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sábado, 6 de agosto de 2016
CIENTISTAS CONCLUEM QUE O DNA DOS POLVOS NÃO É DESTE MUNDO
Um novo estudo levou os pesquisadores a concluir que os Polvos têm DNA alienígena. Seu genoma mostra um nível de complexidade nunca antes visto com um escalonamento de 33.000 genes codificadores de proteínas, mais do que em um ser humano.
Os oceanos do nosso planeta escondem inúmeros mistérios que talvez possam ajudar a responder aos inúmeros mistérios da própria vida. Durante o último par de décadas, os biólogos marinhos fizeram pequenos mas constantes progressos rumo a uma compreensão mais profundo da natureza e da vida.
Um grupo de pesquisadores decidiu fazer ciência e escolheu os cefalópodes, a fim de tentar quebrar seu código de DNA, na esperança de compreendê-los melhor.
O polvo, lulas e chocos são integrados na sub-classe dos moluscos. Eles têm uma história evolutiva que remonta mais de 500 milhões anos, período muito antes das plantas se mudarem para a terra. Estas criaturas habitam quase todos os oceano e em quase qualquer profundidade.
Eles são caracterizados principalmente por uma vasta gama de rugas morfológicas incríveis: os olhos como câmeras, corpos muito flexíveis e sofisticados. Tudo isso governado pelo sistema nervoso mais elaborado encontrado entre os invertebrados, o que torna esses seres os governantes dos oceanos.
Eles possuem cérebros altamente desenvolvidos e são considerados como os invertebrados mais inteligentes. E, como se não fosse estranho o suficiente, os cientistas acabam de concluir que estas criaturas aquáticas são ainda mais misteriosas.
Graças ao sequenciamento de seus genoma, os pesquisadores descobriram que os polvos são, de fato, totalmente diferente de todos os outros animais em nosso planeta.
Para o pesquisador norte-americano Dr. Clifton Ragsdale, da Universidade de Chicago, o polvo parece ser totalmente diferente de todos os outros animais, e até outros moluscos, com seus oito braços, seu cérebro grande e suas habilidades de resolução de problemas inteligentes.
“O zoólogo britânico morto Martin Wells dizia que o polvo é um alienígena. Neste sentido, então, o nosso trabalho descreve o primeiro genoma sequenciado a partir de um extraterrestre”.
Uma das razões principais que os investigadores decidiram investigar a base molecular do cefalópode, foi a sua capacidade de se adaptar instantaneamente suas propriedades neurais que resultam em um grande impacto na capacidade de memória e aprendizagem.
Estas capacidades específicas oferecem uma explicação dentro do genoma que incorpora os mecanismos biológicos que permitem aos seus tecidos alterar rapidamente as proteínas e suas funções.
De acordo com pesquisadores da Universidade de Chicago, o genoma do polvo é enriquecido em transposons, comumente referido como “genes saltadores”, que podem se reorganizar sobre o genoma.
“Com algumas notáveis ??exceções, o polvo, basicamente, tem um genoma completamente rearranjado, como se tivesse sido colocado em um liquidificador e misturado”, disse Caroline Albertin.
O relatório científico concluiu, principalmente, que os polvos têm uma bagagem genética alienígena. A reivindicação, no entanto, tem causado uma reviravolta na comunidade científica e entre os biólogos marinhos que pareciam chocados e intrigados ao mesmo tempo.
Acontece que, aparentemente, nós temos debaixo do nossos narizes um link para mistérios da humanidade, e muitos dos maiores enigmas da vida podem ser resolvido se nós olharmos melhor para os nossos oceanos e tudo que há dentro dele.
FONTE: http://arquivoufo.com.br/2016/06/27/cientistas-concluem-que-o-dna-dos-polvos-nao-e-deste-mundo
domingo, 30 de agosto de 2015
VEJA COMO O DNA PODE SUBSTITUIR OS DISCOS RÍGIDOS
A capacidade dos nossos dispositivos de armazenamento digital cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mas há um meio de armazenamento que ainda deixa até os excelentes SSDs comendo poeira, e ele não foi criado por seres humanos. Ele se chama DNA.
Uma equipe de cientistas tenta entender se as moléculas de dupla hélice que codificam todos os vegetais, animais e micróbios desse planeta Terra podem ser usadas para armazenar nossos dados por milhares de anos. Durante uma reunião da American Chemical Society, o cientista Robert Grass, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, apresentou uma demonstração de prova de conceito da tecnologia. Sua equipe de pesquisadores conseguiu codificar um DNA com 83 kilobytes de texto da Carta Federal Suíça de 1291 e do Método de Arquimedes do século 10.
