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domingo, 7 de maio de 2017

FIBRA ÓTICA DE SEMICONDUTOR PROMETE ACELERAR A INTERNET

Núcleo de silício amorfo construído no interior de um canal dentro da fibra óptica de quartzo.[Imagem: Penn State]

Fibra óptica de semicondutor

Um novo tipo de fibra óptica híbrida promete multiplicar a capacidade de transmissão de dados das redes atuais sem grandes revoluções na infraestrutura. A ideia é substituir o quartzo - ou sílica - das fibras ópticas atuais, um material que é essencialmente um vidro, por um material semicondutor. As fibras de sílica só podem transmitir dados convertidos em pulsos luminosos. Isso requer equipamentos externos para converter em pulsos de luz os pulsos elétricos dos aparelhos eletrônicos - computadores, por exemplo. Fibras semicondutoras, por sua vez, poderão transmitir tanto luz quanto os dados eletrônicos e também serão capazes de completar a conversão de dados elétricos para ópticos em tempo de voo durante a transmissão, melhorando a velocidade de transmissão. A proposta é da equipe dos professores Venkatraman Gopalan e John Badding, da Universidade da Pensilvânia, que publicaram uma série de trabalhos nos últimos meses demonstrando a viabilidade das fibras ópticas semicondutoras.

Fibras ópticas inteligentes

Na verdade, essa tecnologia começou a ser desenvolvida em 2006, quando a mesma equipe demonstrou a possibilidade de fabricar componentes eletrônicos no interior de uma fibra óptica. Aos poucos, essas fibras ópticas com semicondutores foram sendo melhoradas, até ganhar poder de processamento. A equipe conseguiu agora melhorar o núcleo policristalino da fibra fundindo um núcleo de silício amorfo de alta pureza no interior de um capilar de 1,7 micrômetro, perfurado na fibra óptica tradicional de sílica. Depois de ser depositado por um processo a laser, o material se solidifica, formando cristais individuais com um comprimento até 2.000 vezes maior do que sua espessura. Isto transforma o núcleo policristalino da fibra, cheio de imperfeições, em um cristal único, muito mais eficiente.
A equipe já conseguiu fabricar transistores dentro de fibras, mostrando que fibras ópticas com poder de processamento não são um sonho tão distante. [Imagem: He et al./Nature Photonics] "Agora nós podemos construir alguns dispositivos reais, não apenas para telecomunicações, mas também para endoscopia, imageamento, lasers de fibra e muito mais," disse Gopalan. Bibliografia: Single-Crystal Silicon Optical Fiber by Direct Laser Crystallization. Xiaoyu Ji, Shiming Lei, Shih-Ying Yu, Hiu Yan Cheng, Wenjun Liu, Nicolas Poilvert, Yihuang Xiong, Ismaila Dabo, Suzanne E. Mohney, John V. Badding, Venkatraman Gopalan. Photonics. Vol.: 4 (1), pp 85-92. DOI: 10.1021/acsphotonics.6b00584. // Single-Crystal Germanium Core Optoelectronic Fibers. Xiaoyu Ji, Ryan L. Page, Subhasis Chaudhuri, Wenjun Liu, Shih-Ying Yu, Suzanne E. Mohney, John V. Badding, Venkatraman Gopalan. Advanced Optical Materials. Vol.: 110, 091911. DOI: 10.1002/adom.201600592. // A silicon microwire under a three-dimensional anisotropic tensile stress. Xiaoyu Ji, Nicolas Poilvert, Wenjun Liu, Yihuang Xiong, Hiu Yan Cheng, John V. Badding, Ismaila Dabo, Venkatraman Gopalan. Applied Physics Letters. DOI: 10.1063/1.4977852. fonte:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fibra-optica-semicondutor&id=010150170424

quarta-feira, 7 de maio de 2014

CONHEÇA O COMPONENTE FOTÔNICO QUE VAI ACELERAR SEUS DADOS

Um único laser é usado para produzir uma multiplicidade de linhas espectrais, formando o pente de frequências. Pente de frequências Este é um pente de frequências, capaz de transmitir dados a vários terabits por segundo ao longo de centenas de quilômetros de fibras ópticas. A miniaturização do componente óptico foi alcançada por uma equipe do Instituto Karlsruhe de Tecnologia (Alemanha) e da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça). Um pente de frequências - ou grade de frequências - é um componente emissor de luz cujo espectro emitido é gerado por uma série de elementos igualmente espaçados entre si. O envio de dados a longas distâncias normalmente emprega uma técnica chamada multiplexação por divisão de comprimento de onda (WDM: wavelength division multiplexing), por meio da qual vários canais de dados são transmitidos de forma independente em uma única fibra óptica, permitindo assim taxas de transmissão extremamente elevadas. Para isso, a informação é codificada por vários lasers de diferentes comprimentos de onda - isto é, de cores diferentes. No entanto, a escalabilidade desses sistemas é limitada, já que é necessário um laser individual para cada um dos canais de transmissão. Além disso, é difícil estabilizar os comprimentos de onda desses lasers, o que exige um "desperdício" de banda entre os canais de dados para evitar interferências. O que se espera é que os pentes de frequências resolvam os dois problemas, mas faltava miniaturizar os componentes. Esta foi a primeira demonstração da técnica a chegar à faixa dos terabits: o experimento envolveu uma transmissão de 300 km de distância, alcançando uma taxa de 1,44 terabits por segundo - o suficiente para transmitir 500.000 vídeos de alta definição simultaneamente. Bibliografia: Coherent terabit communications with microresonator Kerr frequency combs Joerg Pfeifle, Victor Brasch, Matthias Lauermann, Yimin Yu, Daniel Wegner, Tobias Herr, Klaus Hartinger, Philipp Schindler, Jingshi Li, David Hillerkuss, Rene Schmogrow, Claudius Weimann, Ronald Holzwarth, Wolfgang Freude, Juerg Leuthold, Tobias J. Kippenberg, Christian Koos Nature Photonics Vol.: 8, 375-380 DOI: 10.1038/NPHOTON.2014.57 FONTE:INOVACAOTECNOLOGICA

segunda-feira, 28 de abril de 2014

POR QUE OS OVNIS BRILHAM E VARIAM DE COR QUANDO ACELERAM?

O brilho e a mudança de cor, em função da aceleração, seria resultado da matéria fotonizada do objeto atritar ou refratar com a atmosfera; como mesmo em estado de ausência de movimento, as vezes, o objeto é muito luminoso, significa que sua matéria está fotonizada, o que causa o fenômeno da luminosidade; com o movimento, a matéria, devido a estar fotonizada, ou devido ao seu campo gravitacional inerciativo, ioniza o ar, o que, em movimento, responde pela variação de coloração do objeto. Não sendo exatamente este o caso, a mudança de cor do brilho dos óvnis seria resultado da inerciação por hiper-tração, conforme descrito no 4.7, Tração inerciativa linear ou hiper-tração inerciativa. Com um raio inicial de 1,078220769•10-14 m e uma velocidade inicial de 0,5m/s, a frequência seria de 3,506634171•1013 Hz. Aos 140m/s, a frequência de inerciação seria de 430 tera hertz, e a nave passaria a brilhar em vermelho, e conforme fosse aumentando de velocidade, passaria a brilhar nas cores de todo o espectro visível, e, aos 244,1860465m/s, a frequência de inercição alcançaria os 750 tera hertz, portanto já no fim da luz violeta e início do ultravioleta. FONTE:http://gdmluzcinetica.wordpress.com/