Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador VÍRUS EBOLA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VÍRUS EBOLA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ENTENDA O QUE É O VÍRUS EBOLA E COMO OCORRE O CONTÁGIO

A epidemia de ebola na África Ocidental já matou mais de 4 mil pessoas e é a maior desde a descoberta do vírus há cerca de 40 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 8 mil pessoas já foram infectadas.

O que é?

Ebola é uma doença causada por um vírus cujos sintomas iniciais incluem febre, fraqueza extrema, dores musculares e dor de garganta, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). À medida que a doença avança, o paciente pode sofrer de vômitos, diarreias e – em alguns casos – hemorragia interna e externa. Pacientes com a doença podem morrer de falência múltipla dos órgãos ou desidratação; variedades diferentes da doença podem matar entre 50% e 90% dos infectados.Acredita-se que o vírus tenha sua origem entre morcegos. Entre humanos, o vírus pode se espalhar por meio do contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos do doente, ou mesmo por meio do contato com ambientes contaminados. Até funerais de vítimas de ebola podem representar risco, se outras pessoas tiverem contato direto com o corpo do defunto. O período de incubação pode demorar de dois dias a três semanas, e o diagnóstico é difícil. Agentes de saúde pública também correm risco caso tratem pacientes sem tomar as precauções adequadas para prevenir a contaminação. As pessoas permanecem contaminadas enquanto seu sangue e suas secreções contiverem o vírus – em alguns casos, até sete semanas depois da recuperação.

Onde a doença ocorre?

Surtos de ebola têm ocorrido primariamente em vilarejos remotos da África Central e Ocidental, segundo a OMS. A doença apareceu originalmente na República Democrática do Congo (quando se chamava Zaire), em 1976. Desde então, se espalhou para o leste, afetando países como Uganda e Sudão. O surto atual tem a particularidade de ter se iniciado na Guiné, que nunca tinha registrado um caso antes, e de estar se espalhando por áreas urbanas. De Nzerekore, uma área rural no sudeste da Guiné, o vírus chegou à capital, Conakry, e aos países vizinhos Libéria e Serra Leoa. Estes países tinham um sistema de saúde muito frágil, com falta de médicos e enfermeiros, além da falta de equipamentos e recursos para combater o vírus. Nigéria e Senegal também registraram casos da doença, mas em números bem menores. Um caso também foi registrado nos Estados Unidos, onde o paciente morreu. Há também um caso confirmado na Espanha, de uma enfermeira que teve contato com doentes. O vírus se espalhou em grandes áreas urbanas, o que dificulta a situação. Em vilarejos e cidades com grandes populações, as pessoas se movimentam mais, facilitando o contágio. Ocorreram mais casos e mortes nesta epidemia do que em todas as outras juntas.

Como é o tratamento?

Não há uma cura comprovada para o ebola. Pacientes em estado grave precisam ser hidratados rapidamente, com o uso de aplicações intravenosas de fluidos. Eles também precisam ser isolados de outras pessoas e receber tratamento intensivo. Vacinas estão sendo testadas e, se estes testes forem bem-sucedidos, elas poderão ser usadas primeiramente em funcionários de saúde que estão trabalhando no combate à doença. Remédios experimentais como ZMapp também estão sendo usados, mas não salvaram todos os pacientes. Cientistas também estão tentando usar transfusões de sangue dos sobreviventes do ebola como uma terapia potencial.

Quais são as precauções a ser tomadas?

Qualquer um que tenha contato próximo com pacientes que estejam com o ebola, corre o risco de desenvolver a doença. Segundo a OMS, evitar o contato com pacientes de ebola e seus fluidos corpóreos. Não tocar nada em ambientes públicos que possa carregar o vírus - por exemplo, toalhas de mão. Quem estiver cuidando de pacientes de ebola precisa usar equipamento de proteção, como luvas e máscaras, e lavar bem as mãos regularmente. Se a pessoa contrair o vírus, ela deve manter-se em isolamento e procurar ajuda médica profissional. A chance de sobrevivência aumenta se o paciente começar a receber tratamento imediatamente. Populações em áreas rurais estão sendo aconselhadas pela OMS a não consumir carnes cruas de animais selvagens e manter a distância de morcegos, macacos e primatas. Alguns tipos de morcegos são considerados iguarias na Guiné, onde o surto teve início. Em março, o Ministério da Saúde da Libéria aconselhou as pessoas a evitar sexo; o vírus pode ser transmitido pelo sêmen, mesmo até sete semanas depois da eventual recuperação de um paciente, observa a OMS. As recomendações já eram de evitar apertos de mão e beijos. O vírus ainda é perigoso e presente no corpo depois da morte, por isso já há pedidos para funerais mais seguros. fonte: http://zip.net/bcpRcl

