Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador 3D. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 3D. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de setembro de 2015

CÂMERAS 2D PODEM SER REPROGRAMADAS PARA CAPTURAR 3D

O efeito tridimensional é capturado a partir de uma única tomada de uma câmera 2D, ajustando rapidamente seus mecanismos internos.

3D de captura única

Transformar uma câmera digital comum em uma câmera digital 3D parece um grande negócio. Foi justamente isso que demonstrou ser possível Patrick Llull e seus colegas da Universidade Duke, nos EUA. "Cenas reais são em 3 dimensões e elas são normalmente filmadas capturando-se múltiplas imagens focadas em várias distâncias," explicou Llull. "Várias abordagens únicas para melhorar a velocidade e a qualidade de captura de imagens 3D foram propostas durante as últimas décadas. Cada abordagem, no entanto, sofre degradações permanentes na qualidade da imagem 2D e/ou exigem uma grande complexidade do hardware." Esses obstáculos foram superados com o desenvolvimento de um sistema adaptativo que consegue extrair com precisão dados de profundidade a partir das imagens 2D, sem perder a qualidade da imagem original e sem uma mudança dramática do equipamento, como mudanças seguidas de lentes.

Paralaxe

A maioria das câmeras digitais vem equipada com sistema de estabilização da imagem. Esse mecanismo funciona medindo a inércia ou o movimento da câmera e compensando esse balanço movimentado rapidamente a lente - são feitos vários ajustes por segundo. O que a equipe descobriu é que este mesmo hardware pode alterar o processo de captura de imagem, gravando informações adicionais sobre a cena. Com software e processamento adequados, esses dados adicionais podem dar as informações necessárias para calcular a terceira dimensão, simulando o sistema tradicional de captura de imagens 3D, que usa dois sensores para simular a paralaxe que permite que os dois olhos humanos gerem uma imagem tridimensional. O sistema eletrônico da câmera foi reprogramado para executar 3 passos em sequência contínua: ajustar o foco, coletar a luz durante um período de tempo e ativar o módulo de estabilização, que ajusta a lente para mover a imagem com relação a um ponto. Isto, em conjunto com o ajuste focal, integra a informação em uma única captura, de uma forma que preserva os detalhes da imagem e obtém uma resposta óptica diferente a cada posição do foco. As imagens, que teriam sido capturadas em várias configurações focais, são codificadas diretamente nesta medição com base no ponto em que elas ocupam na profundidade de campo.

3D e 2D renovado

Embora o experimento tenha sido realizado em condições controladas de laboratório, os pesquisadores acreditam que a técnica poderá ser aplicada em produtos de consumo. E, além de permitir a captura de imagens 3D, a técnica pode melhorar as funções das máquinas atuais. Se for integrada em câmeras comerciais e outras tecnologias ópticas, esta técnica de visualização pode melhorar funções essenciais dos atuais equipamentos - como a própria estabilização de imagem - e aumentar a velocidade do foco automático, melhorando a qualidade das fotografias. Bibliografia: Image translation for single-shot focal tomography. Patrick Llull, Xin Yuan, Lawrence Carin, David J. Brady. Optica. Vol.: 2, 9, 822. DOI: 10.1364/optica.2.000822. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cameras-2d-reprogramadas-capturar-3d&id=010110150922

sábado, 19 de setembro de 2015

CIRCUITOS ELÉTRICOS DE MADEIRA SÃO IMPRESSOS EM 3D

Uma microcadeira de celulose e, à direita, amostras da biotinta condutora (com nanotubos de carbono) e não-condutora.

