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terça-feira, 9 de setembro de 2014

EXÉRCITO AMERICANO DESENVOLVE BALA QUE PERSEGUE ALVO

Foram necessários 6 anos e US$ 25 milhões para que o Exército americano tornasse realidade algo que antes só existia em filmes: uma bala que persegue seu alvo.

O protótipo acaba de ser testado com sucesso pela Agência de Projetos de Pesquisa em Defesa Avançada (Darpa, na sigla em inglês), braço militar americano responsável por desenvolver as armas do futuro. O vídeo da agência mostra o disparo de um rifle de calibre .50 em que o atirador mira não no alvo, mas em outro ponto próximo. Mesmo assim, a bala ajusta seu curso. O vídeo pode ser visto no link: http://bbc.in/1AL9JMZ. A nova munição é parte do projeto Artilharia de Extrema Precisão, que tem como objetivo "melhorar a eficácia de francoatiradores e a segurança das tropas, ao permitir que os tiros sejam disparados de uma distância maior", segundo a página do projeto. "Cada disparo que não atinge o seu objetivo põe em risco a segurança das tropas, porque alerta para a sua presença e, potencialmente, expõe sua posição."

'Santo graal' da balística

O princípio por trás da tecnologia é relativamente simples. A bala recebe sinais enquanto ainda está no ar para que altere seu curso. "A ideia de balas teleguiadas sempre foi considerada o santo graal da tecnologia de projéteis. Mas só recentemente ficaram disponíveis os microssensores que a tornam possível", diz Christopher Shepherd, professor de Ciência Forense da Universidade de Kent e especialista em balística. "É uma tecnologia pioneira, apesar de já ser pesquisada há anos." A tecnologia de sistemas teleguiados já havia sido aplicada a armamentos maiores, como mísseis, mas o sucesso não tinha sido ainda possível com munições menores. "As armas de menor calibre oferecem um espaço limitado para estes tipos de mecanismos. A mudança de massa, e da distribuição de massa, em um projétil pode alterar significativamente o seu rendimento", afirma James Shackel, especialista em balística do Instituto Forense Cranfield. No caso específico da bala inteligente, a Darpa mantém em segredo como funciona o sistema de direcionamento. Mas os especialistas têm algumas pistas. "Anéis em torno da bala podem se contrair e expandir para alterar a distribuição de massa e o fluxo de ar na superfície da bala, o que pode fazer com que ela mude de posição", teoriza Shackel. Mesmo assim, essa mudança de direção tem limites. E as balas de um rifle de calibre .50 são algumas das maiores dentre as munições menores. "Provavelmente só será possível mudar a direção da bala em disparos mais distantes, devido à velocidade com que a bala se move", destaca Shepherd. "O pequeno tamanho da bala também limita a capacidade de frear sua queda de forma significativa para facilitar uma mudança maior de direção."

Guerra moderna

A deficiência do projeto está em que a tecnologia não pode ser aplicada a todos os tipos de conflitos atuais. "A guerra moderna não é travada em campos de batalha como ocorria antes", afirma Shepherd. De acordo com o especialista, as disputas de hoje ocorrem de duas formas. As primeiras são lutas urbanas, em contato próximo com o adversário. Nelas, este sistema seria inútil, dado o curto alcance das balas usadas. O segundo tipo são aquelas travadas a longas distâncias, com atiradores em condições adversas, como a que opôs o Exército americano a militantes talebãs no Afeganistão, com campos montanhosos, pouca visibilidade e onde os alvos não estão na linha de visão. "É um desafio para os atiradores usar a tecnologia atual em condições desfavoráveis, com vento forte e poeira", afirma a página oficial da Darpa. "O novo sistema ajudará a disparar tiros a uma distância maior e atingir um alvo que talvez não esteja na linha de visão, mesmo que isso só ocorra em alguns poucos casos." fonte:bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140731_bala_persegue_alvo_rb.shtml