TESTES EM AEROPORTOS NÃO DETECTAM INFECTADOS SEM SINTOMAS DE EBOLA

A confirmação de casos de ebola na Espanha e nos Estados Unidos e a primeira suspeita de contágio no Brasil aumentaram a expectativa sobre a realização de testes em aeroportos para tentar evitar que o vírus se espalhe. Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha anunciaram nesta semana que vão começar a testar passageiros que chegam de Serra Leoa, Libéria e Guiné, os três países mais afetados pela epidemia. Antes, a Grã-Bretanha havia dito que a ação era desnecessária. Mas, na noite de quinta-feira, as autoridades britânicas anunciaram a medida, dizendo que a triagem irá oferecer um nível adicional de proteção para o Reino Unido. Nos Estados Unidos, a primeira cidade a introduzir os testes nos aeroportos será Nova York; os testes começam neste sábado. Nos outros locais, são esperados para a próxima semana. No Brasil, onde o primeiro caso suspeito de ebola foi anunciado nesta quinta-feira, em Cascavel, no interior do Paraná, ainda não foram anunciadas medidas de controle nos aeroportos. Especialistas dizem que os testes não detectam pessoas infectadas que ainda não desenvolveram os principais sintomas, como febre alta. A incubação do vírus dura de 2 a 21 dias - em teoria, um paciente pode ser infectado e só sentir febre 20 dias depois. Mas até onde esses testes podem ajudar a conter a doença? Veja abaixo perguntas e respostas sobre o tema.

Como são os testes?

Os testes envolvem a medição da temperatura das pessoas para saber se eles têm febre. Este é um dos principais sintomas do ebola, mas também de muitas outras infecções. As pessoas que passarem pela triagem também podem ter que responder a perguntas para avaliar o seu risco, incluindo: - Para quais países você já viajou e quais são seus planos daqui para frente? - Você esteve perto de alguém doente recentemente? - Você esteve próximo ou cuidou de alguém que teve ebola confirmado? - Você está com febre ou dor de cabeça? - Você está vomitando ou está se sentindo mal? - Você trabalha na área da saúde? Na Grã-Bretanha, o governo diz que algumas pessoas vão passar por avaliação de uma equipe médica - os detalhes não foram divulgados. Os viajantes também receberão conselhos sobre o que fazer se se sentirem mal depois.

Onde serão realizados os testes?

Nos EUA, a triagem será feita em aeroportos de Nova York, Nova Jersey, Washington, Chicago e Atlanta. Em Londres, serão testados passageiros que desembarcarem nos aeroportos de Heathrow e Gatwick, e que cheguem ao país de trem pelo Eurostar, vindo da França.

Quais testes já estão sendo feitos?

A OMS recomenda que as pessoas passem por avaliações ao sair dos países atingidos pelo ebola. Os viajantes que embarcam nos três países mais afetados - Guiné, Serra Leoa e Libéria - têm suas temperaturas medidas e precisam responder a uma série de perguntas para avaliar o risco de estarem infectados. Passageiros com suspeita de estarem contaminados não são autorizados a embarcar.

Existe um exame de sangue rápido para diagnosticar o vírus?

Exames de sangue podem ajudar a identificar o vírus, mas eles são analisados em laboratórios e o resultado pode levar horas. Atualmente, os aeroportos não têm capacidade para fazer esses testes. Além disso, como o vírus tem um período de incubação de dois a 21 dias, os testes podem não detectar o vírus em pessoas que só apresentarem os sintomas depois.

A triagem nos aeroportos de chegada vai funcionar?

Alguns especialistas em saúde afirmam que, se os viajantes passaram por testes nos aeroportos de saída - nos países com casos de ebola - e não foi detectado nenhum sintoma, o teste no aeroporto de chegada dificilmente detectará um caso suspeito. Eles dizem que é extremamente improvável que muitas pessoas desenvolvam os sintomas durante o voo, o que significa que a triagem adicional na chegada dificilmente pegaria muitos casos. Mas as autoridades veem os testes como "cuidados adicionais".

