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sábado, 25 de abril de 2015
CONHEÇA CÂMERA DIGITAL QUE FUNCIONA SEM GASTAR ENERGIA
Este é o sensor CCD customizado, que captura imagens em um ciclo e gera eletricidade em outro.
COMPÓSITOS AEROESPACIAIS DISPENSAM FORNO
A técnica poderá ser aplicada a qualquer compósito industrial, seja ele usado em aviões, carros ou artigos esportivos.
Aquecimento com nanotubos
Os materiais compósitos usados para fabricar asas e fuselagens de aviões normalmente são produzidos em fornos industriais gigantescos.
Várias camadas de polímero são sobrepostas e submetidas a temperaturas de até 400º C, quando então elas curam, formando um material sólido, resistente e leve.
O inconveniente desta abordagem é a exigência de uma grande quantidade de energia, primeiro para aquecer o forno, em seguida o gás em torno dele, e, finalmente, o próprio compósito.
Engenheiros aeroespaciais do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveram agora um filme de nanotubos de carbono que aquece e solidifica um compósito sem a necessidade desses fornos enormes.
O filme de nanotubos funciona como uma espécie de cobertor elétrico, envolvendo completamente a peça, gerando temperaturas elevadas apenas onde elas são necessárias: nos próprios polímeros, para que eles curem.
Autoaquecimento
O grupo testou o revestimento em peças da mesma fibra de carbono utilizada em componentes de aviões, e constataram que o filme de nanotubos cria um compósito tão forte quanto o fabricado nos fornos convencionais - mas utilizando apenas 1% da energia. Segundo eles, a técnica poderá ser aplicada a qualquer compósito industrial, seja ele usado em aviões, carros ou artigos esportivos. "Normalmente, se você quer cozinhar uma fuselagem de um Airbus A350 ou Boeing 787, você precisa de um forno de quatro andares, que custa dezenas de milhões de dólares. Nossa técnica coloca o calor onde ele é necessário, em contato direto com a parte que está sendo montada. Pense nisso como uma pizza com autoaquecimento - em vez de colocá-la no forno, basta ligar a pizza na tomada e ela assa sozinha," disse o professor Brian Wardle, coordenador da equipe. Wardle acrescenta que o filme de nanotubos de carbono é incrivelmente fino e leve e se incorpora à peça que está sendo fabricada, com uma adição de peso insignificante. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=compositos-aeroespaciais-dispensam-forno&id=010170150422DESCOBERTA SOBRE ELETROMAGNETISMO VIABILIZA ANTENAS DENTRO DOS CHIPS
Hoje os chips são menores do que os conectores das antenas - agora a antena inteira cabe dentro do chip.
Descoberta sobre eletromagnetismo
Se a onda tecnológica atual dava a impressão de que já sabíamos tudo sobre o eletromagnetismo e a transmissão de dados por meio de antenas, ficou claro agora que essa era uma suposição ilusória. Uma nova descoberta não apenas complementa e estende as teorias atuais, como também tem implicações práticas imediatas para a melhoria da própria tecnologia, com grande impacto no campo das transmissões via rádio, hoje mais conhecidas pelo termo wireless (sem fios). Físicos acabam de apresentar uma nova descrição da natureza mais íntima do eletromagnetismo que torna possível a construção de antenas pequenas o suficiente para serem inseridas dentro dos chips de computadores, tablets e celulares. E, no nível mais fundamental, a nova descrição alinhava uma ponte entre as teorias da física clássica e da mecânica quântica.Dimensões das antenas
O entendimento atual das ondas eletromagnéticas vem do trabalho de James Clerk Maxwell, feito há mais de 150 anos, que estabelece que as ondas eletromagnéticas são geradas pela aceleração dos elétrons. Impulsionados por uma corrente elétrica, os elétrons aceleram e geram a radiação eletromagnética, ou ondas de rádio, que podem então ser dispersas pelo espaço através das antenas - a chamada radiação eletromagnética. Ocorre que, para emitir e captar essas ondas, as antenas precisam ter dimensões que são determinadas pelo comprimento das ondas usadas nas transmissões - dimensões estas que são incompatíveis com as dimensões dos circuitos eletrônicos ultraminiaturizados da atualidade. Dhiraj Sinha e Gehan Amaratunga, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram agora que não precisa ser assim.Teoria incompleta