domingo, 27 de julho de 2014

CONHEÇA AS 11 ARMAS PARA TEMER O EXÉRCITO ISRAELENSE

O mundo ficou estarrecido com a queda do avião MH17, da Malaysia Airlines, que foi atingido por um míssil SAM supostamente disparado por militantes separatistas pró-Rússia. No mesmo dia o governo israelense ordenou uma ofensiva terrestre na Faixa de Gaza com a intenção de destruir os túneis utilizados para atividades terroristas em Israel. A iniciativa é “atingir significativamente as infraestruturas terroristas do Hamas e dar segurança aos cidadãos de Israel”, comunicou o gabinete do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. A região já foi palco de muitos conflitos, por isso o exército de Israel investe muito em tecnologia militar. Nós separamos alguns dos principais armamentos do arsenal militar do país. O orçamento do exército é de US$ 57,7 bilhões, ou seja, cerca de 6,9% do PIB do país (dados de 2011). Ao todo, Israel conta com 176.500 militares na ativa e tem mais 445.000 na reserva. 1. SA'AR 5
O Sa'ar 5 é uma classe de corvetas de combate israelenses. Foram construídas por uma das maiores construtoras de navios dos Estados Unidos, com base em projetos israelenses. Ao todo foram produzidos três corvetas que possuem sonar, torpedos, lançadores de mísseis e até mesmo um heliporto e um hangar para helicóptero. O navio possui 85 metros de comprimento e pesa 1.227 toneladas quando está completamente carregado. Possui um sistema de propulsão híbrido que funciona com diesel ou gás. 2. HELICÓPTERO AH-64 APACHE
O Apache é um dos helicópteros militares mais mortais do mundo. Desenvolvido nos Estados Unidos em 1975, ele já esteve presente em diversos ambientes hostis com elevadas taxas de sucesso. O Apache é excepcionalmente eficiente na destruição de veículos blindados e tanques. A aeronave possui sensores e sistemas de visão noturna para facilitar a identificação de alvos em praticamente qualquer situação. Os armamentos do Apache consistem em mísseis do tipo Hydra 70 e metralhadoras M230 de 30 mm. 3. HERMES 900
O Hermes 900 é uma aeronave israelense não tripulada desenvolvida para missões táticas de média altitude e de grande duração. Ele possui energia para voar por até 30 horas a uma altitude de cerca de 10 mil metros. O Hermes é pequeno: ele mede cerca de 8,3 metros de comprimento e pesa pouco mais de uma tonelada, podendo carregar até 300 kg. Ele também possui sistemas autônomos de pouso e decolagem. Essa aeronave não é exclusividade de Israel: o Brasil é um dos países que operam com o Hermes 900. 4. TANQUE MERKAVA MK4
O Tanque Merkava mk4 é um dos principais veículos de guerra do exército israelense. O modelo foi criado em Israel para se adaptar às condições locais. Entre as principais características do tanque está a garantia de máxima sobrevivência da guarnição, poder de fogo e mobilidade. A blindagem resiste contra explosivos incendiários. O armamento principal é um canhão de 120 mm, mas ele também pode lançar morteiros e possui três metralhadoras secundárias, sendo duas de 7,62 mm e uma de 12,7 mm. O Merkava pode atingir até 65 km/h na estrada e 55 km/h em terreno irregular. Isso graças a um motor a diesel de 1500 cavalos de potência. 5. M270 – SISTEMA MÚLTIPLO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES
O M270 é um lançador de foguetes completo. Ele pode lançar mísseis em direção a alvos distantes até 300 km a uma altitude de 50 km. Após disparar os mísseis balísticos ele pode rapidamente mudar de posição para evitar contra-ataques. O M270 pode disparar até 12 mísseis em apenas 40 segundos ou até 2 mísseis em apenas 10 segundos. Apesar de sua produção ter sido encerrada em 2003, os veículos continuam em atividade em diversos locais do mundo, incluindo Israel. 6. SUBMARINOS DOLPHIN
Esses submarinos possuem propulsão híbrida diesel-elétrica e medem cerca de 57 metros de comprimento. Ao todo ele é capaz de carregar 6 torpedos de 533 mm e 4 torpedos de 650 mm. Quando está submerso, um submarino Dolphin pode pesar até 1.900 toneladas. 7. AERONAVE EITAN
O Eitan é um avião não tripulado desenvolvido para missões de reconhecimento. Ele pode voar mais alto que aeronaves comerciais e possui sistemas de pouso e decolagem completamente automáticos. O Eitan também carrega um triplo sistema de redundância para garantir a segurança dos voos. O avião pesa cerca de 2 toneladas e mede 13 metros de comprimento. Ele possui energia para voar em uma altitude de quase 14 mil metros por até 70 horas a uma velocidade máxima de 370 km/h. 8. BLINDADOS NÃO TRIPULADOS GUARDIUM
O Guardium é um veículo terrestre blindado não tripulado utilizado para missões de reconhecimento, principalmente em regiões de fronteiras. O objetivo é garantir a segurança de soldados em áreas consideradas de risco. O Guardium possui uma série de câmeras e sensores de diversos tipos. Apesar de não ser um veículo de ataque, o Guardium pode utilizar um pequeno arsenal para combater ataques hostis. 9. TANQUE M109 A5
O M109 é um tanque de guerra desenvolvido nos Estados Unidos. Esse tanque é um veículo já bastante conhecido, sendo utilizado por muitos exércitos diferentes de todo o mundo, inclusive o Brasil. O M109 carrega seis tripulantes: 2 carregadores, atirador, assistente de atirador, comandante e motorista. O canhão principal do M109 é um Howitzer de 155 mm, e uma das armas secundárias é uma metralhadora M2 calibre 50 mm. Além disso ele também possui lançador de granadas e uma metralhadora M240. 10. CATERPILLAR D9
A Caterpillar D9 é uma escavadeira blindada construída para atuar em terreno de batalha. Entre suas utilidades está a terraplanagem, demolição de construções e detonação de explosivos. Ela é responsável por abrir caminho para veículos de combate mais pesados. A Caterpillar não cria veículos militares; as alterações são obra do próprio exército israelense, que encontrou na D9 uma excelente “arma” para auxiliar durante as batalhas. 11. MÍSSEIS ARROW
Os mísseis Arrow são um projeto de parceria de Israel com os Estados Unidos. Eles pertencem a uma família de mísseis antibalísticos, ou seja, um sistema de defesa desenvolvido para interceptar outros tipos de foguetes. Possui um alcance médio de 90 a 148 km e possui precisão de 4 metros. FONTE:israeli-weapons.com/israeli_weapons.html