Como computadores, só que melhor
“Um pouco depois da descoberta da arquitetura de dupla hélice do DNA, as pessoas perceberam que a linguagem de códigos da natureza é muito parecida com a linguagem binária que usamos nos computadores”, disse Grass. Em discos rígidos, usamos zeros e uns para representar dados. O DNA, por sua vez, usa quatro bases químicas (A, T, C e G). São quatro letras em vez de dois números, mas os dois sistemas conseguem armazenar permutações infinitamente complexas de informação. Exceto que o DNA, diz Grass, é muito, mas muito melhor. Hoje em dia, um disco rígido com o tamanho de um pequeno livro pode conseguir armazenar até cinco terabytes de dados, e os componentes deste disco devem durar por cerca de 50 anos. Enquanto isso, uma gota microscópica de DNA consegue guardar o “manual de instruções” completo – bilhões e bilhões de letras – para milhares de organismos. Em teoria, diz Grass, uma pequena quantidade de DNA pode guardar mais de 300.000 terabytes de informação. E o que é ainda melhor, é que segundo estudos arqueológicos e paleontológicos, o DNA pode durar centenas de milhares de anos.Cápsulas do tempo
DNA congelado preso dentro de células pode durar alguns milênios, mas Grass não vê motivos para não conseguirmos fazer algo melhor. É por isso que a sua equipe está empacotando DNA em pequenas esferas de sílica resistentes ao calor. Depois de cozinhar algumas dessas esferas a 70 graus Celsius por uma semana – o equivalente a manter a 10 graus Celsius por 2.000 anos – o DNA continuava funcionando sem problemas. Mantido em armazenamento frio, uma dessas cápsulas pode durar dezenas de milhares, ou até mesmo milhões de anos. Isso soa bastante promissor, mas a tecnologia experimental ainda precisa enfrentar alguns obstáculos. Para começar, os arquivos em DNA não são buscáveis, o que cria um grande problema em questão de usabilidade. Imagine o pesadelo que seria recuperar um arquivo perdido em um disco de backup se você precisasse vasculhar por todos os documentos até encontrá-lo. E também tem a questão do preço: Grass reconhece que codificar e armazenar alguns megabytes de dados hoje em dia custaria alguns milhares de dólares. Mas os cientistas estão confiantes de que superarão esses obstáculos. A equipe de Grass já trabalha em métodos para classificar partes específicas de DNA, o primeiro passo em direção à criação de um arquivo pesquisável. E conforme esses métodos forem refinados e automatizados, o custo do armazenamento genético deve cair substancialmente. Que tipo de dados vamos querer guardar no DNA? Grass imagina que isso poderia ajudar a preservar nossa sempre crescente montanha de informação online – por exemplo, histórico de mudanças em arquivos da Wikipedia. Ou toda a experiência humana em Starcraft, ou todos os episódios de Doctor Who até o fim dos tempos. Pense que você não apenas poderia colocar seu genoma em uma cápsula, mas também toda a sua biografia junto com ele. No futuro, humanos talvez sejam capazes de clonar não só o corpo de uma pessoa como também reconstruir todas as suas memórias. fonte: eurekalert.org/pub_releases/2015-08/acs-htp071615.phpsábado, 29 de agosto de 2015
DNA POSSUI CAPACIDADES TELEPÁTICAS
Cientistas descobriram que o DNA possui a habilidade de se interligar, mesmo à distância. De acordo com a ciência que conhecemos hoje, isto nunca deveria ser possível.
Uma pesquisa publicada pelo Journal of Physical Chemistry B da ACS,mostra que, sem dúvida alguma, um filamento duplo intacto de DNA possui a habilidade inexplicável de reconhecer similaridades em outro filamento de DNA à distância, podendo assim os dois filamentos interligar-se sem um toque físico. Imagine isto com sendo pessoas com interesses mútuos, tais como gostos, hobbies, carreiras, etc., se agruparem, sem consciência disso, ou esforço despendido.
O reconhecimento pelo DNA de outra sequência química similar deixa os cientistas perdidos. Anteriormente os cientistas acreditavam que outras moléculas, sinais químicos, ou certas proteínas deveriam estar presentes para isto acontecer; mas em experimentos recentes nenhum desses fatores estava presente quando o fenômeno ocorreu. Ninguém sabe, ou mesmo possui a menor ideia, de como os filamentos de DNA estão se comunicando entre si, mas estes eventos ‘telepáticos’ estão causando muita comoção e uma sensação de medo e espanto em alguns círculos científicos.
