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domingo, 12 de julho de 2015

NOVA TECNOLOGIA PODE DEIXAR SMARTPHONE MAIS RÁPIDO E AUMENTAR VIDA ÚTIL DA BATERIA

Pesquisadores da Universidade de Hanyang, na Coreia do Sul, desenvolveram uma tecnologia que pode melhorar significativamente a velocidade e a expectativa de vida da bateria de smartphones. O principal princípio da tecnologia é o fato de ela não registrar dados desnecessários nos dispositivos. O professor You-jip Won, líder da pesquisa, confirma o que muita gente já desconfia: os smartphones vão ficando mais lentos com o passar do tempo. De acordo com Won, isso acontece por conta da tarefa de armazenar e apagar dados repetidos na memória flash. A novidade consegue reduzir drasticamente a quantidade de dados gravados. Em testes, os pesquisadores constataram uma melhora de 14 vezes na velocidade dos smartphones e um aumento de quase 40% no ciclo de vida da bateria. Os resultados da pesquisa serão apresentados em uma conferência na Califórnia. FONTE: megaarquivo.com/2015/07/12/11-581-mega-byte-tecnologia-pode-deixar-smartphone-mais-rapido-e-aumentar-vida-util-da-bateria/

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A MATEMÁTICA TORNA A INTERNET ATÉ 10 VEZES MAIS RÁPIDA

Equações matemáticas prometem tornar as comunicações pela internet mais rápidas sem precisar alterar nenhuma infraestrutura. Uma equipe de pesquisadores da Dinamarca e dos EUA idealizou uma nova técnica que substitui o padrão atual de transmissão de dados pela rede. Em testes com equipamentos reais, a taxa de transferência de dados chegou a ser 10 vezes maior. No caso de um vídeo, o arquivo foi baixado cinco vezes mais rápido do que nas melhores condições de rede atuais e sem nenhuma interrupção - para comparação, a transmissão com a tecnologia atual travou 13 vezes, precisando ser reiniciada automaticamente pelo protocolo de troca de dados. "E esta tecnologia pode ser usada em comunicações via satélite, telefonia e internet móvel e comunicação regular pela internet a partir de computadores," afirma Frank Fitzek, da Universidade Aalborg, na Dinamarca, um dos idealizadores da nova técnica. Adeus aos pacotes A transmissão de dados pela internet é feita por meio de "pacotes". O arquivo é quebrado em pequenas partes - os pacotes - que são enviados em sequência, podendo trilhar rotas separadas até o destino, onde o arquivo original é remontado. É claro que ocorrem muitos erros na transmissão, o que significa que é necessário retransmitir vários pacotes várias vezes, fazendo com que a transmissão demore mais. Os pesquisadores superaram esse problema usando um tipo especial de codificação que utiliza a matemática para armazenar e enviar o sinal de uma maneira diferente. "Com os sistemas atuais, nós enviamos o pacote 1, o pacote 2, o pacote 3 e assim por diante. Nós substituímos isso por uma equação matemática. Nós não enviamos pacotes. Nós enviamos uma equação matemática," explica Fitzek. A grande vantagem é que os erros não exigem que um pacote seja enviado novamente - a equação matemática reconstrói o dado que falta a partir dos dados anteriores e daqueles que chegam imediatamente a seguir. "Você pode comparar [o mecanismo] com o tráfego de carros. Agora podemos fazer tudo funcionar sem sinais vermelhos. Podemos fazer os carros passarem por um cruzamento vindos de todas as direções, sem terem de parar uns para os outros. Isso significa que o tráfego flui muito mais rápido," acrescenta o pesquisador. Protocolo RNLC A equipe patenteou a tecnologia, que eles batizaram de RNLC (Random Linear Network Coding - codificação de rede linear aleatória). Eles também já fundaram uma empresa, chamada Steinwurf, para licenciar sua tecnologia proprietária para os fabricantes de equipamentos. Segundo o grupo, sua empresa emergente já está "em negociações secretas com fabricantes de hardware que trarão benefícios para os consumidores". FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=matematica-torna-internet-10-vezes-mais-rapida