sexta-feira, 16 de maio de 2014

EXÉRCITO DOS EUA GASTARÁ MILHÕES PARA CRIAR ROBÔS QUE ENTENDEM CÓDIGOS MORAIS

Imagine um futuro em que robôs autônomos tomam decisões de vida ou morte com base não apenas em dados, mas também em um código moral pré-programado. Não estamos falando de uma história distópica. E sim de um programa do Pentágono, nos EUA, que é assustador. Ao longo dos próximos cinco anos, o Escritório de Pesquisa Naval vai conceder US$ 7.5 milhões para pesquisadores universitários criarem um robô que sabe exatamente o que é certo e o que é errado. Esse senso de consequência moral pode fazer com que sistemas autônomos operem com mais eficiência e, bem, autonomamente. Algumas pessoas podem até pensar que máquinas podem tomar decisões melhores que seres humanos, já que elas só podem seguir as regras para as quais foram definidas e calculam as consequências a partir de diferentes cenários.
Faz um pouco de sentido quando vemos desta forma. “Com drones, mísseis, veículos autônomos e outros, os militares estão rapidamente criando sistemas que precisam tomar decisões morais”, explicou o pesquisador de AI Steven Omohundro ao Defense One. “Vidas humanas e propriedades dependem dos resultados dessas decisões, e por isso é fundamental que isso seja feito com cuidado e pleno conhecimento das capacidades e limitações dos sistemas envolvidos. Os militares sempre tiveram que definir ‘as regras da guerra’ e essa tecnologia deve aumentar essa necessidade.” Por outro lado, programar robôs com um certo código moral significa que todos temos concordar com este código moral. Sem me aprofundar em filosofia, é fácil entender como isso pode ser uma tarefa bastante controversa. Mesmo que o poder do processamento computacional possa ser útil, digamos, em um hospital, é bem complicado quando estamos apontando mísseis contra pessoas. “Não acho que eles vão desenvolver um robô ético ou moral”, disse Noel Sharkey, outro especialista em inteligência artificial, em resposta ao artigo. “Para isso, precisaríamos de uma agência moral. Para isso precisamos entender os outros e saber o que significa o sofrimento. O robô pode ser instalado com algumas regras de ética, mas não importa. Ele vai seguir as ideias de ética do seu projetista humano.” O debate pode se estender muito além disso. Vale a pena se aprofundar nele, já que dependemos cada vez mais de máquinas. E pesquisas indicam que já temos robôs moralmente responsáveis por suas ações. Por que não programar moral para alguns deles? Talvez porque eles podem decidir que a coisa certa a se fazer é tomar o controle do mundo e eliminar os seres humanos fracos. Asimov já nos disse como essa história termina. FONTE:Gizmodo