Além de permitir fabricar antenas dentro dos próprios chips, a descoberta pode ser o elemento que faltava na teoria eletromagnética. Os físicos sabiam que a teoria de Maxwell era incompleta há várias décadas, desde que foram descobertos materiais conhecidos como sólidos dielétricos, que normalmente agem como isolantes, nos quais os elétrons não estão livres para se mover - mas esses materiais dielétricos geram e emitem radiação eletromagnética. Além disso, o fenômeno da radiação devido à aceleração dos elétrons não tem uma contrapartida na mecânica quântica, onde se assume que os elétrons saltam entre estados discretos de energia. Apesar da incompletude da teoria, isso não impediu que esses materiais fossem usados na prática: os ressonadores dielétricos são a base das antenas dos telefones celulares, por exemplo. Os dois pesquisadores descobriram agora que o fenômeno da radiação eletromagnética não precisa ser gerado apenas pela aceleração dos elétrons: ele é gerado também por um processo chamado quebra de simetria.Quebra de simetria do campo elétrico
A nova teoria elucida a geração de ondas que se espalham para o ambiente a partir de materiais dielétricos. Em física, a simetria é uma indicação de uma característica constante de um aspecto particular de um sistema. Neste caso em particular, quando os elétrons estão em movimento no material, há uma simetria do campo elétrico. Usando uma película muito fina de material piezoelétrico, a dupla demonstrou que é possível quebrar a simetria do campo elétrico aplicando um tensão assimétrica ao material. Isto gerou uma radiação eletromagnética que se espalha pelo espaço livre ao redor, demonstrando que o material pode funcionar como uma antena mesmo em escalas nanométricas. Assim, a radiação eletromagnética emitida pelos materiais dielétricos é gerada tanto pela aceleração dos elétrons nos eletrodos metálicos conectados a eles, como Maxwell previu, quanto pela quebra de simetria do campo elétrico gerada pela chegada desses elétrons no material isolante. Além de permitir fabricar antenas dentro dos próprios chips, a descoberta pode ser o elemento que faltava na teoria eletromagnética. "Eu não estou sugerindo que nós tenhamos descoberto alguma grande teoria unificadora, mas esses resultados vão ajudar a entender como o eletromagnetismo e a mecânica quântica se cruzam e se juntam. Eles abrem um enorme conjunto de possibilidades a serem exploradas," disse Amaratunga.Aplicações práticas
A descrição deste novo fenômeno terá efeitos práticos imediatos, não apenas para os telefones celulares e para as redes sem fios, mas também para tecnologias que estão dependendo de um impulso de miniaturização para decolar, como a Internet das Coisas, que depende de transmissores e receptores sem fios muito pequenos - algo limitado pela atual dimensão das antenas. Os materiais piezoelétricos usados no experimento podem ser fabricados na forma de filmes - ou películas muito finas - usando semicondutores como o niobato de lítio, o nitreto de gálio ou o arseneto de gálio, todos bem conhecidos da indústria eletrônica e totalmente integráveis no interior dos chips. Bibliografia: Electromagnetic radiation under explicit symmetry breaking. Dhiraj Sinha, Gehan A. J. Amaratunga. Physical Review Letters. Vol.: Accepted Paper. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=descoberta-eletromagnetismo-antenas-dentro-chips&id=010110150420PESQUISADORES OBSERVAM 2 BURACOS NEGROS SUPERMASSIVOS PRESTES A SE FUNDIR
Conforme duas galáxias entram nos estágios finais de fusão, cientistas têm teorizado que seus buracos negros supermassivos formariam um “binário” – dois buracos negros em uma órbita tão próxima que são gravitacionalmente ligados um ao outro. Em um novo estudo, astrônomos da Universidade de Maryland (EUA) apresentaram evidências diretas de um quasar pulsante, o que pode comprovar a existência desses buracos negros binários.
