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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vasculhando na net sobre vida extraterrestre encontrei um trailer desse filme que estreará em fev de 2010, parece ser muito bom.

http://www.youtube.com/watch?v=3ofh0m2twho&feature=player_embedded#t=151

Messenger realiza hoje terceira aproximação do planeta Mercúrio

Para ampliar a imagem: http://www.apolo11.com/display.php?imagem=imagens/etc/sonda_messenger_em_mercurio_2_aprox_out_2008_big.jpg

Visão geral de Mercúrio durante a segunda aproximação do planeta, a 27 mil km de distância. A cratera que aparece em destaque é Kuiper, identificada pela primeira vez pela missão Mariner 10, na década de 1970. A característica mais marcante dessa imagem são os padrões de raios que parecem brotar das áreas mais ao norte do planeta. Crédito: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington.

Exatamente às 18h55 desta terça-feira, a sonda interplanetária Messenger fará sua terceira aproximação do planeta Mercúrio. O rasante é uma manobra fundamental para que a nave seja inserida definitivamente na órbita mercuriana em março de 2011, quando passará a estudar o planeta por sete anos. A aproximação de hoje será transmitida ao vivo pela Nasa TV e poderá ser acompanhado pelo Apolochannel, que também disponibilizará um chat entre os internautas.

A primeira abordagem da sonda ocorreu em janeiro de 2008, 33 anos depois que a sonda Mariner 10 fez a última visita às imediações do planeta, em 1975. A segunda aproximação ocorreu em outubro de 2008, quando a Messenger passou a menos de 200 km da superfície do planeta. Na manobra de hoje a nave deverá passar a 226 km de distância a uma velocidade de 161 mil km/h, adquirida nas duas impulsões anteriores.

Mercúrio se encontra a 117 milhões de quilômetros da Terra e para entrar em sua órbita em 2011 a sonda dará 15 voltas ao redor do Sol, percorrendo quase 8 bilhões de quilômetros. Devido à pequena distância da estrela, os instrumentos da Messenger são protegidos do calor por um grande escudo protetor, um verdadeiro guarda-sol de 2.5 metros de comprimento construído em cerâmica.

Espectrômetro – Como das vezes anteriores, a aproximação permitirá que os instrumentos a bordo da sonda registrem novos aspectos planetários, com especial atenção à composição atmosférica e da superfície. Para isso a nave carrega o instrumento Mascs [Mercury Atmospheric and Surface Composition Spectrometer], um espectrômetro capaz de determinar a composição química através da luz refletida pelo planeta. Desenvolvido por cientistas da Universidade do Colorado ao preço de 8.7 milhões de dólares, o instrumento é capaz de registrar os dados até mesmo durante a alta velocidade da aproximação ou mudanças rápidas na posição da nave e com isso mater o "olhar" sob os alvos previamente escolhidos.

Mercúrio – De todos os planetas do sistema solar, Mercúrio é o que menos foi visitado e seu estudo direto através de telescópios é muito prejudicado devido à proximidade do Sol. O planeta só pode ser visto antes ou depois do nascer e pôr-do-Sol, e nestas ocasiões está tão baixo no horizonte que sua luz refletida tem que passar por uma camada muito densa de atmosfera, o que prejudica ainda mais sua observação.

Um dos principais objetivos da Messenger é determinar com precisão a quantidade de ferro existente no planeta. "Vamos analisar cada um dos pontos selecionados sob diferentes ângulos. Queremos saber em qual forma química o ferro se apresenta e como está ligado à superfície", disse William McClintock, principal investigador do instrumento Mascs junto à Universidade do Colorado. O ferro que predomina no núcleo mercuriano é responsável por manter o campo magnético do planeta.

