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sábado, 11 de julho de 2015
CONHEÇA ARMA DOS EUA QUE DISPARA PULSOS ELETROMAGNÉTICOS PARA DESTRUIR APARELHOS ELETRÔNICOS
Uma das armas mais high-tech da Força Aérea dos EUA é a uma ferramenta que não machuca pessoas, mas destrói dispositivos eletrônicos.
O CHAMP – Projeto de Míssil Antecipado de Micro-Ondas de Alta Potência Contra Eletrônicos, na sigla em inglês – é um aparelho feito para fritar computadores. Ele emite fortes correntes de energia micro-ondas que podem derrubar servidores e infraestruturas inimigas inteiras sem explodir tudo ao redor.
A Força Aérea confirmou recentemente que o CHAMP está em atividade, apesar de ainda não ser possível enviá-lo em um míssil controlado remotamente. O Congresso americano recentemente pressionou a Força Aérea para preparar a tecnologia para combate, mas eles talvez estourem o prazo para entregá-la até 2016.
O CHAMP é certeiro o suficiente para mirar em prédios individuais, o que significa localizar com precisão sistemas específicos, derrubando-os sem destruir eletrônicos inocentes aos arredores. Diferente de bloqueadores de sinais, o CHAMP destrói ou danifica eletrônicos permanentemente, fazendo dele uma potente arma para atrapalhar planos inimigos.
Em 2012, a Boeing testou com sucesso um míssil que carregava o CHAMP, derrubando a energia de todos os dispositivos eletrônicos presentes em um prédio de dois andares. Para este teste, foi usado um míssil teleguiado AGM-86, mas o laboratório de pesquisa da Força Aérea recentemente escolheu o míssil ar-superfície JASSM-ER para carregar as armas CHAMP. Um drone ou aeronave também podem levar a arma, dependendo da missão.
Essa está longe de ser a primeira vez que militares fizeram experimentos com armas de pulsos eletromagnéticos. Ogivas nucleares, inclusive, geram energia eletromagnética capaz de fritar eletrônicos, mas elas também destroem uma grande área geográfica, além de matar incontáveis pessoas. O CHAMP é um passo à frente na guerra eletrônica porque é feito sob medida para minimizar danos colaterais. [Digital Trends via CNN]
Fontes: digitaltrends.com/cooltech/us-air-force-confirms-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon //edition.cnn/videos/us/2015/05/25/orig-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon.cnn //http://gizmodo.uol.com.br
domingo, 27 de julho de 2014
MÍSSIL AIM-9X: UMA DAS ARMAS MAIS LETAIS JÁ CRIADAS NO PLANETA
Para entrar em uma guerra, um país precisa estar com suas tropas e frotas de veículos bem preparadas. E boa parte dessa preparação está relacionada diretamente com o desenvolvimento de novas tecnologias militares.
No sentido mais prático dos conflitos, ou seja, o poder de destruição, de nada valeria os enormes investimentos em aeronaves indetectáveis e supervelozes se elas não estiverem munidas de armamentos eficientes.
Neste artigo, vamos trazer você para perto de uma das armas mais modernas e precisas do mundo: o míssil AIM-9X, produzido pela Raytheon — um conglomerado de empresas norte-americanas especializado em equipamentos de guerra e aeroespaciais.
DADOS TÉCNICOS DO AIM-9X:
Velocidade máxima: duas vezes e meia a velocidade do som, o que corresponde a cerca de 3.060 km/h;
Comprimento: aproximadamente 3 metros;
Diâmetro: 13 centímetros;
Peso total: 85 kg;
Ogiva de fragmentação anular: 9,5 kg;
Alcance operacional: em torno de 18 km;
Preço unitário: US$ 85 mil.
CAÇADOR INDOMÁVEL
O AIM-9X é um projétil do tipo Sidewinder que faz parte de uma linha antiga de armamento (denominada AIM-9) e é considerado um míssil ar-ar de curto alcance, ou seja, ele é lançado de uma aeronave em voo com o objetivo de atingir e derrubar (ou explodir) um avião inimigo.
Esse tipo de equipamento é chamado de arma inteligente, pois conta com sistemas embutidos capazes de guiar o míssil até o seu alvo, mesmo que ele tome direções diferentes. No caso do AIM-9X, é usado um dispositivo infravermelho que o permite seguir o calor emitido pelos motores ou até pela fuselagem do alvo.
