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domingo, 20 de dezembro de 2015
CHEFE DA NASA COMENTA SOBRE ENCONTRO COM VIDA ALIENÍGENA
Chefe da NASA Charles Bolden comentou sobre o que aconteceria se a NASA encontrasse uma forma de vida extraterrestre.
A descoberta de que não estamos sozinhos no universo talvez se torne um dos eventos mais importantes da história da humanidade – mas quais os procedimentos que temos para lidar com essa eventualidade?
De acordo com o administrador da NASA Charles Bolden, um encontro com um forma de vida inteligente é tão improvável que a agência espacial não tem políticas em vigor para lidar com tal situação.
“Nós temos diretrizes para lidar com a vida microbiana, se encontrá-la,” disse Bolden. “Na verdade, nós temos orientações que nos impedem de, por exemplo, de ficar muito perto de um lugar que pode ser uma fonte de organismos vivos em Marte, porque nós não queremos contaminar essa área”.
Esta política de prevenção também é algo debatido pelo professor Stephen Hawking que, ao contrário Bolden, parece ter a possibilidade de contato com a vida inteligente muito mais a sério.
“Nós não sabemos muito sobre os extraterrestres, mas sabemos sobre os seres humanos”, disse ele recentemente.
“Se você olhar para a história, o contato entre homem e organismos menos inteligentes têm sido muitas vezes desastroso do ponto de vista deles, e os encontros entre civilizações mais avançada contra tecnologias primitivas tem acabado mal para os menos avançados”.
“Caso encontremos uma civilização que esteja a bilhões de anos a frente de nós. Eles serão muito mais poderosos, e podem nos ver tão valiosos quanto uma bactéria”.
FONTE: http://arquivoufo.com.br/2015/12/08/chefe-da-nasa-comenta-sobre-encontro-com-vida-alienigena/
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
ESTRELA BIZARRA DE LUZ INCOMUM INTRIGA CIENTISTAS E ALIMENTA HIPÓTESE DE VIDA ALIENÍGENA
A 'estrela' tem seu brilho diminuído em intervalos irregulares.
Um foco de luz localizado entre as constelações de Lira e Cisne tem intrigado os cientistas por parecer uma estrela, mas comportar-se de modo muito diferente desses corpos celestes.
Essa "anomalia" do espaço foi flagrada pela sonda Kepler, da Nasa (agência espacial americana), e identificada por um programa de ciência cidadã que ajuda a filtrar as informações enviadas pelo telescópio.
Os pesquisadores perceberam que a estrela encontrada, chamada KIC 8462852, tem o estranho hábito de diminuir a intensidade do seu brilho em intervalos irregulares.
Para se ter uma ideia de o quanto essa característica é única, entre as outras cerca de 150 mil estrelas avistadas pelo telescópio, esta é a única que se comporta dessa maneira.
Em geral, quando há uma redução temporal da luminosidade produzida, é porque um planeta está passando diante de sua estrela - no que seria uma volta da sua órbita.
Essa característica seria a comprovação de que existiria um planeta ali. A frequência dessas quedas na intensidade do brilho da estrela – que são regulares – corresponderia à duração de sua órbita.
Mas, no caso específico dessa estrela, os intervalos observados foram completamente irregulares, tanto em termos de frequência quanto de intensidade.
Cientistas descartaram a possibilidade de ser um planeta.
Assimetria
Em 2009, por exemplo, foram registradas pequenas quedas na produção de luz. Depois houve outra queda assimétrica que durou uma semana em 2011 e, mais recentemente, uma série de quedas durante três meses em 2013 (algumas delas chegaram a 20%). Diante de tais características, os cientistas acabaram descartando a possibilidade de a anomalia representar a presença de um novo planeta. Além disso, a hipótese foi ignorada também porque a intensidade da queda de luz é muito grande: mesmo que fosse um planeta do tamanho de Júpiter (o maior do nosso Sistema Solar), a luz da KIC 8462852 poderia ser reduzida somente em 1%. Então, como se explica esse fenômeno?Especulações
Tabetha Boyajian, astrônoma da Universidade de Yale, nos Estados Unidos – instituição que lançou o programa de ciência cidadã Planet Hunters em 2010 -, publicou um estudo recentemente sobre as possíveis causas. Mas cada uma delas, segundo a cientista, têm um ponto frágil. "Nós estamos quebrando a cabeça: para cada ideia que surgia sempre havia algum argumento contrário", explicou Boyajian. A princípio, ela e sua equipe descartaram a possibilidade de a "estrela bizarra" representar uma falha de processamento de dados no telescópio. Eles também eliminaram a hipótese de ser uma estrela jovem, que está em processo de acumular massa e, por isso, estaria rodeada por uma nuvem de poeira, o que poderia explicar a irregularidade de seu brilho. O estudo conclui que a explicação mais factível pode estar em um grupo de "exocometas" que se aproximaram da estrela e se romperam por causa da gravidade, deixando enormes quantidades de poeira e gás no processo. Se os cometas se movimentam em uma órbita que os faz passar na frente do planeta a cada 700 dias aproximadamente, seus fragmentos, que ainda estão se desprendendo no espaço, poderiam explicar a diminuição irregular do brilho percebida pela sonda Kepler. A única maneira de checar essa teoria seria conseguindo mais informações, mas desde que o telescópio parou de funcionar corretamente, em 2013, ficou mais difícil obter dados.Extra-terrestres?