É possível pegar ebola de outro passageiro no avião?

O ebola pode ser transmitido apenas pelo contato com fluidos corporais de alguém com a doença. Durante esta epidemia não houve nenhuma evidência que sugerisse que alguém tenha pego o vírus em um avião. Mesmo se alguém desenvolver sintomas no voo, para que outros passageiros peguem a doença eles teriam que estar em contato com fluidos corporais do passageiro com ebola. Vômito, sangue e fezes contém as partículas do vírus mais contagiosas. Assim, os riscos continuam a ser extremamente baixos, a menos que você esteja tratando de alguém que está doente no avião.

Os testes teriam detectado os casos dos EUA ou da Europa até agora?

Mesmo se os testes já estivessem em vigor nos EUA, Thomas Eric Duncan, o primeiro homem a ser diagnosticado com ebola no país no surto atual, não teria sido identificado. Ele só apresentou sintomas uma semana depois de voltar aos EUA. O primeiro caso diagnosticado na Europa nesta epidemia, da enfermeira espanhola Teresa Romero, também não teria sido identificado pela triagem no aeroporto, porque a profissional de saúde já estava no país quando pegou a doença. Ela integrava a equipe que tratou, na Espanha, de um padre que contraiu ebola em Serra Leoa e foi transferido para Madri. fonte: http://zip.net/bhpRjd

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

ALERTA: VÍRUS EBOLA PODE SOFRER MUTAÇÃO E SER TRANSMITIDO PELO AR

Estudiosos afirmam que mesmo tendo matado mais de 2.400 pessoas na África Ocidental, o ebola pode matar bem mais pessoas. A preocupação dos virologistas é que o vírus, que hoje é transmitido pela secreção dos infectados, possa sofrer mutação e começar a se proliferar pelo ar. Se isso chegar a acontecer, mais de 22 milhões de pessoas podem ser atingidas, segundo informações do site Daily Mail. O diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas da Universidade de Minnesota, Michael Osterholm, disse que os especialistas tinham receio de discutir a possibilidade por medo de que a história vazasse e causasse uma histeria coletiva. O presidente da Agência de Proteção à Saúde do Reino Unido David Heymann, disse ser impossível prever como acontecerá a mutação do vírus. Osterholm informou que vírus semelhantes são conhecidos por se replicar e reinventar: "Isso significa que o vírus, que primeiro apareceu na Guiné em fevereiro, pode ser muito diferente do que o que está agora invadindo a Nigéria, Congo e Camarões". De acordo com Heyman, para que o vírus consiga se modificar, ele precisa desenvolver um novo sistema para se hospedar nas pessoas pelo sistema respiratório. "Não podemos prever o curso da doença, mas o melhor que podemos fazer é parar esse surto agora", alerta o profissional. Fonte: http://www.dm.com.br/