Dotado de tecnologias bastante avançadas, este míssil é um caçador que rastreia e persegue impiedosamente a sua presa, dando a ela pouquíssimas chances de escapar. Mais para frente, neste mesmo artigo, você vai conhecer mais detalhes de como essa arma consegue fazer isso.
UM POUCO DA HISTÓRIA
As armas inteligentes surgiram nos moldes que as conhecemos hoje alguns anos após o término da Segunda Guerra Mundial. As primeiras tentativas de criar armas guiadas e “autônomas” utilizaram radares.
Os mísseis recebiam seus próprios sensores para rastrear o ambiente a sua volta, mas não conseguiam transportar transmissores que tivessem a capacidade de mantê-los comunicáveis e operáveis a longas distâncias. A saída era a aeronave de disparo acompanhar o percurso do projétil e “mostrar” o alvo, o que a deixava muito vulnerável.
Além de ser muito grande e pesado, esse tipo de míssil se mostrou um armamento caro e ineficiente: a cada 10 projéteis lançados, apenas um acertava o seu alvo. No ano de 1947, o físico naval Bill McLean imaginou e começou a trabalhar em um armamento que mirasse no calor.
Então os grupos de pesquisa militares começaram a adotar um pequeno sensor com células fotovoltaicas para que as altas temperaturas emanadas pelas aeronaves inimigas fossem “vistas” pelo míssil. O primeiro protótipo de um Sidewinder levantou voo e foi disparado pela primeira vez em 1953.
A ESTRUTURA DO MÍSSIL
De lá para cá, obviamente, já foram acrescentadas inúmeras melhorias e aperfeiçoamentos no sistema de funcionamento dos mísseis Sidewinders. Hoje, esses projéteis possuem uma relação complexa de componentes e sistemas eletrônicos.
PREPARAR... FOGO!
O início da jornada de um míssil da série AIM-9 ser fixado sob a asa do avião (geralmente um caça de combate). A arma permanece conectada aos sistemas de controle da aeronave por meio de cabos de comunicação chamados de “cordão umbilical”, que ficam localizados no seu “nariz”. Quando o piloto se posiciona atrás do alvo, ele está apto para disparar.
Ao pressionar um botão, o sistema de controle do avião envia um comando que ativa o motor de foguete. Esse dispositivo, localizado na traseira, produz energia para queimar um material propulsor sólido, o qual ao ser aquecido gera um gás de alta pressão que é conduzido para a parte traseira do projétil. As substâncias usadas na confecção desse combustível são especialmente preparadas para produzir pouca fumaça e evitar que o míssil seja facilmente detectado.
A impulsão fornecida por esse processo é a responsável por lançar os AIM-9 e “empurrá-los” pelos céus a uma velocidade que pode atingir até duas vezes e meia a do som. Depois que todo o material propulsor é consumido, o míssil pode continuar plainando pelo ar até alcançar o seu alvo.
CONTROLE DE VOO
Tanto na parte da frente como na sua traseira, o projétil conta com espécies de asas que têm a função de estabilizar e controlar o voo. Enquanto as hastas no nariz do míssil possuem apenas uma função aerodinâmica, os equipamentos no final dele contam com mecanismos ajustáveis que operam como lemes, redirecionando o trajeto do Sidewinder a partir da sua aerodinâmica.
As orientações para qual lado o projétil deve seguir são enviadas por um sistema de controle eletrônico, o qual processa os dados captados pelo localizador infravermelho (dispositivo que é bastante parecido com o sensor CCD de uma filmadora), executa cálculos para alinhar o nariz do míssil com o calor emitido pelo alvo que foi captado e os transforma em comandos para os dispositivos servo-motores das asas traseiras.
BOOM!!!
Na sua parte frontal, os AIM-9 possuem uma ogiva que carrega em seu interior mais de 9 kg de explosivos e centenas de hastes de titânio que se fragmentam ao explodir e podem causar grandes estragos na fuselagem do avião inimigo.
Na verdade, os Sidewinders mais modernos não são projetados para explodir com o impacto. Eles possuem um detector óptico que lança feixes de laser ininterruptamente durante todo o trajeto e espera recebê-los de volta por meio de sensores instalados na estrutura externa do míssil.