segunda-feira, 14 de julho de 2014

CONHEÇA 2 EXAMES SIMPLES QUE PODERIAM DIAGNOSTICAR DE FORMA RÁPIDA O MAL DE ALZHEIMER

A doença de Alzheimer representa um grande desafio para a ciência: enquanto 35,6 milhões de pessoas são afetadas por ela no mundo todo (1,2 milhão só no Brasil), ainda não conhecemos uma cura, e nem sequer somos capazes de diagnosticá-la cedo, para melhorar as chances de tratamento de todos esses pacientes. Agora, novos estudos descobriram exames simples que poderiam ajudar a diagnosticar o Alzheimer antes da doença agravar seus sintomas. A diminuição da capacidade de identificar odores pode indicar desenvolvimento de comprometimento cognitivo e doença de Alzheimer, enquanto que exames nos olhos podem indicar a formação de beta-amiloide, uma proteína associada à doença de Alzheimer, no cérebro. Em dois dos estudos, a capacidade diminuída de identificar odores foi significativamente associada com a perda da função de células do cérebro e com a progressão da doença de Alzheimer. Em dois outros estudos, o nível de beta-amiloide detectado no olho foi correlacionado de forma significativa com a carga de beta-amiloide no cérebro, e permitiu que os pesquisadores identificassem com precisão as pessoas com doença de Alzheimer. CHEIRO Matthew E. Growdon, da Universidade de Harvard (EUA), e seus colegas investigaram a associação entre olfato, desempenho da memória e biomarcadores de perda de função das células cerebrais em 215 idosos clinicamente normais. Os pesquisadores aplicaram testes de cheiro e testes cognitivos. Eles também mediram o tamanho de duas estruturas cerebrais profundas nos lobos temporais – o córtex entorrinal e o hipocampo (que são importantes para a memória) -, além de checar os depósitos de amiloide no cérebro. Nos participantes do estudo, um hipocampo menor e um córtex entorrinal mais fino foram associados com pior identificação de cheiro e pior memória. Os cientistas também descobriram que, em um subgrupo de participantes do estudo com níveis elevados de amiloide no cérebro, houve maior morte de células cerebrais, como indicado por um córtex entorrinal mais fino. Isso foi significativamente associado com pior função olfativa. Outro estudo, liderado por Davangere Devanand da Universidade de Columbia (EUA), analisou 1037 idosos sem demência, sendo que 34% eram brancos, 30% afro-americanos e 36% hispânicos, com uma idade média de 80,7 anos. O estudo durou de 2004 a 2010 e, nesse período, 109 pessoas desenvolveram demência (101 a doença de Alzheimer) e houve 270 mortes. Dos 757 pacientes que foram acompanhados, os que se saíram pior na identificação de odores foram significativamente associados com a transição para a demência e doença de Alzheimer. A cada ponto mais baixo que uma pessoa marcava no teste, o risco de doença de Alzheimer aumentava em cerca de 10%. VISÃO Shaun Frost, do CSIRO (Organização de Pesquisa da Comunidade Científica e Industrial, da Austrália), e seus colegas relataram recentemente os resultados preliminares de um estudo que fizeram com voluntários que tomaram um suplemento contendo curcumina, que se liga a beta-amiloide com alta afinidade e tem propriedades fluorescentes. Isso permitiu que placas amiloides fosse detectadas nos olhos de pacientes utilizando um novo sistema de imageamento. Os voluntários também foram submetidos a uma tomografia por emissão de pósitrons para correlacionar o acúmulo de amiloide na retina e no cérebro. Por enquanto, os cientistas só possuem os resultados de 40 dos 200 participantes do estudo. Mas os primeiros dados sugerem que os níveis de amiloide detectados na retina foram significativamente correlacionados com os níveis de amiloide do cérebro. O teste de retina também diferenciou indivíduos com ou sem Alzheimer com uma sensibilidade de 100% e especificidade de 80,6%. Outra pesquisa, feita por Paul D. Hartung da Cognoptix Inc. e seus colegas, relatou um teste fluorescente capaz de detectar beta-amiloide no cristalino do olho usando uma pomada aplicada topicamente que se liga ao amiloide, e um scanner a laser. Os pesquisadores estudaram 20 pessoas que provavelmente tinham doença de Alzheimer, incluindo casos leves, e 20 voluntários saudáveis pareados por idade. A pomada foi aplicada no interior da pálpebra inferior dos participantes um dia antes da medição. O laser detectou beta-amiloide no olho pela presença de uma assinatura fluorescente específica. Uma tomografia por emissão de pósitrons foi realizada em todos os participantes para estimar a densidade de placa amiloide no cérebro. Usando os resultados da imagem fluorescente, os pesquisadores foram capazes de diferenciar as pessoas com a doença de Alzheimer com alta sensibilidade (85%) e especificidade (95%). Além disso, os níveis de amiloide com base no exame ocular foram significativamente correlacionados com os resultados obtidos por meio da tomografia. FONTES: ScienceDaily.com/releases/2014/07/140713155512.htm/ Gizmodo.com/a-simple-eye-test-could-accurately-detect-alzheimers-1604401169/ Abraz.org.br/abraz-na-midia/release-factual-1

