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domingo, 7 de maio de 2017
COMO IMPEDIR QUE OS SITES RASTREIEM SUA LOCALIZAÇÃO NOS NAVEGADORES WEB
Ao baixar ou utilizar um serviço pela primeira vez no seu dispositivo, talvez você não tenha percebido uma série de regras que a empresa dona daquele programa solicita que você concorde para começar a usá-lo. Uma dessas solicitações é permitir que a plataforma identifique sua localização exata e, embora não seja obrigatória, a medida causa dúvida em muita gente por envolver questões como segurança e privacidade.
As companhias dizem que habilitar essa opção garante que seus serviços possam fazer sugestões com base no lugar onde o usuário está, como bares, restaurantes, livrarias e outros locais. Mas se você tem um PC com Windows 10 e mesmo assim não se sente confortável sabendo que pode estar sendo vigiado por causa dessa função, veja como desligá-la nos vários navegadores disponíveis para o sistema operacional mais recente da Microsoft.
domingo, 30 de agosto de 2015
CIENTISTAS PARECEM TER LOCALIZADO O MECANISMO DE DESLIGAMENTO NO CÉREBRO
Todos nós perdemos a consciência diariamente: enquanto estamos dormindo. Mas os cientistas nunca haviam entendido que parte do cérebro controlava o mecanismo de estar consciente ou inconsciente. Agora, pesquisadores parecem ter encontrado essa parte do cérebro por coincidência, enquanto estavam estudando uma paciente epilética usando estimulação elétrica.
Como relata a News Scientist, pesquisadores da Universidade George Washington estavam usando eletrodos para monitorar os sinais do cérebro e tentar identificar que área dele disparava as convulsões da paciente. Um desses eletrodos foi colocado no claustro, uma fina camada de neurônios que fica entre as principais estruturas do cérebro — uma região que nunca havia sido estudada com o uso de eletrodos profundos anteriormente.
Inesperadamente, quando os pesquisadores enviaram sinais elétricos de alta frequência para o claustro, a paciente perdeu a consciência: ao contrário do que acontece durante uma convulsão, quando a atividade de uma pessoa cessa imediatamente, a paciente pareceu ir relaxando, passou a falar em voz mais baixa e se mexer mais devagar, até que ela ficou parada em silêncio, sem responder a chamados ou a estimulação visual. Ela estava, por definição, inconsciente. Quando ela acordou e a estimulação elétrica foi desligada, ela não se lembrava de nada que havia acontecido enquanto ela estava “desligada”.
A descoberta pode ter imensas implicações para pacientes com epilepsia ou que estejam em estados semi-conscientes, mas é só o começo das pesquisas. Até agora, esse interruptor on/off foi testado em apenas um paciente. Mas identificar o local do cérebro onde fica o mecanismo de desligamento da consciência será crucial para que entendamos melhor como funciona o fluxo cerebral, como explica o pesquisador Christof Koch para a News Scientist:
Em última instância, se nós soubermos como ligar e desligar a consciência e que partes do cérebro estão envolvidas no processo, então nós poderemos entender quem faz o quê. Os robôs têm isso? E os fetos? Um gato ou um cachorro ou uma minhoca têm esse mecanismo? Esse estudo é incrivelmente intrigante, mas é só um tijolo no grande edifício da consciência que estamos tentando construir.Talvez algum dia nós possamos adormecer ao desligar um interruptor localizado no fundo dos nossos cérebros. fonte: newscientist.com/article/mg22329762.700-consciousness-onoff-switch-discovered-deep-in-brain.html
domingo, 14 de junho de 2015
TECNOLOGIA ANTIRROUBO PERMITE BLOQUEIO E A LOCALIZAÇÃO DE ULTRABOOKS
Serviço disponível no Brasil, através da própria Intel e outros três parceiros, permite até o rastreamento do equipamento perdido ou furtado.
Faz tempo que a Intel vem batendo na tecla de que os ultrabooks ormam uma categoria que vai além dos computadores com um corpinho fino, estiloso e performático. São máquinas que investem em novas tecnologias para proporcionar a melhor experiência de uso no cenário de computação continuada. Entre elas, tecnologias de segurança como a IPT (Identity Protection Technology), que dispensa o uso de tokens ou hardware auxiliares para identificação segura e a AT (Anti Theft ou Atirroubo), que acaba de chegar ao Brasil através de serviço da própria Intel e de parceiros como a McAfee, Absolute Software (representada aqui pela NNovax) e a Norton.