Caso esse sinal seja devolvido, significa que o alvo está próximo e é hora de explodir, espalhando elevadas ondas de calor, pressão e pedaços das ligas de titânio para todos os lados. Por ter um padrão de dispersão que toma o formato de um anel, a ogiva é considerada uma arma de fragmentação anular.
VOCÊ NÃO PODE SE ESCONDER
Embora o poder de destruição do AIM-9X seja o mesmo do seu antecessor, o AIM-9M, ele recebeu importantes melhorias que o tornam uma arma ainda mais precisa e letal. Uma das principais modificações é o aperfeiçoamento do localizador, permitindo que o dispositivo aumente o seu campo de “visualização” e capte a presença de alvos que não estejam à sua frente.
Outra novidade relevante do míssil é a presença de um novo sistema de vetor de propulsão que visa oferecer maior agilidade de voo. Esse dispositivo passa a operar, além dos lemes de controle de direção, pequenas pás localizadas perto da saída do motor de foguete. Tais equipamentos podem redirecionar o gás propulsor expelido e virar o projétil com maior facilidade.
EM AÇÃO
Como mencionado anteriormente, os Sidewinders estão na ativa desde a década de 50, e nesse período estima-se que essa categoria de mísseis já matou cerca de 270 pessoas em todo o mundo. Apesar de já terem sido fabricadas pelo menos 110 mil unidades desse tipo de armamento, contingente que está espalhado entre 28 países, apenas 1% dele foi usado em combate.
Entre os conflitos que os projéteis da linha AIM-9 estiveram presentes, estão a Guerra do Vietnã, a Guerra do Golfo, a Guerra das Malvinas (também conhecida como Guerra das Falklands), a Guerra Civil Libanesa e a Guerra Afegã-Soviética (ou Invasão Soviética do Afeganistão).
FONTES: raytheon.com/capabilities/products/aim-9x/ http://www.af.mil/ howitworksdaily.com/news/the-how-it-works-book-of-amazing-technology-on-sale-today/ http://science.howstuffworks.com/sidewinder.htm / airforce-technology.com/projects/aim-9x-sidewinder-air-to-air-missile/
segunda-feira, 26 de maio de 2014
NOVA ARMA NÃO LETAL LANÇA RAIO QUE DISPERSA MULTIDÕES A GRANDE DISTÂNCIAS
“Você pode até acreditar que é capaz de resistir. Seu corpo discorda veementemente”, descreve o repórter Spencer Ackerman, da revista Wired, que participou de uma demonstração da arma Active Denial (algo como “Negação Ativa”), uma arma não letal desenvolvida pelo exército dos Estados Unidos.
“Em um segundo, meus ombros e meu tórax estavam na temperatura de um outdoor colocado em um campo de Virgínia no começo da primavera”, continua Ackerman. “A sensação faz com que seus nervos tomem conta de sua débil consciência, então não era como se eu tivesse pensado que sair da frente do raio era uma boa ideia, eu fiz o que meu corpo me disse para fazer” – e o que os desenvolvedores da arma esperam que multidões façam, se ela for colocada em uso.
Fruto de décadas de pesquisa, a Active Denial é capaz de soltar um raio de micro-ondas com 2m de diâmetro e atingir alvos a centenas de metros. Os efeitos são paradoxais: mesmo sem provocar qualquer tipo de queimadura (pelo menos na imensa maioria dos casos), o raio pode causar uma dor insuportável, como se você estivesse dentro de um forno em alta temperatura.
Perigo de abuso
Desde o final dos anos 1990, mais de 11 mil voluntários participaram de testes da Active Denial e, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, houve apenas oito casos de queimaduras, dos quais apenas dois precisaram de cuidados médicos – se esses dados forem precisos, o número de casos é pequeno (menos de 1 em mil) comparado com o de outras armas não letais, como o taser (cerca de 3 em mil).
A princípio, uma série de testes, feitos por diversos laboratórios, mostrou que a Active Denial “apenas” causa dor, sem interferir em implantes metálicos ou marcapassos, nem elevar o risco de câncer.