Primeiro laboratório de astrobiologia do Brasil será inaugurado em 2010 Ambiente brasil O primeiro laboratório de astrobiologia no Brasil será

Ambiente brasil

O primeiro laboratório de astrobiologia no Brasil será inaugurado no início de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). As instalações ficarão no Observatório Abrahão de Moraes, em Valinhos (SP). Mas a maior novidade será a instalação, no laboratório, da primeira câmara de simulação de ambientes espaciais do hemisfério Sul, que já está sendo construída no local sob coordenação de Douglas Galante, pesquisador do IAG que conta com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Pós-Doutorado. O equipamento, que reproduz condições e ambientes extraterrestres, deverá entrar em funcionamento no segundo semestre de 2010. “Com a câmara, conseguiremos simular parâmetros de ambientes fora da Terra, como as condições do espaço ou de outros planetas”, disse Galante à Agência FAPESP. “Se precisamos entender como um organismo vivo sobreviveria em Marte, por exemplo, é possível recriar as características marcianas, controlando variáveis como temperatura, composição gasosa, pressão atmosférica e radiação ultravioleta, de modo que as amostras inseridas dentro da câmara são acompanhadas por detectores”, explicou o pesquisador do Departamento de Astronomia do IAG.

O objetivo é que o laboratório seja usado pela comunidade científica nacional e internacional em pesquisas teórico-experimentais, contribuindo para o avanço do conhecimento em questões diversas da astrobiologia, ciência que envolve conceitos de astronomia, biologia molecular, química, meteorologia, geofísica e geologia. Entre elas estão a possibilidade de existir vida fora da Terra, a origem da vida no planeta e o futuro da vida na Terra e em outros corpos celestes. “A única certeza que temos hoje é que existe vida na Terra, ainda que não saibamos de que forma ela surgiu. Sabemos também que talvez tenha existido vida em Marte no passado, quando lá havia água mais abundante”, disse Galante. “Várias sondas trabalham naquele planeta para tentar identificar esses indícios de vida. Isso mostra que estamos apenas engatinhando no entendimento de como a vida surge, evolui e algum dia pode se extinguir, na Terra e fora dela”, afirmou.

Vida nos extremos – Na câmara de simulação planetária serão realizados, em um primeiro momento, experimentos com os extremófilos, microrganismos que servem de modelo para pesquisas diversas por serem capazes de sobreviver em condições ambientais extremas, como a ausência de luz solar ou níveis muito altos ou baixos de pressão, temperatura, água e oxigênio. “Os extremófilos vivem em alta pressão no fundo dos mares, em ambientes extremamente frios e também em locais muito quentes, como em fontes geotermais, além de ambientes com alta radiação. Se esperamos encontrar vida em Marte, muito provavelmente ela será bem parecida com a desses microrganismos”, apontou. Os pesquisadores do IAG mantêm amostras de extremófilos em laboratório e atualmente já estudam esses microrganismos em equipamentos de simulação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP). “Com a câmara de simulação de ambientes espaciais queremos pegar também amostras ambientais aqui da Terra e testá-las para ver se encontramos novos organismos resistentes semelhantes aos extremófilos”, aponta Galante. Para isso, a partir do início de 2010, os pesquisadores estudarão amostras da Antártica e do deserto do Atacama, no Chile, para tentar descobrir novos organismos que também possam existir em outros planetas. “Além da simulação de ambientes extraterrestres, a câmara também poderá ser usada em estudos tecnológicos e aplicados, como na área de ciência dos materiais, visando ao desenvolvimento de equipamentos que podem ser usados no espaço por satélites”, afirmou. As instalações do Laboratório de Astrobiologia serão abertas à comunidade acadêmica e os pesquisadores de todo o país interessados devem submeter projetos para avaliação da comissão científica do centro.

Fonte: http://idbio.wordpress.com/2009/09/22/primeiro-laboratorio-de-astrobiologia-do-brasil-sera-inaugurado-em-2010/

850 espécies descobertas no subsolo da Austrália

Cientistas do Centro de Biodiversidade e Biologia Evolutiva da Universidade de Adelaide investigaram grutas e águas subterrâneas da Austrália nos últimos quatro anos e encontraram centenas de peixes, crustáceos, aranhas e insetos desconhecidos. E esta é apenas uma quinta parte do número de espécies a descobrir, que vivem debaixo da superfície do país.

