Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador EFEITO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EFEITO. Mostrar todas as postagens
sábado, 10 de setembro de 2016
CIENTISTAS DESCOBREM COMO FUNCIONA UM CÉREBRO SOB EFEITO DE LSD
É a primeira vez que os cientistas conseguem entender como funciona o cérebro sob efeito de uma das drogas mais poderosas do mundo. “É como ter descoberto o bosão de Higgs”, dizem.
Os cientistas conseguiram pela primeira vez uma série de imagens que mostram como funciona o cérebro sob efeito de dietilamida do ácido lisérgico (LSD), uma das substâncias alucinógenas mais fortes do mundo. Esta droga provoca aquilo a que os psiquiatras chamam de “dissolução de ego”, ou seja, a sensação de que se está desligado da própria consciência, como se corpo e mente não estivessem unidos.
Estas imagens são bons indicadores para entender a “matéria da consciência”, isto é, que partes do cérebro estão envolvidas na percepção que temos de nós próprios. “Para a neurociência humana, isto é como ter descoberto o bosão de Higgs”, explica Robin Carhart-Harris, cientista líder do estudo do Colégio Imperial de Londres.
Durante dois dias, a equipa de cientistas pediu a 20 voluntários que bebessem uma infusão. Em metade desses produtos estava dissolvidos 75 miligramas de LSD, enquanto na outra metade havia um placebo. A seguir, todos eram submetidos a exames de neuroimagiologia. Quando juntaram os resultados de três exames específicos, os cientistas chegaram a um esquema de cores que reflete a atividade neural de alguém sob efeito de drogas. As diferenças, como pode ver aqui em baixo, são notáveis.
A atividade cerebral de um indivíduo sob efeito de LSD é caracterizada por uma menor coordenação das zonas incluídas na chamada “rede neural por defeito”. A neurociência define essa rede como os percursos de regiões cerebrais em interação conhecida por ter uma grande correlação entre as partes, mas sem grande comparação com o funcionamento do resto do cérebro. Por norma, essa rede está mais ativa quando a pessoa está numa espécie de “transe” em que parece desligada do mundo exterior como, por exemplo, quando se sonha acordado ou se está em divagação mental.
Os cientistas também repararam que o ritmo das ondas cerebrais alfa – que são muito lentas e mais notadas durante o sono ou em situações de extrema serenidade – enfraquecem ainda mais nos indivíduos que ingeriram LSD, o que pode justificar a sensação de “dissolução do ego” característica de quem consome esta droga. Como estas ondas são mais fortes no ser humano do que em qualquer outro animal, os neurocientistas acreditam que são elas que conferem ao humano o estado de consciência.
Apesar de todos estes pormenores, os cientistas explicam que um cérebro sob efeito de LSD “funciona de forma mais simples” porque a comunicação entre as várias regiões do órgão torna-se mais eficaz. Por exemplo, a ligação entre o córtex visual e todas as outras zonas do sistema visual tornam-se mais eficientes, o que pode explicar também as alucinações semelhantes aos sonhos lúcidos.
A dietilamida do ácido lisérgico (LSD) foi descoberta há cerca de 75 anos, quando o químico Albert Hofmann consumiu esta substância acidentalmente e descreveu uma experiência de “expansão mental” que era pouco entendida na época. Durante os anos cinquenta e sessenta, a utilização do LSD tornou-se mais comum em laboratórios interessados em estudar disfunções de personalidade e vícios, por exemplo. A certa altura, as entidades reguladoras começaram a limitar a utilização desta droga e os estudos foram diminuindo.