“Acreditamos que observamos dois buracos negros supermassivos em maior proximidade do que nunca. Estes buracos negros podem estar tão próximos que estão emitindo ondas gravitacionais, que foram previstas pela teoria da relatividade geral de Einstein”, explica Suvi Gezari, também da Universidade de Maryland, coautora do trabalho publicado na revista “Astrophysical Journal Letters”. A descoberta pode lançar luz sobre a frequência com que os buracos negros se aproximam o suficiente para formar um binário gravitacionalmente ligado e, eventualmente, se fundir.
Os buracos negros tipicamente devoram matéria, que acelera e se aquece, emitindo energia eletromagnética e criando alguns dos pontos mais luminosos no céu, chamados quasares. Quando dois buracos negros orbitam como um binário, absorvem matéria ciclicamente, o que leva os teóricos a preverem que o quasar binário responderia clareando e escurecendo periodicamente.
A metodologia
Os pesquisadores realizaram uma busca sistemática pelos chamados quasares variáveis usando o Telescópio de Pesquisa Panorâmica e Sistema de Resposta Rápida (Pan-STARRS1) de Vistoria de Profundidade Média. Este telescópio fica baseado no Havaí, em Haleakala, e fotografa o mesmo pedaço de céu uma vez a cada três dias, recolhendo centenas de dados para cada objeto ao longo de quatro anos. Nestes dados, a equipe de astrônomos encontrou o quasar PSO J334.2028+01.4075, que tem um grande buraco negro de quase 10 bilhões de massas solares e emite um sinal óptico periódico que se repete a cada 542 dias. O sinal do quasar era incomum porque as curvas de luz da maioria dos quasares são arrítmicos. Para verificar a sua descoberta, a equipe de pesquisa executou rigorosos cálculos e simulações e examinou dados adicionais, incluindo dados fotométricos de outros telescópios e sistemas de monitoramento. “A descoberta de um candidato a sistema compacto binário de buracos negros supermassivos como o PSO J334.2028+01.4075, que parece a uma separação orbital tão pequena, acrescenta ao nosso conhecimento limitado das etapas finais da fusão entre os buracos negros supermassivos”, aponta a estudante de mestrado em astronomia da Universidade de Maryland, Tingting Liu, principal autora do artigo. Os pesquisadores planejam continuar a procurar novos quasares variáveis. A partir de 2023, sua pesquisa poderia ser auxiliada pelo telescópio Synoptic Large Telescope Survey. Espera-se que este aparelho possa fazer o levantamento de uma área muito maior, possibilitando identificar a localização de milhares destes buracos negros supermassivos que estão se fundindo no céu noturno. fonte: https://cmns.umd.edu/news-events/features/2969DESCOBERTA VIDA ONDE NÃO DEVERIA EXISTIR
A cerca de 100 quilômetros da costa do Oregon, EUA, existe uma cadeia de rochas feitas de carbonatos, ou seja, de material do próprio oceano. Na profundidade de 800 metros a temperatura da água é congelante, e existem rachaduras das quais escapa metano, um gás de efeito estufa.
Nesta região que tinha tudo para ser estéril, duas missões, uma utilizando o submarino tripulado Alvin e a outra usando o submarino robô Jason, operados pelo Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI), coletaram amostras da rocha próximo das fendas de metano, e de rochas mais distantes.
De volta á universidade Caltech, as amostras foram examinadas com microscópios, e as surpresas começaram. As rochas próximas das fendas de metano estavam cheias de colônias de micróbios – bactérias e arqueias, seres unicelulares procariotas (não tem membrana em torno do núcleo) e que não tem nenhuma organela com membranas, provavelmente os seres vivos mais primitivos do nosso planeta.
Mas o que fazem estes seres vivos naquela rocha? Aí veio a segunda surpresa, as bactérias e arqueias estavam fazendo a própria rocha. Os cientistas acreditam que elas digerem o metano, e excretam bicarbonatos, que combinam-se com o cálcio marinho e se tornam carbonatos de cálcio, emparedando o micróbio e fazendo as rochas “crescerem”.