De acordo com os autores do artigo, Geoff S. Baldwin, Sergey Leikin, John M. Seddon, e Alexi A. Kornyshev e seus colegas:
“De forma espetacular, as forças responsáveis pelo reconhecimento da sequência podem se estender por mais de um nanômetro de água separando as superfícies do DNA vizinho mais próximo.”As implicações desta comunicação inexplicável entre filamentos duplos de DNA são enormes. Cientificamente, este efeito de reconhecimento poderia ajudar a aumentar a precisão e eficiência da recombinação dos genes semelhantes. Este é o processo responsável pelo reparo, evolução e diversidade genética do DNA. Esta nova descoberta poderia mudar a forma com que cientistas procuram por maneiras de evitar erros de recombinação, que são fatores de câncer, envelhecimento e outras questões de saúde. Metafisicamente, isto não daria ainda mais respaldo ao fato de haver uma consciência Universal? Fontes: locklip.com/dna-proven-to-have-telepathic-abilities/ // ovnihoje.com/2015/08/29/dna-possui-capacidades-telepaticas/
sábado, 24 de maio de 2014
VERDURAS E EXERCÍCIOS ALTERAM O DNA
Novos estudos revelam que a boa alimentação e os hábitos saudáveis são ainda mais importantes do que se imaginava – porque têm o poder de ligar ou desligar os genes humanos.
Você imaginou seu DNA alterado por causa das verduras e da pratica de exercícios físicos? Pois é, isso pode acontecer. Uma boa alimentação acompanhada de hábitos saudáveis são capazes de alterar os genes.
A comprovação disso veio através de um estudo feito por cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, após analisarem 27 mil pessoas com o gene 9p21, ou seja, gene que aumenta o risco de doenças cardíacas.
Voluntários que consumiram uma dieta rica em vegetais, o gene 9p21 parou de funcionar. Isso se deu por conta do microRNA, molécula existente no material genético das plantas, que mexe com o DNA humano podendo ligar ou desligar nossos genes. O bioquímico Chen-Yu Zhang, da Universidade de Nanjing, na China, afirmou em estudo que “além de ingerirmos os nutrientes das plantas, estamos também ingerindo informações que regulam nosso material genético”.
Por sua vez, a atividade física mexe com o DNA dos músculos. Quando o corpo humano é exercitado entram em ação as enzimas que modificam o bom funcionamento dos genes dos músculos. “O tecido é reprogramado para que a gordura e o açúcar queimem de forma mais eficaz”, foi o que afirmou Juleen Zierath, cientista do Instituto Karolinska, na Suécia.
Vale afirmar que as alterações não são para sempre. Os seus genes podem voltar ao estado anterior caso você pare de comer verduras e de praticar exercícios. O segredo de uma vida saudável não está somente no seu código genético, depende também de bons hábitos.
FONTE:VOCESABIA
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
ANÁLISE INICIAL DE DNA DOS CRÂNIOS DE PARACAS MOSTRA RESULTADOS INCRÍVEIS
Crânio alongado encontrado em Paracas.
Paracas é uma península desértica localizada dentro da Província de Pisco, na Região Ica, costa sul do Peru. Foi lá onde o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928: um enorme e elaborado cemitério que continha túmulos com os restos de indivíduos possuidores dos maiores crânios alongados já encontrados no mundo. Os crânios são conhecidos como ‘Crânios de Paracas’. Ao todo, Tello encontrou mais de 300 destes crânios alongados, os quais acredita-se datam de aproximadamente 3.000 atrás. Um análise de DNA foi agora conduzida em um dos crânios e o especialista Brien Foerster liberou as informações preliminares sobre estes crânios enigmáticos.
Hoje sabe-se que na maioria dos casos esses crânios alongados são o resultado de deformação craniana artificial, no qual o crânio é intencionalmente deformado através da aplicação de amarras durante um longo período de tempo. Geralmente isto é obtido amarrando-se o crânio entre duas tábuas de madeira, ou enrolando-o com panos. Porém, embora a deformação craniana mude o formato do crânio, ela não altera seu volume, peso, e nem outras características pertinentes ao crânio humano normal.
Contudo, os crânios de Paracas são diferentes. O volume craniano chega a ser 25 por cento maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, o que significa que eles não podem ter sido intencionalmente deformados através dos métodos descritos acima. Eles também contém somente um osso parietal, ao invés de dois. O fato destas características cranianas não serem o resultado de deformações artificiais, significa que a causa de seu alongamento é um mistério, e tem sido por décadas.
Impressão artística baseada num crânio de Paracas. Crédito: Marcia Moore / Ciamar Studio
O Sr. Juan Navarro, proprietário e diretor do museu local, chamado de Museu de História de Paracas, o qual possui uma coleção de 35 destes crânios, permitiu a retirada de amostras de 5 destes crânios. As amostras consistiram de cabelos, inclusive suas raízes, um dente, osso e pele dos crânios, e este processo foi cuidadosamente documentado por intermédio de fotos e vídeos. Estas amostras foram enviadas ao falecido Lloyd Pye, fundador do Projeto Starchild, o qual entregou as amostras a um geneticista no Texas, EUA, para uma análise de DNA.