Essa propriedade, usada por seus defensores para mostrar que o aparelho seria menos perigoso do que armas similares, é justamente um dos riscos apontados por quem se opõe ao uso da Active Denial: a arma pode ser usada de forma abusiva, pra torturas, sem deixar marcas ou ferimentos como evidência.
Além disso, os críticos apontam que, como ocorre com tasers e balas de borracha, há o risco de usarem a Active Denial levianamente, ao invés de tentar resolver conflitos de modo pacífico e deixar armas não letais como último recurso.
Mesmo sem ter chegado a ser usada “no mundo real”, a Active Denial é, desde o primeiro protótipo, uma arma polêmica, e não se sabe se seu uso será permitido mesmo em situações de conflito intenso.
FONTE:NewScientist
segunda-feira, 5 de maio de 2014
H.A.A.R.P: ARMA ESCALAR SECRETA?
HAARP: Um projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica e escalar?
O Projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de utilização das armas brancas, depois armas de fogo, as armas nucleares, armas biológicas e bacteriológicas, para então chegar ao patamar de armas geofísicas e escalares.Segundo estas teorias, seria possível controlar a movimentação das placas tectônicas (e assim criar terremotos), a temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Elas seriam versões miniaturizadas do maior aquecedor ionosférico do mundo o HAARP(High Frequency Active Auroral Research Program), antenas do “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” instaladas em torno de nós e podendo modificar o CLIMA?
Teriam esses geradores de Alta Frequência eletromagnéticas sido instalados sobre linhas de falhas geológicas ao longo das Placas Tectônicas principais esperando serem usadas para desencadearem terremotos? Será que nossos militares (EUA) desenvolveram uma super arma que pode vaporizar cidades inteiras com relâmpagos refletidos da ionosfera? Há evidências de que a tecnologia existe e está sendo implantada e usada.
Desde meados de 1995, quando o livro seminal publicado pelo Dr. Nick Begich e Jeane Manning “Angels Don’t Play this HAARP” (Os Anjos Não Tocam esta Harpa) foi lançado, o inventor do putativo HAARP, Dr. Bernard Eastlund, especulou que é “perfeitamente possível” que essa tecnologia já havia sido até mesmo miniaturizada.
A Aviation Week relatou em 2008 que uma versão aérea do dispositivo HAARP havia sido desenvolvida, que é rebocado “por detrás de um helicóptero.” A Estação de radar banda X (SBX) baseada no mar em plataforma flutuante utiliza a tecnologia HAARP. Aqui está a listagem delas: Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Sea-based_X-band_Radar
Pequenas estações HAARP modificando o clima local?
Cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles e do High Power Auroral Stimulation (HIPAS) Observatory no Alasca (Observatório no Alasca de Estimulação Auroral de Alta Potência) tenha montado uma nova geração de aquecedores ionosféricos. Essa tecnologia, conhecida como “antenas hertzianas, pode … igualar ou exceder a potência de pico do novo sistema HAARP por uma fração do seu custo.”
{n.T. Ao lado: Sea-Based X-Band Radar (SBX) é uma estação móvel de radar flutuante, auto-propelida, projetada para operar em ventos fortes e mar agitado. Ela faz parte (o que é alegado pelas forças armadas dos EUA) do sistema de defesa anti mísseis do Departamento de Defesa dos EUA – Ballistic Missile Defense System.
O Sea-Based X-Band Radar é montada em um casco de plataformas gêmeas CS-50 twin- de perfuração semi-submersível de quinta geração, projeto norueguês, de fabricação russa.}
Embora a maioria das implementações não sejam capazes de produzir todos os complexos sinais potentes e faseados produzidos por instalações como as do HAARP em Gakona, no Alasca ou o arranjo de antenas em Jicamarca, no Peru. Uma antena hertziana eficaz poderia caber em um quintal de bom tamanho.
Teriam essas novas antenas hertzianas sido colocadas estrategicamente ao redor do país e do mundo em um esforço coordenado para modificar o clima global? Os Aquecedores ionosféricos tais como estes do HAARP podem ser ligados em rede e sincronizados para aumentar a sua funcionalidade e eficácia.