O metano que emerge das fendas marinhas corresponde a algo entre 6% e 22% de todo metano mundial, e estes micróbios devoram entre 80% e 90% de todo ele. Mas não é só isso que as bactérias e arqueias fazem, aparentemente elas são a base de uma pirâmide alimentar, existem vermes que percorrem as rochas e provavelmente comem estes micróbios.
Os cientistas já sabiam que o oceano era um sumidouro de metano, mas até agora acreditava-se que o mesmo ficava preso no sedimento, na forma de hidratos de metanos, mas a nova descoberta parece indicar que o mesmo está indo para as próprias rochas da região. Tudo isso acontecendo a 800 metros de profundidade, na escuridão e frio que dominam o fundo do mar.
FONTE: livescience.com/48284-life-discovered-in-deep-sea-rocks.html
CONHEÇA 6 DICAS PARA NÃO NAUFRAGAR SEU RELACIONAMENTO
Não há nenhuma fórmula de sucesso para um relacionamento perfeito. No entanto, cientistas têm estudado muito sobre casais bem sucedidos. Relações são diferentes umas das outras, mas podemos tirar um monte de informações daquelas que sabemos que funcionam.
Ao longo dos anos, esses estudos apresentam algumas tendências que nos ajudam a compreender melhor o que diferencia um relacionamento duradouro de um que termina rapidamente. A maioria das coisas é apenas bom senso, mas isso não significa que nós não precisamos de um lembrete ocasional.
1. Não seja um idiota egoísta
Para cada estudo sobre questões como sexo, positividade e tudo o mais, há um monte de investigação sobre as minúcias do que faz um relacionamento bem sucedido. Para resumir, a maior parte desta pesquisa é bastante simples: não seja um idiota egoísta. Aqui estão apenas algumas coisas que as pesquisas – e a realidade – dizem que você deve fazer: # Contribua com as tarefas domésticas: Em um estudo de pequena escala, pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) rastrearam a vida de várias relações ao longo de 4 anos. Suas conclusões? Casais que têm um sistema para lidar com as tarefas domésticas e que cuidam uniformemente delas são muito mais felizes. Então, quando seu parceiro ou parceira sugere que você lave os pratos de vez em quando, apenas lave. # Pare de desperdiçar sua vida jogando videogame: Jogar videogame é muito legal, e até mesmo jogar excessivamente não tem um efeito negativo nos relacionamentos. No entanto, uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quando o jogo afeta a rotina de um relacionamento, isso pode causar problemas. Como, por exemplo, quando um dos dois fica acordado até tarde jogando, falta a atividades sociais, ou qualquer outra coisa do tipo. O jogo não é o culpado aqui, porém, a lição é que qualquer hobby que perturba sua rotina vai causar problemas. # Pare de discutir os problemas por mensagens de texto: A tecnologia é maravilhosa, mas um estudo identificou que os casais que lidam com brigas em mensagens de texto têm uma relação de qualidade inferior. Isso significa que os casais que usaram mensagens de texto para pedir desculpas ou lidar com as diferenças em vez de ter conversas cara a cara tendem a relatar infelicidade. Dito isto, mensagens positivas, como um ocasional “eu te amo”, ainda são ótimos, basta parar de tentar resolver as coisas complicadas por SMS ou Whatsapp. # Repense seus hábitos alcoólicos: Se você costuma beber bastante e seu parceiro ou parceira não, existem grandes chances de vocês já terem tido um punhado de brigas sobre o assunto. Acontece que estudos mostram que, quando uma pessoa bebe e a outra não, o problema persiste. Quer uma boa notícia? Casais que bebem juntos são tão propensos a ter um relacionamento bem sucedido quanto casais que não bebem. E não é só sobre a bebida. Outro estudo sugere que as diferenças entre os cônjuges sobre alimentação e tabagismo causam problemas semelhantes. Obviamente, isso não é tudo. Como já foi dito, não existe fórmula mágica. Além disso, outros estudos mostram que outros aspectos da vida a dois são tão importantes quanto estes mostrados aqui, mas são mais difíceis de se fazer algo a respeito. Por exemplo, alguns estudos têm mostrado que os filhos tornam os casais menos felizes, mas há evidência do contrário também – de crianças de fato tornando seus pais mais felizes dentro do relacionamento. Da mesma forma, os efeitos da convivência, orientação sexual, a ordem de nascimento, educação, idade e muitas outras coisas são fatores importantes para relacionamentos bem sucedidos. Um monte disso está além do nosso controle, e ao mesmo tempo que são coisas interessantes a nível das ciências sociais, não há nada que possamos realmente tirar delas. Mas a ideia geral desses estudos é simples: ser agradável, manter as linhas de comunicação abertas, e fazer um esforço para fazer as coisas que importam. Esta é a ciência por trás de um relacionamento sólido, mas ela por si só não faz nada. Às vezes, os relacionamentos são muito mais do que ciência.2. Sexo é importante
Como seria de esperar, uma série de estudos mostram que os casais que fazem sexo pelo menos 2 a 3 vezes por semana são mais felizes com o relacionamento. Sem rodeios, independentemente da idade, quanto mais sexo você faz, maior é o nível de satisfação com o relacionamento. A questão é arranjar tempo para isso. Com todas as atividades da vida moderna, conseguir tempo para fazer sexo tem se tornado cada vez mais raro, ainda mais sexo de boa qualidade. Anthony Lyons, pesquisador da Universidade La Trobe, na Austrália, afirma que os casais precisam aprender a se comunicar sobre suas necessidades sexuais ou suas razões para não querer sexo. “Os casais precisam conversar sobre a frequência das relações sexuais”, diz Lyons. “Falar abertamente sobre sexo e encontrar um meio termo em relação à frequência parece ser muito importante para a satisfação sexual e do relacionamento em geral”, pondera. Pode parecer bobagem fazer algo como programar um tempo para a intimidade, mas é importante abrir o diálogo sobre sua vida sexual e dedicar algum tempo para ficar apenas um com o outro.3. Experimente coisas novas constantemente
Assim como na maioria dos aspectos da vida, tendemos a ficar presos em nossos hábitos nos nossos relacionamentos. Quando isso acontece, as coisas começam a ficar um pouco chatas. Estudos mostram que os casais que tentam coisas novas com regularidade têm relacionamentos mais felizes. Em uma série de experimentos, alguns casais tiveram como atribuição uma tarefa mundana que envolvia simplesmente andar para trás e para a frente dentro de um quarto. Outros casais, no entanto, faziam parte de um exercício mais desafiador – seus pulsos e tornozelos foram unidos enquanto eles também deveriam andar para frente e para trás, mas empurrando uma bola. Antes e após o exercício, os casais foram perguntados sobre coisas como: “Quão entediado você está com seu relacionamento atual?”. Os casais que participaram das atividades mais desafiadoras e excitantes mostraram aumentos maiores no amor e na satisfação, enquanto os casais que realizaram a tarefa mais fácil não mostraram alterações significativas. Isto também significa apenas que é importante se divertir juntos. Pesquisa da Universidade de Denver mostra que casais que passam tempo em atividades divertidas tendem a permanecer juntos por mais tempo. “Quanto mais você investir em diversão e amizade e estar lá para o seu parceiro, mais feliz o relacionamento vai ser ao longo do tempo”, diz Howard Markman, psicólogo que codirige o centro da universidade para estudos conjugais e familiares. “A correlação entre diversão e felicidade conjugal é alta e significativa”, compara ele. Essas novas experiências também têm um efeito positivo sobre a sua percepção de tempo e tendem a ajudá-lo a lidar com mudanças inesperadas.4. Mantenha amizades fortes fora do seu relacionamento
Quando você está em um relacionamento, muitas vezes é mais fácil fazer tudo com a outra pessoa. Isso é ótimo, mas é importante manter amizades fora disso. Várias pesquisas mostram que casais felizes mantêm amizades e hobbies fora do relacionamento. Você não quer gastar todo o seu tempo com uma pessoa, e você quer conversar com outras pessoas, até para não deixar todo o fardo de seus problemas e da sua vida nas costas de uma só pessoa. A escritora Tara Parker-Pope coloca bem em seu livro “For Better” (Para Melhor, em tradução livre): “A maneira de fortalecer um casamento é colocar menos exigências emocionais no cônjuges. Isso não significa perder a intimidade emocional com o seu marido ou esposa. Significa apenas que os casais têm muito a ganhar com o fortalecimento de suas relações com os membros da família e amigos. Os casais mais felizes são aqueles que têm interesses e apoio para além do casal”. Claro, fazer e manter amigos é um trabalho árduo, mas faça um esforço para manter essas relações fortes, se você quer que seu relacionamento romântico dure.5. Comunique-se corretamente