Os resultados estão prontos e Brien Foerster, que é autor de mais de dez livros e uma autoridade sobre os povos antigos de cabeça alongada da América do Sul, recém revelou os resultados preliminares da análise:
“Ele tinha mtDNA (DNA mitocondrial) com mutações desconhecidas em qualquer humano, primata, ou animal conhecido até hoje. Mas alguns fragmentos que fui capaz de sequenciar desta amostra indicam que se estas mutações forem reais, estamos lidando com uma nova criatura similar à humana, mas muito distante do Homo sapiens, Neandertals ou Denisovanos.“
As implicações são enormes. “Eu nem mesmo tenho certeza se isto irá encaixar na árvore evolucionária conhecida“, escreveu o geneticista. Ele adicionou que se os indivíduos de Paracas foram tão diferentes biologicamente, eles não seriam nem mesmo capazes de cruzar com humanos.
O resultado desta análise está ainda na fase inicial de muitas fases de análises que estão para ocorrer. Os resultados precisam ser replicados e mais análises feitas antes que se possa chegar à uma conclusão final.
Fonte: www.ancient-origins.net
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
MEMÓRIA EM DNA: 700 TERABYTES EM APENAS UMA GRAMA
Um novo estudo da Universidade de Harvard (EUA) armazenou 5,5 petabits de dados – cerca de 700 terabytes – em um único grama de DNA com sucesso.
O feito quebra o recorde anterior de armazenamento em DNA por milhares de vezes. O bioengenheiro e geneticista George Church e Kosuri Lanka conseguiram a façanha tratando o DNA como um dispositivo de armazenamento digital qualquer.
Eles armazenaram dados binários codificados em fitas de DNA, ao invés de regiões magnéticas de um disco rígido. Em cada fita de DNA, 96 bits são sintetizados. As bases TGAC do DNA representam valores binários (T e G = 1, A e C = 0).
DNA como armazenamento
Essa ideia não é nova. E, se for ver, faz muito sentido: o nosso DNA já serve mesmo para armazenar nossas informações, além de coordenar o desenvolvimento e funcionamento das células. Ou seja, ele contém todas as instruções que nosso corpo precisa.
O DNA como um meio de armazenamento potencial já é discutido faz um longo tempo. Os cientistas apontam três boas razões para usá-lo como “memória”: é incrivelmente denso (pode armazenar um bit por base, e uma base é do tamanho de apenas alguns átomos), é volumétrico em vez de plano (como o disco rígido), e incrivelmente estável (enquanto outros meios de armazenamento precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero e no vácuo, o DNA pode sobreviver por centenas de milhares de anos em uma caixa na sua garagem, por exemplo).
Pense nisso: um grama de DNA pode armazenar 700 terabytes de dados. Isso é 14.000 discos Blu-ray de 50 gigabytes em uma gota de DNA que cabe na ponta de seu dedo mindinho. Para armazenar o mesmo tipo de dados em discos rígidos – o meio mais denso de armazenamento em uso hoje – você precisaria de 233 unidades de 3TB, com um peso total de 151 quilos.
O AVANÇO
Para ler os dados armazenados no DNA, os cientistas simplesmente os sequenciam, como se estivessem sequenciamento o genoma humano, convertendo cada uma das bases TGAC em valores binários.
Os DNAs podem ser sequenciados fora da ordem, já que possuem “endereços” de bits que permitem que as informações sejam decodificadas em dados utilizáveis.
Só com os recentes avanços na microfluídica e nos chips que a síntese e sequenciamento de DNA tornaram-se tarefas diárias. Apesar de ter demorado anos para que pudéssemos analisar um único genoma humano (cerca de 3 bilhões de pares de bases do DNA), equipamentos de laboratório modernos com chips microfluídicos podem fazer a mesma tarefa em uma hora.
Isso não quer dizer que o armazenamento em DNA seja rápido; mas é rápido o suficiente para arquivamento a longo prazo.
Toda a informação digital do mundo cabe em um único cérebro humano
Para o futuro, os pesquisadores preveem um mundo onde o armazenamento biológico nos permitirá gravar tudo e qualquer coisa. Hoje, nem sonhamos em cobrir cada metro quadrado da Terra com câmeras, porque não temos a capacidade de armazenamento para tanto. Mais tarde, no entanto, a totalidade do conhecimento humano poderá ser armazenada em algumas centenas de quilos de DNA.
FONTES: ExtremeTech, LimboTEch, UOL, Terra
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