente fornecido juntamente com a placa-mãe). Falha iminente do HD: Discos rígidos modernos são capazes de detectar setores defeituosos (bad sectors) e automaticamente copiar os dados para setores “seguros” de reserva definidos durante o processo de fabricação. Isto acontece raramente, mas quando um HD começa a falhar tal comportamento pode se tornar mais frequente. O resultado é o uso constante do disco, já que o sistema começa a tentar encontrar setores “bons” disponíveis. Se você suspeitar de problemas, habilite a função SMART na BIOS de seu PC, que irá obter informações de diagnóstico que podem ajudá-lo a identificar um HD “nas últimas”, e lhe dar tempo suficiente para copiar seus dados para um local seguro antes que seja tarde demais.A entropia do Windows: porque o sistema fica mais lento com o passar do tempo
É hora de falar do Windows propriamente dito. A lentidão tem três causas principais: o registro do sistema se tornou grande demais, duplicação de DLLs e outros arquivos e fragmentação no disco rígido. Outra possível causa em máquinas com muitos programas instalados é que um número excessivo de serviços e aplicativos pode estar rodando em segundo plano, sem seu conhecimento. Estes problemas em potencial não são mutuamente exclusivos. O registro pode “inchar” à medida em que você instala mais programas, que por sua vez colocam mais tarefas em segundo plano. Além disso, o HD pode acabar ficando cheio, o que torna o processo de “desfragmentação automática” executado pelo Windows mais difícil. Vamos analisar um problema de cada vez. Registro do Windows: O Windows mantém as configurações de aplicativos, do sistema em si e muitas outras informações em um banco de dados chamado de Registro do Windows, ou simplesmente registro. À medida em que você instala e desinstala aplicativos ou faz modificações no sistema, o registro tende a ficar cada vez maior. Por exemplo, o registro em minha máquina de trabalho, lotada de aplicativos, tem cerca de 384 MB. E isso é só um backup. À medida em que o registro cresce, aplicativos e serviços que fazem uso dele demoram mais para carregar. Buscas no registro feitas por aplicativos que podem ter gravado informações em múltiplos pontos também começam a demorar mais. Alguns aplicativos como ferramentas de segurança e media players (como o PowerDVD) armazenam seus dados em inúmeros locais. Outro culpado pelo “inchaço” no registro são as desinstalações incompletas. A maioria dos usuários instala ou desinstala apenas alguns poucos aplicativos por ano, mas outros (como gamers e usuários mais avançados) tendem a adicionar e remover muitos programas. Instalações incompletas deixam resíduos no registro, o que contribui para o aumento no seu tamanho. O Windows 7 e seu desinstalador de programas são muito melhores neste ponto, mas ainda assim não são perfeitos. Entretanto, os programas “limpadores de registro” não são a melhor opção. Explicarei o motivo mais adiante. “Lixo” associado aos aplicativos: Quando você instala um programa, muitas vezes instala também um módulo (runtime) necessário para sua execução. Múltiplos programas podem acabar colocando em seu PC múltiplas versões ligeiramente diferentes de um mesmo runtime (por exemplo, o “Visual C++ Redistributables”), quando só uma ou duas seriam o suficiente para atender a todos eles. Tomando como exemplo o Visual C++, você precisa de apenas uma versão do runtime, para sistemas de 32-bit (marcada como “x86”). Se você usa um sistema operacional de 64-bit, precisará também de uma segunda versão, identificada com a sigla “x64”. Este PC tinha 14 cópias das bibliotecas do Visual C++. Duas seriam o suficiente. Este é apenas um exemplo do tipo de coisa que pode se acumular em seu sistema sem que você perceba. É difícil detectar e impedir isto, e decidir o que remover e o que deixar para que seus programas não deixem de funcionar é geralmente uma tarefa difícil. Serviços e tarefas desnecessárias em segundo plano: Quanto mais coisas você instala, mais serviços ficarão rodando em segundo plano. Talvez seja algo que acelere o carregamento de um aplicativo, talvez um painel de controle para o seu mouse para gamers ou sua placa de vídeo. A pergunta é: você realmente precisa que tudo isso fique rodando o tempo todo? Se você não usa o OneNote, por exemplo, não há motivo para deixar o serviço associado aberto. Ele pode ocupar pouco espaço na bandeja do sistema, mas com certeza come uma fatia do poder de processamento e memória de seu computador. A solução é clicar com o botão direito do mouse sobre cada ícone e fechar o que não for necessário. Cada ícone é um