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

AS MUTAÇÕES DO VÍRUS EBOLA OCORREM 2 VEZES MAIS RÁPIDO EM HUMANOS DO QUE EM ANIMAIS

CÉLULA INFECTADA COM VÍRUS DO EBOLA Segundo o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde sobre a epidemia de ebola na África Ocidental, já foram registrados mais de três mil casos e mais de 1,5 mil mortes nos quatro países atingidos pela doença (Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria). No sábado, a organização confirmou que o vírus chegou a mais um país, o Senegal, e recentemente afirmou que o número real de infectados pode ser de 20 mil. Em meio ao cenário alarmante, uma descoberta genética apontou um novo desafio para a contenção do surto: na medida em que passa de uma pessoa a outra, o ebola está sofrendo mutações 2 vezes mais depressa do que em outros animais hospedeiros, como o morcego frugívoro. O estudo publicado na revista Science sequenciou amostras do genoma do vírus nos primeiros 78 pacientes a serem infectados em Serra Leoa. Os pesquisadores registraram mais de 300 alterações genéticas localizadas sobretudo na glicoproteína, molécula responsável pela ligação do vírus nas nossas células – processo a partir do qual ele começa a se reproduzir. É por meio desta proteína que o sistema imunológico identifica o parasita. “Como muitas das mutações alteram sequências protéicas e outros alvos biologicamente significativos, elas devem ser monitoradas para impactos em diagnósticos, vacinas e terapias críticas a uma resposta à epidemia”, diz o artigo publicado na revista 'Science'. Além de impor novas dificuldades ao tratamento que já enfrenta diversas barreiras, as mutações podem comprometer também a eficácia de drogas experimentais como a ZMapp, que curou infectados na Libéria e dois missionários americanos que contraíram ebola em Serra Leoa. Através do sequenciamento do genoma, foi possível reconstruir a rota do vírus naquele país. Os pesquisadores descobriram que a via de entrada da doença ocorreu no dia 25 de maio, quando diversas pessoas infectadas de Guiné atenderam ao chamado de uma curandeira tribal de Serra Leoa que alegava ser capaz de curar a enfermidade. Ao invés de salvar aqueles que foram ao seu encontro, a xamã acabou adoecendo e morreu, sendo velada em um funeral com grande comoção. Como o ebola é transmitido mesmo por cadáveres, a partir deste evento a epidemia começou a se espalhar exponencialmente pelo país. Numa medida pouco comum, os pesquisadores disponibilizaram os dados na internet assim que eles foram disponibilizados, para garantir que colegas pudessem ter um acesso mais dinâmico e se instrumentalizar na luta contra o surto. Dos 58 autores e co-autores da pesquisa, cinco morreram vítimas do vírus, entre eles o médico Sheik Umar Khan, considerado um herói em Serra Leoa e uma das principais referências mundiais no combate ao ebola. FONTE:abc.net.au/science/articles/2014/08/29/4076805.htm

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CIENTISTA BRITÂNICO AFIRMA QUE VÍRUS EBOLA TEM ORIGEM EXTRATERRESTRE

De acordo com um jornal local da Inglaterra, um cientista britânico acredita que o vírus Ebola não se originou na Terra. Ashley Dale, da Universidade de Bristol, disse que há uma possibilidade de que o vírus mortal teria chegado ao planeta Terra depois de viajar milhares de anos pelo espaço. “Há sempre uma chance de que o vírus Ebola possa ter vindo de fora deste planeta, em algum momento durante o processo evolutivo”, disse Dale ao jornal. “Temos meteoritos de Marte que aterrissam em nosso planeta a cada ano, e nós sabemos que as bactérias podem sobreviver à viagem. Todas as hipóteses nos levam a acreditar que o Ebola chegou a este planeta de algum lugar no espaço”, acrescentou. Dale disse ao jornal que não há qualquer possibilidade de que o vírus tenha sobrevivido a evolução do planeta, sendo esta a explicação mais plausível para a sua presença neste momento. De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) , a epidemia de Ebola já matou cerca de 1.500 vidas na África, enquanto a doença continua a se espalhar pela Libéria, Guiné e Serra Leoa. FONTE://arquivoufo.com.br/2014/08/13/cientista-britanico-afirma-que-virus-ebola-tem-origem-extraterrestre/