Hoje operações de aquecimento ionosférico e modificação do clima pode envolver uma rede de pequenas antenas hertzianas escondida nos terrenos de trás de estabelecimentos científicos de nossa nação e / ou colocados (como discutido na próxima seção) em locais de estações meteorológicas comuns, disfarçados de sistemas de irrigação. Todas essas antenas poderiam ser controlados a partir de um local central, como o Lawrence Livermore National Laboratory.
Alterações nos padrões climáticos podem ser o testemunho do uso de tecnologia do HAARP.
Este cenário proposto não concorda com os cientistas da instalação HAARP que dizem que sua antena matriz aquecedora da ionosfera é em grande parte não utilizada. Se uma rede de antenas menores em todo o país está fazendo o trabalho sujo do dia-a-dia, então a matriz de antenas HAARP só pode ser usado ocasionalmente para grandes trabalhos, como o terremoto no Japão ou o furacão Sandy em New York.
Geradores EMF-Eletro Magnetic Field-Geradores de Campo Eletromagnético estariam sendo instalados nas linhas de falhas geológicas de placas tectônicas e terremotos? Esta imagem abaixo foi capturada do Google Earth:
Geradores EMF(Eletro Magnetic Field-Geradores de Campo Eletromagnético) estariam sendo instalados nas linhas de falhas geológicas de placas tectônicas e terremotos
Esta imagem acima, à primeira vista, parece ser de um círculo formado por um sistema de irrigação por pivô central. Esses círculos aparecem por todo o país na medida que este método de irrigação (por pivô central) é muito prevalente. Mas, como você pode ver, as bordas do círculo são irregulares e não parecem ser estruturas em forma de diamante sob o solo.
Qual a explicação para essas irregularidades? Um especialista na área de energia eletromagnética, que deseja permanecer anônimo, me disse que esta pode ser uma antena emissora eletromagnética (VLF) instalada sobre uma linha de falha geológica. Ela pode ser utilizada em conjunto com outras estruturas similares para desencadear um grande terremoto. O ganho financeiro e político pode ser alcançado através de desastres como terremotos.
Instalações do HAARP em Gakona, no isolado, gelado e distante Alasca.
No mercado de resseguro de catástrofes, alguém pode fazer um monte de dinheiro com conhecimento antecipado de um grande desastre. Os governos sabidamente ganham mais poder através de declarações de emergência devido à catástrofes e os esforços subseqüentes de ‘ajuda ao afetados pelo mesmo’.
A “Luz dos deuses”: O meu informante também mencionou a pesquisa atual sobre como os aquecedores ionosféricos como o HAARP poderia ser usado em combinação para criar caminhos de ionização da atmosfera que podem ser usados como uma arma de raio capaz de destruir completamente os indivíduos (um exército) ou vastas regiões. Talvez o propósito original da Raytheon é de apenas obter este tipo de arma.Ray (raio) theon (Deuses), Raytheon, significa “luz dos deuses” e esta empresa adquiriu a E-Systems, a empresa que construiu e desenvolveu o Projeto HAARP.
A Dra. Judy Wood, em seu livro Where Did the Towers Go? (sobre a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center em N. York em 11 de setembro de 2001), documenta que foram queimados cerca de 1.400 carros até um quilômetro de distância do ponto zero (onde se situava os prédios do WTC). Nada mais foi danificado na mesma área. As árvores ainda tinham as suas folhas lhes cobrindo os galhos. Havia resmas de folhas de papel não queimados. Que nenhum ser humano havia sido queimado; mas que todos eles estavam cobertos de cinzas (após a queda das duas torres).
Várias antenas que pertenceriam ao projeto HAARP instaladas em diferentes locais no planeta.
A coisa excepcional sobre a destruição dos carros no local, diz ela, foi o fato de que eles não estavam aterrados (devido aos pneus de borracha), enquanto tudo o mais estava. Teria sido usado algum tipo de arma eletromagnética em New York em 11 de setembro de 2001, que derrubaram as duas torres do WTC? Se assim foi, como os homens das cavernas (os alegados “terroristas islâmicos) do Afeganistão conseguiram uma arma destas?
Fonte: thoth3126
domingo, 9 de fevereiro de 2014
SISTEMA DE MÍSSEIS S-500: UMA ARMA EFICAZ CONTRA MÍSSEIS DE CRUZEIRO
O novo sistema de mísseis antiaéreos S-500 será uma resposta eficaz à aproximação da defesa antimíssil norte-americana das fronteiras da Rússia.