Peixes, crustáceos, insetos e aranhas. Ao todo, são 850 novas espécies descobertas por cientistas australianos em grutas e águas subterrâneas da Austrália ao longo dos últimos quatro anos. Ambientes que determinam as características destes animais: quase todos são cegos - ou não têm mesmo olhos - e muito pálidos.

Apesar de terem destacado a importância da descoberta, os investigadores do Centro de Biodiversidade e Biologia Evolutiva da Universidade de Adelaide realçam que o subsolo australiano ainda tem muito por revelar. "A nossa investigação encontrou comunidades inteiras de espécies desconhecidas. É uma descoberta importante e acreditamos que esta pode ser apenas uma quinta parte do número de espécies alienígenas que vivem no interior do país", ressalva Andy Austin, um dos diretores da investigação.

Apenas metade das espécies encontradas já recebeu nome, sendo que a outra metade foi colocada sob a designação genérica de "stygnofauna", no caso das encontradas em águas subterrâneas - onde os pequenos crustáceos representam três quartos das espécies que se encontram ali, havendo ainda insetos e besouros - , ou "troglofauna", para as descobertas em grutas - onde predominam as aranhas, que representam metade das novas descobertas em cavernas, insetos e crustáceos.

"Não tivemos de procurar nas profundidades do oceano para encontrar novas espécies de invertebrados. Às vezes basta procurar à nossa porta", defende Andy Austin, que explica que estes animais se esconderam em áreas subterrâneas em resultado de alterações climáticas que transformaram a Austrália num continente muito seco - quando há 15 milhões de anos era uma área bastante mais úmida.

"Com essas alterações, estes animais de superfície refugiaram-se em habitats mais favoráveis, como águas subterrâneas e micro-cavernas, onde sobreviveram e evoluíram", explica o cientista da Universidade de Adelaide. O próximo objetivo dos exploradores é expandir a área das investigações e realizar novos testes genéticos para perceber como as alterações nestas criaturas coincidem com as mudanças climáticas.

Os investigadores alertam para os riscos de conservação destas espécies, por terem habitats em zonas ameaçadas pela extração de minerais ou o pastoreio. Os resultados da investigação foram apresentados numa conferência que acabou ontem em Darwin, Austrália, e celebrou os 200 anos do nascimento de Charles Darwin.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1375295&seccao=Biosfera

Peças metálicas que voltam ao formato original depois de deformadas

O simulador já demonstrou seu valor ao permitir que os engenheiros desenvolvessem vários objetos, entre os quais um minúsculo fórceps para endoscopia. [Imagem: Fraunhofer]

Metal com memória – É justamente isto o que está fazendo uma equipe de engenheiros alemães do Instituto de Mecânica dos Materiais (IWM). Eles não estão preocupados exatamente com os clipes de papel, mas com um tipo de metal com memória - se uma peça fabricada com estas ligas se deformar, elas voltam ao formato original com um pequeno aumento de temperatura.

Essas ligas, chamadas SMA [Shape Memory Alloys ou ligas com memória de formato], são conhecidas há bastante tempo, já tendo sido utilizadas em pesquisas com robôs e até na indústria automotiva. Há muitas outras possibilidades de aplicação, mas nem sempre é fácil prever o que vai acontecer com essas ligas e suas memórias. As características estruturais dessas ligas com memória são extremamente complexas, fazendo com que o desenvolvimento de cada peça exija um exaustivo e caro processo de tentativa e erro, até que o componente fique operacional com as características desejadas.

Simulador numérico – Este problema agora foi resolvido com um simulador do comportamento das ligas com memória. "A simulação numérica que nós desenvolvemos já responde várias questões no início do trabalho, muito antes de construirmos o primeiro protótipo," diz o engenheiro Dirk Helm, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha. O simulador já demonstrou seu valor ao permitir que os engenheiros desenvolvessem vários objetos, entre os quais um minúsculo fórceps para endoscopia. Normalmente, esses microfórceps somente podem ser fabricados usando juntas. Como poderia um componente tão pequeno ser produzido em tais dimensões, mantendo sua elasticidade e a possibilidade de rápida esterilização e não possuir juntas?