programa que está consumindo memória e processamento do PC sem que você perceba. Problemas com o disco rígido: Inevitavelmente, o sistema de arquivos de seu disco rígido se tornará fragmentado. O Windows 7 tenta minimizar o problema executando uma ferramenta de desfragmentação em segundo plano quando seu PC não está em uso, mas se você cria e exclui arquivos frequentemente (ou roda aplicativos que fazem isso), o sistema pode não dar conta do recado. O resultado é que, ao abrir um arquivo, o sistema perderá mais tempo tentando juntar todos os “pedaços” que o compõem no HD, tempo que é proporcional ao percentual de fragmentação do disco. Ou seja, quanto mais fragmentado, mais tempo será necessário. O sistema também pode sofrer se o HD estiver cheio demais. Se ele estiver com mais de 90% da capacidade ocupada o uso da memória virtual se torna muito lento, o que derruba o desempenho como um todo. Pode ser hora de fazer uma limpeza no HD, ou comprar um novo. Instalações incompletas: O desinstalador do Windows - e utilitários similares distribuídos juntos com alguns aplicativos - nem sempre removem completamente um programa de sua máquina. Estes “resíduos”, que podem variar de configurações no registro a arquivos deixados para trás no HD, se acumulam e acabam atrapalhando o desempenho, seja por aumentar o tamanho do registro ou simplesmente porque ocupam espaço no HD.Ferramentas de diagnóstico: encontrando a sujeira
Você vai precisar de ferramentas para encontrar os arquivos esquecidos e outro lixo que possa estar atrapalhando o desempenho de seu PC. Estas são algumas delas. Benchmarks: Estes utilitários ajudam a medir o desempenho de seu PC. É interessante rodar um benchmark de todo o sistema, como o WorldBench ou o PCMark Vantage, logo que você monta ou compra seu computador. Guarde os resultados e depois repita o benchmark após alguns meses. Se a diferença entre os dois for maior do que 10%, pode ser hora de limpar o PC. Widgets: O Windows vem com alguns mini-aplicativos, ou “gadgets”, que podem ser colocados no desktop e oferecem acesso rápido a informações como a previsão do tempo ou um resumo dos e-mails não lidos. Um gadget útil é o medidor de CPU, nem tanto por relatar a quantas anda o uso do processador, mas pelo medidor de memória incluso. Se o percentual de memória usada ao longo do tempo subir substancialmente, pode ser que hajam programas ou serviços demais sendo executados em segundo plano. Não é o suficiente? Então experimente alguns dos outros gadgets de monitoramento do sistema disponíveis no site da Microsoft. Windows Resource Monitor: Gadgets são legais, mas você provavelmente vai concordar que o Windows Resource Monitor é uma forma mais prática de diagnosticar problemas em potencial. Ele é bem mais capaz do que o gadget medidor de CPU e superior ao tradicional Gerenciador de Tarefas. Para executá-lo clique no Menu Iniciar, digite resmon no campo “Pesquisar programas e arquivos” e tecle Enter. Windows Resource Monitor: informações detalhadas sobre como a memória está sendo usada. Para identificar problemas de lentidão no PC, basta observar os medidores na aba “Visão Geral”. Porém, o mais útil deles é o medidor de memória (aba “Memória”), que mostra de forma mais detalhada que o Gerenciador de Tarefas como um aplicativo ou serviço está usando a memória de seu PC. Medidor de confiabilidade do Windows: Todos esses aplicativos e serviços consumindo memória e poder de processamento podem tornar seu sistema menos estável, portanto não deixe de dar uma olhada no Monitor de Confiabilidade do Windows. Você pode até achar que seu PC está menos estável do que era, mas o Monitor de Confiabilidade lhe dará a informação de que você precisa para confirmar a suspeita. Use a Central de Ações para verificar o histórico de confiabilidade de seu computador. Para abrir o Monitor de Confiabilidade vá ao Painel de Controle, clique em Sistema e Segurança e selecione a opção Central de Ações. Lá, clique na palavra Manutenção e depois no atalho chamado Exibir histórico de confiabilidade. Medidor de confiabilidade: gráfico indica a "tendência" do desempenho e estabilidade do PC. Para navegar pelo monitor de confiabilidade, basta clicar nas colunas que representam as datas. Você também pode ver a tendência, uma linha no gráfico que pode ser reta ou descendente. Uma queda súbita merece atenção. Se múltiplos aplicativos se mostrarem instáveis, talvez algo que você tenha instalado (ou desinstalado) logo antes dos problemas começarem seja o culpado. Diagnóstico de inicialização do sistema: É incrível a quantidade de aplicativos, ferramentas e utilitários que tentam carregar uma coisa ou outra durante a inicialização do computador. Certa vez tive um desktop de alto desempenho com o Windows XP que levava 15 minutos até que o cursor começasse a corresponder aos movimentos do mouse. O Windows 7 corrigiu muitos do problemas relacionados à lentidão no boot, mas ainda assim eu já vi PCs “topo de linha” que levam mais de 5 minutos para inicializar. Um programa que é bastante útil para identificar problemas de boot é o Soluto, que é tanto um software de diagnóstico quanto um remédio para corrigir os problemas.Limpando a sujeira: múltiplas opções