Dependendo do parceiro, os novos serviços antirroubo dos ultrabooks podem proporcionar desde o simples bloqueio automático da máquina até o seu rastreamento e recuperação. As soluções, que variam em recursos e preço, tiram proveito de um chipset presente na segunda geração de processadore Core que possuem uma camada de Firmware e BIOs específica para fazer funcionar as soluções antirrou desenvolvidas pelos parceiros através do SDK e drivers disponibilizados pela Intel. Em outras palavras, essas soluções tiram proveito de recursos embarcados diretamente no hardware, dificultando sua desativação proposital.
Em linhas gerais, para fazer uso das soluções é necessário que o dono do ultrabook registre o PC no serviço antirroubo de sua escolha (ou fornecido pelo fabricante do equipamento). A partir daí, a inteligência embarcada na máquina é capaz de detectar que ela foi perdida ou furtada e disparar uma série de ações. Como os recursos são nativos do hardware, a máquina permanece inativa mesmo que o sistema operacional seja reinstaldo e a BIOs seja atualizada. Do mesmo modo, caso o ultrabook seja recuperado, o dono tem como reativá-lo facilmente, através do uso da senha cadastrada no serviço antirroubo.
Hoje um diferencial dos ultrabooks, herdado das soluções antirroubo que nasceram no mercado corporativo, com a tecnologia vPro, a tecnologia antirroubo já está disponível em todos os modelos de ultrabook vendidos no Brasil. A partir da terceira geração de processadores Core, a tecnologia também estará disponível para outros modelos de notebooks, além da categoria ultrabook.
Soluções presentes no Brasil
Ultrabooks da Sony e da Asus oferecem o serviço antirroubo prestado pela própria Intel. O proprietário de máquinas dessas marcas podem contratar o seviço online pagando uma anuidade de 50 reais. Gratuito nos primeiros 90 dias, inclui detecção de roubo e travamento da máquina, através da inoculação do que a Intel chama de pílula de veneno, além de proteção dos dados por criptografia e recuperação dos dados caso o equipamento seja encontrado. Já proprietário de ultrabooks da marca Dell contam om o serviço Computrace LoJack para Laptops, da NNovax/Absolute, que além do bloqueio e da remoção remota de dados, também permite o rastreamento do equipamento através do ponto IP, da triangulação 3G e até da triangulação WiFi. O rastreamento está disponível em 94 países, contando com o Brasil e está incluído no valor da anuidade, de 65 reais. A empresa conta ainda com uma equipe forence de recuperação de máquinas, que atuam junto às polícias locais. Donos de ultrabook fabricados pela Semp Toshiba e pela CCE, por sua vez já podem contratar o serviço Norton Anti-Theft, que também permite aos usuários o bloqueio remotoe a localização do equipamento. Entre os principais recursos oferecidos pelo Norton Anti-Theft estão Locate, que rastreia e mapeia a localização do equipamento quando o mesmo for utilizado para acessar a Internet; Notificação de Perda, que mostra uma mensagem customizada no equipamento, caso ele seja encontrado; Controle de Web, para gerenciar os recursos remotamente; e o Sneak Peak, que tira fotos de tudo e todos que estejam em frente ao equipamento (caso possua webcam). O serviço pode ser contratado pela loja online da Norton Brasil e requer o pagamento de uma anuidade de 69 reais para até 3 equipamentos, 119 reais para até 5 equipamentos ou 135 reais para até 10 equipamentos, já que é multiplataforma, funcinando também, via cama de software, em outros modelos de notebooks, tablets e smartphones. Já proprietários de ultrabooks da Megaware, Qbex, Login e N3 Computadores contam com McAfee Anti-Theft. Integrado ao nível da BIOS, o McAfee Anti-Theft oferece uma ampla gama de recursos de segurança, incluindo localização e rastreamento, que pode ser ativado remotamente para encontrar uma máquina perdida ou roubada assim que ela se conectar à internet, seja via Wi-Fi ou 3G. Os usuários também podem ativar um modo “lock down” que desabilita o aceso ao aparelho, bem como um modo “stealth” que criptografa os dados sem que um eventual ladrão perceba isto. Eles podem ser ativados manualmente, ou de acordo com um período de tempo pré-determinado. O McAfee Anti-Theft já vem instalado nos ultrabooks e pode ser ativado gratuitamente também por um período de 90 dias. Quando este prazo expirar, o consumidor receberá um alerta da McAfee para renovar sua licença mediante o pagamento de uma anuidade de 79 reais.Localização por triangulação Wi-Fi