A hipótese mais surpreendente levantada pelos cientistas é de a "anomalia" encontrada no espaço representar um sina de vida extraterrestre inteligente. Intrigada com a questão, Boyajian compartilhou os resultados do seu estudo com Jason Wright, cientista da Universidade Penn State e membro de uma organização que investiga exoplanetas e mundos habitáveis. A opinião dele abre portas a possibilidades mais ousadas. A explicação mais plausível seria a presença de exocometas. Segundo Wright, se nenhuma das razões acima mencionadas é convincente, por que não pensar que o fenômeno poderia ser causado por uma série de megaestruturas equipadas com painéis solares – e que teriam sido construídas por extraterrestres? "Quando (Boyajian) me mostrou as informações, eu fiquei fascinado, porque parecia algo bizarro", disse ao site The Atlantic. "Alienígenas sempre devem ser a última hipótese a se considerar, mas isso parecia ser algo que uma civilização de extraterrestres poderia construir". Os cientistas que acreditam na existência de vida inteligente – ou ao menos na possibilidade disso – fora do nosso planeta sustentam que uma civilização alienígena avançada se caracterizaria muito provavelmente por sua capacidade de obter energia de seu sol, e não da exploração de outros recursos do seu próprio planeta. Boyajian e Wright, porém, advertem que essa hipótese ainda é muito remota e deve ser analisada com cautela - ainda que seja válida e digna de investigação. E para isso, vão apresentar uma proposta para colocar um telescópio na estrela e analisá-la de maneira minuciosa. Se tudo der certo, as primeiras análises deverão ser feitas em janeiro. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151016_anomalia_espaco_rmdomingo, 21 de dezembro de 2014
VIDA ALIENÍGENA PODERIA PROSPERAR EM ELEMENTOS EXÓTICAS
Os pesquisadores acreditam que formas de vida alienígenas poderiam ser capazes de sobreviver em um “supercrítico” dióxido de carbono.
A descoberta de extremófilos, organismos que vivem em algumas das condições mais extremas e inóspitas da Terra, abriram portas para a possibilidade de que a vida extraterrestre não venha a precisar necessariamente de condições similares a nossa para sobreviver.
Agora, os cientistas que tomaram esta abordagem um passo adiante, estão investigando se ela pode ser possível para que as formas de vida prosperem em uma forma exótica de dióxido de carbono que apresenta propriedades compatíveis com líquidos e gases.
Dióxido de carbono supercrítico é o dióxido de carbono essencialmente que atingiu um estado supercrítico, devido a uma certa combinação de pressão e temperatura.
Embora o dióxido de carbono regular seja geralmente considerado um solvente inviável para sediar as reações químicas para a vida, em seu estado supercrítico, torna-se muito mais hospitaleiro a ponto de que as enzimas podem ser ainda mais estáveis do que na água.
“Eu sempre fui interessado em vidas exóticas e adaptações criativas de organismos para ambientes extremos”, disse o co-autor da pesquisa Dirk Schulze-Makuch.
“CO2 supercrítico é muitas vezes esquecido, então eu senti que alguém tinha que montar algo sobre seu potencial biológico.”
FONTE: arquivoufo.com.br/2014/11/29/vida-alienigena-poderia-prosperar-em-elementos-exoticos/
quarta-feira, 11 de junho de 2014
S.E.T.I: 'VAMOS ENCONTRAR VIDA ALIENÍGENA DENTRO DE 20 ANOS'
Com o dinheiro sendo problema constante para o Instituto SETI, os dois astrônomos fizeram declarações importantes para atrair novos investimentos na busca por inteligência extraterrestre e enfatizou que com financiamento suficiente, pode ser possível encontrar os primeiros sinais de vida alienígena em apenas duas décadas.
“Nos últimos 50 anos, a prova tem vindo através de componentes e condições que acreditamos necessárias para a vida e, talvez, esteja onipresente em nossa galáxia”, escreveu Werthimer.
“Pode até haver vida extraterrestre primitiva em nosso próprio sistema solar, talvez em uma lua de Júpiter ou Saturno. Europa, uma das luas de Júpiter, teria um oceano de água líquida sob sua superfície gelada, talvez um bom ambiente para a vida como a conhecemos”.
Enquanto os dois homens concordaram que nenhuma evidência foi encontrada ainda para a vida fora da Terra, eles afirmaram que o grande número de planetas viáveis ??em nossa própria galáxia indica a probabilidade de que o universo é, provavelmente, cheio de vida.
“Estamos só agora a desenvolver as ferramentas e tecnologias que possam detectar civilizações distantes”, disseram eles. “Pode haver sinais de laser de civilizações extraterrestres atingindo nosso planeta, mas muito provavelmente não iriamos detectar esses sinais com os projetos atuais do SETI”.
FONTE:arquivoufo
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