domingo, 27 de abril de 2014

VÍRUS EBOLA PODE TER CHEGADO À EUROPA

Relatório: Suspeita de Ebola na Europa: "quebrando todos os esforços de contenção". Embora funcionários da Organização Mundial de Saúde estão trabalhando febrilmente para impedir a propagação do vírus Ebola no que é hoje em sete países africanos, seus esforços podem ser em vão. Na Guiné, um ponto fervente para o contágio mortal, as autoridades de saúde do governo disseram que o surto está quase sob controle. ” No entanto, reportagens Reuters dizem que o governo "planejou parar publicamente liberar o número de mortos para evitar causar pânico desnecessário." Apesar dos melhores esforços dos trabalhadores de saúde de emergência, parece que o vírus pode ter atravessado fora da África para a Europa. O surto de Ebola vírus em sete países do oeste Africano rompeu todos os esforços de contenção e está se espalhando como um incêndio. De acordo com Grupos de ajuda humanitária cristã, que trabalha na Guiné e Libéria, o número de infecções confirmadas saltou de 15% apenas nas últimas 24 horas. Além disso, 40 trabalhadores migrantes ilegais da área do surto, que desembarcaram em Pisa, Itália, estão mostrando sinais de infecção por Ebola e estão sendo isolados em Pisa na Itália por causa de uma febre e "conjuntivite" (sangrenta ao redor dos olhos). De acordo com a Organização Mundial de Saúde, esta estirpe do vírus Ebola é inteiramente nova e, embora seja perto da cepa Zaire, é diferente, respondendo, assim, para resultados de testes falso-negativos. . . . . . . . . por semanas! Os resultados falso-negativos significam que pessoas que estavam realmente infectados com o Ebola, foram devolvidos às suas famílias e bairros para se recuperar de que eles acreditavam que era a gripe ou um caso de intoxicação alimentar, apenas para espalhar o Ebola ainda mais. O resultado foi uma completa perda de contenção deste surto de Ebola. Com a chegada provável de Ebola em Pisa, Itália, o continente europeu está agora em risco grave. Funcionários italianos negam os relatos, mas a imprensa alternativa no país sugere que esta é a razão para um fechamento completo para baixo de um hospital em Pisa, onde acredita-se ter infectado cerca de 40 indivíduos. Outros relatórios escorrendo a partir de várias fontes, como as mídias sociais indicam que o vírus também pode ter aparecido cerca de 50 quilômetros a partir de Pisa, na Toscana, Itália. De forma alarmante, uma história que apareceu sobre o surto em fios de notícias nacionais teria sido retirado pelo governo italiano por "razões de segurança nacional", o que sugere que há mais do que os relatórios oficiais italianos estão dispostos a expressar para o público neste momento. Apesar de terem negado que o hospital Pisa foi bloqueado devido ao Ebola, eles parecem estar se preparando para a possibilidade de uma epidemia grave em Roma e Milano.(Google Translation via da Itália Vnews24).E há um 'mistério sobre quarenta casos hipotéticos de Ebola registrados em nosso país.O vírus é particularmente comum no continente Africano - os casos "oficial" foram registrados no Senegal, Mali e Gana - pode ter chegado na Itália "obrigado" para o êxodo em massa de imigrantes para as nossas costas. A primeiro "sino" d 'alarme foi lançado pela Lampedusa. De acordo com um relatório apareceu na rede (e imediatamente removido por razões de "segurança nacional"), na verdade, 16 de abril seria registrada em uma "ilha epidêmica, nunca confirmou nem refutado pelo nosso Ministério da Saúde. Um novo "SOS" sobre a propagação do vírus "Ebola no Bel Paese é, desta vez, da Toscana. Meios de divulgação do choque da notícia é sempre a rede: blogs, redes sociais, sites dedicados destacou o "Curioso Caso de St. Flushing," site centro de recepção em Pisa, fechado ao público devido à presença, tudo 'dentro dele , quarenta cidadãos não comunitários que estão a alguns sintomas estranhos. Capuzzi Sandra, Conselheiro de Políticas Sociais do Município de Pisa, ele teria negado o alarmismo de seus compatriotas, classificando o estado de saúde dos refugiados na estrutura nestes termos : "Eles têm apenas uma febrinha, causada por condições de viagem estressante em que as crianças foram submetidas. “ " O medo, entretanto, permanece. Os quarenta possíveis portadores do vírus letal'Ebola foram submetidos a todos os testes necessários em situações de alto risco. A população italiana, no entanto, não se sente o clima de tranquilidade que altos cargos institucionais e tentativa submetido a transmitir informações através de vários canais, oficiais e não oficiais. A tensão aumenta, embora o Ministério da Saúde disse que, no caso improvável de um surto , Roma e Milan estaria pronto para enfrentar a 'epidemia. De acordo com a Bolsa do Samaritano , um grupo alívio Cristão trabalhando ativamente com hospitais e autoridades de saúde na Guiné e Libéria, o que faz Ebola tão perigoso é que ele pode ser transmitido através do contato humano e pode levar semanas antes que os sintomas aparecem: O surto de Ebola inicial na Guiné acredita-se que começou