E não, a canção Lucy In the Sky with Diamonds, dos Beatles, não se refere a LSD (como muitas vezes foi referido devido às iniciais). Eles já explicaram quem era Lucy (e sim, ela existiu mesmo).
fonte: ahduvido.com.br/cientistas-cerebro-lsd
domingo, 20 de setembro de 2015
EFEITO DA MECÂNICA QUÂNTICA PARALISA ÁTOMOS NO LUGAR
O famoso paradoxo do gato de Schrödinger demonstra que um gato quântico fechado em uma caixa está vivo e morto ao mesmo tempo até que alguém abra a caixa, ponto em que ele se torna um ou o outro, tal é a estranheza da mecânica quântica. Mas se um mero ato de observação determina o resultado de um experimento, o que acontece se nós nunca desviarmos o olhar? Resposta: o tempo para.
Essa é a conclusão de um novo estudo realizado por físicos da Universidade de Cornell, nos EUA. Eles construíram um experimento elaborado para demonstrar que fazer uma série de medições rápidas de átomos – o equivalente a olhar para o sistema sem piscar – essencialmente congela o sistema no lugar. É como um dos anjos que choram na série Doctor Who, aquelas estátuas assustadoras que estão “quanticamente bloqueadas”: elas só podem se mover quando não estão sendo observadas diretamente – assim como os fantasminhas daquelas fases mal assombradas de Super Mario World.
Esta é a versão quântica de um dos paradoxos de Zeno, proposto pela primeira vez por um antigo filósofo grego chamado Zeno de Elea, que gostava de mexer com as suposições das pessoas. Pense desta maneira: para que uma das estátuas já referidas se desloque de um ponto a outro, ela deve primeiro atravessar metade da distância até esse ponto. Mas, para chegar a essa metade, ela deve primeiro atravessar metade da distância para essa metade, em seguida, a metade da distância para essa outra metade, e assim por diante, ad infinitum. Zeno concluiu que isso “provava” que o anjo nunca poderia ir do ponto A ao ponto B, e, portanto, o movimento era impossível.
Às vezes alguns experimentos devem ser deixados no reino abstrato da filosofia. Porque é claro que é possível que o anjo vá de A para B.
Efeito Zeno Quântico
Mas, no mundo subatômico, onde a mecânica quântica reina suprema, algo muito semelhante a este paradoxo realmente ocorre. Divida o tempo em pedaços suficientemente pequenos e tudo realmente congela no lugar. Isso é conhecido como o “efeito Zeno quântico”. Na teoria do gato de Schrödinger, é o decaimento dos átomos radioativos que importa, uma vez que é isso o que provoca a liberação do veneno – ou não. Existem dois estados possíveis: A (os átomos não decaem) e B (os átomos decaem). Se nós nunca olharmos dentro da caixa, conforme o tempo passa, uma superposição de ambos os estados A e B irá surgir. É só quando olhamos para dentro que essa estranha superposição está em A ou B. Em 1977, os físicos sugeriram que, se você não parasse de olhar continuamente para a caixa, por assim dizer – ou seja, fazer medições em intervalos tão curtos que você estaria fazendo essencialmente uma medição contínua – não haveria decaimento, porque o sistema não tem tempo para evoluir para uma superposição. Em vez disso, ele se mantém em colapso de volta ao seu estado original. Então, uma panela quântica, se observada, nunca ferve. Assim como a estátua e o fantasminha do Mario também não se movem.Acontece de verdade
Não é apenas teoria. O experimento da Cornell é apenas o mais recente em uma série de experiências que confirmam que o efeito Zeno quântico realmente acontece. (Há também um “efeito anti-Zeno”, no qual olhar para a panela quântica metafórica faz ela ferver mais rapidamente. Esta teoria também foi confirmada experimentalmente). A equipe da Cornell usou lasers para interceptar um gás de rubídio refrigerado a temperaturas super-resfriadas em uma estrutura de luz. Graças às peculiaridades da mecânica quântica, a cada momento um átomo conseguia escapar por um túnel para fora da armadilha. Mas quando eles repetidamente eletrocutaram os átomos com pulsos de laser em intervalos cada vez mais curtos – o equivalente a olhar a caixa de Schroedinger dentro de novo e de novo e de novo -, eles descobriram que isso tornava mais difícil para os átomos presos saírem para fora do túnel. Quando os intervalos tornaram-se curtos o suficiente, os átomos congelaram no lugar. fonte: gizmodo.com/quantum-weeping-angel-effect-freezes-atoms-in-place-1730914717segunda-feira, 29 de setembro de 2014
ANTIBIÓTICOS CORTAM O EFEITO DOS ANTICONCEPCIONAIS?