As tropas de Defesa Aeroespacial (DAE) esperam receber pelo menos cinco sistemas S-500 no âmbito do programa estatal de armamentos até 2020.
Pelas suas capacidades de combate esse sistema antiaéreo será significativamente superior ao atual sistema S-400 Triumf e ao seu análogo estadunidense THAAD. Segundo informações disponíveis ao público, o alcance de detecção de alvos do S-500 será superior em 200 quilômetros ao do S-400, ou seja, cerca de 800 quilômetros. Segundo informou o comandante da Força Aérea da Rússia Viktor Bondarev, ela será capaz de cumprir missões de intercepção de mísseis táticos e de mísseis de médio alcance, assim como de alvos orbitais.
Os peritos avançam diversas suposições acerca das futuras características desse sistema superpoderoso e misterioso, mas todos são unânimes em considerar que o S-500 irá aumentar bruscamente o poder da defesa aeroespacial russa. O novo sistema poderá cumprir missões tanto da defesa antimíssil, como da defesa antiaérea, reunindo num mesmo sistema ambas as soluções, refere o editor principal da revista Vozdushno-Kosmicheskaia Oborona (Defesa Aeroespacial) Mikhail Khodarenok:
"Esse sistema permitirá eliminar mísseis balísticos de médio alcance e ogivas de mísseis balísticos intercontinentais, na sua trajetória final, com uma eficácia bastante elevada. Quanto ao equipamento do exército russo com esses mísseis, o prazo mais otimista parece ser por enquanto o ano de 2017. Será o S-500 capaz de eliminar mísseis do sistema antimíssil dos EUA e os seus elementos instalados no continente europeu? Isso seria uma tarefa bastante difícil até para o S-500, porque o míssil teria de alcançar o antimíssil do potencial adversário. Tanto um como outro voam com velocidades próximas do limite."
Assim, para alcançar o míssil interceptor, o sistema teria de ficar instalado na proximidade imediata das rampas de lançamento da defesa antimíssil. Nos últimos tempos a comunidade de peritos tem debatido bastante os trabalhos de desenvolvimento de novos tipos de armas numa série de países – as armas hipersônicas e cinéticas. Sabemos que os norte-americanos estão desenvolvendo determinadas pesquisas nessa direção. Muitos peritos pensam que o programa militar para a criação de novos tipos de armas espaciais está a decorrer nos Estados Unidos a velocidade de cruzeiro. Nesse contexto é importante saber se o sistema S-500 será capaz de combater os novos tipos de armas. Será, e com bastante eficácia, afirma Mikhail Khodarenok:
"O S-500 Triumfator-M poderá, além do mais, atingir mísseis de cruzeiro hipersônicos com velocidades de 5.500 quilômetros por hora, ou superiores. Essa tarefa não estava ao alcance das gerações anteriores de sistemas antiaéreos e este sistema será o primeiro a cumpri-la. Para isso ela tem de estar equipada com um radar extremamente potente e com um sistema informático muito avançado."
Entretanto, é de extrema importância que os desenvolvedores do sistema excluam ao máximo a intervenção humana em todas as fases de detecção, preparação do lançamento e no processo de pontaria. Isso pressupõe o mais alto grau de automatização deste sistema.
Hoje as tropas da DAE russa estão equipadas com mísseis antiaéreos de médio alcance S-300PM, com mísseis antiaéreos de grande e médio alcance S-400 Triumf, assim como sistemas combinados de artilharia e mísseis de combate de proximidade Pantsir-S. Os novíssimos S-500, que já representam os sistemas de quinta geração, permitirão à Rússia dar uma resposta eficaz às ameaças aeroespaciais do seu provável adversário. Segundo os peritos, será precisamente o sistema S-500 a desempenhar um papel de extrema importância na proteção das forças estratégicas nucleares do país contra um ataque inesperado de mísseis balísticos e de cruzeiro inimigos.
As tropas da DAE depositam grandes esperanças nesses mísseis antiaéreos perspectivos. Segundo tinha anteriormente declarado o gabinete de projetos Almaz-Antey, a empresa que desenvolveu esse sistema, o S-500 começará a ser entregue ao exército russo em 2017—2018.
FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/
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