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segunda-feira, 2 de junho de 2014
DE QUE FORMA O CÉREBRO ESCOLHE UMA OPÇÃO QUANDO NECESSITA TOMAR UMA DECISÃO RÁPIDA
O semáforo muda de verde para amarelo. Deveriam os motoristas acelerar um pouco mais, ou pisar no freio? Todos os dias, as pessoas têm que tomar várias decisões, e às vezes tem apenas uma fração de segundo para isso.
Em alguns casos, o problema de tomada de decisão implica a seleção de um conjunto de processos cerebrais entre vários conjuntos que buscam acesso aos mesmos recursos. Pesquisadores já apontaram vários mecanismos do cérebro que poderiam resolver este problema. No entanto, a forma exata como o cérebro resolve o problema e faz uma escolha rápida entre duas opções continuava sendo um mistério.
Agora, neurocientistas acreditam que descobriram uma possível explicação de como nosso cérebro escolhe entre as opções alternativas. A chave está em mudanças extremamente rápidas na comunicação entre células nervosas individuais.
Como a estrutura e a atividade do cérebro são muito complexas para responder a esta questão através de um simples experimento biológico, os cientistas construíram uma rede de neurônios no computador. Um aspecto importante do modelo, neste contexto, é a propriedade das células nervosas que influenciam a atividade de outras células nervosas, tanto as excitando quanto as inibindo.
Na rede construída, dois grupos de neurônios agiram como remetentes de dois sinais diferentes. Mais tarde, um outro grupo de neurônios, os neurônios “portões”, é que controlou quais os sinais deveriam ser transmitidos, ou seja, passados para a frente.
Conforme as células se conectavam tanto com os neurônios excitantes quanto com os inibidores, os sinais excitantes iam chegando aos “neurônios controladores” e, após um pequeno atraso, chegavam também os sinais inibidores.
Nas simulações, os pesquisadores descobriram que a chave para a “decisão” dos neurônios em favor de um sinal e não de outro era o tempo de atraso do sinal inibidor em relação ao sinal excitante. Se o atraso for muito pequeno, a atividade das células no “portão” se extingue muito rapidamente para o sinal ser propagado. Por outro lado, um maior atraso causa a abertura do “portão” para o sinal.
Apesar da pesquisa ter sido conduzida em computadores, resultados de experimentos neurofisiológicos têm mostrado que uma mudança nas propriedades de atraso é possível nos neurônios reais. As descobertas, portanto, apóiam a hipótese de que um “portão temporário” pode constituir a base para nosso cérebro selecionar uma das opções alternativas.
FONTE:ScienceDaily
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