Wanda Linguevis, gerente de produto ultrabook na Intel Brasil, explica que muitos do recurso antirroubo - especialmente os de rastreamento e localização - só são possíveis caso a máquina esteja ligada. "Mesmo bloqueado o acesso ao sistema operacional, as antenas Wi-Fi são ativadas, permitindo contato das soluções antirroubo com a máquina", diz. Já o bloqueio automática pode ser disparado por outros gatilhos, como tempo de inatividade ou de falta de conexão internet e seguidas tentativas erradas de login. Depois de bloqueado, o ultrabook não será inicializado e a tela bloqueada exibirá uma mensagem de recuperação. Por estar embarcado diretamente no hardware, o recurso é inviolável. Mesmo que o disco rígido seja trocado ou reformatado, a máquina continuará bloqueada, perdendo completamente a utilidade para o ladrão. Caso o usuário recupere o computador, a reativação é rápida, e não danifica nenhum dos dados armazenados. Além disso, ainda que o ladrão retire o disco rígido ou SSD da máquina furtada e a instale em um novo computador, as informações pessoais não poderão ser acessadas, pois a maioria das soluções descritas acima prevê criptografia dos dados selecionados pelo usuário. FONTE: idgnow.com.br/ti-pessoal/2012/09/25/tecnologia-antirroubo-permite-bloqueio-e-localizacao-de-ultrabooks/domingo, 31 de maio de 2015
APPS ANDROID PODEM RASTREAR SUA LOCALIZAÇÃO POR MEIO DE PONTOS DE WI-FI
Alguns aplicativos para Android coletam informação em pontos de acesso Wi-Fi, que pode ser usado para descobrir a localização de uma pessoa, tendo sucesso em 90% dos casos.
O tema foi foco de um estudo conjunto entre a Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), o MIT e a Universidade de Copenhague. Ele ressalta as implicações do escaneamento dos pontos de acesso Wi-Fi, que podem ferir políticas de privacidade e costumam ser negligenciadas mesmo apresentando risco.
Informações sobre Wi-Fi não são consideradas como de localização, permitindo que alguns aplicativos para Android (como Candy Crush Saga, Pandora e Angry Birds) a coletem de forma rotineira.
“Isso possibilita a coleta velada de dados de mobilidade de alta resolução, evadindo as políticas e o modelo de privacidade do ecossistema Android”, escreveu Sune Lehmann, professor associado de informática na DTU.
O estudo toma o cuidado de não sugerir que os aplicativos citados coletaram os dados com o propósito de localizar seus usuários, mas defende que eles teriam, em tese, a capacidade de fazer isso.
Dados de localização são vistos como valiosos para fins publicitários, onde propagandas específicas a determinados contextos são mostradas conforme o usuário se locomove em um determinado local. Esse tipo de rastreamento levantou preocupações a respeito da privacidade, já que os usuários não são necessariamente notificados ou possuem meios de negá-lo.
Os pesquisadores rastrearam 63 estudantes ao longo de 6 meses. Já que as pessoas tendem a terem padrões em como se locomovem, “alguns roteadores predominantes podem trabalhar efetivamente como proxy para a sua localização”, indica o estudo.
Terceiros com alcance aos pontos de acesso Wi-Fi podem escanear um dispositivo sem autorização, usando esses dados de localização “determinar efetivamente a posição dos indivíduos em 90% das vezes”. Para certos estudantes, apenas 4 pontos de acesso bastaram para descrever suas localizações aproximadas na maioria das vezes, mostrou o estudo.
Aplicativos para Android costumam ter um conjunto de permissões que precisam ser aprovadas para continuar com a instalação, mas o escaneamento de Wi-Fi é separado da permissão que exige acesso aos dados de localização e permiti-lo não costuma ser considerado arriscado.