Sem surpresa, os estudos mostram que os conflitos sobre dinheiro e má comunicação lideram os problemas de relacionamentos de casais infelizes mais do que quase qualquer outra coisa. Infelizmente, lidar com esses tipos de problema é difícil. A boa comunicação exige esforço, é difícil e nem sempre corre bem. Mas quando você deixa as coisas pequenas durarem para sempre e não se comunica, surgem problemas. Estudos mostram que normalmente é o dinheiro que leva a esta falha, mas todo relacionamento tem seu próprio conjunto de questões que precisam ser trabalhadas.6. Positividade é mais importante do que você pensa
Não é surpreendente que uma pessoa mais positiva provavelmente vá ser feliz em seus relacionamentos. O que é interessante é o quanto isso é importante. Em um estudo da Universidade de Chicago, os pesquisadores descobriram que quando o marido tem um alto nível de positividade, há menos conflito em seu relacionamento. Da mesma forma, o modo como parceiros respondem a boas notícias vindas do outro também é essencial. Em um estudo publicado no The Journal of Personality and Social Psychology, os pesquisadores descobriram que a forma como os casais reagem a boas notícias, seja com emoção, orgulho ou indiferença, é crucial na formação de uma forte ligação. É claro que você não precisa achar que tudo está sempre muito bem. Apenas certifique-se de mostrar um pouco de alegria quando o seu parceiro for bem-sucedido em alguma coisa. FONTE: lifehacker.com/what-research-tells-us-about-the-most-successful-relati-1552386916CONHEÇA 5 COISAS INSIGNIFICANTES QUE PODEM DEFINIR A SUA VIDA SEXUAL
Namoros e relacionamentos não são fáceis. Você pode fazer tudo certo e ainda assim acabar sozinho. Isto porque o caminho para um relacionamento bem sucedido é tão mal sinalizado, cheio de buracos e com curvas perigosas que é bastante surpreendente que a raça humana não tenha desistido e sido extinta há milênios. E quanto mais a ciência pesquisa a respeito do assunto, mais encontra fatos que nós não fazíamos ideia que tinham influência sobre a nossa relação com as outras pessoas. Os cinco exemplos abaixo mostram detalhes da nossa vida corriqueira que influenciam bastante se, ou com quem, a gente transa.
5. Um homem pode ter problemas de ereção se a sua parceira for muito próxima dos amigos dele
Para muitos homens heterossexuais, a namorada ideal é aquela que não só é completamente desencanada em relação aos seus passatempos e vícios, mas também aquela que se dá bem e adora sair com todos os amigos dele. Mas é aí que uma coisa estranha pode acontecer: o cara – que recebe exatamente o que quer – de repente percebe que sua vontade sexual discorda. O fenômeno é conhecido como “Partner Betweenness” e tem a ver com os papéis de gênero tradicionais (também conhecidos como aqueles em que a mulher deve submissão ao homem). Em outras palavras, tem a ver com o quanto o homem se sente no controle da mulher. Não que ele automaticamente acredite que ela está traindo ele com todos esses caras – como tudo relacionado com o sexo e relacionamentos, é mais complicado do que isso. Há um grupo inteiro de regras complexas e não ditas em qualquer rede de relacionamentos e essas regras nos seguem em todos os lugares, incluindo o quarto. O que a pesquisa aponta é que os homens são ensinados a conseguir três coisas no seu relacionamento com uma mulher: autonomia, privacidade e controle. Ela pode ser membro do grupo de amizade, mas que fique bem claro que ela “pertence” ao parceiro. Se ela tem mais contato do que ele com seus amigos – mesmo não sendo sexual -, essas três coisas ficam ameaçadas e ele se sente menos homem. Quão menos? O suficiente para aumentar as chances de uma disfunção erétil em 92%. Isso não afeta todos (a estimativa é de 25% dos homens), e é algo que fica melhor com a idade e maturidade, conforme o cidadão lentamente percebe que grande parte do que ele ouviu falar sobre masculinidade era um monte de besteira dita por adultos inseguros e machistas.4. O tamanho e o custo da festa de casamento afeta a relação (mas não como você imagina)