quando os caçadores entram em contato com morcegos infectados.O vírus Ebola é transmitido entre os seres humanos através do contato direto. Uma vez infectado, pode levar até 21 dias para que os sintomas aparecem, que incluem febre alta, dores de cabeça e fadiga. Nesse ponto, a pessoa infectada é contagiosa. Com detalhes em falta e os funcionários de saúde optando por manter relatos de infecções do público, é impossível saber exatamente o quão longe o vírus se espalha. Como notado acima, esta nova estirpe que não foi identificado imediatamente, assim exames de sangue de pessoas que mostram possíveis sintomas podem demonstraram resultados falsos-negativos, mesmo que esses indivíduos podem ter sido portadores do vírus. Uma vez devolvidos para a população em geral, e supondo que não se contraia o vírus, é certamente possível que ela foi, em seguida, transmitidos para os outros. Se Ebola tomou conta da Itália, então podemos esperar mais casos relatados em todo o continente nas próximas semanas, com a possibilidade real de que o vírus possa fazer o seu caminho para a costa dos Estados Unidos através de centenas de vôos internacionais que chegam diariamente. É compreensível que os funcionários do governo não queiram exagerar e causar pânico, especialmente na medida em que o transporte aéreo como global está em causa, porque isso levaria a um bloqueio para baixo de aeroportos em todo o mundo. O pânico será sem precedentes. Como observado por Tess Pennington de Pronto Nutrição , mesmo que o público tomou conhecimento de que uma pandemia estava em andamento, muitos permanecem em negação sobre tal perspectiva e permaneceria alheio às repercussões a longo prazo. Ela observa que os efeitos de uma pandemia poderia ser rápida e drástica, levando à revolta social: Entendendo que a nossa vida está para mudar drasticamente se a população se depara com uma pandemia e estar preparado para isso pode ajudá-lo a fazer as melhores escolhas para o bem-estar de sua família. Algumas mudanças podem ser: - Encerramentos de comércio de negócios; - Composição da nossa infra-estrutura básica: comunicações, transporte de massa, as cadeias de fornecimento; - Interrupções de serviço de folha de pagamento; - A falta de pessoal em hospitais e clínicas médicas; - Interrupções em equipamentos públicos - escolas, locais de trabalho pode fechar, e reuniões públicas, tais como eventos esportivos ou cultos pode fechar temporariamente. - Governo manterá uma quarentena em casa voluntária ou involuntária. (Fonte: Pandemic Preparedness ) Dada a expansão continuada do vírus para vários países da África, e agora, possivelmente, da Europa, nós pedimos que os leitores a manter-se vigilante e ter, pelo menos, os seus fundamentos básicos no local. Este vírus é incurável e acredita-se que têm uma taxa de mortalidade de até 85% das pessoas infectadas. Se ele está se espalhando fora da África, então é só uma questão de tempo - talvez várias semanas - antes que se torne evidente em países em desenvolvimento. Estas probabilidades postadas não são de forma autoritária, e deve ser considerada uma "melhor estimativa" apenas. As probabilidades de infecção desmarcadas neste momento, com base em um método de viagem, horários e frequências de vôos para várias cidades, incluindo também alguns volumes assumido de tráfego "marítimo mista" entre o Norte da África e Sul da Europa - a probabilidade de que o Ebola vai atacar é : - 63% na Itália em 8 dias; - 44% em Espanha dentro de 15 dias; - 77% em Riyadh / Arábia dentro de 21 dias; - 40% na Líbia dentro de 25 dias; - 29% em os EUA dentro de 28 dias; - 37% no Egito dentro de 33 dias. No momento em que chegar a 35 dias, que pode ser em 25 países de 4 continentes. (Fonte: TRN ) Nos Estados Unidos, o CDC emitiu um alerta de viagem para as companhias aéreas e criar postos de quarentena de emergência nos aeroportos nacionais, embora não existem diretrizes específicas em vigor neste momento de acordo com BD Live : Os EUA estão bem preparados para lidar com pacientes infectados em seu solo com 20 estações de quarentena do CDC nos aeroportos dos Estados Unidos que são projetados para lidar com qualquer pessoa que tenha sintomas de uma ampla gama de doenças infecciosas, incluindo o Ebola, de acordo com a porta-voz Christine Pearson. Apesar do surto, não há pedidos ou diretrizes para as companhias aéreas sobre Ebola especiais, embora o CDC emitiu um alerta de viagem, disse ela. "O tempo que leva para viajar de Guiné rural para qualquer lugar os EUA é mais do que tempo suficiente para incubar o vírus e ser sintomático", disse o Council on Foreign Relations membro sênior Laurie Garrett, em Nova York. Se no próximo mês vemos Ebola aparecendo na América do Norte, então podemos ter um problema sério em nossas mãos. As declarações oficiais da OMS, CDC e os governos europeus ainda têm de confirmar a ebulição do Ebola na Europa ou nos Estados Unidos. Atualizações serão fornecidas como detalhes estiverem disponíveis. Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/2014/04/ebola-pode-ter-chegado-europa.html