O estudo ainda menciona a introdução feita pela Apple no iOS 8 de um método para dificultar coleta de dados consistentes nos dispositivos por meio dos pontos de acesso de Wi-Fi, em que o sistema operacional falsifica o endereço de um dispositivo MAC (Media Access Control).
Lehmann escreveu que o método da Apple não menciona o problema tratado pelo estudo, em que “dados são coletados por um aplicativo no telefone, não por um dispositivo externo”.
FONTE: idgnow.com.br/mobilidade/2015/05/29/apps-android-podem-rastrear-sua-localizacao-por-meio-de-pontos-wi-fi/
sábado, 21 de março de 2015
ONDE ESTÃO TODOS OS ALIENÍGENAS?
Uma pergunta legítima, com muitas possibilidades de resposta. Eles podem estar bem aqui agora. Eles podem estar longe, ignorando a nossa existência. Há ainda a chance de que eles nem possam existir.
Em 1961, a primeira reunião do SETI (sigla em inglês para o instituto de Procura por Inteligência Extraterrestre), na Virgínia do Oeste (EUA), o astrônomo Frank Drake propôs uma equação para aproximadamente calcular o número de civilizações alienígenas em nossa galáxia. Amplamente baseada em dados conjecturais, esta equação resultou num número de aproximadamente 10.000 civilizações avançadas somente em nossa galáxia.
Carl Sagan aumentou a aposta, sugerindo que o número era próximo de um milhão.
Porém, todos estes cálculos foram baseados em suposições de que a vida deva ser baseada em carbono, como a nossa. Pelo que sabemos, o universo poderia abrigar uma gama de formas de vida, baseadas em silício, nitrogênio, arsênio, ou até mesmo elementos que anda não descobrimos.
Como o físico teórico Stephen Hawking uma vez especulou, as estrelas, ou mesmo os buracos negros, poderiam possuir algum tipo de consciência, tornando-os assim formas de vida exóticas. Em algum lugar nas bilhões de galáxias, este cenário poderia estar ocorrendo. As leis da probabilidade até mesmo favorecem esta tese.
Isto levanta a questão do título deste artigo: Onde estão todos os alienígenas? E por que ainda não os encontramos oficialmente?
Esta mesma questão incomodou o físico italiano, Enrico Fermi, há uns 65 anos, levando-o a desenvolver uma hipótese conhecida como o Paradoxo de Fermi. Esta hipótese postula o seguinte:
- Nosso Sol é uma estrela típica e é muito jovem. Nossa galáxia contém bilhões de estrelas que são muito mais velhas do que a nossa.
- Há uma grande chance de que algumas destas estrelas possuam planetas como a Terra. Se levarmos a Terra em consideração, torna-se óbvio que alguns desses planetas possam permitir o desenvolvimento de vida inteligente.
- Algumas dessas formas de vida inteligente poderiam desenvolver a viagem interestelar em algum ponto de sua existência. Novamente, esta suposição é baseada em nossos próprios esforços, que poderiam algum dia nos levar a visitar outras estrelas.
- Sem mesmo contradizer as leis da física newtoniana através da introdução de viagens mais rápidas do que a velocidade da luz, toda a galáxia poderia ter sido colonizada em questão de milhões de anos. Relativa à idade do universo, este intervalo é muito curto.
Assim, parece razoável que a Terra deveria ter sido colonizada agora. Ou pelo menos visitada. Intrigado pelo universo silencioso, Fermi perguntou “Onde estão todos?”
Um civilização que evoluiu logo após o universo ter iniciado, sua existência deve ter tido bilhões de anos para superar qualquer obstáculo tecnológico que enfrentasse. Com o auxílio da inteligência artificial, tal civilização passaria través de um evento chamado de “singularidade tecnológica”, se tornando algo que nem mesmo conseguiríamos conceber.
A própria humanidade poderia passar por tal cenário, contanto que não nos explodíssemos antes disso. Como uma civilização hiper avançada, poderíamos colher a energia de nosso sol e finalmente a geração de toda a nossa galáxia.
Vamos dar um salto de fé. Suponha que este cenário seja mais do que possível; vamos presumir que seja inevitável. Não deveríamos ser capazes de detectar traços da energia de tal civilização avançada? Ela não deixaria sinais para trás, ou algum tipo de pista? Se algumas raças alienígenas foram capazes de passar pela singularidade, onde estão elas?