Durante muito tempo os antibióticos foram considerados os grandes vilões das mulheres que tomavam a pílula anticoncepcional. A falta de estudos científicos desenvolvidos exclusivamente para pesquisar a interação entre antibióticos e a pílula, associado a relatos pontuais de falha dos anticoncepcionais orais após o uso de determinados antibióticos, tais como, amoxicilina, metronidazol e tetraciclina, ajudaram a criar, mesmo dentro da própria classe médica, o mito de que não se pode misturar antibióticos e anticoncepcionais hormonais.
Entretanto, desde a década de 1990, o número de trabalhos publicados sobre esta questão tem aumentado exponencialmente, e, atualmente, temos muito mais segurança para emitir opiniões sobre os riscos da associação de antibióticos com os anticoncepcionais hormonais, sejam eles sob a forma de pílulas, implantes, adesivos ou injeções. o mesmo raciocínio vale para a pílula do dia seguinte.
Baseado em ampla literatura científica, somente um tipo de antibiótico pode ser realmente considerado responsável pela redução da eficácia dos anticoncepcionais hormonais: a Rifampicina (e o seu derivado rifabutina). Fora a Rifampicina, nenhum – sim, nenhum – outro antibiótico apresentou, aos diversos estudos, qualquer sinal de que possa cortar os efeitos da pílula anticoncepcional.
Portanto, do ponto de vista estritamente científico, não há provas de que a imensa maioria dos antibióticos cortem o efeito contraceptivo dos anticoncepcionais hormonais. Isso significa que atualmente não há base científica para indicar nenhum tipo de cuidado adicional para as pacientes em uso de contraceptivos hormonais que precisam ser tratadas com antibióticos, como:
– Amoxicilina (com ou sem ácido clavulânico).
– Azitromicina.
– Cefalexina.
– Cefazolina.
– Cefotaxima.
– Claritromicina.
– Clindamicina.
– Ciprofloxacino.
– Doxiciclina.
– Fosfomicina.
– Levofloxacino.
– Metronidazol.
– Minociclina.
– Moxifloxacino.
– Nitrofurantoína.
– Norfloxacino.
– Ofloxacino.
– Penicilina.
– Tetraciclinas.
– Trimetoprim-sulfametoxazol(bactrim)
* A lista acima não está completa, ela mostra apenas os antibióticos mais comumente prescritos.
É importante salientar que mulheres com alguma infecção e em uso de antibióticos podem apresentar atraso menstrual. Isso, porém, não significa que o antibiótico esteja influenciando diretamente no sistema hormonal de forma a diminuir a eficácia da pílula anticoncepcional.
Outras drogas com ação antimicrobiana, como anti-virais ou antifúngicos, também não apresentam evidências de cortarem os efeitos dos anticoncepcionais, incluindo o aciclovir, valaciclovir, cetoconazol, fluconazol, miconazol, nistatina, etc.
A única exceção a esta regra são os anti-retrovirais usados no tratamento da AIDS. Drogas como Nelfinavir, Nevirapine, Ritonavir, entre outras, estão relacionadas a uma diminuição da eficácia da pílula. Por razões óbvias, as pacientes portadoras do vírus HIV não devem ter relações sem o uso de preservativos, portanto, esta questão acaba ficando minimizada.
fonte: mdsaude.com/2014/09/antibioticos-anticoncepcionais.html
domingo, 25 de maio de 2014
O CAFÉ PODE CORTAR O EFEITO DE DETERMINADOS MEDICAMENTOS
O excesso de cafeína no corpo é ignorado pela a maioria das pessoas que raramente consideram os efeitos colaterais da bebida como:
inquietação
dificuldade em adormecer à noite.