Claro, você mesmo pode limpar boa parte da sujeira que se acumulou em seu PC. Estas são algumas formas de fazer o serviço. Limpeza de Disco: Já faz um tempo que cada cópia do Windows inclui um utilitário chamado Limpeza de Disco, que o ajuda a recuperar espaço em seu HD eliminando automaticamente arquivos que não são mais necessários. Quando o usei em meu PC, descobri nada menos que 16.3 Gigabytes de arquivos temporários relacionados à conversão de músicas que transferi para meu Zune. Você poderia remover muitos destes arquivos manualmente, mas o processo pode ser arriscado e tedioso. O Limpeza de Disco também permite que você remova pontos de Restauração do Sistema e arquivos Shadow Copy, mas recomendo deixá-los em paz. Você nunca sabe quando irá precisar deles para restaurar sua máquina a um estado usável se tiver problemas. Defragmente seu disco rígido: É interessante rodar o Desfragmentador de Disco (Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas de Sistema) depois que você tiver usado o Limpeza de Disco, especialmente se uma grande quantidade de arquivos tiver sido removida. Durante a desfragmentação seu PC irá ficar mais lento, já que o utilitário irá manter seu HD bastante ocupado. No Windows 7 o impacto sobre o desempenho não é tão intenso, mas ainda assim recomendo usar o desfragmentador quando você não estiver precisando usar o PC para outras tarefas. Configuração do Sistema: Esta ferramenta é mais conhecida como “MSConfig”, e para rodá-la basta clicar no Menu Iniciar, digitar msconfig no campo “Pesquisar programas e arquivos” e teclar Enter. O MSConfig pode ser usado para habilitar ou desabilitar serviços em segundo plano, e especificar manualmente quais serviços ou aplicativos devem ser carregados automaticamente sempre que o sistema for iniciado. Entretanto, ele não é perfeito: não há nenhuma indicação de quais serviços podem ser desabilitados com segurança, embora seja possível ocultar os serviços relacionados ao sistema operacional, o que torna mais fácil a escolha. MSConfig: Decida o que será carregado com o sistema operacional. Ainda assim, o problema é que se você desabilitar tudo o que vê pela frente, alguns de seus aplicativos (como seu software anti-vírus) poderão deixar de funcionar. Entretanto, coisas como o Quicktime Helper e Adobe Acrobat Helper podem ser desativadas com segurança. Editor do Registro: Use o Editor do Registro (também conhecido como “regedit”) com cuidado. É muito fácil apagar itens importantes do registro permanentemente e deixar seu sistema completamente inoperante. Um risco menos sério é deixar um aplicativo inoperante e ter de reinstalá-lo. E já vi situações onde a edição parcial de uma entrada no registro tornou impossível desinstalar ou reinstalar um aplicativo, e ele não rodava mais. Se você pretende editar o registro, faça um backup antes. Edite o registro do sistema por sua própria conta e risco. Embora os níveis superiores pareçam simples o suficiente, lá no fundo o registro inclui centenas de milhares de itens, com nomes arcaicos como HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\{9F5FBC24-EFE2-4f90-B498-EC0FB7D47D15}. Entender o que excluir e o que manter é um processo perigoso. O editor inclui uma ferramenta de busca, útil se você estiver caçando vestígios deixados no registro por um aplicativo que não foi completamente removido. Entretanto, tenha muito cuidado com os termos da busca: usar o nome do aplicativo é muito melhor do que, por exemplo, o nome do desenvolvedor. Procurar por “Zune”, por exemplo, trará resultados muito mais precisos (e seguros) do que uma busca por “Microsoft”. Ferramentas de terceiros: 2 escolhas úteis Você irá encontrar muitas ferramentas para manutenção do sistema por aí, mas nem pense em chegar perto de um “Limpador de Registro”. O Registro do Windows é um banco de dados insanamente complexo, e por melhor que seja nenhum limpador pode conhecer todas as “chaves” adicionadas por um aplicativo. Já tive de ajudar amigos