sexta-feira, 4 de abril de 2014

BASES MILITARES SECRETAS DO EXÉRCITO DOS EUA EM TODO O MUNDO REVELADO NO GOOGLE E BING

Os militares dos EUA podem ser muito sensíveis quando se trata da localização de suas instalações militares. Com bases militares em todos os continentes, em todos os cantos do mundo, para os tipos de tarefas que desempenham, não é de admirar que muitos dos locais são apaguei e escondido da vista do público. O Pentágono diz que há cerca de 5.000 bases no total, com cerca de 600 no exterior. Josh Begley , um artista de dados, decidiu criar a si mesmo a tarefa de mapear todas as conhecidas bases militares dos EUA em todo o mundo, e recolher imagens de satélite deles usando o Google e Bing Maps. O projeto foi inspirado por Trevor Paglen livro "manchas brancas na Map ' , que vai para dentro do mundo de bases militares secretas que às vezes são censuradas em mapas. Begley encontrou as coordenadas para 650 bases, e publicou fotos de 644 deles. As fotos podem ser vistas em http://empire.is/ .
Coreia do Sul: Garrison Yongsan abriga a sede da presença militar dos EUA na Coréia do Sul. A guarnição anteriormente serviu como sede para o Exército Imperial Japonês 1910-1945.
Louisiana: Acampamento Minden é o local da antiga Fábrica de munições do Exército Louisiana, uma vez que o grande empregador área. Em 1941, o Governo Federal adquiriu 15.868 hectares de fazendas, terras agrícolas e de terras particulares para a sua construção.
Holanda: Acreditava-se que desde o início da década de 1960, as armas nucleares da USAF foram armazenadas a Volkel Air Base, a ser utilizada por aeronaves do país anfitrião.Isso pode ser por isso que a área é bloqueado e escondido da opinião pública.
Austrália Ocidental: Comunicação da Estação Naval de Holt - Esta é a mais poderosa estação de transmissão no hemisfério sul. "Nunca ouvi falar do site antes, mas é estranhamente bela de cima", disse Begley.
Quênia: Acampamento Simba - Jeremy Scahill expõe esta base em seu livro premiado "sujos Wars", onde ele descreve como uma "plataforma de lançamento" para o Comando de Operações Especiais Conjuntas, a organização militar de elite secreto que compreende os Navy SEALs.
Djibouti: Em 2012, a Economist descreveu esta base em Djibuti como "a base mais importante para as operações com drones fora da zona de guerra do Afeganistão." Recentemente, foi forçado a mudar sua frota de drones após preocupações que poderiam colidir em aviões.
Yucca Dry Lake: Este site faz parte do Test Range Tonopah, onde Lockheed Martin teria 'testa veículos aéreos não tripulados experimentais "em uma pista isolada a leste do lago, de acordo com o livro de Trevor Paglen, manchas brancas no Mapa.
Prisão de Abu Ghraib: A prisão iraquiana infame onde Saddam Hussein mantinha prisioneiros políticos, e onde os soldados norte-americanos foram mais tarde pegos torturando detentos."Quando penso em Abu Ghraib penso em fotografias e manchetes; escândalo", explicou Begley.
Nevada: Hawthorne Army Depot é um armazém de munição do Exército dos EUA localizado perto da cidade de Hawthorne, em Nevada, oeste dos Estados Unidos. Ele armazena munições de reserva para ser utilizado após os primeiros 30 dias de um grande conflito.
O aeródromo está localizado na ilha de Kwajalein, Ilhas Marshall. Sua posição é ideal para reabastecimento durante os voos trans-Pacífico, e o aeroporto está disponível para os civis através do Air Marshall Island e United Airlines.
Alemanha: Base AéreaBüchel é uma base aérea militar na Alemanha. Desde 1985 o Panavia Tornado é operado a partir da base, que é capaz de lançar armas nucleares B61 que são armazenados e mantidos pela USAF.
Arizona: Fort Huachuca é de 15 milhas (24 km) ao norte da fronteira com o México. A partir de 1913, há 20 anos o forte foi a base para o "Buffalo Soldiers", o Regimento de Cavalaria 10.
Nebraska: Greenlief local de treinamento - pegada atual do local de treinamento Nebraska Guarda Nacional. Anteriormente o lar da maior fábrica de munições Naval 1942-1946.
Minnesota: Acampamento Ripley tem um campo de treinamento de guerra inverno e é o mecanismo principal usado pela Guarda Nacional de exercícios de combate de inverno. Acampamento Ripley também abriga a academia de treinamento para a Patrulha do Estado do Minnesota.
Mississippi: Naval Air Station Meridian ou NAS Meridian é um aeroporto militar e é um dos dois centros de formação de pilotos de jato de ataque da Marinha.Foi inaugurado em 1961.
Carolina do Norte: Marine Corps Air Station Cherry Point está localizado em Havelock, Carolina do Norte, EUA, na parte oriental do estado. Foi construído em 1941, e foi encomendado em 1942 e é atualmente o lar da segunda divisão de aviões marinhos.
Massachusetts: Otis Air National Guard Base é uma instalação da Guarda Aérea Nacional localizado dentro da Reserva Massachusetts Militar, um centro de treinamento militar, localizada na porção oeste de Cape Cod.
New York: A Academia Militar de West Point é uma academia mista o serviço federal de quatro anos. Senta-se em terreno elevado com vista panorâmica para o rio Hudson, a 50 quilômetros ao norte de Nova York Fonte: http://www.verdademundial.org/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