segunda-feira, 2 de junho de 2014

DE QUE FORMA O CÉREBRO ESCOLHE UMA OPÇÃO QUANDO NECESSITA TOMAR UMA DECISÃO RÁPIDA

O semáforo muda de verde para amarelo. Deveriam os motoristas acelerar um pouco mais, ou pisar no freio? Todos os dias, as pessoas têm que tomar várias decisões, e às vezes tem apenas uma fração de segundo para isso. Em alguns casos, o problema de tomada de decisão implica a seleção de um conjunto de processos cerebrais entre vários conjuntos que buscam acesso aos mesmos recursos. Pesquisadores já apontaram vários mecanismos do cérebro que poderiam resolver este problema. No entanto, a forma exata como o cérebro resolve o problema e faz uma escolha rápida entre duas opções continuava sendo um mistério. Agora, neurocientistas acreditam que descobriram uma possível explicação de como nosso cérebro escolhe entre as opções alternativas. A chave está em mudanças extremamente rápidas na comunicação entre células nervosas individuais. Como a estrutura e a atividade do cérebro são muito complexas para responder a esta questão através de um simples experimento biológico, os cientistas construíram uma rede de neurônios no computador. Um aspecto importante do modelo, neste contexto, é a propriedade das células nervosas que influenciam a atividade de outras células nervosas, tanto as excitando quanto as inibindo. Na rede construída, dois grupos de neurônios agiram como remetentes de dois sinais diferentes. Mais tarde, um outro grupo de neurônios, os neurônios “portões”, é que controlou quais os sinais deveriam ser transmitidos, ou seja, passados para a frente. Conforme as células se conectavam tanto com os neurônios excitantes quanto com os inibidores, os sinais excitantes iam chegando aos “neurônios controladores” e, após um pequeno atraso, chegavam também os sinais inibidores. Nas simulações, os pesquisadores descobriram que a chave para a “decisão” dos neurônios em favor de um sinal e não de outro era o tempo de atraso do sinal inibidor em relação ao sinal excitante. Se o atraso for muito pequeno, a atividade das células no “portão” se extingue muito rapidamente para o sinal ser propagado. Por outro lado, um maior atraso causa a abertura do “portão” para o sinal. Apesar da pesquisa ter sido conduzida em computadores, resultados de experimentos neurofisiológicos têm mostrado que uma mudança nas propriedades de atraso é possível nos neurônios reais. As descobertas, portanto, apóiam a hipótese de que um “portão temporário” pode constituir a base para nosso cérebro selecionar uma das opções alternativas. FONTE:ScienceDaily