Elas poderiam estar se escondendo. Talvez elas deixaram o reino físico em favor ao virtual. Se fôssemos dados a chance, a maioria de nós o faria agora.
Falando de forma astronômica, alguns acreditam que a resposta esteja bem na nossa frente. Trata-se da matéria escura.
Você, eu e tudo que é visível ao nosso redor somos feitos de matéria ordinária. Mas toda a matéria ordinária no universo totaliza por volta de 5% do total, enquanto o resto do cosmos é feito de matéria ou energia escuras. Não sabemos quase nada sobre estes grandes compostos que são responsáveis pela continua expansão do universo.
Têm sido sugerido que a matéria e a energia escuras poderiam ser uma forma de computronium, que é uma substância hipotética que converte a matéria em força computacional.
Tal cenário significaria que todo o universo é um computador cósmico usado pela maioria das civilizações avançadas, servindo propósitos que nem mesmo poderíamos compreender. Esta ‘mãe de todos os computadores’ poderia estar executando simulações inimagináveis e, pelo que sabemos, poderíamos estar vivendo dentro de uma dessas simulações neste momento. Este computador poderia até mesmo estar ‘reformatando’ o nosso universo, ou projetando novos, ao mesmo tempo.
Talvez seja por isto que nunca veremos uma civilização hiper avançada; eles estão literalmente muito ocupados gerenciando o universo.E talvez sejamos parte de uma mente alienígena cósmica, sem mesmo sabermos.
FONTES: http://locklip.com/where-are-all-the-aliens/#more-2062 // http://ovnihoje.com/2015/03/16/onde-estao-todos-os-alienigenas/#ixzz3V4EXPZeG
domingo, 13 de julho de 2014
COMO É DETERMINADA A DISTÂNCIA DE UM TIRO?
Em partes de cidades como Washington, D.C., sistemas de detecção de distância de tiros estão melhorando o tempo de resposta da polícia. Tiroteios que antes aguardavam respostas de ligações para o 9-1-1 de vizinhos, ou a descoberta de um corpo horas ou dias depois, agora são reportados automaticamente, segundos após o evento.
Há vários sistemas de sensores de tiros no mercado. Alguns usam sensores criados para detectar o ruído sônico de uma bala que viaja mais rápido que a velocidade do som. Outros usam sensores que assimilam as características ópticas da detonação na boca da arma, a explosão que propele a bala para fora do cano. Um sistema criado recentemente em Washington, D.C., chamado de ShotSpotter, conta com um sistema baseado na acústica e equipado com GPS que automaticamente localiza a origem do tiro e notifica as autoridades. Uma série de sensores acústicos capta as ondas de som de uma detonação na boca da arma que se irradiam para fora do cano em todas as direções.
O coração do sistema é a triangulação acústica. Apesar dos detalhes técnicos exatos do sistema ShotSpotter serem proprietários, é possível ter uma boa ideia de como o sistema funciona ao examinar o processo da triangulação.
O ShotSpotter usa de 10 a 12 sensores distribuídos de maneira uniforme a cada 2,5 km² da cobertura da cidade, e cada sensor é capaz de escutar o som de um tiro em um raio de 3 km.
Como a velocidade do som é uma entidade conhecida - 340,29 m/s no nível do mar - a diferença de tempo que o som de um tiro leva para atingir três sensores diferentes pode determinar a localização daquele tiro. Usando um sistema GPS integrado como fonte precisa de tempo, três sensores trabalham juntos para triangular a localização de onde cada tiro partiu. Um sistema como esse trabalha da seguinte forma:
um tiro é disparado em algum lugar da cidade. O Sensor 1 capta o som do tiro. Como cada sensor acústico tem um alcance de cerca de 3 km, tudo o que sabemos até então é que o tiro foi disparado em um raio de 3 km do Sensor 1;
um segundo depois, um segundo sensor capta as ondas de som de um tiro. Se o som nesta cidade viajar a cerca de 337 m/s, sabemos que o tiro foi disparado aproximadamente 321,8 m mais distante do Sensor 2 do que do Sensor 1. Podemos desenhar um círculo representando o raio de percepção do Sensor 2 sobrepondo o raio de percepção do Sensor 1 - como ambos os sensores captaram as ondas de som, o tiro deve ter partido de dentro da área sobreposta. Onde os dois círculos se cruzam, temos duas possíveis localizações para o tiro;
para descobrir qual dos dois pontos é a localização de onde partiu o tiro, precisamos encontrar um terceiro sensor que tenha captado o som do tiro. Um terceiro sensor, localizado ao sul dos Sensores 1 e 2, captou as ondas de som meio segundo depois que o Sensor 2 as captou. Assim, a origem do som seria de cerca de 160 m mais distante do Sensor 3 do que do Sensor 1.