EXÉRCITO DOS EUA ESTÁ DESENVOLVENDO TRANSFORMERS DA VIDA REAL

Entre as localizações remotas e a sempre presente ameaça de emboscada, está ficando cada vez mais difícil levar suprimentos para bases de combate do exército dos Estados Unidos ao redor do mundo. Lançamentos feitos por aviões de carga ou helicópteros são uma opção, mas pesquisadores da DARPA, agência de pesquisa do Ministério da Defesa dos EUA, podem ter chegado a uma solução melhor: veículos aéreos não tripulados (VANT) que carregam carga. A DARPA, junto com a Lockheed Martin Skunk Works, está desenvolvendo estes veículos desde 2009 através do programa Transformer como meios de aumentar os métodos existentes de entrega. “Muitas missões exigem decolagem e aterragem vertical (VTOL, no acrônimo em inglês), mas muitas unidades terrestres não contam com seus próprios helicópteros”, Ashish Bagai, gerente de programa da DARPA, explicou em uma declaração à imprensa. “Sistemas aéreos integrados reconfiguráveis (ARES, na sigla em inglês) pode criar capacidades VTOL orgânicas e versáteis disponíveis para muitas unidades individuais. Nosso objetivo é oferecer transportação flexível e independente de terreno que evita ameaças terrestes para apoiar nossas operações e melhorar o sucesso das missões.” No final do ano pasado, a DARPA apresentou um projeto deconceito de ARES como design vencedor e base do futuro para plataformas Transformers. O design único modular do ARES permitirá a execução de uma ampla variedade de funções. Seu módulo de voo VTOL agirá como um VANT indpeendente – tanto controlado remotamente por uma unidade terrestre, ou, em versões futuras, capaz de voos semi-autônomos – com seus sistemas próprios de energia, controle e propulsão. Um par de ventiladores canalizados oferecerá elevação vertical e conversão para fornecimento de impulso para frente, permitindo o transporte de carga e pouso em pontos com metade do tamanho dos heliportos tradicionais. O que é essa carga depende do tipo de módulo carregado pelo ARES. Pesquisadores da DARPA esperam desenvolver módulos específicos para missões – com suprimentos, extração de vítimas e cargas de reconhecimento – que poderiam ser facilmente trocados por outros. Eles poderiam se transformar dependendo da necessidade. Como Transformers da vida real. FONTE:GIZMODO