que, após usarem um limpador, descobriram que alguns aplicativos não só não funcionavam mais, como era impossível reinstalá-los ou removê-los. Soluto: O principal destaque deste programa é sua capacidade de reduzir o tempo que o Windows leva para iniciar, às vezes em uma quantidade substancial. E ele pode ser baixado gratuitamente. Se você tem um monte de aplicativos que iniciam junto com o computador, o Soluto pode ajudar. Ele contém um banco de dados de aplicativos que adicionam processos e serviços à inicialização do sistema, e lhe dá conselhos sobre o que pode ser removido com segurança. Mas o Soluto não apenas separa os itens em “rode” e “não rode”, ele também pode reorganizar a sequência em que são carregados, para aqueles casos em que um serviço é útil, mas pode ser executado depois que o Desktop já estiver respondendo. Soluto mostra quanto tempo você pode economizar na inicialização do PC. O programa mostra quanto tempo você pode economizar na inicialização e usa um paradigma de rede social, portanto depende dos usuários para abastecer uma base de dados com informações sobre o que é seguro atrasar ou pausar. Note que um único voto de uma pessoa mal-intencionada não conta muito, então é improvável que o Soluto recomende que você remova um componente essencial do Windows. Da mesma forma, se sua lista de itens na inicialização for tão longa quanto a minha, você verá um monte de itens sobre os quais o Soluto não sabe nada. Revo Uninstaller Pro: Este prático utilitário é mais completo que o Soluto. O Revo Uninstaller tenta ser um desinstalador melhor que o do Windows, e no geral cumpre bem o seu propósito. Também tem um gerenciador de inicialização (startup manager), mas o Soluto é melhor nesse quesito. O Revo Uninstaller também pode funcionar como um gerenciador de backup, limpador de navegador e removedor de evidências, mas aqui vou focar apenas em sua função principal. O Revo Uninstaller permite que você expurgue de seu sistema até o último traço de um aplicativo. Do ponto de vista do usuário, ele funciona de forma muito similar à do Desinstalador do Windows. Basta dar um duplo-clique no que você deseja remover e o programa lhe dá opções para uma remoção segura, moderada ou avançada. E depois da remoção é possível varrer o sistema em busca de arquivos ou chaves de registro que tenham ficado para trás. Revo Uninstaller: remoção mais eficiente dos programas no seu PC. Para remover um ou dois aplicativos, é possível usar o Revo Uninstaller gratuitamente. A versão completa custa US$ 40 por uma licença única ou US$ 80 para quatro computadores. O Revo Uninstaller me ajudou a resolver um problema chato com o iTunes 10 - eu estava recebendo mensagens de erro que impediam a instalação do iTunes de ser completada. O Revo Uninstaller conseguiu remover todos os resíduos deixados por versões anteriores do programa da Apple, e com isso consegui completar a instalação.Como manter seu sistema limpo
Depois de se livrar do lixo siga estas dicas para manter seu Windows limpo. Se um aplicativo tiver uma opção de instalação “avançada”, use-a. Instale nas pastas padrão se quiser, mas verifique o que está sendo instalado. Alguns programas lhe dão a opção de executar ou não serviços durante a inicialização. Sempre fique de olho na janela do instalador. Muitos usuários simplesmente clicam no botão Próximo (Next) sempre que o instalador permite, mas frequentemente deixam de prestar atenção em opções que ocasionam a instalação de itens adicionais e nem sempre desejados, como barras de ferramentas para o navegador, utilitários de inicialização e outras coisas. Se uma janela aparece em seu navegador lhe pedindo para instalar alguma coisa, preste atenção no que é. Pode ser uma simples ferramenta para auxiliar na navegação, ou algum programinha inútil que vai consumir recursos do sistema (como o Weatherbug). No pior dos casos pode ser malware, como um falso anti-vírus que vai tentar lhe tomar dinheiro (e prejudicar o desempenho do PC), ou até mesmo um programa espião Use ferramentas como o Soluto e o MSConfig com frequência para se certificar de que não há programas e serviços inúteis rodando na inicialização. Faça uma limpeza de disco com frequência, especialmente arquivos temporários da internet e arquivos temporários de instalação. Só são precisos alguns minutos por semana para manter seu sistema “um brinco”, e se você fizer isso muito provavelmente não irá precisar fazer uma reinstalação ou reformatação por muito tempo. fonte: pcworld.com.br/dicas/2010/10/21/livre-se-do-lixo-em-seu-pc/
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