Imagine que o café também pode ter outras consequências em pessoas que tomam determinados medicamentos.
Estudos mostram que mais de uma dezena de medicamentos, desde antidepressivos até drogas para tireoide e osteoporose, podem ser afetadas pelo consumo de café.
Um número destes medicamentos, incluindo alguns antidepressivos, antibióticos e anticoncepcionais, bloqueia uma enzima conhecida como CYP1A2, que ajuda a metabolizar a cafeína. Como resultado, a cafeína pode persistir no organismo por várias horas mais que o normal.
Fonte: NewYorkTimes
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
SILÍCIO NEGRO TEM EFEITO BACTERICIDA
Nanoagulhas que matam células bacterianas: bênção ou maldição? - Nos destaques, a superfície do silício negro (em cima) e das asas da libélula Diplacodes bipunctata.
BACTERICIDA MECÂNICO
A descoberta do silício negro gerou um material cheio de promessas na área das células solares e da fotônica em geral.
Eis que o silício negro volta às manchetes, desta vez por um efeito que, se é benéfico por um lado, pode trazer muitas preocupações por muitos outros lados.
Elena Ivanova e seus colegas da Universidade de Tecnologia Swinburne, na Austrália, descobriram que o silício negro tem um fortíssimo efeito bactericida - um efeito puramente mecânico.
Isso ocorre porque o "negro" do material deve-se à presença de uma floresta de nanoagulhas em sua superfície - a luz se reflete continuamente entre os picos, indo e vindo entre cada um deles, de forma tão intrincada que praticamente não há nenhuma reflexão.
Ivanova vinha estudando a superfície das asas da cigarra Psaltoda claripennis e da libélula Diplacodes bipunctata, que apresentam um efeito bactericida mecânico, matando as células bacterianas simplesmente perfurando-as com nanoagulhas presentes naturalmente na superfície de suas asas.
Quando tentou reproduzir artificialmente essas nanoagulhas naturais, a pesquisadora deparou-se com o silício negro, com sua floresta de nanopicos artificiais.
O material funcionou maravilhosamente contra bactérias, matando-as a uma taxa de 450.000 células por centímetro quadrado e por minuto de exposição, simplesmente pela ação mecânica, sem a presença de nenhum agente químico.
"Isto representa uma perspectiva entusiasmante para o desenvolvimento de uma nova geração de nanomateriais antibacterianos que poderão ser aplicados às superfícies de implantes médicos, tornando-os muito mais seguros," arriscou o professor Russell Crawford, líder da equipe.
NANOTECNOLOGIA E SAÚDE
O grande entrave para o uso do material antibacteriano em superfícies sujeitas ao contato humano é bastante óbvio: ele matará também outros tipos de células, incluindo as células sadias de quem o tocar.
Ocorre que as nanoagulhas são pequenas demais para serem sentidas pelo tato humano - se você tocar numa superfície de silício negro, ela lhe parecerá perfeitamente lisa.
Mas suas células não pensarão da mesma forma.
Assim, uma maçaneta ou outra superfície com um revestimento assim mataria aos poucos as células superficiais das mãos de quem as tocasse - os enfermeiros provavelmente começariam a notar suas mãos escamando, eventualmente aumentando suas chances de infecção ao tocar em outros locais.
O mesmo processo ocorrendo em implantes médicos, então, seria impensável.
Na verdade, o experimento dá suporte a uma série de preocupações que vêm surgindo com o uso de nanomateriais em contato com o corpo humano, incluindo os nanotubos de carbono e as nanopartículas, igualmente com potencial para perfurar as células ou entrar por elas, causando danos ao seu funcionamento.
FONTE:INOVACAOTECNOLOGICA
Assinar:
Postagens (Atom)