domingo, 1 de junho de 2014

MICROCHIP BASEADO NO CÉREBRO É 9.000 VEZES MAIS RÁPIDO

Apesar dos avanços na computação, os computadores de hoje permanecem muito menos eficientes do que os nossos cérebros. Mas um novo microchip modelado tendo em conta o cérebro humano é muito mais rápido e mais eficiente do que um computador normal, relataram os investigadores. O microchip - chamado de "Neurogrid" - pode abrir janelas para a compreensão do cérebro humano e do desenvolvimento de novas formas de computação tendo em conta circuitos cerebrais. Os investigadores estão agora a investigar como esses chips podem ser usados ​​para controlar próteses. "De uma perspectiva de pura energia, o cérebro é difícil de igualar", afirma Kwabena Boahen, bioengenheira na Universidade de Stanford, que liderou o desenvolvimento do chip. Os computadores pessoais não são apenas mais lentos, eles consomem 40 mil vezes mais energia do que o cérebro para funcionar, acrescentou Boahen. Neurogrid é composto por 16 chips de design personalizado Neurocore num dispositivo do tamanho de um iPad, que podem simular 1 milhão de neurónios e bilhões de sinapses, ou conexões cerebrais. Isso é uma grande melhoria perante as simulações cerebrais anteriores, mas ainda assim apenas uma fração dos cerca de 80 bilhões de neurónios num cérebro humano, disseram os pesquisadores. O Neurogrid usa cerca de 9.000 vezes menos energia do que um PC típico. Tal acontece por ter sinapses a compartilhar circuitos de hardware e aproximadamente a mesma quantidade de energia de um tablet. Além de modelar o cérebro humano, Boahen está a trabalhar com outros pesquisadores de Stanford para adaptar Neurogrid ao controlo de próteses. O chip irá traduzir sinais cerebrais em movimentos do membro, sem superaquecimento do cérebro. Outra aplicação possível para o Neurogrid será o controlo de robôs humanóides. Atualmente, a programação do chip requer uma compreensão de como o cérebro funciona. Mas Boahen quer criar um "neurocompilador" que permitiria aos engenheiros e cientistas de computação sem conhecimentos de neurociência programar no Neurogrid. O trabalho da equipa de Stanford é apenas um dos muitos esforços para modelar o cérebro humano usando computadores. O Projeto Cérebro Humano da União Europeia tem por objectivo simular um cérebro humano num supercomputador. A Iniciativa BRAIN, nos EUA, tem uma abordagem mais geral, envolvendo o desenvolvimento de novas ferramentas para medir a atividade dos neurónios e circuitos cerebrais. O Projeto Sinapse da IBM tem como objetivo projetar chips, chamados de chips Golden Gate, modeladas tendo em conta o grande número de conexões entre os neurónios no cérebro que ajudam a resolver problemas de forma eficiente. A Universidade de Heidelberg, na Alemanha, tem o seu projeto BrainScales, que visa a criação de chips analógicos que imitam os neurónios e as sinapses que poderia modelar interações medicamentosas num ritmo mais rápido do que é actualmente possível. Estes vários esforços têm feito diferentes trade-offs em termos de capacidade e desempenho, mas o Neurogrid foi o mais rentável, afirma Boahen. O chip Neurogrid protótipo custou cerca de US $ 40.000 para fazer, mas o custo deverá diminuir 100 vezes usando técnicas de produção modernas. Mesmo assim, a modelagem do cérebro humano ao mesmo nível de eficiência energética continua a ser um grande desafio, de acordo com pesquisadores. FONTE:Livescience

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CROSSBAR LANÇA UM NOVO TIPO DE MEMÓRIA MAIS RÁPIDA QUE AS MEMÓRIAS FLASH ATUAIS

Uma das maiores pontos de dificuldades com smartphones é a tempo para descarregar a bateria. O aparelho típico mal pode fazê-lo através da jornada de trabalho com o uso pesado. De olho neste problema a Crossbar apresentou um novo tipo de chip de memória móvel que pode aumentar drasticamente a quantidade de armazenamento em telefones e poderá trazer uma vantagem adicional: maior duração da bateria. Novos chips RRAM da Crossbar podem acessar dados 20 vezes mais rápidos que a memória flash e outras coisas mais capacidade de armazenamento em um chip menor, mas também, aparentemente, consumir 20% menos energia. No site FastCompany foi dito: “As recentes inovações em design de tela, CPU móvel e design sem fio, bateria tecnologia, e tecnologia de células solares transparentes, possivelmente, poderia ser facilmente combinado com sistemas RRAM para fazer futuros smartphones muito mais eficiente”. “Enquanto o smartphone médio tem apenas cerca de um dia de pleno uso antes de precisar ser recarregado, parece provável que, em poucos anos, a tecnologia terá avançado por isso será duradoura muitos dias com uma única carga.” Em seu site a Crossbar destaca que sua memória trará como vantagem: * Maior Capacidade: até 1 terabyte (TB) de armazenamento em um único chip; vários terabytes com 3D Empilhamento; * Menor consumo de energia: Estende a vida da bateria de semanas, meses ou anos; * Maior Desempenho: 20x escrever mais rápido do que NAND; * Mais fácil SOC Integração: Simples empilhamento em Logic em padrão CMOS no máximo Nodes avançada; * Mais confiável: 10x o Endurance de NAND ; Aproximando DRAM Confiabilidade; Eles também disseram que “a nova tecnologia de chips da Crossbar não é um sonho”. A empresa diz que é capaz de produzir seus novos chips RRAM com os sistemas de fabricação de chips não modificados e que já estão em uso. Fonte: BGR, Crossbar, Fastcompany