Temos agora a localização do tiro, ao menos em termos de distância dos sensores. O sistema então usa receptores GPS integrados para converter aquele ponto conhecido em coordenadas de latitude e longitude, e passa a informação à estação-base do sistema mais próxima ou via telefone (para sensores com fio) ou sinais de radiofreqüência (para sensores sem fio). A estação-base encaminha as coordenadas para a central de chamadas 911 mais próxima, que tem um equipamento para converter as coordenadas em endereços e cruzamentos. Os atendentes do 911 despacham policiais para aquela localização. Segundo o ShotSpotter, a acurácia do sistema é de 25 m ou menos - bem menos do que o comprimento de um quarteirão.
Os sensores em si são aproximadamente do tamanho de um chiclete. Cada um deles é fechado em uma caixa à prova de intempéries do tamanho de metade de um pãozinho, e geralmente são posicionados em telhados ou postes de telefone. Segundo o ShotSpotter, os sensores são sensíveis o bastante para diferenciar um tiro da explosão de um escapamento de carro.
Policiais de Washington dizem que o sistema diminuiu o tempo de resposta a tiroteios pela metade. O ShotSpotter também registra todos os tiros detectados e as localizações correspondentes para uso forense depois. O custo de implementação do sistema ShotSpotter pode variar de centenas de milhares de dólares para uma pequena área a milhões de dólares para cobrir uma cidade do tamanho de Washington inteira.
FONTE: hsw.uol.com.br/localizacao-de-tiro.htm
sexta-feira, 9 de maio de 2014
MAPA POLÊMICO LOCALIZA AS MULHERES MAIS FÁCEIS E DIFÍCEIS DO MUNDO
A polêmica não demorou a surgir com a divulgação de um mapa publicado em um site especializado em mapas estatísticos, o Target Map, onde classificam as mulheres do mundo em cinco categorias, segundo sua facilidade ou dificuldade no momento da conquista por um homem. A escala generalista varia de Muito Fácil (verde escuro), Fácil (verde claro), Normal (amarelo), Difícil (marrom) e Muito Difícil (vermelho).
Segundo o controverso mapa, entre as mulheres mais difíceis, estão as dos países do Oriente Médio, como Síria, Arábia Saudita, Irã, Iraque, entre outros. Em cor marrom figuram aquelas que também não se deixam seduzir tão facilmente, mas um pouco menos, entre elas as espanholas, italianas, argentinas, coreanas e algumas de países africanos.
Na cor amarela, que distingue as mulheres "normais" quando se apaixonam, figuram os países da Europa Ocidental, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Chile, Paraguai, Japão, Índia e Coréia do Sul.
Nas cores verde e verde escuro reservadas para as mulheres consideradas "facinhas" e "muito fáceis", respectivamente, estão as mulheres, em sua maior parte, das nações da América Latina e Central, China, Rússia, leste da Europa, sul da África e Indonésia.
No topo do polêmico ranking foram listadas as peruanas, bolivianas, tailandesas e mulheres de diversos países africanos, como Gana, Angola, Camarões e Moçambique. As brasileiras são consideradas como "fáceis para se conseguir sexo", ao lado de outras nacionalidades como colombianas, mexicanas, sul-africanas, polonesas, russas e chinesas.
Segundo o responsável, o mapa foi baseado em dados de livros sobre "como seduzir mulheres ao redor do mundo" escritos por Nicholas Jack e Daryush Valizadeh. Apesar de ser considerado bem machista e de retratar mulheres como objetos, o mapa não foi retirado do ar e é uma das páginas mais acessadas do referido site.
FONTE:Gawker
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