O simulador deu a resposta, fornecendo as características mais importantes do componente, como a resistência do metal e a força resultante do próprio fórceps. Até a durabilidade do instrumento foi previsto com antecedência. "Usando as simulações, nós pudemos saltar etapas, evitando a construção de inúmeros protótipos. Isso representou uma economia muito grande porque as ligas metálicas com memória são muito caras e difíceis de trabalhar," disse Helm.

Fonte: Inovação tecnológica

Bactéria faz metais radioativos ficarem inertes

Contaminação duradoura

Materiais radioativos, ainda que na forma de resíduos de baixíssima concentração, continuam poluindo o meio ambiente mesmo muito tempo depois que as instalações onde eram manipulados, ou as minas de onde eram extraídos, já encerraram suas atividades. A descontaminação dessas áreas é uma tarefa extremamente cara, sendo feita apenas em casos muito graves. Na maioria das vezes, o local é simplesmente fechado e interditado ao trânsito de pessoas.

Bactérias antirradiação

Essa situação agora pode começar a mudar, graças ao trabalho da bioquímica Judy Wall, da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos. Trabalhando na mina Órfão Perdido, na região do Grand Canyon, a Dra. Wall está utilizando bactérias redutoras de sulfato para converter os metais radioativos tóxicos em substâncias inertes. O processo, quando totalmente desenvolvido, será muito mais barato, seguro e confiável do que as opções atuais. As bactérias caçadoras de radioatividade são biocorrosivas, sendo capazes de alterar a solubilidade dos metais pesados. Os microrganismos são capazes de pegar o urânio e convertê-lo em uraninita, uma substância praticamente insolúvel que afunda nos lagos de rejeitos das minas ou mesmo em cursos d'água.

Genética básica

A pesquisadora agora está investigando a genética básica da bactéria na tentativa de produzir uma linhagem que efetue esse processamento dos metais pesados com maior produtividade, para que ela possa ser utilizada em um sistema de tratamento industrial. Outro melhoramento a ser feito é o controle do tipo de metal que as bactérias atacam, para que sua aplicação não precise ficar limitada a barragens de rejeitos.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bacteria-faz-metais-radioativos-ficarem-inertes&id=010125090930

As 10 pesquisas mais hilárias do mundo

Encontrar financiamento para pesquisas científicas não é uma tarefa das mais fáceis, e muitas vezes pesquisas importantes são cortadas por falta de dinheiro, principalmente em tempos de crise. Porém, para provar que nem tudo na ciência sofre com falta de financiamento, existe o prêmio Ig Nobel, direcionado às pesquisas mais bizarras e irrelevantes de vários campos do conhecimento – e sim, elas recebem financiamento e são realizadas.

Confira uma lista de algumas dessas pesquisas, às vezes bobas, às vezes só improváveis e estranhas, mas que divertem nerds e curiosos de todo o mundo. E fique ligado: o próximo prêmio Ig Nobel acontece em outubro e nós divulgaremos os honrados ganhadores aqui no HypeScience.

10. Massagem retal cura soluços: ganhadora do Ig Nobel de medicina em 2006

Este estudo, publicado em 1988, afirma que uma massagem retal é muito mais eficiente do que tomar um copo d’água para curar soluços persistentes. Não se sabe com certeza se o “tratamento” deve ser administrado sem aviso para maior efeito. Ok, brincadeiras à parte, talvez este tratamento seja mais rápido e com menos efeitos colaterais do que os fortes antiespasmódicos indicados para o tratamento tradicional para este problema.