Se os nossos estereótipos não estiverem enganados (spoiler: eles estão), todas as mulheres sonham com um casamento perfeito, com uma festa enorme, uma decoração fantástica, pombas voando e o noivo chegando montado em um cavalo branco. Enquanto isso, o homem estereotipado ficaria feliz com um casamento que se resumisse a alterar o status do Facebook para “casado”. Afinal, por que ter todo esse trabalho quando nada disso importa no longo prazo? Na verdade, importa, e por algumas razões. O Instituto Nacional do Casamento dos EUA descobriu que pessoas que têm casamentos maiores têm um nível superior de satisfação ao longo dos primeiros cinco anos – e quando falamos em “maior”, estamos puramente medindo o número de convidados, não o custo. Esse resultado é apoiado por outro estudo que mostra que quando maior o casamento, menos provável de levar ao divórcio. Casamentos com apenas de uma a dez pessoas de testemunhas têm quase três vezes mais chances de terminar em divórcio do que casamentos com mais de 200 convidados. Até mesmo um casamento de tamanho decente, com um número de convidados entre 11 e 50, ainda é duas vezes mais provável que acabe em divórcio em comparação com o supercasamento de mais de 200 pessoas. A teoria é que casamentos maiores dão ao casal um suporte maior – ou pressão maior, se você preferir – para ficar juntos. Em outras palavras, você investiu em seu relacionamento, e você quer proteger o seu investimento. “Tudo bem”, você diz. “Então, a solução para uma relação eternamente funcional é gastar um monte de dinheiro em um grande casamento. Isso é péssimo, mas hey, pelo menos sabemos que existe uma solução. Isso tem que contar para alguma coisa”. Errado. Surpreendentemente, gastar todo o seu dinheiro – e potencialmente o dos seus pais e o dos seus sogros – em uma grande festa não é a melhor maneira de entrar na vida “eternamente junta”, também. O mesmo estudo aponta que, quanto mais você gastar em seu casamento, mais chances você tem de acabar divorciando. Casamentos que custam menos de mil dólares têm cerca de metade da probabilidade de terminar em divórcio do que aqueles que custam entre 5 mil a 10 mil dólares, que por sua vez, têm cerca de dois terços da probabilidade de terminar em divórcio do que casamentos que custam mais de US$ 20 mil. A lição é clara: se você quer um casamento infalível estatisticamente, convide cada pessoa que você conhece e mantenha uma meta orçamentária baixa.3. Um estilo só é sexy até que todo mundo comece a imitá-lo
Vamos usar a barba como exemplo. Se você acha que barbas são incríveis, você está com sorte, porque aparentemente boa parte das pessoas em todo o mundo está achando o mesmo. Mas a ciência diz que, assim que o nível de barbas do planeta aumentar demais, nós estaremos arruinando o charme da barba. Um estudo de 2013 descobriu que as mulheres apontam os homens com a barba por fazer como os mais atraentes, deixando para trás tanto aqueles com uma barba cheia quanto os que raspam tudo. Outra pesquisa, ainda mais recente, de 2014, indica que as mulheres acham tanto barbas por fazer quanto cheias preferíveis à falta total de pelos faciais. No entanto, há um problema: isso só funciona quando barbas são raras. Os pesquisadores descobriram que, apesar das mulheres ainda poderem achar barbas atraentes, essa característica só pode ser sexualmente desencadeada quando a maioria dos homens não têm barbas. Aí está o paradoxo. Nós tendemos a julgar a atratividade de uma pessoa comparando-a com os outros. Ao ostentar um visual popular e comum, um cara pode estar sinalizando que não tem nada de especial, no final das contas. Basicamente, você tem que entrar na onda quando ela ainda está em ascensão, mas cair fora antes que cada festa pareça uma convenção de sósias do ZZ Top.2. A volta do desejo sexual perdido pode levar ao divórcio