Nanocelulose

Uma impressora 3D capaz de imprimir peças de celulose pode parecer apenas mais uma curiosidade de um campo que não para de crescer e incorporar novos materiais. Mas o alcance dessa nova possibilidade pode ser maior do que parece à primeira vista. Para isso, basta lembrar dos avanços recentes no campo da eletrônica biodegradável, que permitiram a construção de um papel luminoso de celulose e de um chip de madeira. A expectativa é que a nanocelulose possa ajudar a diminuir o problema do lixo eletrônico, graças à fabricação de circuitos eletrônicos que se decomponham naturalmente quando chegarem ao fim da vida útil. E a equipe do professor Paul Gatenholm, da Universidade de Chalmers, na Suécia, quer ir além, usando outros biopolímeros na fabricação de circuitos eletrônicos. No lado da eletrônica, a equipe incorporou nanotubos de carbono na matriz de nanocelulose impressa, criando materiais eletricamente condutores.

Tinta de celulose

A dificuldade de usar a celulose como tinta em impressoras 3D é que ela não funde quando aquecida. A equipe então misturou as nanofibrilas de celulose em um hidrogel que é mais de 95% água. A mistura pode então ser depositada através do bocal de uma bioimpressora, do mesmo tipo das que estão sendo usadas para fabricar implantes médicos. A seguir, é necessário um cuidadoso processo de secagem para manter a forma final do objeto. "Nós desenvolvemos um processo no qual nós congelamos os objetos e removemos a água por diferentes meios para controlar o formato dos objetos secos. É também possível deixar a estrutura colapsar em uma direção, criando filmes finos," disse Gatenholm. Quando são adicionados nanotubos à biotinta de celulose, é possível criar partes condutoras nos objetos, levando eletricidade ao seu interior. "As aplicações potenciais incluem sensores integrados a embalagens, têxteis que convertem o calor do corpo em eletricidade e curativos para ferimentos que podem se comunicar com os profissionais de saúde," disse Gatenholm. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=circuitos-eletricos-madeira-impressos-3d&id=010160150918

domingo, 30 de agosto de 2015

VARREDURA DO CÉREBRO EM 3D MOSTRA AS CONEXÕES ENTRE NEURÔNIOS

Os fios escondidos atrás da sua estante na sala provavelmente são uma bagunça: várias cores, entrelaçadas com diversos conectores, levando a diferentes lugares. Ver o cérebro em detalhes é mais ou menos assim – porém seu caos é bem mais bonito. Basta conferir a varredura 3D acima, que mostra as sinapses: ou seja, os espaços em que o neurônio (estrutura em vermelho) conversa com os outros. O vídeo completo, da National Geographic, mostra como isto nos permite entender como os neurônios se conectam, e como se comunicam com os outros. O trabalho é de Jeff Lichtman e sua equipe da universidade Harvard. Para começar, os pesquisadores obtêm camadas superfinas do cérebro de ratos: uma amostra com 1 mm de espessura permite obter 33.000 camadas. Depois, quando vistas na sequência, elas criam a animação acima. Não se trata do cérebro ao longo do tempo, e sim ao longo do espaço: os componentes maiores são os neurônios; os outros são os dendritos, prolongamentos dos neurônios. Para mapear as células do cérebro, os cientistas associam uma cor aleatória a cada neurônio e dendrito. Reunindo as camadas, eles criam o modelo 3D que vimos acima. Dessa forma, é possível ver como eles conversam entre si. Isso tudo é muito fascinante porque ainda sabemos muito pouco sobre o cérebro. É a coisa mais complicada que temos no corpo – então claro que visualizá-lo é incrível. FONTES:http://ngm.nationalgeographic.com/2014/02/brain/zimmer-text // http://gizmodo.uol.com.br/varredura-do-cerebro-em-3d/

sexta-feira, 30 de maio de 2014

INCRÍVEIS DESENHOS QUE PARECEM 3D, MAS QUE SÃO 2D

Existem desenhistas e desenhistas. Esses caras aqui simplesmente possuem uma técnica bastante peculiar e muito talento, sem dúvidas. Todos os desenhos abaixo foram feitos usando lápis e papel – e eventualmente tesoura para dar o toque final – nada de computadores ou algo assim. Confira algumas imagens incríveis que parecem 3D, mas que apenas utilizam o jogo de luz e sombra para criar volume e profundidade.
FONTE:tudointeressante