9. Pinguins antárticos podem defecar a uma distância de 40 centímetros: ganhadora do Ig Nobel de dinâmica dos fluidos em 2005

Esta pesquisa, publicada em 2003, pretendia analisar a pressão produzida pela defecação de pinguins. Os pesquisadores não conseguiram determinar se o pássaro escolhe deliberadamente a direção das fezes ou se a direção tomada pela defecação depende do vento e de outros fatores. O estudo termina afirmando que seria necessária outra expedição à Antártica para ter certeza disso. Vamos ver se alguém irá financiar essa segunda fase de pesquisas!

8. Patos podem ser necrófilos homossexuais: ganhadora do Ig Nobel de biologia em 2003

O estudo, publicado em 2003, analisa a vida sexual do pato-real. A pesquisa chega a descrever uma cena em que um pato morto é atacado sexualmente por outro macho.

7. Taxas de suicídio são ligadas à quantidade de música country que toca no rádio: ganhadora n do Ig Nobel de medicina em 2004

O estudo, publicado em 1992, pesquisou o efeito da música country sobre a quantidade de suicídios nos Estados Unidos. Se você nunca gostou de música country e não sabia por quê, aqui está a resposta: ela simplesmente faz as pessoas odiarem a própria vida!

6. Pulgas de cachorros pulam mais alto de pulgas de gatos: ganhadora do Ig Nobel de biologia em 2008

Este intrigante e importante estudo, publicado em 2000, descobriu que as pulgas caninas pulam mais alto que as felinas. Mas pense bem: a pesquisa não é completamente inútil, já que você pode saber que, tendo um cão, você pode ser mordido por pulgas mais facilmente.

5. Dançarinas eróticas recebem gorjetas maiores quando ovulam: ganhadora do Ig Nobel de economia em 2008

Essa pesquisa deve ter tomado muito tempo e trabalho dos pesquisadores, que tiveram que se inserir no difícil mundo das dançarinas eróticas para tirar esta conclusão incrível sobre a ovulação feminina!

4. Ratos não distinguem diferença entre a língua japonesa e o holandês falados de trás para a frente: ganhadora do Ig Nobel de linguística em 2007

Em respeito aos pesquisadores, admitimos que eles estavam tentando estabelecer similaridades entre crianças humanas e filhotes de outros mamíferos, na tentativa de entender as origens evolucionárias da fala. Mesmo assim, o que eles fizeram foi afirmar que ratos não entendem japonês de trás para a frente.

3. Extrato de baunilha pode ser retirado de esterco de vacas: ganhadora do Ig Nobel de química em 2006

Ok, pode ser que o extrato possa ser retirado desta origem bastante incomum, mas quem iria comer isso? Em homenagem à pesquisa, uma sorveteria em Massachusetts, nos Estados Unidos, criou um sabor especial com este extrato. Não sabemos quanto sucesso o novo sabor fez.

2. Por que pica-paus não têm dores de cabeça: ganhadora do Ig Nobel de ornitologia em 2006

Pensando bem, esta é uma pesquisa que responde a uma questão curiosa, no mínimo. Pica-paus batem a cabeça em árvores para viver e não sofrem com danos cerebrais e no crânio. Os cientistas desta pesquisa descobriram que isso acontece porque o cérebro desses pássaros fica bem preso no crânio, e eles têm uma superfície cerebral mais macia, para maximizar a área de impacto.

1. Mosquitos da malária são atraídos por queijo limburguer tanto quanto pelo odor de pés humanos: ganhadora do Ig Nobel de biologia em 2006

Publicada em 1996, esta pesquisa quase acaba com a necessidade de passar repelente de insetos em suas viagens. Você só precisa pendurar um pedaço de queijo na sua barraca e não se preocupe mais! Ok, não leve isso a sério e sempre passe repelente em lugares com suspeita de malária, independente do que essa pesquisa diz.

Fonte: http://hypescience.com/21927-ig-nobel/

http://www.telegraph.co.uk/science/science-news/6223831/Pointless-research-top-10-Ig-Nobel-award-winners-for-silly-science.html