Embora as pílulas contra a disfunção erétil, como o Viagra, tendam a ser vistas como uma coisa maravilhosa, a proeza da volta da ereção perdida traz muitas armadilhas, mesmo se você for completamente fiel ao seu cônjuge. Na verdade, de acordo com um estudo feito pela Escola de Medicina de Harvard, usar Viagra pode realmente aumentar as chances de divórcio. Não há números específicos, mas conselheiros matrimoniais insistem que há um padrão. O problema é que mudanças bruscas nos níveis de libido podem levar a sentimentos de mágoa e ressentimento. Especialmente em casais mais velhos, nos quais a mulher terá perdido parte de seu próprio desejo sexual, um interesse renovado do marido pode alimentar discussões sobre questões sexuais que eles têm ignorado nos últimos anos. Ele pode ter tido problemas para fazer a coisa funcionar, mas ela pode ter estado ok com isso. Como resultado, ela pode não receber muito bem o retorno de sexo regular, especialmente se as tradicionais relações de meia hora dos dois se tornaram longas sessões quimicamente induzidas de horas de sexo selvagem. Os médicos advertem que pílulas para melhorar o desempenho devem ser tomadas acompanhadas de uma comunicação aberta. Afinal, sexo é uma coisa que ambos os lados devem se beneficiar.1. Nosso olfato controla a atração de muitas maneiras bizarras
Como a indústria do perfume faz questão de nos lembrar, o sentido do olfato desempenha um papel importante na atração. Nós sabemos, por exemplo, que o aroma natural de uma pessoa ajuda o nosso subconsciente a decidir se podemos fazer bebês saudáveis com ele ou ela. O que você pode não perceber, no entanto, é quão grande é o papel que seu nariz desempenha no jogo dos relacionamentos. A ciência já começou a descobrir que o cheiro não é um ator unidimensional em sua vida amorosa, mas sim um diretor particularmente obscuro, manipulando você a conseguir o efeito desejado, como um Stanley Kubrick olfativo. E nós estamos falando de manipulação mesmo. Para começar, o seu olfato pode levá-lo a acreditar que as pessoas são mais ou menos bonitas do que elas realmente são. Ele não se importa também se a fonte da atração é natural ou artificial. Segundo algumas pesquisas, um bom perfume pode fazer o rosto do usuário parecer mais atraente para quem está cheirando – assim como um perfume ruim provavelmente têm o efeito oposto. E isso é apenas o começo dos muitos superpoderes nasais relacionados com relacionamentos que todos nós temos, estejamos conscientes disso ou não. Muitos animais usam o cheiro como forma de comunicação e há uma quantidade crescente de evidências que, apesar de nossos cérebros tenderem a manter isso em um nível subconsciente, os humanos não são diferentes. Homens cujo olfato não funciona direito tendem a ter menos relacionamentos, enquanto as mulheres tendem a ser mais inseguras neles quando não sentem cheiros apropriadamente. Isso pode ser porque o nariz é uma ferramenta muito significativa para os relacionamentos: quanto mais longo for um relacionamento, mais precisamente cada indivíduo pode dizer se o seu parceiro está relaxado ou estressado apenas pelo cheiro do suor da outra pessoa. Narizes femininos são particularmente bons em farejar potenciais problemas de relacionamento. Em uma relação heterossexual, elas conseguem detectar de forma confiável medo, nojo e excitação sexual pelo cheiro de um homem. Talvez como o exemplo mais estranho, os resultados de um estudo de 2014 sugerem que nós somos capazes de reconhecer convicções políticas das pessoas a partir de seus odores corporais e gravitamos em torno daqueles com ideias mais próximas das nossas. Aliás, há a tese de que muitos cheiros que caracterizam emoções são altamente contagiosos, o que pode ser a nossa forma de comunicar emoções rapidamente em grandes multidões. Sim, a ciência está dizendo que a humanidade é basicamente uma colmeia inconsciente de suor. fonte: cracked.com/article_22300_5-insignificant-things-that-can-fix-or-end-your-love-life.html
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